O KOBRA AND THE LOTUS lançou o videoclipe oficial para sua versão do clássico do FLEETWOOD MAC, The Chain, e você já pode conferir abaixo. A faixa integra a segunda parte do trabalho conceitual da banda, que será lançada um ano após a bem sucedida estreia com Prevail I. Com lançamento marcado para amanhã, 27 de abril pela Napalm Records, Prevail II continua exatamente de onde o KOBRA AND THE LOTUS parou em 2017.
A vocalista Kobra Paige comenta: “Humanidade. Uma das maiores lutas da nossa existência é mantê-la.
“Este álbum sequencial mergulha mais profundamente na escuridão da nossa psique e explora o tormento pessoal e a luta que infligimos a nós mesmos, uns aos outros e à terra.
“Tornou-se lugar-comum para as pessoas desistir de si mesmas e perder sua autoestima e a crença em suas habilidades. Isso, por sua vez, afeta nossas ações diárias / comportamento. Somos uma espécie mutável, mas também somos seres profundamente capazes de agir com altruísmo, passíveis de evolução e positividade.
“Este álbum irá encerrar o capítulo de Prevail na mais suave de todas as notas, reconhecendo que cada pessoa tem o desejo de ser – e merece ser – verdadeiramente vista, amada e ouvida. Quando a ignorância é eliminada, podemos reconhecer que nós estamos todos juntos nessa”
O sueco GRAVEYARD lançou o primeiro trailer do seu aguardado álbum de retorno Peace. O disco foi gravado no Park Studios em Estocolmo com o produtor Chips Kiesbye (HELLACOPTERS, MICHAEL MONROE, NOMADS) e o engenheiro Stefan Boman (BURT BACHARACH, ALICE COOPER, DEF LEPPARD).
A banda comentou: “Como vocês devem saber, nós temos feito algumas viagens ultimamente. De muitas maneiras e em muitos níveis. O bom é que trouxemos de volta algumas coisas para todos vocês. Aqui está uma primeira lembrança da estrada para Peace.”
Peace já está disponível em pré-venda, em vários formatos, e será lançado em 25 de maio pela Nuclear Blast.
O GRAVEYARD anunciou seu retorno em janeiro de 2017, apenas quatro meses depois de dizer que a banda estava acabando. A nova formação do grupo não inclui o baterista Axel Sjöberg, que aparentemente está se concentrando em sua nova banda, o BIG KIZZ. Ele foi substituído por Oskar Bergenheim.
O guitarrista do SAMAEL, Marco “Makro” Rivao, decidiu deixar o grupo “para fazer algo diferente”. A partir de agora, o baixista Thomas “Drop” Betrisey assumirá as funções de guitarrista na banda de black metal/metal industrial suíça, e um novo baixista será anunciado em breve.
Rivao disse em um comunicado: “Como alguns de vocês podem saber, eu passei os últimos 16 anos tocando guitarra no SAMAEL. Durante esses anos, tive a chance de conhecer muitas pessoas/fãs adoráveis, que em alguns casos se transformaram em amigos, e assim esta declaração vai para todos vocês.
“Eu sempre fui fã de Passage, Rebellion, Ceremony Of Opposites e quando recebi um telefonema em 2002 do SAMAEL me perguntando se eu gostaria de me juntar à banda, parecia uma honra e também uma chance de viver da música.
“Todos juntos, nós compartilhamos uma boa quantidade de bons momentos e eu gostaria de agradecer a todos vocês por tornar esses momentos reais.
“O SAMAEL é a história de Vorph e Xy e eu tenho sido principalmente um intérprete ao vivo para a música deles, e eu gostaria de agradecê-los também por me oferecer esta oportunidade.
“Agora é hora de eu fazer algo diferente, e por isso estou deixando o SAMAEL.
“Vorph, Xy, Drop e todos os membros da tripulação que eu integrei durante esses anos são como família para mim e assim deve permanecer.
“Obrigado novamente a todos vocês por fazerem destes últimos anos uma jornada tão incrível com o SAMAEL!”
O álbum mais recente do SAMAEL, Hegemony, foi lançado em outubro passado pela Napalm Records.
O vocalista do GHOST, Tobias Forge, que se apresenta sob os nomes de Papa Emeritus e agora Cardinal Copia, disse ao ‘The Pulse Of Radio’ o que o inspirou a escrever Rats, primeiro single do próximo álbum do grupo sueco, intitulado Prequelle:
“Há alguns anos, eu pensei, ‘eu realmente quero ter uma grande faixa de abertura que capture a mente das pessoas imediatamente’”, disse ele. “Então eu escrevi Square Hammer e tudo correu bem. Mas eu não queria que Square Hammer se transformasse na nossa Start Me Up, que é sempre a melhor para tocar primeiro. Eu quero poder variar. Então nós precisávamos de outra música que funcionasse como uma faixa de abertura. Essa foi basicamente a minha intenção com Rats”.
Por muito tempo, os fãs acompanharam a jornada da banda sem saber quem estava por trás dela. Recentemente, o cenário mudou quando Tobias Forge se revelou como o homem por trás do Ghost. Ele é responsável por fazer com que o lançamento de cada álbum se parece cada vez mais com a première de um filme. Além de ser diretor, Forge representa os personagens, e comanda desde o roteiro dos vídeos até o figurino, a identidade visual e a trilha sonora do grupo.
Outra mudança interessante na saga do Ghost foi o anúncio de Cardinal Copia como o vocalista de Prequelle.
As letras do próximo disco da banda mergulham em assuntos como a praga, o apocalipse e as eras sombrias da humanidade. Apesar de abordar tais temas atemporais, o trabalho também é um retrato do mundo em que vivemos atualmente, que ganha vida em uma emotiva e inspiradora coleção de músicas.
Além de anunciar o disco, o Ghost também lança o single principal “Rats”, acompanhado de um clipe dirigido por Roboshobo. A faixa está disponível para download via iTunes, Apple Music, Amazon e Google Play. Os fãs que adquirirem Prequelle na pré-venda recebem um download da faixa.
Prequelle é o sucessor do terceiro disco de estúdio do Ghost, Meliora, e do EP Popestar (2016), que levou os suecos ao panteão das melhores bandas de rock do mundo ao resultar em um prêmio Grammy por Melhor Performance de Metal. Nos Estados Unidos, Meliora esteve entre o Top 10 da parada dos 200 Álbuns Mais Vendidos da Billboard. A banda estreou na TV norte-americana com o single principal do disco, “Cirice”, no programa da CBS The Late Show with Stephen Colbert. Popestar apareceu no primeiro lugar do Top de Álbuns de Rock e Hard Rock da Billboard e se manteve no topo das paradas de rádio com “Square Hammer”.
No mês passado, o baterista do ANTHRAX, Charlie Benante, chegou às manchetes quando disse que “a Apple teve grande influência na destruição da música”, quando, há quase 20 anos, a indústria musical se recusou a se adaptar às mudanças trazidas pela Internet. “As gravadoras tiveram uma grande parte nisso, porque ficaram gananciosas”, disse ele. “Os artistas ficaram gananciosos quando sentiram: ‘Ah, eu posso conseguir um contrato de três álbuns por 75 milhões de dólares’, mas no fim das contas, se eles estão pegando todo esse dinheiro, o que acontece com as bandas menos conhecidas que estão se esforçando para se tornar algo? De onde vem esse dinheiro? Quero dizer, foi uma bagunça completa, e realmente cavou o próprio buraco. E agora quem está pagando por isso? Todo mundo.”
Em uma entrevista de 2015, o guitarrista e líder do ANTHRAX, Scott Ian deu declarações contra o Spotify, dizendo que “nós deveríamos estar sendo melhor pagos por nossos streams” e alegando que serviços como o Spotify “realmente desvalorizaram a música”.
Porém, segundo uma nova entrevista, parece que a opinião de Ian sobre o Spotify mudou radicalmente:
“Eu não era fã de streaming de música inicialmente, porque eu estou em uma banda e me senti meio ‘tudo bem, ok, eu não gosto dessa ideia porque as bandas estão sendo roubadas’”, admitiu Ian em entrevista ao Ressurection Fest da Espanha. “Eu ainda sinto como se as bandas estivessem sendo roubadas, mas ao mesmo tempo, eu definitivamente gosto… Eu amo poder estar na minha casa e basicamente ter qualquer música no meu celular, eu posso ir no Spotify e ter aquelas músicas tocando por toda a minha casa a qualquer momento”.
Acrescentando que o Spotify é “uma boa ferramenta para todas as bandas”, Scott explicou que o streaming de música “não compensa a perda de vendas de discos”, mas que os consumidores mudaram sua audição online, tornando o modelo de streaming o caminho do futuro:
“Se você não se adaptar, você não sobrevive”, disse ele. “É evolução, e é realmente o que é. Nos últimos anos, nos adaptamos e aceitamos o que está acontecendo no mundo. Você não pode lutar constantemente contra as coisas que você nunca poderá vencer e sobre as quais não tenha controle. Então você se adapta, aceita isso e pensa: ”Qual é a melhor maneira de isso funcionar para nós? E como usamos essa nova ferramenta para melhor representar o ANTHRAX?” E o Spotify tem funcionado muito bem para nós nos últimos anos – especialmente no último disco, porque nós realmente o abraçamos em For All Kings. A garotada nos descobre no Spotify e depois compram ingressos para vir nos ver ao vivo. E então eles se tornam fãs pelo resto da vida, uma vez que tenham visto a banda ao vivo”.
For All Kings foi o primeiro álbum de estúdio do ANTHRAX desde Worship Music, de 2011. O ANTHRAX lança seu novo DVD ao vivo, Kings Among Scotland amanhã, 27 de abril, via Megaforce Records.
O baixista do lendário grupo de heavy metal britânico JUDAS PRIEST, Ian Hill concedeu entrevista recentemente para Val Tapia, da ‘38IZ Videos’. Perguntado sobre como Andy Sneap está se saindo na árdua tarefa de substituir o guitarrista original do JUDAS PRIEST, Glenn Tipton – que anunciou há dois meses que estava se afastando da estrada devido à sua batalha contra a doença de Parkinson – Hill disse: “Ele está indo muito, muito bem, especialmente quando você considera que ele só teve cerca de três semanas para ensaiar um repertório de quase duas horas, com intervalos para os solos. E, claro, enquanto a turnê segue adiante, ele está ficando mais confiante no palco, e está fazendo algumas performances incríveis. Então, musicalmente, não há nada faltando – ninguém vai sentir falta de nada musicalmente. Visualmente, claro, tem uma grande diferença. Glenn não está lá. Ele tem sido parte da banda por todos esses anos, por mais de 40 anos”.
Ian continuou: “Foi uma pancada muito forte quando [Glenn] disse que não poderia fazer a turnê. Não foi uma surpresa; acho que todos nós sabíamos que isso não iria acontecer desta vez. Ele foi diagnosticado pouco antes da turnê de Redeemer Of Souls, e durante os ensaios da banda, ele era bem difícil para ele começar. Mas, com o passar do tempo, ele foi melhorando a cada dia, ao ponto de fazer algumas performances tremendas na última turnê. E nós estávamos meio que esperando que isso acontecesse desta vez também, mas depois da primeira semana, nós sabíamos que ele não poderia fazer isso, foi realmente uma coisa trágica. A parte mais difícil foi Glenn se convencer de que ele podia não podia mais fazer isso. Mas Andy assumiu esta responsabilidade, e está fazendo um ótimo trabalho – ele realmente está fazendo um ótimo trabalho. Ele é uma espécie de substituto perfeito, na verdade, na medida em que ele é íntimo com o novo material, ele conhece a estrutura de todas as novas músicas, o que é muito importante quando você está tentando aprender alguma coisa. E ele também sempre foi um fã da banda, então você pode confiar que ele vai honrar a herança da banda, por assim dizer. Então, ele foi a escolha perfeita”.
Tipton descobriu que tinha Parkinson há quatro anos – depois de ter sido acometido pela condição degenerativa pelo menos meia década antes – mas só recentemente anunciou que iria ficar de fora das atividades de turnê em apoio ao último álbum do JUDAS PRIEST, Firepower. O guitarrista, que agora tem 70 anos e tocou em todos os álbuns da banda desde a estreia em 1974 com Rocka Rolla, não está deixando o JUDAS PRIEST, apenas não consegue lidar com os rigorosos desafios da performance ao vivo. Ele está sendo substituído em turnê pelo produtor do álbum Firepower, Andy Sneap, também conhecido por seu trabalho como guitarrista no HELL, e no SABBAT, além da quantidade incrível de álbuns de outros artistas que produziu.
O JUDAS PRIEST deu início à turnê mundial de Firepower em 13 de março, no Mohegan Sun Arena em Wilkes-Barre, Pensilvânia (EUA).
Rumores de que a banda norte-americana KISS estaria se preparando para embarcar em uma turnê de despedida tomaram força nos últimos meses, após a notícia de que o grupo estava tentando registrar o nome The End Of The Road. Um pedido do KISS foi arquivado em 8 de fevereiro no Escritório de Patentes e Marcas dos Estados Unidos, que, se for aceito, significa que a banda poderia usá-la em “apresentações ao vivo de uma banda musical”. Porém, até o momento, nenhuma turnê oficial de despedida foi anunciada.
Em uma nova entrevista com o ‘Chicago Sun-Times’, o baixista Gene Simmons reconheceu que a turnê final do KISS com a formação atual provavelmente acontecerá em um futuro não muito distante. “Acontecerá, um em algum momento”, disse ele. “Nós não podemos continuar fazendo isso para sempre. Nós somos a banda mais trabalhadora no show business. Se Mick Jagger calçasse as minhas botas de dragão, ele não duraria meia hora”. Mais importante, diz Simmons, a banda “não quer ficar no palco um dia a mais do que enquanto nos sentimos válidos… Lembre-se, nós nos apresentamos com a frase ‘você queria o melhor, você tem o melhor, a banda mais quente do mundo’ e não com a frase ‘nós costumávamos ser os melhores’.
Perguntado pelo jornalista Michael Cavacini sobre o registro da marca ‘The End of the Road’ e o possível fim das atividades da banda, o líder do KISS, Paul Stanley, disse: “Não é a primeira marca registrada que foi solicitada. Achei que era um nome fantástico e fiquei surpreso por ninguém ter usado antes. Eu queria certificar-me de que, quando a usarmos – e chegará o momento que a usaremos, imagino – eu queria ter certeza de que nós a possuíssemos, e ela é nossa. Quando quisemos sair e fazer a turnê Hottest Show on Earth, a Ringling Bros. veio até nós e disse: ‘Vocês não podem fazer isso’. Isso foi um alerta para mim. Nós sempre tivemos slogans ou frases que são sinônimo de nós, e esta é mais uma. Tudo termina, de uma forma ou de outra. Quando chegar a hora, quero sair com estilo e quero sair cuspindo fogo. Então, quando tive essa ideia, pensei, ‘vamos ter certeza de que nós possamos fazer isso”. “Não sei o que dizer, mas não sei o que dizer, não sei o que dizer. estilo, e quero sair com armas de fogo. Então, quando encontrei essa ideia, Eu pensei que vamos garantir que nós amarremos isso.”
Cerca de vinte anos atrás o KISS já havia anunciado publicamente seus planos de despedida. Stanley disse mais tarde que a tumultuada Farewell Tour da banda em 2000 não era mais do que uma tentativa do grupo de “tirar o KISS de sua miséria”, depois de anos de choques de ego e desentendimentos sobre créditos de composição entre os membros originais da banda.
Gene Simmons declarou no ano passado, em entrevista para o Glasgow Live, que a banda ainda “tem mais alguns anos” para queimar nos palcos, antes de uma possível despedida. Também foi essa a impressão que ele passou para a ROADIE CREW, em entrevista publicada em 2016 (ed. #213): “tem alguma coisa com o Kiss que supera a barreira do tempo. A gente impressionava o garoto de 5 anos de idade lá nos anos 70, e fazemos o mesmo hoje em dia. É algo totalmente autêntico. Não dá pra fingir, não dá pra enganar a audiência. O pessoal percebe na hora se você abrir um sorriso falso ou se não está dando o melhor de si. A banda está viva e tocando melhor do que nunca! […] Eu me sinto mais forte e mais poderoso quando coloco aquela máscara.”
O guitarrista Paul Stanley por várias vezes declarou que existe a real possibilidade de o Kiss seguir adiante sem ele e Gene Simmons na formação, declarando que “nós não caímos na limitação das outras bandas, pois nós não somos as outras bandas”, e que “em algum momento, eu gostaria de ver alguém na banda no meu lugar, isso porque eu amo a banda”. Ainda no mês passado, ele comentou a razão de não querer mais passar muito tempo na estrada: “eu não quero sair de casa”, ele disse. “Eu tenho uma família, eu tenho filhos e, honestamente, acho que minha principal responsabilidade é ser um pai, e não quero perder isso. E certamente, à medida que envelhecemos, sabemos que a vida é finita e eu escolho o que eu quero fazer neste momento”.
Se “o fim da linha” se aproxima ou não, só o tempo irá dizer. Resta aos fãs lembrarem da trajetória de sucesso, da grandeza e dos grandes hits que a banda forjou, assim como das palavras de Gene Simmons para a ROADIE CREW: “Gene, Paul, Ace e Peter eram quatro vagabundos das ruas de Nova York que tinham um sonho e acabaram encontrando o pote de ouro no fim do arco-íris. E cada vez que você ouve a frase ‘You wanted the best, you got the best’, isso não é uma simples apresentação da banda, mas um desafio que nos colocamos a cada vez que subimos num palco.”
O VIOLATION WOUND, grupo de punk rock/metal formado por Chris Reifert (DEATH, ABSCESS, AUTOPSY) na guitarra e vocais, lançará seu novo álbum, With Man In Charge, amanhã, 27 de abril pela Peaceville Records.
Duas músicas do disco, Fearmonger e State Of Alarm, podem ser conferidas abaixo.
O VIOLATION WOUND nasceu em um porão cheio de cerveja e uísque em junho de 2013, com o objetivo de criar punk rock 100% verdadeiro. Nada na moda, nada frívolo, nada pretensioso, apenas alimentado por agressão e riffs diretos. O VIOLATION WOUND não está interessado em porcarias modernas, plásticas ou seguras, ao invés disso, busca honrar as formas cruas, sujas e pungidas dos inovadores originais, ao mesmo tempo em que esculpem um caminho próprio.
Apresentando Reifert ao lado do baixista Joe Orterry e do baterista Matt O’Connell, With Man In Charge é o primeiro lançamento do VIOLATION WOUND pela Peaceville, oferecendo explosões psicóticas de loucura punk injetadas em mais de 20 faixas. Junto ao VIOLATION WOUND, em With Man In Charge estão os convidados especiais Athenar, do MIDNIGHT e Dave Hill, que recentemente colaborado com Chris no projeto de rock PINTED DOLL. O disco foi gravado no Earhammer Studios em Oakland, Califórnia, com Greg Wilkinson (AUTOPSY), com capa criada por Wes Benscoter (AUTOPSY, SLAYER, NILE).
Reifert afirma: “Nós do quartel general do VIOLATION WOUND estamos realmente empolgados em trabalhar com a Peaceville Records”.
“Nós despejamos muita indignação, loucura e agressão no nosso novo álbum, With Man In Charge, e achamos que nossas intenções serão entendidas em alto e bom som para qualquer um que tenha ouvidos atentos. Esta não é apenas uma tentativa de reviver os velhos tempos do punk ou de se agarrar a qualquer coisa que as pessoas estejam chamando de hardcore nos dias de hoje. É música insana para tempos insanos, criada por pessoas insanas.”
A primeira faixa disponibilizada foi Suicide Stalemate. Reifert fala sobre a música: “Ah, os humanos. Se ao menos pudéssemos aprender a lidar uns com os outros de forma inteligente, em vez de nos colocarmos à beira de uma potencial guerra nuclear por conta de egos tóxicos e insultos de jardim de infância… Deveríamos construir uma bomba maior? O que poderia dar errado?”
A veterana banda de Crossover/Sludge/Southern Metal, Corrosion Of Conformity (ou simplesmente C.O.C.) desembarca no Brasil em Maio, onde fazem dois shows; São Paulo, no dia 12/05, no Vic Club, e no Rio de Janeiro no dia 13/05, no Teatro Odisseia. Os shows fazem parte da turnê que a banda fará pela América Latina, com shows na Argentina, Chile e México.
Em SP haverá abertura das bandas Uganga e Axes Connection.
O C.O.C. está divulgando seu último trabalho, o excelente “No Cross No Crown”, que acaba de ser lançado, e tem tido uma repercussão muito positiva.
O guitarrista – e também vocalista – Woody Weatherman gravou um vídeo, onde convida os fãs para os shows. Assista:
A formação atual é bastante celebrada, já que além dos três membros originais, Mike Dean (baixo e vocal), Woody Weatherman (guitarra e vocal) e Reed Mullin (bateria e vocal), está de volta (desde 2014), o guitarrista e vocalista Pepper Keenan (Down), aquele que muitos citam como o responsável pela sonoridade dos anos 90, até os dias atuais.
Formado em 1982, em Raleigh, na Carolina do Norte, E.U.A., o C.O.C. surgiu como um trio de Punk, logo passou a fazer o que se começou a chamar na época de “crossover” (mistura de Metal e Punk), e depois enveredou por caminhos como o Sludge e Southern Metal, criando algo bastante original.
Ao todo, são dez álbuns de estúdio, cinco EP’s e um álbum ao vivo, sendo o já citado “No Crosso No Crown” o mais recente. Impossível não destacar os maravilhosos, “Eye For An Eye” (84), “Animosity” (85), “Deliverance” (94) e “Wiseblood” (96).
Assista o videoclipe de “The Luddite”:
A Solid Music Entertainment é a responsável pela tour do Corrosion Of Conformity na América Latina.
Após sua primeira turnê internacional pela Europa ao lado dos gigantes Scorpions e Alice Cooper, o quinteto paulistano continua a forte empreitada de lançamentos do mais recente trabalho Brutal & Beautiful, e apresenta a faixa de abertura do disco, a vigorosa “Black Wings”.
O lyric video, dirigido pelo baterista da banda, Mike Maeda, traz imagens fortes e instigantes, evidenciando “The Crow (o corvo)” personagem principal dessa aventura sinistra, que propõe a faixa “Black Wings”. Assista abaixo.
“Essa música é uma combinação poderosa de riffs marcantes, refrão pulsante e grooves frenéticos. “Black Wings” foi a música escolhida para abrir todo o ciclo deste trabalho – tanto em shows como no disco -, é uma música muito especial para nós”, afirma LF Vieira, guitarrista do REPUBLICA. A letra e melodia nasceram totalmente baseados no poderoso e coeso primeiro riff da música, e tem como tema central a ambição e o medo de enfrentar situações adversas.
Brutal & Beautiful foi gravado nos Estados Unidos e produzido pelo icônico produtor musical Matt Wallace, conhecido pelos seus trabalhos com Faith No More, Maroon 5 e Deftones.
O REPUBLICA também comenta outra novidade: eles embarcam em breve para Espanha como atração confirmada no Festival O Son do Camiño, na cidade de Santigao de Compostela e tocam ao lado de The Killers e Franz Ferdinand no dia 28 de junho de 2018.
REPUBLICA: Leo Beling (Vocal), Luiz Fernando Vieira (Guitarra), Jorge Marinhas (Guitarra), Marco Vieira (Baixo) e Mike Maeda (Bateria).