Categoria: Roadie News

  • BACKYARD BABIES / KRUEGGERS – São Paulo/SP, 25/03/18

    BACKYARD BABIES / KRUEGGERS – São Paulo/SP, 25/03/18

    Finalmente, o Backyard Babies quebrou o jejum! A banda sueca deu uma pausa nas gravações de seu novo álbum (que deverá ser lançado entre o fim de 2018 e início de 2019) e, após 16 anos de sua primeira passagem pelo Brasil e de estrear em solo argentino, desembarcou em São Paulo, onde realizou no domingo, 25 de março, outro show inesquecível. Na primeira vez em que o grupo oriundo de Nässjö esteve em terras tupiniquins, se apresentou com as paulistanas Shed e Forgotten Boys e com a carioca Mustang (de Carlos Lopes, da Dorsal Atlântica) no palco do finado Hangar 110. Na época, para divulgar o terceiro álbum, “Making Enemies is Good” (2001), que ainda é o de maior sucesso no Brasil – naquela época, o grupo ganhou bastante exposição por aqui, porque a nossa MTV ainda tinha força e exibiu exaustivamente os clipes de “Brand New Hate” e de “The Clash”. Nessa nova visita de Nicke Borg (vocal e guitarra), Dregen (guitarra – Michael Monroe/The Hellacopters), Johan Blomqvist (baixo) e Peder Carlsson (bateria), quem os recebeu foi o Manifesto Bar, que em fevereiro já havia aberto suas portas para outro grupo sueco, o Mile.

     

    O ‘opening act’ para esse novo show do Backyard Babies ficou com a banda paulistana Krueggers, que às 20h começou a esquentar os amplificadores com seu som pesado e moderno, que traz muita influência do grunge, além de referências de metal industrial. Para o começo do set, Randy Fiora (vocal e guitarra), Rafael Fioramonte (guitarra), Rikke Galla (baixo e backing vocals) e Anthony Juno (bateria) mandaram, com boa presença de palco, algumas músicas novas, que farão parte de seu terceiro álbum, “Degraded by Generation”. No decorrer da primeira delas, “Lying Machine”, os guitarristas tiveram problemas com o som que sumiu dos amplis, mas assim que tudo foi ajustado o show correu tranquilamente. Depois de apresentar material de seu próximo álbum, com destaque para a instrumental “Neanderthal”, que alternava entre partes aceleradas e cadenciadas, o quarteto mandou uma sequência composta apenas de músicas de seu mais recente álbum, “Hysterical Cold Side and Dark Memories” (2015), agora contando com um quinto integrante em cena. Garga entrou para sentar paulada num velho tonel de gasolina que, até então, ornamentava o palco. Confesso que não achei esse elemento algo funcional para as músicas, ao menos ao vivo, já que, sem estar microfonado e com algum tipo de efeito, não surtiu o resultado efetivo que deveria, causando apenas barulho, ainda que não tenha sido tocado exageradamente, mas em determinadas partes de cada música.

    Perto do fim do set a banda agradou os fãs de Sepultura com um cover para “Propaganda”, do poderoso álbum “Chaos A.D.” (1993). A despedida com “Bullshit” teve inserção de “Rusty Cage”, música que o Soundgarden gravou em seu clássico álbum “Badmotorfinger” (1991). Já a saída de palco do Krueggers lembrou os shows do Nirvana, pois os músicos destruíram seus equipamentos, inclusive quebrando uma das guitarras e desmoronando a bateria, posicionada abaixo do praticável da do Backyard Babies. Após o evento, Galla comentou com a ROADIE CREW a importância que foi para o Krueggers tocar com o Backyard Babies: “Atualmente, a Suécia é um grande celeiro de bandas de rock, se destacando como uma alternativa de qualidade ao eixo dominante, Estados Unidos/Inglaterra. Então, de certa forma, o Backyard Babies e esse movimento que está acontecendo na Suécia nos últimos anos são uma grande inspiração para nós que tocamos rock no Brasil continuarmos seguindo em frente, mesmo em um país dominado por outros gêneros”, afirmou. “Quem sabe revivamos um pouco do que aconteceu no começo dos anos 90, quando tínhamos bandas como Sepultura, Angra, Viper e Dr. Sin, dentre outras, em alta com grupos desta nova geração, assim como aconteceu este forte ‘revival’ do hard rock na Suécia nas últimas décadas?”, indagou o baixista.

     

    Demorou cerca de uma hora até que a atração principal desse as caras. Entretanto, pra quem teve que esperar dezesseis anos pelos suecos, isso não foi nada, até porque o som mecânico da casa estava bem legal. Clássicos do punk rock, de Ramones, Dead Kennedys e Sex Pistols, se revezam com os do hard rock de Mötley Crüe, Guns N’Roses, Skid Row, Hardcore Superstar, Poison, Aerosmith e alguns outros. Eles eram cantados em uníssono pelo público. Aliás, era muito legal e divertido quando o DJ diminuía o volume no refrão das músicas para que a galera toda, que àquela altura já marcava presença em ótimo número no Manifesto, cantasse. Montar um playlist com bandas punk e hard foi algo bastante inteligente por parte dos DJs Edu Roxx e Paula Baker, pois é exatamente essa a mistura sonora do Backyard Babies.

    Assim que a introdução começou a rolar, o público entrou em polvorosa, principalmente quando Nicke Borg, Dregen, Johan Blomqvist e Peder Carlsson tomaram seus postos e descarregaram uma trinca formada por “Made Me Madman” e “U.F.O. Romeo”, músicas do segundo álbum, “Total 13” (1998) – que acabou sendo o mais representado da discografia da banda -, e “Dysfunctional Professional”, de “People Like People Like People Like Us”, de 2006.

    Tive a oportunidade de estar no show que o Backyard Babies realizou no país naquele 20 de julho de 2002 e posso garantir aos que não estiveram naquela estreia que, mesmo após tanto tempo e com os quatro integrantes estando hoje com ou perto de completar 45 anos de idade, a energia com que tocam continua a mesma. Assim como aconteceu no Hangar 110, o palco do Manifesto Bar ficou pequeno para o Backyard Babies, pois os caras pareciam estar ligados no 220, tamanha a empolgação e visceralidade com que tocavam. Ainda que mostrando certa timidez, Borg comandou a festa, se comunicando com a plateia e, assim como seus companheiros, demonstrando estar bastante feliz. Mas quem roubou a cena mesmo foi Dregen, que falava até mais do que Borg e se portava tão insano quanto na primeira vez que aqui esteve. O músico trajava um visual punk a lá The Clash – incluindo uma camiseta bem bacana da Safety Pin Records, gravadora espanhola especializada no gênero -, e no meio da mencionada “Dysfunctional Professional” até parou de tocar por alguns segundos, empurrou sua guitarra para o lado e caiu no pogo! Recebendo a vibe que vinha da banda, o público incendiou a pista ainda mais quando o Backyard Babies tocou, em sequência, os hinos “The Clash” e “Brand New Hate”, do aclamado “Making Enemies is Good”, que também foi bastante lembrado. E a coisa só melhorou com a rajada de hits como “Abandon”, “Highlights”, “A Song for the Outcast” e “I’m on My Way to Save Your Rock’n’Roll”. Após mais algumas outras músicas, o quarteto resolveu dar uma pausa e foi tomar um fôlego no camarim, principalmente porque, como bons suecos, os músicos não estavam acostumados com o calor absurdo que fazia na casa. Falando nisso, Dregen adorou se refrescar durante o show com nossa tradicional caipirinha, a qual ele considerou “deliciosa”.

    Após o break, a banda voltou para o bis, cumprimentando o público. Carlsson, baterista de pegada forte e com ‘punch’, deu até alguns autógrafos para os fãs que estavam na primeira fila. Os figurões reiniciaram com uma das músicas mais legais de seu álbum mais recente, “Four by Four” (2015): “Th1rt3en or Nothing”. Essa é um hardão com direito a refrão contagiante e cowbell martelando e ditando o ritmo da batera. Pra encerrar, dispararam mais três clássicos: “Nomadic”, “Minus Celsius” e “Look at You”.

    Dias depois do show, conversei com o simpático Dregen, que primeiramente falou do que guardou na memória sobre a primeira vez que o Backyard Babies esteve no Brasil: “Pra ser honesto, sinceramente eu não me lembro muito de nada daqueles dias (risos). Lembro-me apenas que nós tocamos ao vivo em alguma rádio em São Paulo e que o show e os fãs foram incríveis! Assim sendo, só tenho boas memórias!”. E, analisando os dezesseis anos em que a banda demorou para retornar ao país, o guitarrista falou do que mudou entre aquela primeira apresentação e essa mais recente: “Hoje somos umas banda melhor, com um catálogo maior de grandes músicas, e eu acho que temos melhorado bastante também como banda ao vivo”, concluiu.

    Voltando a falar do show do último domingo, não vou dizer que a espera valeu a pena pra não soar clichê, mas foi tão bombástico quanto o que o Backyard Babies fez no Hangar 110 em 2002. A banda toca em palcos pequenos como se tivesse tocando nos de grandes arenas, de tanto que os caras agitam ao vivo. Aliás, poucas vezes vi no Manifesto Bar o público pirar tanto do começo ao fim do show quanto nesse. Mas, convenhamos: ninguém merece esperar tantos anos para ver ao vivo uma banda de que gosta muito. Sorte que, para alívio dos fãs, Dregen e Nicke Borg garantiram que o Backyard Babies voltará ao Brasil para divulgar seu próximo álbum. Então, que venha logo o oitavo full lenght desse grupo que é o pioneiro da nova geração do efervescente cenário hard rock sueco.

     

    BACKYARD BABIES – Set list:

    Intro

    Made Me Madman

    U.F.O. Romeo Dysfunctional Professional The Clash Brand New Hate Abandon Highlights A Song for the Outcast Heaven 2.9 I’m on My Way to Save Your Rock’n’Roll Painkiller Star War Ghetto You Bombed (Out of My Mind) Th1rt3en or Nothing Nomadic Minus Celsius Look at You   KRUEGGERS – Set list: Intro Lying Machine Neanderthal 60 Seconds to Nothing Virtual Sucker Dark Parade Hysterical Cold Side and Dark Memories I Set Myself Overreaction Propaganda (cover do Sepultura) Bullshit
  • SYMMETRYA divulga lyric vídeo para a música “To Live Again”

    SYMMETRYA divulga lyric vídeo para a música “To Live Again”

    A banda Symmetrya acaba de divulgar o lyric vídeo da música “To Live Again”, faixa presente no último álbum de estúdio “Last Dawn”. A letra dessa musica e uma continuação da musica “Learn To Live”, presente no álbum Eternal Search. O lyric vídeo foi criado e produzido por Júlio Victor, do canal “Ta Na Capa”, que já trabalhou para bandas do quilate de Angra e Hangar.

    A Symmetrya já conclui todas as gravações do seu novo álbum intitulado “Beyond The Darkness”, onde nos próximos dias divulgará mais detalhes em todas as redes sociais da banda. Atualmente formado por Jurandir Moreira (vocal), Alexandre Lamim (guitarra), Milton Maia (teclado), Gean Carlos (baixo) e Marcos Vinicius (bateria), a Symmetrya vem conquistando espaço no cenário brasileiro com grandes produções em seus novos trabalhos.

    O grupo surgiu em meados de 2002 com o ideal de compor músicas de qualidade alheia aos modismos da música contemporânea e que mesclem peso, boas melodias e intervenções progressivas, sem prender-se a um mero rótulo. A Symmetrya ainda participou recentemente do Musical Dreams, com musicas e dança em homenagem ao Michael Jackson.

    Escute o álbum “Last Dawn” nas plataformas digitais: Spotifyhttps://goo.gl/QhCtKh Deezerhttps://goo.gl/3mLAuY Ituneshttps://goo.gl/SEJBON Links Relacionados: https://www.symmetrya.com/ https://www.facebook.com/symmetrya/ https://www.instagram.com/symmetryaofficial/ https://twitter.com/symmetrya https://www.youtube.com/user/symmetryaofficial
  • BLACK STONE CHERRY: Trailer do novo álbum disponível

    BLACK STONE CHERRY: Trailer do novo álbum disponível

    Um trailer de Family Tree, o novo álbum dos roqueiros do Kentucky BLACK STONE CHERRY, está disponível abaixo. O disco será lançado em 20 de abril pela Mascot Records / Mascot Label Group.

    Family Tree é a tão aguardada sequência de Kentucky, de 2016. Como foi o caso em Kentucky, os membros do BLACK STONE CHERRY optaram por produzir e gravar o novo disco no Barrick Recording de David Barrick em Glasgow, Kentucky (EUA), o mesmo estúdio onde o quarteto registrou sua estreia autointitulada. O BLACK STONE CHERRY também optou por não ensaiar antecipadamente para as sessões do álbum, preferindo o imediatismo e a espontaneidade das tomadas capturadas no momento. A banda também encarregou o vocalista Chris Robertson de mixar as músicas, que se encaixam perfeitamente no processo criativo que deu origem à Family Tree.

    Family Tree possui o número da sorte do BLACK STONE CHERRY com suas 13 músicas e, como todos os lançamentos do BLACK STONE CHERRY, traz contribuições de cada  um dos membros da banda.

    “Este álbum não é tão pesado”, disse Chris para a Classic Rock. “Na verdade, houve alguma raiva e agressão que surgiram em algumas das músicas do Kentucky, por conta da mudança de gravadora e tal. Mas com esse álbum, não nos preocupamos em fazer músicas pesadas. Nós derrubamos todas as barreiras que nós mesmos nos impusemos – ou que qualquer outra pessoa tenha nos imposto – e só nos preocupamos em fazer um disco de rock ‘n’ roll ”.

  • HARDCORE SUPERSTAR: Confira novo vídeo, “Electric Rider”

    HARDCORE SUPERSTAR: Confira novo vídeo, “Electric Rider”

    A banda sueca de hard rock HARDCORE SUPERSTAR lançou um videoclipe para o seu mais recente single, Electric Rider. O clipe, que contém imagens do show da banda no Lisebergshallen de Gotemburgo, foi filmado e editado por Max Ljungberg.

    Electric Rider é parte do próximo álbum de estúdio do HARDCORE SUPERSTAR, You Can’t Kill My Rock ‘N’ Roll, o décimo primeiro da carreira dos suecos,  que será lançado no final do ano pela Gain Music Entertainment.

    Electric Rider é descrita em um comunicado de imprensa como “três minutos e 40 segundos do clássico som do HARDCORE SUPERSTAR, envolto em um contagiante ‘doce groove satânico’ que garantem à banda seu terceiro ‘radio hit’ em sequência”

    O HARDCORE SUPERSTAR estreou Electric Rider ao vivo em seu show recente em Norrköping, e em poucos minutos, filmagens de fãs foram enviadas ao YouTube e para vários fóruns onde receberam aplausos arrebatadores, confirmando que esta é uma escolha natural para um single.

    O novo single une-se ao atual setlist na turnê mundial do HARDCORE SUPERSTAR, que inclui várias datas com os compatriotas do MUSTASCH na Suécia, antes de seguirem adiante para a Finlândia, Espanha, Itália e Austrália, tudo isso após o dia de abertura do prestigiado Sweden Rock Festival, em junho.

  • ANTHRAX: Disponível primeiro trailer de “Kings Among Scotland”

    ANTHRAX: Disponível primeiro trailer de “Kings Among Scotland”

    Um dos maiores nomes da cena inicial do thrash metal, e membros honrados do ‘Big 4’, o ANTHRAX tem um novo DVD ao vivo, Kings Among Scotland, programado para chegar às lojas físicas e virtuais em 27 de abril, via Megaforce. Filmado em 15 de fevereiro de 2017 em um show esgotado no Barrowland Ballroom de Glasgow (Escócia), Kings Among Scotland inclui o show completo do ANTHRAX, além de entrevistas, filmagens de bastidores e outros extras filmados no ônibus de turnê da banda, nos bastidores, em hotéis, etc. O DVD também incluirá um resumo da carreira de cada um dos membros da banda. Kings Among Scotland está disponível para pré-venda no site www.anthrax.com.

    O primeiro trailer de Kings Among Scotland está disponível abaixo.

    “Tocar para os nossos amigos no Barrowlands sempre foi muito especial”, disse Frank Bello, baixista do ANTHRAX. “Todos sabemos que vamos nos unir e ter um ótimo momento, e achamos que essa incrível interação e energia realmente aparecem neste vídeo.”

    “Foi um desafio para todos nós tocar Among The Living ao vivo”, admite Charlie Benante. “Tocamos várias músicas desse álbum em nossos shows ao longo dos anos, mas nem todas, e tocar uma música em um estúdio de gravação não é o mesmo que tocar ao vivo no palco. Então, nós dedicamos muito tempo para obter todas as faixas perfeitamente. E eu vou te dizer, depois de terminarmos esse set, tão árduo como foi, todos nós sentimos uma sensação de libertação, como se pudéssemos sair e fazer isso de novo.”

    “Foi um show bastante intenso”, acrescentou o guitarrista Scott Ian, “especialmente quando a plateia ficou tão insana que o chão começou a subir e descer”.

    Kings Among Scotland foi produzido, dirigido, filmado e editado por Paul M. Green, da Film24Productions. A mixagem ficou sob responsabilidade de Jay Ruston.

    O DVD será lançado no Brasil em breve via Nuclear Blast/Shinigami. https://youtu.be/EcwLQzGUFoo
  • MINISTRY: “AmeriKKKant não é sobre Trump, é sobre uma sociedade que elegeu alguém como ele”

    MINISTRY: “AmeriKKKant não é sobre Trump, é sobre uma sociedade que elegeu alguém como ele”

    A mente criativa por trás do poderoso MINISTRY, o vocalista Al Jourgensen, foi recentemente entrevistado pela Rádio United Nations Nations, da França, e falou sobre o seu novo álbum, Amerikkkant. Ao ser perguntado sobre a temática do álbum, Jourgensen foi incisivo:

    “Não é um manifesto contra Trump”, afirma ele, referindo-se ao atual presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. “Trump é um inconsequente; todo mundo sabe que ele é um idiota e ele não significa nada – ele é só um louco. Mas, dito isso, é mais um manifesto contra um uma sociedade que elege alguém como Trump […]Sou mais fotógrafo nesse álbum do que músico. Eu saí e tirei algumas fotos mentais do que a sociedade se tornou, e de que sociedade poderia pensar que uma pessoa louca como Trump é uma boa ideia para liderar o seu país. E é disso que este álbum fala, mais do que sobre Trump. Trump é apenas Trump. Seja o que for. Foda-se ele!”

    AmeriKKKant foi lançado em 9 de março via Nuclear Blast.

    Para a atual turnê norte-americana do MINISTRY, Jourgensen reuniu um impressionante grupo de músicos famosos – Sin Quirin e Cesar Soto (guitarras), Tony Campos (baixo) e o tecladista John Bechdel, se unem ao vocalista convidado Burton C. Bell (FEAR FACTORY) e DJ Swamp (BECK, THE CRYSTAL METHOD).

  • NERVOCHAOS: banda lança videoclipe em homenagem a Cherry Taketani

    NERVOCHAOS: banda lança videoclipe em homenagem a Cherry Taketani

    Em tributo a memória da amiga e guitarrista Cherry Taketani, falecida precocemente no final do ano passado, o NERVOCHAOS está lançando um videoclipe.

    “Decidimos fazer uma homenagem a nossa querida Cherry Taketani, que partiu em Dezembro passado, criando um clipe da música ‘Live Like Suicide’ do álbum ‘Nyctophilia’. A faixa não foi escolhida a esmo, pois é uma das músicas que Cherry compôs para esse álbum.”

    Criado, desenhado e produzido pelo Leandro Franco, o vídeo foi pensado com detalhes para conter tudo que a Cherry mais gostava: quadrinhos, cachorros, música, ídolos e amigos. Assista abaixo.

    Cherry nos deixou em dezembro do ano passado e marcou sua grande no underground brasileiro passando por bandas como Okotô, Hats, Elektro Billys, Hellsakura e NervoChaos.

    Fonte: Metal Media

  • KOBRA AND THE LOTUS: Confira a nova música “Let me Love You”

    KOBRA AND THE LOTUS: Confira a nova música “Let me Love You”

    A música Let Me Love You do KOBRA AND THE LOTUS está disponível para audição. A faixa integra a segunda parte do trabalho conceitual da banda, que será lançada um ano após a bem sucedida estreia com Prevail I. Com lançamento marcado para 27 de abril pela Napalm Records, Prevail II continua exatamente de onde o KOBRA AND THE LOTUS parou em 2017.

    A vocalista Kobra Paige comenta: “Humanidade. Uma das maiores lutas da nossa existência é mantê-la.

    “Este álbum sequencial mergulha mais profundamente na escuridão da nossa psique e explora o tormento pessoal e a luta que infligimos a nós mesmos, uns aos outros e à terra.

    “Tornou-se lugar-comum para as pessoas desistir de si mesmas e perder sua autoestima e a crença em suas habilidades. Isso, por sua vez, afeta nossas ações diárias / comportamento. Somos uma espécie mutável, mas também somos seres profundamente capazes de agir com altruísmo, passíveis de evolução e positividade.

    “Este álbum irá encerrar o capítulo de Prevail na mais suave de todas as notas, reconhecendo que cada pessoa tem o desejo de ser – e merece ser – verdadeiramente vista, amada e ouvida. Quando a ignorância é eliminada, podemos reconhecer que nós estamos todos juntos nessa”

  • KAMELOT revela videoclipe para “Phantom Divine (Shadow Empire)”

    KAMELOT revela videoclipe para “Phantom Divine (Shadow Empire)”

    O videoclipe oficial de Phantom Divine (Shadow Empire), nova música do KAMELOT, pode ser visto abaixo. A faixa, que conta com a participação de Lauren Hart (ONCE HUMAN), é parte do próximo álbum da banda, The Shadow Theory, que será lançado em 6 de abril pela Napalm Records. A sequência de Haven [2015] foi dirigida pelo aclamado produtor musical Sascha Paeth e masterizado por Jacob Hansen. Outros convidados do álbum incluem Jennifer Haben (BEYOND THE BLACK) e o próprio Sascha Paeth. A capa e a arte do encarte foram criadas por Stefan Heilemann.

    Thomas Youngblood, guitarrista do KAMELOT, fala sobre Phantom Divine (Shadow Empire): “No futuro, nossas memórias e pensamentos serão extraídos e transferidos para a I.A. (Inteligência Artificial) sintética. Nossos corpos baseados em carbono não serão mais necessários e, eventualmente, descartados. Em Phantom Divine, nós exploramos essa visão de um mundo onde somos substituídos pela I.A.”

    Sobre o álbum, ele afirma: “O álbum The Shadow Theory é uma jornada psicológica através da complexidade da mente humana. Estamos constantemente sujeitos a estímulos através de mídia, tecnologia, experiências sociais e a inteligência artificial. Ainda seremos criaturas sociais em num futuro próximo? The Shadow Theory é um álbum que mistura muitos mundos, dando ao ouvinte um cenário dentro de nossas próprias realidades. Este álbum foi escrito e gravado durante todo o ano e estamos orgulhosos dos elementos da música e da diversidade em The Shadow Theory“.

  • BLOT: BLACK METAL NORUEGUÊS COM ALMA VIKING

    BLOT: BLACK METAL NORUEGUÊS COM ALMA VIKING

    A pressão é sempre intensa. Criar uma banda de black metal naquela que é considerada a nação do black metal, é sempre uma tarefa complicada, pois o padrão comparativo tende a ser bem prejudicial para as novas bandas. Não bastasse fazer black metal na Noruega, e sofrer comparações instantâneas com gente como MAYHEM, EMPEROR, DARKTHRONE, SATYRICON e outros de igual grandeza, o trio de Kristiansand (Noruega) denominado BLOT ainda acrescenta uma complicação extra em seu som: o folk/viking. Mas é justamente ao juntar esse elemento ‘complicador’ que Jan Åge Lindeland (vocal), Bengt Orstad (guitarra) e Ruben Gentékos (bateria) conseguem se destacar e se diferenciar dos seus pares, apesar de agora somarem nomes como BATHORY, ENSLAVED, e tantos outros gigantes nas comparações. “Quando começamos o BLOT, já estávamos muito certos do som que queríamos tocar, mas levou um tempo para chegarmos nele”, Lindeland comentou em entrevista exclusiva para a ROADIE CREW. “Nós ainda sentimos muito orgulho do nosso EP [Blot, 2009], mas o álbum, Ilddyrking [2015] foi um passo adiante, assim como o próximo álbum será”.

     Claro que muito dessa sonoridade foi lapidada a partir das velhas influências, algo que a banda também não tem problema em assumir: “BATHORY e DISSECTION exerceram certa influência sobre nós, elas são duas das maiores bandas do gênero, mas precisamos também mencionar o EMPEROR e o TAAKE”. Mas, nem apenas o black metal seria usado para forjar as armas do BLOT: “Como somos interessados na velha música folk/viking tradicional e nos instrumentos usados nelas, foi natural incorporar essas características na nossa música. Ao darmos início ao BLOT, como o próprio nome indica, a intenção era justamente mesclar black metal com música folk tradicional”. E, se alguém acha que essa mistura não é lá muito original, isso tampouco era a intenção da banda: “Ruben e Bengt escrevem as músicas, e não é necessariamente o desejo de criar algo novo que os impulsiona a criar música. O que realmente desejam é criar música que se encaixe na ideia no BLOT”.

    Se a ideia do som e da própria concepção da banda permanecem firmes desde os primeiros dias, outros aspectos acabaram mudando com o tempo. “Levar o BLOT para os palcos tem sido incrível”, comenta Lindeland, falando sobre o aspecto de maior mudança na carreira dos noruegueses, “nós começamos mais como uma banda de estúdio, mas ao vermos o quão bem as coisas funcionavam ao vivo, e a maneira como as plateias nos recebiam, foi incrível”. E isso não tem a ver com inexperiência, como o vocalista explica, “todos nós somos (ou fomos) de outras bandas de metal, então, tem sido algo como esperávamos”.

    O próximo passo da jornada ao vivo dos noruegueses será justamente no Brasil, onde a banda toca pela primeira vez, durante o tradicional festival Thorhammerfest. “Musicalmente, nós estamos preparados”, entrega o empolgado vocalista, “e daremos o nosso melhor para levar até vocês uma dose intensa de black metal norueguês com influência folk”. E, para os novos fãs que a banda busca encontrar no Brasil, uma boa surpresa: “atualmente, estamos trabalhando em um novo disco, que deverá ser lançado ainda em 2018. Uma ou duas músicas novas deverão aparecer nos shows aí”, ele revela.

    Sobre a oportunidade de tocar no Thorhammerfest, ele acrescenta: “tocamos no Midgardsblot, na Noruega em agosto de 2016, e foi uma experiência incrível. Antes do Thorhammerfest, esse foi o único festival de viking em que tocamos, mas temos que dizer que é um dos melhores festivais que já participamos. Os festivais tendem a ter uma atmosfera e um ambiente único que você nem sempre consegue em um show “solo”. Mas, hey, nós amamos estar no palco trazendo nossa música para o público, não importa qual seja o formato”. E se for no Brasil, melhor ainda, certo? “Nós realmente estamos ansiosos para levar um pouco da cultura norueguesa para o Brasil, e ainda mais para conhecer alguns dos nossos fãs brasileiros! Então, nos vemos no Thorhammerfest!”.