Categoria: Roadie News

  • Para ANDREAS KISSER, regravar discos clássicos do SEPULTURA “é uma perda de tempo”

    Para ANDREAS KISSER, regravar discos clássicos do SEPULTURA “é uma perda de tempo”

    O guitarrista Andreas Kisser, do SEPULTURA, concedeu entrevista ao podcast Scars and Guitars, da Austrália, e comentou sua opinião sobre a possibilidade de regravar álbuns anteriores do SEPULTURA com a atual formação da banda:

    “Eu não vejo o SEPULTURA fazendo isso. Com todo o respeito às bandas que fazem isso – eu não julgo ninguém. Todos têm suas razões para fazer … Eu conheço bandas que fizeram isso por causa de problemas de contrato e gravadoras, esse tipo de coisa. Mas eu não me vejo fazendo algo assim. Antes de tudo, é muito fácil fazer isso. [risos] O álbum está pronto, as músicas são conhecidas e tudo … Eu não sei … Não acho justo com a história. É o que é. O estúdio que usamos e o som que não era bom o suficiente e todo o equipamento. É o que é, esta é a beleza de tudo. Conseguimos criar esse som com todas as dificuldades que tínhamos. E nós tínhamos outra mente e outra … nós éramos jovens e o que quer que seja. Existem tantas variáveis. Penso que é uma perda de tempo – para nós, pelo menos”.

    Após o entrevistador apontar as constrangedoras regravações de Blizzard Of Ozz e Diary Of A Madman de Ozzy Osbourne, Andreas disse: “Isso foi horrível, cara. Não tem sentido. Quer dizer, eu entendo que as pessoas lutam com advogados e contratos e o que está escrito e o que não está, mas chegar a esse nível, a esse ponto … Qual é o objetivo? Quem vai ouvir isso? Não há nada lá. Não há química, não há motivo para fazer algo assim. Quer dizer, especialmente porque Randy Rhoads nem está mais aqui. Ele escreveu isso. É insano, é tão desrespeitoso, não só pelo legado de Randy, mas também para os fãs do Ozzy. É algo que eu não gostaria de ver alguém fazendo com os álbuns da SEPULTURA, mudando o baterista ou o vocalista ou algo assim. É uma loucura”.

    O álbum mais recente do SEPULTURA, Machine Messiah foi lançado em janeiro de 2017, e foi concebido pela atual formação da banda, com Andreas Kisser (guitarra), Paulo Jr. (baixo), Eloy Casagrande (bateria) e Derrick Green (vocal).

  • MR. BIG anuncia show tributo ao baterista PAT TORPEY

    MR. BIG anuncia show tributo ao baterista PAT TORPEY

    Paul Gilbert (guitarra), Eric Martin (vocal) e Billy Sheehan (baixo), do MR. BIG, anunciaram para o dia 23 de maio, um concerto em tributo ao baterista Pat Torpey – que faleceu devido a complicações da doença de Parkinson em 7 de fevereiro – no Canyon Club em Agoura Hills, Califórnia. Também participará do show o antigo colega de banda Richie Kotzen, que foi membro do MR. BIG de 1999 a 2002, e um “grande time de estrelas” que será anunciado nas próximas semanas.

    Os ingressos para o Mr. Big And Friends: Celebrating The Life of Pat Torpey custam $ 15 e já podem ser comprados via Ticketmaster.

    O Mr. Big nasceu em 1988 em Los Angeles, Califórnia, com Billy Sheehan (baixo), Eric Martin (vocal), Paul Gilbert (guitarra) e Pat Torpey (bateria), e desde a sua fundação se tornou referência entre músicos de todos os estilos, dada a habilidade de seus integrantes. O primeiro disco, Mr. Big foi lançado em 1989, e embora tenha alcançado ‘apenas’ a posição 46 na Billboard 200, se tornou um forte impulso para o que viria em seguida, com Learn Into It, que alcançaria a 15ª posição na Billboard 200, e que colocaria o single To Be With You na primeira posição da mesma Billboard. Muitos outros hits foram forjados ao longo da carreira, ao mesmo tempo que o quarteto firmava seu nome como uma das melhores performances ao vivo de hard rock. O último disco de estúdio forjado pelo quarteto Torpey, Sheehan, Martin e Gilbert foi Defying Gravity, lançado em 7 de julho do ano passado, e que contou também com o baterista Matt Starr (também da banda de Ace Frehley), que já vinha tocando nas performances ao vivo do Mr. Big desde 2014, época da …The Stories We Could Tell World Tour.

    Para ler o artigo/tributo “Pat Torpey: mais do que um grande baterista, perdemos um batalhador”, de autoria do colaborador da ROADIE CREWLeandro Coppi, clique aqui.

    O MR. BIG, aparentemente, honrará seus compromissos de show existentes – que incluem uma turnê australiana em junho com o EXTREME e uma série de festivais de verão europeus – mas ainda não está claro se o grupo continuará depois.

  • STRYPER, sobre cristãos fanáticos: “Eles estão pecando, pois estão nos julgando”

    STRYPER, sobre cristãos fanáticos: “Eles estão pecando, pois estão nos julgando”

    Michael Sweet, vocalista e guitarrista da banda californiana STRYPER concedeu entrevista recentemente para o Noize In the Attic, e falou sobre o vindouro novo álbum de sua banda, God Damn Evil, que tem lançamento programado para 20 de abril, via Frontiers Records. Dentre os temas, Sweet comentou a reação dos fãs a faixa Take it to the Cross, que apresenta algumas novidades, como o uso de alguns vocais mais agressivos.

    Ele declarou sobre a canção:

    “Eu acho que a raiz do problema é que quando as pessoas ouviram ela… aqueles que não gostaram foi porque ela é provavelmente a coisa mais distante que eles poderiam ter pensado que faríamos. As pessoas esperam vocais angélicos no STRYPER, é isso que eles querem ouvir e é o que eles esperam. E eles provavelmente esperavam uma harmonia e um coro [com] mais melodia ou isso e aquilo, e nós só queríamos fazer algo diferente – um pouco mais estiloso, um pouco mais escuro, um pouco mais único. E aí está – fizemos Take It To The Cross. Ame ou odeie, pelo menos estamos quebrando os moldes e estamos tentando coisas diferentes. Agora, quando as pessoas ouvem o resto do álbum, você vai sacar algumas dessas coisas clássicas do STRYPER, é claro. A próxima música, Sorry, é a minha favorita no álbum – ela tem um riff e um groove que é matador. Tem essa harmonia que se espalha pelo coro. Será mais o que as pessoas, até certo ponto, esperam”.

    Por fim, ele falou da forma como percebe a reação das pessoas a cada novo álbum do STRYPER:

    “Queremos fazer os fãs felizes, mas ao mesmo tempo, temos que nos fazer felizes. Temos que ficar felizes com o que acabamos de criar e com o que acabamos de gravar, ou no final do dia, por que estamos fazendo isso? E sabe de uma coisa? Isso é um tanto espantoso no que fazemos. O fato de cantarmos sobre Deus, e sermos crentes e falarmos abertamente sobre nossa fé, com tudo isso vem um monte de pessoas ótimas, mas também algumas pessoas difíceis. Aparecem alguns cristãos conservadores e fanáticos que saem da casinha e começam a nos atacar. E é interessante, porque eles estão nos denegrindo, estão fazendo a mesma coisa de que nos acusam, e estão pecando, porque estão nos julgando. Então é muito engraçado. E quando você realmente para e pensa sobre isso, é muito triste, na verdade”.

    “Infelizmente, vemos muitas coisas negativas. Nunca deixa de me surpreender. Acabei de postar no meu Facebook, acho que ontem. Publiquei algo como ‘ei, aqui está a nossa nova música. Confiram.’ E a maioria das pessoas escreveram, ‘Oh, legal. Nós mal podemos esperar. Blah blá blá blá’. E então aparece alguém: ‘Isso é horrível. Isso é uma merda. Eu odeio. O que aconteceu com vocês?’. E eles se dizem cristãos. E eu paro e penso, uau, em que mundo vivemos, para que as pessoas achem que têm o direito de fazer isso?”

    God Damn Evil será o primeiro lançamento do STRYPER com o ex-baixista do FIREHOUSE, Perry Richardson. Perry entrou na banda para substituir Tim Gaines, que foi despedido da banda em 2017.

  • MOONSPELL: “Não sei por quanto tempo vamos continuar”

    MOONSPELL: “Não sei por quanto tempo vamos continuar”

    O guitarrista da banda portuguesa MOONSPELL, Ricardo Amorim falou com a LoudTV.net recentemente, e comentou a jornada da banda, e o que espera do futuro pós-MOONSPELL.

    “Eu não sei por quanto tempo vamos continuar fazendo isso”, ele comentou. “Enquanto nos sentirmos bem, faremos isso; De outra forma, teremos que pensar em algumas outras opções, não sei. Mas passamos cerca de 25 anos [como banda], acho que é hora de pensar sobre o futuro, mas não é algo que faremos agora, tipo, ‘temos que fazer isso’. Basta pensar que um dia isso terá que acabar – a menos que eu seja Keith Richards e queira morrer no palco”.

    “Tenho 44 anos, por isso é natural que eu comece a pensar que eventualmente … O tempo corre tão rápido e em um pulo eu estarei com 64, e eu não sei se ainda estarei apto – eu e os caras “, disse ele. “Mas não é algo que está tirando o nosso sono, para ser honesto. Acho que todo mundo agora quer continuar. O que eu digo é que é natural que cada um de nós comece a pensar, algo como ‘Eu estarei com 60 mais rápido do que imagino’, então devemos pensar sobre, sei lá, o que vem depois”.

    O décimo-segundo e mais recente disco de estúdio completo do MOONSPELL, intitulado 1755, foi lançado em novembro de 2017, via Napalm Records. O álbum, que tem todas as letras escritas em português (o disco inclui também uma versão em espanhol da faixa Desastre), tem como inspiração o Terremoto de Lisboa de 1755. O álbum foi produzido pelo dinamarquês Tue Madsen, que já havia trabalhado com os portugueses em Under Satanæ (2007), Night Eternal (2008) e Alpha Noir (2012).

  • JEFF SCOTT SOTO, sobre YNGWIE MALMSTEEN: “não quero nenhum inimigo”

    JEFF SCOTT SOTO, sobre YNGWIE MALMSTEEN: “não quero nenhum inimigo”

    O vocalista JEFF SCOTT SOTO (TRANS-SIBERIAN ORCHESTRA, SONS OF APOLLO, ex-TALISMAN, AXEL RUDI PELL e YNGWIE J. MALMSTEEN) concedeu entrevista recente para a estação de rádio WRIF, de Detroit, Michigan (EUA), e falou sobre a confusão entre ele e o guitarrista sueco YNGWIE MALMSTEEN:

    “É uma pena. Não sei onde o assunto azedou”. Ele então corrigiu-se: “Eu meio que sei quando a coisa azedou. Na maioria das vezes, todos em seu passado estão muito presos ao seu círculo. E é difícil realmente engolir, porque realmente fiz um esforço concertado para manter esse relacionamento, para manter nossa amizade forte e contínua, quando teria sido muito mais fácil apenas dizer: ‘quer saber de uma coisa? Com ​​base nas circunstâncias, não quero ter mais nada a ver com você’. E eu não fiz isso. E saí do meu caminho para ter certeza de que poderíamos manter firme essa amizade. E ela ter se acabado assim é… sem dar nomes e apontar culpados, o que é e espero que… Eu adoraria mudar isso no futuro. Eu não quero nenhum inimigo. Eu também gostaria de jantar com Neal Schon [JOURNEY] novamente algum dia desses. Eu odeio qualquer tipo de divisão ou separação entre meus pares e meus colegas”.

    Caso você esteja se perguntando sobre o que é tudo isso, aqui vai um resumo da situação. JEFF SCOTT SOTO trabalhou ao lado de YNGWIE MALMSTEEN nos clássicos álbuns Rising Force (1984) e Marching Out (1985), ambos lançados sob o nome YNGWIE J. MALMSTEEN, provavelmente os mais louvados de toda a longa e bem sucedida carreira do guitarrista sueco, que é tão reconhecido pela sua genialidade quanto pelo seu gênio forte e às vezes intempestivo. Há cerca de um ano, em uma entrevista, YNGWIE teria declarado que “sempre escreveu tudo”, inclusive as letras e melodias de suas canções.  A partir de então, três vocalistas que fizeram parte da carreira do sueco entraram em uma guerra de palavras com ele, JEFF SCOTT SOTO, TIM “RIPPER” OWENS e JOE LYNN TURNER, tendo este último chegado a dizer que as declarações de YNGWIE eram “discursos de um megalomaníaco tentando desesperadamente justificar sua própria insegurança.” A coisa não melhorou muito quando um dos membros do ‘management team’ de YNGWIE postou na página do Facebook do guitarrista uma nota em que dizia que “”É muito lamentável que esses vocalistas contratados no passado tenham que recorrer a calúnias e insultos para suscitar qualquer tipo de atenção da mídia em relação a eles. Essas palavras sem graça e pueris são, na melhor das hipóteses, nada cavalheiras e absolutamente desagradáveis na pior”.

  • DER WEG EINER FREIHEIT lança vídeo ao vivo para “Aufbruch”

    DER WEG EINER FREIHEIT lança vídeo ao vivo para “Aufbruch”

    A banda alemã de black metal DER WEG EINER FREIHEIT lançou um vídeo ao vivo para Aufbruch, faixa de abertura de Finisterre, seu mais recente disco de estúdio, lançado em 2017 pela Season of Mist.

    Finisterre é o quarto disco completo de estúdio dos alemães, e vem se tornando o mais bem recebido pela crítica e fãs até o momento. Gravado no estúdio Ghost City Recordings de Rottenbach, Alemanha, o disco foi mixado, gravado e produzido pelo alemão Nikita Kamprad, vocalista do DER WEG EINER FREIHEIT e que já trabalhou com bandas como RETALIATION, HACKNEYED e NECROTTED. A masterização é de Philipp Welsing (LANTLÔS), e a arte da capa foi concebida por Max Löffler, que já tinha trabalhado ao lado do DER WEG EINER FREIHEIT no álbum Stellar, de 2015.

    A banda comenta o novo vídeo:

    “Depois de muitas horas de trabalho árduo, finalmente podemos apresentar-lhes este vídeo ao vivo para Aufbruch, que foi filmado durante a nossa turnê europeia no ano passado. As imagens foram capturadas em vários locais, incluindo Munique, Salzburgo, Budapeste, Viena, Leipzig e Berlim, enquanto o áudio foi gravado ao vivo no nosso show final deste passeio no Lido em Berlim. Ao assistir este clipe, é difícil conseguir esperar para voltar à estrada para a nossa tour com o PRIMORDIAL e o MOONSORROW, e uma ótima temporada de festivais. Isso nos levará para a bela Islândia, Romênia, e depois de mais de 2 anos, finalmente, de volta à nossa cidade natal de Würzburg”.

  • SVALBARD: Novo álbum anunciado e novo clipe disponível, confira

    SVALBARD: Novo álbum anunciado e novo clipe disponível, confira

    A banda britânica SVALBARD anuncia para o dia 25 de maio o lançamento de seu segundo álbum, It’s Hard to Have Hope, via Translation Loss e Holy Roar Records. Gravado por Lewis Johns no The Ranch Production House e masterizado por Brad Boatright no Audioseige, o novo petardo virá com oito novas músicas, que mantém o alto nível e a enorme abrangência musical de seu antecessor, One Day All This Will End, lançado em 2015.

    Mesclando a atitude e a temática típica de bandas hardcore, o descompromisso do punk, as experiências climáticas do black metal e levadas que farão o ouvinte lembrar dos melhores momentos do groove metal, o SVALBARD vem se revelando uma banda criativa e impossível de rotular, que desafia os ouvintes a uma viagem ácida, única e contínua por um mundo onde apenas o imprevisível é provável.

    Confira o vídeo para a nova composição Unpaid Intern:

    https://youtu.be/6PisDsQgviQ
  • SKELETONWITCH rompe parceria com o baterista DUSTIN BOLTJES

    SKELETONWITCH rompe parceria com o baterista DUSTIN BOLTJES

    Um dos nomes mais louvados da nova safra de thrash/black metal, o SKELETONWITCH, de Ohio (EUA) se separou do baterista Dustin Boltjes, que estava com a banda desde 2011. Boltjes será substituído temporariamente por Jon Rice (ex-JOB FOR A COWBOY, SCORPION CHILD). Rice vai se juntar ao SKELETONWITCH na próxima turnê norte-americana, ao lado do lendário OBITUARY, que começa no 2 de maio em Atlanta, Geórgia.

    O próximo álbum de estúdio do SKELETONWITCH tem lançamento previsto para a segunda metade de 2018, através da Prosthetic Records. O disco foi gravado com o produtor Kurt Ballou (CHELSEA WOLFE, HIGH ON FIRE, KVELERTAK) no GodCity Studio. O álbum foi mixado por Fredrik Nordström (AT THE GATES, OPETH) em Gotemburgo, na Suécia, e será o primeiro full-length da banda com o vocalista Adam Clemans, que se juntou ao grupo em 2016.

    Em 2015 o SKELETONWITCH rompeu sua parceria com o vocalista Chance Garnette, com quem a banda já havia lançado cinco álbuns completos e um EP, e reapareceu no ano seguinte com o vocalista Adam Clemans. Já em 2016, o EP The Apothic Gloom, primeiro registro da banda com o novo vocalista, foi nomeado o melhor EP de 2016 pela revista norte-americana Decibel, e colheu dúzias de elogios em todo o mundo, incluindo aí a revista ROADIE CREW.

  • ORANGE GOBLIN anuncia novo álbum com participação de PHIL CAMPBELL

    ORANGE GOBLIN anuncia novo álbum com participação de PHIL CAMPBELL

    Os stoners britânicos do ORANGE GOBLIN finalmente surgem com boas notícias para os seus fãs: The Wolf Bites Back, novo álbum do quarteto será lançado em junho. O novo álbum – o primeiro desde Back From the Abyss (2014) – foi gravado nos estúdios Orgone e produzido por Jaime Gomez Arellano (GHOST, GRAVE PLEASURES, PARADISE LOST, CATHEDRAL).

    O vocalista Ben Ward fala sobre o trabalho no álbum:

    “Estamos muito entusiasmados com este novo álbum. The Wolf Bites Back é a nossa coleção de músicas mais forte e diversificada até o momento, certamente é muito mais obscuro, musical e liricamente. Ainda é definitivamente um álbum com a marca do ORANGE GOBLIN, mas nós incorporamos muito mais variação neste registro e há referências de CAN, CAPTAIN BEYOND, WISHBONE ASH e THE STOOGES, entre as mais evidentes influências do BLACK SABBATH e do MOTÖRHEAD. Liricamente, explorei tudo, desde assassinos em série estrangeiros até bandos de motociclistas zumbis, guerreiros budistas até descendentes das bruxas de Salem!”

    “Definitivamente havia um esforço concentrado para garantir que todas as músicas pudessem funcionar em um ambiente ao vivo, o que faz com que o álbum tenha uma sensação mais crua e despojada – algo que eu sinto que falta no bom rock e metal nos últimos anos. Trabalhar com Jaime Gomez Arellano foi realmente produtivo e uma ótima experiência, especialmente por voltarmos ao trabalho do material em fita. Sinto que ele conseguiu o melhor de todos nós como músicos e compositores e isso realmente aparece nas músicas, há um ar de confiança e experiência. Foi também uma verdadeira honra para nós ter Phil Campbell do MOTÖRHEAD dando uma mão a um par de solos no disco também!”

    O ORANGE GOBLIN promete para breve a divulgação do tracklist, da capa e demais informações de The Wolf Bites Back.

  • DROWNED: data de lançamento e primeiro teaser de ‘7th’

    DROWNED: data de lançamento e primeiro teaser de ‘7th’

    Para dar uma amostra do que vem aí no ansiosamente esperado álbum ‘7th’, o DROWNED liberou um teaser do vindouro trabalho. Junto com o teaser, a banda também anuncia a data de lançamento do disco, que sairá tanto no Brasil via Cogumelo Records, quanto nos EUA e Europa, pela Greyhaze Records, no dia 15 de junho. Assista o vídeo no link abaixo: https://www.facebook.com/DrownedMetal/videos/18719533295128497th’, como o nome entrega é o sétimo álbum do DROWNED, sucessor do álbum Belligerent Part I – The killing state of the Art. Ele foi gravado e produzido pela própria banda e o material está em processo de mixagem e masterização nas mãos do guitarrista Marcos Amorim. Em breve, capa, tracklist e mais detalhes do aguardado novo trabalho dos mineiros serão apresentados.