Categoria: Roadie News

  • MERCY KILLING – Desde 1988 ecoando o seu poderoso Thrash Metal…

    MERCY KILLING – Desde 1988 ecoando o seu poderoso Thrash Metal…

    O Mercy Killing é uma banda que tem uma belíssima história de dedicação ao underground, iniciada em 1988 em Salvador e uma das precursoras do estilo no nordeste, hoje sediada em Curitiba, se mantém vivo até hoje ainda com a mesma violência sonora. O fundador e uma lenda viva Leonardo Barzi nos fala à respeito de toda a carreira da banda, como conseguiu superar todas dificuldades e consagrar a banda como uma das mais importantes do país. Perseverança é a palavra que define bem toda sua trajetória, afinal com muita sabedoria e maturidade o Leonardo conseguiu reerguer o Mercy Killing e continuar sua carreira sempre trilhando nos caminhos de sua proposta original, o seu poderoso Thrash Metal.

    Leonardo Barzi, Foto por Divulgação

    Nascida na cidade de Salvador em 1988, O Mercy Killing foi uma das primeiras bandas que escutei na vida. Me chamou muito a atenção pelo som visceral que vocês ainda fazem até hoje. Nessa época em Salvador não era fácil montar uma banda e muito mais difícil era descolar espaços para tocar ao vivo. Nos fale sobre o início de tudo, o surgimento da banda, as dificuldades e as vitórias nessa época…

    Leonardo Barzi – Em 1987, quando conheci Bruno “Cachorro Louco” Leal (hoje na Pandora) na Pounding Metal, loja de Metal no centro de Salvador, já existiam grandes bandas e grandes músicos, mas não tínhamos idéia de como começar. Apesar de termos planejado uma banda ainda nessa época só ensaiamos pela primeira vez em Maio de 1988, tocando covers de Assassin e Kreator e tirando as músicas que Bruno compôs. Ensaiávamos em qualquer lugar que fosse possível e isso acabou fazendo com que fossemos conhecidos no dia a dia, além dos estúdios e shows que frequentávamos. Nosso primeiro show foi em um evento com mais 10 bandas, entre as quais Sepulchral, Morbid Corpse e Mystifier, em que o público aprovou e sentimos que não éramos tão ruins como parecíamos. O que definiu o som da banda foi a pegada Heavy/Thrash de Bruno e a abordagem HC/Punk minha e de Iuri “Bonebreaker”, em um longo período como trio que nos integrou, musicalmente, e gravamos a demo Tales…, ao vivo. Fomos elogiados por revistas e fanzines especializados e os “pilares” do som da banda se desenvolveram com músicas mais longas e trabalhadas coexistindo com outras mais curtas e cruas.

    1993-Toxic Death “Demo K7”

    Em 1993 a banda lançou a demo “Toxic Death”. Essa demo apresentou o Mercy Killing ao Brasil e que foi muito bem comentada nos zines da época. Me lembro bem que tempos depois o meu saudoso amigo Denival (Loja Coringa) me presenteou com essa demo e a partir daí comecei a acompanhar vocês em exatamente todos shows. Essa demo para você foi a mais importante da carreira da banda? Como foi a repercussão na época?

    Leonardo Barzi – Eu realmente acredito que cada trabalho nosso tem uma importância fundamental e cada demo é totalmente contextualizada, mas na minha opinião a demo seguinte, Living in my Madness, representa mais nosso trabalho. Toxic Death tem dois problemas, para mim (o vocal ainda não estava maduro o suficiente e a batida invertida descaracterizou um pouco o som) mas mostrou uma banda eficiente. Uma curiosidade: sabia que essa gravação seria lançada em LP pelo selo/loja Bazar Musical, mas infelizmente o Júnior, responsável pelo selo, faleceu e o projeto foi abandonado.

    Me lembro de ter visto vocês em pelo menos uns vinte shows e notava que na época vocês tinham muitos fãs muito fieis. Acredito que o Mercy Killing foi o precursor do Thrash Metal na Bahia, estou certo?

    Leonardo Barzi – Algumas bandas tinham uma pegada Thrash, na época, como a Thrashmassacre, Signo Vince e Arquia, mas nós permanecemos tocando e gravando demos. Inclusive éramos considerados inferiores e posers por conta da explosão de bandas de Black e Death Metal. Mas influenciamos bastante bandas e músicos e tocamos com bandas de estilos diferentes, o que criou uma cena bem heterogênea e musical.

    1995-Living In My Madness “Demo K7”

    No ano de 1995 a banda lança um assalto, a demo “Living In My Madness”. Uma superprodução na época, uma gravação muito boa e que arrebatou ainda mais fãs. Na sua opinião essa Demo foi a que fez o Mercy Killing difundir o seu nome no underground brasileiro?

    Leonardo Barzi – Obrigado pelas palavras. Foram 500 cópias, todas as fitas gravadas, cortadas e montadas à mão, acabei ficando sem nenhuma cópia, para você ter uma idéia. Sim, essa demo foi a principal para difundir nosso trabalho, mas mesmo assim não foi suficiente para conseguirmos nenhum selo interessado pela gravação feita no ano posterior.

    Como disse antes, eu acompanhava a banda em todos os shows em Salvador e nas cidades vizinhas. Teve uma noite que o Bruno vocalista e guitarrista na época notou que eu sabia cantar todas as músicas da Demo, em um show na cidade de Dias D’avila me deu o microfone e cantei junto com vocês as músicas “Living In My Madness” e “Agony’s Display”. Foi uma grande emoção para um garoto na época poder cantar com uma das bandas que mais gostava. Curiosidades à parte rsrsrsrsrs. Me diga, foi a partir dessa demo que houveram mais oportunidades de shows? Como foram os shows na época?

    Leonardo Barzi – Eu lembro desse dia, saímos cobertos de terra pois o espaço era de chão batido! Foi uma honra para nós alguém saber as letras. Inclusive, muito obrigado! Fiquei boquiaberto. Na verdade nessa época passamos a participar mais ativamente das produções, mas sempre tocamos bastante até 1998, quando o movimento ficou bem mais fraco. Uma das coisas que me chamou atenção, e conversei bastante com o público na época, era a fidelidade sonora da banda ao vivo, sempre tirando timbres fieis às gravações, mesmo com equipamentos ruins.

    Mercy Killing em Salvador, Foto por Divulgação

    Ainda falando dos áureos tempos, a banda conseguiu grandes feitos, como dividir o palco com grandes bandas como The Mist e Dorsal Atlântica, também com o as referências da Bahia na época o Zona Abissal e o grande Headhunter D.C.. Qual foi sua emoção de estar tocando ao lado dos grandes nomes dos anos 90? Tem alguma curiosidade que possa nos falar?

    Leonardo Barzi – Sempre foi uma honra tocar com todas as bandas ao logo da nossa história e sempre tentamos fazer jams com outros músicos, o que me agrada bastante. Com o Headhunter D.C. tocamos várias vezes e, inclusive, Zé Paulo Lisboa chegou a ensaiar uma vez conosco, mas continuar a colaboração era complicado por conta dos compromissos deles. Tocar com o Zona Abissal era um sonho, pois a banda sempre foi incrível e nos inspirou. Uma vez Albertinho Carvalho esqueceu a sua correia, exclusiva para o baixo dele, e acabei emprestando o meu Dolphin Vermelho, o que foi uma honra indescritível (além do medo de não sair som nenhum, o que não aconteceu). O The Mist em Salvador foi produção da Sound+Vision e estávamos diretamente ligados, mas foi uma correria. Lembro, porém, da decepção da ausência de Vladmir Korg na banda. E o show com o Dorsal não foi dos melhores, pois apesar da ótima relação com o baixista e baterista o vocal teve um ataque de estrelismo e nos detratou na passagem de som.

    Mercy Killing em 1994, Fotos por: Divulgação

    RSRSRSRSRSRS!!! Uma postura realmente ridícula, “ataque de estrelismo”…  o Mercy Killing foi convidado para tocar junto com a banda Punk finlandesa Rattus e a lenda do Thrash Metal Exodus…

    Leonardo Barzi – Duas bandas incríveis que sempre acompanhei! Com o Rattus foi corrido, mas teve um momento marcante: tínhamos decidido que não tocaríamos mais covers e alguém pediu Slayer, aí fiz um discurso de como era difícil divulgar som autoral (Curitiba tem um publico cover forte e dominante) e muita gente foi inspirado por isso. E no show do Exodus o Rob Dukes dedicou Metal Command para o old school Exploited t-shit guy in the pit (ou seja, eu!).

    Nos anos 90, principalmente em seu início haviam grandes brigas entre os Punks e os Headbangers em Salvador, mas percebia que o Mercy Killing tinha também hardcore em sua música que além de ter uma legião de fãs headbangers o som de vocês também agrava os punks. A Banda chegou a tocar com as bandas punks na época? A banda chegou a sofrer algum tipo de agressão por parte deles?

    Leonardo Barzi – Eu tive problemas com os skinheads uma época, mas depois disso convivíamos pacificamente (ou quase) com todos. Morcego, vocal da Bosta Rala, costumava ir aos shows da gente e deixava a mochila conosco, para evitar brigas, e ia, com uma rapaziada da Vermes do Sistema, na minha casa tomar café e conversar sobre política. Até hoje tocamos com bandas Punk e HC (de verdade) sem problemas.

    1996-Bahia Rock Collection “Coletânea”

    Nos anos de 1996 e 1997 a banda participou de duas coletâneas muito importantes, Bahia Rock Collection e Dois da Bahia. Como foi participar destes feitos na época? Pra você isso foi um reconhecimento por fazer parte da história metálica da Bahia?

    Leonardo Barzi – Inclua aí a Darkness Sets In, de Lord Vlad. Sim, foi a consolidação de uma era e o reconhecimento à cena Underground da Bahia. A gravação da BRC foi exclusiva, convivemos com as bandas no estúdio e até fomos visitados por Carlinhos Brown. Aproveito para agradecer ao Nestor Madrid e Wesley Rangel pela paciência e pelo excelente trabalho.

    1997-Dois da Bahia “Coletânea”

    Seis anos se passam e é lançada a não sei bem se é uma demo, chamada “Under The Acid Rain” contendo 15 faixas dentre elas músicas das duas primeiras demos. Esse material se trata de fato de uma Demo ou de um CD lançado de forma independente? Esse material foi muito divulgado?

    Leonardo Barzi – Esse, mais uma vez, é um unborn full lenght, íamos lançá-lo, mas os selos estavam mais interessados em outros estilos e a banda implodiu, impedindo que fosse lançado independente. Quando lançamos por uma plataforma digital, anos depois, a oportunidade estava perdida. É uma gravação excelente, também feita na WR, e é o registro de uma época bem bacana.

    2001-Under The Acid Rain “Unborn Full-Lenght”

    Em 2000 todos amigos baianos ficaram tristes, mas por seus motivos pessoais você teve que ir embora de Salvador e se estabelecer no sul do Brasil. Rolou algum show de despedida? O que você tem a dizer para todos membros do antigo Mercy Killing? Afinal foram anos de muita luta…

    Leonardo Barzi – Foi uma despedida difícil, fizemos 2 shows em um final de semana no Café Calypso, sendo que a segunda não estava programada, mas como metade do público de sábado ficou de fora tivemos que fazer uma segunda data. Eu agradeci a todos (que mereceram) no encarte do Euthanasia, mas resumo aqui que foi uma honra e um aprendizado tocar com (quase) todos eles. A parceria com Rodrigo Macedo, porém, se estendeu por mais bastante tempo.

    Dois anos depois foi lançada a Demo “Life Live”, se trata de um material ao vivo? Onde foi gravado?

    Leonardo Barzi – Gravado no Jethro Songs, em Curitiba, em 2002. Foi um show bruto, gravado direto na mesa, sem edições e mixagens. Pena que comigo nos vocais (risos). Eu estava doente no dia, mas teve um público incrível e, é claro, rolou uma jam com a outra banda da noite.

    2003-Dominant Class “Demo CD”

    E um ano após do “Life Live” a banda lança outra demo “Dominant Class” com muitas faixas das demos anteriores. Esse material foi muito divulgado? Nos fale à respeito deste material…

    Leonardo Barzi – Na verdade, esse material não era para ser divulgado, foram alguns testes com meu vocal e as cópias foram apenas pra os integrantes, mas com a internet melhor que se divulgue o material original. Como já ficou claro não gosto muito dessas gravações, nunca me considerei um vocalista (risos).

    No período de 2004 à 2012 a banda passa por um grande hiato. O que aconteceu com o Mercy Killing durante estes anos?

    Leonardo Barzi – Tocando e trocando de formações. Em um desses períodos Leonardo Sampaio, o baterista de 2002 a 2015, morou no exterior e a Stephanie Diana, guitarrista, estava empenhada em projetos pessoais. Mas quando ele estava em Curitiba fizemos shows legais, incluindo os citados com Rattus e Exodus, e shows no interior do Paraná e Santa Catarina.

    2013-The Thrasher “Demo CD”

    Em 2013 a banda devidamente estabelecida e com nova formação chega em nossas mãos a demo “The Thrasher”. Mas desta vez apresenta um Mercy Killing muito diferente na execução de suas músicas, claro as características antigas ainda estão presentes, mas com certeza muito mais brutal.  Essa brutalidade incorporada na música do Mercy Killing foi devida as influencias musicais dos novos membros?

    Leonardo Barzi – Sim, mas já era meu objetivo desde que começamos a deixar as músicas mais trabalhadas, como Pandora e Flame Out in the Cold, que eu não considerava como “a cara” da banda. Satisfaction of the Flesh, por exemplo, a despeito de ser ideal para a formação nova, é de 2002, e já flerta com Death Metal. Então acabou sendo algo simbiótico.

    Falando da vocalista que possui uma voz absurdamente poderosa, Tatiane Klingel, ela com certeza trouxe uma atmosfera mais Death Metal pro tradicional Thrash Metal da banda. Como foi a ideia de incorpora-la a banda? E qual o maior ganho que a banda teve a partir dessa mudança no estilo de vocais?

    Tatiane Klingel, Foto por: Divulgação

    Leonardo Barzi – Ficamos mais brutais!!! Mas foi um processo lento de aprendizado, tanto que comparando a demo de 2013 com o álbum você percebe o aprendizado continuo da banda e da Tati. Ela é parte da família e compõe coisas que são compatíveis com o som que nos identifica.

    No ano de 2015 a banda inicia uma campanha “Crowdfunding” para financiamento coletivo para a realização do Debut. Foi algo muito interessante e inovador. Como surgiu a ideia dessa campanha? Como foi a repercussão? E quanto aos fãs, houve o apoio que vocês esperavam?

    Leonardo Barzi – A gravação estava bem adiantada quando tomamos a decisão do financiamento coletivo, basicamente pela recusa dos selos em lançar. Mas, em retrospecto, também nos incomodava muito o fato dos selos não oferecerem nada à banda além de cópias que raramente cobrem os custos, então foi a melhor opção. Para a prensagem do LP contamos com a parceria de dois selos (Neves Records e Melomano Discos) para racharmos os custos e sem a experiência desses não teria saído com a qualidade que queríamos. O LP faz a diferença, ainda mais em tempos de mídias digitais, mas percebi que o público mais velho tem uma certa resistência com “pré-venda”, o que não havia nos ocorrido. Mas saiu muito bem, a gravação é bem diferente dos padrões atuais e recebemos muitos elogios.

    2015-Euthanasia “Debut álbum”

    Em outubro no mesmo ano é lançado finalmente o debut CD Euthanasia, um uma belíssima produção totalmente independente. Como foi toda concepção desta realização?

    Leonardo Barzi – Resolvemos unir as composições mais velhas com as feitas em Curitiba, soando em disco como ao vivo, sem overdubs e edições.  A pré-produção foi toda nossa e criamos um ambiente agradável e familiar em cada sessão, fazendo com que a banda soasse fluida e integrada.

    A qualidade da gravação ficou maravilhosa, onde foi gravado? A produção ficou a cargo de quem?

    Leonardo Barzi – Foi gravado no estúdio Avant Garde, com o Maikho Tomé, produtor de Curitiba, especialista em Metal extremo. A produção é dele com a banda, cada um somando suas experiências. Capturamos as bases ao vivo das 11 faixas da primeira sessão, gravando apenas os vocais em separado, com Leonardo Sampaio na bateria. Na segunda sessão, com 5 faixas, foi feita um mês depois, com Rodrigo Macedo, baterista das demos Living in my Madness e Under the Acid Rain, pois Leonardo havia se mudado.

    E a arte da capa? Quem foi o artista que fez esta bela arte?

    Leonardo Barzi – O talentoso e multimídia Val Oliveira, vocalista da Rattle, de Salvador. A concepção é nossa, baseada em filmes B de zumbis, e entre os vários easter eggs do álbum temos várias citações na capa.  Mas poucos se ligaram e comentaram conosco.

    Texa Hard, Foto por: Divulgação

    Como o CD foi feito de forma completamente independente, como está sendo a distribuição? Houveram propostas internacionais para o seu lançamento fora de nosso país?

    Leonardo Barzi – Distribuição amadora, basicamente trocamos com outras bandas dentro e fora do país. Recebemos uma proposta por um selo do México, mas não foi adiante, e outro na Flórida, de um pessoal mais inexperiente (mais do que a gente!).

    Quanto a turnê, a banda tem feito shows por todo país para divulgação deste CD?

    Leonardo Barzi – Tivemos alguns problemas anormais entre 2016 e 2018. Fizemos uma mini-tour na Bahia em Novembro de 2016 (em Salvador, Serrinha e Itabuna) e o baterista dessa formação, saiu.  Passamos a ensaiar para retomar os shows e planejando gravar o segundo disco com um novo, mas o cara sofreu um acidente horrível e aguardamos ele se recuperar para voltarmos o trabalho, tocando apenas em um festival em Santa Catarina com um amigo. No início de 2018 tentamos, mas ele não conseguiu pegar o pique, as consequências do acidente ainda o prejudicam, então trocamos de baterista mais uma vez. Agora voltamos a tocar em Curitiba e voltamos a fazer contatos para shows fora.

    Como tem sido a receptividade por parte do público à respeito deste debut?

    Leonardo Barzi – Só os amigos mais próximos reclamaram da mudança de estilo, pois preferem a abordagem Heavy/Thrash dos anos 90, mas eles têm isso com o vocal da época com a nossa banda-irmã Pandora, de Salvador, onde Bruno continua esse legado. De resto só elogios, principalmente para o vocal da Tati, sempre assustador.

    José Sepka, Foto por: Divulgação

    Este ano, 2018, a banda completa 30 anos de carreira, haverá um segundo álbum para comemorar esses anos de luta pelo underground?

    Leonardo Barzi – Sim! Estamos compondo o segundo álbum totalmente do zero, sem usar as faixas antigas que não entraram no Euthanasia. Mas, nesse meio tempo, terminamos a produção do split 7″ com a Hell Gun, de São José dos Pinhais (PR), onde será lançada uma versão de Social Disease gravada por Rodrigo Macedo na Bahia em 2016 e finalizada aqui em Curitiba.

    O novo álbum já tem nome? E tem previsão para quando estará disponível para nós fãs?

    Leonardo Barzi – Ainda não, mas temos a ideia do conceito do álbum, que será sobre as várias formas de morrer. Espero que até Maio de 2019 possamos lançar, mas coordenar nossas vidas pessoais com a banda é mais complicado hoje em dia.

    Saiba que o Mercy Killing teve uma grande influencia em minha formação como Metaller e pra mim poder entrevistar a lenda viva chamada Leonardo Barzi é uma grandiosa honra. Muito obrigado por disponibilizar seu tempo e sua atenção para realização desta entrevista. Conte sempre com o apoio da Roadie Crew e espero vê-los em breve por aqui. Um fortíssimo abraço e as últimas palavras são suas…

    Leonardo Barzi – Eu que agradeço, Eden, fico orgulhoso e horado por essa influência tão significativa e é uma responsabilidade enorme continuar com um trabalho que sempre envolveu tanta gente e fez parte de cenas ao logo desses 30 anos. Espero te ver em breve e continue esse trabalho foda que você vem fazendo. Thrash´till Death!

      Abaixo o vídeo clipe oficial “Splatterhead”, uma produção muito bem feita e brutal. Assitam:

    E para finalizar com chave de ouro essa entrevista que marca um retrospecto da banda relatada pelo seu fundador Leonardo Barzi, abaixo segue uma apresentação impecável da banda no Studio Tenda e também vocês poderão ver todos os membros falando à respeito da banda, sua proposta musical e uma breve informação à respeito do seu próximo álbum. Vejam:

  • HEAVIEST: Show no SESC Santo André em setembro estreia turnê do novo álbum

    HEAVIEST: Show no SESC Santo André em setembro estreia turnê do novo álbum

    Com quatro anos de estrada e shows internacionais na bagagem, a HEAVIEST acaba de lançar o álbum “The Wall Of Chaos-t”, com participações de consagrados músicos gringos. E, já que a banda nasceu no ABC Paulista, o show de estreia será no Teatro do SESC Santo André, em 28 de setembro (sexta-feira), às 21h.
    Coproduzido por ROY Z, que assina trabalhos de gigantes do heavy metal mundial (Bruce Dickinson, Helloween, Sepultura, Judas Priest etc.), o novo disco tem ainda participações especiais do lendário vocalista norte-americano ZAK STEVENS (Savatage, Circle II Circle e Trans-Siberian Orchestra); do virtuoso guitarrista finlandês MATIAS KUPIAINEN (Stratovarius) e do grande guitarrista brasileiro Lucas Bittencourt.
    Distribuído pela Shinigami Records nas principais lojas de departamento do Brasil, o disco se encontra também nas plataformas de streaming: Deezer, Spotify, iTunes e Google Play; e pode ser adquirido pelos sites www.SowStore.com.br e www.HeaviestBand.com. Ouça, aqui: https://goo.gl/yeUTx6 
    Registrar a realidade vivenciada por pessoas ao redor do mundo, em diferentes situações, sentimentos, culturas, crenças e governos é o mote de “The Wall Of Chaos-t”. Compostas pelos integrantes da banda, as músicas visam sensibilizar e chamar a atenção para assuntos da atualidade, alguns deles pouco explorados e conhecidos, e já vem recebendo inúmeras críticas positivas dos ouvintes, fãs, músicos e principais veículos especializados.
    Constituída desde o fim de 2017 por Alax William (vocal), Guto Mantesso (guitarra), Renato Dias (baixo) e Vito Montanaro (bateria), a nova formação da HEAVIEST apresenta em seu canal oficial do Youtube o Lyric Video da faixa “Blood” e os videoclipes de “Fire It Up” e “Like Those Ones”, que contaram com superprodução e o apoio das empresas Sow Store, Promo Led Eventos, Vitrine Animada, BZP, Lafstudio, Stone Guitar Company, Sem Destino Couro e MondoCão Filmes. Assista ao recém-lançado “Like Those Ones”, aqui: https://goo.gl/Ry8z1j
    TRAJETÓRIA DA BANDA
    Criada em 2014, a HEAVIEST lançou um ano depois o seu primeiro álbum intitulado “Nowhere”, pelo selo alemão Power Prog. Divulgado no Brasil pela MS Metal Records e distribuído pela Voice Music, o CD conta com videoclipes das faixas “Decisions” e “Nowhere”, essa última inclusa no jogo de grande sucesso “Guitar Flash”, com mais de um milhão de acessos.
    Rodeado de positivas críticas, a HEAVIEST esteve entre os 10 melhores nas categorias “Melhor Banda”, “Melhor Álbum”, “Melhor Capa”, “Melhor Guitarrista” e “Melhor Baterista” na votação popular de “Melhores do Ano Nacional” do site especializado Whiplash. A banda se apresentou em diversas cidades brasileiras e países da América Latina ao lado de grandes nomes do rock e do heavy metal, como Dr. Sin, Andre Matos e Warrel Dane.
    Em 2017, o cantor e compositor Alax William assumiu o microfone da banda. Também frontman da banda Confessori, criada pelo baterista Ricardo Confessori (Shaman, ex-Angra), Alax William possui mais de 20 anos de experiência na música. Considerado uma das vozes mais versáteis da atualidade, segundo grandes nomes da música e portais de mídia especializados, o artista e foi eleito Melhor Vocalista Brasileiro de Rock de 2017 pelo portal especializado Metal na Lata.
    SERVIÇO
    Evento: HEAVIEST – Show de Lançamento do Álbum “THE WALL OF CHAOS-T”
    Data: 28 de Setembro (sexta-feira) | Horário: 21h | Local: Teatro do SESC Santo André Endereço: Rua Tamarutaca, 302 – Vila Guiomar, Santo André (SP). Tel.: (11) 4469-1311.
    Ingressos: Disponíveis (após 11/09) nas Bilheterias da Rede SESC e no Portal SESC (sescsp.org.br/santoandre).
    Valores: R$ 20 (inteira) | R$ 10 (meia-entrada) | R$ 6 (trabalhadores do comércio de bens, serviços e turismo e seus dependentes com Credencial Plena).
    Meet & Greet: ao final do evento.
    Estacionamento (vagas limitadas): Credencial Plena – R$ 5 (R$ 1,50 por hora adicional) | Outros – R$ 10 (R$ 2,50 por hora adicional).
    Lanchonete no Local.
    *Permitida entrada de crianças acompanhadas de pais/responsáveis mediante documentos
    FICHA TÉCNICA
    HEAVIEST:
    Alax William (Voz)
    Guto Mantesso (Guitarra)
    Renato Dias (Baixo)
    Vito Montanaro – (Bateria)
    PÁGINAS OFICIAIS HEAVIEST
  • AQUILES PRIESTER grava novo DVD no Harman Experience Center em Los Angeles

    AQUILES PRIESTER grava novo DVD no Harman Experience Center em Los Angeles

    Aquiles Priester acaba de gravar um novo DVD e que também será lançado em Blu-Ray no Harman Experience Center em Los Angeles, na Califórnia, nos Estados Unidos. Está é a primeira vez que um brasileiro grava nos estúdios da Harman Expericence Center, que é atualmente endossada pela marca Samsung. Artistas de renome mundial como Fall out Boy e Michael Bolton já gravaram neste belíssimo local. O registro foi gravado com 12 câmeras e que conseguiram captar todo o sentimento e suor do baterista.

    O material foi gravado pela produtora Foggy Filmes, idealizado pelos produtores Junior Carelli e Rudge Campos, em parceria com Adair Daufembach que cuidou de toda a monitoração do áudio – Adair irá mixar e masterizar o trabalho. O DVD, ainda sem nome divulgado, será lançado no final de 2018 e terá a missão de superar o último trabalho institucional do baterista Aquiles Priester, “Top 100 Drum Fills”, que foi eleito o melhor DVD do gênero pela Modern Drummer USA em 2014 e é motivo de orgulho até hoje pelo músico.

    Além da tradicional aula institucional de Aquiles Priester, o DVD irá contar com as músicas do último disco do Hangar, “Stronger Than Ever”, mais músicas dos três álbuns que o baterista gravou com a Noturnall e as duas novas músicas que serão lançadas pela banda que tocou a turnê Rebirth of Shadows com o vocalista Edu Falaschi. No total, serão 17 músicas que mostram toda a competência e musicalidade do baterista.

    Aquiles Priester explica sobre a gravação do DVD:

    “Estou muito feliz com o resultado desta gravação do meu novo DVD. A minha performance foi incrível e a forma como a Foggy Filmes posicionou as câmeras deu a sensação de que a pessoa esta tocando bateria comigo. Uma performance ao vivo que eu até mesmo me surpreendi, com todos os takes e o modo que Foggy Filmes trabalhou a iluminação na locação. A brutalidade da minha performance, realmente foi fenomenal. Parecia que eu estava em transe, em outra dimensão. Foi algo que nunca esquecerei e sempre lembrarei dessa performance como uma das melhores de minha carreira.”

    Junior Carelli comenta sobre a experiência de gravar no Harman Experience Center:

    “Foi uma experiência surreal. Este estúdio da Harman é fenomenal, fora que fizemos história pois foi a maior estrutura que já foi levada para o estúdio até hoje. Gravamos o DVD do Aquiles Priester com 12 câmeras, além de usar uma mesa com 30 canais para captar o áudio. Todo o equipamento usado foi de produtos da Harman, o que endossa toda a qualidade da marca. É sempre uma honra trabalhar com o Aquiles Priester, pois além de um músico extraordinário e amigo pessoal, ele tem sangue nos olhos para trabalhar e fazer acontecer. Conseguimos gravar o melhor DVD de bateria já realizado na história da música, isso não tenho duvidas”.

    Rudge Campos complementa:

    “Tivemos uma equipe super reduzida e que deu o máximo de si para que o resultado final chegasse no que desejamos. Escolhemos poucos integrantes no total para que todo mundo ficasse concentrado e sem se deslumbrar com a produção grandiosa. Este é sem duvida uma das maiores produções e o maior DVD institucional que já realizei pela Foggy Filmes. Gostaria de agradecer a parceria com Arthur Galvão e Julio Mendoza, que ajudaram intensamente em todos os momentos”.

    Aquiles Priester usa as seguintes marcas em todas as turnês e eventos: Mapex Drums, Paiste Cymbals, Roland, AKG Microphones, JBL, Soundcraft, Gibraltar Hardware, Evans Drum Heads, Pro-Mark Sticks, LP Percussion, DW Pedals, SKB Cases, Xtreme Ears, Urbann Boards PsychoShoes, Power Click, Consulado do Rock e Lady Snake Rock Wear.

    Links relacionados: https://www.aquilespriester.com https://www.facebook.com/aquilespriester
  • ALÍRIO NETTO anuncia parceria com a Takamine para turnê do Queen Extravaganza

    ALÍRIO NETTO anuncia parceria com a Takamine para turnê do Queen Extravaganza

    O ator e cantor Alírio Netto acaba de anunciar uma parceria inédita e de endorsement com a marca japonesa de violões Takamine, O músico irá usar os violões da Takamine na turnê do Queen Extravaganza pelos Estados Unidos e Europa.

    Quando se fala em violões é impossível não falar da Takamine. Criada na cidade de Sakashita, no Japão, há mais de 40 anos, a companhia é um marco na história dos instrumentos musicais devido às inovações tecnológicas e ao design de seus produtos. O que começou como uma empresa familiar, hoje é uma das principais marcas do mundo, distribuída em mais de 60 países. Os negócios internacionais da Takamine ganharam força comercial em 1975. A produção de violões elétricos e seus modernos captadores definiu um padrão de qualidade e sofisticação para a indústria, além de a empresa ser pioneira no controle deslizante para o pré-amplificador estilo acústico.

    No Brasil, a Sonotec assumiu a distribuição dos produtos Takamine em 1991, quando houve a abertura dos portos para importações por parte do governo Collor. Desde então, a marca pode chegar às lojas brasileiras com mais facilidade. Hoje, seus violões ocupam a posição no ranking como um dos melhores no País.

    Alirio Netto é uma das vozes do Rock mais reconhecidas no Brasil. Seja no palco ou no estúdio, sua voz poderosa e sua incrível variedade impressionaram Roger e Brian quando ele estrelou como Galilleo na produção brasileira de We Will Rock You em 2016. O Queen Extravaganza conta em sua formação o baterista Tyler Warren, o baixista François-Olivier Doyon, o guitarrista Nick Radcliffe e o tecladista Darren Reeves.

    No currículo de Alírio Netto em musicais, o ator realizou o papel de Jesus na produção mexicana de “Jesus Cristo Superstar” e de Judas na produção brasileira do mesmo musical pelo qual foi escolhido pelo jornal O Estado de São Paulo como Melhor Ator de Musicais de 2014. Além disso, Alírio Netto e sua esposa Livia Dabarian tiveram a grande honra e oportunidade de protagonizar a versão brasileira do musical “We Will Rock You”, musical do Queen, no papel de Galileo e Scaramouche. Alírio já gravou álbuns com as bandas Khallice e Age of Artemis com quem tocou inclusive no Rock in Rio e seu primeiro CD solo “João de Deus”. Recentemente, o músico lançou os videoclipes para as músicas “Back to the Light e “De Sol a Sol”.

    Alírio Netto comenta a parceria com a Takamine:

    “A Takamine entrou na minha vida pra me ajudar em vários sentidos. Conheço a empresa desde quando iniciei minha carreira e sempre foi uma referência de qualidade. É uma honra fazer parte do time desta grande marca. É um instrumento mais do que necessário para quem canta e quer melhorar sua técnica. Uma outra coisa legal da Takamine é a quantidade e diversidade de produtos, que possibilita a qualquer um ter algum instrumento bom e de qualidade independente do investimento”.

    Links relacionados: https://www.alirionetto.com/ https://www.facebook.com/nettoalirio/
  • HAWAKE participa de festival como banda de apoio para Pompeu (Korzus)

    HAWAKE participa de festival como banda de apoio para Pompeu (Korzus)

    O já tradicional festival da banda de thrash metal, Numbness (Numbness Fest V) acaba de confirmar a participação da banda Hawake no cast do evento. O festival acontece em Manaus no próximo dia 7 de setembro.

    O Hard-Rock Progressivo da Hawake vai ser uma das bandas de suporte para a participação de Marcelo Pompeu (Korzus) que vai cantar clássicos do Slayer, e do Metal Mundial. “Vai ser uma experiência emocionante! Sobretudo, por que somos fãs de Pompeu e do seu trabalho no Korzus” lembra o vocalista e líder da banda Hawake, Rod Splater.

    A banda está divulgando o seu primeiro disco “Duality of the Universe” gravado no estúdio Fusão (SP) levando a assinatura do produtor musical Thiago Bianchi (Noturnall, Arena, ex-Shaman).

    Hawake

    Rod Splater (vocalista)

    Fábio Botelho (guitarrista)

    João Almeida (baixo e backing vocal)

    Thiago Leão (bateria)

    Miguel Pinheiro (teclado e backing vocal)

    Serviço

    Numbness Fest V

    Sexta-feira, 7 de setembro às 20:00

    RED DOG PUB – Manaus (AM)

    Ingressos antecipado R$ 30

    Fonte: www.rockfreeday.com   Edições avulsas, assinatura física e digital. Conheça a nossa Roadie Crew Shop – acesse https://roadiecrew.com/roadie-shop  
  • BEHAVIOR: saída de baixista e novo vídeo clipe

    BEHAVIOR: saída de baixista e novo vídeo clipe

    Os metalheads baianos do Behavior confirmam a saída do baixista Marcelo Almeida e a produção de um novo vídeo clipe, assinado pelo ex-membro da banda. O músico postou uma nota no Facebook onde agradece os antigos companheiros.

    “A decisão foi toda minha, saio muito bem de uma banda que há quase 10 anos sempre teve grande importância em minha vida, ficam as boas lembranças, shows memoráveis e muitas experiências”.

    O Behavior, através do baterista Ricardo Agatte, agradece todo o empenho e os anos de dedicação do baixista. “Marcelo foi fundamental, ele saí com crédito, além de ser um ótimo amigo e agora produtor do nosso novo vídeo clipe”.

    O clipe está em fase de pré-produção, na película a banda vai mostrar imagens do show de lançamento do disco “Morbid Obssession” gravadas no primeiro semestre deste ano no Teatro Solar Boa Vista em Salvador.

    Contatos:

    Facebook: www.facebook.com/BehaviorOfficial

    Instagram: @behaviordm

    Email: [email protected]

    Imprensa: [email protected]

      Edições avulsas, assinatura física e digital. Conheça a nossa Roadie Crew Shop – acesse https://roadiecrew.com/roadie-shop  
  • UNLEASHED: Novo álbum “The Hunt For White Christ” sai em outubro

    UNLEASHED: Novo álbum “The Hunt For White Christ” sai em outubro

    Um dos principais nomes do cenário death metal mundial, o sueco UNLEASHED vai lançar seu 13º álbum completo, The Hunt For White Christ, em 26 de outubro pela Napalm Records.

    Quando se trata do death metal sueco, o movimento tradicional de Estocolmo ou mesmo do death metal como um todo, há uma banda que você deve mencionar: UNLEASHED! Formado em 1989 pelo vocalista / baixista Johnny Hedlund, o UNLEASHED vem entregando o death metal supremo desde o primeiro dia. Lidando com as tradições e valores Viking, e aperfeiçoando seu ofício, eles se tornaram pioneiros do metal extremo, musicalmente e liricamente, inspirando legiões de outras bandas com seu som.

    The Hunt For White Christ é o quarto álbum da história continuada do Mundo de Odalheim e seus guerreiros de Midgard – uma história de autoria do próprio Johnny Hedlund, composta pelo passado, presente e o que Hedlund considera o futuro das tradições e valores Viking. O álbum foi gravado no outono de 2018 no Chrome Studios, e não marca apenas o 13º álbum completo dos suecos, mas também solidifica o impacto da banda na história, abrindo caminho para o seu 30º aniversário em 2019. Três décadas de ataque metálico, e eles não perderam a força, nem o amor deles pelo caos do puro death metal.

    Hedlund fala sobre The Hunt For White Christ: “No caminho para o aniversário de 30 anos da banda em 2019, vem o lançamento do nosso 13º álbum, The Hunt For White Christ.

    “A banda está muito ansiosa para conhecer nossos guerreiros em todo o mundo em turnês e festivais, e ouvir seus comentários sobre o novo álbum. E não se engane, Odalheim será nosso! Deixe a caçada começar!”

    A Napalm Records declara: “Estamos muito felizes com o lançamento do The Hunt For White Christ pela instituição sueca de death metal UNLEASHED. Nos negócios há quase três décadas, eles provaram sua posição e excelência para fãs de todo o mundo. Prepare-se para este monumento brutal pelos mais destacados vikings suecos!”

    UNLEASHED tem apresentação marcada no Brasil em 2018. A banda sueca é uma das atrações do tradicional Extreme Hate Festival. A sexta edição do festival ocorre em 9 de dezembro de 2018, e traz o UNLEASHED como principal atração. Ao lado dos gigantes suecos estarão outros gigantes da música extrema, como é o caso do lendário MASTER. O ‘line-up’ desta edição conta ainda com ABYSMAL DAWN, os holandeses do CARACH ANGREN e as atrações brasileiras GUTTED SOULS NERVOCHAOS.

      Edições avulsas, assinatura física e digital. Conheça a nossa Roadie Crew Shop – acesse https://roadiecrew.com/roadie-shop
  • Morre Ed King, ex-guitarrista do LYNYRD SKYNYRD

    Morre Ed King, ex-guitarrista do LYNYRD SKYNYRD

    O ex-guitarrista do LYNYRD SKYNYRD, Ed King, morreu na quarta-feira. Ele tinha 68 anos de idade. Embora a causa da morte ainda não tenha sido revelada, Ed lutava contra o câncer de pulmão e havia sido hospitalizado recentemente.

    A família de King confirmou sua passagem em sua página no Facebook. Eles escreveram: “É com grande pesar que anunciamos a morte de Ed King, que morreu em sua casa em Nashville, Tennessee, em 22 de agosto de 2018. Agradecemos a seus muitos amigos e fãs pelo amor e apoio que dedicaram a Ed durante sua vida e carreira”.

    O fundador do LYNYRD SKYNYRD, Gary Rossington, disse estar “chocado e entristecido” com a morte de King. “Ed era nosso irmão e um grande compositor e guitarrista”, escreveu ele. “Eu sei que ele vai se reunir com o resto dos garotos no paraíso do rock n’ roll. Nossos pensamentos e orações estão com Sharon e sua família”.

    King – famoso por co-escrever a música clássica do LYNYRD SKYNYRD, Sweet Home Alabama – também foi um membro fundador da banda psicodélica dos anos 60 STRAWBERRY ALARM CLOCK. Ele foi introduzido no Rock n’ Roll Hall of Fame em 2006 como membro do LYNYRD SKYNYRD. King tocou nos primeiros três álbuns da banda – Pronounced Leh-nerd Skin-nerd (1973), Second Helping (1974) e Nuthin ‘Fancy (1975). Ele tocou com o LYNYRD SKYNYRD de 1972 a 1975, e novamente de 1987 a 1996.

    Edições avulsas, assinatura física e digital. Conheça a nossa Roadie Crew Shop – acesse https://roadiecrew.com/roadie-shop
  • WEDNESDAY 13 planeja novo álbum para o início de 2019

    WEDNESDAY 13 planeja novo álbum para o início de 2019

    Durante a edição deste ano do festival Bloodstock Open Air, WEDNESDAY 13 falou com o canal da Nuclear Blast no YouTube sobre seus planos de trabalhar no sucessor do mais recente álbum de sua banda, Condolences, de 2017. “Chegamos em casa deste festival, e estamos tirando um pouco de folga – não muito, tipo, duas semanas – e então estamos todos juntos e compartilhando, toda a música que temos”, disse ele (ver vídeo abaixo). “Então nós vamos passar setembro e outubro escrevendo e gravando, fazendo as demos, tudo. E então nós entramos no estúdio no dia 4 de dezembro para começar a gravar o novo álbum. Ele será escrito e gravado, finalizado em meados de janeiro. Esse é o plano”.

    WEDNESDAY 13 continuará a turnê de apoio a Condolences, embarcando em uma turnê norte-americana nesta primavera. Várias datas incluirão performances com o lendário guitarrista JOHN 5 e o roqueiro DAVEY SUICIDE.

    Condolences foi lançado em junho de 2017 via Nuclear Blast Entertainment. A sequência de Monsters Of The Universe (2015) foi produzida por Chris “Zeuss” Harris, que trabalhou anteriormente com WEDNESDAY 13 e o guitarrista Roman Surman no álbum Women & Children Last, álbum de 2010 do MURDERDOLLS. A arte de capa foi criada por Travis Smith (OPETH, KATATONIA, NEVERMORE).

      Edições avulsas, assinatura física e digital. Conheça a nossa Roadie Crew Shop – acesse https://roadiecrew.com/roadie-shop
  • MARTY FRIEDMAN: Novo álbum ao vivo sai em outubro

    MARTY FRIEDMAN: Novo álbum ao vivo sai em outubro

    O ex-guitarrista do MEGADETH, Marty Friedman, lançará um novo álbum ao vivo, One Bad M.F. Live!!“, em 19 de outubro, via Prosthetic Records.

    Uma faixa do disco, Whiteworm, pode ser conferida abaixo.

    One Bad M.F. Live!! foi gravado no concerto final da mais recente turnê de Friedman, no dia 14 de abril, no “Guitarfest 2018”, que aconteceu no Centro Cultural Roberto Cantoral, na Cidade do México.

    “Este álbum ao vivo é uma saudação aos álbuns ao vivo que me impressionaram quando eu era criança”, explica Friedman. “O conteúdo musical em si é moderno e movido por energia atômica, mas a apresentação é decididamente antiga. O ritmo do show, a participação do público, os arranjos especiais ao vivo das músicas, essas são as coisas que me animaram. Eu gosto de dar ao público a sensação de que eles estão realmente conseguindo algo único, algo que só acontece em um show, e não apenas um recital das músicas exatamente como eles as conhecem”.

    One Bad M.F. Live!! foi gravado na turnê de apoio ao último álbum solo de Friedman, Wall Of Sound, que foi lançado em agosto de 2017 na Prosthetic Records, e estreou na parada Heatseekers da Billboard no 12º lugar.

    Juntando-se a Friedman em One Bad M.F. Live!! estão seus colegas Kiyoshi no baixo, Jordan Ziff na guitarra, e Chargeeee na bateria.

    Friedman vai celebrar o lançamento do disco com um show em 21 de outubro no The Viper Room, em Los Angeles. Um tour completa pelos EUA ocorrerá em 2019.

    Wall Of Sound foi produzido por Friedman, com engenharia de som de Paul Fig (GHOST, RUSH e ALICE IN CHAINS) e mixado por Jens Bogren (KREATOR, OPETH, SEPULTURA). O disco foi gravado em parte no Studio 606 de Dave Grohl na Califórnia e foi descrito anteriormente por Friedman como “uma versão mais intensa de Inferno, de 2014: “mais profundo, mais triste, mais feliz e mais agressivo”.

    Edições avulsas, assinatura física e digital. Conheça a nossa Roadie Crew Shop – acesse https://roadiecrew.com/roadie-shop