POR ASSESSORIA
Os hard rockers curitibanos do Wicked Razor, que estão em processo de final de gravação do seu álbum de estreia já intitulado “The Bad Boys Guide”, lançaram recentemente em todas plataformas de streaming a faixa “Sinner” como segundo single e videoclipe extraídos desse vindouro trabalho.
Confira “Sinner” no Spotify:
Produzido por Jean Pietro e Róbson Marques (Estúdio Mystic Horizon, em Curitiba/PR) e com ambientação oitentista, mixagem e masterização a cargo de Jonas Godoy (Estúdio Linha Sonora, em Caxias do Sul/RS), “Sinner” é o sexto single lançado pelo quinteto e estará presente no vindouro álbum de estreia intitulado “The Bad Boys Guide”, com previsão de lançamento para o primeiro semestre desse ano.
Da mesma forma que o primeiro single “Back 2 The 80s”, lançado ano passado, “Sinner” também segue uma linha nostálgica, só que dessa vez vem acompanhado por um grandioso videoclipe, transbordando enormes referências e ‘deliciosos’ clichês de filmes ‘slasher’ (terror/suspense) dos anos 80 e 90, como, por exemplo, os grandes clássicos “O Massacre da Serra Elétrica” (1974), “Sexta-Feira 13” (1980), “Psicose” (1960, o mais antigo, com a sensacional e famosa cena do banheiro) e “Pânico” (1996).
Assista “Sinner” e inscreva-se no canal da banda:
Videoclipe foi dirigido em conjunto pela banda e por Daniel Mazza (@DanielMazza), conhecido diretor que trabalhou com a banda mineira de Hard Rock Electric Gypsy no videoclipe da música “Wild Kiss”, e, também, baterista da banda do famoso Youtuber Lucas ‘Inutilismo’.
“Participamos com Daniel desde a fase embrionária dos ‘storyboards’, até ideias para o roteiro, direção de cenas e cortes na edição final”, comentou Jean Pietro (vocal), responsável pela criação do vilão e serial killer do videoclipe, interpretado pelo ator André Niemczyk, numa espécie de vilão híbrido entre o Espantalho, do filme “Batman Begins” (2005), Leatherface, de “O Massacre da Serra Elétrica”, com Jason Voorhees, de “Sexta-Feira 13”. Nessa grande produção, também faz parte do elecon o ator Matheus Moura, conhecido por participar do filme “Alice Junior”, do catálogo da Netflix.
“Foi cansativo, mas muito prazeroso! Com certeza foi uma das experiências mais incríveis para gente! Todos ali presentes nos três dias de gravação comentavam que tudo estava dando certo, todos estavam se divertindo e a vibe era a melhor possível. Desde o debate de ideias, roteiro, gravações e até a parte da introdução que fizemos no bar Old Jack Garage, em Curitiba. O próprio Daniel (diretor), que está acostumado a trabalhar com bandas, tendo ótimo histórico de trabalhos no currículo, comentou que até então não tinha feito algo tão legal, mostrando-nos muita resiliência ao trabalhar conosco, pois além de dar ideias, também deu muito espaço para todos na banda se expressarem na criação do vídeo”, comenta Jean Pietro.
Não basta uma banda fazer um videoclipe desse porte se a temática não é compatível com o trabalho, passando bem longe de “Sinner”, já que sua letra aborda, pelo ponto de vista do serial killer, o ‘certo e o errado’, de fazer justiça com as próprias mãos e de uma maneira deturpada de se punir alguém que estava na hora e lugar errados, ou seja, os que ele acha que são maus, mas, conforme as letras de Jean, há várias interpretações mesmo tudo estando bem sincronizado com o roteiro desenvolvido para o vídeo.
Jean Pietro também comenta que no refrão de “Sinner”, e principalmente na parte dos backing vocals feitas por Rogério Vikz, se influenciaram diretamente e propositalmente pela banda de Horror Punk americana The Misfits, criando um charme ainda maior.
“Apesar de nos inspirarmos em algo que já existe, no caso os filmes clássicos, acredito que fizemos algo novo no conceito música, com uma pegada diferente, principalmente para bandas nacionais”, finalizou.
Mais informações:
Influenciados por bandas oitentistas consagradas do estilo, o Wicked Razor traz com intensidade e vigor a união primorosa entre o Hard Rock e o Glam Rock, com o peso do Heavy Metal, tudo munido de uma pegada mais sombria e agressiva, além de um visual e presença de palco diferenciados que cativam em cheio os fãs de Metal desprovidos de preconceitos.
Com a promessa não só de resgatar a essência dos anos 80 para os dias atuais, já que seus músicos não nasceram naquela época – mas se sentem parte dela -, trazem em suas letras muita inspiração em filmes e histórias em quadrinhos, energia e. em breve, muita diversão em doze faixas do mais puro Hard N’ Heavy feito para celebração de um estilo! Fiquem ligados!
Para fãs de: Guns N’ Roses, Steel Panther, W.A.S.P, Pretty Boy Floyd, Whitesnake, Mötley Crüe, Dokken e WingerDiscografia:“Drives Me Up The Wall” (Single/2021)
“Light N’ Shadow” (Single/2021)
“Taxi Driver” (Single/2021)
“Leather Wings” (Single/2021)
“Back 2 The 80’s” (Single/2022)
“Sinner” (Single/2023)
Formação:Jean Pietro – Vocal
Rogério Vikz – Guitarra Solo/Backing Vocals
Artur Rocket Kenji – Guitarra Base
Ricke Tailz – Baixo
Cj Dubiella – Bateria
Ouça WICKED RAZOR em:Spotify:https://spoti.fi/3536NUYShazam:https://bit.ly/3sJwXEqDeezer:https://bit.ly/3BnkABTAmazon:https://amzn.to/3JnVju2YouTube:https://bit.ly/3HTfz6pMídias Sociais:Facebook:www.facebook.com/WickedRazorInstagram:www.instagram.com/_wickedrazorJZ Press“Sua arte em evidência!”E-mail:[email protected]Facebook:www.facebook.com/jzpressassessoriaInstagram:www.instagram.com/jzpressassessoriaFoto: Gabriel LunardiA ROADIE CREW agora tem um canal no Telegram!
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Recentemente o Khorium lançou seu disco “A Plenos Pulmões”, já recebendo críticas construtivas da mídia especializada. Sua postura politicamente crítica e ácida, combinam com sua sonoridade enraizada desde os primórdios do projeto.
Com doze faixas corrosivas, o “A Plenos Pulmões” traz algumas músicas mais emblemáticas e como um dos pontos buscados é transmitir as mensagens com clareza, o grupo traz o videoclipe de “Monopólio da Violência” com acessibilidade em libras, o que de certa forma é raro vermos nos dias atuais.
“A ideia é alcançar quanto mais público conseguirmos e em comum acordo entre os membros do Khorium achamos uma excelente ideia expandir à uma inclusão em libras, o que de certa forma seria o correto ter sempre.” disse Glaydson Moreira.
Os videoclipes estão presentes na carreira do Khorium, sendo que todos os trabalhos tem no mínimo um videoclipe de alguma faixa e dessa vez impressionam pela inclusão. Uma das curiosidades do videoclipe, é que foi gravado apenas por câmeras de celulares e editados pela própria banda, levando ao pé da letra a expressão de arregaçar as mangas e fazer acontecer.
Assista ao videoclipe de “Monopólio da Violência”:
E não perca as novidades de “A Plenos Pulmões” nas redes sociais da banda, visto que a divulgação apenas começou e algumas resenhas já foram deferidas por veículos importantes da imprensa, acompanhe pelo link: https://linktr.ee/Khoriumband
Fonte: O SubSolo Assessoria
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Consciente de sua responsabilidade de incentivar e promover a cena local de rock e heavy metal, o Summer Breeze Brasil em parceria com ONErpm anuncia o Summer Breeze New Blood, a oportunidade para que bandas brasileiras de rock e heavy metal, de todo o país, se apresentem no festival.
Para participar, escolha o melhor vídeo ao vivo de sua banda (em estúdio, show, lyric vídeo com a banda tocando), de sua melhor música e submeta para a curadoria do evento, que será formada por personalidades experientes do cenário. Dez (10) bandas/artistas serão pré-selecionados.
Serão aceitos materiais enviados até o dia 17/03.Envie um e-mail para: [email protected]
colocando o nome da banda no campo assunto.
No corpo do e-mail, informar:
1. o nome da banda
2. cidade/estado
3. estilo musical que se enquadra
4. breve resumo com apenas três linhas
5. Link do vídeo da banda disponível no YouTube
6. Uma foto que não ultrapasse 1MB �
O evento não aceitará material de bandas de outros países e nem versões cover. Lembre-se! Você só tem uma chance, escolha seu melhor vídeo e música. TEM QUE SER AO VIVO! Pode ser em estúdio, show, lyric vídeo, mas com a banda tocando ao vivo. Se você ainda não tem um vídeo profissional da sua banda tocando ao vivo, eis o momento de preparar.
Após a escolha e o anúncio das 10 bandas finalistas pelos jurados no dia 20/03, o período de votação do público no site do Summer Breeze será de 21/03 a 11/04. �
BANDA VENCEDORA
A banda vencedora terá direito a um show especial de 40 minutos no Festival Summer Breeze
– Backline completo
– Camarim/ Catering para banda e equipe
– Credenciamento para até 7 pessoas (banda e equipe).
– 1 par de ingressos – Summer Card válido para o dia 30/04/23
– Gravação de um EP com 4 faixas no estúdio da ONErpm Brasil
– Plano de lançamento do EP e assessoria de imprensa via ONErpm Brasil
– Outros investimentos com logística (transporte, estadia, etc.) e produção são de responsabilidade da banda.O anúncio do vencedor será no dia 14/04 na página oficial do festival no instagram @summerbreeze.brasil
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Summer Breeze, Hellfest, Warped Tour, Rock in Rio, Otacílio Rock Festival… Todos esses festivais, e muitos outros, partiram de um ponto em comum: a visualização de uma oportunidade, seguida da união de forças para a realização do plano. Alguns começaram grandes, outros pequenos – mas começaram, perseveraram e venceram.
Recentemente, a banda As the Palaces Burn enxergou uma oportunidade e tratou de se movimentar para criar o Palaces Fest, que acontece dia 25 de fevereiro em Içara/SC. “Na região, passamos muitos anos sem um evento de metal relevante e isso nos impulsionou a tomar essa frente” declarou Alyson Garcia (vocal, ATPB).
As The Palaces Burn | Foto: Eduardo Köenig (@eduardomendesk)
Quando se trata de um festival, a escolha das bandas é um ponto crucial. Apesar de parecer uma coisa simples, ela envolve equilibrar gostos, agendas, popularidades e outras variáveis. Além de trazer nomes de projeção internacional, a organização do Palaces Fest abriu espaço e trouxe uma seleção variada. Dentro dessa perspectiva, Diego Bittencourt (guitarra, ATPB) adianta: “A escolha para essa primeira edição foi bem simples, optamos tanto por bandas mais antigas que voltaram ao cenário quanto por outras mais novas que estão ganhando destaque. A mesma fórmula irá se manter pra próxima edição […]”.
Krisiun | Foto: Maya Melchers (@baionetaderosca)
Krisiun e Hibria, que respectivamente promovem Mortem Solis (2022) e Metamorphosis (2022), terão a missão de fechar o evento em grande estilo. Trata-se de uma oportunidade única de conferir dois dos maiores representantes do metal brasileiro no exterior numa única noite. A ocasião marcará a estreia ao vivo do recém integrado guitarrista Vicente Telles ao Hibria para ao público, além de trazer os seus clássicos e músicas do seu último lançamento. “A gente não vê a hora de chegar e mandar esse som para vocês”, disse o empolgado vocalista Victor Emeka.
Hibria | Foto: divulgação
Estabelecidos no cenário metal mundial, esses veteranos pavimentaram o seu caminho tocando muito e sabem que a participação em festivais é importante para a criação de uma base de fãs. Palcos como o do Palaces Fest são uma oportunidade para os grupos que estão construindo a sua carreira. “Acredito que para algumas bandas do underground participar de um festival como o Palaces Fest, e tocar ao lado de grandes bandas cenário nacional, é uma oportunidade de estar mostrando o nosso som autoral não só para o público, mas também para os artistas que ali estarão”, enxerga o Guilherme Sezoski (vocal e guitarra, Murdok).
A dimensão continental do Brasil e a concentração econômica em algumas capitais, principalmente do sul e sudeste, faz com que bandas distantes desses centros acabem tendo que enfrentar ainda mais desafios para construir o seu nome. “[…] os grandes festivais estão nas grandes capitais, a distância atrapalha e o fato de estar longe dos grandes centros torna tudo mais caro”, reconhece Orland Júnior (vocal, Malice Garden).
A observação de Júnior é pertinente e retoma a questão de enxergar uma oportunidade discutida no início. Um festival como o Palaces Fest, realizado no sul de Santa Catarina, atende a uma demanda que de forma geral é desassistida. Afinal, turnês de metal raramente passam pelo sul do estado. “São poucos os festivais com essa estrutura no sul do Brasil […]. Para a banda e para cada integrante é uma vitória ter a oportunidade de mostrar a nossa música […], um festival com bandas de vertentes diferentes dentro do heavy metal sempre agrega e nos ajuda a alcançar pessoas que talvez não buscassem a nossa música por outros meios” confessa Davi Martins (vocal, Norium).
Norium | Foto: divulgação
Percebe-se que a realização de um festival atinge várias camadas que acabam passando despercebidas do público geral, mas que têm efeitos muito positivos para as bandas que estarão no evento. Um deles é a oportunidade de grupos locais se apresentarem. “É sempre legal tocar em casa. Muitos dos quem vêm nos shows são conhecidos e amigos isso traz uma puta energia para gente. Saber que quem está nos vendo sabe da nossa história e vem para apoiar a cena local”, diz Eduardo Goulart (vocal, Milagro). Outro é manter acesa a chama de veteranos da cena metal, afinal, sabemos o quão difícil é fazer metal no Brasil. “Formei a Alkila em 2001 […]. Em 2014 resolvemos dar uma pausa […]. Por fim, em meados de 2022 a chama reacendeu e encontrei a vontade de seguir adiante com toda aquela devoção pelo underground. Era a hora de reviver esse filho adormecido”, conta Renato Lopes (guitarra e voz).
Diante de tanta coisa em jogo, é justo reconhecer que a música também é um negócio. “Desde o princípio, como responsável comercial, busquei apoio para os investimentos do grupo, e sempre tivemos um bom retorno. O que é uma coisa bem difícil de manter, mas estamos obtendo sucesso. A palavra de ordem dentro da banda é se superar a cada trabalho”, declarou Garcia.
Tendo a superação como palavra de ordem na ATPB, o evento que leva o seu nome promete surpreender. Quando questionados sobre a razão de assumir o risco de realizar o seu próprio festival, Bittencourt com muita segurança afirmou: “Não encaramos como um risco, mas sim em trazer uma nova oportunidade ao público do metal que temos em nossa região. A nossa ideia foi trazer isso de volta, na medida do possível e dentro da nossa realidade”.
Enxergada a oportunidade, a união de forças para o Palaces Fest tem gerado grandes expectativas e demonstra potencial para se perpetuar no tempo. “O princípio de tudo é oferecer ao espectador boas bandas, qualidade de som, organização e boa gastronomia. Conseguimos reunir tudo isso no Palaces Festival. Agora cabe ao público da música pesada apoiar a iniciativa para sustentar as próximas edições”, concluiu Garcia.
PALACES FEST
Içara – 25/02/2023 (sábado)
Abertura da casa:14h
Atrações: Krisiun, Hibria, As the Palaces Burn, Malice Garden, Norium, Milagro, Alkila, Murdock e Losna
Adrian Vandenberg está de volta na pista para anunciar o novo álbum de sua banda, Vandenberg. Intitulado Sin, o disco gravado em Los Angeles (EUA) e na Holanda, foi produzido por Bob Marlette (Alice Cooper, Ozzy Osbourne, Rob Zombie) e sairá pela Mascot Records/Mascot Label Group. Embora o álbum ainda não tenha data de lançamento divulgada, Vandenberg e sua trupe – Mats Levén (vocal), Randy Van Der Elsen (baixo) e Koen Herfst (bateria) – lançaram um lyric video para a música House on Fire.
Vandenberg comentou: “Como qualquer outra banda ou artista, fomos forçados a ‘segurar nossos cavalos’ quando nos encontramos fazendo nosso papel em um daqueles filmes no estilo ‘Outbreak’ de Hollywood nos últimos anos de COVID, sem termos feito teste para um papel. Você vai entender que estávamos extremamente ansiosos para “sair dos estábulos” com um estrondo alto, então pensamos que seria mais do que apropriado ‘incendiar o mundo’ com esta nova faixa. House on Fire!”. Confira:
Adrian Vandenberg comentou também sobre o vocalista estreante Mats Levén (Yngwie Malmsteen, Trans-Siberian Orchestra, Candlemass): “Ele é um vocalista incrível”, ressaltou. “Eu o ouvi na Internet e entramos em contato. É engraçado porque sua mãe trouxe os dois primeiros discos do Vandenberg de volta da Inglaterra para a Escandinávia quando ele tinha vinte e poucos anos – e ele era um fã. Ele é um workaholic como eu. Pegamos depois da COVID e criamos o novo álbum. A faísca está definitivamente lá. Além disso, Koen e Randy estabeleceram a base de contreto mais sólida que eu poderia desejar. Eu diria que (o álbum) é um pouco mais pesado do que (o antecessor) 2020“.
Para finalizar, Vandenberg comentou o single House on Fire: “De certa forma, é uma música de festa, porque mantém você batendo o pé. Mats adicionou um toque mais sombrio diferente com suas letras. Ele também prevê uma pessoa que está frustrada com as coisas que outras pessoas têm. Essa pessoa não consegue controlar sua raiva e incendeia o lugar”, explicou.
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Para celebrar o aniversário de 50 anos do álbum The Dark Side of the Moon, a editora Belas Letras traz de volta ao Brasil nesta terça-feira, dia 28 de fevereiro, o livro Inside Out – Minha História com o Pink Floyd. O livro estava fora de catálogo há 10 anos e agora estará disponível em uma versão atualizada por Nick Mason – autor do título e único membro presente em todas as formações da banda.
Nick Mason, o baterista que integrou o Pink Floyd desde o início modesto na cena underground até os mais estrondosos shows em estádios, conta com bom-humor e muita ironia o que levou a banda a se tornar o ícone que é hoje – incluindo suas memórias, mas também diversas entrevistas, uma linha do tempo meticulosa e fotos de seu arquivo pessoal.
O baterista relembra histórias e curiosidades das gravações de álbuns emblemáticos na carreira do Pink Floyd, como na gravação de The Dark Side of the Moon – álbum que completa 50 anos no dia 01 de março, em que a banda gravou fragmentos de fala de Linda e Paul McCartney, mas que acabaram não sendo usados na gravação do disco.
“Mason poderia muito bem ter trilhado uma carreira como escritor. Tem um estilo comedido e organizado que leva com objetividade e sagacidade… Ele escreve com a calma autoridade de alguém que esteve de fato presente à época… Uma das melhores histórias do panteão do rock.” – David Sinclair, The Guardian
O Pink Floyd foi um dos grandes representantes do rock britânico. Formada em Londres, em 1965, a banda se aventurou pelo rock psicodélico em seu álbum de estreia, The Piper at the Gates of Down, ainda com Syd Barrett nos vocais. Com a saída de Barrett, a banda começa a explorar uma sonoridade mais progressiva, lançando discos que se tornariam grandes sucessos, como The Dark Side of the Moon, que vendeu mais de 15 milhões de cópias nos EUA e permaneceu no topo da Billboard 200 de 1973 a 1988 – recorde ainda não superado. A banda encerrou sua última turnê em outubro de 1994.
“Não restam muitas histórias no rock tão importantes quanto a do Pink Floyd. E duvido que alguém possa contar essa história tão bem quanto o homem paciente e sagaz que viu tudo acontecer detrás da bateria.” – Paul du Noyer, fundador da revista Mojo
O livro Inside Out – Minha História com o Pink Floyd já está disponível nas principais livrarias do Brasil e no e-commerce da editora.
Sobre o autor:
Nick Mason nasceu em Birmingham, na Inglaterra, em 1944. É baterista e compositor inglês, mais conhecido por ter sido baterista do Pink Floyd. Foi o único membro presente em todas as formações da banda e gravou todos os discos, além de ter contribuído com músicas como Echoes e A Saucerful of Secrets.
Inside Out – Minha História com o Pink Floyd
Autor: Nick Mason
Tradução: Flávia Souto Maior
Editora Belas Letras
ISBN LIVRO: 978-65-5537-142-0
528 páginas
Formato: 16x 23cm
Peso: 900 g
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A banda sueca Enforcer, nome do alto escalão da chamada nova onda do heavy metal tradicional, desembarca mais uma vez em São Paulo no dia 25 de fevereiro, um sábado, no Hangar 110, como parte da extensa turnê do quarteto pela América Latina. A realização é da Gig Music.
A Thunderor, banda canadense de heavy metal old school, formada por dois ex-integrantes do Skull Fist, fará o show de abertura.
O Enforcer foi formado em 2005 pelo vocalista e guitarrista Olof Wikstrand. Os dois primeiros álbuns Into The Night (2008) e Diamonds (2010) construíram uma base de fãs leais da banda e deixaram uma marca duradoura no mundo do heavy metal.
Com sucesso crescente na cena underground, o Enforcer liderou e criou um movimento mundial mais tarde conhecido como “a nova onda do heavy metal tradicional” (NWOTHM).
Em 2012, os suecos foram reconhecidos por seu repertório musical impressionante e assinaram um contrato mundial com a maior gravadora de metal do mundo, a Nuclear Blast Records.
Desde então, a banda lançou mais três álbuns de estúdio com Death by Fire (2013), From Beyond (2015) e Zenith (2019).
Até o momento, o Enforcer já percorreu o mundo, tocando nos maiores festivais e conquistando uma base de fãs a nível global. O ponto culminante de sua ética de trabalho incansável resultou no lançamento de dois álbuns ao vivo, Live By Fire (2015) e Live By Fire II (2021).
Para comemorar mais uma turnê pelas Américas, o Enforcer lançou o single ‘Coming Alive’, que também ganhou um intenso videoclipe.
Thunderor, banda de abertura
O Thunderor é um nome em ascensão no heavy metal que resgata e faz tributo à sonoridade oitentista. O trio atualmente desembarca pela primeira vez no Brasil para tocar músicas do debut “Fire It Up”, de 2022, repleto de músicas cativantes e divertidas. O punch das composições impressiona!
O fundador é o baterista/vocalista do Skull Fist, JJ Tartaglia, que começou o Thunderor junto a Jonny Nesta (ex-Skull Fist) e Oscar Rangel (ex- Annihilator).
Outra novidade é sobre o novo disco, que vai se chamar Nostalgia, o sexta da carreira. O lançamento está previsto para 5 de maio e, como de praxe, será mais uma homenagem às raízes do heavy metal.
Olof Wikstrand, guitarrista e vocalista do Enforcer, comenta sobre o atual momento da banda
“O heavy metal está vivo com ‘Coming Alive’. Depois do experimental ‘Zenith’, nos sentimos seguros retornando às nossas raízes com outro álbum de heavy metal indispensável para as massas. ‘Nostalgia’ é uma viagem de heavy metal com 13 hinos agressivos de heavy metal”.
*mediante à apresentação da carteira de estudante OU a doação de 1kg de alimento não perecível (MENOS SAL E AÇÚCAR) OU um pacote de absorvente feminino, a ser entregue no dia do show.
São quase 15 anos de atividades dedicados ao Gothic/Symphonic Metal. Desde então, a banda do interior paulista, Living Shields, tem se entregado ao trabalho audiovisual, sempre produzindo vídeos muito acima da média, com um profissionalismo que se reflete em suas composições. “Nós apostamos nos clipes por acreditarmos que é uma excelente maneira de transmitir o que a música está dizendo para o público. É uma forma de materializar à música”, salienta Daniel Constuchenko, guitarrista e fundador da Living Shields.
Agora, eles divulgam seu sexto vídeo oficial para a música “Better Times”, faixa título de seu álbum de estreia, que tem previsão de lançamento para o final de 2023. O clipe foi produzido pela empresa Santa Mídia, da cidade natal da banda, Araçatuba/SP.
Mantendo as características sonoras que moldaram com o tempo, que consiste na mescla equilibrada entre Gothic e Symphonic Metal, guitarras pesadas e cozinha consistente, além de vocais femininos com leves toques clássicos líricos, a letra de “Better Times” fala sobre superação, esperança e que dias melhores estão por vir. Uma lufada positiva em tempos tão difíceis. “A escolha dessa música deu-se por ela ser muito significativa para a banda, por expressar a certeza que, independentemente do que aconteça, tempos melhores virão”, comentou Constuchenko. Confira o vídeo no link abaixo:
Além de Daniel, a Living Shields conta com Natália Franco no vocal, Larissa Melinsky na outra guitarra, Guilherme Moura na bateria e Gabriel Franco no baixo. O primeiro registro da banda saiu em 2014, com o EP “Delirium”, contendo 5 faixas. Em 2019, o quinteto iniciou as gravações do seu vindouro debut álbum, intitulado “Better Times”, onde foram gravadas duas faixas antes da pandemia e em 2022 mais três faixas.
A banda paulistana Just Heroes, formada por Mr. Machine (vocal), Flavio Souza Jr. (guitarra, Skyscraper, Hell Patrol Judas Priest Tribute e ex-Engrave), Fabio Gomes (baixo, Union Black Sabbath Tribute e Hell Patrol Judas Priest Tribute) e Marcus Castellani (bateria, Hell Patrol Judas Priest Tribute e ex-Manowar), surgiu do amor pela música pesada e do talento dos seus músicos. Um verdadeiro encontro de gerações trabalhando em prol de um objetivo comum: honrar o verdadeiro heavy metal. “Entre as principais influências, podemos mencionar Judas Priest, Black Sabbath, AC/DC, Accept e os grandes ícones no rock clássico mundial”, revela Flavio Souza Jr.
Atualmente a banda está em processo de gravação do seu primeiro álbum, que conta com a produção de Felipe Colenci (The Giant Void) e tem previsão de lançamento para meados deste ano. A primeira amostra do trabalho é o single e lyric video “Hurts Like Fire“, que estará disponível em todas as plataformas digitais em 23 de fevereiro. “Esta música fala basicamente sobre verdade e mentira. Descreve o quanto perdemos tempo com pessoas mentirosas. Nos motiva a tirá-las do caminho e seguir em frente”, explica o guitarrista.
Após o lançamento de Prophecies of Plague (2020) e IX (2022), a banda paulista Sacramentia anunciou pelas redes sociais a chegada de um novo single.
Intitulado Cyber Ascension of Humankind, o grupo também aproveitou a deixa para anunciar a nova formação. O grupo além de André Guimarães na guitarra, Guilherme Mendes no contrabaixo e Leonardo Michelazzo na bateria agora conta com a chegada de Luiz Fernando Mattielo na guitarra, que colaborou com a banda com a arte de capa do disco IX. Assumindo o lugar do vocalista Renan Bezan, que de forma amigável decidiu deixar o grupo para se dedicar a carreira de jornalista pelo underground nacional, está Guilherme Melo.
Sobre o novo single, o atual frontman da Sacramentia teceu o seguinte comentário:
“Está é uma música poderosa que traz toda a aura da banda já conhecida pelo público, porém, apresenta novos elementos caracterizando esse período de transição.”
A faixa foi composta para a participação do grupo no concurso musical promovido pela CD Projekt Red desenvolvedora do game Cyberpunk 2077. O evento visava criar uma playlist para a nova rádio presente no game, a Growl FM. As faixas selecionadas entrariam no jogo pela nova DLC chamada Phantom Liberty.
A mixagem e masterização do single ficaram a cargo do produtor Alex Roque no Home Recording Stúdio Hospedero na cidade de Mogi Guaçu.
A respeito da temática da nova música, Melo afirma:
“Para participarmos do concurso do Cyberpunk, fizemos uma verdadeira força tarefa em cima do processo de composição dessa faixa, uma vez que tínhamos um prazo muito curto para entregá-la para a CD Projekt, além da duração da faixa que não poderia ultrapassar os três minutos.
A letra foi elaborada com base no enredo do game, onde a humanidade vive em total processo cibernético, podendo adicionar implantes cibernéticos em qualquer parte do corpo, com a facilidade com que se troca de roupa. Tratamos essa realidade como uma nova forma de culto fanático, da mesma forma que hoje em dia as pessoas cultuam o próprio corpo e os procedimentos estéticos.
Contamos com a ajuda do Renan em alguns versos e na maturação da temática da música.”
Cyber Ascension of Humankind está disponível no canal oficial da banda no Youtube e em todas as plataformas de Streaming. Ouça agora:
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