A banda de Death Metal KHROPHUS já se prepara para mais uma semana destruidora de shows no estado catarinense.
O grupo se apresenta hoje, dia 10/05/2018, no General Lee em Florianópolis, ao lado das banda Abatter e Toxic Rotten, veja:
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Link do evento no Facebook par amais informações: https://www.facebook.com/events/165264244162855/Já no fim de semana, dia 12/05, o KHROPHUS viaja até a cidade de Rio Negrinho/SC, onde acontecerá o ‘Samuhell – The Black Vomit’, evento em memória de Samuel Silva (fã de Metal e apoiador da cena na região, assassinado injustamente), visando arrecadar fundos para a família da vítima. Estão confirmadas neste evento também as bandas Violent Curse, Tressultor, Putrefication, Exylle e Battalion, confira:
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Link do evento no Facebook para mais informações: https://www.facebook.com/events/2049433151753104/
Em outras notícias, o KHROPHUS estará disponibilizando toda sua discografia dentre as principais plataformas digitais, via Sangue Frio Records, em breve mais informações!
Assista a performance da banda no Palco Célula:
O SLAYER embarcará na parte europeia de sua turnê de despedida na primavera. O apoio na jornada virá das bandas LAMB OF GOD, ANTHRAX e OBITUARY.
Os ingressos para a parte alemã da turnê estarão à venda na quinta-feira, 17 de maio às 10h (CEST) e para a perna do Reino Unido na sexta-feira, 18 de maio, às 9h00 (GMT).
Em janeiro passado, o SLAYER anunciou que faria uma última turnê ao redor do mundo para agradecer aos fãs por todo seu apoio ao longo dos anos, por fazer as últimas três décadas e meia repletas de bons momentos e experiências inesquecíveis.
Tom Araya tem sido bastante enfático nos últimos anos sobre seu crescente desgosto pelo estilo de vida em turnê e seu desejo de passar mais tempo com sua esposa e filhos em casa. “Chegou uma época em que eu me tornei um homem de família e tive dificuldades para ir e voltar”, disse ele em uma entrevista em 2016. “E agora, neste estágio, no nível em que estamos agora, eu posso fazer isso; posso voar para casa quando quiser, em dias de folga, e passar algum tempo com minha família, o que é algo que eu não era capaz de fazer quando [meus filhos] estavam crescendo. Agora eles estão mais velhos e maduros. Então agora eu aproveito isso”. Araya acrescentou: “Sim, fica cada vez mais difícil voltar para a estrada.”
Em fevereiro, a esposa de Kerry King, Ayesha, disse que os fãs “sempre terão a música dele”, mesmo depois que o SLAYER chegar ao fim.
King disse em entrevistas anteriores que seus trabalhos musicais pós-SLAYER não seriam muito diferentes daquilo que os fãs se acostumaram a ouvir dele.
Os californianos do BLEEDING THROUGH lançarão um novo álbum de estúdio, Love Will Kill All em 25 de maio via SharpTone Records.
O videoclipe oficial do segundo single do disco, Fade Into The Ash, pode ser visto abaixo.
O vocalista, Brandan Schieppati, comentou: “Depois de cinco anos ausentes, percebemos que o coração do BLEEDING THROUGH ainda está batendo.
“Nós sentimos que uma das melhores coisas que poderíamos ter feito era nos afastarmos e nos concentrarmos em outros aspectos de nossas vidas, deixar a poeira baixar no BLEEDING THROUGH, como as pessoas nos conheciam.
“Nossa motivação para escrever o disco foi puramente por causa de nossa paixão pela nossa música – o sangue criativo que corre em nossas veias, algo que não mudou desde 1999.
“Sinto que nossa criatividade e paixão estão sendo representadas neste novo álbum, Love Will Kill All. Nós sentimos que a música é a expressão máxima e, quer as pessoas queiram ou não, sentimos a necessidade de nos expressar novamente. A beleza é que ninguém pode impedir que isso aconteça.
“Por tantos anos, senti que o BLEEDING THROUGH foi uma banda que foi encerrada por causa dos interesses de outras pessoas na banda, seja de negócios ou pessoal. Eu apenas me senti preso pelos negócios da indústria e pela percepção externa.
“BLEEDING THROUGH é sobre a música e as pessoas que gostam disso. Isso foi perdido por um tempo e agora foi reencontrado.”
O último álbum do BLEEDING THROUGH, The Great Fire, foi lançado em janeiro de 2012, via Rise Records.
O sueco GRAVEYARD lançou mais um videoclipe do seu aguardado álbum de retorno, Peace. Você pode conferir abaixo o video oficial para a música The Fox.
Peace foi gravado no Park Studios em Estocolmo com o produtor Chips Kiesbye (HELLACOPTERS, MICHAEL MONROE, NOMADS) e o engenheiro Stefan Boman (BURT BACHARACH, ALICE COOPER, DEF LEPPARD).
A banda comentou: “Como vocês devem saber, nós temos feito algumas viagens ultimamente. De muitas maneiras e em muitos níveis. O bom é que trouxemos de volta algumas coisas para todos vocês. Aqui está uma primeira lembrança da estrada para Peace.”
Peace já está disponível em pré-venda, em vários formatos, e será lançado em 25 de maio pela Nuclear Blast.
O GRAVEYARD anunciou seu retorno em janeiro de 2017, apenas quatro meses depois de dizer que a banda estava acabando. A nova formação do grupo não inclui o baterista Axel Sjöberg, que aparentemente está se concentrando em sua nova banda, o BIG KIZZ. Ele foi substituído por Oskar Bergenheim.
Entre o final de maio e começo de junho, o Odin’s Krieger Fest realiza a Wolfenforest Edition com duas atrações internacionais de peso, com trajetórias de sucesso no meio da música folk/medieval mundial. Faun, o supergrupo da Alemanha e ícone da música medieval, ao lado do Metsatöll, pioneira banda de folk metal da Estônia, se apresentam juntas em Porto Alegre (30/5), Curitiba (31/5) e São Paulo (3/6).
Ainda restam alguns poucos ingressos para as três edições do Odin’s Krieger Fest com Faun e Metsatöll. Em Porto Alegre, estão no 3º lote! Em São Paulo, o mezanino Open Bar está completamente esgotado e prestes a virar do 2º para o 3º lote, com previsão de casa lotada. Em Curitiba, existem poucas unidades de 2º lote.
O Faun volta ao Brasil no melhor momento da carreira. Lançaram em fevereiro deste ano o álbum XV – Best Of, que abrange toda a vitoriosa carreira iniciada no início dos anos 2000 com a mistura da música folclórica pagã com música medieval. Este registro ainda traz uma inédita, ‘Feuer’, que em pouco tempo já se tornou hit e também ganhou uma versão cantada em inglês.
Quem já viu o Faun ao vivo sabe como são únicos em palco, com detalhado jogo de luzes e sonorização perfeita entre todos os instrumentos tradicionais medievais e, vez ou outra, modernizados com samplers.
Odin’s Krieger Fest – Wolfenforest fica ainda mais especial com o Metsatöll, que enfim se apresenta no Brasil. A rusticidade e potência entre o folk e o metal fizeram estes estonianos ganhassem o mundo desde o início de carreira, no final dos 90. Ainda hoje são lembrados como uma das mais originais bandas de folk metal, com precisos flertes ao thrash metal.
A turnê brasileira será um aquecimento para o Faun à extensa agenda de volta à Europa, com cerca de 14 shows entre julho e setembro na Alemanha, Polônia, Holanda e Rússia. Na terra natal, a banda ainda tem mais sete shows especiais com repertório do XV – Best Of.
Já o Metsatöll é um dos destaques no dia 15 de junho do importante festival Zobens un Lemess 2018, na Letônia, ao lado de outras lendas do folk metal, como Moonsorrow, Skyforger, Gods Tower, Cruachan, entre outras.
Eduardo de Souza Bonadia, Editor/redator da Strike Virtual Metal Magazine e apresentador do StrikeCanal, e que tem um vasto currículo no Heavy Metal/rock, co fundador da revista Rock Brigade, participante dos documentários Brasil Heavy Metal, Guerrilha-A trajetória da Dorsal Atlântica e Headbanger Voice, e que viveu e vivenciou toda a história do Heavy Metal em nosso país e também a nível mundial, está no momento escrevendo sua autobiografia, sem título e data de lançamento definidos aonde está descrevendo fatos importantes do cenário musical e da sua própria até agora inéditos.
E se você tiver material dos anos 70/80/90 como flyers de shows, etc pode contribuir enviando por e-mail: [email protected] e com certeza seu nome constará dos agradecimentos!!!
O Sculpture acaba de lançar seu Debut chamado “To Another Place”, um trabalho ousado e muito original que está tendo uma aceitação muito boa no underground. Nesta entrevista o Victor Prospero nos fala mais à respeito deste projeto e do trabalho recém lançado. “E até agora tudo está dando tão certo que até assusta um pouco (risos)”.
Ao ouvir o CD To Another Place, me deparei com um som que pra mim até então é inédito. Como surgiu a ideia para formar o Sculpture?Victor Prospero – O projeto foi idealizado pelo Willian, o cara é uma fábrica de riffs. Um dia ele me falou que tinha a ideia de fazer um futuro projeto de black metal instrumental e já tinha até algum material separado. Eu achei a ideia sensacional pois sempre achei que pra uma banda se destacar, ela precisa ter uma identidade forte e eu não conhecia nenhuma banda de metal extremo instrumental. Além disso, nós somos amigos muito próximos e todas as ideias, sejam musicais ou não, sempre bateram. Assim começou o Sculpture.
Notei muitas influências musicais neste trabalho, uma mistura primorosa de vários estilos dentro do Metal. Qual foi o conceito na criação deste trabalho?Victor Prospero – Acredito que o Sculpture é uma banda que trabalha focada na transição de climas. Tentamos transitar de um clima sereno para um clima agressivo, depois do agressivo para um clima triste e assim por diante. Daí usamos de nossas influencias, que são bastante variadas, para criar o clima que nós imaginamos. Nós nunca pensamos em um estilo bem definido para rotular o Sculpture. O resultado final soa mais black metal por ser o estilo que a gente mais ouve, mas não temos medo de, por exemplo, ter uma musica que soe mais heavy, mais thrash ou mais prog. Como costumamos dizer, o sentimento deve estar acima de tudo.
Pelo que sei, este projeto não pretende fazer apresentações ao vivo…Victor Prospero – Quando nós começamos o Sculpture, nossa única intenção era ter um processo tranquilo e sem nenhuma ‘pressão’ externa. Costumo dizer que o Sculpture era a nossa cervejinha de domingo. A gente se reunia, dava umas risadas, tomava uma e escrevia uns riffs, tudo realmente sem nenhuma pretensão. No entanto, quando a nossa gravadora ofereceu o convite de lançamento, eles sugeriram que fizéssemos uma apresentação ao vivo para uma festa de lançamento. Daí eu chamei o pessoal da minha outra banda para tocar com a gente e deu tão certo que fomos convidados para fazer a abertura para o show do Master´s Hammer. Nós topamos por a banda já estar ‘afiada’, mas a ideia é realmente o Sculpture voltar a ser como era até mesmo para manter a espontaneidade nas nossas próximas músicas.
Foto por: Claudio Higa
Você e o Willian são membros de respeitadas bandas extremas. Como está sendo a receptividade do público?Victor Prospero – A recepção tem sido muito boa. Na verdade, tudo está sendo bem maior do que nós imaginávamos. Como eu falei anteriormente, o Sculpture era um projeto realmente despretensioso. Nós nunca pensamos em coisas do tipo ‘como será que isso soaria ao vivo?’ ou ‘o que será que vão dizer?’. E até agora tudo está dando tão certo que até assusta um pouco (risos).
O CD foi lançado em um formato não muito usual, mas que vocês fizeram uma produção belíssima. De quem partiu a ideia de realizar esse lançamento no formato Digifile?Victor Prospero – Quando terminamos de gravar as músicas, começamos a pensar em como deveria ser o formato físico. Como achamos a música bastante diferente das coisas que nós ouvimos, imaginamos que a arte também deveria ser diferente e deveria transmitir de alguma forma as sensações passadas pelas músicas. Daí, o Willian que trabalha profissionalmente com projetos gráficos idealizou a coisa toda. Participei apenas da idealização do logotipo, que foi desenhado pelo Felipe Oliveira.
Vocês são ótimos músicos… quais são suas principais influências? Quais bandas/músicos que te inspiram?Victor Prospero – Poxa, muito obrigado pelo elogio. Vou citar algumas bandas que ouvimos bastante durante o processo de criação e outras que tínhamos como bagagem que eu acredito que acabaram influenciando o nosso som: Dawn, Woods of Desolation, Sühnopfer, Harakiri for the Sky, Mare Cognitum, Mgła, Sivyj Yar, Rush, Thy Light, Iron Maiden e Desaster.
No CD a bateria programada soa tão natural que se eu não tivesse lido as informações no encarte jamais perceberia. Por que a idéia de usar este recurso já que você é também é baterista?Victor Prospero – Quando começamos o Sculpture, meu homestudio ainda era bem pequeno e eu não tinha recursos suficientes para captar o som de uma bateria. Além disso, apesar de meu primeiro instrumento realmente ter sido a bateria quando eu tinha 9 anos de idade, eu parei de tocar a muitos e muitos anos. Então para ter um bom resultado, teríamos que chamar um bom baterista para tirar as músicas e alugar um bom estúdio para captar a bateria. Tudo isso demandaria muito tempo, muito dinheiro e talvez o que nós sempre combatemos radicalmente dentro do Sculpture: o stress.
O fato de ser baterista foi um fator determinante para que execução ficasse tão realista?Victor Prospero – Com certeza. Hoje em dia os softwares de programação de bateria são incrivelmente realistas. O que costuma fazer com que ela não soe natural é a falta de atenção a dois fatores: A escrita e a mixagem, mas costumo ver mais problemas na escrita. Na hora de escrever, é importante saber escolher o kit de bateria e deve-se sempre pensar em como o baterista toca, mas não nas notas em que ele bate. Deve-se respeitar a dinâmica. Por exemplo, se o baterista for destro, nas viradas o braço direito bate um pouco mais forte que o esquerdo. Além disso tem a pulsação do chimbau e do ride. Também é interessante deslocar um pouco as notas, afinal nenhum baterista toca tão perfeito quanto um robô.
Foto por: Claudio Higa
O que podemos esperar para o futuro do Sculpture? Vão vir mais trabalhos incríveis como To Another Place?Victor Prospero – Nós já anunciamos que iremos divulgar uma nova música em breve e além disso temos um novo lançamento internacional e outros planos que fecham a nossa agenda para 2018. Nós levamos um bom tempo até amadurecer a nossa identidade e por isso o Another Place demorou quatro anos para sair. Nosso plano é lançar sim um novo disco completo e temos certeza que ele será mais maduro e sairá em menos tempo.
Este trabalho por ser instrumental causou alguma reação estranha por parte do público?, Pra mim foi uma surpresa e muito boa, no meu ponto de vista – Original.Victor Prospero – Quando começamos a mostrar algumas músicas para os amigos mais próximos não me lembro de nenhum deles apoiar a ideia da banda ser instrumental (risos). Quase sempre diziam “isso com um vocal de tal jeito ficaria animal…” ou “isso pede um vocal…”. Mas surpreendentemente, após o lançamento oficial no último dia 5, muita gente têm curtido a banda justamente por ela ser instrumental. Isso é tão inesperado quanto gratificante além de ser um belo incentivo para nos mantermos assim.
Este trabalho será distribuído internacionalmente?Victor Prospero – O álbum foi lançado e distribuído exclusivamente pela Hammer of Damnation. Eles têm uma filial nos Estados Unidos e já fazem uma distribuição mundial bastante robusta em seus lançamentos. Além disso, nós disponibilizamos o álbum completo em todas as plataformas digitais.
Muito Obrigado por toda sua atenção e espero poder ouvir em breve outros trabalhos do Sculpture…Victor Prospero – Eu é que agradeço a oportunidade de conceder essa entrevista. Agradeço também o interesse e apoio de todos. Para quem se interessar, podem entrar em contato conosco através de nossa página no facebook/SculptureInstrumentalBr ou através do site de nossa gravadora www.hodrecs.com.
O vocalista do RATT, Stephen Pearcy, definiu View To a Thrill como o título de seu quinto álbum solo, que será lançado no final do ano pela Frontiers Music Srl. A continuação de Smash de 2017 foi produzida por Matt Thorne e Pearcy, e está sendo mixado e masterizado pelo guitarrista Erik Ferentinos, colaborador de longa data de Thorne e Stephen.
Em 2017, Pearcy conversou com a ROADIE CREW (ed. #220), e comentou seu trabalho em estúdio com a sua banda solo, para o álbum Smash:
“Cada música recebeu o mesmo cuidado. Algumas, nós ficamos pensando se deveríamos mudar algo nelas, mas vimos que não tinha o que mexer. Não tem mágica: algumas músicas são o que são e não há o que possamos fazer a respeito. Mas algumas sofreram mudanças. Algumas eu mudei a letra inteira. Algumas eu resolvi em horas, outras levaram semanas. Mas eu queria diversidade. Queria que o disco fosse coerente, com começo, meio e fim.”
Ele também comentou como se sente com o renovado RATT:
“Está tudo bem, mas eu não chamaria de versão renovada. Eu diria que o Ratt está voltando e cuidando da sua carreira. Já fiz as demos de umas duas músicas novas e espero começar a trabalhar num novo disco ainda este ano para lançar em 2018”
STEPHEN PEARCY, WARREN DE MARTINI (guitarra) e JUAN CROUCIER (baixo), três dos membros da formação clássica do RATT, se uniram em 2016 para um show surpresa no MONSTERS OF ROCK CRUISE. A banda é completada pelo guitarrista CARLOS CAVAZO (ex-QUIET RIOT) – que gravou Infestation (2010), álbum mais recente do Ratt – e o baterista JIMMY DEGRASSO, que já passou por MEGADETH, WHITE LION e outros.
Para quem ainda não percebeu, o Schirenc Plays Pungent Stench, que se apresenta no Festival Setembro Negro, é nada menos que Martin Schirenc, o vocalista e guitarrista da lendária banda austríaca Pungent Stench, que foi uma das mais importantes formações do Death Metal mundial no começo dos anos 90. A formação clássica do Pungent Stench trazia Don Cochino – como Martin era conhecido – (vocais e guitarra), Jacek “Pibull Jack” Perkowski (baixo) e Alexander “Rector Stench” Wank (bateria).
Enquanto o Pungent Stench passa por alguns problemas judiciais de disputa do nome, o Schirenc Plays Pungent Stench apresentará TODOS OS CLÁSSICOS do Pungent Stench na volta do festival Setembro Negro, em sua 12ª edição (que acontecerá nos dias 29 e 30/09), e contará também com as bandas Aeternus, Coven, Enthroned, Morbid Saint, Purgatory, Razor, Vulcano, At The Gates, Taake, Wolfbrigade, Amen Corner, Decomposed God, Human Atrocity, Infested Blood e Manger Cadavre.
Para mais informações, siga a página do evento no Facebook:
Além de Martin “Don Cochino” Schirenc (vocal e guitarra), a banda que vem ao Brasil é formada por Danny Vacuum (baixo e backing vocals) e Mike G. Mayhem (bateria).
O Pungent Stench é uma das bandas mais doentias do Metal extremo mundial e é responsável pela concepção de clássicos como “For God Your Soul… for Me Your Flesh” (90),”Been Caught Buttering” (91), “‘Club Mondo BizarreFor’ Members Only” (94), “Masters of Moral – Servants of Sin” (01), “Ampeauty” (04) e “Smut Kingdom” (18).
Além do Pungent Stench, Martin Schirenc tambpem integra/integrou as bandas Hollenthon, Zombie Inc. e Kreuzweg Ost.
O show que a banda realizará no Setembro Negro, é um dos quatro que eles farão em 2018. Portanto, não desperdice a chance única de ver os clássicos do Pungent Stench pela primeira vez no Brasil.
O tão aguardado novo álbum da cantora alemã Doro Pesch será lançado em 17 de agosto pela Nuclear Blast. O 20º LP de DORO, Forever Warriors, Forever United será um grande marco para a carreira da vocalista, seu primeiro álbum duplo de estúdio, e que trará 24 músicas novas, incluindo algumas surpresas impressionantes.
A capa do álbum foi mais uma vez criada pelo artista favorito de DORO, Geoffrey Gillespie. Ele retrata Doro no meio de um enxame headbangers selvagens exalando atitude, poder e vibrações positivas.
“A capa e o título formam uma unidade perfeita”, explica Doro, “exatamente como deveria ser. Tudo se encaixa perfeitamente com as músicas, que também abordam alguns temas políticos”.
“Há alguns grandes hinos no álbum, inúmeras músicas pesadas, assim como melodias que aquecem o coração! O álbum deve transmitir poder para você, então ele contém muita energia!”
Doro continua: “Em Forever Warriors, Forever United, haverá muitos heróis do rock. Os fãs já podem ficar curiosos sobre os muitos músicos convidados envolvidos.”
Os fãs notarão que o primeiro single, All For Metal, contará com vários heróis do metal, que também poderão ser vistos no próximo videoclipe, que será lançado em maio. “É um grande hino, acho que no mesmo nível da [canção clássica do WARLOCK],All We Are – com todos cantando nela”, disse Doro. “Vai ser muito, muito bom. Ela é fisgante pra caramba”
O guitarrista Doug Aldrich (WHITESNAKE, DIO, THE DEAD DAISIES) e o ex-guitarrista do WARLOCK, Tommy Bolan – que também contribuiu para o aclamado LP Triumph & Agony” em 1987 – farão parte do novo álbum.
De acordo com Doro, a primeira música que ela escreveu para o novo álbum é uma faixa dedicada ao icônico líder do MOTÖRHEAD e seu amigo de longa data, Ian “Lemmy” Kilmister. “Chama-se Living Live to the Fullest”, diz ela.
Seguindo a tradição, haverá também uma música em alemão no álbum – uma faixa midtempo abordando o tema da amizade profunda, assim como feito há anos em Für Immer.
A muito aguardada continuação de Raise Your Fist, de 2012, será o primeiro lançamento da cantora alemã desde o single Love’s Gone To Hell, de 2016. No ano passado, Pesch celebrou o 30º aniversário do álbum Triumph And Agony, do WARLOCK, apresentando o álbum na íntegra em shows selecionados em todo o mundo.