Categoria: Roadie News

  • PROPHETS OF RAGE: Confira a nova música “Heart Afire”

    PROPHETS OF RAGE: Confira a nova música “Heart Afire”

    Uma nova música do PROPHETS OF RAGE intitulada Heart Afire foi lançada via Spotify, e pode ser ouvida abaixo. A faixa foi divulgada apenas uns poucos dias após o baixista Tim Commerford e o baterista Brad Wilk declararem em entrevista ao ‘Kaaos TV’ da Finlândia que a banda já finalizou os trabalhos em seu segundo álbum. O PROPHETS OF RAGE é o supergrupo que conta com Chuck D, Tom Morello e outros membros do RAGE AGAINST THE MACHINE ao lado do B-Real, do CYPRESS HILL.

    Formado em meio à tumultuada eleição para presidente dos Estados Unidos de 2016, o PROPHETS OF RAGE fez uma ampla turnê nos EUA e Europa, e se transformou em uma unidade explosiva, capaz de tocar com igual precisão, paixão e força. O álbum, com arte de capa arrojada, criada especialmente para a banda pelo renomado artista de rua Shepard Fairey, combina os diversos estilos, o poder de fogo sonoro e a consciência social contundente de seu trabalho anterior em uma nova declaração musical inventiva, convincente e oportuna. Michael Moore, que dirigiu o empolgante vídeo politicamente carregado para a faixa Unfuck The World declarou: “O PROPHETS OF RAGE é a banda certa, dizendo a coisa certa, neste momento tão crítico”.

    “Quando reunimos a banda há um ano, não acho que nenhum de nós sabia o que esperar ou como seriamos recebidos pelo público”, afirmou B-Real. “Daquela época até agora, tem sido incrível ver o crescimento dessa nova banda incrível, e ver o efeito que ela teve nos fãs. Eu me sinto abençoado por fazer parte dela. Nossa química é inegável quando estamos no palco, e finalmente ter um álbum com essa mesma química poderosa é emocionante, mal podemos esperar para ver o que o futuro nos trará”.

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  • SOULFLY: Novo álbum, “Ritual”, chega em outubro

    SOULFLY: Novo álbum, “Ritual”, chega em outubro

    O SOULFLY definiu Ritual como o título de seu novo álbum, que deve ser lançado em outubro pela Nuclear Blast. O sucessor de Archangel de 2015 foi gravado com o produtor Josh Wilbur, que já trabalhou com LAMB OF GOD, GOJIRA e ALL THAT REMAINS, entre outros.

    Filmagens feitas por fãs do SOULFLY tocando uma nova música chamada The Summoning – que aparecerá em Ritual – em 28 de junho em Zwolle, Holanda, podem ser vistas abaixo.

    Max Cavalera recentemente disse ao ‘PureGrainAudio’ sobre Ritual: “Eu sei que músicos [sempre] dizem que seu novo álbum é o favorito deles, mas [esse novo álbum do] SOULFLY realmente toca no ponto, cara, pois tem um pouco de tudo que eu realmente amo no SOULFLY, ele tem alguns elementos de ritmos tribais de volta, e tem um monte de coisas rápidas, é quase como um disco ‘tribal thrash’, que é meio algo que nunca foi feito antes. Então é algo meio político e espiritual com som tribal e thrash. Os ‘grooves’ tribais vão bem com coisas de fast thrash e death metal. Então, é muito legal, cara. Eu acho que as pessoas vão curtir quando ouvirem o novo SOULFLY.”

    Max disse a Jack Antonio que o novo álbum do SOULFLY incluiria “uma música sobre um assassinato Navajo que aconteceu em uma reserva Navajo – a polícia matou aquela garota e eu fiquei realmente intrigado com a história toda e fizemos uma música com isso”, ele disse.

    Quanto à direção musical do disco, Max disse que tem “um pouco daquele sentimento do Chaos A.D. [SEPULTURA] – esse tipo de groove, mas também [com elementos de] thrash. É um disco contemporâneo – parece que foi feito agora. Estou muito feliz com isso. Acho que meio que tem aquela vibração clássica do Chaos A.D., o que é ótimo, eu acho que é muito legal ter esse tipo de sentimento no álbum”.

    Max também elogiou as contribuições de seus companheiros de banda para o novo álbum, dizendo: “Marc Rizzo [guitarrista] está fazendo algumas coisas incríveis de guitarra. Todos os instrumentistas – Zyon [Cavalera, filho de Max e baterista do SOULFLY] fez um ótimo trabalho na bateria. Eu realmente me esforcei para ter tópicos diferentes e letras diferentes, então meus vocais são um pouco diferentes, e estou tocando assuntos diferentes no álbum. Todas estas coisas juntas tornam este álbum especial”.

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  • THE 69 EYES: Novo álbum deve sair no início de 2019

    THE 69 EYES: Novo álbum deve sair no início de 2019

    A banda finlandesa THE 69 EYES está se preparando para entrar no estúdio para começar a gravar seu novo álbum. O sucessor de Universal Monsters, de 2016, deve chegar no início de 2019.

    Falando para a ‘TotalRock Radio’ durante o Sweden Rock Festival do mês passado, o vocalista do 69 EYES, Jyrki 69, falou sobre os planos da banda para os próximos meses: “THE 69 EYES está tocando, durante este inverno um punhado de shows, mas é uma espécie de verão tranquilo, porque estamos escrevendo material novo para o próximo álbum do 69 EYES. Começamos a gravar em julho. E, provavelmente, já terminamos a maioria das músicas a essa altura. Na verdade, estou feliz em dizer isso, porque eu escrevi as letras durante os últimos dois meses inteiros. E então começamos a gravar o álbum. Deveria ser lançado no começo do outono – fevereiro, março do ano que vem. Nós tocamos um punhado de shows, e então eu tenho minha banda solo; estaremos fazendo alguns shows nos Estados Unidos na primavera também. Então, estou me ocupando e me preparando para celebrar o 30º aniversário do 69 EYES em 2019″.

    Perguntado onde ele obtém a inspiração para suas letras, Jyrki disse: “Eu confio na primeira impressão. Quando eu ouço a música demo, eu devo ter a ideia de algumas palavras ou alguma imagem em minha mente imediatamente; confio nisso e uso. Se eu tiver que jogar e virar a música, eu meio que devolvo ao nosso guitarrista, que escreve a maioria das músicas, tipo, ‘Oh, isso não foi bom o suficiente’. É uma maneira meio cruel de fazer isso, mas foi com esta forma de trabalhar que chegamos aqui, e então, eu não posso explicar de onde as ideias principais ou as letras vêm, elas definitivamente não são, tipo, como se eu planejasse fazer algo, eles vêm da música e vêm do que acontece ao meu redor e ao redor do mundo. Por exemplo, desta vez é muito caótico, negativo, é meio que a maneira de viver no juízo final, então é muito inspirador – infelizmente, mas também felizmente.”

    O 11º álbum do THE 69 EYES, Universal Monsters, foi lançado em abril de 2016 pela Nuclear Blast. O CD foi gravado com o produtor Johnny Lee Michaels em seu Bat Cave Studios, de Helsinque.

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  • Morreu Bret Hoffmann, ex-vocalista do MALEVOLENT CREATION

    Morreu Bret Hoffmann, ex-vocalista do MALEVOLENT CREATION

    O ex-vocalista do MALEVOLENT CREATION, Bret Hoffmann, morreu no sábado, 7 de julho, após uma batalha contra o câncer de cólon no estágio 4. Ele tinha apenas 51 anos de idade.

    A notícia do falecimento de Bret foi revelada por sua esposa, Kimberly Karan Hoffmann. Ela escreveu no Facebook: “Hoje é o dia mais triste da minha vida. Acabei de perder minha alma gêmea, o amor da minha vida. Meu melhor amigo se foi. Eu sempre amarei você, descanse em paz, meu amor”.

    O guitarrista do MALEVOLENT CREATION, Philip Fasciana, homenageou seu ex-colega de banda, escrevendo no Facebook: “Não acredito que meu melhor amigo/irmão faleceu! 40 anos de amizade e 30 anos tocando música juntos. Nunca haverá alguém que eu amei mais do que Bret Hoffmann, escrevendo música ou viajando o mundo. Ele foi realmente o melhor amigo que eu já tive, e vou sentir sua falta profundamente. Descanse em paz meu irmão!!!!!”.

    Em abril, uma campanha de arrecadação de fundos foi lançada para auxiliar o ex-vocalista do MALEVOLENT CREATION, Brett Hoffman, que havia recentemente sido diagnosticado com câncer de cólon no estágio 4.

    A página do GoFundMe, que foi iniciada pelo “amigo / familiar muito próximo” de Brett, Tina Kuntz Mielcarek, pedia doações para cobrir suas “despesas médicas e tratamentos”.

    Brett disse: “Eu estou no hospital há quase duas semanas. Eu passei por uma grande cirurgia, muitos procedimentos e testes. Não comi o tempo todo e nem cheirei o ar puro naquele tempo. Eu estou, no entanto, progredindo. Eles querem que eu saia, então posso ir para casa para a reabilitação. Isso pode levar semanas. Depois disso, eles têm um tratamento que estão confiantes para o meu câncer.”

    “Eu sei que tenho um longo caminho e a vida mudou. Eu ainda vou terminar o novo álbum e fazer música. Eu só tenho uma tarefa um pouco mais importante em mãos para o futuro próximo. Isso, até agora, tem sido o mais doloroso, o mais torturante evento que já aconteceu comigo.

    “Eu estou no campo de batalha e estou lutando !!! Minha esposa, Kim, tem sido uma rocha para mim! Eu a amo de todo o coração! Meus amigos mais próximos têm lutado comigo e necessitamos desse apoio.”

    Brett esteve presente nos três primeiros lançamentos do MALEVOLENT CREATION, até deixar a banda depois do álbum Stillborn de 1993. Cinco anos depois, ele retornou para The Fine Art Of Murder e Envenomed antes de sair novamente e ser substituído por Kyle Symons. Ele se juntou novamente ao MALEVOLENT CREATION em 2006, e cantou nos três últimos álbuns do grupo, Doomsday X de 2007, Invidious Dominion de 2010 e Dead Man’s Path de 2015. Ele saiu do grupo mais uma vez há dois anos e foi substituído por Lee Wollenschlaeger.

    Mais recentemente, Brett esteve envolvido com o projeto FIRE FOR EFFECT, no qual se juntaram o guitarrista e compositor Gio Geraca (MALEVOLENT CREATION, ASHES OF ARES), o baixista Tony Choy (PESTILENCE) e o baterista Mike Smith (SUFFOCATION). Smith foi posteriormente substituído por Derek Roddy (HATE ETERNAL, NILE, MALEVOLENT CREATION).

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  • SIX FEET UNDER lançou digitalmente a coletânea de demos “Unburied”

    SIX FEET UNDER lançou digitalmente a coletânea de demos “Unburied”

    A banda estadunidense de Death Metal SIX FEET UNDER lançou um novo álbum de material inédito, intitulado Unburied, via Metal Blade Records. Produzida pelo vocalista Chris Barnes e mixada/masterizada por Chaz Najjar na Badlands Recording em Denver, Colorado, a coletânea apresenta nove faixas das sessões Undead (2012), Unborn (2013) e Torment (2017). Unburied só está disponível em versão digital.

    Para uma prévia de Unburied, foi produzido um ‘lyric video’ com arte pintada à mão (criado por Septian Devenom) para a faixa Gore Hungry Maniac, que você pode ver abaixo.

    O vocalista e líder do SIX FEET UNDER, Chris Barnes comenta: “Eu sinto que Unburied é algo especial e interessante como um lançamento, ele é diferente, é o nosso primeiro lançamento digital e as músicas estão todas em sua forma mais crua e primitiva. Também seria uma vergonha para as músicas apenas sentar e manda-las para o lixo, eu sabia que os fãs iriam curti-las, e além disso, todos os envolvidos trabalharam tanto para escrever e terminá-las. Eu sempre senti que as faixas eram um ótimo material do SIX FEET UNDER, e queria termina-las e lançá-las no momento de cada lançamento – mas havia tanto material pronto para as sessões de Undead e Unborn que basicamente sobraram oito músicas nas fases demo. Também, uma música da sessão de Torment que Jeff Hughell escreveu – As The Dying Scream – foi abandonada em sua fase demo. Espero que você goste dessas faixas e que espere até o próximo álbum completo!”.

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  • VOLKANA celebra relançamento de ‘First’ no SESC Belenzinho

    VOLKANA celebra relançamento de ‘First’ no SESC Belenzinho

    Quando a Volkana realizou um ensaio aberto ao público no início deste ano, havia deixado claro que, além de novas composições, os planos incluíam a comemoração do relançamento de “First” em CD. Assim, a próxima missão nos palcos para esta celebração ocorre no dia 28 de julho (sábado), a partir das 21h30, no SESC Belenzinho, em São Paulo. “Estamos relançando esse trabalho para que a nova geração conheça a história do metal nacional. O álbum foi remixado e remasterizado e o som da Volkana se demonstrou atual e inovador mesmo depois de quase 30 anos”, destaca a vocalista Marielle Loyola. Surgido em 1987 em Brasília (DF), o grupo se tornou um dos grandes nomes do metal brasileiro após o lançamento de “First” (1990), produzido pelo saudoso Carlos Eduardo Miranda. “Quando a Marielle me convidou para remontarmos a Volkana, ela estava com a guitarrista Karen Ramos (ex-Nervosa) e precisávamos de mais uma guitarrista, uma baixista e de algum suporte, pois a banda sempre teve certa facilidade para arrumar patrocinadores. Assim, consegui através de Roberto Oka e da Moshi Moshi Records um apoio para realizarmos esta volta e, consequentemente, relançarmos ‘First’ em CD, pois no Brasil este formato ainda era inédito”, recordou o baterista Sergio Facci. “Conseguimos um produtor, uma gravadora e faltava um local para ensaiarmos. Porém, através do High Five Studio, de São Paulo, fechamos o ciclo. Encontramos a guitarrista Isa Nielsen, que acabou trazendo a baixista Priscila Tiemi. Assim, a banda esta pronta para esta volta!”, acrescentou Facci, que também integra o Vodu, pioneiro do metal brasileiro. A formação atual, com Marielle Loyola (vocal), Isa Nielsen e Karen Ramos (guitarras), Priscila Tiemi (baixo) e Sergio Facci (bateria), apresentará no SESC Belenzinho um repertório com faixas dos álbuns “First” (1990) e “Mindtrips” (1994). “Vamos relembrar uma época que não volta mais tocando músicas dos dois álbuns e alguns covers, sendo um deles a música ‘Medo’ do Cólera, grupo pioneiro do punk de São Paulo, que certamente o público vai curtir”, revelou Facci. O SESC Belenzinho fica na rua Padre Adelino, 1000, próximo ao Metrô Belém, em São Paulo. Informações sobre ingressos em https://m.sescsp.org.br/#/programacao/159213

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  • HAVOK / NERVOSA – São Paulo/SP, 15 de junho de 2018

    HAVOK / NERVOSA – São Paulo/SP, 15 de junho de 2018

    Na noite fria de 15 de junho último, o bonito e aconchegante Espaço 555, novo pico que se localiza no centro de São Paulo bem ao lado da popular Galeria do Rock, abriu suas portas para o bom e velho thrash metal. “Velho” não de maneira literal, pois o que aconteceu foi um encontro entre duas bandas da nova safra, que seguem levando adiante a bandeira do estilo: o power trio Nervosa e os norte-americanos do Havok. Ambos traziam novidades para o público que compareceu em número razoável. O Havok veio divulgar seu quarto ‘full lenght’, “Conformicide”, que chegou ao mercado em março do ano passado, enquanto que a Nervosa estava fazendo o show de lançamento de seu terceiro álbum, “Downfall of Mankind”.

    Após a breve introdução mecânica, as brasileiras da Nervosa instalaram o caos na casa mandando uma trinca do pesadíssimo “Downfall of Mankind”. “Horrordome”, “…and Justice for Whom?” e “Bleeding” escancararam a influência de death metal do novo álbum, referência essa que se deu, principalmente, com a entrada da baterista Luana Dametto, que trouxe à banda a sua experiência no estilo, inserindo recursos como blast beat às novas composições. Devido a esse acréscimo de peso a sempre comunicativa e descontraída frontwoman Fernanda Lira mandou ver nos guturais, que agora são parte de sua nova faceta vocal.

    Dando sequência, Fernanda, Luana e Prika Amaral (guitarra) tocaram “Death!”, uma das mais legais do debut “Victim of Yourself” (2014), que pôs o público para cantar e agitar ainda mais. Outra das mais antigas que teve participação maciça dos headbangers foi “Hostages”, do penúltimo álbum, “Agony” (2016), que contou até com coro da plateia. Ao final dessa, o trio se emocionou com o nome da banda sendo entoado pelos fãs e como resposta mandou a aclamada “Masked Betrayer”, que em 2012 foi a responsável por fazer a Nervosa ganhar visibilidade mundial a partir de seu videoclipe.

    “Downfall of Mankind” foi representado pela maioria de suas músicas. Duas delas que ficaram bem legais ao vivo foram “Enslave”, um ‘thrashão’ que no decorrer ganha uma paradinha mortal em que a quebrada na caixa da batera chama o groove que entra na sequência, e também a vigorosa e já conhecida “Never Forget, Never Repeat”, que nas redes sociais foi o cartão de visitas para o disco e que no show soou ainda mais brutal. Depois de “Vultures” foi legal que Fernanda, Prika e Luana deixaram o palco para que outra intercessão mecânica criasse o clima para a música seguinte: “Raise Your Fist!”, uma das mais impactantes de “Downfall…”.

    “Kill the Silence”, já conhecida por ser o primeiro videoclipe do novo álbum, não ficou de fora e em seu decorrer rolou a tradicional apresentação da banda e um solo de Luana que, como de costume, teve uma performance que impressionou os presentes durante todo o show. A última representante de “Downfall of Mankind” foi a ultrassônica “Fear, Violence and Massacre”. De “Agony”, a banda ainda tocou “Arrogance” e “Intolerance Means War”, mas foi com “Into Moshpit”, de “Victim of Yourself”, que as garotas fecharam a tampa do caixão, pondo todo mundo pra cair no mosh, literalmente. As longas turnês têm deixado o entrosamento e a presença de palco de Fernanda, Luana e Prika Amaral (guitarra) mais afiados. O público correspondeu ao show e se mostrou tão entusiasmado que ao final ovacionou a banda que, por sua vez, nem parecia estar nervosa (juro que não foi um trocadilho) com o fato de estar tocando pela primeira vez as suas músicas novas.

    A expectativa agora era para conferir o retorno à São Paulo do Havok, que há quatro anos estreava em solo brasileiro fazendo uma série de shows pelo país. Para muitos, a ansiedade era grande pra conferir as novas músicas ao vivo, tendo em vista que “Conformicide” foi bem aceito por público e crítica – particularmente, o considero um dos melhores álbuns de thrash metal de 2017. Só que demorou até que todos os ajustes no palco fossem finalizados e a banda, que ficou um bom tempo no palco cuidando da regulagem e da montagem de seu arsenal, desse início à apresentação. Nesse ínterim, os músicos deixaram os fãs ainda mais em polvorosa quando resolveram passar o som arriscando tocar alguns hinos da música pesada, incluindo do Sepultura, Metallica e outros – aliás, o Havok tem o costume de gravar covers e deixá-los bacana.

    Assim que tudo foi resolvido, David Sanchez (vocal e guitarra), Reece Scruggs (guitarra e voz), Nick Schendzielos (baixo) e Pete Webber (bateria) atacaram de “Fatal Intervention”, pancadaria do segundo álbum, “Time is Up” (2011). A pista ficou insana com os fãs atendendo ao pedido de Sanchez para que formassem o ‘circle pit’. Velocidade, riffs certeiros, duetos vocais e som alto, tudo estava nos conformes para que os fãs judiassem dos próprios pescoços. No repertório, curiosamente, só faltaram músicas do debut “Burn” (2009). Quanto a “Conformicide”, não demorou para o grupo apresentá-lo com a cortante “Hang ‘Em High”, que iniciou com a cozinha fazendo um trabalho impecável. Destaque para os ‘slaps’ frenéticos de Schendzielos, um dos melhores baixistas do thrash atual, que preenchia as músicas com bases cavalares, mostrando total independência das guitarras. Observar a técnica e o punch desse cara me remeteu à Robert Trujillo (Metallica) em seus tempos de Suicidal Tendencies e Infectious Grooves. O músico chamava a atenção também por sua presença de palco e por seu chamativo instrumento, que tinha as marcações das escalas iluminadas por leds verdes.

    Sem perder tempo com discursos, a intenção da banda era nocautear os ‘thrash maniacs’. Assim, mais músicas da nova “bolacha” e de “Time is Up” foram sendo tocadas de maneira intercalada. Eram socos de direita e de esquerda sem massagem. Sanchez e Scruggs distribuíam riffs e mais riffs, e lá atrás Webber mostrava precisão, principalmente no prato de condução (ou ‘ride’, se preferir), em que fazia umas levadas absurdas. No meio do set, chegou o momento de o quarteto mostrar um pouco de outros de seus materiais. Vieram as faixas título do EP “Point of No Return” (2012) e do terceiro álbum, “Unnatural Selection” (2013), além de mais de “Conformicide”. O show foi passando tão rápido quanto a velocidade das músicas, mas ainda havia um tempinho para um pouco mais de diversão. Na visceral “From the Cradle to the Grave”, também do EP, o tresloucado Schendzielos saiu do palco e a encerrou tocando na pista, agitando com o público. A despedida se deu com outra nova: “Intention to Deceive”. Ao final da apresentação, Sanchez, Scruggs, Schendzielos e Webber mostraram simpatia e retribuíram a receptividade do público, reservando um tempo para trocar ideia e tirar selfies com os fãs, assim como fizeram as garotas da Nervosa.

    No intervalo entre o show das duas bandas, entrevistei Fernanda Lira e Luana Dametto no camarim, para falarmos do novo álbum e de assuntos relacionados. Quanto à apreensão de tocar as novas músicas pela primeira vez ao vivo, Fernanda foi sincera: “Não vou ser hipócrita em dizer que foi tranquilo, porque esse álbum tem sua qualidade, levando em conta o feedback que temos recebido, e executá-lo exige maior concentração e preparo. Estávamos preparadas, mas entramos com a cautela de termos que dar o nosso melhor”, revelou. Quanto à banda estar flertando mais com o death metal, a vocalista comentou: “Apesar da entrada da Luana apontar para esse direcionamento, já buscávamos por isso. Achamos a nossa identidade, pois sempre fomos uma banda de thrash que trazia um pouco da agressividade do death metal. Por isso que desde o debut, mesmo que de forma modesta, sempre teve algum ‘blast beat’, e agora a Luana trouxe isso de uma maneira intensa. Temos sentido que angariamos mais fãs de death, mas os thrashers não estão decepcionados. Nesse novo álbum há bastante crítica social nas letras”, destacou. Sobre seu trabalho vocal em “Downfall of Mankind’, Fernanda se sentiu confortável com os guturais: “Sempre gosto de dar um passo a mais do que no disco anterior. Nos primeiros lançamentos eu estava me conhecendo como vocalista, no segundo encontrei a minha chave vocal, e nesse eu me explorei. Pensei: ‘quem sabe eu consigo trazer um grave dentro do meu conforto?’. As levadas de death metal combinam com o grave. Nunca iremos compor nada que não consigamos reproduzir ao vivo, nem nunca colocarei nada na voz que não conseguirei gritar no palco, como linhas de Angela Gossow (ex-Arch Enemy), por exemplo, jamais arriscarei esse caminho porque ficará uma bosta”.

    Já Luana, que de fato veio do death metal, falou de sua adaptação na banda: “Por elas quererem fazer um som mais pesado neste álbum, não tive problema nenhum. Eu fiquei feliz pra caralho quando elas disseram que estavam buscando por algo mais pesado e eu poderia colocar o que eu sabia na música, porque eu só toco isso, desde que comecei a tocar bateria, desde o início eu sempre foquei em aprender a tocar death metal, tocar mais rápido, fazer viradas típicas do estilo”, revelou. “O meu caso foi o contrário do delas, não no sentido de dificuldade, mas no desafio que foi tocar thrash. Eu nunca tinha feito ‘tu pá, tu pá’ na minha vida (risos)”, brincou. “Mas aprendi bastante fazendo a turnê do “Agony”, foram quase dois anos comigo na banda. Além do quê, curto muito hardcore e beatdown, e até o Claustrofobia foi inspiração, porque sempre fui muito fã da banda. Aproveitei que a Nervosa toca thrash pra pegar esse groove, algo que eu já queria fazer na minha banda (Apophizys), embora não tenha espaço pra fazer esse tipo de coisa num grupo de death metal que puxa pro lado técnico. Colocar algo com groove e mais pausado sairia do gênero. Mas fiquei feliz que na Nervosa botei todos os meus ‘blast beats’ e as coisas que eu queria”, concluiu. Após o show, Nervosa e Havok partiram juntas para o restante da mini-turnê, que passaria ainda por Recife (PE) e Belo Horizonte (MG), respectivamente.

      HAVOK – Setlist: Fatal Intervention Hang ‘Em High Prepare for Attack F.P.C. Out of My Way Covering Fire Point of No Return Ingsoc Unnatural Selection From the Cradle to the Grave Intention to Deceive   NERVOSA – Setlist: Intro Horrordome …and Justice for Whom? Bleeding Death! Enslave Hostages Masked Betrayer Never Forget, Never Repeat Vultures Raise Your Fist! Arrogance Kill the Silence Fear, Violence and Massacre Intolerance Means War Into Moshpit
  • Odin’s Krieger Fest retorna em novembro com 4 atrações internacionais

    Odin’s Krieger Fest retorna em novembro com 4 atrações internacionais

    O próximo Odin’s Krieger Fest, intitulado Call of Wyrd Editon, e que acontece novembro, promete ser o maior evento folk metal já realizado no Brasil. Essa edição, que passará por Porto Alegre (23/11), Curitiba (24/11) e São Paulo (25/11), terá nada menos que quatro atrações internacionais, entre elas, uma verdadeira lenda do estilo que enfim se apresentará no Brasil após mais de 20 anos de carreira: a banda finlandesa Moonsorrow! Os ingressos já estão à venda.

    Completam as atrações estrangeiras os argentinos do Skiltron, a sensação folk da Rússia, Grai, e o aguardado retorno dos holandeses do Heidevolk, que há dois anos protagonizaram um vitorioso Odin’s Krieger Fest num lotado Tropical Butantã em São Paulo.

    Da capital finlandesa Helsinque, o Moonsorrow é uma verdadeira instituição do folk metal e, hoje, mundialmente reconhecida como um dos nomes mais criativos e potentes do estilo. A banda iniciou as atividades em 1995 tocando black metal e logo acrescentou elementos da música folk/pagã, cantado na língua materna, com a atmosfera nórdica em todas as canções, muito épicas e devastadoras. Álbuns como o debut Suden uni e Verisäkeet são essenciais para se compreender o folk metal europeu. Além disso, o Moonsorrow figura constantemente entre as atrações principais dos diversos festivais de folk metal do Velho Continente.

    Considerado por muitos como o detentor do melhor show até hoje de um Odin’s Krieger Fest, o Heidevolk e seu potente pagan metal não poderia ficar de fora da Call of Wyrd Editon. O sexteto holandês canta na língua pátria sobre cultura e lendas da Guéldria (a maior província dos Países Baixos), mitologia germânica e histórias da Idade Média, sempre com dois vocais masculinos no contraponto limpo/agressivo, desde o início das atividades em 2002. A banda volta ao Brasil com a turnê do recém lançado Vuur van verzet, o sexto da carreira.

    Da Rússia, o Grai (choro do pássaro, traduzido ao português) promete surpreender o Odin’s Krieger Fest e fazer jus à crescente popularidade que vem recebendo no seu país. É mais um sexteto, só que liderado pela jovem vocalista Irina Zybina, e que assim como o Moonsorrow e o Heidevolk, canta na língua natal, sobre folclore local e odes à natureza. A banda é contemporânea do Arkona, que é tido como uma grande referência ao Grai.

    O representante estrangeiro da América do Sul é o Skiltron, da Argentina, cuja proposta é a junção do folk ao power metal, e que muitas vezes lembra momentos épicos do Grave Digger. Na cena desde 2004, os argentinos já lançaram cinco álbuns, fizeram turnês pela Europa e estrearam no Brasil em 2010, como banda suporte do influente Korpiklaani. E este ano a banda se apresentará no Wacken Open Air, na Alemanha!

    O Odin’s Krieger Fest – Call of Wyrd Editon é o sucessor do Odin’s Krieger Fest – Wolfenforest Edition, realizado entre maio e junho deste ano com Faun (Alemanha) e Metsatöll (Estônia). Assim como nas edições anteriores, bandas nacionais também serão escaladas e haverá venda de hidromel, além de exposição e comercialização de produtos medievais.

    SERVIÇOS

    Porto Alegre – Odin’s Krieger Fest – Call of Wyrd Editon Evento: https://bit.ly/2JCwLPw Data: 23/11 Horário: 18h Local: Cine Theatro Ypiranga Endereço: Avenida Cristóvão Colombo, 772 – Floresta Bandas: Moonsorrow (Finlândia) – Heidevolk (Holanda) – Grai (Rússia) – Skiltron (Argentina) Ingressos: Pista 1° Lote: Meia Entrada – R$ 100; Promocional – R$ 100  válido para todos (obrigatório levar 1kg de alimento no dia do evento) Vendas: https://bit.ly/2lWCWUr Ponto sem taxa de conveniência: Banca 12 – Mercado Público

    Curitiba – Odin’s Krieger Fest – Call of Wyrd Editon Evento: https://bit.ly/2MhWm1T Data: 24/11 (sábado) Horário: 15:30 Local: Hermes Bar Endereço: Rua Engenheiro Rebouças, 1.645 – Rebouças Bandas: Moonsorrow (Finlândia) – Heidevolk (Holanda) – Grai (Rússia) – Skiltron (Argentina) Pista 1° Lote: Meia Entrada – R$ 100, Promocional – R$ 100  válido para todos (obrigatório levar 1kg de alimento no dia do evento) Camarote 1° Lote: Meia Entrada – R$ 150, Promocional – R$ 150  válido para todos (obrigatório levar 1kg de alimento no dia do evento) Vendas: https://bit.ly/2MQUnB4 Ponto sem taxa de conveniência: Dr. Rock (Centro)

    São Paulo – Odin’s Krieger Fest – Call of Wyrd Editon Evento: https://bit.ly/2Mk02Ac Data: 25/11 Horário: 14:30 Local: Tropical Butantã Endereço: Avenida Valdemar Ferreira, 93 – Butantã Bandas: Moonsorrow (Finlândia) – Heidevolk (Holanda) – Grai (Rússia) – Skiltron (Argentina) EXCLUSIVO CAMAROTE OPEN BAR (cerveja, refrigerante, água e HIDROMEL) Pista 1° Lote: Meia Entrada – R$ 120, Promocional – R$ 120() válido para todos (obrigatório levar 1kg de alimento no dia do evento) Camarote OPEN BAR 1° Lote: Promocional – R$ 250 Vendas: https://bit.ly/2lTUW1B Ponto sem taxa de conveniência: Tropical Butantã

  • MX: Combos com novo álbum e camisetas, disponíveis na próxima semana

    MX: Combos com novo álbum e camisetas, disponíveis na próxima semana

    Na segunda feira (09/07) estará disponível no Facebook do MX, kits com o novo CD “A Circus Called Brazil”, e camisetas – que também serão vendidos separadamente.

    Para adquirir, basta acessar o perfil do MX na próxima semana:

    https://www.facebook.com/mxthrash/

    “A Circus Called Brazil” havia sido lançado inicialmente apenas nas plataformas digitais, e agora chega em sua versão física, com o CD lançado pela Shinigami Records – com a faixa bônus “Speedfreak”, cover do Motörhead, que havia saído no tributo “Going To Brazil – The Brazilian Tribute To Motörhead”.

    “A Circus Called Brazil” pode ser conferido em diversas plataformas digitais, como por exemplo, no Spotify:

    https://open.spotify.com/album/0IGEXyJK9rxP8LwsJMTL7R?si=Dx1JnIHNQ1mDMd2Quj1PHg

    Outra novidade é que neste ano, o disco de estreia “Simoniacal” de 1988, completa 30 anos, e a banda acaba de o disponibilizar nas plataformas digitais – os demais álbuns da discografia do MX, “Mental Slavery” (1989), “Again…” (1995) e “The Last File” (2000), também estarão disponíveis em breve.

    Para ouvir “Simoniacal”, acesse aqui:

    https://open.spotify.com/album/61ghb4GQAt76YvkSK2ll7t?si=Lt-RnPF2Qw-6UKV-ydEGXw

    Por se tratar de uma data bastante significante, afinal, são 30 anos de um clássico consagrado, pode ser que aconteçam shows especiais com ele sendo tocado na integra – entre os shows da nova turnê que será anunciada em breve. Para os interessados, é só ficar ligado nas reses sociais da banda.

    Assista os vídeos das novas “Fleeing Terror” e “Lucky”:

    https://www.youtube.com/watch?v=MP3Acfk1lH4

    https://www.youtube.com/watch?v=AlAgtMAXMMY

    A formação do MX é, Alexandre “Dumbo” Gonçalves (guitarra e vocal), Décio Jr. (guitarra), Alexandre “Morto” Favoretto (baixo e vocal), e Alexandre Cunha (vocal e bateria)

    Siga o MX em seus canais oficiais:

    https://www.bandamx.com.br/

    https://www.facebook.com/mxthrash/

    https://www.youtube.com/channel/UCqexmmFrI5U0Z6VchJXtpcQ

    https://open.spotify.com/artist/11CbG4ImkEw99aUngEKer8?si=N1muq9bnSfiVussx0P0_EA

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  • Hardcore Por Um Mundo Mais Digno Fest chega à 3ª edição

    Hardcore Por Um Mundo Mais Digno Fest chega à 3ª edição

    A música engajada em causas sociais rompe as barreiras entre palco e plateia no Hardcore Por Um Mundo Mais Digno Fest, que chega à terceira edição neste sábado (7/7), em São Paulo. A anfitriã Escombro terá a companhia dos parceiros do selo Artico Music, Institution, mais Fim da Aurora, Never Look Back e Santa Morte. O evento acontece a partir das 16 horas, no Jai Club.

    A entrada custa R$ 12 mais um quilo de alimento, que serão integralmente doados à ONG Associação Grupo Sol, da capital paulista. O festival também será ponto de recolhimento de agasalhos e roupas, que reforça ainda mais o caráter beneficente. As primeiras 20 pessoas que entrarem no fest ganharão um CD do EP do Escombro.

    “O hardcore consciente não pode parar”, afirma o baterista do Escombro, Felipe Felipeles, uma referência direta ao que se pode chamar de premissa da banda paulistana que recém lançou o EP Eutanásia Social, sucessor do debut homônimo. O Escombro é tão compromissado com o hardcore como às causas sociais, com críticas ácidas à corrupção, conformismo e descaso.

    O Hardcore Por Um Mundo Mais Digno Fest foi criado para o Escombro lançar o disco de estreia, e o resultado, conta Felipe, foi acima do esperado. “Resolvemos manter a ideia e o nome. Na segunda edição, mesmo sem material novo para lançar, pegamos o gancho do lançamento do último álbum do Paura, Slowly Dying of Survival”.

    Agora, na terceira edição, o quarteto faz o show oficial do lançamento do EP e do novo merch. Mas não é só isso. “Vamos aproveitar a ocasião para gravar duas músicas ao vivo, para um futuro lançamento”, adianta Felipe. No Jai, durante o festival, haverá ainda sorteio de um kit com uma camiseta e um CD de cada uma das bandas que se apresentarão no 3º Hardcore Por Um Mundo Mais Digno Fest.

    INSTITUTION – Representando o selo Artico Music ao lado do Escombro, o Institution e seu hardcore metalizado com letras cantadas em português fará apenas o segundo show em 2018. A ausência nos palcos, explica o guitarrista Fábio Pereira, é devido ao processo de composição de novas músicas. “Estamos muito focados no disco novo. Vamos tocar agora, mas pode ser difícil nos ver tocar tão cedo”. A novidade da banda para o 3º Hardcore Por Um Mundo Mais Digno Fest é que terá música inédita no setlist, intitulada ‘Frêmito’.

    SERVIÇO 3º HARDCORE POR UM MUNDO MAIS DIGNO Evento: https://www.facebook.com/events/1867071340254281 Data: 7 de julho de 2018 Horário: a partir das 16 horas Local: Jai Club Endereço: Rua Vergueiro, 2676 – Vila Mariana Ingresso: R$ 12 + um quilo de alimento (ingresso sem alimento: R$ 20) Informações: (11) 98013-0425
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