Categoria: Roadie News

  • RADIO MOSCOW – La Esquina – Rio de Janeiro/RJ, 01/04/18

    RADIO MOSCOW – La Esquina – Rio de Janeiro/RJ, 01/04/18

    A quarta turnê no Brasil e o sexto show no Rio de Janeiro, sendo o quarto na capital. Este é o currículo carioca do Radio Moscow depois de sua recente passagem, então era de se esperar que o La Esquina tivesse casa cheia naquele 1º de abril. A verdade, no entanto, é que o feriado que culminou com o Domingo de Páscoa não ajudou, e a presença do público não foi das melhores. Azar de quem não foi prestigiar o trio americano e de quebra assistir a dois novos nomes do cenário brasileiro. E sorte deste que vos escreve o evento ter atrasado pouco mais de uma hora para começar. Por motivos de irritação futebolística aos 47 minutos do segundo tempo, cheguei à Lapa depois das 18h15, quando o Auramental deveria ter subido ao palco. Resumindo, teria perdido o baita show do quarteto carioca formado por Bauer França (baixo), Paulo Emmery e Enzo Mastrangelo (guitarras) e Vicente Barroso (bateria). “Nós somos o Auramental, e é isso aí. Vamos viajar”, anunciou Emmery antes de a banda – que até dias antes se chamava apenas Aura – começar um set arrebatador. Sem disco lançado, a única música com nome foi a que encerrou a apresentação, “Aura”, o single recém-laçado e que já está nas plataformas de streaming. Uma viagem, realmente, com um encerramento à la Black Sabbath vitaminado por algum alucinógeno. Mas o rock progressivo do grupo vai muito além disso, pois adiciona quando necessários groove, rock’n’roll e até mesmo fusion na linha do Dixie Dregs. Difícil fazer uma separação, afinal, além de músicas ainda sem título, o Auramental aproveitou a noite para fazer jams que vão saber o que vão virar. Mas o resultado é coisa de gente grande. E enquanto Emmery e Mastrangelo vão além de riffs ocasionais, com um trabalho de guitarra que une camadas e texturas diferentes tocadas por cada um, França puxa o som com linhas sensacionais de baixo. É para ficar de olho e aguardar com expectativa lá em cima o primeiro disco da banda. Com o álbum de estreia, “Paisagens e Delírios”, nas mãos, o Quarto Ácido teve a difícil missão de tocar logo depois de quem impressionou. E se o trio gaúcho – Pedro Paulo Rodrigues (guitarra), Vinícius Brum (baixo) e Alex Przyczynski (bateria) – acabou mesmo não conseguindo acompanhar seu antecessor no La Esquina, por outro lado cumpriu a missão de mostrar seu trabalho instrumental sem dispersar a atenção dos interessados em conhecê-lo. Oriundo da nova sofra brasileira de stoner, o Quarto Ácido nem mesmo soa como a maioria dos grupos do estilo. E apesar de o seu som não apresentar grandes novidades, e talvez um vocalista evitasse o sentimento de déjà vu próprio em alguns momentos, é bem-vinda a fusão com elementos mais alternativos, heavy rock e certa pegada de Rush bem dos primórdios – aquele ainda com John Rutsey, ou seja, sem a pegada mais virtuosa. Direto e objetivo, o trio mostrou qualidades em “33”, que abriu o show, “Delírio” e, com destaque para Rodrigues, “Pinot Noir” e “Marcha das Raposas”. Hora da atração principal, e Parker Griggs (guitarra e vocal), Anthony Meier (baixo) e Paul Marrone (bateria) deram ponto final ao feriado com um show relativamente curto, porém matador. A pegada do Radio Moscow ao vivo é simplesmente absurda, e o rolo compressor começou a passar logo de cara com “New Beginning”, a (quase) faixa-título do novo álbum – curiosamente, o set acabou privilegiando três dos cinco discos do trio: além do mais recente, lançado em 2017, “Brain Cycles” (2009) e “Magical Dirt” (2014) foram os contemplados. “Death of a Queen” veio a seguir para mostrar o que acontece quando baixa o santo de Jimi Hendrix em Griggs, que fez justiça ao maior de todos os guitarristas no riff e em solos cheios de feeling. Aliás, foi isso mesmo que o líder do Radio Moscow continuou fazendo em “These Days” e “Broke Down”, tocadas na sequência, em performances de tirar o fôlego. O mesmo vale para a insana parte instrumental com solos cheios de pressão no meio de “Rancho Tehama Airport”, que realmente remete a “Chinatown”, do Thin Lizzy. E isso é positivo, convenhamos. Mas não era apenas Griggs que roubava a cena, e talvez seja por isso que Meier se concentre em segurar a onda com seu Rickenbacker, porque Marrone toca como se estivesse possuído. Na dobradinha “250 Miles” e “Brain Cycles”, que viraram uma só peça, o batera mereceu todos os holofotes. E ao lado de Griggs, comandou a levada das excelentes “Deceiver” e “Before it Burns”, cujo bônus são os riffs carregados de wah-wah. E foi com slide em mãos que o guitarrista mandou o hard blues “City Lights”, aperitivo para a cacetada “Pacing”. E foi depois disso que a coisa quase degringolou. O amplificador de baixo deu pau duas vezes, interrompendo a execução de “The Escape”, o que fez o trio decidir pular “No Time” – curiosamente, a única canção do set oriunda de “The Great Escape of Leslie Magnafuzz” (2011) – e ir direto para a última da noite, a espetacular “Dreams”, na qual Griggs teve motivo para extravasar em mais uma dose de solos arrepiantes, escorado por uma cozinha irrequieta. A despeito dos problemas técnicos no fim – porque o som no modestíssimo La Esquina estava bom, diga-se –, o Radio Moscow deu uma bela aula de rock’n’roll com as melhores referências dos anos 60 e 70. Setlist Radio Moscow

    1. New Beginning 2. Death of a Queen 3. These Days 4. Broke Down 5. Rancho Tehama Airport 6. 250 Miles / Brain Cycles 7. Deceiver 8. Before it Burns 9. City Lights 10. Pacing 11. The Escape 12. No Time (não tocaram) 13. Dreams

    Setlist Quarto Ácido

    1. 33 2. Manhã Sépia 3. Delírio 4. Serena Inquietude 5. Pinot Noir 6. Euphrates 7. Psychodelic Pilger 8. Marcha das Raposas 9. Feeling Dead
  • DORO revela detalhes do próximo álbum de estúdio, confira!

    DORO revela detalhes do próximo álbum de estúdio, confira!

    O tão aguardado novo álbum da cantora alemã Doro Pesch será lançado em 17 de agosto pela Nuclear Blast. O 20º LP de DORO, Forever Warriors, Forever United será um grande marco para a carreira da vocalista, seu primeiro álbum duplo de estúdio, e que trará 24 músicas novas, incluindo algumas surpresas impressionantes.

    A capa do álbum foi mais uma vez criada pelo artista favorito de DORO, Geoffrey Gillespie. Ele retrata Doro no meio de um enxame headbangers selvagens exalando atitude, poder e vibrações positivas.

    “A capa e o título formam uma unidade perfeita”, explica Doro, “exatamente como deveria ser. Tudo se encaixa perfeitamente com as músicas, que também abordam alguns temas políticos”.

    “Há alguns grandes hinos no álbum, inúmeras músicas pesadas, assim como melodias que aquecem o coração! O álbum deve transmitir poder para você, então ele contém muita energia!”

    Doro continua: “Em Forever Warriors, Forever United, haverá muitos heróis do rock. Os fãs já podem ficar curiosos sobre os muitos músicos convidados envolvidos.”

    Os fãs notarão que o primeiro single, All For Metal, contará com vários heróis do metal, que também poderão ser vistos no próximo videoclipe, que será lançado em maio. “É um grande hino, acho que no mesmo nível da [canção clássica do WARLOCK], All We Are – com todos cantando nela”, disse Doro. “Vai ser muito, muito bom. Ela é fisgante pra caramba”

    O guitarrista Doug Aldrich (WHITESNAKE, DIO, THE DEAD DAISIES) e o ex-guitarrista do WARLOCK, Tommy Bolan – que também contribuiu para o aclamado LP Triumph & Agony” em 1987 – farão parte do novo álbum.

    De acordo com Doro, a primeira música que ela escreveu para o novo álbum é uma faixa dedicada ao icônico líder do MOTÖRHEAD e seu amigo de longa data, Ian “Lemmy” Kilmister. “Chama-se Living Live to the Fullest”, diz ela.

    Seguindo a tradição, haverá também uma música em alemão no álbum – uma faixa midtempo abordando o tema da amizade profunda, assim como feito há anos em Für Immer.

    A muito aguardada continuação de Raise Your Fist, de 2012, será o primeiro lançamento da cantora alemã desde o single Love’s Gone To Hell, de 2016. No ano passado, Pesch celebrou o 30º aniversário do álbum Triumph And Agony, do WARLOCK, apresentando o álbum na íntegra em shows selecionados em todo o mundo.

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  • BULLET, vai do pó da estrada ao ouro musical em novo videoclipe, confira!

    BULLET, vai do pó da estrada ao ouro musical em novo videoclipe, confira!

    A banda sueca de heavy metal/hard rock BULLET lançou um novo single digital e vídeo para a música Fuel The Fire. A faixa também está disponível como um single em vinil de sete polegadas em edição limitada, contendo uma versão cover de Dr. Phibes do ANGEL WITCH no lado B.

    Fuel The Fire é parte do novo álbum do BULLET, Dust To Gold, que será lançado em 20 de abril pela Steamhammer / SPV.

    Se você quiser entender como o BULLET funciona, só precisa dar uma olhada no velho ônibus de turnê com o qual os cinco músicos vêm conquistando o mundo há anos: o Volvo B63508 de 1964, nas cores preto, branco e vermelho – carinhosamente apelidado “Bullet Bus” – com seu indestrutível motor de seis cilindros e incontáveis ​​quilômetros sob seus assentos desgastados, é o hotel móvel da banda. Lembre-se: talvez o hotel não seja exatamente a palavra mais exata, o albergue (da juventude) seria mais apropriado, com o interior da van tendo acumulado um odor atraente composto de gasolina, suor, cerveja e uma gama diversificada de misturas de tabaco em seu interior.

    “Nos anos em que estivemos viajando de show em show em nosso ônibus e visitamos inúmeros festivais, o nosso ‘Bullet Bus’ nunca nos decepcionou”, diz o guitarrista Hampus Klang, em uma espécie de declaração de amor ao veículo vintage que aparece na música, e na capa do vindouro novo álbum do grupo, Dust To Gold, por um bom motivo. “O Volvo ganhou mais do que o seu lugar na capa, porque à sua maneira, ele é como nós: duros como pregos, resilientes e cheios de memórias inestimáveis.”

    O ‘Bullet Bus’ é sinônimo de uma ‘filosofia de banda’ que dificilmente poderia ser mais atraente. O BULLET está no cenário do metal desde 2001, lançou cinco excelentes álbuns de estúdio até agora, excursionou pela maioria dos países europeus várias vezes, abriu para o AC/DC diante de 55.000 pessoas em 2009 e tocou alguns dos mais prestigiados festivais da Europa, como Rock Am Ring, Graspop Metal Meeting, Sweden Rock Fest, Bang Your Head !!!, Hard Rock, Keep It True, Headbangers Open Air e Wacken Open Air (duas vezes!). A banda comeu o pó da estrada no verdadeiro sentido da palavra, e o transformou em ouro musical, como sugere o título do novo álbum.

    “Nossas novas músicas são sobre a vida na estrada, sobre liberdade, aventura e a diversão sem fim que as bandas de metal apaixonadas têm”, explica Hampus Klang. O amor de suas vidas como músicos transborda em cada nota, seja na abertura de ritmo acelerado Speed ​​And Attack, com a pegada clássica da NWOBHM; no poderoso hino Fuel The Fire ou ainda em Wildfire, que deixaria o AC/DC orgulhoso.

    Dust To Gold foi mixado e produzido de agosto a dezembro de 2017 no Pama Studios em Torsås, na Suécia, pelo BULLET e Mankan Sedenberg, que conscientemente usaram fita analógica para dar um som mais quente à gravação. Hampus está extremamente feliz com o resultado. “Passamos muito mais tempo na composição deste do que com os álbuns anteriores”, diz ele. “Toda a produção demorou um pouco mais desta vez, mas achamos que valeu a pena. Queríamos um álbum em que todas as músicas fossem ótimas, sem nada só para ocupar espaço. Também trabalhamos duro para tornar o som o mais honesto e autêntico possível. Ele soa exatamente como somos”.

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  • Espadas, escudos, vikings e heavy metal no novo vídeo de ROSS THE BOSS

    Espadas, escudos, vikings e heavy metal no novo vídeo de ROSS THE BOSS

    Blood Sworn, o videoclipe oficial da faixa-título do novo álbum do ex-guitarrista do MANOWAR, Ross “The Boss” Friedman, pode ser visto abaixo. O disco será lançado em 20 de abril pela AFM Records.

    O status de Friedman na história do hard rock e do heavy metal tem sido bem solidificada por décadas até hoje – com um currículo que inclui algumas das bandas mais influentes e mais pesadas de todos os tempos, em especial, THE DICTATORS e MANOWAR. E ele continua a fazer rock – tanto como membro do grupo DEATH DEALER, ou ainda como líder de sua própria banda solo, que lançou álbuns valorosos como Hailstorm, New Metal Leader, e sua mais recente oferta, By Blood Sworn.

    Acompanhado por Marc Lopes nos vocais e teclados, Mike LePond no baixo e Lance Barnewold na bateria em estúdio (Steve Bolognese assumirá o posto durante a turnê), By Blood Sworn foi produzido por Dean Rispler e será lançado em 20 de abril, via AFM.

    “O mais importante é que todos da minha banda moram perto, e não na Alemanha”, explica Ross. “Então, fomos capazes de realmente trabalhar as músicas. Mike LePond e eu começamos a tocar riffs e melodias em julho, trabalhamos as músicas e começamos a forma-las. Foi um processo muito satisfatório.”

    Como evidenciado por músicas como a faixa título, Devil’s Day e uma versão retrabalhada de Hail And Kill, do MANOWAR, By Blood Sworn é certamente tão contundente e pesado quanto os clássicos anteriores de Ross. “Na verdade, sei em que direção a composição deve ir e é para lá que vamos”, diz ele. “Quanto a minha forma de tocar guitarra, o que a música precisa, ela ganha! O disco tem uma pegada da velha escola, mas com um novo ataque – as músicas não são repetitivas, e esse disco também não é uma ‘gravação de bateria eletrônica’ como a maioria nos dias de hoje”. Além de tudo isso, By Blood Sworn também tem uma capa extremamente atraente. “Marc e eu tínhamos esse conceito para a capa de Stan W. Decker. Era um cavaleiro ajoelhado depois da batalha – segurando sua poderosa espada e  com minha águia atrás dele”.

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  • Johan Hegg, e o segredo dos shows do AMON AMARTH: “Eu cresci indo em shows do IRON MAIDEN”

    Johan Hegg, e o segredo dos shows do AMON AMARTH: “Eu cresci indo em shows do IRON MAIDEN”

    Johan Hegg, vocalista da bem sucedida banda sueca AMON AMARTH concedeu entrevista ao podcast australiano ‘The Moshpit Backstage’, e dentre outros assuntos, abordou a forma como encara e se prepara para as apresentações ao vivo de sua banda. “Eu cresci nos anos 80, indo ver bandas como o IRON MAIDEN, que são excelentes em trazer o público para o show e fazer do público parte do show”, ele disse. “Isso é o que eu amo. Isso é o que todos nós amamos. Então é o que tentamos fazer – sem querer imitá-los, mas fazendo do nosso jeito.”

    “Eu acho que é diferente para cada um de nós”, ele afirma, falando sobre a maneira como a banda se prepara para subir no palco. “Todo mundo tem suas próprias rotinas e coisas assim. Eu normalmente não faço nada realmente especial durante o dia, na verdade, a única coisa que faço é tentar arranjar tempo para me aquecer, aproximadamente uma hora antes da apresentação. Eu tenho uma pequena rotina de yoga, faço exercícios vocais e coisas assim, só para entrar no clima. Isso geralmente é tudo que eu preciso. Neste ponto da nossa carreira, é mais fácil entrar no palco, dar duro e entrar no clima, não importa o tipo de dia que tivemos. Claro que nem sempre é possível fazer exatamente o que você quer, então você também precisa ser capaz de se adaptar, mas normalmente funciona muito bem”.

    Johan também falou como ele sabe que o AMON AMARTH fez um bom show:

    “Normalmente, apenas parece que foi tudo bem. Uma das principais coisas para mim é ter uma conexão com o público, se eu tiver isso, então eu sei que tive um bom desempenho. Talvez os outros caras respondam algo diferente, mas essa é a chave para mim, normalmente, se eu não tenho a conexão com o público, eu sinto que falhei como vocalista. [Risos] Mas, não é com muita frequência que eu sinto isso. Eu sinto que a coisa funciona bem, acho que um dos fatores-chave é que sempre tentamos … não sei como explicar, mas tentamos falar com o público, e não para o público. Entende o que quero dizer? É uma interação que queremos ter com o público quando estamos no palco. Não somos nós lá encima e eles lá embaixo. Somos nós todos juntos, criando uma experiência tanto para o público quanto para a banda, eu acho.”

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  • KALMAH disponibiliza novo videoclipe, “Blood Ran Cold”

    KALMAH disponibiliza novo videoclipe, “Blood Ran Cold”

    Blood Ran Cold, o novo vídeo dos finlandeses do KALMAH, pode ser visto abaixo. A música é parte do álbum mais recente da banda, Palo, que foi lançado em 6 de abril pela Spinefarm Records.

    Mais uma vez gravado no conceituado Tico Tico Studio com Ahti Kortelainen e Svante Forsbäck (RAMMSTEIN, VOLBEAT, APOCALYPTICA), Palo entrega melodias pungentes, quase belas, entrelaçadas com a agressão implacável que o nome da banda sempre sugeriu, e mais – um testemunho e um excelente exemplo de paixão ardente pela música; uma chama de fogo selvagem e desenfreado, que a tudo consome com a maestria melódica do death metal, como talvez se possa ouvir apenas uma vez a cada década.

    Em uma época em que outros nomes do death metal melódico refletem cada vez mais influências de gêneros mais comerciais e contemporâneos, o KALMAH permanece fiel às suas raízes do death metal, herança melódica finlandesa, atitude rabugenta e à temática da natureza do Norte e a loucura da humanidade. Palo apresenta aos seus ouvintes um conjunto de músicas que, com sua teia de melodias e agressividade direta, exemplificam a evolução contínua da banda para se tornar uma potência internacional do death metal.

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  • Confira “Not Original”, novo vídeo do SEVENDUST

    Confira “Not Original”, novo vídeo do SEVENDUST

    Not Original, o novo vídeo do SEVENDUST, pode ser visto abaixo. A música é parte do 12º álbum da banda, All I See Is War, que será lançado em 11 de maio. O sucessor de Kill The Flaw de 2015 foi gravado no Studio Barbarosa em Gotha, Flórida (EUA) com o produtor Michael “Elvis” Baskette, que trabalhou anteriormente com ALTER BRIDGE e SLASH, entre outros.

    O novo disco do SEVENDUST será o primeiro do grupo ao lado da Rise Records, selo de metal e hard rock baseado em Oregon, que foi comprado pela BMG em 2015.

    Em uma entrevista recente com o Good Company, o vocalista do SEVENDUSTLajon Witherspoon, afirmou sobre o próximo esforço da banda: “Nós fizemos mais coisas nesses 33 dias gravando este disco do que eu já fiz em toda a minha vida. Eu cantei o que seria o equivalente a catorze dias em nove para compensar o tempo que foi perdido. Mas foi porque eu me sentia bem trabalhando, então certos dias eu completei até duas músicas. E foi uma experiência trabalhar ao lado de Elvis e Jeff [Moll]. Sem diminuir qualquer outro produtor, mas, para mim, esta foi a melhor experiência de gravação da minha vida. Talvez devido a hoje eu ser mais velho e mais experiente com tudo o que está acontecendo, mas do jeito que ele trabalhou e as coisas que ele sabe sobre música eram completamente diferentes – nunca vi ninguém como ele antes”.

    De acordo com LajonBaskette tinha o equivalente a sessenta novas músicas do SEVENDUST para escolher antes da criação do novo álbum. “Para mim, eu me senti mais forte como cantor – ele me fez um melhor cantor, trabalhando com ele”, disse Witherspoon, que passou a descrever sua relação de trabalho com Elvis como ‘uma parceria’. “Eu odiei ter que sair do estúdio, e mal posso esperar para fazer outro álbum com ele… e eu gostaria de fazê-lo em ainda mais do que 33 dias”, disse ele.

    Em 2016, o SEVENDUST recebeu sua primeira nomeação para o Grammy, depois de duas décadas juntos como uma banda. Thank You, o primeiro single de Kill The Flaw, obteve a indicação para “Melhor Performance de Metal”.

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  • Para Jon Schaffer, 2019 será o ano do DEMONS & WIZARDS

    Para Jon Schaffer, 2019 será o ano do DEMONS & WIZARDS

    O guitarrista fundador e líder da banda americana ICED EARTH, Jon Schaffer concedeu entrevista recente para o ‘Metal Wani’, e acabou dando ótimas notícias para os fãs do DEMONS & WIZARDS, projeto do guitarrista do lado do vocalista alemão Hansi Kürsch, do BLIND GUARDIAN.

    Falando sobre os planos do ICED EARTH após o termino da turnê norte-americana em apoio ao mais recente disco do grupo, Incorruptible (2017), Schaffer declarou: “Nós temos um monte de festivais e shows pela Europa, o que deve levar umas seis semanas. E, então, nós teremos uma pequena folga. Quer dizer, eu não vou ter – estarei trabalhando no DEMONS & WIZARDS, mas o restante da banda estará de folga até o começo do ano que vem, quando vamos sair para a nossa segunda tour aqui na América do Norte, talvez em janeiro. Estamos falando sobre isso agora”.

    Como havia tocado no assunto DEMONS & WIZARDS, Schaffer foi interpelado por mais informações, e o entrevistador perguntou se havia chance de novo material do projeto ser lançado ainda em 2018:

    “Não, na verdade” começou o guitarrista, que explicou melhor: “bem, vamos ver: realisticamente – por conta da agenda da turnê que eu tenho que lidar – vai ser de agosto até o resto do ano que eu realmente vou me concentrar no DEMONS & WIZARDS. Nós temos três músicas, então estamos no início do processo. Temos um monte de coisas para fazer. Você sabe, eu estava sendo um pouco mais otimista do que realista. O ICED EARTH tem estado tão ocupado que para mim é difícil, eu não gosto de fazer malabarismos com muitas coisas, especialmente quando se trata de criação musical. Se eu fizer, então a música sofre. Eu realmente preciso estar parado e no estado meditativo em que minha única preocupação é a música. Quando eu tenho tudo isso acontecendo, com todo o ciclo do novo álbum que lançamos, fica difícil para mim ser produtivo da melhor maneira possível para a música. Eu falei com o Hansi, e ele disse “sem pressão, cara”. O timing perfeito para mim será no final deste ano, espero que o façamos porque, uma vez que eu me concentre em algo, as coisas acontecem bem rápido. Hansi tem sua agenda praticamente vazia, então acho que 2019 é um prazo realista.”

    O DEMONS & WIZARDS nasceu em 1997, como um projeto paralelo de Jon Schaffer (ICED EARTH) e Hansi Kürsch (BLIND GUARDIAN). O projeto lançou dois louvados álbuns: Demons & Wizards (1999) e Touched By The Crimson King (2005).

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  • SYMMETRYA divulga capa e tracklist de novo álbum

    SYMMETRYA divulga capa e tracklist de novo álbum

    A banda Symmetrya acaba de divulgar a capa e tracklist do novo álbum de estúdio “Beyond The Darkness”. O Álbum será lançado em maio deste ano pela própria banda, com divulgação e distribuição nacional por todo o Brasil. A Symmetrya já concluiu todas as gravações do seu novo álbum de estúdio, onde nas próximas semanas divulgará mais detalhes em todas as redes sociais da banda.

    O grupo vem se destacando em toda a mídia especializada pela qualidade dos seus trabalhos nos últimos anos e cada vez mais está se tornando um dos maiores expoentes do seu estilo na América Latina, onde a essência musical e a evolução constante transformaram a banda nessa potência. Buscando sempre novas e diferentes perspectivas, atmosferas e abordagens para suas músicas, a Symmetrya acaba de divulgar a capa do seu novo álbum, que vai se chamar “Beyond The Darkness”, como um presente para os fãs mais fieis.

    A parte lírica sempre baseada em literatura e segue a linha do álbum anterior. Novamente a banda escreveu uma letra baseada na obra de Stephen King e fez uma homenagem ao artista plástico Joinvillense mais conhecido no mundo, nosso querido artista Juarez Machado. Já a capa foi criada pelo renomado artista brasileiro Carlos Fides, que já trabalhou com nomes como Kamelot, Evergrey, Michael Kiske, Almah, Edu Falaschi, Noturnall, Shaman, Narnia, Oficina G3, Eterna, Aquiles Priester, etc.

    Abaixo segue o tracklist do novo álbum, confira:

    Beyond The Darkness:

    01 – Recipe For Disaster 02 – Rose The Hat 03 – Fragments Of Life 04 – Lights Go Down 05 – Dying Hard 06 – Crime Of The Century 07 – Seeds Of Suicide 08 – Black Mirror 09 – Harvester Of Dreams 10 – Insidious

    Atualmente formado por Jurandir Moreira (vocal), Alexandre Lamim (guitarra), Milton Maia (teclado), Gean Carlos (baixo) e Marcos Vinicius (bateria), a Symmetrya vem conquistando espaço no cenário brasileiro com grandes produções em seus novos trabalhos.

    O grupo surgiu em meados de 2002 com o ideal de compor músicas de qualidade alheia aos modismos da música contemporânea e que mesclem peso, boas melodias e intervenções progressivas, sem prender-se a um mero rótulo.

    Links relacionados: https://www.symmetrya.com/

  • NEW MODEL ARMY vem ao Brasil para dois shows históricos

    NEW MODEL ARMY vem ao Brasil para dois shows históricos

    Sim, é verdade! A banda inglesa New Model Army está de volta ao Brasil e para duas novas apresentações históricas! A Liberation Tour Booking, produtora responsável pela vinda de grandes nomes da música internacional ao País, confirmou recentemente duas datas exclusivas na América do Sul.

    O grupo formado por Justin Sullivan (vocal/guitarra), Michael Dean (bateria), Dean White (teclado/guitarra), Marshall Gill (guitarra) e Ceri Monger (baixo) resgatam especialmente toda a sua magnifica história, nos dias 9 e 10 de junho, na Fabrique Club, em São Paulo. Serão dois shows com repertórios totalmente diferentes em cada noite. O mesmo formato ocorreu justamente na última visita deles ao Brasil em 2010 como parte das celebrações do aniversário de 30 anos do grupo, quando tocaram, ao todo, uma maratona de 60 músicas, no antigo Palace. Os fiéis fãs brasileiros com certeza irão à loucura durante a execução de hits como “51st State of America”, “White Coats”, “Vagabonds”, “The Price”, “No Rest”, “The Hunt” (regravada pelo Sepultura), “Purity” e “Here Comes The War”, além das composições dos últimos novos álbuns “Between Dog and Wolf ” (2013), “Between Wine and Blood” (2014) e “Winter” (2016). Os ingressos já estão à venda na Galeria do Rock (loja 255), pelo site do Clube do Ingresso (https://www.clubedoingresso.com/newmodelarmy-09-06-18 | https://www.clubedoingresso.com/newmodelarmy-10-06-18) e pontos autorizados na capital paulista, Barueri, Jandira, Osasco, Santo André, São Caetano, São José do Rio Preto, Curitiba e Rio de Janeiro (https://www.clubedoingresso.com/ondecomprar). Mais informações no sérvio abaixo. São praticamente de 40 anos de carreira e mais de 200 músicas divididas em 15 discos! São com estes impressionantes números, que o grupo britânico New Model Army segue como uma das maiores instituições dos anos 80. Formado na cidade de Bradford, o New Model Army surgiu na rica cena pós-punk da Inglaterra, que, entre o fim dos anos 70 e meados dos 80, revelou nomes como Joy Division, Killing Joke, Gang of Four, PIL e Bauhaus. Com letras poéticas, existencialistas e totalmente politizadas, Justin Sullivan tornou-se um dos grandes trovadores de sua época, tratando de temas como o isolamento, crises de geração e a falta de esperança da juventude na Inglaterra que vivia sob o jugo da primeira ministra Margareth Thatcher. Com o prestigio de acumular uma extensa discografia recheada de clássicos como “Vengeance”, “Ghost of Cain”, “Thunder and Consolation” e “The Love of Hopeless Causes”. Outros singles marcantes incluem “Purity”, “Stupid Questions” e “Living in the Rose”.