A NORIUM lançou recentemente, nas plataformas digitais, o seu mais novo álbum, “A Journey Through The Soul” . O disco está sendo reproduzido em mais de 20 países e a banda concederá uma entrevista exclusiva para a revista inglesa, Powerplay Magazine, que também disponibilizará uma resenha sobre o referido trabalho.
O material foi mixado e masterizado pelo produtor, Anderson Dagostim no Dagusta Studio.
Para mais informações sobre as atividades da banda NORIUM e dos demais artistas da empresa, basta entrar em contato com a MS Metal Press através do e-mail[email protected].
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João Gordo, vocalista do Ratos de Porão e uma das figuras mais reconhecidas do rock brasileiro, lança o single “Fuscão Preto”, pelo selo Wikimetal Music. Escrita originalmente por Atílio Versutti e Jeca Mineiro, a canção foi popularizada por Almir Rogério, Trio Parada Dura, e outros intérpretes.
A música antecipa o disco “Brutal Brega”, em que João Gordo interpreta clássicos da música brega brasileira em versões punk rock. O projeto surgiu durante a pandemia, como uma parceria entre João Gordo e o produtor Val Santos. Com a pausa nos shows e outras atividades presenciais, a dupla decidiu gravar, por diversão, versões punk de músicas brasileiras clássicas. Em pouco tempo, já tinham dezenas de músicas gravadas e um disco formado, com tributos a artistas como Sidney Magal, Reginaldo Rossi, Jane e Herondy, entre outros.
“Fuscão Preto” acompanha também um clipe, dirigido por Raul Machado, que já dirigiu clipes para Chico Science & Nação Zumbi, Planet Hemp, Sepultura, Ratos de Porão, Raimundos, Marcelo D2, O Rappa, Pitty, CPM 22, entre outros.
Assista:
O disco Brutal Brega tem data de lançamento prevista para o segundo semestre de 2022, pelo selo Wikimetal Music. “Fuscão Preto” já está disponível em todas as plataformas.
A lenda do Punk Hardcore mundial The Exploited retorna a Curitiba para uma apresentação especial no palco do Basement Cultural, região central da cidade. Os ingressos já estão a venda pelo site Bilheto, com valores a partir de 80 reais. A realização é da Mosh Productions.
O The Exploited foi fundado na Escócia, no final dos anos 1970, pelo vocalista Wattie Buchan. Nestas mais de quatro décadas de estrada, o grupo se tornou um dos mais influentes e importantes do cenário punk, com músicas agressivas e letras com o mesmo calibre, contestando a corrupção política, a violência da polícia, as guerras, a religião, entre outros tópicos politizados.
Durante sua jornada, o The Exploited lançou discos clássicos do estilo, como Let’s Start a War (1983), Death Before Dishonour (1987) e The Massacre (1990). O mais recente disco de estúdio até o momento é Fuck The System (2003), porém até os shows no Brasil, a banda terá um novo álbum para divulgar.
As atrações de abertura complementam o lineup com uma mistura de estilos, das mais variadas vertentes do som pesado. Os paulistas do Manger Cadavre? Apostam em uma mescla de Metal, Hardcore e Crust com muito peso e agressividade. De Curitiba, o Repudiyo representa o Hardcore de protesto, Royal Rage segue a linha do Thrash Metal, enquanto o San La Muerte apresenta um Metal vigoroso com letras em espanhol.
SERVIÇO
The Exploited em Curitiba
Abertura: Manger Cadavre?, Repudiyo, Royal Rage, San La Muerte
Data: 04 de dezembro de 2022 (domingo)
Local: Basement Cultural
Endereço: Rua Des. Benvindo Valente, 260 – São Francisco
Horários: 14h (portões) – 15h (shows)
Classificação etária: 16 anos (somente acompanhado de um responsável)
Let´s Rock
Endereço: Praça Tiradentes, 106 – loja 3 e 4 – Centro
Horário de Atendimento: Seg. à Sex. 09h as 19h / Sáb. 09h às 15h
Carmela
Endereço: R. Dr. Claudino dos Santos, 72 – São FranciscoHorário de Atendimento:Dom. a Qui. 07h às 23h / Sex. e Sab. 17h às 02h
Meia-Entrada:
– Estudantes: Somente com carteirinha do órgão estudantil oficial, dentro do prazo de validade e com foto;
– Idosos: Idosos com idade superior a 60 (sessenta) apresentando o documento de identidade na entrada do evento;
– Professores de Rede Pública: Professores da Rede Pública apresentando o comprovante na entrada do evento;
– Portadores de Necessidades Especiais: Possuem direito a meia-entrada, estendido a um acompanhante.
* Deve apresentar o cartão de benefício de prestação continuada de assistência social a pessoa com deficiência ou documento emitido pelo INSS que ateste aposentadoria.
Realização: Mosh Productions
Foto: Allan Swan
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Faleceu na última terça-feira (24), Guillaume Bideau, vocalista francês de longa da banda de metal Mnemic (entre 2006 a 2013). A causa da morte do músico ainda não foi divulgada.
Formada em 1998 na Dinamarca, o Mnemic gravou cinco álbuns, três com Bideau. O grupo era conhecido por ser uma das bandas mais inovadoras em seu gênero, uma mistura de influências industriais, progressivas e thrash metal.
Bideau também foi vocalista da banda francesa de industrial death/thrash Scarve. A banda foi formada em 1993 pelo amigo de Bideau, o baterista belga Dirk Verbeuren, que desde 2016 integra o Megadeth. Nesta quarta-feira (25), Verbeuren lamentou a morte de Bideau, no Facebook:
“Guillaume, é com o coração devastado que escrevo estas palavras. Lembro-me do nosso primeiro encontro em 1999 como se fosse ontem. Você veio me ver em meu pequeno apartamento em Nancy (FRA), estendendo uma mão falsa que caiu no chão quando eu a apertei, me deixando perplexo… Sem dúvida, você estava esperando uma gargalhada (minha). Seu humor onipresente era contagiante. Durante a gravação do segundo álbum do Scarve (Luminiferous, de 2002), você insistiu para que todos nós ouvíssemos o (álbum) October Rust, do Type O Negative, ao irmos dormir, noite após noite, até que Sylvain (Couldret, guitarrista) e eu nos cansamos e decidimos esconder seu CD-R… Até que você pegou um segundo (CD-R) idêntico na mesma noite.
Você foi um artista brilhante, inconformista, teimoso e tenaz. Além disso, você era um amigo verdadeiro. Você não hesitou em se juntar a mim quando eu estava relutante em fazer uma longa viagem pela França (ouvimos o primeiro álbum do Fantômas no repeat). No meu casamento em 2006, sua presença e personalidade exuberante permanecem entre minhas melhores lembranças.
Você não se importava com o que as outras pessoas diziam. Você fez o que queria e viveu do seu jeito. Vou sentir muito a sua falta, meu amigo… Descanse em paz”.
Bideau e o amigo Dirk Verbeuren
Além de vocalista e compositor de várias outras bandas e projetos, Guillaume Bideau também era fotógrafo e produtor. No último dia 12 de maio, Bideau havia completado 44 anos.
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O canal do YouTube HEAVY CULTURE conversou com o lendário guitarrista Rick Rozz, membro fundador das bandas Death e Massacre. O músico, que hoje encabeça o Left To Die, possui um currículo que abrange ainda os projetos recentes (‘M’) Inc., Gangs of Old Ladies, The End e The Ride, além de participações no álbum “Rat God” do Inhuman Condition e no álbum “This Insidious Horror” do Feed the Corpses to the Pigs, ambos de 2021. Ao lado de Chuck Schuldiner gravou todas as primeiras demos e o segundo álbum do Death, “Leprosy” (1988). Com o Massacre, outro nome seminal do Death Metal da Flórida, participou de todos os quatro álbuns de estúdio, sendo o mais recente “Resurgence”, de 2021, quando veio a abandonar o barco e dar início ao Left To Die.
O Left To Die é mais um supergrupo de Death Metal, formado ainda por Matt Harvey, guitarrista e vocalista do Exhumed e Gruesome, Terry Butler, ex-baixista do Death e atual Obituary e o baterista Gus Rios, do Gruesome. A banda vem trabalhando em seu EP de estreia e se prepara para prestar tributo ao Death em uma turnê tocando o álbum “Leprosy” na integra e músicas do debut “Scream Bloody Gore”. E para falar sobre este projeto e sua trajetória no mundo do Death Metal, o staff do HEAVY CULTURE pôde contar com a presença do guitarrista num excelente bate-papo, onde ele falou sobre a expectativa de tocar esse material antigo do Death, a recente experiência com o Inhuman Condition, detalhes sobre a época do Massacre e fatos sobre o clássico “Leprosy”.
O canal do YouTube HEAVY CULTURE conversou com o vocalista/baterista Kingley “King” Fowley, das bandas estadunidenses Deceased e October 31, nomes clássicos do underground vindos de Arlington, estado da Virginia. O Deceased, formado há quase 40 anos, celebra o que há de melhor na união do Death/Thrash Metal com pitadas de Metal tradicional, resultando em álbuns clássicos como “The Blueprints for Madness” (1995) e “Supernatural Addiction” (2000). Os últimos lançamentos do grupo foram, além de um ótimo disco de inéditas, intitulado “Ghostly White” (2018), dois novos álbuns de covers, um deles dedicado ao lado mais obscuro do Thrash Metal, “Thrash Times at Ridgemont High” (2021) e outro dedicado às influências Hardcore, o estupendo “Rotten to the Core Part 2 (The Nightmare Continues)” (2020). E o October 31, banda de Fowley voltada ao Heavy Metal tradicional, também decidiu seguir a tradição do Deceased e mostrar suas influências através de “Metal Massacre 31” (2016), um álbum tributo onde o grupo gravou faixas selecionadas das oito edições da clássica coletânea “Metal Massacre”, lançada pela gravadora Metal Blade Records desde a década de 1980.
Para saber um pouco mais sobre a história destas duas bandas, o vocalista Kingley “King” Fowley concedeu um enriquecedor bate-papo ao staff do HEAVY CULTURE, onde contou como assumiu os vocais e bateria do Deceased: “Quando o Deceased começou eu originalmente tocava baixo. Tínhamos um baterista e eu era o baixista, mas o baterista preferia a namorada dele ao Metal e então sabíamos que precisávamos de um baterista mais do que precisávamos ter um baixista… Então eu troquei meu equipamento de baixo muito caro e troquei por uma bateria realmente de merda, mas era algo para tocar e eu não tinha experiência nenhuma.” Sendo assim, Fowley assumiu as baquetas do grupo e logo depois os vocais, fazendo os primeiros shows na região, em festas, já que não havia uma cena propriamente dita de Metal: “Quando tocávamos Slayer, Voivod e Mercyful Fate ninguém sabia o que era naquela época, o Slayer ainda não tinha decolado, então ninguém sabia o que era. Nós tocamos em muitas festas com bandas Punk, e eu diria que cerca de cinco a oito shows eu nem cantei, nós apenas subimos no palco, e bem, eu nem chamo de palco…”.
Naqueles primeiros dias, o Deceased tocava material de bandas como Hirax, Motörhead, Slayer: “Tocávamos coisas como Bathory e fazíamos vocal gutural do Sodom… Eu não cantava no começo só porque tive que aprender, levou alguns anos à medida que avançávamos, mas sim, eu gostei de fazer isso e fiquei muito bom nisso depois de alguns anos”. O vocalista ainda contou que com o October 31 ele só queria cantar de forma mais melódica, relembrando a primeira vez que assumiu apenas os vocais no palco, o que acabou o influenciando para largar a bateria do Deceased em 2002 e desde então comandando apenas o microfone, mas sua paixão pelas baquetas sempre falou bem alto, revelando que ainda escreve todas as linhas de bateria. Sobre o surgimento do October 31, disse que o que o motivou a investir no Heavy Metal tradicional foi a dominância do Grunge e Pantera na década de 1990, o que ofuscou todo aquele cenário oitentista. A parceria com o guitarrista Brian “Hellstorm” Williams do October 31 surgiu em 1995, pois ambos tinham os mesmos gostos musicais e opinião sobre a cena Metal daquela época e como o Heavy Metal deveria soar. O resultado veio dois anos depois, com o lançamento do debut “The Fire Awaits You”.
Fowley, após contar mais detalhes sobre suas influências, tanto musicais quanto de cinema,mostrou-se empolgado quando fala da vontade de tocar no Brasil: “O Brasil é muito importante para mim, cresci ouvindo os discos da Cogumelo (Records) e eu gostaria muito de ver todos os amigos por correspondência (obs: da época das cartas) com quem ainda mantenho contato”.
Para conferir o bate-papo completo com Kingley “King” Fowley, acesse:
Os representantes do Metal do Mangue OVERDOSE NUCLEAR, de Ubatuba, litoral norte de São Paulo, divulgam a capa e o track list do novo álbum, “Metal do Mangue”. O trabalho contará com nove músicas, sendo uma delas um cover ainda não divulgado e duas faixas com participações especiais. O lançamento em CD será realizado com o selo Bigorna Records, especializado em Metal em português, alinhando-se assim com a proposta da banda. Ao mesmo tempo, o OVERDOSE NUCLEAR procura parceiros para o lançamento em vinil do trabalho, que será lançado no segundo semestre deste ano. A arte da capa foi criada por Marcelo Dod.
Julio Candinho (vocal), Marcus Goulart (guitarra), Gustavo Albado (baixo) e Rodrigo Kusayama (bateria) se inspiraram na introspecção forçada da pandemia para mergulhar em suas raízes para apresentar seu “Metal do Mangue”: “Nas letras abordamos temas da nossa realidade local como a destruição do meio ambiente e a degradação humana em geral regada a muita crítica e o já conhecido horror da Overdose Nuclear. E a capa é isso, a representação do nosso espírito de luta em uma forma antropomórfica”. E algumas das novas músicas já serão apresentadas no próximo show do grupo, no dia 29/06, quando o grupo dividirá o palco com o Manger Cadavre? em São José dos Campos/SP na abertura do show da banda Crypta, em evento no Hocus Pocus, a partir das 19h.
Após a notícia da última segunda-feira (23) sobre o reencontro entre Paul Di’Anno e Steve Harris na Croácia, nesta terça-feira (24) foram divulgados novo vídeo e relatos sobre o histórico ocorrido.
Uma das imagens mais aguardadas pelos fãs do Iron Maiden nos últimos tempos
Stjepan Juras, jornalista, escritor e responsável pelos vídeos e pela campanha de ajuda ao tratamento de saúde de Di’Anno, explicou: “Depois que o vídeo da reunião de Steve Harris e Paul Di’Anno saiu, estou postando um vídeo muito mais longo de como tudo realmente começou. Primeiro veio (o empresário do Iron Maiden) Rod Smallwood, que Paul não vê desde o festival Rock in Rio, de 2013, e depois Steve Harris, a quem todos cumprimentaram pelo caminho. Essa reunião desencadeou algo que será falado em breve. Se você quiser saber mais sobre tudo, clique em www.maidencroatia.com/warhorse”. Veja o vídeo do encontro de Di’Anno com Harris e Smallwood abaixo.
Nos últimos meses, Di’Anno está morando em Zagreb (CRO) por conta de seu tratamento de drenagem linfática que o prepara para sua próxima cirurgia no joelho. Por lá, o cantor montou uma nova banda, chamada Warhorse. Na página da banda, foi publicada a seguinte mensagem:
“Não há melhor sentimento do que, depois de sete longos anos em uma cadeira de rodas, comemorar um aniversário de pé! Paul Di’Anno comemorou seu aniversário de 64 anos em 17 de maio. Com seu excepcional comprometimento, vontade, desejo e força mental, ele mostrou seu espírito de luta e gratidão a todos os fãs e amigos que o ajudaram a realizar um milagre em menos de meio ano! Porém a batalha final ainda está por vir. Paul em breve terá novas cirurgias e a luta final pela independência e movimento ilimitado com suas pernas totalmente recuperadas. Portanto, todos os fãs estão convidados a, junto com ele, entrar nesta última batalha até a vitória final.
Di’Anno e sua banda Warhorse já compuseram três novas músicas, duas delas, Stop the War e The Doubt Within, foram lançadas e vendidas como um single especial em DVD, junto a uma mensagem de vídeo do vocalista para os fãs que compraram o single, o que ajudou a arrecadar fundos para as cirurgias. Quem adquiriu o single, ganhará uma camiseta feita para seu primeiro show em sete anos, o qual foi realizado no último sábado (21), véspera do reencontro com o Iron Maiden, nos bastidores do show da Donzela de Ferro em Zagreb. O show de Di’Anno foi filmado e será inserido em um documentário sobre o cantor. O doc foi filmado pelo diretor Wes Orshoski, que também digiriu o filme “Lemmy”, sobre a vida do saudoso fundador do Motörhead.
A banda Noturnall anuncia gravação de um DVD que entrará para a história do Metal no Brasil. A gravação deste novo material audiovisual será no próximo dia 28 de maio (sábado), às 20h, em Curitiba, no Teatro Ópera Arame. Será um show diferente, especial e preparado exclusivamente para este evento que acontece na capital paranaense. Confira serviço completo abaixo.
Essa será a última apresentação da turnê Aliança Metal Brazil, turnê conjunta das bandas Shaman e Noturnall que, pela primeira vez na história dividiram o palco nos meses de abril e maio em algumas cidades do Brasil.
A Noturnall fará um show completo, com sonorização, iluminação, painel de LED incluindo uma performance de bateria de “cabeça pra baixo”.
“Geraum medo, mas a vontade de fazer a bateria girar 360º e ficar de cabeça para baixo me parece um convite a mais para esse super show no incrível Ópera de Arame. Um show único de uma banda de loucos para um público mais louco” – afirma o baterista Henrique Pucci.
O DVD ainda sem previsão de lançamento será um presente para os fãs. A formação atual da Noturnall conta com os músicos Thiago Bianchi (vocal), Saulo Xakol (baixo), Mike Orlando (guitarra) e Henrique Pucci (bateria). Além das canções de toda a carreira da banda, a Norturnall, por sua vez, apresenta as novidades do novo disco “CosmicRedemption” que deve ser lançado no segundo semestre.
“Muito empolgante fazer história mais uma vez com as loucuras que preparamos para esse show! Tenho certeza que será uma noite que ficará marcada não só em nossas vidas e de quem estiver no deslumbrante Ópera de Arame, mas também na história do Heavy Metal Brasileiro” – comentaThiago Bianchi
Informações Técnicas:
Direção de filmagens:Alceste Ribas
Edição de vídeo: Daniel Mazza
Direção de Efeitos Especiais: (Inclusive da batera que gira) Rafael Seyboth
Fotos oficiais do show: Caike Scheffer e Fábio Augusto
Vídeos telão: Kauê Comi
Artes: Carlos Fides
Direção do Show: Thiago Bianchi
Serviço show: Shaman e Norturnall
Abertura das Portas: 18h30
Início do Evento: 20h00
28 de maio de 2022 (Sábado)
Ópera de Arame – R. João Gava, 920, Abranches -Curitiba – PR
No último dia 22 de maio, o Deep Purple fez seu primeiro show com o guitarrista irlandês Simon McBride. O show aconteceu em Tel Aviv, Israel. Como anunciado em março (leia aqui), McBride está suprindo o afastamento (a princípio) temporário de Steve Morse, que precisou dar uma pausa dos palcos por tempo indeterminado em para cuidar de sua esposa Janine, que está em uma batalha contra o câncer.
Veja alguns vídeos do show:
Antes de juntar-se ao Purple, Simon McBride já havia tocando com os próprios Ian Gillan e Don Airey, vocalista e tecladista da banda, respectivamente. Quando de sua convocação para assumir o posto de Morse, McBride disse: “Estou profundamente honrado por ser convidado para substituir Steve e tocar para uma banda de rock tão icônica como o Deep Purple. Eles são músicos e pessoas incríveis. Estou muito animado para sair e tocar todas aquelas canções icônicas e agitar o palco com tais lendas. Meus pensamentos estão com Steve, Janine e família”.
Na época do anúncio de seu afastamento do Purple, Morse explicou as razões de seu afastamento e afirmou que não está deixando a banda em definitivo: “Olá a todos. Acabei de fazer alguns shows com a banda, depois de anos (!?) sem tocar ao vivo. É um momento maravilhoso e agridoce para nos reunirmos. No entanto, atualmente a minha querida esposa Janine está lutando contra o câncer. Neste momento, há tantas complicações possíveis e incógnitas, que qualquer que seja o tempo que reste em nossas vidas, eu simplesmente devo estar lá com ela”, disse o dedicado marido. “Não estou deixado a banda. Espero que depois que ela receber um atestado de saúde, eu possa voltar à turnê. No entanto, não estou vendo nenhuma situação provável que me permita fazer uma turnê no exterior em um futuro imediato. Continuo a ter o privilégio de fazer parte da árvore genealógica do Purple, e também de sentir o apoio incrível de tantos fãs leais e do resto da banda. Há um guitarrista certificado de classe mundial pronto para assumir o show e mostrar que todos certamente ficarão felizes em ouvi-lo. Agradeço todas as suas orações sinceras por Janine”.
De fato, seus companheiros de Purple – Gillan, Airey, Roger Glover e Ian Paice – demonstraram publicamente apoio ao guitarrista e à Janine: “Todos os nossos pensamentos estão com Janine durante sua luta contra o câncer e também com Morse enquanto ele apoia sua esposa em um momento tão difícil. Esperamos que Steve possa se juntar a nós de volta à estrada ao longo deste ano”.
Atualmente, o Deep Purple divulga o seu inédito álbum de covers, Turning to Crime, que foi lançado em novembro de 2021, através da earMUSIC. O material contém versões para clássicos do rock, além de outras pérolas, incluindo temas de Bob Dylan, Fleetwood Mac, Cream, The Yardbirds e Bob Seger. Cada membro do Deep Purple participou ativamente na escolha das faixas que estão presentes em Turning to Crime.
Simon McBride, em seu primeiro show à serviço do Deep Purple
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