Categoria: Roadie News

  • CLUTCH: Confira o ‘lyric video’ de “Gimme The Keys”

    CLUTCH: Confira o ‘lyric video’ de “Gimme The Keys”

    O ‘lyric video’ oficial de Gimme The Keys, uma nova música do CLUTCH, pode ser visto abaixo. A faixa é tirada do próximo álbum da banda, Book Of Bad Decisions, que deve ser lançado em setembro. O disco foi concluído no estúdio Sputnik Sound, em Nashville, Tennessee, com o produtor Vance Powell.

    Falando com o apresentador do ‘The Liquid Conversations’, Shawn SixX, o vocalista do CLUTCH, Neil Fallon, falou sobre a experiência de trabalhar com Powell: “Ele é um de nós. Ele foi para a estrada conosco por três ou quatro dias, e sua filosofia era apenas colocar microfones na frente dos gabinetes, gravar a banda todos juntos em uma sala. Uma coisa realmente simples, e que foi se perdendo com o tempo. E o álbum, ouvindo-o agora, sei que vai ser um retrato realmente honesto e preciso de como músicas vão soar no palco “.

    Perguntado sobre como Book Of Bad Decisions se compara a Psychic Warfare, de 2015, Fallon disse: “Acho que é mais despojado em alguns aspectos. Há uma gama mais ampla de tempos. Há mais músicas; há 15 delas lá. Neste sentido, eu estou tão envolvido com o álbum por tanto tempo, que eu meio que não consigo ver a floresta através das árvores; eu tenho que dar um passo para trás, me distanciar um pouco, para entender o que é esse disco, se isso faz algum sentido”.

    Psychic Warfare debutou na posição 11 do chart Billboard 200.

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  • KROMORTH – participa do split chamado “Inverse Inquisition”

    KROMORTH – participa do split chamado “Inverse Inquisition”

    O split chamado “Inverse Inquisition” com as bandas Kromorth e Hell’s Ambassador está com lançamento previsto para o segundo semestre deste ano. Este lançamento contará com a participação de vários selos e neste álbum serão apresentados 4 músicas inéditas de cada banda. O Kromorth anunciou que estas músicas também estarão em seu próximo álbum. Ambas as bandas fazem parte do cast do selo Diabolicum Productions  e a capa foi assinada pelo renomado artista Emerson Maia. Vamos aguardar!!!

  • LIVING COLOUR – São Paulo/SP, 11 de maio de 2018

    LIVING COLOUR – São Paulo/SP, 11 de maio de 2018

    Desde a última passagem pelo Brasil, quando se apresentou no Rio de Janeiro pela quinta edição do mega festival “Rock in Rio” e em São Paulo no Bourbon Street, o Living Colour levou longos cinco anos para retornar. Dessa vez o grupo nova-iorquino fez uma única apresentação no país, novamente em São Paulo, agora para divulgar seu novo álbum, o bastante elogiado “Shade”, sexto de sua brilhante carreira, que já dura 34 anos (descontando o período de inatividade entre 1995 à 2000). E é curiosa – embora compreensível – a relação de amor entre o Living Colour e o público brasileiro, que desde sempre abraçou a bem administrada mistura sonora da banda, que funde, com maestria, hard rock, funk, hip hop, jazz fusion e punk, adicionando letras que falam sobre o cotidiano, englobando fatores pessoais e político-sociais e culturais, em que, inclusive, é abordada a questão da segregação racial nos Estados Unidos.

    A Tropical Butantã, que de maneira bem sucedida já vinha acolhendo uma série de shows (Sons of Apollo, Glenn Hughes e Saxon, respectivamente), outra vez se viu completamente lotada. E a euforia tomou conta de cada alma ali presente quando “Runnin’ with the Devil” começou a tocar no som mecânico – tal clássico do Van Halen tem servido de introdução para os shows do quarteto americano. Mas os sorrisos só estamparam as centenas de rostos na pista e nos camarotes mesmo quando o Living Colour surgiu no palco. Com um ‘bottleneck slide’ no dedo, o guitarrista inglês Vernon Reid puxou o riff de “Preachin’ Man”, música do saudoso blueseiro Robert Johnson, que apesar de já ter sido usada como abertura do show feito em São Paulo em 2013, só foi gravada em “Shade”, que fora lançado em setembro último. Apesar de terem começado com um cover, e de levada arrastada, os elegantes Reid e Corey Glover (vocal), mais os despojados Doug Wimbish (baixo) e Will Calhoun (bateria) agitaram os fãs mesmo assim. Mas a coisa melhorou ainda mais com a dobradinha que veio a seguir, formada pelas empolgantes “Middle Man”, em que boa parte do tempo Glover cantou sentado na caixa de som à frente do palco, próximo ao público, e “Desperate People”. Além dessas duas, várias outras estavam por vir para representar o premiado debut “Vivid”, que em 2018 completa 30 anos de seu lançamento.

    Na sequência, foi a vez de o grupo apresentar o novo álbum, e a primeira das músicas pinceladas pra compor o repertório foi a pesada “Freedom of Expression (F.O.X.)”. Sob iluminação e qualidade de som igualmente impecáveis, o quarteto só teve o trabalho de continuar escancarando toda a sua exuberância musical, se permitindo improvisar em várias de suas músicas. O público correspondia cantando em uníssono os vários clássicos que iam sendo executados. De maneira intercalada, outras duas de “Vivid”, “Funny Vibe” e “Memories Can’t Wait” (cover do Talking Heads), se misturaram às bem recebidas “Wall” e “Ignorance is Bliss”, que foram as únicas do terceiro álbum “Stain” (1993) à serem tocadas. Falando em “Wall”, é interessante notar o quão atual é sua letra, que fala de algo bastante aflorado hoje em dia, que é o ódio na sociedade motivado pela diferença entre as pessoas. Nessa, foi de arrepiar quando Glover fez do final um mantra, ao repetir por diversas vezes o refrão que diz: ‘the wall between us all must fall’. A mensagem serviu de reflexão. Já em “Ignorance is Bliss”, em que Glover detonou nos agudos, uma falha no som da guitarra de Reid no decorrer fez com que os talentosos Wimbish e Calhoun improvisassem até que tudo se normalizasse.

    O cover do rapper americano The Notorious B.I.G. para “Who Shot Ya”, um dos singles de “Shade”, caiu muito bem ao vivo, não apenas pelo peso, mas, principalmente, pelo groove vocal de Corey Glover. Aliás, é um absurdo o que esse frontman está cantando. Na contagiante “Open Letter (To a Landlord)”, por exemplo, ele mostrou o quão etérea é a sua voz, e deu um show à parte, fazendo praticamente um solo vocal no início e no final da música, tirando onda de regiões altas e “brincando” com os drives e os falsetes, lembrando até o saudoso Prince. Depois dessa, a vez de brilhar foi de Wimbish, que por alguns instantes fez do palco um lugar só seu. Ele tocou uma música de sua autoria, a bonita instrumental “Swirl”, que integra seu segundo álbum solo, “Cinema Sonics” (2009). Nessa, além de fazer o que bem quis com as quatro cordas, fez uso de loop para gravar algumas bases pra poder solar em cima, experimentou efeitos em sua pedaleira e ainda mostrou que no baixo também é possível solar com os dentes, como alguns guitarristas adoram fazer. Assim que Coulhoun, Reid e Glover retornaram, os quatro deram início a uma jam session, que na verdade se revelou em um dos hits mais esperados pelo público: a dançante “Glamour Boys”. Se o começo improvisado não teve a inesquecível introdução de baixo, ao menos ganhou um riff mais suingado de Vernon Reid e um groove de batera de Calhoun, que foi ressaltado por uma inusitada levada no cowbell. Também no cowbell, num ritmo que lembrou bastante o da música “Temperamental” do Mr. Big, Calhoun deu início a última das novas, “Who’s That”.

    Ainda que o Living Colour não tenha trazido nada de “Collideøscope” (2003) e “The Chair in the Doorway” (2009), não podia faltar no repertório algo do segundo álbum, “Time’s Up” (1990). Assim sendo, o grupo mandou em sequência dois clássicos desse disco que lhe rendeu um Grammy Award: “Love Hears its Ugly Head” e “Type”, que além de ganhar uma versão mais “vitaminada”, teve inserção de trecho da música “Police & Thieves”, do falecido músico jamaicano de reggae Junior Murvin, e um malabarismo vocal de Glover, que em uma das pausas praticou um verdadeiro ‘trava-língua’. Estava demorando, mas finalmente o hino “Cult of Personality” foi tocado. Esse hit-single de “Vivid”, que na época que foi lançado alcançou a 13° posição no chart Billboard Hot 100, 9° no Billboard Rock Album Tracks e em 1990 levou a banda a conquistar seu primeiro Grammy Award, na categoria “Melhor Performance Hard Rock”, fez a Tropical Butantã tremer, tamanha a agitação dos fãs. Na veloz “Time’s Up”, rolou até algumas rodas na pista. Depois dela, foi a vez de a banda mandar um cover para uma das músicas mais manjadas da história do funk: “Get Up (I Feel Like a) Sex Machine”, de James Brown. Pra ser sincero, de tanto essa ser explorada, principalmente em comerciais de TV, confesso que não curti o fato de o Living Colour incluí-la em seu set list. Teria sido mais legal se ao invés dela o grupo tivesse tocado algum de seus muitos outros clássicos, à escolher entre “I Want to Know”, “Broken Hearts”, “Which Way to America”, “Pride”, “Elvis is Dead”, “Go Away”, “Bi”, “Auslander”, “Never Satisfied”, “Nothingness”, “Young Man”, “Behind the Sun”, “Leave it Alone” ou “Solace of You”.

    Próximo do fim do show os holofotes se viraram para o genial Will Calhoun, um dos bateristas mais respeitados que existem. Tudo bem há quem reclame de solos de bateria, mas Calhoun é daqueles que fazem valer à pena, por conta de sua criatividade. Nos primeiros minutos, ele que já vinha debulhando durante as músicas, e sempre tocando com uma pegada bastante forte, prendeu a atenção de todos para o que demonstrou atrás de seu kit, que na parte convencional percussiva de diferente mesmo dispunha de um prato Boomywang de 18”, modelo Shield Vibrato Hybrid, da Hammerax, que tem um som bastante diferente dos tradicionais. Mas a parte mais interessante ficou para o final do solo, em que Calhoun se levantou, revelando seu abadá branco, executou alguns ritmos em seu pad eletrônico Korg Wave Drum com uso de loop e de sons hipnóticos, e depois voltou pra sua bateria, só que agora tocando com baquetas coloridas e iluminadas. Como se não bastasse, ele foi até a frente do palco e despertou a curiosidade do público tocando apenas com as mãos um aFrame, instrumento que nada mais é do que um cilindro de estrutura eletrogênica.

    Quando a banda toda voltou a se reunir no palco, contrariou os que pensavam que o encerramento seria com o tradicional cover de “Should I Stay or Should I Go” (The Clash). A saideira se deu com “Rock and Roll”, do Led Zeppelin, que terminou com trecho de “What’s Your Favorite Colour? (Theme Song)”, outra de “Vivid”. Após duas horas de show, os fãs saíram de alma lavada. Assim como o Ramones e o Motörhead, o Living Colour consegue agregar fãs de diversos estilos, só que com o diferencial de não serem apenas os amantes das vertentes do rock and roll, mas também pessoas que curtem outras praias musicais. Particularmente falando, foi muito bacana a coincidência de me deparar e assistir o show junto com Pepper Keenan, vocalista e guitarrista do Corrosion of Conformity, que no dia seguinte tocaria em São Paulo. Ao encontrá-lo no hotel durante à tarde, para uma entrevista que acabou não rolando devido à um problema na agenda da banda, o informei que a noite o Living Colour tocaria na cidade. Surpreso com a notícia e entusiasmado, Keenan pediu à produção que o acompanhava que o levasse ao show. Enquanto o Living Colour tocava, Keenan agitava o tempo todo e tecia alguns comentários elogiosos. Ele ainda me contou sobre a amizade que tem com a banda, principalmente com Doug Wimbish. Enfim, foi uma noite para não ser esquecida, como acontece todas as vezes que o Living Colour se apresenta no Brasil. Quem já os viu ao vivo por aqui, sabe do que estou falando.

    LIVING COLOUR – Set list:
    1. Intro (Runnin’ With the Devil – Van Halen)
    2. Preachin’ Man (cover de Robert Johnson)
    3. Middle Man
    4. Desperate People
    5. Freedom of Expression (F.O.X.)
    6. Funny Vibe
    7. Wall
    8. Memories Can’t Wait (cover do Talking Heads)
    9. Ignorance is Bliss
    10. Who Shot Ya? (cover de The Notorious B.I.G.)
    11. Open Letter (To a Landlord)
    12. Swirl (Doug Wimbish)
    13. Glamour Boys
    14. Who’s That
    15. Love Rears its Ugly Head
    16. Type / Police & Thieves (cover de Junior Murvin)
    17. Cult of Personality
    18. Time’s Up
    19. Get Up (I Feel Like a) Sex Machine (cover de James Brown)
    • Solo de bateria
    1. Rock and Roll (cover do Led Zeppelin)
    2. What’s Your Favorite Colour? (Theme Song)
  • Björn Strid: “Queremos levar o SOILWORK de volta ao grande público”

    Björn Strid: “Queremos levar o SOILWORK de volta ao grande público”

    Os suecos do SOILWORK entraram recentemente nos estúdios Nordic Sound Lab em Skara, na Suécia, com o produtor Thomas “Plec” Johansson para começar a gravar seu décimo primeiro álbum. A continuação de The Ride Majestic, de 2015, deverá ser disponibilizada na primavera pela Nuclear Blast Records.

    O vocalista Björn ‘Speed’ Strid comenta:

    “Neste novo álbum, voltamos ao básico do heavy metal clássico, mas com um toque de nosso próprio legado sonoro, com melodias melancólicas trabalhadas em um ritmo às vezes furioso e dotado de grande diversidade. As pessoas vão reconhecer a vibração que tivemos nos dois álbuns mais recentes, mas sentimos que levamos o nosso som ainda mais longe, com mais energia, elementos mais obscuros, mas ainda assim estranhamente revigorantes”.

    Ele continua:

    “As sessões de gravação deste álbum foram diferentes de qualquer coisa que fizemos antes. Todos estão muito envolvidos em todo o processo e nos permitimos experimentar mais e ter sonoramente mais opções. Nosso baterista Bastian Thusgaard, que não gravou com a gente anteriormente, trouxe outra dimensão ao nosso som, e ele fez o resto de nós intensificar a nossa maneira de tocar também. E trabalhar com o produtor Thomas “Plec” Johansson (The Panic Room) foi um verdadeiro prazer. Embora tenhamos passado por muitas coisas nos últimos anos, nos sentimos mais como uma unidade do que sentíamos há muito tempo.

    “Nós, como banda, estamos longe de esgotar nossas habilidades criativas e musicais e queremos trazer o SOILWORK de volta para as grandes plateias. Nossos fãs ao redor do mundo podem esperar que a promessa seja cumprida quando nosso ciclo de turnê começar na promoção de nosso próximo álbum”.

    The Ride Majestic foi o último álbum do SOILWORK com o baterista de longa data Dirk Verbeuren, que deixou a banda em julho de 2016 para se juntar ao MEGADETH. Ele foi substituído no SOILWORK por Bastian Thusgaard, do THE ARCANE ORDER.

    Thusgaard comenta: “Estou muito orgulhoso das minhas realizações neste álbum. Eu recebi uma grande liberdade tanto na escrita quanto na gravação. Obviamente, eu queria honrar ‘a vibe de bateria’ que se desenvolveu na banda ao longo do tempo. Ao mesmo tempo, estou muito ciente do fato de que eu sou um baterista diferente dos meus antecessores. Isso é algo que eu realmente queria mostrar, adicionando minha própria vibração ao som da banda”.

    Em 2016, o SOILWORK lançou uma coletânea especial de raridades intitulada Death Resonance, através da Nuclear Blast.

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  • HEAVENLESS aquece fãs com single do novo álbum “Cursed” e conta mais novidades

    HEAVENLESS aquece fãs com single do novo álbum “Cursed” e conta mais novidades

    Em 2015, membros de duas bandas importantes do Nordeste, Bones In Traction e Monster Coyote, se uniram na criação de um dos nomes mais promissores da atualidade em matéria de metal extremo, a Heavenless.

    A aplicação de ideias para o novo grupo rendeu a Kalyl Lamarck (baixo e vocal), Vinicius Martins (guitarra) e Vicente Andrade (bateria) uma ascensão rápida à cena underground com o lançamento de singles, videoclipes e o debut “Whocantbenamed” que, lançado em janeiro do ano passado, ampliou o número de fãs que deram a ele o título de melhor álbum de 2017 em várias votações, conquistando também a imprensa especializada com resenhas unânimes na aceitação.

    Em paralelo, ou como consequência do sucesso, o número de shows realizados pelo Brasil aumentou. Visitando muitas capitais e interior, o auge da vida na estrada culminou com a participação no almejado festival “Abril Pro Rock 2018”, em Recife (PE), onde o trio fez uma apresentação inesquecível na noite em que tocaram MoonspellImmolation e Uganga.

    2018 reserva outro ataque da Heavenless com o anúncio do novo álbum “Cursed”. “É isso! Estamos retomando as gravações”, declara Vicente. “Cursed” foi pensado como um trabalho de poucas músicas, mas apoiadores e amigos sugeriram à banda um álbum completo. “De início, nossa ideia era compor um EP, mas nossos parceiros nos pediram para fazer um full length, daí já temos quatro músicas novas”, revela o baterista.

    Sobre o projeto de divulgação que servirá de suporte ao lançamento do novo álbum, a banda que se encontra em estúdio preparando este próximo CD, avisa a quem interessar que outros materiais serão lançados durante a campanha do disco, e sobre isso o músico adianta algumas informações valiosas. “Vamos inovar nas gravações. Pretendemos gerar muito material nesse segundo semestre, clipe, vídeo, documentários… inclusive do ‘Abril Pro Rock’”, sentencia.

    No dia 16 de março de 2018, a banda apresentou ao público através de seu canal no Youtube, o primeiro single de “Cursed”. Trata-se do lyric video de “Evisceration”. O trabalho teve produção e edição de Marcelo Silva, o mesmo que deu forma ao lyric video de “Soothsayer”, música de “Whocantbenamed”. Em estúdio, o novo single foi produzido por Cássio Zambotto, o mesmo produtor do álbum de estreia.

    Bem mais rápida e com uma pegada mais “core”, “Evisceration” se distingue do padrão adotado em “Whocantbenamed” que é um disco fomentado não apenas no hardcore, como também no groove e death/doom, porém, a antiga receita ainda está valendo e “Eviscenaration” poderá ser apenas uma das canções de mais impacto no álbum, como foi o primeiro single da banda, “Hatred”. “Estamos aperfeiçoando cada vez mais a nossa sonoridade, mas no álbum vai ter sim muito doom e groove, mas tem uma pegada mais hardcore também. Esse lançamento vai ser fantástico, nossos parceiros Black Hole, Rising Records e Voice Music estão nessa conosco, e para os nossos fãs isso significa credibilidade”, encerra o músico.

    Confira o lyric video de “Evisceration”:

    Contato: www.facebook.com/heavenless666
  • JAVALI: mudanças e novo single

    JAVALI: mudanças e novo single

    A alteração do nome do power trio paulista, anteriormente conhecido como Pop Javali, não teria o mesmo impacto se Marcelo Frizzo (vocal e baixo), Jaéder Menossi (guitarra e backing vocals) e Loks Rasmussen (bateria e backing vocals) não mostrassem serviço nessa nova fase da carreira com um novo single e clipe. “Read My Mind”, gravada ao lado de Roggero Chiarinelli e Gustavo Diehl nos estúdios Soulmix, em Piracicaba (SP), traz uma crítica às redes sociais e sua enganosa exposição, que denota o lado negativo da chamada “liberdade de expressão”. “Nela, critica-se a  falsa imagem que as pessoas tentam passar de uma vida que não corresponde à realidade dos fatos. É corriqueiro o comportamento de quem ostenta a falsa condição de ‘glamour’ e intelectualidade que, na verdade, não possui”, explica Menossi, autor da composição. “O clipe de animação computadorizada traz o roteiro baseado na crítica às redes sociais e comportamento humano a ela relacionado”, completa. Com um novo logotipo, concebido por Antonio Celso Barbieri, figura lendária do heavy metal brasileiro nos anos 80 e que atualmente reside na Inglaterra, o novo single serve como aperitivo para o que está por vir. O Javali pode ter encurtado seu nome, excluindo o Pop de Pop Javali, pelo qual era conhecido, mas a força segue a mesma. Criado em 1992, o experiente power trio conta com quatro álbuns lançados – “No Reason to be Lonely” (2011), “The Game of Fate” (2014), “Live in Amsterdam” (ao vivo, 2016) e “Resilient” (2017) – e acumula turnês pelo Brasil e exterior, tendo dividido o palco com lendas como Deep Purple, Uriah Heep, além de Ugly Kid Joe. “O single, que está disponível nas plataformas digitais, como Spotify, Deezer e Google Play, marca a nova fase da banda, agora com o nome Javali e o novo logotipo. Pretendemos lançar até o final do ano um novo álbum de inéditas”, concluiu o vocalista e baixista Marcelo Frizzo.

    Sites relacionados: www.popjavali.com.br www.facebook.com/popjavali Contato para shows e merchandising: [email protected]

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  • SILVER MAMMOTH: confirmada data do lançamento de releitura do Motörhead

    SILVER MAMMOTH: confirmada data do lançamento de releitura do Motörhead

    A banda paulista SILVER MAMMOTH confirmou que disponibilizará, no próximo dia 25 de maio, a sua versão de “White Line Fever”, clássica do Motörhead, em todas as plataformas digitais.

    “White Line Fever” foi registrada pelo SILVER MAMMOTH originalmente para ajudar a compor o track list do tributo “Going To Brazil… The Brazilian Tribute Of Motörhead”. disponibilizado pelo selo britânico Secret Service Records.

    O álbum foi lançado na Europa no seu formato físico no primeiro semestre de 2017, e conta também com as presenças de bandas como: Ratos de Porão, Torture Squad, Claustrofobia, Genocídio, Matanza, Attomica, Nervochaos, entre outras.

    Em paralelo, o SILVER MAMMOTH confirmou que continua com a sua agenda de shows aberta, em suporte ao lançamento do seu novo trabalho, “Silver Mammoth Singles”.

    Para mais informações sobre como contratar o grupo, para shows no Brasil e exterior, basta entrar em contato através do e-mail [email protected].

    Para mais informações sobre as atividades da banda SILVER MAMMOTH e dos demais artistas da empresa, basta entrar em contato com a MS Metal Press através do e-mail [email protected].

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  • GHOST: Sucesso tem a ver com “a quantidade de trabalho que você está disposto a fazer”

    GHOST: Sucesso tem a ver com “a quantidade de trabalho que você está disposto a fazer”

    Durante uma nova entrevista para o programa ‘Meltdown’ da estação de rádio WRIF 101.1 FM de Detroit (USA), o líder do GHOST, Tobias Forge, falou sobre as chaves para ser um artista de sucesso no atual clima musical. Ele disse: “Eu acho que existem inúmeras coisas. Claro, há algum DNA básico na ideia do chamado ‘ponto forte’, no repertório, e no nosso produto que eu acho que o torna apreciável. Porém, eu conheço muitas bandas que têm feito um produto apreciável, por isso nem sempre tem a ver com o quão bom você é, ou quão bem você consegue escrever ou tocar. Acho que também tem a ver com o momento, e com a quantidade de trabalho que você faz para apoiar seu produto”.

    “A razão para muitas bandas não conseguirem, é que elas realmente não entendem que seu trabalho é dividido em duas coisas diferentes”, continuou ele. “Uma coisa é criar… É como ser um arquiteto, mas também um trabalhador da construção civil. Então você tem que dividir sua mente em duas, onde você está sendo criativo e desenha a casa e faz tudo isso, mas há também muita papelada precisa ser feita, você precisa ter ajuda de outras pessoas – sua gerência – para conseguir, mas ainda há um monte de decisões que precisam ser tomadas. E então você tem que construí-la também. Então você precisa pular a parte criativa, e colocar a mão na massa, começar a construir também. E eu acho que há muitos artistas que não entendem isso – eles não entendem a quantidade real de trabalho que precisam desempenhar. E muitos artistas que também têm a oportunidade de conseguir o sucesso, sentem-se tão desconfortáveis ​​que, de alguma forma, desistem”.

    O quarto álbum do GHOST, intitulado Prequelle (pronunciado prē-KWELL), chega em 1º de junho, pela Spinefarm/Loma Vista Recordings.

    A pré-venda está disponível aqui: https://found.ee/Ghost_Prequelle . Pacotes de edição limitada, que incluem 8 Faixas, cassetes e outros produtos podem ser adquiridos na loja oficial do Ghost: https://found.ee/Ghost_Shop.

    As letras do próximo disco da banda mergulham em assuntos como a praga, o apocalipse e as eras sombrias da humanidade. Apesar de abordar tais temas atemporais, o trabalho também é um retrato do mundo em que vivemos atualmente, que ganha vida em uma emotiva e inspiradora coleção de músicas.

    Além de anunciar o disco, o Ghost também lança o single principal “Rats”, acompanhado de um clipe dirigido por Roboshobo. A faixa está disponível para download via iTunes, Apple Music, Amazon e Google Play. Os fãs que adquirirem Prequelle na pré-venda recebem um download da faixa.

    Prequelle é o sucessor do terceiro disco de estúdio do Ghost, Meliora, e do EP Popestar (2016), que levou os suecos ao panteão das melhores bandas de rock do mundo ao resultar em um prêmio Grammy por Melhor Performance de Metal. Nos Estados Unidos, Meliora esteve entre o Top 10 da parada dos 200 Álbuns Mais Vendidos da Billboard. A banda estreou na TV norte-americana com o single principal do disco, “Cirice”, no programa da CBS The Late Show with Stephen Colbert. Popestar apareceu no primeiro lugar do Top de Álbuns de Rock e Hard Rock da Billboard e se manteve no topo das paradas de rádio com “Square Hammer”.

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  • TIAMAT: Show especial com clássicos de “Clouds” e “Wildhoney”

    TIAMAT: Show especial com clássicos de “Clouds” e “Wildhoney”

    O grupo sueco de gothic metal TIAMAT fez um show especial no Kägelbannan de Estocolmo (Suécia) no dia 10 de maio. Na ocasião, o sexteto tocou principalmente canções de Clouds (1992) e Wildhoney (1994), dois dos álbuns mais aclamados pelos fãs da banda, e que são considerados como clássicos do estilo.

    Você pode conferir um trecho desta apresentação no vídeo abaixo, onde a banda toca as músicas In a Dream, Clouds, Smell of Incense, A Caress of Stars e The Sleeping Beauty.

    O décimo álbum de estúdio do TIAMAT, The Scarred People, foi lançado em 2012. O disco foi gravado no Woodhouse Studios em Hagen, Alemanha, com o produtor Siegfried ‘Siggi’ Bemm (ANGEL DUST, CALIBAN, MOONSPELL, LACUNA COIL, UNLEASHED). O trabalho de capa do CD foi criado pelo líder do TIAMAT, o vocalista Johan Edlund.

    Em uma entrevista para a Metal Underground, Edlund declarou sobre a direção musical de The Scarred People: “Estamos felizes por sermos o TIAMAT; esse é o único selo que colocamos em nossa música. Na verdade, o TIAMAT é tranquilamente a nossa maior influência. Nós recorremos muitas vezes a nós mesmos, ao que fizemos no passado – quando precisamos, em estúdio. Há muitos elementos tanto na música quanto nas letras que desenvolvemos ao longo dos anos e que parecem genuinamente algo do TIAMAT”.

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  • SODOM grava versão exclusiva de música do SACRILEGE para a Rock Hard alemã

    SODOM grava versão exclusiva de música do SACRILEGE para a Rock Hard alemã

    A nova formação de veteranos alemães do thrash metal SODOM deu sua primeira entrevista à revista alemã Rock Hard. O artigo está incluído na edição 372 da publicação, que vem com um pôster do clássico Agent Orange, e um CD contendo a versão cover exclusiva do SODOM para a música Lifeline, do SACRILEGE.

    O baixista / vocalista do SODOM, Thomas “Angelripper” comenta: “O SACRILEGE é uma banda crust punk que foi negligenciada no passado. Eles apresentam um estilo que é uma combinação de elementos punk e thrash. Eles tinham uma grande vocalista, a Tam [Lynda ‘Tam’ Simpson]. Lifeline representa exatamente o que todos nós amamos: apenas guitarras simples e brutais, sem arranjos complicados. Lifeline consiste em três ou quatro partes, que estão ligadas. No entanto, a música soa como uma única peça. Eu disse aos outros membros que a nossa jornada com o SODOM tem que ir em uma direção similar”.

    Um trecho da versão do SODOM para Lifeline pode ser ouvido abaixo.

    O ano de 2018 começou com um estrondo para todos os fãs do Sodom: o vocalista / baixista Tom Angelripper encerrou a parceria com o guitarrista Bernd “Bernemann” Kost e o baterista Markus “Makka” Freiwald.

    “Depois de muito pensamento e reflexão, tomei essa difícil decisão para abrir o caminho para novos desafios”, explica Tom. “O Sodom sempre viveu com o compromisso e a paixão de todos os envolvidos. Makka fez parte da banda por quase oito anos, Bernemann por mais de vinte. Para evitar um possível clima de rotina – o que tornaria impossível continuar otimizando nosso trabalho criativo – gostaria de começar de novo com músicos novos e sedentos. Ao mesmo tempo, gostaria de agradecer Bernemann e Makka pelos muitos anos de sucesso, em que realizamos shows fantásticos e lançamos uma série de verdadeiros manifestos do Metal”.

    A despeito desta mudança quase completa do ‘line-up’, todos os shows programados serão mantidos a partir de abril deste ano, conforme anunciado. Embora esse anúncio deixasse no ar a impressão de que a nova formação não tardaria em ser anunciada, a notícia chegou antes do esperado, e com uma surpresa que deverá agradar em cheio aos velhos fãs: o guitarrista Frank “Blackfire” Gosdzik está de volta ao Sodom, depois de quase duas décadas. Ao seu lado, ele contará com o também guitarrista Yorck Segatz, que apareceu recentemente no mundo do metal através da banda alemã de death metal Beyondition, e do baterista Stephan “Husky” Hüskens, baterista de longa data do Desaster e do Metalucifer, e também responsável desde 2014 pela bateria da lenda holandesa do death metal Asphyx.

    O anúncio de que o Sodom poderia atuar como um quarteto não foi uma completa surpresa, já que, pouco antes do anúncio oficial, o líder Tom Angelripper não descartou a ideia: “eu realmente não me decidi sobre essa questão, estou aberto a todas as opções. Agora vou instalar os novos pilares na fundação da banda e procurar novos músicos. Uma coisa já é clara: o Sodom se tornará ainda mais forte!”.

    Tom está preparado para apresentar seus novos companheiros de armas no Full Metal Mountain, festival de inverno alemão que une esportes de inverno e heavy metal, e que este ano conta com Kreator, Nazareth, Bonfire, Abbath, e Rage, entre muitos outros no ‘cast’.

    Juntamente com o seu novo line-up, Tom quer começar a trabalhar no próximo álbum – que será lançado via Steamhammer / SPV – o mais rápido possível. Segundo Tom, “a SPV também aguarda a nossa colaboração futura e pode esperar uma banda totalmente motivada”.

    O guitarrista Frank “Blackfire” Gosdzik se uniu pela primeira vez ao Sodom em 1987, gravou os discos clássicos Persecution Mania (1987) e Agent Orange (1989), e foi peça chave na histórica turnê Sodomania Tour ’88, imortalizada no CD e vídeo Mortal Way of Live (1988), citado até hoje como um dos mais extremos registros ao vivo de que se tem notícia. Frank Blackfire foi também considerado uma das peças-chave na evolução sonora do Sodom, que a partir de sua entrada, deixava para trás muito do seu arsenal black metal para se dedicar definitivamente ao thrash metal. Ele deixou o Sodom em 1989, mesmo ano em que estreava no Kreator com o disco Coma of Souls.

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