Categoria: Roadie News

  • THERAPY? divulga nova música, “Wreck It Like Beckett”

    THERAPY? divulga nova música, “Wreck It Like Beckett”

    O ‘lyric video’ oficial da música Wreck It Like Beckett dos heróis da Irlanda do Norte, o THERAPY? pode ser visto abaixo. A faixa é parte do 15º álbum de estúdio da banda, Cleave, que será lançado em 21 de setembro pela Marshall Records. Fortemente baseado em torno de noções de dualidade e divisão, o sucessor ao aclamado Disquiet (2015) – e sua primeira gravação para a Marshall – é um conjunto de músicas fortemente focado, ferozmente inteligente, apaixonado e empoderador, criado por uma banda que opera em seu pico artístico. Um contundente e incisivo relato sobre o estado da nação, investigando os cismas na sociedade contemporânea, e as motivações daqueles que buscam propagar a disjunção, uma coleção poderosa, desafiadora e intransigente de músicas de uma banda que nunca teve medo de confrontar e dissecar os impulsos mais sombrios da humanidade.

    Antes de Wreck It Like Beckett, o THERAPY? já havia divulgado um novo videoclipe, para a música Callow. O vocalista Andy Cairns falou sobre a inspiração por trás de Callow:

    Callow é uma das duas músicas deste álbum que eu escrevi do começo ao fim”, disse ele. “Todo mundo que sabe alguma coisa sobre nossa banda, sabe que eu amo HÜSKER DÜ, THE BUZZCOCKS e RAMONES, e esta é outra música punk melódica na veia de Nowhere, Screamager, Lonely, Cryin e Only, com talvez um leve toque de The Holy Bible, do MANIC STREET PREACHERS também.

    “Meu filho Jonah é realmente fã de um rapper chamado Lil Peep, que me soa como emo com drum beats, com letras sobre o quão fodido, perdido e solitário ele se sente. Eu consegui um ingresso para Jonah ir ao show dele Londres. Alguns meses depois, Jonah me disse: ‘Lil Peep está morta’, e eu pude ver que ele foi realmente afetado por isso: eu percebi que, para ele, isso era como a morte de John Lennon, Ian Curtis ou Kurt Cobain.

    “Em algumas de suas músicas, Lil Peep falou sobre o antidepressivo Xanax, o uso excessivo se tornou um problema real no Reino Unido, e enquanto eu pensava nisso, eu me lembrei de uma citação de Stephen Fry onde, depois que ele teve prescrito antidepressivos para combater depressão, ele disse que se sentia como um zumbi por meses. Ele disse algo como: ‘Se você tirar meus demônios, você também levará os meus anjos’. Seu ponto era que, sim, havia alturas vertiginosas e quedas aterrorizantes sem antidepressivos, mas ele preferia ter isso do que constante dormência. Então essa música está falando sobre como nós negociamos o caos da vida agora, e para entender por que alguém pode querer se entorpecer para não perceber o quanto somos divididos”.

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  • ENUFF Z’NUFF: Confira o videoclipe de “Diamond Boy”

    ENUFF Z’NUFF: Confira o videoclipe de “Diamond Boy”

    O videoclipe oficial de Diamond Boy, faixa título do novo álbum do ENUFF Z’NUFF, pode ser visto abaixo. O disco foi lançado em 10 de agosto.

    ENUFF Z’NUFF é o exemplo vivo do que um grupo de rock ‘n’ roll deveria ser. Agora centrado em torno do baixista e vocalista Chip Z’nuff, o ENUFF Z’NUFF ainda está vivo e detonando com uma legião de fãs leais, que não se cansam do ‘power pop’ misturado com hard rock típico da banda.

    Este disco é o primeiro lançamento do ENUFF Z’NUFF em que Chip lida com todos os vocais, o que foi uma tarefa e tanto, mas ele certamente estava pronto para isso.

    “Cantar no álbum inteiro foi muito desafiador”, diz Chip. “Eu estou tomando o lugar do meu irmão, que eu considero um dos maiores cantores da nossa geração. As músicas deste disco são sólidas como uma pedra”.

    Ele descreve o álbum como “um novo capítulo que deveria ter sido escrito há muito tempo. Imagem o DAVID BOWIE e THE BEATLES brigando, e o CHEAP TRICK vem para acabar com isso”.

    Além de Chip Z’nuff, a banda conta com o guitarrista de longa data Tory Stoffregen, o ex-vocalista / guitarrista do ULTRAVOX, Tony Fennell, e Daniel Benjamin Hill na bateria. O ENUFF Z’NUFF continua em turnês e gravações regulares, e este novo registro mostra mais uma vez o  pop/hard verdadeiramente competente que eles são capazes de fazer. Sem escassez de ganchos e músicas incríveis, Diamond Boy é outra joia na coroa do ENUFF Z’NUFF.

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  • KROKUS: Turnê de despedida é confirmada para 2019

    KROKUS: Turnê de despedida é confirmada para 2019

    O KROKUS embarcará em uma turnê de despedida no próximo ano. Os veteranos suíços do hard rock anunciaram seu plano de encerrar sua carreira de quatro décadas em um post no Facebook, escrevendo: “Os shows do KROKUS sempre foram especiais e deveriam continuar assim. Por isso decidimos parar enquanto ainda é realmente bom. É assim que os fãs devem se lembrar de nós.

    “Ao contrário de outras bandas que estão em sua eterna turnê de despedida, vamos manter nossa palavra e puxar o plugue no final de 2019, entregando o ‘Rock Magic Wand’ aos jovens”.

    O vocalista Marc Storace declarou: “Estamos ansiosos para uma grandiosa turnê mundial de 2019, Adios Amigos com o último grande show na Suíça”.

    O guitarrista Fernando Von Arb acrescentou: “Nós assinamos contratos reciprocamente um com o outro de que realmente acabou. Vamos nos ater a isso. Toda festa tem que acabar eventualmente”.

    O baixista Chris von Rohr declarou: “Foi uma jornada inigualável com todos os altos e baixos que a vida no rock tem a oferecer. Agora estamos ansiosos para este último giro de honra e daremos tudo que temos. Devemos isso a nós mesmos e aos nossos fãs. O dia 7 de dezembro de 2019 será inesquecível, como foi o dia 27 de março de 1982”.

    Durante sua longínqua carreira, o KROKUS fez mais de dois mil shows, tocou em cinco continentes, em inúmeras cidades, e conquistou milhares de fãs ao redor do mundo.

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  • THE EXPLOITED: Turnê adiada por problemas de saúde do vocalista

    THE EXPLOITED: Turnê adiada por problemas de saúde do vocalista

    A turnê do The Exploited que passaria pelo Brasil em Outubro teve que ser adiada por problemas de saúde do vocalista Wattie Buchan, que terá que instalar um marca-passos.

    A produtora dos shows, MP Management, está vendo com a banda novas datas para 2019, que serão anunciadas em breve.

    O The Exploited foi formado na Escócia em 1979, e é considerado uma das bandas mais importantes e mais influentes do cenário punk britânico e mundial. O The Exploited faz um som agressivo com letras politizadas, contra a mediocridade e a corrupção política, a violência da polícia, as guerras, a religião e a favor dos deserdados não só do seu país, mas também mundial. A banda possui oito álbuns de estúdio.

    A formação atual do The Exploited traz Wattie Buchan (vocais), Wullie Buchan (bateria), Irish Rob (baixo) e Robbie Davidson (guitarra).

    www.facebook.com/TheExploited/

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  • ETERNAL SACRIFICE – Fará uma grande apresentação para o lançamento do novo álbum

    ETERNAL SACRIFICE – Fará uma grande apresentação para o lançamento do novo álbum

    Promovendo seu novo álbum “Ad Tertivm Librvm Nigrvm” a horda soteropolitana ETERNAL SACRIFICE fará um grande show em sua cidade natal, Salvador, com data marcada para dia 10 de novembro de 2018.

    Será um grande evento que contará com convidados ilustres:

    HECATE: Importantíssima banda que uma honrada carreira na cena Black Metal brasileira. Banda oriunda de Fortaleza desde 1995 com certeza fará um belíssima apresentação nesta celebração.

    MYSTICAL FIRE:   Oriundos de Aracaju, essa banda tem uma grande história dentro Black Metal nacional desde 1996. Banda que é muito cultuada em nosso underground e muito competente ao vivo.

    ARKHÔN TÔN DAIMONIÔN: Formada desde 1995, é uma banda também oriunda de Salvador e que é liderado pelo ex-Eternal Sacrifice Grim Melin, competentíssimo multi-instrumentista que também é produtor musical.

    A celebração nomeada como “THE BLACK METAL UNHOLY CEREMONY VI” acontecerá no Clube Bahnhof em 10/11/2018 com ingressos a R$ 40,00.

    Endereço: Rua Guedes Cabral, nº 20, Rio Vermelho – Salvador/BA

    Facebook do evento: https://www.facebook.com/events/277108216230789/
  • FACES OF DEATH: confira agora o novo single “Priest From Hell”

    FACES OF DEATH: confira agora o novo single “Priest From Hell”

    Menos de 30 dias separam o novo álbum do Faces Of Death do público e fã do Thrash Metal “casca grossa” que o grupo paulista executa em sua sonoridade. A banda acaba de brindar seus seguidores com a liberação de duas informações importantes sobre o disco “From Hell”.

    O primeiro passo para aguçar ainda mais toda ansiedade e expectativas criadas sobre esse lançamento, é a disponibilização do primeiro single oficial que estará presente no álbum “From Hell”. A faixa de abertura do disco “Priest From Hell” acaba de ser disponibilizada no canal oficial do grupo no YouTube para audição completa. Confira no vídeo abaixo:

    Outro importante comunicado é a oficialização do lançamento do novo álbum. O Faces of Death informa que dia 10 de outubro o disco estará disponível em formato físico para que os seguidores, fãs e apreciadores dos trabalhos do grupo, possam adquirir sua cópia em alta qualidade.

  • AMEN CORNER – Toda discografia comentada por Sucoth Benoth

    AMEN CORNER – Toda discografia comentada por Sucoth Benoth

    Esta seção foi criada para que as bandas comentem suas próprias discografias, uma seção inovadora que já existe na revista impressa por alguns anos e que estamos trazendo até você no formato digital. Agora convidamos o nosso amigo Sucoth Benoth para participar comentando toda discografia do AMEN CORNER. Com certeza você ficará surpreso com todas as curiosidades e informações aqui escritas. Boa Leitura!

    Nome: Sucoth Benoth Ano de Nascimento: 1966 Bandas que Integrou: Infernal, Camos, Amen Corner (Atualmente)

    Demo tape “Eternal Prophecies” – (1992):

    Em julho de 1992 após três meses de ensaio, nós resolvemos gravar uma demo tape para começar a fazer a divulgação do Amen Corner, então nós fomos até o Victor do estúdio Solo aqui de Curitiba e gravamos duas músicas, Amen Corner e The Sons of Cain, lançamos uma edição limitada.

     

    7”EP “Amen Corner” – Hellion Records (1992):

    Pouco tempo após lançarmos a demo tape, nosso empresário da época o Demétrio foi até São Paulo e levou a demo, assim sendo ele conseguiu fazer contato com a Hellion records para o lançamento oficial em um disquinho 7”EP. Foi um lançamento muito fudido, o Amen Corner acabou tendo uma maior visibilidade pois o lançamento foi bem extremo atingindo o Brasil e até o exterior. É um pequeno disco com uma grande e valiosa história ele é cultuado até os dias de hoje.

     

    LP “Fall, Ascension, Domination” – Cogumelo Records (1993):

    No ano de 1993 a mais de 25 anos, me lembro que nessa época, estávamos muito empolgados para gravar as músicas e também havíamos assinado contrato com a Cogumelo Records, maior orgulho para nós e uma grande honra ter assinado com a gravadora do Sarcófago, Sepultura entre outras grandes bandas daquele período. O Fall Ascension Domination é considerado o grande álbum da banda, ele soa pesado, cru e Muito Satanico. Eu o considero um excelente álbum até porque as condições em 1993 para gravar um LP eram bem mais limitadas que hoje em dia. Tivemos uma mudança na formação saiu o baixista Fabrício Domingues e entrou o Cléio ex-Hecatombe. Entravamos em estúdio de manhã e ficávamos até a noite era bem cansativo tudo analógico, errava, voltava e gravava tudo de volta. Mas conseguimos gravar tudo em muito pouco tempo, questão de um mês se não me engano. A Produção ficou a cargo de nós mesmos e do Victor do estúdio Solo aqui de Curitiba, a capa foi pintada em tela, pintura a óleo, e tivemos que fazer uma embalagem toda especial para mandar para a Cogumelo pelo correio. Curiosidade: Durante a gravação da música Deusdemoteme teve uma explosão em um poste na rua e o barulho acabou ficando na gravação, no começo da música. Ficou muito fudido!! O Fall, tem uma temática bem Satânica e Anticristo. Black Metal na sua essência. Em 2008 ele teve um relançamento muito bem-sucedido pela Cogumelo

     12”EP “The Final Celebration” – Cogumelo Records (EP 1994):

    Com o lançamento do Fall Ascension Domination, que acabou se tornando um grande álbum, e teve uma excelente aceitação no geral, a Cogumelo se interessou em lançar um EP. No ano seguinte em 1994 voltamos ao estúdio Solo e gravamos duas músicas novas Diabolic Possession e The Five Glories e colocamos no álbum as duas músicas de nosso primeiro 7″EP lançado em 1992 pela Hellion Records de S.Paulo. As músicas Amen Corner e The Sons of Cain. Novamente a banda teve um excelente respaldo e aceitação da mídia e do público em geral, nessa época o Amen Corner começava a se destacar pela originalidade das músicas. Eu tive a ideia de fazer o desenho da santa ceia, porém cheia de demônios ao redor dos apóstolos, etc…. E o Nelsão que já havia pintado em tela o Fall, novamente se encarregou de pintar a capa do EP em tela e tinta a óleo. A capa ficou muito fudida e cheia de blasfêmias.

    CD“Iachol ve Tehilá” – Cogumelo Records (1995):

    Esse foi o último trabalho realizado pela mesma formação desde o Fall Ascension Domination, após esse lançamento a maioria dos integrantes se debandaram, ficando apenas eu e o guitarrista Tito (MURMÚRIO). Mas vamos lá, o Iachol mostra um Amen Corner mais maduro, mais evoluído musicalmente e mais entrosado. Com solos bem mais elaborados e cheio de sentimentos e peso. No Iachol Ve Tehilá (Poder e Glória) em hebraico, eu explorei mais o lado do Paganismo do politeísmo, a adoração aos deuses Sumérios, Babilônicos, Assírios entre outros, Deus da guerra, da fartura, deuses e deusas presentes nos corações e nas almas das pessoas antes da proliferação cristã no mundo. Ele foi gravado no estúdio solo novamente e dessa vez a pintura ficou a cargo do Paulo Tatoo, que fez o desenho. Foi uma época mais conturbada para mim pois em 1994 eu havia batido a moto e quebrado a perna, estava meio debilitado ainda e foi bem trabalhoso gravar o álbum, lembro que quando fui gravar os vocais, eu levei um litro de cachaça curtida com Guaco e tomei ela inteira. O Iachol Ve Tehilá teve uma grande repercussão e entrevistas nas revistas, etc….. Foi uma pena o pessoal ter saído da banda logo em seguida, pois isso atrasou a banda em alguns anos…  O Iachol foi recentemente relançado pela Cogumelo em digipack, um relançamento poderoso.

     MCD “Darken in Quir Haresete” – Demise Records (1999):

    Após o lançamento do Iachol ve Tehilá “muitos falam Jachol mas está errado o correto é Iachol”  como eu disse anteriormente o baterista, guitarrista e baixista foram saindo da banda um a um, e ficando eu e o Tito, começamos o árduo trabalho de remontar a banda e achar lugar para ensaiar, pois naquela época não existiam estúdios para ensaiar, foi um período bem difícil para nós, mas conseguimos construir um estúdio no quintal de onde eu morava e trabalhava na época e devagar fomos achando as pessoas para remontar o Amen Corner. Aí veio o baixista Rafahell da banda Imperious Malevolence, que participou na gravação do Darken in Quir Haresete, na outra guitarra veio o Israel Erthal (Naberus), no baixo (oficialmente) conseguimos de Blumenau-SC o Célio (que entrou na banda no lugar do Rafahell que havia deixado claro que apenas participaria das gravações). E na bateria também de Blumenau entrou Gerson (Osculum Infame). Então após compor 5 músicas, entramos em estúdio e lançamos o MCD Darken in Quir Haresete ele foi gravado no estúdio clínica aqui de Curitiba e lançado não pela Cogumelo records, mas sim pela Demise Records de MG, a banda voltou ao cenário com entrevistas nas revistas, zines e muitos shows pelo Brasil. Em 2000 eu resolvi deixar a banda e montar um projeto pessoal. O Darken, tem como temática o povo pagão do deserto de Moabe adoradores do Deus da guerra Camos e Quir Haresete seria a maior cidade deles uma espécie de Capital. A capa mostra duas mulheres invocando o Deus Camos para que ele proteja o povo de Moabe em uma batalha contra os hebreus.

    CD “LUCIFICATION” Independente (2007)

    De todos os trabalhos da banda esse é o único cd independente, gravado no áudio stamp estúdio em Curitiba com o produtor virgilio milléo. Trata se de um registro de uma formação que tocou durante 5 anos onde resultou em músicas com pegadas mais rápidas devido as influências e estilo dos demais músicos, (lembrando que somente o guitarrista murmúrio é o membro original que participou dessa formação) porém esse cd mantem o padrão tanto nas harmonias como também na temática que acompanha a horda desde seu início em 1992. A parte lirica quase que na totalidade do cd abrange a guerra e blasfêmia contra as amaldiçoadas ovelhas de deus, aniquilação dos fracos, o domínio total do senhor das trevas “Lucification.” Foi um período de vários shows, principalmente na região sul, estado de sp e 1 em bh que fez parte do lançamento do albúm. Em 2017 a banda fechou uma parceria com o selo mindscrap music de curitiba e relançou o albúm lucification, edição comemorativa de 10 anos de lançamento.

    01        intro:The Call 02        In Nomine Satanas 03        The Battlefield 04        Intro: The Conquerors 05        The Lord Of The Inner Circle 06        Ancient Wisdom 07        Kill For Satan (The Jesus Inside You) 08        Lucification 09        The Final March

     CD “Leviathan Destroyer” – Cogumelo Records (2010):

    Em 2008 após conversas com meu amigo Tito (Murmúrio) resolvi retornar ao Amen Corner. Em 2010 lançamos o álbum Leviathan Destroyer via Cogumelo records, |(nesse período nós havíamos retomado as conversas com a Cogumelo e inclusive em 2008 a gravadora havia relançado e Fall Ascension Domination” Os integrantes nesse álbum  são: Sucoth Benoth vocais, Murmúrio Guitarras, com as participações de War Master bateria e Nocturnal Alastor Demon no Contra baixo, gravamos no estúdio Avant Garde e a capa foi feita por Anderson da Natureza Morta, o CD é temático e fala sobre o Deus dos mares, dos eceânos “Leviathan” aquele que destrói e afunda as embarcações levando seus tripulantes a morte. Esse CD teve uma grande repercussão, entrevistas, shows. Após 8 anos afastado do Amen Corner conseguimos gravar um grande álbum.

     CD “The Return of the Sons of Cain” –  Belial Songs Records e Impaled Records (2010):

    E com grande orgulho que a Belial Songs anunciou o lançamento de The Return of the sons of Cain um tributo oficial a clássica banda de Black nacional Amen Corner, o selo afirmou que esse grandioso trabalho só foi possível devido à grande dedicação das treze bandas emergentes do cenário nacional e a parceria com o selo Paulista Impaled Records. O cd conta com uma grande produção gráfica e com excelente design gráfico feito meticulosamente pelo designer Rafael Tavares que já produziu capas para bandas como Ocultan, Nervochaos, The Ordher, entre outras. Em um encarte de dezoito páginas envernizadas e de qualidade sonora que exalta a qualidade do CD contando com treze faixas cada uma interpretada por uma banda que mostrou sua versão e visão das clássicas músicas do Amen Corner em excelente qualidade sonora fator fundamental para mostrar o nível do metal extremo nacional. O trabalho mostra a valorização da cena nacional com a intenção de incentivar o cenário nacional do qual possui clássicas bandas de qualidade muito superiores a algumas bandas de fora e a valorização da música extrema criada em nosso país.

    Set list do cd 1-Cryptic Lorn – Black Empire 2-Sades-Babylon Might and Glory 3-Thorny Woods – Lamentation and Prise 4-Impacto Profano – Zigurates Baal 5-Celebration of Evil- Camos god of the gods 6-Amaducias- Black thorn 7-Heia- On the Throne With Lucifer 8-Brutal Morticinio – My Soul Burns in Hell 9-Ars Tenebrae- Endless Solitude 10-Warriors of Metal- The Sons of Cain 11-Misdeed -Seventy Seven Guardians 12-Doomsday Ceremony- Diabolic Possession 13- Supremacy of Evil – the Creators Pride The Anguish Of The Accused

    CD / DVD “Christ Worldwide Corporation” – Cogumelo Records (2014):

    Comemorando mais de 20 anos de estrada, resolvemos lançar um álbum duplo CD e DVD assim, nasceu o Christ Worldwide Corporation via Cogumelo Records e lançado nos Estados Unidos e exterior pela Greyhaze records, esse lançamento vem acompanhado de um poster e traz uma regravação da Música Black Thorn do álbum Iachol Ve Tehilá de 1995 e mais 8 músicas. O DVD conta toda a história da banda ao longo dos anos com entrevistas, shows, clipe, fotos, etc. Ficou muito foda!! Toda a arte e designer gráfico foi desenvolvido pelo Anderson Natureza Morta e mostra cristo envolto em dinheiro do mundo todo mostrando o grandioso e lucrativo comércio que envolve deus, cristo, as igrejas e por fim as pessoas cegas que enchem os cofres das quadrilhas religiosas. É um Álbum temático onde mostramos de forma simples e clara a lavagem cerebral que os pastores incutem nas cabeças das pessoas. Foi gravado em 2012 no estúdio Avant Garde e lançado em 2014. Integrantes da banda: Sucoth Benoth Vocal, Murmúrio Guitarra, Mortum Guitarra, Shaitan Baixo e na bateria (partcipação) Ashimedai. Teve ainda participações de Angel (ex-Vulcano-B.Vocais), Moloch (Doomsday Ceremony- B.Vocais), Baal Anamelech (ex-camos e Dark Songs of Megiddo) teclados e Chaos (Guitarra ex-Camos).

    Split Tape com Black Angel “South American Tribute” – Viceral Vomit Records Equador. (2014):

    Em 2014 o Hector Corpus da banda Peruana Black Angel nos convidou para participar de um split em K7 com eles e nós achamos legal a ideia e participamos desse lançamento que saiu pelo selo equatoriano Visceral Records com distribuição na Europa pelo selo holandês Hellprod. Então nós enviamos algumas antigas e clássicas músicas e que saiu na fita e ficou bem fudido.

     

    Split CD com Black Angel “South American Tribute” – Bestial Invasion Records UK (2016):

    Não que seja um lançamento oficial mas vale a pena citar pois eu considero como um importante registro. Continuando com essa bem-sucedida parceria com o Black Angel, em 2016 o selo Bestial Invasion da Escócia resolveu lançar fita K7 Split com o Black Angel em versão CD, 500 cópias numeradas. Ficou muito legal e muito fudido mesmo, motivo de orgulho pois a banda consegue dessa forma atingir outros continentes.

  • SEPULTURA – Porto Alegre/RS – 09 de setembro de 2018

    SEPULTURA – Porto Alegre/RS – 09 de setembro de 2018

    O último show do Sepultura em terras gaúchas, realizado em dezembro passado, já trazia à Porto Alegre a turnê do aclamado Machine Messiah, lançado pela Nuclear Blast no começo de 2017 e já despertando um grande alvoroço entre os fãs. Nas duas décadas de estrada com o vocalista Derrick Green, Machine Messiah é tido como um dos melhores trabalhos do grupo desde sua entrada. E para celebrar todo este tempo com o “Predador”, coube ao Sepultura prestar uma homenagem à estreia de Derrick na banda, executando três faixas de Against, lançado em 1998. Então, a receita estava pronta: músicas novas, passando pelos clássicos da fase Derrick e um punhado de faixas antigas (e obrigatórias) garantiram ao público 1 hora e meia de um autêntico rolo compressor! Produzido novamente pela Pisca Produtora e Opinião, o evento teve uma excelente pontualidade e produção.

    Project 46

    Para abrir a noite, às 20h, pontualmente, tivemos um dos expoentes da nova geração do Metal brasileiro em ação: Project46. Vindos de São Paulo, Caio MacBeserra (vocal), Vini Castellari e Jean Patton (guitarras), Baffo Neto (baixo) e Betto Cardoso (bateria) divulgam seu mais recente álbum, TR3S, eleito como o melhor álbum nacional de 2017 pela ROADIE CREW. A apresentação agradou até quem não conhecia a banda, mas grande parte dos presentes sabiam as letras e muitos comentaram nas redes sociais que a banda merecia um show próprio em Poero Alegre. Com uma bagagem de respeito forjada ao longo de 10 anos de estrada, em sua discografia ainda contam os discos Doa a Quem Doer, de 2011 e Que Seja a Nossa Vontade, de 2014. No set list, músicas como Terra de Ninguém, Dor, Pânico, Na Vala, Erro+55, Violência Gratuita e Tr3s entregaram ao público muita agressividade e potência. O único porém foi equalização do som nas primeiras músicas, com a bateria encobrindo os outros instrumentos, mas depois houve uma grande melhoria, destacando os riffs absurdamente pesados de Vini e Jean. No final, Caio mandou todos colocarem a raiva para fora com um sonoro “foda-se” com a música Foda-se (Se Depender de Nós) e a ovacionada Acorda pra Vida, que ganhou até um coro à la Iron Maiden devido às suas linhas melodiosas de guitarra, finalizando de forma épica mais um show vencedor em Porto Alegre.

    Derrick Green

    Com o clima de esporro já instaurado pelo Project46, coube à Polícia, dos Titãs, servir como intro para o show do Sepultura, que já entrou os com dois pés no peito com a curta e grossa I Am the Enemy, um dos destaques de Machine Messiah. A pegada hardcore dá a tônica na música, empolgante do início ao fim. Com o público ainda chegando, emendaram com a trabalhada Phantom Self, recheada de passagens intrincadas e grandes arranjos. Kairos, do  disco homônimo de 2011, manteve o ritmo pulsante, mas foi com as batidas tribais de Territory que o Bar Opinião veio abaixo, seguida da clássica Inner Self. Aqui cabe um parênteses para a performance cavalar do baterista Eloy Casagrande: é incrível e surreal a pegada que o outrora prodígio, agora referência, tem de seu instrumento. Se Iggor Cavalera sempre impressionou, agora cabe à Eloy manter a banda sempre em cima de sua velocidade e empolgação. Antes de seguir para o mini-especial com faixas do Against, Sworn Oath, com seu peso arrebatador e vibe progressiva, provou porque é uma das faixas mais festejadas do novo álbum, com destaque para o trabalho fantástico de Andreas Kisser. Voltando vinte anos no tempo, em 1998 Derrick Green era “apenas” um ilustre desconhecido à frente do Sepultura, que após todo o estresse causado pela saída de Max Cavalera, teve que trabalhar duro para recuperar seu prestígio. Against marcou uma nova fase na carreira do grupo, e embora não tenha agradado uma boa parcela de seus fãs, mostrou que todas as dificuldades serviram para criarem este grande álbum, que contou com diversas participações especiais. E foi com a faixa título, seguida de Choke e Boycott que esta importante e época foi homenageada, causando, certamente, grande emoção à Derrick. Seguindo com músicas novas, vieram Machine Messiah e a fantástica instrumental Iceberg Dances, recebidas com entusiasmo pelo público. Aliás, mesmo não lotando o Opinião, devido a diversos fatores locais e obviamente financeiros do povo, o público deu um show de empolgação, agitando em todas as faixas, abrindo rodas e cantando os clássicos à plenos pulmões. O domingo gaúcho foi marcado por um tenso Grenal e ainda havia o Acampamento Farroupilha ocorrendo na cidade, então era de se esperar um público pouco abaixo do esperado. Em meio à tudo isso, é impossível não destacar o exímio trabalho do técnico de iluminação da banda, meu conterrâneo e xará Maicon Scherer, que soube como deixar cada música com efeitos visuais matadores!

    Para deleite dos fãs old school, Desperate Cry, Refuse/Resist, Arise e Dead Embryonic Cells foram tocadas com precisão e pegada absurdas, finalizando assim o set list tradicional do show, partindo para o bis com Slave New World, Resistant Parasites, Ratamahatta e Roots Bloody Roots. Como de costume, foi mais um grande show do Sepultura em Porto Alegre, tradição iniciada lá na década de 1980 na turnê do Beneath the Remains!    

  • BRITISH LION – No Brasil

    O músico e compositor inglês Steve Harris, lendário idealizador, fundador, baixista, principal compositor, tecladista e co-produtor de uma das maiores banda de heavy metal da história, o Iron Maiden, estará de volta ao Brasil em novembro – dessa vez para a estréia nos palcos nacionais de sua nova empreitada, o British Lion.

    Lançada em 2012 com um álbum que esteve nos charts de rock de vários países, o grupo está realizando este ano sua primeira turnê mundial fora do continente europeu e será visto em três apresentações no país – eles estarão no Rio de Janeiro, em 9 de novembro, no Circo Voador, dia 11 de novembro em São Paulo, no Cine Jóia, e dia 13 de novembro em Porto Alegre, no Bar Opinião.

    Enquanto se apresenta nesta turnê internacional, o British Lion prepara o seu segundo álbum de estúdio, previsto para ser lançado mundialmente ainda este ano. A banda é formada por Steve Harris no baixo, Richard Taylor nos vocais, David Hawkins na guitarra e no teclado, Grahame Leslie na guitarra e Simon Dawson na bateria.

    “Uma banda confiante e incendiária, que traz à mente o hard rock clássico do UFO a Thin Lizzy e Uriah Heep, mas que têm um frescor que pertence à era moderna” declarou a revista inglesa Metal Hammer sobre as primeiras apresentações do grupo na Inglaterra.

    Os ingressos para as apresentações brasileiras do British Lion já estão disponíveis. Mais informações em SERVIÇO.

    Sobre o projeto BRITISH LION

    Fundador do Iron Maiden, um dos maiores ícones do metal em todo o mundo, parecia que Steve Harris já havia conseguido tudo que poderia sonhar com a super banda que gravou 16 álbuns de estúdio e vendeu mais de 90 milhões de cópias em todo o mundo. Mas eis que surge o primeiro projeto solo / paralelo de Harris. Desenvolvido sob circunstâncias super secretas entre turnês, ele foi motivado, segundo o próprio artista, pelo talento bruto dos músicos envolvidos.

    “Levou anos para que isso acontecesse”, diz ele. “Originalmente o vocalista Richard Taylor e o guitarrista Grahame Leslie me enviaram uma fita – isso deve mostrar a você há quanto tempo aconteceu. Fiquei impressionado e decidi ajudá-los um pouco e foi a partir daí que a coisa foi tomando forma. Eu achei que as músicas eram tão impactantes que seria um crime se elas não vissem a luz do dia.”

    Então, depois de alguns anos trabalhando em mais faixas com Richard Taylor e também com o guitarrista David Hawkins, Steve passou para a próxima fase, a mixagem do álbum. “É muito diferente, mas existem alguns elementos do Maiden lá. Mas não que eu tenha me preocupado muito com o que as pessoas pensam”, afirma ele.

    Com uma vibe de rock decididamente pesada, o British Lion apresenta uma paleta completa de sons: meditativo, melancólico, justamente indignado e exuberantemente pesado. Suas canções são song hits sobrecarregados pelo estilo inimitável de Harris, mas infundidas com uma química totalmente diferente, um mundo à parte do Maiden. Um novo projeto, mas com uma alma concebida anos atrás, com a atitude dos anos 70, recriada com uma borda moderna.

    Quanto ao nome do álbum “British Lion”, Steve explica; “Isso representou muitas coisas para mim. Eu sempre fui patriota. Eu sempre tive orgulho de ser britânico – não vejo nenhum motivo para não ser. É uma parte enorme do meu ser. Não é como se eu estivesse agitando a bandeira ou tentando pregar, isso não é uma declaração política. É como apoiar seu time de futebol, de onde você é. Eu acho que se presta a algumas imagens muito fortes também, e para mim isso se encaixa com o som ”.

    E que som! Inesperado, empolgante e diferente de tudo o que o Iron Maiden fez, “British Lion” é uma jogada ousada de um dos músicos mais bem sucedidos, influentes e talentosos do Reino Unido. “Com o Maiden, sempre fizemos o que parece certo e isso não é exceção. Mas quanto ao som de “British Lion”, é natural que pareça diferente de tudo o que fiz antes, já que trabalhei com músicos diferentes. Eu acho que vai surpreender muita gente e estou muito animado. ”

    Depois de uma série de shows ao vivo em clubes e festivais por todo o Reino Unido e em alguns países da Europa desde o lançamento do álbum de estréia, a banda está atualmente trabalhando no segundo álbum de estúdio, que ainda não tem nome, mas será lançado ainda este ano, enquanto a banda embarca pela primeira vez numa turnê fora do continente.

  • Andy Whale (ex-BOLT THROWER) está fora do MEMORIAM

    Andy Whale (ex-BOLT THROWER) está fora do MEMORIAM

    A banda de death metal MEMORIAM, de Birmingham, no Reino Unido, anunciou a saída do baterista Andy Whale.

    O grupo disse em um comunicado: “Aqueles que conhecem Andy, sabem que ele é um pai de família responsável e orgulhoso.

    “Ele quer estar com o primeiro amor de sua vida, que é sua parceira e seus filhos, e não podemos ver uma razão melhor e mais admirável para a saída de uma banda.

    “Temos certeza de que Andy continuará tocando no futuro, mas achamos que ele poderá seguir suas rotas mais voltadas ao punks do que ao death metal.

    “Esta não é uma partida acrimoniosa, e temos certeza de que no futuro ele vai pular para trás do kit novamente com o MEMORIAM no palco por um pouco de diversão!

    “Então, nos dias 28 e 29 de setembro na Alemanha (Erfurt e Oberhausen), Andy fará seus últimos shows ao vivo com o MEMORIAM.

    “Assim, quem puder, por favor, venha e aproveite os eventos, junte-se à nossa festa, divirta-se e dê a Andy uma boa despedida.”

    “Todos os outros shows ainda seguirão adiante, mas, por enquanto, vamos todos desejar a Andy o melhor em qualquer empreendimento que ele escolha seguir em frente.

    “Nós alcançamos tanto em tão pouco tempo juntos como uma banda, e nosso amor por você nunca diminuirá.

    “Nosso amor e respeito eterno”.

    O MEMORIAM apresenta em suas fileiras Karl Willets (BOLT THROWER) nos vocais, Frank Healy (BENEDICTION, CEREBRAL FIX) no baixo e Scott Fairfax (CEREBRAL FIX).

    Whale foi membro do BOLT THROWER de 1986 a 1994.

    O segundo álbum do MEMORIAM, The Silent Vigil, foi lançado em março pela Nuclear Blast.

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