Categoria: Roadie News

  • VELHAS VIRGENS volta a Salvador e comemora 30 anos de carreira

    VELHAS VIRGENS volta a Salvador e comemora 30 anos de carreira

    Mais madura e com pegada eletrizante, a banda paulista Velhas Virgens é ícone indiscutível no rock nacional independente. Comemorando 30 anos de carreira, a banda retorna a Salvador para um show inédito, celebrando três décadas de Rock n Roll no dia 14 de Dezembro, no Salvador Music Place (Hotel Sol Bahia) em Patamares.

    Ícone indiscutível do cenário do rock independente, nascida nos anos 80, está com novo DVD “Velhas Virgens 30 anos”, que também dá o nome a nova turnê do grupo.

    Nesta trajetória musical, a banda carrega na bagagem mais de dois mil shows realizados por todo o Brasil, tornando-se o grupo nacional com mais tempo de sucesso independente, segundo apontamento do livro de recordes brasileiro, RankBrasil.

    Para compor o show em Salvador, a banda conta com clássicos como “Toda Puta Mora Longe”, “Beijos do Corpo” e “Abre Essas Pernas pra Mim”, entre outros clássicos do grupo.

    Serviço:

    Produtora Buh apresenta: Velhas Virgens

    Domingo, dia 14 de dezembro de 2018

    Local: Salvador Music Place – Rua. Manoel Antônio Galvão, 1075 – Patamares

    Ingressos online: R$ 60,00 + 1kg de alimento no www.sympla.com.br

    Ingressos físicos: R$ 60,00 + 1kg de alimento no Eddie Caldos e Espetos / Bar dos Bardos / Duentes Tatoo

    Classificação: 18 anos

    Fonte: Rock Freeday Edições avulsas, assinatura física e digital. Conheça a nossa Roadie Crew Shop – acesse https://roadiecrew.com/roadie-shop
  • ANGRA retorna com sua nova turnê (ØMNI World Tour) em Salvador

    ANGRA retorna com sua nova turnê (ØMNI World Tour) em Salvador

    A web rádio Rock Freeday e a Íris Produções apresentam a aclamada banda de heavy metal Angra em Salvador, no dia 02 de dezembro (domingo). O evento será realizado na casa de shows Salvador Music Place, em Patamares, às 18h. A banda retorna a capital da Bahia agora com a ØMNI World Tour.

    ØMNI é o 9º disco de estúdio do Angra, um álbum conceitual, um conjunto de contos de ficção científica que acontecem em vários lugares no tempo, simultaneamente. Aos 26 anos de idade, o Angra é liderado – e fundado – por Rafael Bittencourt (guitarra e voz), Felipe Andreoli (baixo), Fabio Lione (voz), Marcelo Barbosa (guitarra) e Bruno Valverde (bateria).

    Como marca registrada, o álbum ØMNI do Angra é repleto de brasilidade misturada à musica clássica e o heavy metal, fórmula que se soma a diferentes influências como Rock Progressivo, Thrash Metal, música latina, Djent, etc.

    Serviço:

    Rock Freeday e Íris Produções apresentam:

    Angra – ØMNI World Tour em Salvador

    Domingo, dia 02 de dezembro de 2018

    Local: Salvador Music Place – Rua. Manoel Antônio Galvão, 1075 – Patamares

    Classificação: 18 anos

    Menores de 16 anos somente terão acesso ao evento acompanhados dos pais ou responsável legal.

    INGRESSOS À VENDA!

    Lote 2º:

    Promocional (valor reduzido, com a doação de 1kg de alimento não perecível, no dia do show): R$ 70

    FRONT STAGE:

    Meia: R$ 140 (ingressos limitados)

    Pontos de venda:

    Venda Online via Sympla

    https://www.sympla.com.br/angra-em-salvador—02-de-dezembro__351823

    Demais pontos de venda (sem taxa de conveniência – somente em dinheiro):

    ·         The Bunker – Rua Alexandre Herculano, Nº 45 (primeiro andar) – Telefone: (71) 2132-5337

    ·         FoxTrot – Shopping Bela Vista e na Rua Direita da Piedade. Telefone: (71) 3616 7771 / 3431-9139

    Informações:

    www.rockfreeday.com

    www.irisproduções.com.br

    www.facebook.com/rockfreeday

    Edições avulsas, assinatura física e digital. Conheça a nossa Roadie Crew Shop – acesse https://roadiecrew.com/roadie-shop
  • DARK FUNERAL – 21 de outubro de 2018, São Paulo/SP

    DARK FUNERAL – 21 de outubro de 2018, São Paulo/SP

    Das bandas que transformaram a Escandinávia na região mais fértil do mundo para o black metal, o sueco Dark Funeral sempre foi uma das mais célebres. Fundada em Estocolmo em 1993 pelo guitarrista que se tornou mundialmente conhecido como “Lord Ahriman”, o Dark Funeral estreou oficialmente no ano seguinte com o EP Dark Funeral, e desde então sofreu constantes transformações na formação, o que manteria apenas Ahriman da formação inicial até os dias de hoje. Com vocais que já pertenceram a nomes como Themgoroth (ex-Bloodshed e Infernal), Emperor Magus Caligula (ex-Hypocrisy) e Nachtgarm (Negator, King Fear), o Dark Funeral gravou seu mais novo álbum, Where Shadows Forever Reign (2016) com o excelente vocalista Heljarmadr (Domgård, Grá, Cursed 13). Foi para representar com violência sonora toda essa história e esse legado que Dark Funeral voltou ao Brasil em 2018, em um show imperdível em São Paulo.

    Agendado para o Manifesto Bar, que tem se tornado casa cada vez mais frequente para os fãs de metal extremo (fãs de Vader, Suffocation, Nile, Belphegor e Marduk poderiam atestar a veracidade dessas palavras), o Dark Funeral veio com sua formação atual intacta, com as guitarras de Lord Ahriman e Chaq Mol, o baixo de Adra-Melek, bateria de Jalomaah e o citado vocalista Heljarmadr, que foi logo dando o seu cartão de visitas com Unchain My Soul, uma das mais célebres faixas do novo álbum. Sem demora ou qualquer tipo de enrolação, os suecos continuaram amaldiçoando os presentes com 666 Voices Inside, primeira de Attera Totus Sanctus (2005) da noite, e que foi recebida com muita empolgação pelos fãs que tomavam o recinto.

    Embora ainda fosse cedo, a banda decidiu que era hora de atolar os fãs em clássicos do metal negro, e a sequência foi assassina: The Arrival Of Satan’s Empire (Diabolis Interium, 2001), Ravenna Strigoi Mortii (Vobiscum Satanas, 1998) e Atrum Regina (Attera Totus Sanctus, 2005) vieram em sequência, mostrando a potência dos vocais de Heljarmadr, e todo o leque de recursos do baterista, que parecia possesso atrás do seu kit. Pouco precisa ser falado sobre a presença silenciosa e discreta do líder, Lord Ahriman, sempre focado no seu instrumento, mas com um comando absurdo sobre a banda, o que garantia uma apresentação sem erros de execução.

    Destacando o belíssimo trabalho das guitarras de Mol e Ahriman, o hino antigo The Secrets of the Black Arts (Idem, 1996) contrastou com o ritmo mais cadenciado de Goddess of Sodomy, outra das faixas de Diabolis Interium que resistiram ao teste do tempo e permanece no setlist regular de turnê do Dark Funeral. Após My Funeral (única nesta noite que vinha de Angelus Exuro Pro Eternus, 2009), um dos momentos mais esperados da apresentação: puxando o coro de vozes infernais, Heljarmadr anunciou a música que dá nome ao segundo ‘full-length’ dos suecos, Vobiscum Satanas, um dos maiores clássicos do gênero. Desnecessário dizer que o Manifesto fervia com almas malditas em êxtase, um espetáculo de fúria como poucos vistos antes em São Paulo.

    Mas, dona de toda a história que abordamos na introdução deste artigo, o Dark Funeral ainda tinha boa lenha para queimar na fogueira de Satã. Para encerrar a apresentação, mais uma tríade com duas novas composições, e o maior clássico da carreira da banda, reverenciado pelo tempo e pelo mundo: Nail Them To The Cross e Where Shadows Forever Reign (do novo Where Shadows Forever Reign) foram entremeadas pela clássica Open The Gates (do EP de estreia, de 1994), que conta com uma das melhores letras de todo o black metal, e que foi berrada em uníssono por um Manifesto Bar quase que já reduzido ao pó.

    Após mais de três décadas, de transformações gigantes no mundo e na forma como consumimos informação, o black metal continua como o gênero musical mais agressivo de que se tem notícia. Muito disso se deve a bandas como o Dark Funeral, que sempre primaram por transformar sua música numa fonte pura de ódio e temor, que se orgulha em se manter distante dos olhos do mainstream. Mais uma vez, nós tivemos a chance de conferir tudo isso ao vivo.

  • Dark Dimensions Folk Festival II – TÝR / ARKONA – 20 DE OUTUBRO DE 2018, São Paulo/SP

    Dark Dimensions Folk Festival II – TÝR / ARKONA – 20 DE OUTUBRO DE 2018, São Paulo/SP

    Falar do crescimento do cenário folk/viking metal no Brasil já deixou de ser assunto original há um bom tempo. Basta ver a quantidade de festivais que temos por ano, o bom público que cada um deles movimenta, a quantidade (e, principalmente, a qualidade) de novas bandas surgindo, e como tudo o que parece ter ligação com essa temática tem sido mais apreciada em solo nacional. No sábado, 20 de outubro, a Capital Paulista recebeu a segunda edição do Dark Dimensions Folk Festival – a primeira edição, no ano passado, contou com as apresentações de Armored Dawn, Kalevala, Elvenking e Ensiferum – que promete (e torcemos!) se manter firme como uma das boas opções do calendário de shows anual paulistano.

    Se por um lado houve um clima meio triste pelo cancelamento do show dos brasileiros do Arandu Arankuaa (a banda alegou ‘problemas de logística’), os fãs ali presentes foram agraciados com shows mais longos das atrações principais, o que, convenhamos, é sempre uma boa pedida.

    Para o merecido esquenta, duas bandas brasileiras que vivem situações ainda opostas no cenário: Primeiro, o Burning Christmas, ainda desconhecido de boa parte do público headbanger (e isso não é demérito), e que está lançando o seu primeiro trabalho, o EP Übermensch (2018). Trazendo o som mais ‘diferenciado’ dessa edição do Festival, a banda fez uma apresentação segura, e que agradou o público que ia, cada vez mais, lotando a casa de shows. Logo em seguida veio o sensacional Hugin Munin, que não por acaso é considerado um dos melhores nomes da cena nacional na atualidade. Com um vasto repertório a sua disposição (a banda está ativa desde 2007, e vem lançando material desde o ano seguinte), eles deram o tom da festa, com peso, fúria e altas doses de riffs, cortesia da sempre efetiva dupla Thorgrim e Hjalmar. E existe algo menos do que a perfeição que se possa esperar do vocalista Surt? Pois bem, se perdeu este show, tenha a certeza de garantir seu lugar no próximo.

    Surt, vocalista do Hugin Munin

    Era então chegada a vez do TÝR, um dos nomes mais prestigiados no mundo do folk/viking metal. Dividindo o protagonismo com a próxima atração da noite, o TÝR subiu ao palco sob fortes gritos da plateia, alguns desde o início sugerindo o nome de suas canções favoritas para o repertório da apresentação. Heri Joensen (Eri Johnson? Eita…) é um ótimo vocalista e um bom guitarrista, e logo de cara ele deu seu cartão de visitas, com Blood Of Heroes, uma pedrada do álbum mais recente do grupo, Valkyrja, de 2013. Com linhas vocais bem trabalhadas e linhas de guitarra dotadas de fortes melodias, era curioso ver o público se dividindo entre aqueles que cantavam a letra da música, e aqueles que berravam as linhas de guitarra. Sim, existem coisas que só um festival incrível como o Dark Dimensions Folk Fest pode trazer para você.

    O trabalho do ‘novato’ guitarrista Attila Vörös (ele já tocou ao vivo com bandas como Satyricon, Nevermore e Sanctuary) se destacou em The Lay of Thrym (The Lay of Thrym, 2011), que destaca as linhas das duas guitarras, e que é um hino obrigatório em quase todas as apresentações desde o ano em que foi originalmente lançada. Do mesmo álbum ainda viria Hall of Freedom, e então um dos momentos mais legais da noite, com Regin Smiður, clássico de Eric The Red (2003), um álbum que adoraríamos ver lançado por aqui.

    Claro que álbuns como Ragnarok (2006) e Land (2008) não poderiam ficar de fora da festa, e do primeiro, a sequência Grímur á Miðalnesi / Wings of Time foi para emocionar qualquer fã. Do álbum que comemora dez anos, duas pedradas vieram para felicitar os seguidores de Odin: Gandkvæði Tróndar e Sinklars Vísa, duas canções que fizeram por merecer o status de clássicos de que dispõe. Para encerrar um show que ninguém queria ver acabar, duas músicas de By The Light Of The Northern Star (2009), talvez o mais bem sucedido da saga do TÝR: By The Sword In My Hand e Hold The Heathen Hammer High, talvez uma das mais perfeitas canções escritas sob o rótulo ‘folk metal’.

    Para dar fim à noite e ao festival, era a vez dos russos do ARKONA, certamente a atração mais esperada desta edição. Presentes no mundo do pagan/folk metal desde o início dos anos 2000, o Arkona está lançando álbuns regularmente desde 2004, e a mais nova peça dessa trajetória, o álbum completo Khram, foi lançado recentemente, em janeiro de 2018. Com um palco decorado e vestimenta condizente, a banda começou sua apresentação com Shtorm, uma das mais interessantes faixas do novo álbum. Era difícil dizer quem estava mais empolgado, se público ou banda, mas é fato que todos estavam se divertindo.

    Tseluya Zhizn’ e V pogonie za beloj ten’yu seguiram com o foco em Khram, e é necessário salientar o quanto Tseluya Zhizn’ é uma canção que cresce ao vivo, com inserções climáticas certeiras, ora vindas das boas linhas de guitarra, ora do baixo hipnotizante, ora ainda dos excelentes vocais de Maria “Masha Scream” Arkhipova. Claro que não poderíamos deixar de mencionar a clássica Goi, Rode, Goi! (do álbum de mesmo nome, 2009), uma das mais conhecidas do público brasileiro, e que recebeu uma acolhida fenomenal, além da performance sempre perfeccionista de seus intérpretes.

    Do mesmo álbum, a incrível Arkona chegou arrancando aplausos do público. É incrível a aura de força e bravura que estas músicas conseguem despertar, seja em seus atos mais extremos, ou ainda nas suas passagens mais calmas e atmosféricas. Mesmo em um show de qualidade linear, confesso que me emocionei ao ouvir Stenka na Stenku (Slovo, 2011) e Yarilo (Goi, Rode, Goi!, 2009), duas das minhas composições favoritas, executadas em sequência. Que Masha Scream e seus parceiros permaneçam ainda muitos anos na ativa e criando grandes músicas, e que sempre tenhamos grandes e bem organizados festivais como este Dark Dimensions para nos colocar diante de ótima música! Que venha o próximo!

  • KHADHU CAPANEMA: o inverno mineiro do líder do Cartoon

    KHADHU CAPANEMA: o inverno mineiro do líder do Cartoon

    Apenas um ano depois de o Cartoon soltar no mercado seu quinto disco, V (2017), o líder, compositor e multi-instrumentista da banda mineira de rock progressivo/hard rock, Khadhu Capanema, mostra uma nova faceta artística em seu primeiro voo solo. Elementos de rock, folk, música brasileira e pop são parte da fórmula utilizada para a criação de Inverno Mineiro. E uma particularidade: o disco marca o reencontro de Khadhu com letras compostas em português, algo que não acontecia deste o debut do Cartoon, Martelo (1999), que ano que vem completará duas décadas. Em entrevista à ROADIE CREW, Khadhu fala a respeito deste seu primeiro rebento solo, indica alguns caminhos que o Cartoon poderá seguir em seus próximos lançamentos, confirma planos para a Orquestra Mineira de Rock, recorda episódios ao lado da Orquestra Ouro Preto e do cantor e compositor Alceu Valença, relembra sua participação no projeto de folk metal Kernunna, liderado por Bruno Maia (Tuatha de Danann), e relata os apuros que passou ao ter um valioso instrumento de sua coleção roubado (e o alívio em recuperá-lo).

     

    Como se deu a decisão de fazer um trabalho solo, de onde vieram as ideias, quando tudo começou?

    Os projetos que envolvem composição são os mais importantes para mim, são minha essência. Este disco, o Inverno Mineiro, surgiu dentro de uma necessidade de colocar para fora mais material musical. Com o Cartoon, a gente está sempre em atividade, mas nem tudo entra na banda. E algumas canções vão ficando para trás. Algumas eu vou guardando. O Cartoon acabou fazendo um disco mais acústico e cantado em inglês, o (quinto disco, lançado em 2017). E foi numa época em que eu comecei a me interessar em fazer músicas também em português. Quando voltamos de uma turnê (norte-americana, em 2016), me deu muita vontade de cantar em português e falar sobre minha terra, as cidades que vivi, o astral de Minas. Começou a pintar um monte de música com essa ideia, de falar sobre esperança, misturando com essa onda de Minas Gerais. De 2016 para cá começaram a surgir mais ideias e mais canções, então as músicas antigas que não entravam nos discos do Cartoon continuaram para trás, e o Inverno Mineiro virou um disco com faixas compostas entre 2016 e 2017.

    De que forma você apresentaria esse disco a alguém? Porque, para mim, diria que ele tem elementos do rock, do folk, do pop e da música brasileira.

    Gosto mais de perguntar a alguém o que acha do disco do que eu mesmo dizer (risos). É muito difícil para a gente rotular o próprio trabalho. Se o artista fala que tem um rock ali, dá uma limitada. Mas o disco segue um pouco a linha do último disco do Cartoon, em termos de concepção sonora, que tem muito a ver com valorizar os violões. Aliás, o violão é meu instrumento principal da vida. No Cartoon, eu sou baixista, mas no último disco mesmo toquei mais violão do que baixo. Acho que o Khykho (Garcia, guitarra) tocou mais baixo do que eu nesse último do Cartoon. Bom, mas aí eu juntei uma galera para gravar esse álbum solo. E, respondendo à pergunta, acho que é mais folk (risos), embora o próprio folk é uma coisa muito ampla também.

    Você voltar a cantar em português é algo que chamou atenção, porque, no Cartoon, isso só aconteceu no álbum de estreia, o Martelo (1999). Como foi essa volta?

    Não registrei mais nada realmente em português. A não ser em discos de outros artistas, como do (cantor e compositor mineiro) Péricles Garcia ou da (cantora) Isabella Bretz. O Cartoon mesmo não gravou mais em português. E muito em função do fato de que, quando estou escrevendo música, o inglês flui bem mais fácil. Desde o Martelo eu não tinha composto quase nada em português, saiu uma coisa ou outra que não achei tão importante. Recentemente veio essa onda de compor e cantar em português, e eu fiquei muito feliz. Gosto de escrever em português, mas somente quando consigo achar a linguagem certa para dizer o que estou pensando.

    O disco não chega a ser conceitual, no sentido de não ser uma só história, mas existe uma ligação entre todas as faixas, certo?

    Sim. Toda vez que vou lançar um material novo, um grupo de músicas, esse grupo tem que fazer algum sentido. Gosto dessa coisa de disco, pensar numa obra, mesmo sendo uma coisa fora de moda. O disco Inverno Mineiro partiu dessa relação minha com Minas, a forma como eu enxergo e vivo Minas, as cidades que morei, Ouro Branco, Conselheiro Lafaiete, Belo Horizonte, lugares como Serra do Cipó. Esse disco tem a ver com Minas Gerais em relação a mim. E que pode mexer com várias pessoas que tiveram, por exemplo, adolescência no interior, como eu. As harmonias, os ritmos e as melodias também têm similaridades, criando uma unicidade no disco. Não é um álbum conceitual, mas ao mesmo tempo é, pois tem uma emoção e uma temática que permeiam o disco todo.

    O Cartoon é colocado por muitos como uma banda de rock progressivo, mas ao mesmo tempo também tem um som rock ‘n’ roll, hard rock, folk. O grupo gosta de se reinventar. Só que, depois de cinco álbuns com a banda, você crê que esse seu primeiro disco solo é o mais experimental de sua carreira? Digo no sentido de haver muitos instrumentos nele, como cello, gaita, saxofone etc.

    A palavra experimental não me vem à cabeça. Acho até que há um formato, digamos, mais tradicional, inclusive. Mas realmente tem muito instrumento, tem quarteto de cordas, mais metais. Só que tudo funcionando como banda. Ao vivo, é tocado da mesma forma como está no disco. Talvez eu até lance um registro ao vivo da gente tocando esse disco. Acho que é um lance mais intuitivo, que flui muito. Experimental me remete a algo mais louco, então considero o Martelo talvez o mais experimental nesse sentido. A gente estava aprendendo e experimentando algumas coisas. Meu disco solo talvez seja experimental no sentido de ser uma experiência nova, um desafio. Até para juntar uma banda como quem nunca tinha tocado antes, como o Marcelo (Ricardo, bateria), o Paulinho (Paulo Santos, percussão), do Uakti, que trouxe algo muito legal, como barulhos de água, da natureza etc.

    Este disco solo pode influenciar o Cartoon de alguma forma?

    Vai depender muito da decisão que o Cartoon vai tomar por agora, o rumo que vamos tomar musicalmente. Finalmente depois de muitos anos algumas pessoas começaram a entender essa onda do Cartoon. Alguns críticos falavam que nosso trabalho tinha muita coisa ao mesmo tempo e não tinha uma identidade…

    Chegou muito esse tipo de crítica para vocês?

    Já ouvimos isso, percebemos a dificuldade de alguns de querer rotular nosso trabalho, algo que vem desde o primeiro disco. E o rock progressivo acabou sendo o rótulo preferido. Porém, tem coisas no nosso trabalho que não são rock progressivo. Em uma matéria que saiu na ROADIE CREW, sobre o mesmo, aconteceu algo muito legal porque o Daniel Dutra (que fez o material) sacou exatamente isso, que a viagem da banda é surpreender a cada álbum, indo para caminhos diferentes, mas que a essência do Cartoon e a maneira como tratamos a música está em todos os discos. Seria muito difícil para mim, como compositor, e para a banda, ter que fazer só uma coisa. O AC/DC é uma banda clássica nesse sentido, eles sim conseguem fazer um mesmo estilo em todo o disco, e fazem isso muito bem, seguindo um só estilo. Mas para mim seria cansativo fazer o mesmo som por 40 anos. Me identifico mais com o Queen nesse caso. O Queen era uma banda que fazia muito bem essa viagem de pegar um determinado estilo musical e fazê-lo à maneira do Queen. A gente tenta fazer uma música à maneira do Cartoon. Os três primeiros discos tem uma visão mais progressiva. Já no Unbeatable (2013), apesar de haver alguns momentos assim, o progressivo não é o que marca o disco. Ali tem mais rock ou hard rock. E o é totalmente diferente deles. Nosso próximo disco talvez siga um pouco nessa direção do último ou quebre totalmente isso e vá para algo totalmente novo. Ainda não decidimos.

    Relembrando um pouco do segundo disco, já que você tocou no lado progressivo, Bigorna (2002) tem várias músicas, mas que parecem ser uma música só, que o leva para mil caminhos.

    E ele é pensado para ser um disco conceitual, tem história, começo, meio e fim. E existe essa questão de buscar o máximo de unidade no álbum como um todo. Tem um tema que permeia o disco inteiro, algo que vai e volta no disco, mesmo que imperceptivelmente. O  Unbeatable  foi o primeiro álbum onde a gente não quis ter tanta unidade temática, é mais um disco de canções, no sentido de não ser tão conceitual. O próximo vai depender da vontade maior do grupo, o que cada um mais quer fazer. As duas principais ideias que temos são completamente antagônicas. Uma seria pelo lado mais parecido do último disco, e a outra seria um disco de uma música só, uma composição que já está praticamente está pronta, houve até uma pré-produção dela, mas decidimos não lançar ainda. Vamos ver se a finalizaremos por agora ou mais para frente.

    Mas vocês não vão deixar um longo hiato entre um disco e outro como já aconteceu em outras ocasiões, não é? (risos)

    O trabalho de promoção de discos toma tanto tempo, e todo mundo faz tanta coisa dentro da banda… A galera toda é muito ocupada por várias coisas. Mas a ideia é lançar um disco a cada dois anos. A meta do Cartoon tem sido essa.

    Dentro deste contexto e deste cenário, já dá para pensar até num segundo disco solo?

    Agora que dei o pontapé inicial, talvez fique muito mais fácil para fazer um segundo, um terceiro… Já estou com algumas ideias. O CD e o DVD hoje em dia são como “fetiche” para o artista, e digo isso no mais nobre sentido, uma coisa maior do que querer ser comercial. Para gravar um disco gasta-se muito, leva muito tempo, e você não possui uma necessidade de ter um álbum inteiro no mercado atual, em que a galera tem lançado mais singles. Talvez eu vá soltando músicas com meu trabalho solo até formar um disco inteiro. Temos um projeto também de gravar um disco com a Orquestra Mineira de Rock (formada pelos membros do Cartoon, do Cálix e do Somba), mas aí é algo que demanda ainda mais, pois juntar 13 pessoas é complicado (risos).

    Já que você citou a Orquestra Mineira de Rock, realmente deve ser muito difícil juntar tanta gente. E já pensaram em trazer mais pessoas para ela ou já receberam convites de gente de fora querendo fazer parte dela?

    A gente recebeu inúmeros pedidos de pessoas, que, inclusive, têm muito a ver com a gente. Mas é um negócio tão difícil de gerenciar! A gente se conhece há mais de 20 anos, desde menino. Colocar tanta gente nesse caldeirão acaba até sendo um risco. A gente já teve para tirar gente (risos). Mas participação especial talvez seja uma ideia boa, alguém que possa acrescentar algo em determinada ocasião. Como membro efetivo acho difícil. O grupo total tem umas 25 pessoas, não só os 13 músicos, mas também técnico de som, iluminador, pessoal de produção.

    Ainda sobre a Orquestra Mineira de Rock, o que esperar desse próximo show que estão preparando para o dia 9 de dezembro em BH?

    Com certeza será um show memorável! Estamos muito animados com ele! Gostamos muito do Palácio das Artes, um dos centros de cultura de Minas e até do Brasil. Muita gente faz questão de tocar lá. O Palácio guarda ainda aquele glamour de ser uma casa tradicional. Já fizemos shows memoráveis lá, com o Cartoon e com a própria Orquestra Mineira. Temos histórias legais tocando e assistindo shows no Palácio. A gente vem aprimorando esse show ao longo do tempo. Em 2019 também temos projetos de diversificação maior da orquestra, pensamos em lançar composições próprias do grupo, mais arranjos de música clássica, tocar discos na íntegra de bandas como Beatles, Queen, sei lá… Alguns projetos para colocar em prática. Mas para este show específico vamos comemorar os 20 anos do início do projeto. De lá para cá muita coisa aconteceu. Será um momento de comemoração, e muito especial! É um sonho realizado poder tocar com um monte de gente que, além de ser muito competente no que faz, ainda é seu amigo de anos tantos anos.

    Falando em orquestra, você teve a oportunidade de tocar várias vezes com a Orquestra Ouro Preto.

    Tenho tocado com a Orquestra Ouro Preto também. Toco de vez em quando com eles o concerto em homenagem aos Beatles, em que atuo no contrabaixo e é muito legal. Mas a experiência mais forte que tive com eles talvez tenha sido a gravação do DVD Valencianas (2014), da Orquestra Ouro Preto com o Alceu Valença, no Palácio das Artes. O violonista oficial da orquestra estava numa turnê fora do país, e eu fui chamado para substitui-lo. Eu nunca tinha tocado com a orquestra e nunca tinha tocado aquele repertório. Tive que pegar o repertório rapidinho, fizemos dois ensaios com a orquestra e já era o show de gravação. Foi um desafio enorme pra mim. Agora o lance da orquestra é muito legal, de juntar muitas possibilidades. Tocar com um grupo grande é outra experiência e tanto. Gosto muito de poder variar essa coisa de ora fazer voz e violão, ora tocar com banda, ora com orquestra.

    Por outro lado, você tocou num projeto com Bruno Maia chamado Kernunna. Foi a coisa mais metal que você fez?

    Com certeza (risos).

    Como foi aquela experiência?

    Foi legal pra caramba. Sou amigo e fã do Bruno. O Tuatha de Danann e o Cartoon começaram mais ou menos na mesma época. Só que em caminhos paralelos. A gente se encontrou a primeira vez em 1996 ou 1997, antes do primeiro disco. Tocamos em festivais, mas curiosamente eu não conhecia o trabalho do Tuatha. Eu tinha uma loja na Savassi, e um amigo levou para eu ouvir o disco do Braia, trabalho solo do Bruno. Nas primeiras notas já achei foda, material muito acima do que eu ouvia na música brasileira em geral para aquele tipo de som. Curti demais, mas foi a partir daí que ouvi os discos do Tuatha. Curti pra caramba também, principalmente o Trova di Danú (2004). Passa um tempo, e o Bruno me liga para chamar o Cartoon para tocar num Roça ‘n’ Roll. Depois, falamos em fazer algo juntos, e foi ele quem veio com a proposta do Kernunna. Foi muito legal. Não queria pegar um trabalho em que eu fosse liderar, então fiquei só como músico e dando minha contribuição também como intérprete. O trabalho (The Seim Anew, de 2013) é muito legal. Só tem um porém nesse disco. Apesar de eu gostar tanto das músicas, detesto a mixagem. Não gostei mesmo. Não participei desse processo, e todo mundo da banda também achou a mixagem ruim. Já estávamos com show marcado para o Rock in Rio e acabamos lançando o disco na pressa. Meu sonho é remixar esse álbum, porque é um trabalho foda. Se tivesse uma mixagem decente, seria o mais foda do folk metal do Brasil, na minha opinião.

    Já pensaram em lançar mais músicas com esse projeto?

    O Bruno já cantou essa ideia. Eu topo demais, mas é foda juntar todo mundo. Atualmente tem coisas que estou fazendo que não tem como abdicar… Tem que estar na hora certa de todo mundo fazer. Um problema adicional é que cada um mora numa cidade diferente… Mas seria um prazer gravar novamente.

    Por fim, queria que você nos contasse de uma história recente, em que você passou um susto e tanto. Um instrumento seu, o esraj, foi roubado, mas acabou sendo recuperado.

    É muito legal essa história. Ia haver um concerto da Orquestra Mineira de Rock, e meu carro estava com problema na embreagem, então, resolvi ir de Uber. Vim para porta de casa com o instrumento na mão pra esperar o Uber e fui assaltado. Levaram o esraj e meu celular. Fiquei meio desnorteado, mas fui para o show mesmo assim. O instrumento é único em Belo Horizonte, então divulguei nas redes sociais e rolou uma grande mobilização de amigos e fãs, muita gente ajudou. Enfim, no final de uma semana o instrumento apareceu numa lixeira aqui perto de casa. Uma vizinha estava passando, pegou a caixa, abriu e viu o instrumento. Dentro do case tinha um papel com meu nome e o telefone, que um luthier havia anotado. Porém, meu telefone havia sido roubado, então a moça acabou ligando para um outro Kadu (também músico) que ela conhecia. Ele já estava sabendo do acontecido e entrou em contato comigo, e foi assim que o esraj voltou pra minha mão! Tudo foi num intervalo de sete dias. O mais legal é que gerou muito engajamento da galera em tentar ajudar, e todo mundo ficou muito feliz quando o instrumento “voltou”.

  • DREAM THEATER lança segundo vídeo de sua série em estúdio

    DREAM THEATER lança segundo vídeo de sua série em estúdio

    O DREAM THEATER lançou o segundo de uma série de três entrevistas filmadas no estúdio, onde toda a banda sentou-se e discutiu como o seu 14º álbum de estúdio, Distance Over Time, foi concebido.

    Distance Over Time será lançado em 22 de fevereiro de 2019. O disco apresenta uma nova e recém-descoberta criatividade para DREAM THEATER, mantendo os elementos que atraem os fãs ao redor do mundo. O álbum também marca o primeiro na nova gravadora da banda, a InsideOut Music. A arte foi criada pelo colaborador Hugh Syme (RUSH, IRON MAIDEN, STONE SOUR). Distance Over Time foi produzido pelo guitarrista John Petrucci, mixado por Ben Grosse e masterizado por Tom Baker.

    Petrucci declarou: “Quando eu ouço de novo o álbum, posso recordar cada momento do processo de escrita; onde eu estava na sala, o que nos inspirou naquele instante e o significado por trás de cada música. Como produtor, meu objetivo foi tentar criar o disco do DREAM THEATER com a melhor sonoridade que já tivemos, para que os ouvintes possam ser envolvidos pela música. Eu realmente queria que essa gravação refletisse verdadeiramente o espírito, a alegria e a paixão que tivemos ao fazer o álbum e que pudessem sentir um pouco da natureza orgânica, personalidade e energia bruta que a banda capturou enquanto estávamos juntos no estúdio. Para mim, eu acho que realizamos isso, e espero que outras pessoas sintam o mesmo”.

    O DREAM THEATER dará início ao ciclo promocional de Distance Over Time com uma turnê norte-americana de seis semanas que será lançada em San Diego, Califórnia, em 20 de março. O pôster inclui o slogan “Comemorando 20 anos de Scenes From A Memory” uma referência ao aclamado álbum de 1999 do grupo, Metropolis Pt. 2: Scenes From A Memory, que a banda não apresentou ao vivo em sua totalidade em quase duas décadas. Não está claro neste momento se eles pretendem fazê-lo novamente em 2019.

    Para anunciar os detalhes de Distance Over Time, o DREAM THEATER contou com a ajuda de seus fãs para espalhar a notícia sobre o lançamento, e até mesmo para dar a notícia da data de lançamento do álbum, capa e compartilhar a primeira amostra do novo registro. Com este álbum, o DREAM THEATER esperava criar uma experiência de engajamento dos fãs diferente de qualquer outra previamente realizada

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  • FENICIOS: celebrando 25 anos com CD/DVD ao vivo

    FENICIOS: celebrando 25 anos com CD/DVD ao vivo

    Fenicios, atualmente formado por Habib Takla “Tio Há” e Almir Amador (vocais), Mozart Fernando e Marco Polo Pan (guitarras), Marcos Canavese (baixo) e Sergio Facci (bateria, Vodu e Volkana), se prepara para gravar o segundo DVD ao vivo da carreira. O sucessor do DVD ao vivo registrado em 2012, na Virada Cultural SP – Santo André, será gravado no dia 2 de dezembro (domingo), a partir das 19h, no show Rust & Oil Retro MotorSports Show Room Café, no bairro do Tatuapé, em São Paulo – o evento terá entrada franca.

    Quando surgiu no começo dos anos 1990, através de uma idealização de Habib Takla “Tio Há” (vocal) e Branco Mello (Titãs), a ideia era unir o som das guitarras de Rolling Stones, Muddy Waters, The Animals, The Kinks e Chuck Berry. Criaram, assim, o autointitulado “rock marítimo” e começam a navegar com suas músicas, registradas no debut, “Primórdios” (1993). “O curioso dessa trajetória é olhar para trás e ver que passamos por quase todas as casas noturnas de São Paulo, algumas famosas, mas que não existem mais, como Kinema, Victoria Pub, Aeroanta e Garage Rock”, diz o vocalista Habib Takla, conhecido como Tio Há. “É interessante notar a admiração que o pessoal dos motoclubes de São Paulo tem pela banda. Inclusive, chegamos a tocar na inauguração do clube dos Hells Angels no Rio de Janeiro uma vez”, acrescenta o baterista Sergio Facci. Com diversas mudanças na formação, mas sempre sob os comandos de Tio Há, o grupo lançou os álbuns “Fenicios 2000” e “Fenicios Banda Quem”. No repertório, além das autorais “Rock do Porco”, “Falando com as Paredes” e “Azucrinante Blues”, o Fenicios apresenta clássicos dos Beatles, Queen, Creedence Clearwater Revival, Roy Orbison e The Animals. “Este show será ainda mais especial porque, além da gravação do DVD, teremos a presença do guitarrista Rodrigo Teixeira, que gravou o primeiro CD, ‘Primórdios’”, conclui Tio Há. O Rust & Oil Retro MotorSports Show Room Café fica na Rua Serra de Bragança, 1740, no Tatuapé, em São Paulo. Infos em facebook.com/rustoil | Fone: (11) 2548-4775. Site relacionado: www.feniciosbandaquem.com

    Fonte: ASE Press Edições avulsas, assinatura física e digital. Conheça a nossa Roadie Crew Shop – acesse https://roadiecrew.com/roadie-shop
  • RHAPSODY OF FIRE lançará novo álbum em fevereiro

    RHAPSODY OF FIRE lançará novo álbum em fevereiro

    O maior nome do power metal sinfônico italiano, RHAPSODY OF FIRE, lançará seu novo álbum, The Eighth Mountain, em 22 de fevereiro de 2019. O disco será a primeiro álbum de inéditas a apresentar o vocalista Giacomo Voli e o baterista Manu Lotter, que se juntaram ao RHAPSODY OF FIRE em 2016.

    O RHAPSODY OF FIRE se apresentará em mais de 17 cidades por toda a Europa em fevereiro e março do próximo ano, com convidados especiais ainda não anunciados.

    O último lançamento da banda foi Legendary Years, de 2017, uma coletânea com versões regravadas de músicas da The Emerald Sword Saga, uma longa história contada em cinco títulos, iniciada no primeiro álbum do RHAPSODY, Legendary Tales (1997) e concluída em Power Of The Dragonflame, de 2002.

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  • EVERGREY: Confira a nova música, “A Silent Arc”

    EVERGREY: Confira a nova música, “A Silent Arc”

    O grupo sueco EVERGREY lançará seu novo álbum de estúdio, intitulado The Atlantic, em 25 de janeiro de 2019. A banda trabalhou extensivamente no sucessor de The Storm Within, de 2016 (que entrou nas paradas em alta posições em numerosos países).

    Uma nova composição, intitulada A Silent Arc, pode ser conferida abaixo.

    A banda declarou: “Queríamos convidá-los para o mundo de The Atlantic, ouvindo a música sem um videoclipe real. No entanto, você pode confiar que eles estão vindo também. Estamos esperando ansiosos para dar isso para vocês, então vamos ouvir seus pensamentos!”.

    O EVERGREY se uniu novamente a Jacob Hansen, que – assim como nos lançamentos anteriores The Storm Within e Hymns For The Broken – cuidou da mixagem e masterização.

    Tom S. Englund declarou: “Caras! Este é o álbum número 11! Isso não é incrível?! É também o terceiro álbum de um conceito que pode ter chegado ao seu destino ou pelo menos uma conclusão. Também poderia ter sido algo que alguns de vocês viram chegando ou anteciparam.

    “Nós lutamos através de obstáculos pessoais gigantes, bem como um arrombamento em nosso estúdio sede para trazer este álbum para você. Então, ao mesmo tempo em que certamente não foi indolor ou fácil, tem sido recompensador de uma forma diferente, e nossa criatividade foi pintada em cores de honestidade e sinceridade.

    “Este é o nosso álbum mais pesado, mais sombrio e talvez o nosso mais diversificado até hoje. É tudo o que queríamos compor e as palavras das letras vêm diretamente de um lugar de transparência e lucidez nunca antes experimentada. Mal podemos esperar por você para compartilhar esta jornada conosco, e mergulhar em nossos mundos, nossas profundezas e as águas do ‘Atlântico’!”

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  • MX: Banda faz show no Sesc Belenzinho na sexta-feira

    MX: Banda faz show no Sesc Belenzinho na sexta-feira

    Nesta sexta-feira (30/11), o MX se apresenta no Sesc Belenzinho (Rua Padre Adelino, 1000, Belenzinho, São Paulo). Na ocasião eles estarão lançando seu novo álbum, “A Circus Called Brazil”, com um show completo. A banda estará no palco, pontualmente às 21h30. Os ingressos custam entre R$6 e R$20.

    “A Circus Called Brazil” – assim como os outros álbuns do MX – pode ser conferido em diversas plataformas digitais, como por exemplo, no Spotify:

    https://open.spotify.com/album/0IGEXyJK9rxP8LwsJMTL7R?si=Dx1JnIHNQ1mDMd2Quj1PHg

    “A Circus Called Brazil” será lançado na Rússia, via Narcolpetica e More Hate Productions.

     A formação do MX é, Alexandre “Dumbo” Gonçalves (guitarra e vocal), Décio Jr. (guitarra), Alexandre “Morto” Favoretto (baixo e vocal), e Alexandre Cunha (vocal e bateria)

     Assista o MX no programa É Noize da AllTV:

    https://www.youtube.com/watch?v=nv7bIv8MxpY

    Imprensa/Press: [email protected] l www.lpmetalpress.com.br

    Siga o MX em seus canais oficiais:

    https://www.bandamx.com.br/

    https://www.facebook.com/mxthrash/

    https://www.youtube.com/channel/UCqexmmFrI5U0Z6VchJXtpcQ

    https://open.spotify.com/artist/11CbG4ImkEw99aUngEKer8?si=N1muq9bnSfiVussx0P0_EA

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