Categoria: Roadie News

  • DEEP MEMORIES – …novos e profundos caminhos do Doom Metal…

    DEEP MEMORIES – …novos e profundos caminhos do Doom Metal…

    Com lançamento previsto para o próximo dia 21 de setembro deste ano, o primeiro álbum do Deep Memories já obtém muitos elogios em diversas partes do mundo. De fato, a música feita é surpreendente, um Doom Metal permeado por diversas influências e muito profundo, com certeza será um marco para o estilo. Para falarmos à respeito deste álbum que vai com certeza mudar os rumos do Doom Metal convidamos o seu mentor e multi-instrumentista Douglas Martins, para nos falar à respeito deste trabalho fantástico e também de como surgiu essa banda “one man band”. Neste trabalho o Douglas prova que é possível sim, fazer um trabalho memorável mesmo sozinho.

    Douglas Martins, Foto por: Divulgação

    Você foi membro de umas das bandas mais importantes do país, o Desdominus, até 2005. Com eles você gravou as primeiras demos e no Debut você também assumiu os vocais. Com tantos anos dedicados aos Desdominus e tendo um papel tão importante em sua história, como surgiu a decisão de deixar a banda?

    Douglas Martins – Primeiramente, obrigado pelo espaço cedido Éden & Roadie Crew! Certamente não foi uma decisão simples de se tomar. Depois destes 13 anos longe da banda, olhar para trás e analisar como estava minha vida e minha mente naquele período, posso te afirmar com toda certeza que 2004 e 2005 foram os anos mais negros e conturbados da minha vida. Vários excessos, problemas pessoais e tantos outros fatores tinham me tirado fora do eixo. Não tinha como eu continuar. A Desdominus sempre havia sido prioridade na minha vida durante anos e isso havia se perdido… Eu precisava reorganizar as coisas.

    Neste período de 2005 até 2016 ano em que ficamos sabendo do Deep Memories, você participou de mais alguma banda?

    Douglas Martins – Não, não participei de nenhuma banda.

    Confesso que fiquei muito surpreso, pois quando ouvi o belíssimo Deep Memories exibindo seu talento e versatilidade foi como já disse, uma surpresa. O Deep Memories já existia como projeto quando você ainda pertencia ao Desdominus?

    Douglas Martins – O Deep Memories veio bem depois de eu sair. Você que também é compositor sabe que as vezes surgem ideias que não se enquadram na sonoridade da banda que está envolvido, mas apenas um riff daquela época (que não tinha se enquadrado naquela sonoridade) está no Deep Memories – o riff principal da música “Explicit Way To Relieve Pain” que é bem lento e arrastado. Os demais sons surgiram ao longo dos anos pós 2005. Eu nunca parei de tocar, somente não estava em uma banda.

    Há pretensão do Deep Memories se tornar uma banda com mais alguns membros para apresentações ao vivo?

    Douglas Martins – Muitos tem me perguntado sobre isso. Não cara, não penso em tocar ao vivo. Estou realmente satisfeito em manter o Deep Memories como algo somente de estúdio. Quando se está em uma banda, existe uma química, a espécie de uma magia que rola quando os integrantes executam o que foi composto por todos. Isto pode até ocorrer com o tempo, mas acredito que algo da essência do projeto poderia se perder.

    2018-In Too Deep “EP”

    Acredito que todos assim como eu ao ouvir o EP “In Too The Deep…” ficaram maravilhados com o Doom Metal apresentado. Como foi a reação do público referente a este material?

    Douglas Martins – Sendo bem sincero contigo, me surpreendeu bastante. Sabia que o material havia ficado legal, mas o retorno foi estrondoso. Vários compartilhamentos e diversas mensagens do Brasil inteiro querendo adquirir o material. A ideia do EP surgiu em uma conversa com o Wilton da Heavy Metal Rock e logo em seguida envolvemos o Marco Amaral da Misanthropic Records. Sabíamos que tínhamos um bom álbum na mão, mas ninguém conhecia o nome Deep Memories e então o material promocional fez todo o sentido, pegamos duas músicas do álbum e fizemos 1000 cópias este EP que foi distribuído gratuitamente entre selos, zines, distros e lojas da galeria do rock que, entregavam em mãos ou enviavam de brinde junto com seus materiais. Eu também enviei diversos apenas pelo custo do frete. Isto nos deu uma boa visibilidade e também uma dimensão do que o projeto poderia vir a se tornar.

    Por falar em Doom Metal, como surgiu a ideia de tocar este estilo?

    Douglas Martins – Acabou surgindo naturalmente. O Doom Metal junto com o Heavy Metal sempre foram meus estilos preferidos, ouço quase todo dia até hoje. Quando conheci o metal, a primeira banda que fiquei fissurado foi o Black Sabbath então a veia mais Doom já veio daí. Mas se observar com calma verá que a sonoridade do Deep Memories vai além do Doom Metal. Quando comecei as gravações não tinha noção de como o som ficaria no final. Boa parte dos sons já estavam concluídos e ainda não tinha decidido se teria ou não vocal! Acredito que as estruturas das músicas derivam do antigo Death Metal Sueco, com grandes influencias do Gothic Metal e Black Metal mais cadenciado, partes melódicas e atmosféricas que vem do Heavy e Prog Metal mas a espinha dorsal é Doom.

    As letras do Deep Memories são muito inteligentes e um tanto complexas, muito profundo também, pois as letras viajam pela psique humana. Pelo que li você explora de forma muito aprofundada as nossas lembranças e suas consequências como seres humanos… Nos fale mais sobre a veia lírica/ideológica… Você estudou psicologia? O que ou quem te influenciou para explorar tal lirismo?

    Douglas Martins – Como disse no começo da entrevista vivi alguns momentos bem difíceis na minha vida e a falta de aceitação destes momentos geraram feridas que nunca cicatrizavam, a cada nova “pancada” estas feridas se abriam e sangravam novamente. Percebi que entrar em contato com estas memorias de maneira profunda e estruturada, listando-as e falando sobre elas, desarmava algumas reações padronizadas da minha personalidade: Identificar que eu poderia mudar uma reação descontrolada ou dolorosa gerada pela associação inconsciente ao passado fez toda a diferença na reestruturação da minha vida. Gosto muito de psicologia, principalmente Carl Jung mas não tenho formação acadêmica nesta área. Gostaria de destacar que com o Deep Memories não existe uma questão ideológica, adotei esta abordagem em algumas músicas pois acho interessante e faz parte do meu cotidiano, mas não tenho a pretensão de erguer uma bandeira. Hoje tenho a liberdade de escrever o que acho relevante e interessante sem estar preso a uma ideia central, tanto que as cinco primeiras músicas do álbum contam a estória de um cara que se vê em seus últimos instantes de vida e acaba por morrer. Para sua surpresa identifica sua consciência intacta no post mortem, além de várias outras situações inusitadas que o apresentaram uma nova perspectiva da existencia humana.

    A banda é como chamamos “One Man Band”, ou seja, você sozinho gravou todos os instrumentos. Por que sozinho?

    Douglas Martins – Fazer um álbum inteiro sozinho sempre foi um sonho que tive. Todas as vezes que ouço o Twilight of the Gods do Bathory fico muito impressionado de como um álbum tão espetacular daquele foi gravado por um único cara! Já tinha uma tonelada de material em mãos e ainda não tinha tido “coragem” de encarar esta jornada. Quando comecei, dei de cara com um turbilhão de sentimentos que naturalmente migraram para os sons e isso acabou me impulsionando muito. O que no começo foi algo despretensioso se tornou sério, fiquei diversos finais de semana com o fone de ouvido e valeu a pena cada segundo. Quando finalizei a masterização fiquei 3 semanas sem ouvir o álbum. Quando eu ouvi novamente, foi algo inexplicável! Um álbum inteiro, pronto para ser lançado… Foi um momento inesquecível!

    Voltando a falar da veia musical do Deep Memories, notei também que além de influencias das tradicionais bandas de Doom Metal, você ousou uma usar alguns elementos diferenciados como progressivo. Quais são suas influencias musicais?

    Douglas Martins – Minhas principais influencias navegam pelos gêneros e subgênero do metal. Dentro da levada mais cadenciada, que mescla Death, Doom, Gothic e Post Rock bandas como Amorphis, Katatonia (todas as fases), Tiamat, My Dying Bride, Anathema (todas as fases), Theatre of Tragedy e Within Temptation me influenciaram e ainda influenciam pois ouço com muita frequência. Já no Death e Black metal citaria o Dimmu Borgir, In Flames (primeiros álbuns), Death, Aeternus, Dark Tranquillity, Hypocrisy, Dismember, Bathory, At The Gates e Rotting Christ como as principais influências. Dentro do progressivo minha maior influência sempre foi o Pink Floyd. Quando era criança me lembro de meu pai assistindo ao show “Delicate Sound of Thunder” que eu não conseguia assimilar muito bem, mas hoje vejo como fez e ainda faz parte da minha formação musical – David Gilmour toca com a alma! Já no Prog Metal a principal influência é Dream Theater, já os vi ao vivo duas vezes e acompanho desde que sou moleque. Mas sem dúvidas minha maior influência no prog é o Iron Maiden. Sei que a maioria estranhou esse meu comentário, mas eu particularmente vejo boa parte da obra deles como metal progressivo. Se você ouvir músicas como “To Tame A Land”, “Rime of The Ancient Mariner” e “Alexander the Great” entenderá do que estou falando. Esta para mim é a maior de todas as bandas, não há ninguém como o Iron Maiden.

    2018-Rebuilding The Future “Full-length” Capa para o Brasil e Rússia

    O Debut “Rebuilding The Future”, álbum que tive o prazer de ouvir e comentar aqui para os nossos leitores, está com data marcada para o seu lançamento em 21 de setembro deste ano. O que os seus fãs encontrarão neste álbum? O que nos diz?

    Douglas Martins – Encontrarão um material que mescla muito bem o metal dos anos 90 com uma sonoridade moderna, vocais brutais mesclados com corais e vocais limpos, diversos duetos de guitarra, um baixo marcante e pesado, boa presença de teclados, narrações, partes de guitarra limpa… uma atmosfera bem viajante, pesada e marcante.

    Esta banda com certeza nasceu fadado ao sucesso. O Debut será lançado além de aqui no Brasil pelos grandes selos “Heavy Metal Rock e Misanthropic Records”, também será lançado na Rússia e no Japão. Um feito extraordinário para o primeiro álbum de uma banda brasileira. Como surgiu o interesse destes selos internacionais pela música do Deep Memories?

    Douglas Martins – Ao concluir o álbum e acertar com a Heavy Metal Rock e Misanthropic Records iniciei a batalha por um selo fora do país. Entrei em contato com muitos selos. Hoje a internet facilita isso. Tive o privilégio de fechar com mais dois selos sendo o Invasion of Solitude Records, um selo japonês especializado em Melodic Death Metal –  eles lançaram o Myrkgand recentemente; na Russia assinei com a GS Productions que já lançou o Eternal Sorrow. Isto sem dúvida me motivou muito e também mudou a maneira de guiar o projeto. Passei a contar com o espetacular apoio das assessorias de imprensa Metal Media de Mococa e Against PR de Portugal, informando a galera e a imprensa em geral sobre os caminhos do Deep Memories aqui no Brasil, Europa, Asia e EUA. Também decidi lançar o álbum em todas as plataformas digitais como Spotify, Deezer, iTunes, Google Play entre outras.

    Em nossa opinião, você conseguiu uma identidade única à banda e mesmo tão nova se tornará um referencial para o estilo. Quais as suas aspirações junto ao Deep Memories? E o que você espera para o futuro?

    Douglas Martins – Agradeço muito a você Éden e Roadie Crew pelo apoio e palavras sobre a sonoridade do Deep Memories! O que almejo com este álbum é consolidar um caminho para este projeto, levar estas músicas ao maior número de pessoas que curtem metal e firmar o nome do Deep Memories no metal nacional e nos países em que o álbum foi lançado.

    2018-Rebuilding The Future “Full-length” Capa para o Japão

    A capa do Debut será diferente para o lançamento japonês, qual o motivo para esta decisão?

    Douglas Martins – Inicialmente eu ia usar a capa feita pela CadiesArt para todos os lançamentos, mas quando comecei a trabalhar no encarte do álbum acabei fazendo uma capa alternativa que  gostei bastante, mostrei para os amigos mais próximos e todos também curtiram. Então veio a ideia de deixar uma das capas para o Japão e a outra para os demais países e assim seguimos. Para este álbum eu não gravei nenhum bônus track, mesmo porque nem imaginava à proporção que tudo tomaria. Depois de fechado com os quatro selos, cheguei a pensar em gravar mais dois sons para esta finalidade pois ainda haviam restado a estrutura de 4 sons, mas percebi que o álbum “Rebuilding the Future” era composto por 8 músicas. Poderia soar forçado, e por isso decidi não fazer.

    Explique para os nós e nossos leitores a concepção das capas…

    Douglas Martins – As capas visaram demonstrar a ideia de “Reconstrução do Futuro”. Quando pensamos neste quesito, naturalmente refletimos onde estamos, onde podemos chegar e o que precisamos fazer para muda-lo. Se observar bem as duas capas perceberá que as imagens nos passam uma progressão – do passado para o futuro, ilustram a transcendência de patamares, mostrando uma evolução…, porém dar mais detalhes seria “induzir” a interpretação de quem as observa, gostaria que cada pessoa tivesse a sua interpretação, observando as capas se fazendo a seguinte pergunta: “O que eu faria para reconstruir meu futuro? ”

    Mudando um pouco de assunto, vou te fazer uma pergunta comum em minhas entrevistas. Como você encara a cena atual aqui no Brasil?

    Douglas Martins – Vejo a cena bem sólida com ótimas novas bandas progredindo ao lado de bandas com mais de 20 anos de atividade. Excelentes materiais sobre o metal nacional estão bem mais acessíveis. Teve uma natural profissionalização do conteúdo underground se comparado aos anos 80 e 90 com espetaculares zines e webzines, vários novos blogs, canais do YouTube que apresentam novas bandas, clipes, entrevistas, uma infinidade de playlists nas plataformas de streaming sobre metal brasileiro, enfim, a internet mudou nossa maneira de ver o mundo e mudou para sempre o movimento metal também. Antes ouvíamos os álbuns do Iron Maiden, Kiss, Judas Priest e Sepultura sem as vezes conhecer outras fotos além daquelas impressas nos encartes do vinil. Hoje com um simples clique você acessa a enciclopédia metal que tem toneladas de bandas. Se digita no Google, Facebook ou Instagram as palavras “metal extremo” verá a quantidade de material que aparece. Ampliando este mesmo raciocínio para o metal a nível mundial, quando comecei a curtir metal extremo na metade nos anos noventa, eu não sabia se a maioria destas bandas tinham videoclipes ou shows ao vivo, somente quando alguém comprava alguma VHS importada ou copiava de alguém da capital. Muitas bandas que conheci foram através de trocas de K7s por carta, então a internet veio para encurtar as distancias e facilitar a divulgação. Com isso, aqui no Brasil muitos que antes não tinham voz passaram a ter seu espaço, é logico que mais disputado que antes, mas todos temos a liberdade de expor nossa paixão que é o metal de maneira pública. Para aqueles que apreciam e acompanham as novidades do cenário underground isto com certeza ajudou muito.

    Deep Memories, Foto por: Divulgação

    Você além de ser um músico e compositor exímio, você também é produtor musical, estou certo? Está trabalhando em mais alguma produção?

    Douglas Martins – No momento não estou trabalhando na produção de nenhuma banda mas tenho 2 trabalhos bem encaminhados para início da produção até o final deste ano. Estes convites me deixaram bem surpreso! O pessoal ouviu o Deep Memories e me procurou para produzir seus trabalhos. Isto é uma enorme realização pessoal porque este lance da produção já vem de anos, sempre gostei de interagir com equalizações, mixagens e coisas do gênero. Minha primeira experiência profissional foi com este álbum do Deep Memories e espero que muitos novos trabalhos surjam pois quando estou envolvido em uma produção, me vejo realizado plenamente. É trabalho duro, horas de dedicação, o limite sempre sendo testado, mas o resultado final vale a pena.

    Meu amigo Douglas Martins, agradeço demais o seu tempo cedido a esta entrevista muito esclarecedora e desejo que o Deep Memories vá cada vez mais longe. Você merece. Conte sempre conosco… O espaço é seu…

    Douglas Martins – Meu brother Éden, agradeço imensamente por estas excelentes perguntas! Sempre acompanhei a Roadie Crew ao longo dos anos e gostaria de parabeniza-los por sustentar a chama do metal acesa por tanto tempo! Para mim é uma honra incrível saber que tão conceituado veículo de comunicação abriu as portas para o Deep Memories! Muito obrigado! Aos amigos que tem acompanhado o Deep Memories nos últimos meses dia 21 de setembro o álbum enfim estará disponível. Agradeço todas as mensagens, compartilhamentos, comentários e feedbacks que tenho recebido. Não tenho palavra para agradece-los! Em novembro estaremos lançando nosso segundo lyric vídeo que além da letra, terá imagens do Deep Memories. Valeu!

    Enquanto esperamos ansiosamente o lançamento do álbum “Rebuilding The Future”, trazemos aqui a “The Bitter Taste Of Illusion” do maravilhoso EP “In Too Deep…”. Assistam e ouçam: https://youtu.be/vCNReRnodtM
  • DEE SNIDER: Confira o novo vídeo, “American Made”

    DEE SNIDER: Confira o novo vídeo, “American Made”

    O videoclipe oficial da música American Made, do vocalista DEE SNIDER pode ser visto abaixo. A faixa é parte do novo álbum de Snider, intitulado For The Love Of Metal, que foi lançado em 27 de julho pela Napalm Records. O disco, que foi produzido pelo vocalista do HATEBREED, Jamey Jasta, conta com contribuições de Howard Jones (ex-KILLSWITCH ENGAGE), Mark Morton (LAMB OF GOD), Alissa White-Gluz (ARCH ENEMY), Joel Grind e Nick Bellmore (TOXIC HOLOCAUST), e Charlie Bellmore (KINGDOM OF SORROW).

    Snider declarou sobre a canção: “Eu estava assistindo as Olimpíadas, e não pude deixar de notar que não importa o quão agarrados estejamos a garganta um do outro nos assuntos da Política nos dias de hoje, surpreendentemente estamos todos unidos quando se trata de ver nosso país contra outro. Isso me fez perceber que os países são como famílias disfuncionais: podemos discutir e brigar uns com os outros – você deveria ter visto o Natal da família Snider este ano, as pessoas literalmente quase chegaram aos tapas. No Natal !? – mas se alguém ousasse atacar qualquer um de nós, toda a família se uniria contra o agressor. Isto vale para todos os países. Esta música é uma canção sobre a unificação – reconhecer que há algo muito importante que todos nós compartilhamos e devemos nos orgulhar: de onde nós viemos”.

    O álbum solo anterior de Snider, We Are The Ones, foi lançado em outubro de 2016 pela Red River Records. Produzido por Damon Ranger, o disco foi descrito por Dee como “um álbum que é parte FOO FIGHTERS, parte IMAGINE DRAGONS, parte de THIRTY SECONDS TO MARS.”

    O TWISTED SISTER encerrou atividades em 2016, depois de completar uma turnê de despedida comemorativa de 40 anos.

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  • DEICIDE lança novo vídeo, “Defying The Sacred”

    DEICIDE lança novo vídeo, “Defying The Sacred”

    Os gigantes do death metal da Florida, DEICIDE, disponibilizaram o videoclipe de uma música do seu novo álbum, Defying The Sacred, e você pode conferi-la abaixo. Defying The Sacred é parte do novo álbum da banda, Overtures Of Blasphemy, que foi lançado em 14 de setembro pela Century Media. O sucessor de In The Minds Of Evil, de 2013, foi produzido por Jason Suecof (THE BLACK DAHLIA MURDER, TRIVIUM) no AudioHammer Studios em Sanford, Flórida. A arte da capa foi criada por Zbigniew M. Bielak (GHOST, PARADISE LOST, MAYHEM).

    O vocalista do DEICIDE, Glen Benton, afirma: “Este álbum se uniu ao longo do tempo, o que significa que nós não queríamos nos apressar.

    “Algumas pessoas talvez se lembrem de uma entrevista em que Steve Asheim [membro original, baterista / compositor] disse ‘o material está pronto, mas ainda não chegou lá’. Bem, esse foi o ponto de partida de quando este álbum realmente começou a tomar forma e as músicas se tornaram o que são agora… completas, compactas e eficazes. À medida que a banda avançava, o processo de escrita e alguns outros processos tornou o disco e a banda mais fortes. O resultado é Overtures Of Blasphemy, talvez o lançamento mais forte do grupo até hoje.

    Jason Suecof dedicou seus consideráveis talentos e atenção aos detalhes para tornar o acompanhamento das músicas o melhor possível e a mixagem final tão sonora e brutal, além do mais audível possível. Um processo árduo, mas vale que fez valer a pena o tempo e o esforço”.

    Bielak afirmou: “Se você experimentou o ‘boom’ do death metal do início dos anos 90 em primeira mão, você sabe o que tornou o logotipo flamejante do DEICIDE a maior ameaça para a sanidade.

    “Trabalhar com Glen Benton foi uma grande honra, e uma volta no tempo, para a época em que a estética do death metal era mais vil.

    Satan Spawn the Caco Deamon está vivo e bem.”

    Em 2016, o DEICIDE se separou do antigo guitarrista Jack Owen, que foi substituído por Mark English (MONSTROSITY).

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  • IMPELLITTERI lança novo vídeo, “Run For Your Life”

    IMPELLITTERI lança novo vídeo, “Run For Your Life”

    A Frontiers Music Srl lançará o novo álbum de estúdio do IMPELLITTERI, The Nature Of The Beast, em 12 de outubro. A banda lançou o videoclipe oficial para uma música do álbum, intitulada Run For Your Life. Confira abaixo.

    Com 30 anos de carreira musical, o IMPELLITTERI criou uma nova aventura musical alucinante, altamente energética e emocionante com The Nature Of The Beast. A banda está em chamas com suas acrobacias musicais, riffs viciantes, solos de guitarra intrincados, bateria na velocidade do speed metal e vocais gritados de power metal, que são ingredientes indispensáveis nessas canções matadoras!

    Como muitos de seus pares talentosos, IMPELLITTERI continua a carregar a tocha do heavy metal guiado pela guitarra. Em The Nature of the Beast, a banda brilha, especialmente em canções como Run For Your Life, o energético remake de Symptom Of The Universe do BLACK SABBATH, a loucura de Gates Of Hell, o riff viciante de Hypocrisy e o cover em versão speed metal para Phantom Of The Opera.

    “As novas músicas foram escritas com paixão e um amor sincero pelo heavy metal”, conta Chris Impellitteri. “Eu acho que como uma banda nós crescemos e ficamos mais fortes a cada novo álbum. Nossas habilidades artísticas parecem melhorar com a idade, mas ao mesmo tempo parece que estamos mais enérgicos, loucos e jovens com este lançamento. Você poderia dizer que a música nesta nova criança musical é uma extensão do nosso álbum anterior, Venom. Eu adoro o álbum Venom, mas atualmente estou obcecado por The Nature of the Beast. Estamos entusiasmados em compartilhar essa nova música com nossos fãs e amigos ao redor do mundo, e eu realmente espero que vocês gostem!”.

    O IMPELLITTERI gravou The Nature of the Beast em Los Angeles, Califórnia, com o lendário engenheiro e produtor Mike Plotnikoff (VAN HALEN, AEROSMITH, IN FLAMES), o engenheiro de mixagem Greg Reely (OVERKILL, FEAR FACTORY) e os engenheiros Jun Murakawa e Sean Shannon.

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  • SOULFLY: Confira a nova música “Dead Behind The Eyes”

    SOULFLY: Confira a nova música “Dead Behind The Eyes”

    A música Dead Behind The Eyes, do SOULFLY, pode ser conferida abaixo. A faixa conta com a participação do vocalista do LAMB OF GOD, Randy Blythe. A letra foi inspirada nos Cenobites, os seres extra-dimensionais criados por Clive Barker, popularizados pela série de filmes “Hellraiser”.

    O SOULFLY lançará seu décimo primeiro álbum, Ritual, em 19 de outubro via Nuclear Blast Entertainment. O sucessor de Archangel (2015) foi produzido, gravado e mixado por Josh Wilbur (KILLER BE KILLED, LAMB OF GOD, GOJIRA). A arte da capa foi pintada pelo artista Eliran Kantor (TESTAMENT, ICED EARTH, SODOM). A arte do encarte foi criada por Marcelo Vasco (SLAYER, HATEBREED, KREATOR). O álbum apresenta vários convidados, incluindo Randy Blythe (LAMB OF GOD) e Ross Dolan (IMMOLATION).

    Recentemente Max Cavalera falou à ‘Metalshop TV’ sobre o novo álbum: “Algo de Ritual traz um pouco de volta o ‘groove’ do início do SOULFLY – o groove realmente pesado – e então a outra parte é a minha verdadeira paixão por coisas pesadas e rápidas que eu sempre amei: death metal, hardcore, black metal e tudo mais. Nós temos uma música chamada Under Rapture, que apresenta uma participação especial de Ross Dolan, do IMMOLATION. Ela tem ‘blast beats’ e tudo, e é insano. É tão legal, cara, estou muito feliz que conseguimos essa música neste disco”.

    De acordo com Max, Wilbur “é um grande fã do SOULFLY, e disse ‘Eu quero fazer o álbum do SOULFLY que eu gostaria de ouvir‘. Então ele tentou fazer com que eu fizesse mais músicas, canções tribais e coisas assim”, disse ele. “No final, acho que todo mundo estava puxando para um lado ou para o outro – eu lutando pelas músicas rápidas, ele lutando pelas músicas com groove – você coloca tudo junto, e se torna aquilo que eu estava chamando de ‘thrash tribal’. O que é legal, cara. Não é totalmente original, mas parece novo, por alguma razão. Tem o som de agora, mas pegamos algumas ideias emprestadas dos primeiros dias, como percussão, grooves e cânticos tribais. E eu gravei com os Navajos. Foi ótimo. Colocamos alguns deles em algumas das músicas”.

    Perguntado por que ele decidiu nomear o novo álbum do SOULFLY como Ritual, Max disse: “Acima de tudo, eu gosto do nome; eu acho que é um nome muito metal. Eu estava pensando um pouco sobre as primeiras formas de ouvir música, com vinil – você tira o vinil, cheira, coloca, pega a agulha, tem todo um ritual envolvido nisso E, claro, agora há um novo ritual – você pega seu tablet, você vai Spotify ou você vai até [outro] site e encontra sua música, mas também é um ritual.

    “O metal é muito ritualístico em muitos aspectos, no que fazemos – o ‘circle pit’, o canto, as mãos para cima, os chifres com os dedos para cima, bater-cabeça… é música ritual”, continuou ele. “Então eu pensei que este é um nome simples que todos podem se conectar. E fizemos algumas obras envolvendo dois dos meus artistas favoritos. Eliran Kantor fez a capa – ele também fez Archangel – e o interior, todo o inlay foi o Marcelo Vasco do Brasil. O interior é muito legal – tem esse Shiva com todos os diferentes braços e máscaras de gás, e todos esses símbolos. Eu disse ao Marcelo para inventar alguns símbolos que parecem loucos, então ele inventou alguns… eles parecem quase símbolos rituais de vodu, e nós os usamos em todas as músicas, e coisas assim.

    “Eu gosto muito do título do álbum”, acrescentou Max. “Eu me lembro do disco do JANE’S ADDICTION, Ritual De Lo Habitual, e sempre gostei desse nome; sempre foi muito legal. Então eu usei Ritual, apenas a primeira parte daquele nome. Eu sempre gosto de pegar coisas emprestadas de outras bandas, especialmente quando são de estilos diferentes de música, que não sejam realmente metal – tipo, o JANE’S ADDICTION não é muito metal. Então é provavelmente de onde eu tirei a ideia – foi provavelmente a partir disso”.

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  • NASHVILLE PUSSY: Confira trechos das canções do novo álbum

    NASHVILLE PUSSY: Confira trechos das canções do novo álbum

    Amostras de áudio de todas as faixas de Pleased To Eat You, o novo álbum do NASHVILLE PUSSY, podem ser conferidas abaixo.

    Lemmy (MOTÖRHEAD) pessoalmente abençoou o NASHVILLE PUSSY chamando-os de “a última grande banda de rock’n’roll da América” – e Lemmy certamente entendia das coisas.

    Formado em 1997, o NASHVILLE PUSSY pregou o seu desleixado evangelho ao longo das duas últimas décadas ao lado do MOTÖRHEAD em todos os fronts do rock, da Ásia para a Europa e vice-versa.

    Criado com uma dieta rígida, a base de pilhas de amplificadores Marshall, guitarras Gibson, garrafas de Jack Daniels e erva, o NASHVILLE PUSSY é o filho bastardo do ‘boca suja, e demente caipira Blaine Cartwright e a motorista de trator, aluna da escola de modelos nuas e guitarrista prodígio Ruyter Suys. O NASHVILLE PUSSY rapidamente ganhou uma reputação por ser como “um AC/DC com um Angus mulher”, pelos solos de guitarra frenéticos no estilo ‘blues-meets-punk’ e as hilariantes “rimas de berçário da prisão” de Blaine.

    Os deuses do rock sorriram para o NASHVILLE PUSSY na criação do novo álbum de estúdio da banda, Pleased To Eat You. Combinando os talentos do produtor Daniel Rey (RAMONES, WHITE ZOMBIE, RAGING SLAB) e do engenheiro de estúdio David Barrick (BLACK STONE CHERRY, THE KENTUCKY HEADHUNTERS, MARSHALL TUCKER BAND), a banda estava ansiosa por um novo lançamento, e por canções que irão afundar os seus dentes.

    Pleased to Eat You é o sétimo registro de estúdio do NASHVILLE PUSSY.

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  • NERVOCHAOS: novo álbum está chegando!

    NERVOCHAOS: novo álbum está chegando!

    Está cada vez mais próximo o lançamento do novo álbum de um dos principais nomes do Metal nacional na atualidade: o paulista NERVOCHAOS. Mais uma vez o grupo esteve na Itália, no Alpha Omega Studios, ao lado do produtor Alex Azzali para registrar o que será seu oitavo álbum de estúdio. Ainda sem título anunciado, o novo disco é esperado para esse ano ainda, mais uma vez sendo lançado em parceria com as gravadoras Cogumelo Records e Voice Music no Brasil. Muito em breve mais detalhes sobre o aguardado álbum serão apresentados. O NERVOCHAOS também se prepara para voltar aos palcos no início de outubro, seguindo a Nyctophilia Tour 2018, agora pela América Latina. Links relacionados: E-Mail: [email protected] Site: https://www.nervochaos.net Facebook: https://www.facebook.com/NervoChaos Instagram: https://www.instagram.com/nervochaos YouTube: https://www.youtube.com/nervochaos Spotify: https://open.spotify.com/artist/79Zxs7jzzD0sCwnYOUCKGx iTunes: https://itunes.apple.com/br/artist/nervochaos/570172609 Metal Media: https://www.metalmedia.com.br/nervochaos Fonte: Metal Media

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  • HELLWAY PATROL: os Arautos do fim dos tempos invadiram as plataformas digitais

    HELLWAY PATROL: os Arautos do fim dos tempos invadiram as plataformas digitais

    Além da versão em vinil 7”, o novo EP do HELLWAY PATROL, ‘Desert Ghost’, que vem sendo recebido de forma extremamente positiva, está disponível também nas principais plataformas de música digital do planeta. A versão digital, estendida, está em plataformas como Spotify, iTunes, Bandcamp e inúmeras outras, confira alguns links: Spotify: https://goo.gl/8ZyiFc iTunes: https://goo.gl/7bdvYj Deezer: https://goo.gl/u241wL PlayStore: https://goo.gl/8kcSLf Bandcamp: https://goo.gl/HuWA9T ‘Desert Ghost’ foi gravado com instrumental ao vivo no estúdio High Voltage, em Londrina/PR, e vocais gravados no estúdio Wah Wah em São Paulo, com mixagem e produção de Michel Kuaker e masterização pela empresa paulista Absolute Master. A capa foi criada pelo norte-americano David Paul Seymour (Slayer, Anthrax, Opeth, Mastodon, Pentagram). Quem preferir o material físico, o vinil de ‘Desert Ghost’ e outros materiais do HELLWAY PATROL, basta entrar em contato com a banda por um de seus canais oficiais. Envio para todo o Brasil. Links relacionados: E-Mail: [email protected] Facebook: https://www.facebook.com/hellwaypatrol/ Instagram: https://www.instagram.com/hellwaypatrol YouTube: https://www.youtube.com/channel/UCJkVun7mL_E8FWuil-PQ4Jg Spotify: https://open.spotify.com/artist/6muyFNI57qpjAG4RYPNLQD iTunes: https://itunes.apple.com/br/artist/hellway-patrol/1299066820 Metal Media: https://www.metalmedia.com.br/hellwaypatrol Fonte: Metal Media

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  • ENCÉFALO: ‘DeaThrone’ é a afirmação do grupo no cenário

    ENCÉFALO: ‘DeaThrone’ é a afirmação do grupo no cenário

    Já não é de hoje que o cearense ENCÉFALO é um dos nomes mais queridos e respeitados do cenário brasileiro. Com álbuns e turnês pelo Brasil e exterior na bagagem, o grupo vem com seu novo trabalho firmar de vez seu nome. Batizado de ‘DeaThrone’, o terceiro disco do grupo apresentou não apenas sua nova formação, mas também uma nova visão, mais extrema, adicionando mais Death Metal ao seu já pesadíssimo Thrash Metal. Essa nova visão tem sido muito bem recebida pelos fãs e pela mídia especializada. Confira algumas citações feitas em resenhas: “Consolida-se como um dos grandes nomes do Death Metal nacional” – Whiplash “Essencial para qualquer deathbanger” – Cangaço Rock “O grupo cearense demonstra muita maturidade” – Dicas de Metal “Que som foda dos infernos!” – Metal na Lata “Certamente um dos grandes álbuns nacionais de 2018” – A Música Continua a Mesma “Mais um belo trabalho destes extremos do Ceará!” – Arte Metal “Sons que não deixam pedra sobre pedra” – Road To Metal “Muito bom gosto e profissionalismo” – Heavy and Hell “Uma locomotiva descarrilhando em alta velocidade numa descida!” – Gaveta de Bagunças “O Encéfalo já não cabe mais no Brasil” – Heavy Metal Thunder ‘DeaThrone’ está disponível para audição gratuita no YouTube: https://youtu.be/QGfpenOOjSQ Aos que preferirem ouvir um dos discos mais elogiados do ano em outras mídias, ‘DeaThrone’ também está disponível nas principais plataformas de streaming do mundo. Para ouvir, basta fazer uma busca em seu aplicativo de preferência ou seguir um dos links abaixo: Spotify: https://open.spotify.com/album/08gOOhpi1Py4QrZkr9fOhv iTunes: https://itunes.apple.com/br/album/deathrone/1387171852 Google: https://goo.gl/rvC7z4 Deezer: https://www.deezer.com/br/album/63964422 ‘DeaThrone’ foi lançado pela Shinigami Records. O disco foi gravado no VTM Studio e no Noronha Home Studio, onde também foi mixado e masterizado. A capa foi criada pelo artista Ygor Nogueira. O disco conta com dez faixas. A versão física do álbum pode ser comprada com o selo, nas melhores lojas especializadas e diretamente com o ENCÉFALO – assim como todo o merchandise da banda – por e-mail ou Facebook, envio para todo Brasil. Links relacionados: E-Mail: [email protected] Facebook: https://www.facebook.com/encefaloband Instagram: https://www.instagram.com/encefaloband YouTube: https://www.youtube.com/channel/UCvOImYOQ8U3kLY3PxdmzfOw Spotify: https://open.spotify.com/artist/1kYvTYHmtvN1kxmpMUhwKR iTunes: https://itunes.apple.com/br/artist/enc%C3%A9falo/1209164718 Metal Media: https://www.metalmedia.com.br/encefalo Fonte: Metal Media

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  • DEEP MEMORIES: gravadora japonesa lança trailer do novo álbum, ouça agora

    DEEP MEMORIES: gravadora japonesa lança trailer do novo álbum, ouça agora

    A gravadora japonesa Invasion of Solitude Records, responsável por lançar o álbum ‘Rebuilding The Future’, debut do DEEP MEMORIES, acaba de lançar um teaser com trechos de todas as músicas que estarão no disco. https://www.facebook.com/deepmemoriesbrazil/videos/529670510814671/?t=0 ‘Rebuilding The Future’ é o primeiro álbum do projeto liderado pelo ex-Desdominus, Douglas Martins, e será lançado – além do Japão – simultaneamente no Brasil e Rússia no dia 21 setembro através dos selos Heavy Metal Rock (Bra), Misanthropic Record (Bra) e GS Productions (Rus). A pré-venda do álbum aqui no Brasil já está disponível através do site oficial da banda: https://www.deepmemories.com.br O álbum ainda nem saiu e já vem sendo agraciado com a aprovação de quem já escutou o trabalho. Nas linhas da resenha publicada no site da Roadie Crew, o trabalho já é considerado um referencial para o estilo: “uma banda que será com este lançamento um referencial do estilo com toda certeza.” ‘Rebuilding The Future’ contará com duas capas, uma oficial, criada pelo próprio músico e designer Douglas Martins, e outra exclusiva para o mercado japonês criado pela CadiesArt. Links Relacionados: E-Mail: [email protected] Facebook: https://www.facebook.com/deepmemoriesbrazil Instagram: https://www.instagram.com/deepmemoriesbrazil YouTube: https://www.youtube.com/channel/UCjsxJJAIGSlioPpVPLHIjcA Metal Media: https://www.metalmedia.com.br/deepmemories Fonte: Metal Media

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