O Desalmado, surgido em 2004 na cidade de São Paulo, já traz na bagagem 5 lançamentos oficiais entre EPs e álbuns calcados no grindcore com elementos de death metal, juntamente com turnês europeias que passaram por países como Portugal e Espanha. Além disso, a banda já abriu shows no Brasil para grandes nomes do metal extremo como Entombed e Obituary. Com a manutenção intacta de seu grindcore contundente e ríspido, a banda tem se firmado no cenário underground principalmente em decorrência da resposta positiva com os álbuns Save Us from Ourselves (2018) e Mass Mental Devolution (2021). Atualmente, a banda é composta por Caio Augusttus (vocal), Estevam Romera (guitarra), Bruno Teixeira (baixo) e Ricardo Nutzmann (bateria).
A banda retorna à Europa em 2022 e participará da edição 2022 do festival tcheco Obscene Extreme, um dos mais importantes mundialmente para bandas do gênero, que para além da Republica Tcheca ocorre também na Ásia, Austrália e América do Norte.
Entre os dias 13 e 17 de julho 2022 novamente na cidade tcheca de Trutnov, localizada na região de Hradec Králové, o Desalmado dividirá palco nomes de peso como Benediction, Incantation, Macabre, Malevolent Creation, Memoriam, Midnight, Onslaught, Pig Destroyer, Tankard e Varukers e as brasileiras do Crypta.
A Roadie Crew vem lançando uma série de programas no YouTube e nas plataformas de streaming sempre no intuito de fortalecer a cena do heavy metal e trazer mais entretenimento em nosso seguimento.
Dessa vez estamos estreando o programa Ranking Crew. Os apresentadores Ricardo Batalha, Daniel Dutra e Luiz Tosi, listam seus álbuns favoritos e comentam a discografia de uma banda por episódio. O primeiro é Slayer, até por conta do fim de sua carreira vitoriosa e por ser uma banda repleta de álbuns marcantes.
Assista, comente, envie seu ranking pessoal do Slayer, concorde ou discorde! Estamos aqui para nos divertir e reviver grandes álbuns da nossa cena.
Neste domingo, 12 de junho de 2022, a ROADIE CREW estreia em seu canal no YouTube o drops “Pesadas da Semana”. O boletim semanal é uma parceria com o programa Rock Forever, que desde 2002 também é comandado pelo jornalista Luciano Frazani, que agora faz a sua estreia no canal da ROADIE CREW.
O Pesadas da Semana traz um resumo das notícias mais importantes que rolaram na semana no universo do rock and roll e do heavy metal. Nesta edição de estreia, Frazani comenta o falecimento de Alec John Such, ex-baixista do Bon Jovi, a turnê que o Dream Theater fará no Brasil em 2022 e outras notícias.
Assista a edição de estreia:
O drops vai ao ar aos domingos, ao meio-dia, no canal da ROADIE CREW no YouTube. Acesse o link e aproveite para se inscrever em nosso canal. E não se esqueça de clicar no sininho para receber todas as notificações sobre o “Pesadas da Semana” e também dos nossos outros programas.
Após passagens por Krisiun, Torture Squad, Matanza e Matanza Inc., o guitarrista Mauricio Nogueira nutria a necessidade de iniciar um projeto: “com a pandemia, não havia muita alternativa a não ser compor. Inicialmente, pensei num disco solo, e o primeiro vocalista seria o Vitor”. A reação do ex-cantor do Torture Squad e do Voodoopriest aos primeiros sons foi o estopim para uma “mudança de planos”: “o Maurício me pediu para escolher uma música para cantar. Só que eu simplesmente adorei todas”. Pronto, veio à luz uma nova banda, que viria a lançar o EP Tribal Scream (2020) e o álbum Sacred Legacy (2021), primeiros (e brutais) rebentos do Tribal Scream, quarteto que conta ainda com o baixista Vinnie Savastanno (ex-Playriff, Army e Rygel) e o baterista Otavio Ranthum (UnderVoice), substituto de Rômulo “Minduim” (Ave Noturna, Victorizer), responsável pelas baquetas do full-length.
Para muitos fãs do Torture Squad da década de 2000, havia uma grande expectativa em cima do Tribal Scream, até porque ali está um legado e tanto do que o Vitor e o Mauricio fizeram pela banda e o death/thrash nacional. Vitor Rodrigues: Me lembrei o quanto o Mauricio era um compositor tão bom e que juntos criamos sons muito fodas na época do Torture e que renderam dois discos que gosto muito – Pandemonium (2003) e Hellbound (2008). Isso gerou uma expectativa enorme para voltarmos a compor juntos novamente. Mauricio Nogueira: Logicamente o primeiro público que abraçou a banda vem de fãs do Torture Squad, por conta de nossa passagem ser marcante por esses dois discos, porém, tem muita gente também curiosa que me conheceu no Matanza e quer conhecer um trampo totalmente voltado ao metal. Vinnie Savastanno: Como fã daquela época, que acompanhou tours do Pandemonium e do Hellbound e tendo esses dois discos como essenciais, digo que a expectativa era absurda, aquele feeling de “reunion” que a gente tem com banda que curte.
Um ponto interessante vem de um discurso do Mauricio, que sentia a necessidade de ter um grupo com um som próprio após tocar em “bandas de outras pessoas”, por assim dizer. Com o EP Tribal Scream (2020) e o álbum Sacred Legacy (2021) lançados, qual o sentimento que vem à tona pegando como base esse discurso anterior? Vitor: O Mauricio é um dos maiores guitarristas do Brasil. E o talento dele é enorme. Era questão de tempo apenas para ele gravar músicas autorais, saídas de sua mente criativa, e o sentimento que tenho é de gratidão ao universo pelo fato de acontecer agora com o Tribal Scream. Mauricio: Na real, eu precisava botar minha criatividade para fora. Sempre fiz muitos riffs, mas eles nunca se encaixaram no Matanza, por exemplo, lembrando que sempre tive total liberdade de apresentar ideias nas bandas. No Matanza, o Donida (guitarrista) sempre ouvia com atenção as coisas que eu mostrava, mas só saia uns thrash/death metal. Senti que era tempo para isso: mostrar minha música e meu trabalho como compositor, ter uma banda, sabe. E digo que estou bem feliz com tudo e que tem muito mais pela frente.
Minha pergunta também se deve ao fato de que o Tribal Scream nos passa realmente o mais puro sentido de banda, já que todos colaboram de alguma forma, seja com letras, composições, arranjos ou outros detalhes que fizeram a diferença. Queria que nos falassem a respeito disso, dessa divisão e, ao mesmo tempo, dessa unicidade dentro do Tribal Scream. Vitor: O que é muito legal no Tribal Scream é que somos quatro compositores e todos nós temos total liberdade de expor nossas ideias e opinar sobre as ideias dos outros, buscando o melhor para a música. Isso contribui imensamente para que tenhamos sempre ideias e que possamos escolher as melhores. Mauricio: Isso foi a primeira coisa que pensei e coloquei como regra na banda. Aqui é tudo dividido igualmente, não há nada que não seja decidido sem opinião da banda e das pessoas que trabalham conosco. Músicas, direitos autorais, tudo sempre dividido igualmente. E sempre será assim. Não importa quem sair ou quem entrar.
Além da música, o próprio nome da banda chama atenção. Em um sentido mais amplo, é como um grito oriundo dos oprimidos. E isso se manifesta nas letras e na interpretação do Vitor. Vitor: Quando estávamos pensando em um nome para a banda, comecei a escolher algumas palavras que soassem bem, e uma das que eu tinha gostado era “tribal”, porque se referia tanto à causa indígena, tema que eu havia abordado no Voodoopriest, quanto a outras tribos, como nós, headbangers. Um dia, estava assistindo a um documentário da Joan Jett (Bad Reputation, de 2018), e ela menciona a expressão “primal scream”. Na hora pensei: Tribal Scream! Na época do Torture Squad, minhas letras estavam mais relacionadas a temas sobre guerra, ódio, morte etc. A partir do Voodoopriest, comecei a escrever sobre assuntos pessoais, como minha ascendência indígena. No Tribal Scream, quis continuar escrevendo sobre temas relacionados à causa indígena e também sobre minha vida, minha família e minhas reflexões. Metal “good vibes” (risos). Mauricio: É necessário que tenhamos posições sobre esses assuntos, não dá para se calar diante de tudo de ruim que rola hoje. Não somos alienados e nem fazemos de conta de que não há racismo, preconceitos, opressão religiosa e cultural. Estamos na batalha para que o lugar onde vivemos se torne melhor e principalmente mais justo. Vinnie: Não tenho tempo para falar de inferno, dragões ou bebedeira na Califórnia. Tem gente que faz isso por aí com muito mais maestria do que eu. Sempre vou parar naquele lado hardcore do “tapa na cara”. Não tenho pretensões de ser um “Felipe Neto do metal”, mas tem hora que um chacoalhão é necessário.
Qual o impacto do EP, pela repercussão e também em um sentido particular em suas carreiras e trajetórias? Obviamente que ali está o cartão de visitas, mas qual seria a grande cartada para o ótimo resultado apresentado nas três faixas? Vitor: O primeiro passo é sempre determinante para o futuro, neste caso, do Tribal Scream. O impacto foi profundo, porque as três músicas foram compostas e gravadas em meio à pandemia, e isso influi na criatividade e no momento da gravação. Felizmente, o Tribal Scream tem músicos talentosos que tocaram de forma honesta e genuína no EP, levando-se em conta toda essa situação que estamos passando hoje em dia. Das músicas que o Mauricio e o Vinnie compuseram, Tribal Scream, I Am God e Refuse It foram as que ficaram prontas primeiro, inclusive o Vinnie já tinha escrito a letra inteira da Refuse It. Estávamos em meio à pandemia, a gente não podia se encontrar para ensaiar, então cada um fez sua parte em casa. A gente conversava muito por WhatsApp, opinando sobre os sons. Quando a gente foi gravar, a epidemia ainda estava rolando, e não podíamos aglomerar dentro do estúdio. O jeito foi cada um gravar em dias diferentes. Até aí tudo bem, porque muitos músicos gravam em dias diferentes. Porém, a gente nunca tinha ensaiado pessoalmente. Isso foi uma quebra de paradigmas, porque nunca imaginaria que eu poderia gravar um disco com uma banda sem nunca termos ensaiado. Vinnie: Eu amo aquele EP. E agradeço demais ao Rodrigo e ao Rambo do Estúdio Casa 39, que nos deram essa gravação de presente. Mas ali era o famoso “começo de namoro”, e a gente ainda estava entendendo como iríamos soar. Obviamente, a gente sabia onde queria chegar, mas ele serviu mais como “pé na porta” para mostrar à galera que a gente chegou sem tempo para brincadeira. Esprememos aquelas três faixas em todo lugar possível durante o ano (2021) que passou. Eu acho que o resultado ficou bom, porque a gente jogou para o time. Deixamos os sons de uma forma direta e sem firula, justamente porque tinha que ser um recado rápido para a galera.
Nota-se uma constelação de riffs no álbum Sacred Legacy, que, ao vivo, vão ser muito convidativos ao mosh e ao headbanging. Vinnie: Nós pensamos o disco todo para que fosse algo que funcionasse ao vivo. Vitor sempre expressou o desejo de que os shows fossem uma celebração, que a galera se divertisse. Sim, tocamos death/thrash metal e te queremos feliz, amigo (a/e/u) headbanger. Não quisemos entupir de quebradeiras e partes complexas justamente para ficar algo fluido e divertido de ouvir. Particularmente, fiz o disco que eu gostaria de ouvir se fosse um fã do Mauricio e do Vitor esperando o material novo deles. É clichê, mas foi de fã para fã. Bota fé!
Musicalmente, gostaria que falassem das camadas do Sacred Legacy. As três primeiras faixas são pedradas de thrash/death, cada uma com texturas diferentes, inclusive para os vocais. Como foi o processo de composição e lapidação dessa trinca formada por To Each His Own, Out of This Hell e We Shall Remain? Vitor: Durante a composição do disco, a pandemia continuava, e a gente não podia ensaiar, então cada um compunha sua parte em casa. Eu ouvia as bases que os caras me mandavam. Ficava cantarolando umas linhas melódicas, como sempre fiz, e escrevia minhas ideias no papel. Tenho pilhas de cadernos com letras escritas (risos). E estou sempre mudando as letras, sempre melhorando. Até o dia da gravação, ainda estava alterando uma frase ou outra. É por isso que os caras não sabiam exatamente como ia ficar a parte vocal. Sou um grande fã de refrãos pegajosos, e neste álbum eu quis trabalhar bastante em cima dos refrãos. O que me deixou bastante satisfeito foram meus vocais agressivos, porém melodiosos, tanto nos versos como nos refrãos. Mauricio: Bem, o processo não tem uma fórmula, normalmente é uma junção de riffs. E aí vamos vendo o que soa melhor com o quê. As ideias musicais vêm, na maioria, de mim e do Vinnie. Vamos fazendo as bases, colando trechos e passamos ao Rômulo “Minduim”, que estuda a melhor levada a fazer. O vocal é sempre o último, e o Vitor nunca mostra as melodias de voz antes (risos). Daí quando ele grava, a gente fica lá: “o que ele vai fazer?”. Ele chega e transforma a música (risos). Às vezes chegamos com músicas prontas, O Vinnie me manda uma música, e eu dou uma “tribalizada”, mudando uns acordes, palhetadas para ficar confortável para tocar e sempre penso ali quando a galera pode bater cabeça, onde pode sair na porrada (risos) e onde pode ficar viajando (mais risos).
Já a quarta música, Party Rock (With My Heroes), traz outra vibe, que flerta até com o hard/heavy, não apenas pela sonoridade, como também pela vibração. Vinnie: Foi a última música composta. A gente estava até com o estúdio agendado já. O Maurício me mandou um vídeo do riff principal e falou “acha muito Journey?”, E eu falei: “sim. E é perfeito!”. A letra foi uma surpresa e um presente do Vitor para todos os bangers, incluindo a banda, porque a gente não sabia o que ia sair até a hora em que ele mandou a primeira versão gravada. Para quem não sabe, devido à pandemia, nós gravamos em Santos (SP), e o Vitor, em Extrema (MG).
Depois temos mais três petardos, antes do encerramento com Solitude, que carrega elementos doom. E dentro disso, a pergunta que faço é: acreditam que em termos de metal extremo, este é o álbum mais variado que vocês já fizeram ou está entre os mais variados? Vitor: Com certeza! Para mim, foi desafiador compor linhas melódicas e fazer vocais para músicas em estilos que eu nunca tinha trabalhado antes, como na Solitude e na Party Rock. A Party Rock, no começo, me deixou bastante preocupado, porque não sabia exatamente o que fazer com ela. Depois que ficou pronta, me deixou supersatisfeito e orgulhoso. Mauricio: É o trabalho mais variado de toda minha carreira, com certeza. Os timbres, a execução e a composição, o som geral do disco que o Leeo (Mesquita, produtor e guitarrista e vocalista do Surra) tirou… Essa música (Solitude) é bem antiga e, com a contribuição de todos, ficou muito melódica. E tem um solo ali que eu fiz em homenagem ao Tony Iommi. Quer dizer, copiei (risos).
Vinnie: Me intrometendo na pergunta e respondendo como fã, com todo o respeito e admiração que eu tenho por Torture, Matanza e Matanza Inc., para mim é o melhor trabalho dos “veios”!
Foto: Amaury Kazuaki
Em termos técnicos, como foi o trabalho de produção do Leeo Mesquita (Surra)? O que ele trouxe de mais interessante para a consolidação do som brutal que ouvimos no disco? Mauricio: Cara, o Leeo foi fundamental, e ele é responsável pelo som do disco ser tão bom. Eu já tinha trabalhado com ele numa gravação do cover do Vulcano num EP do Surra. Ele é “o“ guitarrista, e eu queria um som de banda, sabe, soando como banda. Ele deu altas ideias, e embarcamos. “Vamos fazer isso?”. “Vamos!”. E assim foi. Vinnie: Leeo foi fundamental no resultado desse disco. Ele entendeu o que o Mauricio queria, o que eu queria, como o Minduim, que chegou depois, se encaixava nos sons e como respeitar a tradição do Vitor. As músicas são boas, sim. Mas ele pegou ali nos detalhes de um jeito essencial para a pancada que vocês estão ouvindo. Ele conseguiu pegar todo o peso da carreira do Mauricio e do Vitor e fazer soar coeso com a modernidade que vem de mim e do Minduim. Pegou dois trens, de gerações diferentes, em rota de colisão e os transformou num trem bala. PS: o riff de baixo no começo da Out of This Hell e a paradinha no refrão da Gruesome but Silent foram ideias dele. O cara é foda! Vitor: Por causa da pandemia, decidimos que seria mais fácil gravar em um estúdio perto de onde eu moro. Por indicações de amigos conheci o Cristian Dias, que, além de ser vocalista da banda The Damned Human Flesh, é produtor e tem um home studio em Extrema (MG). Cheguei a gravar uma ou duas músicas lá, porém ele deu a opção de levar o home studio dele para minha casa. Ele captou meus vocais perfeitamente, e eu gravei um disco totalmente à vontade, de boas, na minha própria casa, de chinelo e bermuda! Registrou magistralmente meus vocais, levando toda a equipe dele para minha casa.
Aliás, falando em Surra, trata-se de uma das bandas que estão aí no corre do underground, assim como Manger Cadavre?, Desalmado, Eskröta e outros nomes novos e/ou emergentes, além das bandas já com décadas de estrada e as clássicas. Qual análise vocês fazem da cena atual do metal e para onde essa cena está acenando? O que os próximos anos indicam, na visão de vocês? Vitor: A cena continua firme e forte, e o que vemos é que ela está em constante mutação, e, seguindo essa ideia, podemos vislumbrar um futuro promissor. Tem muitas pessoas talentosas criando música boa. Espero que elas encontrem condições para viver dessa arte, que consigam fazer shows, enfim, espero que as bandas continuem vivendo de sua música e que não desistam apesar dos downloads, da pandemia, das mudanças na indústria musical. E é vital que as pessoas continuem indo aos shows dessas bandas, isso contribui para a continuação e o fortalecimento da cena também! Mauricio: Amo essas quatro bandas, sou amigo delas e acho que essas quatro bandas, especificamente, são importantes pelo posicionamento, pelas letras e pela atitude. Espero sinceramente que o metal nacional vá nesta direção. Esse papo de cena é meio chato, te coloca dentro de uma redoma. E metal para mim deveria ser liberdade, sem preconceito. Mas estamos longe de uma situação assim.
Esse álbum nos dá margem para novas camadas ou direções para a banda no próximo disco? E ainda nessa linha, já há novas composições a caminho? Vitor: Fazer um disco variado não foi algo intencional, e por isso não tenho como lhe dizer se os próximos serão assim também. O importante é que tudo gira em torno do respeito que cada um tem pelo outro, porque isso contribui para criar um ambiente positivo para se trabalhar. Queremos lançar um novo EP mais para o fim do ano (2022). Temos liberdade total e territórios para explorar. Quero muito colocar um pouco de hardcore em alguns sons e fazer sons mais doom metal, músicas curtas e outras mais longas. Vinnie: Tenho alguns riffs e um som pronto que é algo tipo Nile com solo à la Maiden do Killers (1981). Mauricio já mandou um som também, fora o que sobrou do (processo de composição do) Sacred Legacy.
Pergunto isso também porque, contando o EP e o álbum, houve um material de alto nível em um curto espaço de tempo. Mauricio: Nosso plano é ter lançamentos em todos os anos, seja em forma de EPs, singles e álbuns. Hoje não dá para ficar três anos entre um lançamento e outro, é tudo muito urgente. Não sei se isso é bom, mas é o caminho atual.
Falando do passado, queria saber qual o sentimento, Vitor, quanto a duas efemérides, os 20 anos de The Unholy Spell, completados em 2021, e os de Pandemonium, a serem completados em 2023, dois clássicos do Torture Squad e do nosso death/thrash. Vitor: Quando gravei os discos não imaginava que seriam representantes de um legado, porque quando a gente compõe um álbum não pensa no que vai acontecer no futuro. Pensamos naquele momento, naquela época, de poder expressar musicalmente, mas fico muito contente que a galera continue gostando deles vinte anos depois, creio que isso seja o maior legado deles.
Muito obrigado pela entrevista. Parabéns pelos ótimos primeiros trabalhos. Nos vemos na estrada, quando houver a possibilidade. Vinnie: Muito obrigado pela atenção e pelo espaço. Se hidratem, ouçam o Sacred Legacy, sigam a gente nas redes socais, gravem covers e nos marquem, abracem sua família (de máscaras) e nos vemos no mosh! Vitor: Agradeço imensamente à oportunidade de poder novamente estar nessa revista tão conceituada que é a ROADIE CREW. E um salve para todos os nossos fãs! Vejo vocês na estrada!
Finalmente chegou o dia em que os titãs do thrash metal estão lançando o seu mais novo álbum. Hate Über Alles simboliza uma carta aberta contra o ódio e a divisão da sociedade. O videoclipe para Become Immortalmarca o lançamento desta grande obra, que é uma grande homenagem visual e lírica para a história por trás de uma das bandas mais lendárias e influentes do thrash metal na história do gênero. Assim sendo, o Kreator passa a tocha para a banda Destroy Them, oriunda da cidade natal de Mille Petrozza, Essen, que interpreta a música como sendo o Kreator no videoclipe.
O álbum foi lançado no Brasil e América Latina pela parceria Shinigami Records/Nuclear Blast Records e pode ser adquirido aqui.
“Estamos muito orgulhosos com este novo álbum e espero que nossos fãs amem o álbum como nós o amamos! Um muito obrigado à todos os envolvidos e aos nossos fãs ao redor do mundo por seu apoio e por nos dar este caloroso bem-vindo de volta!” – Mille Petrozza
“O videoclipe é o nosso terceiro com Tom Schlagkamp e seu time e foi um grande prazer trabalhar com eles. O clipe é baseado nas letras, as quais fecham o círculo quando olhamos para trás para os anos em que celebramos o início de nossa carreira até o lançamento de nosso último álbum Hate Über Alles”.
Algumas opiniões da mídia especializada para “Hate Über Alles”:
“Hate Uber Alles traz o título com ódio, influência direta do Dead Kennedys, mas também traz a “rifferama” que é a arma de confronto do Kreator“. – Rarozine (BR)
“E assim o Kreator entrega um álbum perfeito, que certamente vai estar na lista de seus melhores trabalhos”. – Revista Freak (BR)
“Podemos odiar tudo, mas é impossível odiar o Kreator”. – Dark Melody (AR)
“A banda continua pesada, rápida, brutal, mas agora ainda mais evoluída. E as letras são tão incríveis quanto o som”. – Headbangers News (BR)
“Uma introdução, dez genuinamente fantásticas músicas e sem enrolação. Eles não têm nada para provar após quase quatro décadas na ativa, mas Hate Über Alles prova mesmo assim. Quando o assunto é bater o martelo no prego com uma convicção máxima, o Kreator está firme no topo, como sempre”. – Metal Hammer (UK)
“Hate Über Alles é um álbum feito para deixar alguém puto. Talvez o faça se não fosse tão absurdamente incrível.” – Metal Injection (EUA)
“Uma produção ultra-poderosa enquanto ao mesmo tempo possui certo ar de estar ao vivo com eles” – Rock Hard (ALE) / Álbum do Mês
O lendário guitarrista Sami Yli-Sirniö e o baixista Frédéric Leclercq da banda Kreator concederam uma coletiva de imprensa á respeito de Hate Über Alles que foi um grande sucesso na mídia especializada.
Frédéric e Sami deram uma resposta interessante ao tema á jornalista Sabrina Romero do site Truenos Metálicos da Argentina: “Nós amamos os últimos dois álbuns Gods Of Violence e Phantom Antichrist eles são ótimos e muito bem produzidos, mas pra nós foi bem produzido demais e seria legal ter algo mais direto ao ponto, mas não como Pleasure To Kill e sim manter a evolução da banda e tudo que foi incluído nestes anos que no caso é melodia e agressividade. A gente trabalhou as músicas por muito tempo, fazendo inúmeros arranjos e todos nós íamos naturalmente para esta direção. Tivemos oportunidade de fazer os dois últimos álbuns com este maravilhoso produtor Jens Bogren, mas com um integrante novo decidimos tentar ser mais espontâneos e fugir um pouco do perfeccionismo e deixar o thrash metal assumir o comando das músicas. Escolher Arthur Rizk como novo produtor para o álbum “Hate Über Alles” foi o melhor risco que já tomamos”.
Frédéric acrescentou: “Não querer puxar o crédito para o meu lado, mas quando você tem um novo membro na banda, é natural que você também ouça o que o novo membro tem a dizer, pois trouxe uma energia nova, pensamentos novos e ideias que podem até tornar o álbum ainda mais agressivo. Então o álbum é uma evolução natural continuando onde paramos em “Gods Of Violence”, mas com elementos mais diretos e crus”.
Tracklist de Hate Über Alles:
01. Sergio Corbucci Is Dead
02. Hate Über Alles
03. Killer Of Jesus
04. Crush The Tyrants
05. Strongest Of The Strong
06. Become Immortal
07. Conquer And Destroy
08. Midnight Sun
09. Demonic Future
10. Pride Comes Before The Fall
11. Dying Planet
SOBRE KREATOR
Quando o guitarrista e vocalista Miland ‘Mille’ Petrozza fundou o KREATOR e em 1985 lançou o grandioso Endless Pain, o músico nunca imaginou que a excêntrica fusão de elementos do thash e do black metal trariam um som tão diferente. Ao lançar o sucesso Pleasure to Kill a banda se consagrou lançando um álbum que se tornaria referência para todos os álbuns que foram lançados em 1986, marcando seu ponto na história com lançamentos de bandas como Metallica, Slayer e Megadeth.
A banda lançou na última década álbuns que marcaram mudanças em seu estilo musical sem retirar a absurda agressividade como no álbum Phantom Antichrist (2012) em que provaram que poderiam abraçar a modernidade das técnicas de produção não deixando aquela vibe do underground de lado. O álbum Gods Of Violence (2017) mostrou a banda alcançar o topo das paradas alemãs pela primeira vez em suas carreiras – uma conquista incrível para uma banda extrema. Este ano a banda retorna com seu décimo quinto álbum Hate Über Alles que também marca o primeiro álbum de estúdio com o baixista Frédéric Leclerq (ex-Dragonforce, Sinsaenum),os guitarristas Mille Petrozza, Sami Yli-Sirniö e o baterista Jürgen ‘Ventor’ Reil.
Não temos dúvida de que “Hate Über Alles” será mais um grande lançamento deste ano.
O Adellaide foi formado em 2016, seguindo a tendência do AOR moderno com toques das bandas dos anos 80, preservando sua essência e sonoridade. Naquele mesmo ano, o grupo estreou com seu primeiro EP, Adellaide, fechando com o selo Lions Pride Music o lançamento de seu primeiro álbum completo. Flying High recebeu críticas positivas da imprensa especializada no estilo e da mídia em geral. O álbum chegou a esgotar em alguns países e foi citado na revista japonesa Burrn!.
Dois anos depois, a banda lançou seu segundo álbum, novamente pela Lions Pride Music. Intitulado New Horizons, o material contou com a participação do vocalista Robert La Blanc. Na ocasião, o grupo fez shows e entrevistas em rádios e se popularizou um pouco mais no Brasil, sua terra natal, e no mundo. Atualmente, o Adellaide se prepara para seu novo álbum, Deja Vu, que será lançado em julho de 2022. Trata-se de um álbum temático, que fala sobre viagem no tempo. Além disso, Deja Vu faz uma grande imersão aos anos 80.
Tracklist de Deja Vu
01. Transcendence
02. Superfanatic
03. Without You
04. Girl From Syria
05. Unia
06. It’s Not The End
07. Falling Petals
08. Fall From The Sky
09. Time Riders
10. To Live Forever
11. Without You (single edit – bonus track)
Ficha Técnica
Participações:
Deraldo Matos: Saxofone
Marina Ammouri – Backing Vocals (Faixa 2)
Gigolette Angeline – Backing Vocals (faixas 2, 3, 4, 9, 11)
Marcelo Naudi – Backing Vocals (Faixa 6)
Tito Falaschi – Backing Vocals (Faixa 8)
Juliana Rossi – Vocal Principal (Faixa 8)
Rod Marenna – Backing Vocals (Faixa 10)
Eddie Vantez – Backing Vocals (faixas 9 e 10)
Mixagem e Masterização por Ed Omar Carabantes / Adellaide
Produtor Executivo: Carsten Nielsen
Design de capa e layout por Joey Polycarpo
Todas as músicas escritas e arranjadas por Adellaide.
Adellaide:
Daniel Vargas – Vocais
Leandro Freitas – Chaves
Vitor Balconi – Guitarras
Marcelo Naudi – Baixo
Allan Juliano – bateria
Discografia:
O Lamb of God está lançando nesta sexta-feira (10) o seu novo single e videoclipe, para a música Nevermore. A faixa fará parte do novo álbum do grupo, Omens, que será lançado no dia 7 de Outubro pela Nuclear Blast Records. No Brasil e na América do Sul, Omens será lançado pela parceria Shinigami Records / Nuclear Blast Records.
Nevermore está disponível para download ou na sua plataforma digital favorita.
Voando alto numa onda criativa de pura renascença e saudada por mídias especializadas como Rolling Stone e NME, o gigante nominado ao GRAMMY retorna com um álbum absurdamente esperado pelos fãs. Omens foi produzido pelo colaborador de longa data Josh Wilbur (Korn, Megadeth).
Omens é um olhar pessimista sobre todas as lutas internas que estão acontecendo no mundo. “O mundo é louco e ele continua mudando. Omensé uma reação ao estado do mundo”, explica Randy Blythe. “É um álbum absurdamente puto”. Ele pausa para dar ênfase: “É um álbum extremamente puto”.
Omens é também o álbum mais diversificado da banda. Os integrantes gravaram Omens juntos, ao vivo no Henson Recording Studios (antigo A&M Studio), em Los Angeles, na Califórnia. Um estúdio que deu a luz para clássicos do The Doors, Pink Floyd, The Ramones, Soundgarden e muitos outros. “O trabalho entre nós nunca foi tão bom”, explica o guitarrista Mark Morton. “Você pode ouvir isto em Omens. Você pode ver em nossas performances ao vivo e se estiver junto com a gente por cinco minutos, você poderá sentir isto”.
A pré-venda do álbum Omens está agora disponível pelo link https://lamb-of-god.lnk.to/Omens, recheado de itens exclusivos, incluindo uma variante de vinil colorido autografado, camisetas, agasalhos e muitos CDs autografados com uma capa colorida alternativa. Todos os CD físicos e LPs terão códigos de acesso exclusivos para assistir a transmissão ao vivo para o documentário The Making Of Omens, que irá ser lançado na semana do lançamento do álbum.
SOBRE O LAMB OF GOD:
“Para milhões de headbangers, o Lamb Of God é simplesmente a maior banda contemporânea de heavy metal do mundo”, observou a revista Guitar World. O Lamb Of God surgiu dos shows de porões e festivais no estilo “do it yourself” para serem a banda que encerra grandes festivais. Durante o curso de carreira, a banda baseada em Richmond, Virgínia, conquistou a reverência de bandas que foram influência para eles como também parceiros de estrada, como Metallica, Slayer e Megadeth. Músicas atemporais como Laid to Rest, Redneck, Walk with Me in Hell e Now You’ve Got Something to Die For tornaram-se hinos dentro do livro do heavy metal. Eles empurraram o gênero para o novo milênio com o álbum New American Gospel (2000). Com o álbum As The Palaces Burn (2003), a banda apareceu entre os 100 Melhores Álbuns de Metal de Todos os Tempos, na Rolling Stone. Ashes Of The Wake (2004) foi o primeiro álbum do Lamb Of God certificado com ouro pela RIAA – conquista que era classificada como quase impossível para o metal extremo contemporâneo. Sacrament (2006), o álbum do ano para a revista Revolver, tornou-se ouro também. O bastante orgânico e cru Malice of Wrath (2009) começou uma relação forte com Wilbur. O diversificado Resolution (2012) e o explosivo VII: Sturm und Drang (2015) estrearam no top 5 da Billboard 200. O autointitulado álbum de 2020, que trouxe material novo após cinco anos, acrescentou clássicos instantâneos ao repertório como Memento Mori e Resurrection Man e mais oito grandes músicas. Revolver, Metal Hammer e Loudwire colocam os álbuns do Lamb Of God em suas listas de melhores do ano. A história continua com Omens– o álbum mais agressivo e ambicioso até agora.
LAMB OF GOD é:
D.Randall Blythe – vocais
Mark Morton – guitarra
Willie Adler – guitarra
John Campbell – baixo
Art Cruz – bateria
Uma das três únicas canções com letras em alemão na discografia do Powerwolf é Glaubenskraft. Celebrando sua estreia “ao vivo” através do evento cinematográfico de streaming The Monumental Mass – A Cinematic Metal Event, a canção se mostra um verdadeiro destaque no set ao vivo da banda, pronta para ser liberada para as massas em uma das grandes turnês do Powerwolf ou show de destaque do festival este ano. A incrível produção sonora destaca estava versão ao vivo e a transforma em um hino de destaque para cada fã do gênero.
A música, bem encaixada no final do segundo capítulo do evento cinematográfico de streaming, chamado Sin, enfia o dedo na ferida sobre o que a Igreja criou para si mesma nos últimos anos. A imagem das freiras no vídeo pairando em uma cruz de enorme queima enquanto a banda se apresenta fala mais alto do que qualquer palavra.
Assista o vídeo oficial ao vivo de Glaubenskraft:
Um evento ao vivo cinematográfico de dimensões blockbuster!
No final de 2021, o Powerwolf, fascinou com um evento de streaming de dimensões inéditas. Aqueles que achavam ter visto tudo no setor ao vivo foram instantaneamente provados errados com produção de áudio e visuais incomparáveis que só podem ser descritos como simplesmente de tirar o fôlego. Neste verão (europeu), em 8 de julho de 2022, este novo benchmark para eventos de streaming de música estará finalmente disponível para visualizar sempre que desejar. The Monumental Mass – A Cinematic Metal Event será lançado em DVD, BluRay e muitos outros formatos físicos!
O Powerwolf tem estado no auge no metal épico por anos, mas o que eles apresentam com este evento de streaming supera qualquer coisa vista antes. Após meses de trabalho detalhado, uma história foi trabalhada e apresentada em vários capítulos com base na música deslumbrante e elaboradamente performada com cenas cinematográficas. Todos os efeitos do show, atores e cenários de palco trabalham lado a lado uns com os outros e levam o setor da música ao vivo a um nível superior. Desde batalhas com o clero até histórias de freiras, monges e anjos em chamas, imagens cinematográficas imediatamente capturam o espectador.
Pré-encomende sua versão de The Monumental Mass – A Cinematic Metal Eventaqui.
THE MONUMENTAL MASS – A CINEMATIC METAL EVENT tracklist:
Chapter I – Temptation
1 Prologue / Monumental Mass Theme
2 Faster Than the Flame
3 Venom Of Venus
4 Stossgebet
5 Demons Are A Girl’s Best Friend
Chapter II – Sin
6 Dancing with the Dead
7 Cardinal Sin
8 Resurrection By Erection
9 We Drink Your Blood
10 Glaubenskraft
Chapter III – Confession
11 Fire & Forgive
12 Beast of Gévaudan
13 Incense & Iron
14 Where The Wild Wolves Have Gone
Chapter IV – Forgiveness
15 Amen & Attack
16 Army of the Night
17 Blood for Blood (Faoladh)
18 Armata Strigoi
19 Epilogue / Monumental Mass Theme
POWERWOLF ao vivo:
09.-11.06.22 CH – Interlaken / Greenfield Festival
12.06.22 UK – Donington Park / Download
15.06.22 CH – Crans-Près-Céligny / Caribana Festival
16.06.22 BE – Dessel / Graspop Metal Meeting
07.07.22 DE – Ballenstedt / Rockharz
16.07.22 RO – Bucharest / Romexpo (KISS Support)
20.07.22 DE – Bremen / Bürgerweide (IRON MAIDEN Support)
22.07.22 FI – Laukka / John Smith Festival
24.07.22 FE – Selestat / Rock Your Brain Festival
26.07.22 DE – Frankfurt / Deutsche Bank Park (IRON MAIDEN Support)
05.08.22 ES – Villena / Leyendas Del Rock
19.08.22 FR – Saint Nolff / Motocultor Festival
Wolfsnächte Tour 2022com Dragonforce, Warkings
11.11.22 DE – Berlin / Velodrom
12.11.22 DE – Munich / Zenith
13.11.22 CZ – Prague / Tipsport Arena
14.11.22 PL – Katowice / MCK
16.11.22 HU – Budapest / Barba Negra
17.11.22 AT – Vienna / Gasometer
18.11.22 DE – Stuttgart / Schleyerhalle
19.11.22 CH – Zurich / Samsung Hall
21.11.22 ES – Barcelona / Razzmatazz
22.11.22 ES – Madrid / Riviera
24.11.22 IT – Milan / Alcatraz
25.11.22 DE – Frankfurt / Jahrhunderthalle
26.11.22 DE – Oberhausen / Rudolf-Weber-Arena
27.11.22 FR – Paris / Zenith
29.11.22 UK – London / Roundhouse*
01.12.22 NL – Amsterdam / Afas Live
02.12.22 DE – Hamburg / Sporthalle
03.12.22 DE – Saarbrücken / Saarlandhalle
04.12.22 BE – Antwerpen / Lotto Arena
*sem o Dragonforce
POWERWOLF:
Attila Dorn – vocals
Falk Maria Schlegel – organ
Charles Greywolf – guitar
Matthew Greywolf – guitar
Roel van Helden – drums
No próximo dia 5 de agosto, a banda sueca de hard rock H.E.A.T. lançará o seu novo álbum de estúdio, Force Majeure. Antecipando ao lançamento, o grupo acaba de disponibilizar o videoclipe do single Hollywood.
Sobre Hollywood. Um mundo de maravilhas, glamour e fantasias se torna real. Será? Com seu novo single acompanhado de videoclipe, o H.E.A.T. lida com a questão da aparência e da realidade, os padrões estabelecidos pela mídia e a pressão que pesa, especialmente sobre as gerações mais jovens. Com o clipe, a banda torna este assunto bastante sério acessível com uma pequena e engraçada reviravolta – eles tocam no primeiro talk show da H.E.A.T. City (mantenha os olhos abertos para os Easter Eggs!).
Após o rolê eletrizante pela H.E.A.T. City com o videoclipe anterior de Back to the Rhythm, a banda agora abre as portas para lugares e cantos ainda mais invisíveis do mundo virtual criado exclusivamente.
Para a maioria das pessoas, os últimos dois anos provavelmente foram marcados pelo que deu nome ao álbum do H.E.A.T. – uma “força maior”. Mas o H.E.A.T. definitivamente não deixa tal força pará-los, muito pelo contrário. A banda está de volta com o vocalista original, Kenny Leckremo, que leva a todos para um passeio rápido e energético pela H.E.A.T. City!
Desde os primeiros dias da banda, a partir de sua música 1000 Miles – um grande sucesso em sua escandinava terra natal em 2009 -, a mídia mundial vem elogiando cada um dos álbuns da banda como um dos melhores álbuns de rock em seus respectivos anos de lançamento.
Force Majeure será lançado nos seguintes formatos: CD Digipak, LP duplo formato Gatefold e LP Duplo edição limitada colorida (amarelo).
Tracklist:
1 Back to the Rhythm
2 Nationwide
3 Tainted Blood
4 Hollywood
5 Harder to Breathe
6 Not For Sale
7 One of Us
8 Hold Your Fire
9 Paramount
10 Demon Eyes
11 Wings of an Aeroplane
H.E.A.T.:
Kenny Leckremo – vocal
Dave Dalone – guitarra
Jona Tee – teclado, órgão
Jimmy Jay – baixo
Don Crash – bateria
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A gravadora italiana Wormholedeath, que tinha disponibilizado a versão física do álbum de estreia do Alchemia, “Inception”, na Europa, agora a lançou no mercado japonês através de sua subsidiária, Wormholedeath Records Japan. “O álbum ‘Inception‘ está com excelente repercussão no Brasil e mundo afora! Recebemos reviews positivos em muitos veículos e é curioso que a abrangência do nosso som, que classificamos como horror metal, está diversificada, pois temos recebido elogios de fãs de black metal, gothic, heavy tradicional, power metal… Inclusive, nosso som já tinha chegado ao Japão, mas agora, com o lançamento da versão física pela Wormholedeath Records Japan, teremos mais visibilidade e alcance no mercado asiático”, comentou o vocalista Victor Hugo Piiroja.
Além disso, o Alchemia iniciará a “Inception Tour 2022/2023” no próximo dia 22 de julho no Bar Opinião, em Porto Alegre (RS), tocando ao lado do HIBRIA. “Estamos animados pela volta dos eventos e preparamos um show especial para o início da tour, junto com nossos irmãos do HIBRIA! A turnê, que começará em Porto Alegre e passará por várias cidades no Brasil, seguirá para Europa em dezembro, quando tocaremos na Alemanha, França, Bélgica, Holanda, Polônia e República Tcheca”, revelou o vocalista. “Queremos tocar e estar em contato direto com o público, levando a música do Alchemia para todos os cantos possíveis”, acrescentou.
O Alchemia também programou para o mês de julho o lançamento de um novo videoclipe, “Ashes”, segundo single do repertório de “Inception”. “Nós estamos ensaiando muito, trabalhando todas as questões da banda para divulgação. Além disso, os músicos da banda estão fazendo trabalhos paralelos que levam o nome Alchemia a outros públicos. Recentemente, nosso baterista, Alex Cristopher, participou na live do canal do documentário sobre Andre Matos e tocou com o pessoal do Angra e do Viper”, contou Piiroja.
O álbum “Inception” foi gravado nos estúdios Fusão e Carbonos, com produção de Piiroja, em colaboração com Ricardo Campos (Sunseth Midnight), que produziu os vocais. Já a mixagem e a masterização ficaram a cargo do renomado produtor e engenheiro de áudio dinamarquês Tue Madsen. O repertório apresenta elementos sinfônicos dramáticos e sintetizadores góticos assombrosos, arranjados e expandidos pelo compositor britânico Jon Phipps, que criou orquestrações virtuais para Moonspell, Amorphis, Angra e Dragonforce. “Temos muitas influências em ‘Inception’, desde heavy metal, black metal, death metal, trilhas de filmes e orquestração clássica. Ao mesmo tempo, ele apresenta identidade própria”, concluiu Piiroja.
Confira o vídeo de “Grind”, produzido pela Caxao Produtora, o artista performático brasileiro Coveiro Maldito e Jota Rugal, e editado por Xtudo Obze:
Ingressos para o show no Opinião, em Porto Alegre (RS), ao lado do HIBRIA e It’s All Red podem ser adquiridos AQUI.