Categoria: Roadie News

  • SINSAENUM confirma álbum para agosto

    SINSAENUM confirma álbum para agosto

    Repulsion For Humanity, o segundo álbum do SINSAENUM – projeto de metal extremo com o baixista do DRAGONFORCE, Frédéric Leclercq e o ex-baterista do SLIPKNOT, Joey Jordison, será lançado no dia 10 de agosto pela earMUSIC.

    Como o título indica claramente, ele não é para os fracos de coração. Definitivamente não é algo que você ouvirá no rádio ou ouvirá sua mãe cantarolar durante o jantar. Na verdade, é bem o contrário.

    “É radical, é violento, é raivoso – furioso”, diz Frédéric. “O novo álbum é uma continuação de Ashes. Em termos de som e estilo, nós adicionamos mais influências à mixagem. Esse álbum é cem por cento nós – não tem como objetivo agradar as massas, nem seguir fórmulas, e não foi feito para se encaixar nos critérios de rádio: da arte (feita por Travis Smith) às letras, a música em si, não há um pingo de compromisso comercial.”

    Repulsion For Humanity foi gravado durante o longo e escuro inverno de 2018, enquanto a banda dividia uma casa. Com a ajuda de Francis Caste na mixagem, o SINSAENUM aguçou sua própria identidade sonora – longe do death metal típico ou do som do metal moderno.

    Jordison diz: “De certa forma, Repulsion… quase soa como se fosse nosso primeiro álbum, porque eu tive a oportunidade de gravar minhas partes de bateria na França com a banda presente desta vez. […] Este álbum é letal, e as composições evoluíram imensamente.”

    “Este é, de longe, o álbum mais pesado, brutal e mais incrível do qual eu já fiz parte”, acrescenta o vocalista Sean Zatorsky. “Os riffs são tão fodidamente doentios que me inspiraram a fazer coisas que nunca consegui fazer, mas sempre quis – literalmente.”

    Pela primeira vez desde sua formação, o SINSAENUM sairá em turnê pela Europa em setembro.

    O mais recente lançamento do SINSAENUM é o EP Ashes, lançado em novembro passado pela earMUSIC.

    Ao lado de Leclercq (guitarra), Jordison (bateria) e Zatorsky (DÅÅTH, ex-CHIMAIRA; vocais) na banda estão Stéphane Buriez (guitarra), Attila Csihar (MAYHEM) nos vocais e Heimoth (SETH) no baixo.

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  • SEVENDUST: Novo álbum “soa como um híbrido de Home”

    SEVENDUST: Novo álbum “soa como um híbrido de Home”

    O guitarrista do SEVENDUST, John Connolly, falou com a ‘All That Shreds’ sobre a produção do novo álbum da banda, All I See Is War, que será lançado em 11 de maio. “Nós escrevemos muito mais do que em discos anteriores”, ele disse. “Geralmente chegamos ao novo disco com 30 novas músicas para escolher. Desta vez, tivemos de 50 a 60 músicas. Você tem um tempinho de folga e está empolgado para compor músicas novas. Toda vez que temos a chance de criar músicas novas, nós nos perguntamos, nós devemos fazer exatamente o que costumamos, ou exploramos algo novo? Sempre há aquele momento em que você pensa, ‘em que novo território podemos entrar?’

    John também falou sobre a decisão do SEVENDUST de utilizar os serviços do produtor Michael “Elvis” Baskette, que já trabalhou com SLASH e ALTER BRIDGE, entre outros artistas.

    “Sou um grande fã de ‘Elvis’ desde o INCUBUS e STP, muito tempo atrás”, disse ele. “Ele produziu alguns dos primeiros discos do STONE TEMPLE PILOTS. Para nós, ele foi muito bem-vindo. Nós não trabalhamos com um produtor por um bom tempo. A última vez que trabalhamos com um produtor de verdade – sem contar [o engenheiro de som] Mike Ferretti, que acabou desempenhando esse papel, e com certeza nos ajudou [no álbum de 2013, Black Out The Sun e no de 2015, Kill The Flaw] – foi 2008, e já faz um tempo, quase dez anos, então pensamos: “Tudo bem. Vamos reiniciar e vamos buscar alguém”.

    De acordo com Connolly, Baskette foi um produtor muito prático que examinou cada aspecto do novo álbum do SEVENDUST.

    “Cada nota, e eu quero dizer cada nota mesmo – sei que você acha que eu estou exagerando quando digo isso – mas cada nota vai ao microscópio [quando você trabalha com Elvis]”, disse ele. “Toda a bateria, o baixo, a guitarra, tudo – ele não perde nada, e é isso que eu amo nele. Podemos deixar passar algumas coisas. Ele não deixa passar nada.”

    Perguntado se ele e seus companheiros de banda disseram a ‘Elvis’ que som eles queriam criar com All I See Is War, John disse: “Ele é fã desde que ouviu  Home [1999]. Ele queria esse impacto. Ele queria esse impacto de Home. Animosity é, sem dúvida, um dos nossos discos que soam melhor, mas há algo em Home com que muitas pessoas se identificam, e foi assim com ele. Eu não acho que o novo álbum soa como Home, mas que soa como um híbrido de Home.”

    O novo disco do SEVENDUST será o primeiro do grupo para a Rise Records, a gravadora de metal e hard rock que foi comprada pela BMG em 2015.

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  • Richie Faulkner: “recriar a vibração original do JUDAS PRIEST é ser fiel ao Heavy Metal”

    Richie Faulkner: “recriar a vibração original do JUDAS PRIEST é ser fiel ao Heavy Metal”

    O guitarrista do JUDAS PRIEST, Richie Faulkner, concedeu recentemente entrevista para a estação de rádio ‘102.9 The Hog’, de Milwaukee, Wisconsin (EUA), e falou sobre a sua carreira ao lado de uma das maiores lendas da história do heavy metal.

    Questionado sobre qual música do JUDAS PRIEST foi mais desafiadora para ele, Faulkner disse: “Eles não são desafiadores no sentido da… o JUDAS PRIEST nunca foi – desafiador do ponto de vista da guitarra. Eles nunca foram super técnicos. Em Painkiller e algumas coisas de Ram It Down, eles começaram a trazer esse tipo de ‘shred’. Mas até esse ponto, para mim, eles sempre foram mais melodia do que técnica, se você entende o que quero dizer. E assim, por causa disso, o desafio normalmente é honrar o legado – tentar recriar a vibração das partes da guitarra. Tocar as notas é fácil, tentar recriar a vibração e a energia que foi usada nelas e tocar para os fãs é a dificuldade. Em alguns casos, estes fãs conhecem essas músicas há mais tempo do que eu tenho de vida, então o desafio é capturar a ‘vibe’ original e também colocar sua própria marca nela, de alguma forma. Esses caras [o JUDAS PRIEST] sempre colocaram sua marca nas músicas, nadando contra a corrente, defendendo o que acreditam e o que fazem com toda força. Então, se eu não fizesse isso bem, eu não seria fiel a mim mesmo, fiel à banda, fiel aos fãs e fiel ao espírito do heavy metal. Então você respeita o que foi feito antes, e tenta deixar a sua marca onde puder. Esse é o desafio – fazer tudo do jeito certo. E espero que eu tenha feito isso. Ainda estou aqui.”

    Faulkner ingressou no JUDAS PRIEST em 2011 como substituto do guitarrista original K.K. Downing.

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  • IMMOLATION: Ross Dolan e Robert Vigna convidam para os shows na América do Sul

    IMMOLATION: Ross Dolan e Robert Vigna convidam para os shows na América do Sul

    Em São Paulo eles se apresentam no dia 29 de Abril

    Uma das grandes forças do Death Metal mundial retorna ao Brasil nesse mês, divulgando seu mais recente trabalho, o destruidor “Atonement”, e em São Paulo, tocam no dia 29/04 (domingo), no Fabrique Club (R. Barra Funda, 1871, Barra Funda – próximo da Clash Club)

    O vocalista e baixista Ross Dolan e o guitarrista Robert Vigna, gravaram um vídeo convidando a todos para os shows. Assista:

    https://www.facebook.com/tumbaproductions/videos/183377288963006/

    “Atonement” tem figurado diversas listas de “melhores álbuns lançados em 2017”, ao redor do mundo. O disco é o décimo álbum de estúdio da carreira do Immolation, e mantém a formula do Death Metal rápido e brutal do quarteto de Nova Iorque.

    A formação atual traz, além dos fundadores, Ross Dolan  e Robert Vigna, o baterista Steve Shalaty (na banda desde 2003), e o guitarrista Alex Bouks (ex-Incantation, e no Immolation desde 2016)

    Siga a página do evento no Facebook:

    https://www.facebook.com/events/1586627491428062/permalink/1654021858021958/

    Além dos americanos, se apresentam no dia as bandas Mystifier e Corporal Jigsore.

    O Mystifier é uma das mais clássicas hordas de Black Metal do Brasil, e foi formada em 1989, em Salvador (Bahia). A banda possui quatro álbuns, sendo os dois primeiros, “Wicca” (1992) e “Göetia” (1993), verdadeiras pérolas mundiais do gênero. A formação traz Beelzeebubth (guitarra), Diego DoUrden (vocais, baixo e teclados) e Eduardo “Warmonger” Amorim (bateria).

    Já o Corporal Jigsore, é representante brutal do Death Metal, vem de Santa Cruz de La Sierra (Bolivia), foi formado em 2005, e está divulgando seu terceiro álbum, “Unleashing the Pestilence”, lançado em 2017. A formação da banda traz Rotten (baixo e vocal), Julio Toro (guitarra) e Adriana Pynaia (bateria).

    Essa turnê do Immolation na América do Sul, marca a volta da Tumba Productions, uma das mais tradicionais produtoras de Metal extremo do Brasil, que havia parado em 2013, depois de 18 anos ininterruptos em atividade.

    Curta a página da Tumba Productions:

    https://www.facebook.com/tumbaproductions/

    SERVIÇO:

    Tumba Productions apresenta:

    Immolation – turnê de seu novo álbum, “Atonement”

    Dia: 29/04 (Domingo)

    Horário: 17h

    Local: Fabrique Club (R. Barra Funda, 1871, Barra Funda – próximo da Clash Club)

    Bandas convidadas: Mystifier (Brasil) e Corporal Jigsore (Bolivia)

    Ingressos: R$ 80 (Promocional/estudante – antecipado) / R$100 (no dia)

    Online:

    https://ticketbrasil.com.br/show/5720-immolation-saopaulo-sp/

    Ponto de venda: Loja 255 (Galeria do Rock/ São Paulo) Tel 3361 6951

    Imprensa: [email protected]  /  [email protected]

    Links relacionados:

    https://www.facebook.com/immolation/

    https://www.facebook.com/mystifier666/

    https://www.facebook.com/corporaljigsoreofficial/

    https://www.facebook.com/tumbaproductions/

    https://www.facebook.com/fabriquesp/

  • SKINLESS exalta o death metal em novo single “Line of Dissent”

    SKINLESS exalta o death metal em novo single “Line of Dissent”

    Line Of Dissent, uma nova música da usina norte-americana de death metal SKINLESS, pode ser conferida abaixo. A faixa é parte do sexto álbum de estúdio da banda, apropriadamente intitulado Savagery, que deve sair em 11 de maio em CD, LP e formatos digitais via Relapse Records.

    Gravado por Tom Case no Doomsday Bunker Studio em Nova York e por Dave Otero (PRIMITIVE MAN, CATTLE DECAPITATION, CEPHALIC CARNAGE) no Flatline Audio no Colorado, Savagery traz consigo dez machadadas nas vísceras, e dejetos sonoros espalhados em seus 37 minutos do mais puro, maldito e execrável death metal old school. Savagery promete ser o topo da carreira do SKINLESS, que hoje dispõe de mais de 25 anos de reinado intocável no terror do death metal estadunidense, e vem malditamente acondicionado em um uma embalagem que destaca a arte doentia do renomado tatuador Jesse Levitt.

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  • D.D. VERNI (OVERKILL) prepara álbum solo

    D.D. VERNI (OVERKILL) prepara álbum solo

    O baixista e compositor do OVERKILL, D.D. Verni lançará seu primeiro álbum solo em outubro pela Mighty Music. O álbum contará com várias aparições especiais, como Jeff Waters (ANNIHILATOR), Bruce Franklin (TROUBLE), Mike Romeo (SYMPHONY X), Mike Orlando (ADRENALINE MOB), Angus Clark (TRANS-SIBERIAN ORCHESTRA), Steve Leonard (ALMOST QUEEN) e Andre “Virus” Karkos (DOPE). Completando o grupo está o ex-baterista do OVERKILL, Ron Lipnicki. O disco foi mixado e masterizado por Chris “Zeuss” Harris (ROB ZOMBIE, QUEENSRŸCHE, HATEBREED). O primeiro single, Fire Up, conta com Mike Orlando, e você pode conferir abaixo.

    Verni afirma: “Estou empolgado em lançar este disco. Nós nos divertimos muito, e muitos ótimos músicos contribuíram.

    “Tem metal, punk, rock clássico … está tudo lá”, acrescenta. “Do QUEEN ao GREEN DAY até o METALLICA, acho que cobrimos todas as bases.”

    Além dos 18 álbuns do OVERKILL, Verni tem quatro lançamentos com a banda THE BRONX CASKET CO. Então, por que um disco solo? “Bem, eu realmente nunca paro de escrever material, e depois de algum tempo, ele começa a se acumular e tomar forma, então eu me pergunto onde vou usá-lo”, explica ele.

    “No passado, qualquer coisa que não fosse o material do OVERKILL eu colocaria de lado para minha outra banda, THE BRONX CASKET CO., mas quando eu comecei a juntar essas músicas, claramente não era para ele, então pensei: ‘Ok, eu acho que é um disco solo’. O material era parte metal, meio rock e meio punk, então essas são realmente minhas influências básicas. No OVERKILL, eu pego todo esse background e canalizo para o nosso thrash metal. Essas músicas não eram thrash, mas uma combinação de as outras coisas.

    “Eu jamais me interessaria em fazer um disco que soasse thrash metal fora do OVERKILL; simplesmente não acho que poderia ser melhor. A graça para mim é tentar algo novo, e ver até onde consigo chegar”.

    “Eu poderia tocar todos os instrumentos – como fiz em alguns projetos no passado – mas pensei que esta poderia ser uma boa oportunidade para tentar trabalhar com algumas pessoas novas. Você só chama alguns caras cujo trabalho você gosta, e vê se eles estão interessados. Foi isso que eu fiz.”

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  • DROWNED: confira a arte da capa de ‘7th’

    DROWNED: confira a arte da capa de ‘7th’

    Chegando perto do lançamento do tão aguardado novo álbum de estúdio do DRWONED, ‘7th’, a banda nos apresenta a capa.

    A arte ficou nas mãos do músico, artista e designer Fernando Lima, que além de vocalista do DROWNED, é um dos principais nomes quando se fala em artistas especializados em música pesada, já tendo trabalho com bandas como NervoChaos, Chakal, Sarcófago, entres outros. Conheça: https://www.facebook.com/themostdestructiveart/

    ‘7th’ será lançado no dia 15 de junho no Brasil pela Cogumelo Records e nos Estados Unidos pela Greyhaze Records. O disco foi gravado e produzido pela própria banda, mixado e masterizado pelo guitarrista Marcos Amorim.

    O DROWNED acaba de lançar o primeiro single retirado de ‘7th’, a música leva o título de ‘Rage Before Some Hope’, e está disponível em streaming, confira alguns links:

    Spotify: https://open.spotify.com/album/0YGMddQKjQqDkWtYVP6a9i

    YouTube: https://youtu.be/K-uQpDHAgW0

    iTunes: https://itunes.apple.com/br/album/rage-before-some-hope-single/1352599252

    Lembrando que a banda está com a agenda aberta e tem datas disponíveis para todo o Brasil entre os meses de junho deste ano e agosto do ano que vem. Produtores interessados podem entrar em contato pelos canais:

    Beto Loureiro

    Whatsapp: 31 99421-7981

    E-mail: [email protected]

    Contato: [email protected]

    Sites Relacionados:

    www.drowned.com.br

    Fonte: Metal Media

  • RADIO MOSCOW – La Esquina – Rio de Janeiro/RJ, 01/04/18

    RADIO MOSCOW – La Esquina – Rio de Janeiro/RJ, 01/04/18

    A quarta turnê no Brasil e o sexto show no Rio de Janeiro, sendo o quarto na capital. Este é o currículo carioca do Radio Moscow depois de sua recente passagem, então era de se esperar que o La Esquina tivesse casa cheia naquele 1º de abril. A verdade, no entanto, é que o feriado que culminou com o Domingo de Páscoa não ajudou, e a presença do público não foi das melhores. Azar de quem não foi prestigiar o trio americano e de quebra assistir a dois novos nomes do cenário brasileiro. E sorte deste que vos escreve o evento ter atrasado pouco mais de uma hora para começar. Por motivos de irritação futebolística aos 47 minutos do segundo tempo, cheguei à Lapa depois das 18h15, quando o Auramental deveria ter subido ao palco. Resumindo, teria perdido o baita show do quarteto carioca formado por Bauer França (baixo), Paulo Emmery e Enzo Mastrangelo (guitarras) e Vicente Barroso (bateria). “Nós somos o Auramental, e é isso aí. Vamos viajar”, anunciou Emmery antes de a banda – que até dias antes se chamava apenas Aura – começar um set arrebatador. Sem disco lançado, a única música com nome foi a que encerrou a apresentação, “Aura”, o single recém-laçado e que já está nas plataformas de streaming. Uma viagem, realmente, com um encerramento à la Black Sabbath vitaminado por algum alucinógeno. Mas o rock progressivo do grupo vai muito além disso, pois adiciona quando necessários groove, rock’n’roll e até mesmo fusion na linha do Dixie Dregs. Difícil fazer uma separação, afinal, além de músicas ainda sem título, o Auramental aproveitou a noite para fazer jams que vão saber o que vão virar. Mas o resultado é coisa de gente grande. E enquanto Emmery e Mastrangelo vão além de riffs ocasionais, com um trabalho de guitarra que une camadas e texturas diferentes tocadas por cada um, França puxa o som com linhas sensacionais de baixo. É para ficar de olho e aguardar com expectativa lá em cima o primeiro disco da banda. Com o álbum de estreia, “Paisagens e Delírios”, nas mãos, o Quarto Ácido teve a difícil missão de tocar logo depois de quem impressionou. E se o trio gaúcho – Pedro Paulo Rodrigues (guitarra), Vinícius Brum (baixo) e Alex Przyczynski (bateria) – acabou mesmo não conseguindo acompanhar seu antecessor no La Esquina, por outro lado cumpriu a missão de mostrar seu trabalho instrumental sem dispersar a atenção dos interessados em conhecê-lo. Oriundo da nova sofra brasileira de stoner, o Quarto Ácido nem mesmo soa como a maioria dos grupos do estilo. E apesar de o seu som não apresentar grandes novidades, e talvez um vocalista evitasse o sentimento de déjà vu próprio em alguns momentos, é bem-vinda a fusão com elementos mais alternativos, heavy rock e certa pegada de Rush bem dos primórdios – aquele ainda com John Rutsey, ou seja, sem a pegada mais virtuosa. Direto e objetivo, o trio mostrou qualidades em “33”, que abriu o show, “Delírio” e, com destaque para Rodrigues, “Pinot Noir” e “Marcha das Raposas”. Hora da atração principal, e Parker Griggs (guitarra e vocal), Anthony Meier (baixo) e Paul Marrone (bateria) deram ponto final ao feriado com um show relativamente curto, porém matador. A pegada do Radio Moscow ao vivo é simplesmente absurda, e o rolo compressor começou a passar logo de cara com “New Beginning”, a (quase) faixa-título do novo álbum – curiosamente, o set acabou privilegiando três dos cinco discos do trio: além do mais recente, lançado em 2017, “Brain Cycles” (2009) e “Magical Dirt” (2014) foram os contemplados. “Death of a Queen” veio a seguir para mostrar o que acontece quando baixa o santo de Jimi Hendrix em Griggs, que fez justiça ao maior de todos os guitarristas no riff e em solos cheios de feeling. Aliás, foi isso mesmo que o líder do Radio Moscow continuou fazendo em “These Days” e “Broke Down”, tocadas na sequência, em performances de tirar o fôlego. O mesmo vale para a insana parte instrumental com solos cheios de pressão no meio de “Rancho Tehama Airport”, que realmente remete a “Chinatown”, do Thin Lizzy. E isso é positivo, convenhamos. Mas não era apenas Griggs que roubava a cena, e talvez seja por isso que Meier se concentre em segurar a onda com seu Rickenbacker, porque Marrone toca como se estivesse possuído. Na dobradinha “250 Miles” e “Brain Cycles”, que viraram uma só peça, o batera mereceu todos os holofotes. E ao lado de Griggs, comandou a levada das excelentes “Deceiver” e “Before it Burns”, cujo bônus são os riffs carregados de wah-wah. E foi com slide em mãos que o guitarrista mandou o hard blues “City Lights”, aperitivo para a cacetada “Pacing”. E foi depois disso que a coisa quase degringolou. O amplificador de baixo deu pau duas vezes, interrompendo a execução de “The Escape”, o que fez o trio decidir pular “No Time” – curiosamente, a única canção do set oriunda de “The Great Escape of Leslie Magnafuzz” (2011) – e ir direto para a última da noite, a espetacular “Dreams”, na qual Griggs teve motivo para extravasar em mais uma dose de solos arrepiantes, escorado por uma cozinha irrequieta. A despeito dos problemas técnicos no fim – porque o som no modestíssimo La Esquina estava bom, diga-se –, o Radio Moscow deu uma bela aula de rock’n’roll com as melhores referências dos anos 60 e 70. Setlist Radio Moscow

    1. New Beginning 2. Death of a Queen 3. These Days 4. Broke Down 5. Rancho Tehama Airport 6. 250 Miles / Brain Cycles 7. Deceiver 8. Before it Burns 9. City Lights 10. Pacing 11. The Escape 12. No Time (não tocaram) 13. Dreams

    Setlist Quarto Ácido

    1. 33 2. Manhã Sépia 3. Delírio 4. Serena Inquietude 5. Pinot Noir 6. Euphrates 7. Psychodelic Pilger 8. Marcha das Raposas 9. Feeling Dead
  • DORO revela detalhes do próximo álbum de estúdio, confira!

    DORO revela detalhes do próximo álbum de estúdio, confira!

    O tão aguardado novo álbum da cantora alemã Doro Pesch será lançado em 17 de agosto pela Nuclear Blast. O 20º LP de DORO, Forever Warriors, Forever United será um grande marco para a carreira da vocalista, seu primeiro álbum duplo de estúdio, e que trará 24 músicas novas, incluindo algumas surpresas impressionantes.

    A capa do álbum foi mais uma vez criada pelo artista favorito de DORO, Geoffrey Gillespie. Ele retrata Doro no meio de um enxame headbangers selvagens exalando atitude, poder e vibrações positivas.

    “A capa e o título formam uma unidade perfeita”, explica Doro, “exatamente como deveria ser. Tudo se encaixa perfeitamente com as músicas, que também abordam alguns temas políticos”.

    “Há alguns grandes hinos no álbum, inúmeras músicas pesadas, assim como melodias que aquecem o coração! O álbum deve transmitir poder para você, então ele contém muita energia!”

    Doro continua: “Em Forever Warriors, Forever United, haverá muitos heróis do rock. Os fãs já podem ficar curiosos sobre os muitos músicos convidados envolvidos.”

    Os fãs notarão que o primeiro single, All For Metal, contará com vários heróis do metal, que também poderão ser vistos no próximo videoclipe, que será lançado em maio. “É um grande hino, acho que no mesmo nível da [canção clássica do WARLOCK], All We Are – com todos cantando nela”, disse Doro. “Vai ser muito, muito bom. Ela é fisgante pra caramba”

    O guitarrista Doug Aldrich (WHITESNAKE, DIO, THE DEAD DAISIES) e o ex-guitarrista do WARLOCK, Tommy Bolan – que também contribuiu para o aclamado LP Triumph & Agony” em 1987 – farão parte do novo álbum.

    De acordo com Doro, a primeira música que ela escreveu para o novo álbum é uma faixa dedicada ao icônico líder do MOTÖRHEAD e seu amigo de longa data, Ian “Lemmy” Kilmister. “Chama-se Living Live to the Fullest”, diz ela.

    Seguindo a tradição, haverá também uma música em alemão no álbum – uma faixa midtempo abordando o tema da amizade profunda, assim como feito há anos em Für Immer.

    A muito aguardada continuação de Raise Your Fist, de 2012, será o primeiro lançamento da cantora alemã desde o single Love’s Gone To Hell, de 2016. No ano passado, Pesch celebrou o 30º aniversário do álbum Triumph And Agony, do WARLOCK, apresentando o álbum na íntegra em shows selecionados em todo o mundo.

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  • BULLET, vai do pó da estrada ao ouro musical em novo videoclipe, confira!

    BULLET, vai do pó da estrada ao ouro musical em novo videoclipe, confira!

    A banda sueca de heavy metal/hard rock BULLET lançou um novo single digital e vídeo para a música Fuel The Fire. A faixa também está disponível como um single em vinil de sete polegadas em edição limitada, contendo uma versão cover de Dr. Phibes do ANGEL WITCH no lado B.

    Fuel The Fire é parte do novo álbum do BULLET, Dust To Gold, que será lançado em 20 de abril pela Steamhammer / SPV.

    Se você quiser entender como o BULLET funciona, só precisa dar uma olhada no velho ônibus de turnê com o qual os cinco músicos vêm conquistando o mundo há anos: o Volvo B63508 de 1964, nas cores preto, branco e vermelho – carinhosamente apelidado “Bullet Bus” – com seu indestrutível motor de seis cilindros e incontáveis ​​quilômetros sob seus assentos desgastados, é o hotel móvel da banda. Lembre-se: talvez o hotel não seja exatamente a palavra mais exata, o albergue (da juventude) seria mais apropriado, com o interior da van tendo acumulado um odor atraente composto de gasolina, suor, cerveja e uma gama diversificada de misturas de tabaco em seu interior.

    “Nos anos em que estivemos viajando de show em show em nosso ônibus e visitamos inúmeros festivais, o nosso ‘Bullet Bus’ nunca nos decepcionou”, diz o guitarrista Hampus Klang, em uma espécie de declaração de amor ao veículo vintage que aparece na música, e na capa do vindouro novo álbum do grupo, Dust To Gold, por um bom motivo. “O Volvo ganhou mais do que o seu lugar na capa, porque à sua maneira, ele é como nós: duros como pregos, resilientes e cheios de memórias inestimáveis.”

    O ‘Bullet Bus’ é sinônimo de uma ‘filosofia de banda’ que dificilmente poderia ser mais atraente. O BULLET está no cenário do metal desde 2001, lançou cinco excelentes álbuns de estúdio até agora, excursionou pela maioria dos países europeus várias vezes, abriu para o AC/DC diante de 55.000 pessoas em 2009 e tocou alguns dos mais prestigiados festivais da Europa, como Rock Am Ring, Graspop Metal Meeting, Sweden Rock Fest, Bang Your Head !!!, Hard Rock, Keep It True, Headbangers Open Air e Wacken Open Air (duas vezes!). A banda comeu o pó da estrada no verdadeiro sentido da palavra, e o transformou em ouro musical, como sugere o título do novo álbum.

    “Nossas novas músicas são sobre a vida na estrada, sobre liberdade, aventura e a diversão sem fim que as bandas de metal apaixonadas têm”, explica Hampus Klang. O amor de suas vidas como músicos transborda em cada nota, seja na abertura de ritmo acelerado Speed ​​And Attack, com a pegada clássica da NWOBHM; no poderoso hino Fuel The Fire ou ainda em Wildfire, que deixaria o AC/DC orgulhoso.

    Dust To Gold foi mixado e produzido de agosto a dezembro de 2017 no Pama Studios em Torsås, na Suécia, pelo BULLET e Mankan Sedenberg, que conscientemente usaram fita analógica para dar um som mais quente à gravação. Hampus está extremamente feliz com o resultado. “Passamos muito mais tempo na composição deste do que com os álbuns anteriores”, diz ele. “Toda a produção demorou um pouco mais desta vez, mas achamos que valeu a pena. Queríamos um álbum em que todas as músicas fossem ótimas, sem nada só para ocupar espaço. Também trabalhamos duro para tornar o som o mais honesto e autêntico possível. Ele soa exatamente como somos”.

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