A UMe lançará Live At Abbey Road Studios do DEF LEPPARD, um EP em vinil exclusivo e em edição limitada, no Record Store Day [celebração anual das lojas de discos independentes], que acontecerá no sábado, 21 de abril. Limitado a 4.000 cópias, o single de 12 polegadas inclui três faixas registradas no Abbey Road há uma década.
As três músicas – C’mon C’mon, Rock On e Rocket – foram gravadas durante uma sessão em 8 de maio de 2008, enquanto o DEF LEPPARD promovia o álbum Songs From The Sparkle Lounge. A sessão foi filmada para o programa de TV britânico Live From Abbey Road e foi transmitido em agosto de 2008 no canal More4 TV.
No ano passado, o DEF LEPPARD iniciou o processo de composição para o sucessor do álbum autointitulado de 2015.
Def Leppard foi o primeiro disco de estúdio da banda desde Songs From the Sparkle Lounge. Ele entrou na parada Billboard 200 na posição 10, atingindo na sua primeira semana a vendagem de pouco mais de 30.000 unidades – quase todas de vendas de álbuns puros.
DEF LEPPARD e JOURNEY unirão forças para uma excursão ‘co-headlining’ por estádios e arenas norte-americanos. O giro de 58 cidades começará no dia 21 de maio em Hartford, Connecticut e passará em 6 de outubro por Los Angeles.
Nascido em 1988 no sagrado berço punk/hardcore de Hermosa Beach, Califórnia (EUA) – mesmo local onde cerca de uma década antes o CIRCLE JERKS e o BLACK FLAG davam seus primeiros passos – o PENNYWISE não demorou para chamar atenção. Seja pelo nome escolhido, uma referência mais do que clara à criatura que ganhou vida pelas mãos do escritor Stephen King em It (“A Coisa”), seja pelos meros onze minutos de sua música direta e ríspida apresentada no EP de estreia A Word From the Wise (1989), os caras rapidamente chamaram a atenção das pessoas certas, e até de forma natural descolaram um contrato com o selo especializado em punk/hardcore Epitaph, de Brett Gurewitz, guitarrista do BAD RELIGION.
Assim, já em 1991 Jim Lindberg (vocal), Jason Thirsk (baixo), Byron McMackin (bateria) e Fletcher Dragge (guitarra) entraram no Westbeach Recorders em Hollywood, Califórnia, para gravar o seu primeiro disco completo de estúdio, Pennywise, que chegou às lojas em 22 de outubro do mesmo ano. O álbum recebeu boa acolhida entre o público punk, e o nome da banda já começava a ser comentado em todo o país e mesmo em territórios fora dos Estados Unidos. Tudo indicava um futuro promissor e sem grandes percalços, mas é claro que não poderia ser tão simples assim. A banda formada por amigos de escola que compartilhavam os mesmos pontos de vista sobre a sociedade e a forma de ver o mundo, que tinha tão facilmente conseguido um contrato com a melhor gravadora possível e lançado um primeiro álbum elogiado por quase todos, sentiu o primeiro baque pouco após o lançamento de Pennywise, já que o vocalista Jim Lindberg não demorou para se separar do grupo.
Com a saída de Lindberg, embora a banda não tenha pensado em desistir, aconteceu uma daquelas ‘pequenas bagunças’ que quase põe todo o bom trabalho a perder: por um breve período de tempo, mais para cumprir a agenda de shows do que necessariamente para dar prosseguimento a carreira, o vocalista do THE VANDALS, Dave Quackenbush assumiu o posto de Lindberg. Enquanto isso, o PENNYWISE começava a planejar as composições de seu vindouro segundo álbum, e quando de fato começaram as gravações, Jason Thirsk – baixista e principal compositor do grupo – acumulou também os vocais, enquanto o baixo passava para as mãos de um novo integrante, Randy Bradbury, ninguém menos que o professor de baixo de Thirsk. Para completar a zona, Jim Lindberg, decidiu retornar para a banda, forçando uma volta de Thirsk para o baixo, e a saída (por um breve período) de Bradbury, que, no fim das contas não tocou em apenas duas faixas do disco, It’s Up to Me e Taster.
Todo esse clima de incerteza acabou gerando um dos mais diretos e melhores discos do PENNYWISE, um álbum que não poderia ter outro nome, Unknown Road, ou ‘A Estrada Desconhecida’. Nada mais adequado, já que nem a banda sabia direito que caminho iria trilhar dali em diante. Mas, não se engane: com produção de Joe Peccerillo (NOFX, STING, TOTO, THE OFFSPRING, BAD RELIGION), este Unknown Road é forte desde a abertura, com o piano lacônico da faixa que dá nome ao disco, uma bela ‘primeira palavra’ de uma obra que ainda contém joias como Homesick, Time To Burn(com aquele baixo típico do punk rock estalando no início) e You Can Demand, com um belo show de Fletcher Dragger na guitarra.
Mesmo com toda a bagunça que tomou conta da banda durante o processo de composição, Unknown Road sobreviveu ao teste do tempo, e, ao mesmo tempo que dispõe de uma posição de destaque no coração dos fãs, também mostra sua força na história do PENNYWISE, que conseguiu reunir sua formação original e descolou sua primeira grande turnê – ao lado do THE OFFSPRING – com este que foi o último disco da banda a não figurar na cobiçada Billboard 200.
Mas, a estrada ainda permanecia obscura para o PENNYWISE. As mais de duzentas mil cópias vendidas de seu segundo disco, a execução em massa de suas músicas durante competições esportivas, o excelente contrato oferecido (e prontamente negado) pelas grandes gravadoras após o sucesso inesperado de GREEN DAY e THE OFFSPRING, o suicídio do baixista e principal compositor Jason Thirsk em 1996… Nada disso era conhecido por aqueles quatro garotos da Califórnia. O mundo ainda parecia apenas uma velha e eterna estrada desconhecida…
Paolo Gregoletto, baixista do TRIVIUM, comentou sua luta no Twitter com Phil Labonte, vocalista do ALL THAT REMAINS, explicando que ela lhe deu uma chance de dizer “algo que precisava ser dito e falado por alguém de uma banda”.
Apenas para situar o leitor da ROADIE CREW, a guerra de palavras entre os dois músicos começou depois que Labonte apareceu no programa de internet InfoWars, de Milo Yiannopoulos para discutir a questão do controle de armas nos Estados Unidos, que voltou a se instalar após o tiroteio do mês passado na Flórida.
Após o vídeo com a aparição de Labonte ser postado no YouTube, PaoloGregoletto foi ao Twitter cobrar explicações do vocalista por seus comentários, chegando em um dado momento a se referir a Labonte como “uma imitação barata de Jesse Leach [vocalista do KILLSWITCH ENGAGE]”. Labonte rebateu chamando Paolo de “chupim” e acusando-o de ser “o terceiro cara mais importante em uma banda de quatro pessoas, onde o quarto cara vive mudando”.
Em uma nova entrevista com o Metal Wani, foi perguntado o que Gregoletto achava que havia motivado Labonte a responder aos comentários do baixista no Twitter, chegando a fazer um video no YouTube sobre isso: “Provavelmente porque estou numa banda proeminente e muita gente da banda não diz muito”, disse Paolo. “Eu geralmente não entro em coisas assim, e eu realmente não me importo com o conteúdo de nenhuma entrevista do Phil [Labonte] ou o que foi dito – é irrelevante. É algo que eu senti que precisava ser dito por alguém de uma banda, porque normalmente são apenas os fãs que dão uma resposta”
“Para nós, esse gênero é tudo sobre criar novas bandas, trazer boas coisas, e eu sinto que esse tipo de merda realmente ofusca o que importa, que é boa música, bons instrumentistas, bons vocalistas, pessoas que merecem uma chance de serem ouvidos”, continuou ele. “E nós estamos dando força para isso, e essa coisa de forçar uma atenção derruba tudo. Quando você não faz bem o seu trabalho, e você está usando isso como uma coisa para conseguir atenção, eu acho que é ‘filhadaputagem’. E se é assim que você quer sair disso, tudo bem, mas eu quero te trazer de volta para bandas novas, para bandas melhores, as bandas que nunca chamam atenção, pois são sempre ofuscadas pela besteira de pessoas assim. As bandas que estamos tentando mostrar, eu quero que as pessoas conheçam essas bandas, porque elas se importam – elas estão arrebentando. Elas merecem a atenção – e não as pessoas que não estão nem se fodendo com nada, que não colocam nenhum esforço em seu ofício ou música, desistiu da música ou do gênero, mas quer usá-lo quando é conveniente para eles”.
Paolo acrescentou: ” É bom poder dizer o que você pensa e nem sempre fingir que tudo é ótimo e ficar em silêncio quando não é o que você realmente quer fazer”.
No mês passado, Labonte, um firme defensor dos direitos de acesso dos cidadãos às armas de fogo postou uma mensagem em vídeo em que ele explicou suas ideias sobre o debate das armas, expressando sua crença de que uma proibição de rifles semiautomáticos não reduziria os tiroteios em massa e insistiu que esta crise nacional de lesões e mortes por armas de fogo não serão resolvidas por uma alteração formal à Segunda Emenda.
“Espresso Della Vita: Solare” é a primeira parte de um disco duplo conceitual e traz uma observação da vida humana pela perspectiva de uma viagem de trem
“Espresso Della Vita: Solare” é o novo disco de estúdio do grupo de rock/metal progressivo Maestrick, sucessor do aclamado álbum de estreia, “Unpuzzle!”, e do EP “The Trick Side Of Some Songs” que o grupo lançou reunindo versões para clássicos dos Beatles, Yes, Jethro Tull, Pink Floyd, Queen e Rainbow.
“Espresso Della Vita: Solare” é a primeira parte de um disco duplo conceitual e traz uma observação da vida humana pela perspectiva de uma viagem de trem. O disco tem a produção de Adair Daufembach (Project46, John Wayne, Hangar) que também é o encarregado de gravar todas as guitarras do álbum.
“Espresso Della Vita: Solare” vai reunir as seguintes faixas: “Origami”, “I a.m. Living”, “Rooster Race”, “Daily View”, “Water Birds”, “Keep Trying”, “The Seed”, “Far West”, “Across The River”, “Penitência”, “Hijos De La Tierra” e “Trainsition”.
A capa do álbum foi desenhada por Juh Leidl, artista plástica formada pela Unicamp, responsável pelas exposições “Woman In Art Exhibition 2013” na Ward Nasse Gallery em Nova Iorque/EUA e a “FAYA Exhibition” em Monza e Milão na Itália.
“A palavra para definir o trabalho junto à Maestrick, para mim, é realização”, comenta a artista que já foi medalha de ouro na “Childen’s Art Gallery” em Zánka, Hungria. “Posso dizer que foi um dos projetos que me fez sentir mais plena enquanto artista. Fazer parte de uma obra musical tão intensa e significativa como o Espresso Della Vita: Solare e poder traduzir um pouquinho de cada música e suas histórias sob a ótica visual, foi um deleite. Sinto uma imensa gratidão pela oportunidade de conhecer mais essa banda tão incrível desse nosso imenso Brasil e ainda caminhar junto num pequeno trecho de sua jornada que cada vez mais aponta para o sucesso e o reconhecimento merecidos. Nada melhor do que trabalhar para quem admiramos. Virei fã de carteirinha! Meu carinho para com a Maestrick e sua obra foi colocado em todos os detalhes e páginas do projeto e espero que todos possam sentir o mesmo prazer que vivenciei ouvindo o álbum”.
Fabio Caldeira (vocal/piano), Heitor Matos (bateria), Renato Montanha (baixo) e Neemias Teixeira (teclado) estão muito animados pois acabaram de assinar um contrato com uma importante gravadora. Detalhes do acordo e data de lançamento de “Espresso Della Vita: Solare” serão divulgados nos próximos dias.
O grupo Faces of Death acaba de disponibilizar, com exclusividade no YouTube, o single “New Age”, música que está presente no EP “Consummatun Est” lançado oficialmente no fim de 2017.
A música “New Age” é a terceira faixa do EP recém lançado, a música faz duras críticas a forma que a igreja universal aliena seus seguidores, transformando famílias inteiras em ovelhas que são massacradas por inverdades impostas por essas seitas que visam única e exclusivamente se apoderar do dinheiro dos mais convalescidos.
O grupo “Faces of Death” está trabalhando em novas composições, visando em 2018 lançar seu novo álbum, porém o grupo não revela data e nem uma possível previsão para tal lançamento.