Categoria: Roadie News

  • JACKDEVIL: Single marca retorno definitivo da formação original

    JACKDEVIL: Single marca retorno definitivo da formação original

    Os “Thrash Demons” maranhenses do JACKDEVIL estão retornando com força total com a formação clássica e prometem retornar aos velhos tempos em que o simples sussurrar de seu nome causava arrepios em quem curtia um Thrash Metal com inúmeras influências de NWOBHM. Relembrando o primeiro release oficial, em 2010 André Nadler (vocal/guitarra), Ric Mukura (guitarra), Renato Speedwolf (baixo) e Filipe Stress (bateria) eram apenas garotos de cabelos compridos, calças coladas e fanáticos por Heavy Metal “perdidos em meio à ilha rebelde e caótica de São Luís e vagando através das noites selvagens da cidade dos azulejos destruídos”

    O quarteto foi responsável pelo lançamento de trabalhos muito elogiados pela mídia nacional e internacional, sendo destaque em revistas como ROADIE CREW (foram destaque da seção “Garage Demos” no ano de 2012) e sites como o WHIPLASH (onde ganharam a votação de “Banda Nacional Revelação de 2012”). A discografia do grupo é composta pela demo “Under the Satan Command” (2012), pelo EP “Faster Than Evil” (2013), os álbuns “Unholy Sacrifice” (2014) e “Evil Strikes Again” (2015), além da compilação “Back to the Garage”, que reúne os dois primeiros trabalhos e a versão em espanhol para “Satan’s Rite”, aqui aparecendo como “Rito de Satán”.

    É importante ressaltar que o EP “Under the Satan Command foi totalmente produzido pela própria banda em apenas um dia de estúdio. Assim como a gravação, as tarefas de mixagem e equalização foram todas realizadas pelos integrantes. À medida que o material de divulgação foi sendo enviado para revistas e sites especializados, surgiram excelentes resenhas, e com isso a banda decidiu gravar um videoclipe para a música de trabalho, “Under The Metal Command”, hoje com mais de 316 mil visualizações (assista aqui: https://goo.gl/mTJfxH).

    Pegando todos de surpresa, os fãs já podem conferir o single da música “Metal Madness”, disponibilizado em lyric vídeo no Youtube. A música segue a sonoridade clássica da banda, calcada no Speed/Thrash Metal old school de medalhões como Venom, Overkill e Violent Force. Segundo Speedwolf, “a letra fala de alguém que era tido como louco e foi condenado à cadeira elétrica, mas quando sofreu a descarga elétrica não morreu e acabou ficando mais forte”. Mais Thrash Metal impossível!

    Assista ao lyric video abaixo! 

    O single de “Metal Madness” foi gravado, mixado e masterizado pelo baterista Filipe Stress e Chris Wiesen em São Paulo, no estúdio Atom Music Lair. Com este lançamento espera-se que no próximo ano os “Thrash Demons” já tenham o terceiro álbum em mãos e em breve serão anunciados os primeiros shows que marcarão este retorno definitivo de Nadler, Stress, Mukura e Speedwolf, bem como a capa e track-list do vindouro registro.

    O JACKDEVIL também agradece Hellboy (bateria) por ter feito duas turnês com a banda na Europa, além de inúmeros shows pelo Brasil, e La Moska (guitarra), por ter acompanhando a banda na última turnê.

    Contatos:

    Facebook:  www.facebook.com/jackdevilband

    Twitter:  www.twitter.com/jackdevil666

    Assessoria de Imprensa:  [email protected]

  • HAVOK 666 – Acaba de lançar novo lyric video confira….

    HAVOK 666 – Acaba de lançar novo lyric video confira….

    A banda de Brutal Death Metal Havok 666 disponibilizou para os fãs o seu mais novo lyric video da faixa “Not Eslaved” retirado de seu último álbum Sodomized By Divine Order. Uma ótima produção que não apresenta um vídeo estático com a música rolando e as letras aparecendo, eles foram mais longe, neste vídeo a banda realmente fez um vídeo clipe com partes de várias performances ao vivo. Quem ficou a cargo da edição foi o nosso colaborador Éden Lozano.  Confiram:

    Lembrando que o Havok 666 está na edição desse mês da Revista Roadie Crew. Adquira já!  
  • MARDUK se apresenta no domingo (23) em São Paulo

    MARDUK se apresenta no domingo (23) em São Paulo

    Polêmico, blasfemo e ousado, o grupo sueco de black metal Marduk, atualmente formado por Mortuus (vocal), Morgan “Evil” Steinmeyer Håkansson e Magnus “Devo” Andersson (baixo) e Fredrik Widigs (bateria), passará mais uma vez pelo Brasil, desta vez para promover o novo álbum de estúdio, “Viktoria”. Em São Paulo, a apresentação ocorrerá no Manifesto Bar em 23 de setembro, com ingressos à venda através da Ticket Brasil. O grupo promete um repertório completo, trazendo músicas novas, de “Viktoria”, além de clássicos recentes e do passado, como “Legion”, “Wolves”, “Panzer Division Marduk”, “Materialized in Stone”, “The Levelling Dust”, “Cloven Hoof”, “Of Hell’s Fire”, entre outros. “Nós temos uma visão muito clara do que queremos, e continuamos fazendo aquilo que acreditamos. Eu ainda prefiro ser o ‘Motörhead do black metal’ do que tornar essa banda em algo experimental e esquisito apenas para soar diferente das outras bandas. Ter uma banda por quase trinta anos, lutar sob uma mesma bandeira por esse tempo todo é um prazer, mas também é uma responsabilidade. Você precisa pensar bem no que está fazendo”, observou o fundador e guitarrista Morgan Håkansson, em recente entrevista à revista Roadie Crew. Além do show em São Paulo, a turnê pela América Latina terá datas no Rio de Janeiro/RJ (21/09) e Novo Hamburgo/RS (22), seguindo para Bolívia, Argentina, Chile, Equador, Colômbia, Panamá, Costa Rica, El Salvador, Guatemala e México. “Não importa em qual parte do mundo estivemos, sempre houve algum destaque, algo memorável. Uma coisa memorável foi por volta de 1995, quando emendamos duas turnês europeias, e depois tivemos a chance de ir para o México, ou ainda quando pisamos pela primeira vez na América do Sul. Essas são coisas marcantes… Chegar até os fãs e sentir a força que emana deles, pois nós temos muitos fãs leais. Acredito que estar diante disso é a coisa mais importante de todas”, concluiu. Marduk em São Paulo: Data: 23 de setembro (domingo) Horário: 18h Local: Manifesto Bar Endereço: rua Iguatemi, 36, no bairro do Itaim Bibi, em São Paulo/SP Ingressos: R$ 90 (pista promo) Venda online na Ticket Brasil: https://goo.gl/1Ud1j2 Fone: (11) 3168-9595 | WhatsApp (11) 94747-5883 Cartões: Visa, Mastercard, Elo, American Express e Dinners Débito: Visa Electron, Maestro, Rede Shop Censura: 16 anos Acesso a deficientes / ar condicionado Wi-fi: a casa possui acesso a internet sem fio Serviço de Vallet: R$20,00 E-mail: [email protected] Site: www.manifestobar.com.br Veja o clipe de “Viktoria”: https://youtu.be/3V1I9XyB4-E Fonte: ASE Press

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  • FINAL DISASTER: Banda grava o videoclipe de “The Dark Passenger”

    O Final Disaster está finalizando o videoclipe da música “The Dark Passenger”, que faz parte de seu EP de estreia, “The Darkest Path”. A direção é de Thiago Almeida e logo será divulgado um teaser do vídeo. O clipe será lançado até novembro.

     Recentemente o Final Disaster participou do programa É Noize da AllTV, no quadro “Sessions”, onde tocaram algumas de suas músicas. O É Noize é apresentado por Paulinho Heavy, lenda dos anos 80, que apresentava o Som Pop. Assista, aqui:

    https://www.youtube.com/watch?v=BHrAh7vXGLE

    A banda também estará participando do segundo volume de um CD tributo ao Helloween, “Helloween Braziian Tribute Part II” – mais detalhes serão revelados em breve.

    O Final Disaster deve anunciar novidades muito em breve!

    A formação do Final Disaster traz Kito Vallim (vocal), Laura Giorgi (vocal), Daniel Crivello (guitarra), Rodrigo Alves (guitarra), Felipe KBÇA (baixo) e Bruno Garcia (bateria).

    Acompanhe o Final Disaster em seus canais oficiais:

    www.finaldisaster.net

    www.facebook.com/FinalDisaster

    www.instagram.com/finaldisasterofficial

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  • OVERHEAD: celebrando os mais de 32 mil views do novo single alcançados em apenas uma semana

    OVERHEAD: celebrando os mais de 32 mil views do novo single alcançados em apenas uma semana

    O primeiro single oficialmente lançado pelo Overhead, “Entre Espelhos”, e que estará no seu novo álbum “Na Madrugada, De Bar e Bar”, está surpreendendo até mesmo os músicos do grupo por sua rápida ascensão e inúmeros acessos que vem recebendo no canal oficial da banda no YouTube.

    Publicado originalmente dia 11 de setembro, o single já obteve mais de 32 mil visualizações em apenas uma semana de liberação, batendo o recorde de views comparado a todos os vídeos que estão disponibilizados pela banda em seu canal.

    A banda agradece aos fãs por esse respaldo e apoio, e informa que o disco está cada vez mais próximo de seu lançamento oficial. Muito em breve novidades e a data de lançamento estarão sendo divulgadas pelo grupo.

     Confira “Entre Espelhos” do Overhead:

    https://www.youtube.com/watch?v=FsknOlqSL7s

    Formação:

    André Moreno – Vocal/Guitarra

    Bruno Bevenuti – Guitarra

    Ivo Ferreira – Baixo

    Brendel Alba – Bateria

    Mais informações:

    Site: https://www.overheadrock.com/

    Facebook: https://www.facebook.com/overheadrock

    Roadie Metal Press: https://roadie-metal.com/press/overhead/

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  • Mais de 25 bandas se apresentam no 7º Open the Road Festival

    Mais de 25 bandas se apresentam no 7º Open the Road Festival

    Após uma edição histórica, em pleno Carnaval, e que colocou Londrina no mapa dos grandes festivais de Rock e Heavy Metal, o Open the Road Festival volta a tremer a chamada “terra vermelha” do Norte do Paraná.

    O evento será realizado entre os dias 01 e 03 de novembro e, assim como da última vez, será no formato Open Air, ou seja, ao ar livre, no espaço Xákara Eventos, zona rural da cidade.

    O Open the Road é um dos maiores festivais de Heavy Metal do Brasil e se destaca por valorizar as bandas da América Latina.

    A organização já vem divulgando a lista das bandas nas redes sociais e, por enquanto, já confirmou 26 atrações. São bandas de diversos estados brasileiros e de outros países latino americanos, representando uma variedade grande de vertentes do heavy metal, como death, thrash, speed, black, celtic, viking, entre outros.

    O evento ainda vai contar com opções variadas de gastronomia, chopp, cervejas artesanais, estandes de vendas de merchandising de bandas e área de camping.

    Os ingressos já estão à venda no site https://www.eventbrite.com.br/e/open-the-road-festival-open-air-tickets-44058965552.

    Fãs de vários cantos do País já confirmaram presença no festival e chegam em caravanas de cidades como Campo Grande (MS), Santos (SP), Curitiba (PR), São Paulo (SP), Foz do Iguaçu (PR) e Ponta Grossa (PR).

    Cast

    Até o momento foram confirmadas as seguintes bandas para a sétima edição do Open the Road Festival:

    Flying War (Paraguai), Force of Darkness (Chile), Baphomet Throne Hells (Bolivia), Luciferian (Colombia), Anal Vomit (Peru), além das brasileiras Chemical Disaster (SP), Decomposed God (PE), Nervochaos (SP), Pathologic Noise (MG), Em Ruínas (SP), Flagelador (RJ), Murdeath (PR), Brutallian (MA), Opus Tenebrae (SP), Chesed Geburah (SP), Guerreiros Headbangers (SP), Ufrat (PR), Kromorth (MT), Extermínio (RJ), Holder (PR), Batallion (SC), Hugin Munin (SP), Tumulto (PR), Morthal (PR), Execrate (PR), Krull (SP).

    O Festival

    Organizado pela agência londrinense Open the Road, o evento já teve 6 edições, que contaram com nomes de peso e de diversas regiões do mundo como Benediction (Inglaterra), Nile (EUA), Assassin (Alemanha), Ratos de Porão (Brasil), Metalucifer (Japão), D.R.I. (EUA), Tokyo Blade (Inglaterra), Satan (Inglaterra), Headhunter DC (Brasil) e Massacre (Colômbia).

    Após ser realizado por 5 vezes em São Paulo (SP) o evento migrou para Londrina (PR) na 6ª edição. Além da mudança de local, o festival começou a ser estruturado no formato “open air” (ao ar livre).

    Outra mudança importante é que a curadoria do evento passou a focar em bandas oriundas de países da América Latina, sendo o único festival do continente com esse perfil.

    Outras informações em facebook.com/opentheroadfestival.

    Open the Road Agency

    A Open the Road é uma agência de concertos, turnês e empresariamento de artistas e bandas de diferentes segmentos da música Heavy Metal e Rock.

    Fundada em Londrina no mês de Junho de 2007, pelo músico Silvio Rocha, e com mais de 900 shows realizados e administrados, com mais de 48 diferentes artistas nacionais e internacionais em 16 países e aproximadamente 165 cidades diferentes. A Open the Road se tornou referência no segmento de entretenimento na música Rock e Heavy Metal pela América Latina.

    Por: João Fortes – Jornalista Edições avulsas, assinatura física e digital. Conheça a nossa Roadie Crew Shop – acesse https://roadiecrew.com/roadie-shop
  • Alírio Netto: Assista performance com o Queen Extravaganza na FOX LA nos EUA

    Alírio Netto: Assista performance com o Queen Extravaganza na FOX LA nos EUA

    A banda Queen Extravaganza, tributo oficial ao Queen produzido por Roger Taylor e Brian May, apresentou Alirio Netto pela primeira vez como o vocalista principal no programa “Good Day” da FOX, em Los Angeles, nos Estados Unidos. O vocalista foi muito elogiado pela critica local e segue recebendo elogios dos integrantes originais do Queen, Brian May e Roger Taylor, além dos fãs da banda em todo o planeta. Assista a performance na Fox LA: Crazy Little Thing Called Love – https://www.foxla.com/good-day/good-day-la-features/queen-extravaganza-performs-crazy-little-thing-called-love-show-must-go-on- Show Must Go On – https://www.foxla.com/good-day/358071207-video Alirio Netto é uma das vozes do Rock mais reconhecidas no Brasil. Seja no palco ou no estúdio, sua voz poderosa e sua incrível variedade impressionaram Roger e Brian quando ele estrelou como Galilleo na produção brasileira de We Will Rock You em 2016. O Queen Extravaganza conta em sua formação o baterista Tyler Warren, o baixista François-Olivier Doyon, o guitarrista Nick Radcliffe e o tecladista Darren Reeves. O vocalista é um dos grandes nomes do Rock e Metal do Brasil com participações nos grandes programas da TV brasileira como Altas Horas, The Noite, Jô Soares, Faustão, entre outros, além de já ter se apresentado no Rock in Rio com a banda Age of Artemis. Recentemente, o músico fez uma turnê solo com a Noturnall e James Labrie (Dream Theater) que culminou com a gravação de um DVD com participação da banda Angra e de Livia Dabarian, ainda sem data de lançamento prevista. Confira as datas e compre ingressos da QuEx 2018 Tourhttps://www.queenonline.com/quex/upcoming_shows O primeiro contato de Alírio Netto com o Queen aconteceu em dezembro de 2017. Após algumas reuniões, o vocalista foi anunciado pelo site oficial do Queen no começo de 2018. Em comunicado oficial, Roger Taylor disse estar super feliz com o brasileiro. Roger Taylor comenta: “Alirio não é apenas um cantor superlativo, ele também é um grande showman que vai entregar nossas músicas com um tremendo talento”. No currículo de Alírio Netto em musicais, o ator realizou o papel de Jesus na produção mexicana de “Jesus Cristo Superstar” e de Judas na produção brasileira do mesmo musical pelo qual foi escolhido pelo jornal O Estado de São Paulo como Melhor Ator de Musicais de 2014. Além disso, Alírio Netto e sua esposa Livia Dabarian tiveram a grande honra e oportunidade de protagonizar a versão brasileira do musical “We Will Rock You”, musical do Queen, no papel de Galileo e Scaramouche. Alírio já gravou álbuns com as bandas Khallice e Age of Artemis com quem tocou inclusive no Rock in Rio e seu primeiro CD solo “João de Deus”. Recentemente, o músico lançou os videoclipes para as músicas “Back to the Light e “De Sol a Sol”. Confira as datas da turnê mundial do Queen Extravaganza: QUEX 2018 North American Tour 06/09 | Cidade: Sacramento, CA – Ace of Spades – EUA 07/09 | Cidade: Riverside, CA – Fox PAC – EUA 08/09 | Cidade: Los Angeles, CA – Wiltern – EUA 11/09 | Cidade: Houston, TX – House of Blues – EUA 12/09 | Cidade: Dallas, TX – House of Blues – EUA 14/09 | Cidade: Louisville, KY – The Palace – EUA 15/09 | Cidade: Detroit, MI – St Andrews – EUA 16/09 | Cidade: Grand Rapids, MI – 20 Monroe Live – EUA 18/09 | Cidade: Chicago, IL – House of Blues – EUA 19/09 | Cidade: Madison, WI – Orpheum Theater – EUA 20/09 | Cidade: Carmel, IN – Palladium PAC – EUA 22/09 | Cidade: Atlantic City, NJ – Harrah’s – EUA 23/09 | Cidade: Norfolk, VA – Norva Theater – EUA 24/09 | Cidade: Red Bank, NJ – Count Basie Theatre – EUA 25/09 | Cidade: Port Chester, NY – Capitol Theatre – EUA 26/09 | Cidade: Bethlehem, PA – Sands Event Center – EUA 28/09 | Cidade: Westbury, NY – Theatre at Westbury – EUA 29/09 | Cidade: Wallingford, CT – Toyota Presents Oakdale – EUA 30/09 | Cidade: Montclair, NJ – The Wellmont – EUA 03/10 | Cidade: Halifax, NS – Rebecca Cohn Auditorium – Canadá 04/10 | Cidade: Moncton, NB – Casino New Brunswick – Canadá 06/10 | Cidade: Montreal, QC – MTELUS – Canadá 09/10 | Cidade: Ottawa, ONT – Centrepointe Theatre – Canadá 11/10 | Cidade: Kitchener, ONT – Centre In The Square – Canadá 12/10 | Cidade: Toronto, ONT – Danforth Music Hall – Canadá 13/10 | Cidade: Hamilton, ONT – FirstOntario Hall – Canadá 16/10 | Cidade: Winnipeg, MAN – Burton Cummings Theatre – Canadá 18/10 | Cidade: Calgary, ALB – Grey Eagle Event Centre – Canadá 19/10 | Cidade: Edmonton, ALB – Winspear Centre – Canadá 21/10 | Cidade: Surrey, BC – Bell PAC – Canadá QuEx 2018 UK Tour 25/10 | Cidade: Dublin – Olympia Theatre – Irlanda 26/10 | Cidade: Belfast – Waterfront – Irlanda 28/10 | Cidade: Hull – Hull Venue – Inglaterra 29/10 | Cidade: Middlesborough – Middlesborough Town Hall – Inglaterra 30/10 | Cidade: Edinburgh – Usher Hall – Escócia 01/11 | Cidade: Glasgow – Armadillo – Escócia 02/11 | Cidade: York – Barbican – Reino Unido 03/11 | Cidade: Newcastle – City Hall – Inglaterra 05/11 | Cidade: Liverpool – Philharmonic – Inglaterra 06/11 | Cidade: Manchester – O2 Apollo – Inglaterra 07/11 | Cidade: Cardiff – St David’s Hall – País de Gales 09/11 | Cidade: Bath – Forum – Inglaterra 10/11 | Cidade: Plymouth – Pavilions – Inglaterra 12/11 | Cidade: Bournemouth – Pavilion Theatre – Inglaterra 13/11 | Cidade: Southend – Cliffs Pavilion – Inglaterra 15/11 | Cidade: Portsmouth – Guildhall – Inglaterra 16/11 | Cidade: Guildford – G-Live – Inglaterra 17/11 | Cidade: Cambridge – Corn Exchange – Inglaterra 19/11 | Cidade: Birmingham – Symphony Hall – Inglaterra 21/11 | Cidade: Leicester – De Montfort Hall – Inglaterra 22/11 | Cidade: Londres – Eventim Apollo – Inglaterra Links relacionados: https://www.facebook.com/nettoalirio/ https://www.alirionetto.com/ https://www.queenonline.com/

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  • DEEP MEMORIES – …novos e profundos caminhos do Doom Metal…

    DEEP MEMORIES – …novos e profundos caminhos do Doom Metal…

    Com lançamento previsto para o próximo dia 21 de setembro deste ano, o primeiro álbum do Deep Memories já obtém muitos elogios em diversas partes do mundo. De fato, a música feita é surpreendente, um Doom Metal permeado por diversas influências e muito profundo, com certeza será um marco para o estilo. Para falarmos à respeito deste álbum que vai com certeza mudar os rumos do Doom Metal convidamos o seu mentor e multi-instrumentista Douglas Martins, para nos falar à respeito deste trabalho fantástico e também de como surgiu essa banda “one man band”. Neste trabalho o Douglas prova que é possível sim, fazer um trabalho memorável mesmo sozinho.

    Douglas Martins, Foto por: Divulgação

    Você foi membro de umas das bandas mais importantes do país, o Desdominus, até 2005. Com eles você gravou as primeiras demos e no Debut você também assumiu os vocais. Com tantos anos dedicados aos Desdominus e tendo um papel tão importante em sua história, como surgiu a decisão de deixar a banda?

    Douglas Martins – Primeiramente, obrigado pelo espaço cedido Éden & Roadie Crew! Certamente não foi uma decisão simples de se tomar. Depois destes 13 anos longe da banda, olhar para trás e analisar como estava minha vida e minha mente naquele período, posso te afirmar com toda certeza que 2004 e 2005 foram os anos mais negros e conturbados da minha vida. Vários excessos, problemas pessoais e tantos outros fatores tinham me tirado fora do eixo. Não tinha como eu continuar. A Desdominus sempre havia sido prioridade na minha vida durante anos e isso havia se perdido… Eu precisava reorganizar as coisas.

    Neste período de 2005 até 2016 ano em que ficamos sabendo do Deep Memories, você participou de mais alguma banda?

    Douglas Martins – Não, não participei de nenhuma banda.

    Confesso que fiquei muito surpreso, pois quando ouvi o belíssimo Deep Memories exibindo seu talento e versatilidade foi como já disse, uma surpresa. O Deep Memories já existia como projeto quando você ainda pertencia ao Desdominus?

    Douglas Martins – O Deep Memories veio bem depois de eu sair. Você que também é compositor sabe que as vezes surgem ideias que não se enquadram na sonoridade da banda que está envolvido, mas apenas um riff daquela época (que não tinha se enquadrado naquela sonoridade) está no Deep Memories – o riff principal da música “Explicit Way To Relieve Pain” que é bem lento e arrastado. Os demais sons surgiram ao longo dos anos pós 2005. Eu nunca parei de tocar, somente não estava em uma banda.

    Há pretensão do Deep Memories se tornar uma banda com mais alguns membros para apresentações ao vivo?

    Douglas Martins – Muitos tem me perguntado sobre isso. Não cara, não penso em tocar ao vivo. Estou realmente satisfeito em manter o Deep Memories como algo somente de estúdio. Quando se está em uma banda, existe uma química, a espécie de uma magia que rola quando os integrantes executam o que foi composto por todos. Isto pode até ocorrer com o tempo, mas acredito que algo da essência do projeto poderia se perder.

    2018-In Too Deep “EP”

    Acredito que todos assim como eu ao ouvir o EP “In Too The Deep…” ficaram maravilhados com o Doom Metal apresentado. Como foi a reação do público referente a este material?

    Douglas Martins – Sendo bem sincero contigo, me surpreendeu bastante. Sabia que o material havia ficado legal, mas o retorno foi estrondoso. Vários compartilhamentos e diversas mensagens do Brasil inteiro querendo adquirir o material. A ideia do EP surgiu em uma conversa com o Wilton da Heavy Metal Rock e logo em seguida envolvemos o Marco Amaral da Misanthropic Records. Sabíamos que tínhamos um bom álbum na mão, mas ninguém conhecia o nome Deep Memories e então o material promocional fez todo o sentido, pegamos duas músicas do álbum e fizemos 1000 cópias este EP que foi distribuído gratuitamente entre selos, zines, distros e lojas da galeria do rock que, entregavam em mãos ou enviavam de brinde junto com seus materiais. Eu também enviei diversos apenas pelo custo do frete. Isto nos deu uma boa visibilidade e também uma dimensão do que o projeto poderia vir a se tornar.

    Por falar em Doom Metal, como surgiu a ideia de tocar este estilo?

    Douglas Martins – Acabou surgindo naturalmente. O Doom Metal junto com o Heavy Metal sempre foram meus estilos preferidos, ouço quase todo dia até hoje. Quando conheci o metal, a primeira banda que fiquei fissurado foi o Black Sabbath então a veia mais Doom já veio daí. Mas se observar com calma verá que a sonoridade do Deep Memories vai além do Doom Metal. Quando comecei as gravações não tinha noção de como o som ficaria no final. Boa parte dos sons já estavam concluídos e ainda não tinha decidido se teria ou não vocal! Acredito que as estruturas das músicas derivam do antigo Death Metal Sueco, com grandes influencias do Gothic Metal e Black Metal mais cadenciado, partes melódicas e atmosféricas que vem do Heavy e Prog Metal mas a espinha dorsal é Doom.

    As letras do Deep Memories são muito inteligentes e um tanto complexas, muito profundo também, pois as letras viajam pela psique humana. Pelo que li você explora de forma muito aprofundada as nossas lembranças e suas consequências como seres humanos… Nos fale mais sobre a veia lírica/ideológica… Você estudou psicologia? O que ou quem te influenciou para explorar tal lirismo?

    Douglas Martins – Como disse no começo da entrevista vivi alguns momentos bem difíceis na minha vida e a falta de aceitação destes momentos geraram feridas que nunca cicatrizavam, a cada nova “pancada” estas feridas se abriam e sangravam novamente. Percebi que entrar em contato com estas memorias de maneira profunda e estruturada, listando-as e falando sobre elas, desarmava algumas reações padronizadas da minha personalidade: Identificar que eu poderia mudar uma reação descontrolada ou dolorosa gerada pela associação inconsciente ao passado fez toda a diferença na reestruturação da minha vida. Gosto muito de psicologia, principalmente Carl Jung mas não tenho formação acadêmica nesta área. Gostaria de destacar que com o Deep Memories não existe uma questão ideológica, adotei esta abordagem em algumas músicas pois acho interessante e faz parte do meu cotidiano, mas não tenho a pretensão de erguer uma bandeira. Hoje tenho a liberdade de escrever o que acho relevante e interessante sem estar preso a uma ideia central, tanto que as cinco primeiras músicas do álbum contam a estória de um cara que se vê em seus últimos instantes de vida e acaba por morrer. Para sua surpresa identifica sua consciência intacta no post mortem, além de várias outras situações inusitadas que o apresentaram uma nova perspectiva da existencia humana.

    A banda é como chamamos “One Man Band”, ou seja, você sozinho gravou todos os instrumentos. Por que sozinho?

    Douglas Martins – Fazer um álbum inteiro sozinho sempre foi um sonho que tive. Todas as vezes que ouço o Twilight of the Gods do Bathory fico muito impressionado de como um álbum tão espetacular daquele foi gravado por um único cara! Já tinha uma tonelada de material em mãos e ainda não tinha tido “coragem” de encarar esta jornada. Quando comecei, dei de cara com um turbilhão de sentimentos que naturalmente migraram para os sons e isso acabou me impulsionando muito. O que no começo foi algo despretensioso se tornou sério, fiquei diversos finais de semana com o fone de ouvido e valeu a pena cada segundo. Quando finalizei a masterização fiquei 3 semanas sem ouvir o álbum. Quando eu ouvi novamente, foi algo inexplicável! Um álbum inteiro, pronto para ser lançado… Foi um momento inesquecível!

    Voltando a falar da veia musical do Deep Memories, notei também que além de influencias das tradicionais bandas de Doom Metal, você ousou uma usar alguns elementos diferenciados como progressivo. Quais são suas influencias musicais?

    Douglas Martins – Minhas principais influencias navegam pelos gêneros e subgênero do metal. Dentro da levada mais cadenciada, que mescla Death, Doom, Gothic e Post Rock bandas como Amorphis, Katatonia (todas as fases), Tiamat, My Dying Bride, Anathema (todas as fases), Theatre of Tragedy e Within Temptation me influenciaram e ainda influenciam pois ouço com muita frequência. Já no Death e Black metal citaria o Dimmu Borgir, In Flames (primeiros álbuns), Death, Aeternus, Dark Tranquillity, Hypocrisy, Dismember, Bathory, At The Gates e Rotting Christ como as principais influências. Dentro do progressivo minha maior influência sempre foi o Pink Floyd. Quando era criança me lembro de meu pai assistindo ao show “Delicate Sound of Thunder” que eu não conseguia assimilar muito bem, mas hoje vejo como fez e ainda faz parte da minha formação musical – David Gilmour toca com a alma! Já no Prog Metal a principal influência é Dream Theater, já os vi ao vivo duas vezes e acompanho desde que sou moleque. Mas sem dúvidas minha maior influência no prog é o Iron Maiden. Sei que a maioria estranhou esse meu comentário, mas eu particularmente vejo boa parte da obra deles como metal progressivo. Se você ouvir músicas como “To Tame A Land”, “Rime of The Ancient Mariner” e “Alexander the Great” entenderá do que estou falando. Esta para mim é a maior de todas as bandas, não há ninguém como o Iron Maiden.

    2018-Rebuilding The Future “Full-length” Capa para o Brasil e Rússia

    O Debut “Rebuilding The Future”, álbum que tive o prazer de ouvir e comentar aqui para os nossos leitores, está com data marcada para o seu lançamento em 21 de setembro deste ano. O que os seus fãs encontrarão neste álbum? O que nos diz?

    Douglas Martins – Encontrarão um material que mescla muito bem o metal dos anos 90 com uma sonoridade moderna, vocais brutais mesclados com corais e vocais limpos, diversos duetos de guitarra, um baixo marcante e pesado, boa presença de teclados, narrações, partes de guitarra limpa… uma atmosfera bem viajante, pesada e marcante.

    Esta banda com certeza nasceu fadado ao sucesso. O Debut será lançado além de aqui no Brasil pelos grandes selos “Heavy Metal Rock e Misanthropic Records”, também será lançado na Rússia e no Japão. Um feito extraordinário para o primeiro álbum de uma banda brasileira. Como surgiu o interesse destes selos internacionais pela música do Deep Memories?

    Douglas Martins – Ao concluir o álbum e acertar com a Heavy Metal Rock e Misanthropic Records iniciei a batalha por um selo fora do país. Entrei em contato com muitos selos. Hoje a internet facilita isso. Tive o privilégio de fechar com mais dois selos sendo o Invasion of Solitude Records, um selo japonês especializado em Melodic Death Metal –  eles lançaram o Myrkgand recentemente; na Russia assinei com a GS Productions que já lançou o Eternal Sorrow. Isto sem dúvida me motivou muito e também mudou a maneira de guiar o projeto. Passei a contar com o espetacular apoio das assessorias de imprensa Metal Media de Mococa e Against PR de Portugal, informando a galera e a imprensa em geral sobre os caminhos do Deep Memories aqui no Brasil, Europa, Asia e EUA. Também decidi lançar o álbum em todas as plataformas digitais como Spotify, Deezer, iTunes, Google Play entre outras.

    Em nossa opinião, você conseguiu uma identidade única à banda e mesmo tão nova se tornará um referencial para o estilo. Quais as suas aspirações junto ao Deep Memories? E o que você espera para o futuro?

    Douglas Martins – Agradeço muito a você Éden e Roadie Crew pelo apoio e palavras sobre a sonoridade do Deep Memories! O que almejo com este álbum é consolidar um caminho para este projeto, levar estas músicas ao maior número de pessoas que curtem metal e firmar o nome do Deep Memories no metal nacional e nos países em que o álbum foi lançado.

    2018-Rebuilding The Future “Full-length” Capa para o Japão

    A capa do Debut será diferente para o lançamento japonês, qual o motivo para esta decisão?

    Douglas Martins – Inicialmente eu ia usar a capa feita pela CadiesArt para todos os lançamentos, mas quando comecei a trabalhar no encarte do álbum acabei fazendo uma capa alternativa que  gostei bastante, mostrei para os amigos mais próximos e todos também curtiram. Então veio a ideia de deixar uma das capas para o Japão e a outra para os demais países e assim seguimos. Para este álbum eu não gravei nenhum bônus track, mesmo porque nem imaginava à proporção que tudo tomaria. Depois de fechado com os quatro selos, cheguei a pensar em gravar mais dois sons para esta finalidade pois ainda haviam restado a estrutura de 4 sons, mas percebi que o álbum “Rebuilding the Future” era composto por 8 músicas. Poderia soar forçado, e por isso decidi não fazer.

    Explique para os nós e nossos leitores a concepção das capas…

    Douglas Martins – As capas visaram demonstrar a ideia de “Reconstrução do Futuro”. Quando pensamos neste quesito, naturalmente refletimos onde estamos, onde podemos chegar e o que precisamos fazer para muda-lo. Se observar bem as duas capas perceberá que as imagens nos passam uma progressão – do passado para o futuro, ilustram a transcendência de patamares, mostrando uma evolução…, porém dar mais detalhes seria “induzir” a interpretação de quem as observa, gostaria que cada pessoa tivesse a sua interpretação, observando as capas se fazendo a seguinte pergunta: “O que eu faria para reconstruir meu futuro? ”

    Mudando um pouco de assunto, vou te fazer uma pergunta comum em minhas entrevistas. Como você encara a cena atual aqui no Brasil?

    Douglas Martins – Vejo a cena bem sólida com ótimas novas bandas progredindo ao lado de bandas com mais de 20 anos de atividade. Excelentes materiais sobre o metal nacional estão bem mais acessíveis. Teve uma natural profissionalização do conteúdo underground se comparado aos anos 80 e 90 com espetaculares zines e webzines, vários novos blogs, canais do YouTube que apresentam novas bandas, clipes, entrevistas, uma infinidade de playlists nas plataformas de streaming sobre metal brasileiro, enfim, a internet mudou nossa maneira de ver o mundo e mudou para sempre o movimento metal também. Antes ouvíamos os álbuns do Iron Maiden, Kiss, Judas Priest e Sepultura sem as vezes conhecer outras fotos além daquelas impressas nos encartes do vinil. Hoje com um simples clique você acessa a enciclopédia metal que tem toneladas de bandas. Se digita no Google, Facebook ou Instagram as palavras “metal extremo” verá a quantidade de material que aparece. Ampliando este mesmo raciocínio para o metal a nível mundial, quando comecei a curtir metal extremo na metade nos anos noventa, eu não sabia se a maioria destas bandas tinham videoclipes ou shows ao vivo, somente quando alguém comprava alguma VHS importada ou copiava de alguém da capital. Muitas bandas que conheci foram através de trocas de K7s por carta, então a internet veio para encurtar as distancias e facilitar a divulgação. Com isso, aqui no Brasil muitos que antes não tinham voz passaram a ter seu espaço, é logico que mais disputado que antes, mas todos temos a liberdade de expor nossa paixão que é o metal de maneira pública. Para aqueles que apreciam e acompanham as novidades do cenário underground isto com certeza ajudou muito.

    Deep Memories, Foto por: Divulgação

    Você além de ser um músico e compositor exímio, você também é produtor musical, estou certo? Está trabalhando em mais alguma produção?

    Douglas Martins – No momento não estou trabalhando na produção de nenhuma banda mas tenho 2 trabalhos bem encaminhados para início da produção até o final deste ano. Estes convites me deixaram bem surpreso! O pessoal ouviu o Deep Memories e me procurou para produzir seus trabalhos. Isto é uma enorme realização pessoal porque este lance da produção já vem de anos, sempre gostei de interagir com equalizações, mixagens e coisas do gênero. Minha primeira experiência profissional foi com este álbum do Deep Memories e espero que muitos novos trabalhos surjam pois quando estou envolvido em uma produção, me vejo realizado plenamente. É trabalho duro, horas de dedicação, o limite sempre sendo testado, mas o resultado final vale a pena.

    Meu amigo Douglas Martins, agradeço demais o seu tempo cedido a esta entrevista muito esclarecedora e desejo que o Deep Memories vá cada vez mais longe. Você merece. Conte sempre conosco… O espaço é seu…

    Douglas Martins – Meu brother Éden, agradeço imensamente por estas excelentes perguntas! Sempre acompanhei a Roadie Crew ao longo dos anos e gostaria de parabeniza-los por sustentar a chama do metal acesa por tanto tempo! Para mim é uma honra incrível saber que tão conceituado veículo de comunicação abriu as portas para o Deep Memories! Muito obrigado! Aos amigos que tem acompanhado o Deep Memories nos últimos meses dia 21 de setembro o álbum enfim estará disponível. Agradeço todas as mensagens, compartilhamentos, comentários e feedbacks que tenho recebido. Não tenho palavra para agradece-los! Em novembro estaremos lançando nosso segundo lyric vídeo que além da letra, terá imagens do Deep Memories. Valeu!

    Enquanto esperamos ansiosamente o lançamento do álbum “Rebuilding The Future”, trazemos aqui a “The Bitter Taste Of Illusion” do maravilhoso EP “In Too Deep…”. Assistam e ouçam: https://youtu.be/vCNReRnodtM
  • DEE SNIDER: Confira o novo vídeo, “American Made”

    DEE SNIDER: Confira o novo vídeo, “American Made”

    O videoclipe oficial da música American Made, do vocalista DEE SNIDER pode ser visto abaixo. A faixa é parte do novo álbum de Snider, intitulado For The Love Of Metal, que foi lançado em 27 de julho pela Napalm Records. O disco, que foi produzido pelo vocalista do HATEBREED, Jamey Jasta, conta com contribuições de Howard Jones (ex-KILLSWITCH ENGAGE), Mark Morton (LAMB OF GOD), Alissa White-Gluz (ARCH ENEMY), Joel Grind e Nick Bellmore (TOXIC HOLOCAUST), e Charlie Bellmore (KINGDOM OF SORROW).

    Snider declarou sobre a canção: “Eu estava assistindo as Olimpíadas, e não pude deixar de notar que não importa o quão agarrados estejamos a garganta um do outro nos assuntos da Política nos dias de hoje, surpreendentemente estamos todos unidos quando se trata de ver nosso país contra outro. Isso me fez perceber que os países são como famílias disfuncionais: podemos discutir e brigar uns com os outros – você deveria ter visto o Natal da família Snider este ano, as pessoas literalmente quase chegaram aos tapas. No Natal !? – mas se alguém ousasse atacar qualquer um de nós, toda a família se uniria contra o agressor. Isto vale para todos os países. Esta música é uma canção sobre a unificação – reconhecer que há algo muito importante que todos nós compartilhamos e devemos nos orgulhar: de onde nós viemos”.

    O álbum solo anterior de Snider, We Are The Ones, foi lançado em outubro de 2016 pela Red River Records. Produzido por Damon Ranger, o disco foi descrito por Dee como “um álbum que é parte FOO FIGHTERS, parte IMAGINE DRAGONS, parte de THIRTY SECONDS TO MARS.”

    O TWISTED SISTER encerrou atividades em 2016, depois de completar uma turnê de despedida comemorativa de 40 anos.

    Edições avulsas, assinatura física e digital. Conheça a nossa Roadie Crew Shop – acesse https://roadiecrew.com/roadie-shop
  • DEICIDE lança novo vídeo, “Defying The Sacred”

    DEICIDE lança novo vídeo, “Defying The Sacred”

    Os gigantes do death metal da Florida, DEICIDE, disponibilizaram o videoclipe de uma música do seu novo álbum, Defying The Sacred, e você pode conferi-la abaixo. Defying The Sacred é parte do novo álbum da banda, Overtures Of Blasphemy, que foi lançado em 14 de setembro pela Century Media. O sucessor de In The Minds Of Evil, de 2013, foi produzido por Jason Suecof (THE BLACK DAHLIA MURDER, TRIVIUM) no AudioHammer Studios em Sanford, Flórida. A arte da capa foi criada por Zbigniew M. Bielak (GHOST, PARADISE LOST, MAYHEM).

    O vocalista do DEICIDE, Glen Benton, afirma: “Este álbum se uniu ao longo do tempo, o que significa que nós não queríamos nos apressar.

    “Algumas pessoas talvez se lembrem de uma entrevista em que Steve Asheim [membro original, baterista / compositor] disse ‘o material está pronto, mas ainda não chegou lá’. Bem, esse foi o ponto de partida de quando este álbum realmente começou a tomar forma e as músicas se tornaram o que são agora… completas, compactas e eficazes. À medida que a banda avançava, o processo de escrita e alguns outros processos tornou o disco e a banda mais fortes. O resultado é Overtures Of Blasphemy, talvez o lançamento mais forte do grupo até hoje.

    Jason Suecof dedicou seus consideráveis talentos e atenção aos detalhes para tornar o acompanhamento das músicas o melhor possível e a mixagem final tão sonora e brutal, além do mais audível possível. Um processo árduo, mas vale que fez valer a pena o tempo e o esforço”.

    Bielak afirmou: “Se você experimentou o ‘boom’ do death metal do início dos anos 90 em primeira mão, você sabe o que tornou o logotipo flamejante do DEICIDE a maior ameaça para a sanidade.

    “Trabalhar com Glen Benton foi uma grande honra, e uma volta no tempo, para a época em que a estética do death metal era mais vil.

    Satan Spawn the Caco Deamon está vivo e bem.”

    Em 2016, o DEICIDE se separou do antigo guitarrista Jack Owen, que foi substituído por Mark English (MONSTROSITY).

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