Categoria: Roadie News

  • TRAUMA (ex-banda de CLIFF BURTON) lançará novo álbum

    TRAUMA (ex-banda de CLIFF BURTON) lançará novo álbum

    O TRAUMA, banda mais conhecida por ter contado com o saudoso baixista Cliff Burton antes de se juntar ao METALLICA, assinou um acordo exclusivo de distribuição global com a The Orchard / Sony. O novo álbum do grupo, intitulado As The World Dies, será lançado em 11 de maio.

    Com um olho no passado, mas focado no futuro, As The World Dies – produzido pelo guitarrista Joe Fraulob – com certeza será um terceiro álbum memorável, mantendo-se fiel ao som clássico do TRAUMA, mas sem deixar de contar com um toque bastante moderno.

    O TRAUMA, formado em 1980, é a banda responsável pelo hoje raro e disputado por colecionadores, Scratch And Scream, um clássico cult dos anos 80, onde constam sucessos como The Day All Hell Broke Loose e Lay Low. O vocalista e membro fundador Donny Hillier e o antigo baterista Kris Gustofson, montaram uma formação monstruosa, com músicos incríveis. O guitarrista Joe Fraulob é um ex-membro do DANZIG; Steve Robello toca guitarra no DUBLIN DEATH PATROL (o supergrupo Bay Area formado pelos vocalistas do EXODUS e do TESTAMENT), e o baixista Greg Christian – o mais novo membro do TRAUMA – tocou em muitos discos do TESTAMENT.

  • D.R.I. – São Paulo/SP, 14 de abril de 2018

    D.R.I. – São Paulo/SP, 14 de abril de 2018

    Quem costuma acompanhar com interesse a agenda de shows sempre tão movimentada da Capital Paulista, sabe que a volta dos norte-americanos do DIRTY ROTTEN IMBECILES já era tratada como uma espécie de ‘lenda urbana’, quase tão popular quanto a ‘loira do banheiro’. Pois bem, enquanto ainda tem muito marmanjo procurando encontrar sua loira do banheiro, felizmente o show do D.R.I. se tornou realidade. Em um sábado de clima bastante agradável em São Paulo – em que a chuva ameaçou mas não caiu, e os termômetros baixaram alguns agradáveis graus de temperatura – o trânsito não ajudou tanto quanto se esperava, mas mesmo assim poucos foram os que tiveram problemas para chegar.

    Assim, com a casa já bastante movimentada, João Gordo (vocal, RATOS DE PORÃO), Guilherme Martim (bateria, VIPER, TOYSHOP), Cléber Orsioli (guitarra, BLACKNING) e Dan Lilker (baixo, NUCLEAR ASSAULT, STORMTROOPERS OF DEATH, BRUTAL TRUTH, etc) tomaram o palco para a abertura dos trabalhos, com o genial projeto Not S.O.D. Com a premissa de tocar o clássico Speak English or Die na íntegra (1985, aqui vertido para ‘Fale Português ou Morra’), o quarteto fez um show febril e enérgico, onde os ‘circle pits’ duraram da primeira até a última nota da afiada guitarra de Orsioli. Claro que a presença de Dan Lilker foi a mais festejada – não é sempre que uma divindade do metal dos anos 80 está agitando como um maníaco ao seu lado – mas os brasileiros não decepcionaram, deixando marcado na memória um grande show de abertura.

    Após alguns longos minutos de espera, finalmente teríamos a chance de ver o D.R.I., talvez a banda mais importante de toda a história do crossover – ou thrashcore, se você preferir. Sem alarde, introduções climáticas, jogo de luzes e fumacinhas fétidas, Spike Cassidy (guitarras), Rob Rampy (bateria), Gregg Orr (baixo, ATTITUDE ADJUSTMENT) e o gigante Kurt Brecht (vocal) tomaram o palco como se estivessem começando um ensaio rotineiro na sala de sua própria casa, uma atitude tão cheia de naturalidade e desenvoltura, que até poderia ter sido confundida com total falta de compromisso – caso aqueles milhares de olhos que encaravam o palco não pertencessem a fãs que esperavam e ansiavam justamente por esta postura, um testamento do legado perpetrado nas últimas décadas por uma banda totalmente avessa ao sucesso e suas frescuras.

    Todo aquele torpor de ‘isso realmente está acontecendo?’ se desfez com a correria de The Application (Definition, 1992), que acabou por pegar muita gente de surpresa. Felizmente esta é daquelas músicas que dão tempo para você se situar antes dela terminar, algo que para os padrões do início de carreira do D.R.I. poderia soar até como um longo épico. Enquanto os ‘circle pits’ voltavam a se formar em todos os cantos do recinto, a banda seguia mandando pedrada sobre pedrada, sempre com a voz ‘podrona’ de Brecht dando o tom da desgraça, e os fenomenais riffs ‘máquina de cortar grama enguiçada’ de Cassidy a esmagar tímpanos. Enquanto Hooked fazia os fãs de Crossover (1987) chegar às raias da loucura, How To Act (Dealing With It!, 1985) e Commuter Man (Dirty Rotten EP, 1983) fizeram a alegria daqueles que preferem o som mais hardcore do início da carreira.

    A viagem de quase quatro décadas também merecia uma parada em tempos mais modernos, então, após mais alguns clássicos do quilate de Snap e Violent Pacification, veio a tríade maníaca Against Me/Anonymity/As Seen on TV, todas do recente EP But Wait… There’s More! (2016), a última cantada em coro pelo público, já suado e sem fôlego. Na sequência, o baixista Greg Orr cedeu seu posto para Dan Lilker, e aí – como você pode imaginar – o inferno foi libertado. Mad Man veio rasgando couro e carne, e o clima ameno da noite de sábado se viu transformado em um caldeirão infernal, onde suor e porrada (no melhor sentido) tomavam conta do ambiente e transformavam o ‘fabrique’ em ‘abatedouro’.

    Já com Orr de volta ao seu lugar, veio Acid Rain, uma das melhores composições de toda a carreira do grupo, e que logicamente não poderia faltar nesta celebração paulistana. Aliás, o que não faltou foram riffs esmagadores, correria, suor, agitação e clássicos, empilhados aos montes, forçando o telhado e as paredes, transbordando pelas esquinas, esmagando os corpos pelo chão. Que banda fenomenal, meus amigos! Que show incrível presenciamos! Ao final, ainda tivemos Manifest Destiny e Five Year Plan, então, o que dizer?

    Uma noite amena em São Paulo… Vai nessa. Não teve nada de ameno, não pelas bandas da estação de metrô Barra Funda. Quem lá esteve presenciou uma das noites mais causticantes e célebres que a Capital Paulista já viu. Quem lá esteve, tomou suco de metal oitentista direto da caneca do diabo, e saiu sorrido de satisfação! Em uma noite que ainda teve os legítimos filhos do deus da música em outra região da cidade, os presentes no Fabrique viram e ouviram o bastardo feio e degenerado, o aborto abjeto de um deus da música surdo e meio gagá – o filho sujo, podre e imbecil que talvez não orgulhe o pai, mas que é amado por todos na rua. Que venha o próximo, pois este show já virou lenda!

  • ENTOMBED A.D. já trabalha em novo álbum

    ENTOMBED A.D. já trabalha em novo álbum

    A banda sueca de death metal ENTOMBED A.D. entrou em estúdio para começar a gravar seu terceiro álbum, que poderá ser lançado no final de 2018.

    O segundo álbum do ENTOMBED A.D., Dead Dawn, foi lançado em fevereiro de 2016 pela Century Media.

    No último outono, o vocalista Lars-Göran “LG” Petrov conversou com a finlandesa ‘Rauta’ sobre a decisão do ENTOMBED de mudar seu nome para ENTOMBED A.D. para evitar uma batalha legal com o guitarrista do ENTOMBED, Alex Hellid, que não queria que seus antigos colegas de banda usassem o nome.

    “[ENTOMBED e ENTOMBED A.D. são] a mesma coisa – apenas algumas pequenas complicações no caminho”, disse ele. “Mas estamos aqui, tocando e batendo cabeça, e isso é o mais importante. Mas é o mesmo. É a mesma coisa.”

    Petrov acrescentou que ele e seus colegas de banda “não pensam” na ligeira alteração no nome do grupo. “Nós apenas deixamos rolar. Enquanto estivermos em turnê, ninguém pode nos parar.”

    Perguntado sobre o que o inspira a fazer música e escrever letras hoje em dia, Petrov disse: “É chato ficar sentado em casa. [Risos] Não, você sempre pode ser produtivo, sair em turnê e não dormir. Mas isso não importa quando você vai para o show e você vê seus irmãos no metal. Então vale a pena.”

    O ENTOMBED A.D. já conta com dois álbuns completos de estúdio: Back to the Front (2014) e Dead Dawn (2016).

  • RESURRECTED – Resurrected [8,0/10]

    RESURRECTED – Resurrected [8,0/10]

    Relegados ao underground, aquele reino fabuloso repleto dos mais talentosos ‘cães vadios’ e ‘seres abjetos’ do mundo da música, este RESURRECTED já contém uma solidez incrível em sua carreira, onde agora sete discos completos de estúdio dividem espaço com um ao vivo, e mais uma série de EP’s. E não pense que estes alemães são bons apenas em quantidade, pois a qualidade do produto aqui ouvido está acima da média, e isso em um ano que não faltam boas opções no death metal (o álbum é de 2017). A parte boa é que logo de cara Hellcome tem aquela pegada que conhecemos do debut Raping Whores (1998), ou seja aquela vocação grind que você sente logo nos primeiros segundos, enquanto The Overkill to Dwell parece ter saído do melhor de todos, o imbatível Butchered in Excrement (2001), época em que o som dos caras se aproximava muito do grind tcheco. Não pense que o melhor está apenas no início do álbum e que depois a coisa decai, pois não é o caso. É pedrada até o fim, ouça a serenidade de Necronynphomanic e a midtempo Fathomless Creation e comprove.

  • PRIMITIVE MAN – Caustic [8,5/10]

    PRIMITIVE MAN – Caustic [8,5/10]

    Apostar em sonoridades densas e incompreensíveis para boa parte das pessoas não é novidade para o trio PRIMITIVE MAN, afinal, esta já foi a premissa básica do primeiro registro do grupo, Scorn, lançado em 2013. Com o passar dos anos, a expectativa por um novo álbum foi aumentando gradativamente, e eis que temos em mãos Caustic, o segundo completo de estúdio da banda. Tomando como parte cabível ao processo de escrita do material aqui contido – longos quatro anos – o tempo de duração é até justo: mais de uma hora de música, onde (subtraindo-se quatro pequenas vinhetas) oito músicas longas, densas e malditas disputam espaço na porrada, uma briga em que sempre é a sua cabeça que paga o preço, caro leitor. Mas, acredite se quiser, isso é muito bom. Claro que é necessária uma certa disponibilidade de tempo e espírito para encarar músicas como My Will, que abre o trabalho com o pé no freio e se arrasta por cinco minutos, mas ouvir o riff inicial de Victim vale o esforço. A qualidade dos vocais em todo o disco é louvável, garantia do talentoso Ethan Lee McCarthy, que talvez você conheça de Decline, o excelente e incômodo álbum de estreia do VERMIN WOMB, lançado em 2016. Então, se estiver procurando por uma experiência musical incômoda e brilhante, que tal conferir este PRIMITIVE MAN? Fãs de doom metal, noise e sludge terão muito assunto para discutir.

  • Michael Denner (MERCYFUL FATE) prepara segundo álbum do DENNERS TRICKBAG

    Michael Denner (MERCYFUL FATE) prepara segundo álbum do DENNERS TRICKBAG

    O DENNERS TRICKBAG, banda do lendário guitarrista do MERCYFUL FATE, Michael Denner, entrou no estúdio para finalizar seu segundo álbum.

    O álbum de estreia do DENNERS TRICKBAG foi lançado em setembro de 2013.

    Denner disse anteriormente sobre a formação do DENNERS TRICKBAG: “Eu tive a ideia uma noite em que eu estava em casa filosofando sobre com quem eu preferiria tocar se tivesse o direito de escolher livremente entre todas as pessoas que encontrei ao longo dos anos no mundo do heavy metal. Eu chamei esses quatro caras, e todos disseram sim… A condição era que a música tinha que ser o progressivo dos anos 70 com muitos solos de guitarra – e todo mundo estava totalmente envolvido na ideia.

    Ele acrescentou: “Se bandas como MOUNTAIN, THREE MEN ARMY, MONTROSE, TEMPEST, BOXER, JERICHO e CAPTAIN BEYOND estão entre suas favoritas, então esta banda estará no sua lista!”

    O DENNERS TRICKBAG sofreu algumas mudanças na formação desde o lançamento de seu álbum de estreia, incluindo a perda do vocalista Lars Berthelsen. O time atual é formado pelo quarteto Frederik Presley (vocal), Michael Denner (guitarra), Flemming Muus (baixo) e Bjarne Holm (bateria).

    O álbum de estreia autointitulado do DENNERS TRICKBAG foi lançado em 2013 pela Target Records. O álbum foi produzido pelo próprio Michael Denner em parceria com Flemming Muss, com a masterização de Flemming Rasmussen (METALLICA, BLIND GUARDIAN, ARTILLERY, MORBID ANGEL).

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  • Ian Hill, do JUDAS PRIEST explica como ideias antigas influenciam as novas composições

    Ian Hill, do JUDAS PRIEST explica como ideias antigas influenciam as novas composições

    O baixista do JUDAS PRIEST, Ian Hill, foi entrevistado por Pete Bailey, do podcast ‘Binge Thinking’. Perguntado se é difícil para o JUDAS PRIEST criar novas músicas sem que as ideias usadas anteriormente subconscientemente encontrem seu caminho dentro do novo material, Hill disse: “Tenho certeza que sim. Está tudo entre seus ouvidos – todas aquelas músicas; há cerca de duzentas músicas lá”. E, sim, eu acho que também é isso que mantém uma banda reconhecível. No nosso caso, começamos com Rob [Halford, vocais] e os quatro músicos, e todos nós temos nosso próprio estilo e preferências. Juntando tudo, se torna o JUDAS PRIEST – Então sempre será a mesma coisa – com algumas diferentes técnicas de gravação, diferentes guitarras, amplificadores, qualquer coisa, mas com aquela coisa básica, pequena e primordial, que sempre estará lá, e que continuará lá até acabarmos. Sim, elas vão aparecer de vez em quando [as ideias antigas], mas não é reconhecível, é claro. Bem, pode ser para os outros, mas não para nós. Deve ser subconsciente, é algo em que não pensamos”.

    Ele continuou: “Com cada álbum, sempre tentamos torná-lo um pouco diferente e tentamos melhorar. Ainda estamos aprendendo – depois de todos esses anos, ainda estamos aprendendo.

    “Então não, de verdade – nós não vivemos no passado”, acrescentou. “Não pensamos: ‘precisamos de uma música que soe como essa do último álbum’. Nós apenas seguimos em frente, vemos o que sai no final do dia, e então seguimos adiante”.

    O álbum mais recente do JUDAS PRIEST, Firepower, entrou na parada Billboard 200 na posição número 5, tornando-se o álbum mais bem posicionado da banda em toda a sua carreira. Edições avulsas, assinatura física e digital. Conheça a nossa Roadie Crew Shop – acesse https://roadiecrew.com/roadie-shop
  • GAGGED lança clipe de “Cidade sem lugar” com críticas ao caos político

    GAGGED lança clipe de “Cidade sem lugar” com críticas ao caos político

    Das ruas às manchetes de jornais, o cotidiano nas grandes cidades ao redor do Brasil e do mundo constroem paradoxos. Do amável ao desagradável, do prazeroso ao perigoso, trata-se de um lugar que pulsa como a vida e cujas demandas são perfeitos dilemas da contemporaneidade. Este é o diálogo proposto na música e na inteligente letra de cunho sócio-política de ‘Cidade sem lugar’, novo single da banda de hardcore melódico Gagged que agora também estreia em forma de videoclipe. Assista aqui:

    Dirigido e produzido por Deivide Leme, da Couraça Filmes, o clipe de ‘Cidade sem Lugar’ mostra a banda tocando em uma caixa forrada por papel jornal, do chão ao teto. A estética está diretamente conectada à mensagem da música, que aborda os absurdos naturalizados e a desumanização cotidiana em São Paulo. Apesar da referência à capital paulista, é sobre a realidade de grandes metrópoles, mas a mensagem é facilmente aplicada ao Rio de Janeiro, Curitiba, Buenos Aires ou qualquer grande centro do mundo subdesenvolvido latino americano.

    Junto ao videoclipe, a banda também disponibiliza o making of da produção, que pode ser conferido aqui:

    A produção do clipe durou um dia inteiro para a colagem dos jornais na estrutura em forma de cubo, realizada pela própria Gagged junto ao diretor. No decorrer do vídeo, manchetes saltam à tela para apontar injustiças sociais e o caos promovido pela insensibilidade de políticos. Os jornais, que apresentam uma visão fragmentada, por vezes distorcida, da vida cotidiana são justapostos como numa tentativa de reconstrução da realidade.

    “É uma das consequências das relações permeadas predominantemente pela lógica do dinheiro. Tudo aquilo que foge da lógica da eficiência, tudo aquilo que apresenta a imperfeição humana, tudo aquilo que contesta – ou emperra – o ritmo da ‘máquina’ é rechaçado, rebaixado, marginalizado”, aponta o vocalista Zeca.

    Da agressividade do punk à velocidade do hardcore e a complexidade dos arranjos e da composição do rock, ‘Cidade sem lugar’ é a síntese da nova fase da Gagged. Em 2018, a banda do interior de São Paulo chega madura para o lançamento do novo álbum, que será anunciado em breve, junto a um livro que conecta o punk rock a uma análise política da realidade contemporânea.

    Fonte: Tedesco Comunicação e Mídia

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  • ANIVERSARIANTES DA SEMANA (08-14 de abril de 2018)

    ANIVERSARIANTES DA SEMANA (08-14 de abril de 2018)

    Domingo, 08 de abril de 2018

    JUDAS PRIEST – Sin After Sin [1977]

    Terceiro álbum de estúdio da lenda do metal britânico, Sin After Sin é um marco do heavy metal, presença frequente nas listas de melhores de todos os tempos, e provavelmente, é o disco do JUDAS PRIEST mais conhecido pelos fãs do SLAYER. Sin After Sin chegou aos 41 anos.

    RAINBOW – Long Live Rock ‘n’ Roll [1978]

    Terceiro álbum de estúdio do RAINBOW, e o último disco de estúdio da banda ao lado do vocalista Ronnie James Dio (falecido em 2010). Clássico de ponta a ponta, o álbum conseguiu chegar apenas a 7ª posição na UK Albums Charts no ano do lançamento. Long Live Rock ‘n’ Roll chegou aos 40 anos.

    Segunda-feira, 09 de abril de 2018

    PUNGENT STENCH – For God Your Soul… For Me Your Flesh [1990]

    Considerado um dos principais nomes do metal extremo austríaco de todos os tempos, o PUNGENT STENCH chegava ao seu primeiro álbum em 1990, imediatamente alçado ao nível de clássico do extremismo. For God Your Soul… For Me Your Flesh chegou aos 28 anos.

    Terça-feira, 10 de abril de 2018

    DARK ANGEL – Act III [1990]

    Como o título do álbum já mostrava, este é o terceiro disco completo de estúdio do DEATH ANGEL, um dos mais célebres nomes do suntuoso thrash metal da Bay Area.  Act III sucedeu os bem sucedidos The Ultra-Violence (1987) e Frolic Through The Park (1988), e chegou aos 28 anos.

    Quarta-feira, 11 de abril de 2018

    WHITESNAKE – Come an’ Get It [1981]

    O quarto álbum completo da banda capitaneada pelo louvado vocalista David Coverdale fez bonito no ano de seu lançamento, chegando a terceira posição nos charts finlandeses, e ao segundo lugar nas paradas do Reino Unido. Come an’ Get It chegou aos 37 anos.

    IRON MAIDEN – Seventh Son of a Seventh Son [1988]

    Embalado por uma sequência de álbuns que colocou a banda no topo do cenário mundial do heavy metal, os ingleses do IRON MAIDEN chegaram ao seu sétimo disco completo de estúdio em 1988 forjando mais um clássico atemporal. Seventh Son of a Seventh Son chegou aos 30 anos.

    CANNIBAL CORPSE – The Bleeding [1994]

    Talvez o mais reconhecido dos nomes do death metal, o CANNIBAL CORPSE já desfrutava de um nome infame em 1994, e com seu quarto álbum (o último com o vocalista Chris Barnes), conseguiu levar ainda mais longe a sua desgraça sonora. The Bleeding chegou aos 24 anos.

    Sexta-feira, 13 de abril de 2018

    ACHERON – Rites of the Black Mass [1994]

    O poderoso trio norte-americano ACHERON já dispunha de uma boa reputação entre os fãs de death/black metal por conta de suas demos, mas foi com este debut que eles definitivamente marcaram seu lugar entre os grandes do estilo. Rites of the Black Mass chegou aos 26 anos.

    ASPHYX – The Rack [1991]

    O vocalista holandês Martin Van Drunen já era conhecido dos fãs de metal extremo pelos históricos dois primeiros álbuns do PESTILENCE, mas é inegável que foi no ASPHYX que ele encontrou seu auge. The Rack é o álbum de estreia do ASPHYX, e chega aos 27 anos.

    Sábado, 14 de abril de 2018

    INCUBUS – Serpent Temptation [1988]

    Sim, haviam muitas opções clássicas para fechar a lista desta semana, mas certamente o fã de death metal vai gostar de ver este clássico cult sendo lembrado. Debut do INCUBUS (que mais tarde mudaria o nome para OPPROBRIUM), Serpent Temptation chegou aos 30 anos.

  • GUS G. sobre reunião de OZZY com ZAKK WYLDE: “Eu sabia que ia acontecer”

    GUS G. sobre reunião de OZZY com ZAKK WYLDE: “Eu sabia que ia acontecer”

    O virtuoso guitarrista grego Gus G., que tocou por oito anos na banda de Ozzy Osbourne (a jornada terminou no início de 2017), disse que “sempre voltaria e tocaria” com o eterno vocalista do BLACK SABBATH.

    Foi anunciado em abril passado que Zakk Wylde estaria se juntando ao grupo de apoio de Ozzy para todas as suas próximas apresentações ao vivo. A formação da banda OZZY OSBOURNE também inclui Rob “Blasko” Nicholson no baixo, Tommy Clufetos na bateria e Adam Wakeman nos teclados.

    Gus G., que tocou no último álbum de estúdio de Ozzy, Scream (2010), disse em uma nova entrevista com o ‘Metal Wani’ que ele tinha um pressentimento de que Ozzy e Zakk acabariam se reunindo. “Eu definitivamente pensei que em algum momento ia acontecer”, disse ele. “Não é como se eu tivesse tomado o posto como garantido desde o primeiro dia. Há muita história entre aqueles dois, e em algum momento, eu sabia que algo ia acontecer.”

    Ele continuou: “Obviamente, em 2012, tivemos os shows Ozzy & Friends, então Zakk foi pra estrada com a gente, e ele estava tocando novamente com o Ozzy. Todos nós nos entendemos bem, você sabe. Zakk me apoiou muito. Então, para mim, esta é a banda do Ozzy, e ele pode tocar com quem ele quiser. E é claro, levando em consideração que esta é a turnê de despedida dele, é legal ele estar trazendo de volta um de seus guitarristas icônicos.”

    Perguntado se ele consideraria tocar com Ozzy de novo, seja em uma jam ou em uma turnê, Gus disse: “Eu não sei, cara. Eu sempre faria uma jam com ele. A porta está sempre aberta. É como eu disse, nós tocamos todos juntos no mesmo palco antes – nós fizemos isso muitas vezes na turnê Ozzy & Friends, então se em algum momento houver um convite para isso, sim, cara. Apesar de que, na banda do Ozzy sempre houve um guitarrista, então quem sabe?

    “A coisa é que, quando ouvi a notícia de que isso estava acontecendo” – referindo-se à reunião de Ozzy com Zakk – “deixamos a porta aberta. Sharon [esposa e gerente de Ozzy] me disse: ‘Você nunca sabe o que vai acontecer no futuro’ Então, eu disse: ‘Sim’. Eu nunca fecho nenhuma porta. É um negócio tão pequeno que não há espaço para fazer inimigos.”

    O novo álbum solo de Gus G., Fearless, será lançado em 20 de abril pela AFM Records. A continuação de Brand New Revolution, de 2015, marca seu primeiro lançamento desde a saída do grupo de Osbourne.

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