A MS Metal Records renovou recentemente o contrato com a banda paulista SILVER MAMMOTH, com o objetivo de lançar o seu novo álbum de inéditas em 2018.
Categoria: Roadie News
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SILVER MAMMOTH: renovando com gravadora para mais um álbum em 2018
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ARCTURUS tem apresentação especial no Brasil
A cultuada banda Arcturus, um dos principais representantes do avant-garde metal, inicia esta emana nova turnê pela América Latina. O grupo retorna praticamente um ano após impressionante turnê de estreia pelo Continente em 24 anos de carreira.
A única apresentação no Brasil, acontece nesta quinta-feira (22/02), na Fabrique, em São Paulo. Os ingressos custam apenas R$ 90,00 (pista – meia entrada/promocional) e continuam à venda na Galeria do Rock (loja Paranoid) e pelo site do Clube do Ingresso (https://www.clubedoingresso.com/arcturus-sp) e em diversos pontos autorizados pela ticketeira (https://www.clubedoingresso.com/ondecomprar).
O grupo reúne nomes importantes da música extrema mundial como Simen “ICS Vortex” Hestnæs (vocal – Borknagar/Dimmu Borgir), Jan Axel “Hellhammer” Blomberg (bateria – Mayhem/Dimmu Borgir/Covenant), Knut Magne Valle (guitarra), Hugh “Skoll” Mingay (baixo), Steinar “Sverd” Johnsen (teclado – Covenant) e Sebastian Grouchot (violino).
Com cinco álbuns oficialmente lançados, o Arcturus é um dos principais representantes do avant-garde metal (metal experimental ou art metal). Desde o começo de carreira, ficaram conhecidos pela sonoridade experimental, extraindo influencias e incorporando elementos do black metal e até da música clássica.
Após quatro anos no estaleiro, as atividades foram retomadas com novo line-up e ocasionando na realização de importantes shows, principalmente em países da Europa. Porém, com o lançamento “Arcturian” (2015), primeiro disco da banda em 10 anos, os músicos excursionaram por diversos países do Mundo.
SERVIÇO SÃO PAULO
Overload orgulhosamente apresenta Arcturus
Data: 22 de fevereiro de 2018 (quinta-feira)
Local: Fabrique
Endereço: Rua Barra Funda, 1075 (próximo ao Metrô Palmeiras – Barra Funda)
Abertura da casa: 19h | Showtime: 21h
Imprensa: [email protected]
Classificação etária: 16 anos
Estacionamento: locais próximos sem convênio
Estrutura: ar-condicionado, acesso para deficientes, área para fumantes
Evento Fb: https://www.facebook.com/events/1855093401473774
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TAAKE – show cancelado nos EUA, banda nega envolvimento com nazismo
Um show da banda norueguesa de black metal TAAKE em Nova York foi cancelado após forte pressão de um grupo que se intitulou como New York City AntiFa.
Caso você esteja se perguntando do que a banda está sendo acusada, uma foto do vocalista Hoest em um antigo show na Alemanha, onde ele aparece com uma suástica pintada no peito apareceu em uma outra postagem no twitter:
Por várias vezes, quando perguntado sobre aquela apresentação, Hoest afirmou que ele era essencialmente um ‘troll’, e que não acredita na ideologia nazista. Basicamente, uma vez que é ilegal exibir suásticas na Alemanha, Hoest sentiu que ele estava sendo “radical” e disse que desde então se arrependeu. A banda também queimou uma bandeira alemã durante a mesma apresentação. Na época, porém, a banda não se saiu muito bem em sua declaração, como mostrado pela MetalSucks:
“Taake não é uma banda nazi política […] agora todos devem saber que todo o nosso conceito se baseia em provocações e qualquer coisa má […] pedimos desculpas verdadeiramente a todos os nossos colaboradores que possam ter problemas por causa do escândalo da suástica em Essen (exceto para o untermensch dono do clube, você pode ir chupar um muçulmano!)”
Vale lembrar que o termo ‘untermensch’ era comumente usado pelos nazistas para classificar aqueles que consideravam como a ‘raça inferior’.
Com tudo isso tomando grandes proporções, o clube nova-iorquino cancelou a apresentação, divulgando a nota:
“Por favor, percebam que o show Taake agendado para 24 de março foi cancelado. Estamos fornecendo reembolsos completos a todos os titulares de ingressos. Por favor, envie um e-mail para [email protected] com quaisquer perguntas que você possa ter”.
O diretor da LPR declarou: “É nossa missão criar um espaço seguro para todos na nossa comunidade e este show não atende esse padrão.”
Enquanto a Antifa pressiona outros locais de shows, e outras casas começam a divulgar notas contrárias às apresentações, Hoest postou uma nova nota, desta vez muito mais clara e concisa:
“Eu expliquei claramente muitas vezes ao longo dos anos que eu usando uma suástica uma vez em um concerto alemão não era para mostrar o apoio à ideologia nazista.
Trata-se de fazer algo extremo, o que certamente foi um erro. Mas agora já faz 11 anos e a banda já se apresentou em Israel (!)
De qualquer forma, incidentes semelhantes não aconteceram na carreira de 25 anos do Taake e, obviamente, não acontecerá de novo. Mas certos partidos parecem achar esse caso frio imperdoável no entanto, insistindo em mal entendimentos intencionais.
Então, de uma vez por todas, o Taake não é uma banda racista. Nunca foi, nunca será. Continuar afirmando isso é tão ridículo e infundado quanto as tentativas de sabotar nossos shows tão esperados
-Hoest-“
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MACHINE HEAD: Agenda de shows alterada por infecção pulmonar de ROBB FLYNN
O MACHINE HEAD, que lançou no último 26 de janeiro o seu nono álbum, Catharsis precisou cancelar uma apresentação em Cleveland (EUA), por conta de uma infecção pulmonar que acometeu o líder, vocalista e guitarrista ROBB FLYNN. Flynn havia sido diagnosticado com a doença alguns dias atrás, mas sendo o líder da banda, tentou superar a doença e seguir com a agenda de shows, o que se provou impossível após as crises de tosse e problemas na garganta que fizeram-no parar de cantar em seu show em Pittsburgh na quinta-feira (15/02).Flynn postou um vídeo no facebook logo após a apresentação, se desculpando com a plateia e explicando a situação. A banda também informou que espera remarcar todos os shows prejudicados até o final desta turnê. Veja abaixo:
Robb Flynn fundou o Machine Head em 1991, junto com o baixista Adam Duce, o guitarrista Logan Mader e o baterista Tony Costanza. O primeiro disco do grupo – já com o baterista cipriota Chris Kontos – foi lançado em 1994, sob o título Burn My Eyes, e se tornou um clássico imediato. A banda seguiu uma jornada errática, mudando muito a formação e o estilo musical, e hoje segue adiante apenas com Robb Flynn da formação inicial.
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VAN HALEN: 40 anos de um dos alicerces do rock
Desde que surgiu em Pasadena, California (EUA), o Van Halen levou seis anos para gravar seu homônimo primeiro álbum. E foi só Van Halen ganhar o mundo, a 10 de fevereiro de 1978, e alcançar honrosa 19° posição no badalado chart “Billboard 200”, que David Lee Roth, Michael Anthony e os irmãos holandeses Alex e Eddie Van Halen causaram enorme alvoroço na industrial musical. Com Van Halen, a banda mudou para sempre os rumos do rock. Músicas explosivas e contagiantes como Runnin’ with the Devil, Ain’t Talkin’ Bout Love, Jamie’s Cryin’ e Feel Your Love Tonight logo caíram no gosto do público e não demorou para que se transformassem em hinos. O álbum era tão inspirado, que logo que começou a ganhar projeção quase ninguém mais deu tanta bola pras versões originais de You Really Got Me (The Kinks) e Ice Cream Man (John Brim), que acabaram fazendo muito mais sucesso através das regravações do Van Halen – tanto que até hoje muita gente pensa que essas duas músicas realmente pertencem à banda.
O talento do quarteto era tanto, que antes mesmo de ter um disco em mãos, já estava despertando o interesse de muitas pessoas. O visionário Gene Simmons, por exemplo, que passou a ganhar fama também por descobrir e lançar novas bandas, cresceu os olhos em cima do Van Halen e, antes de sair em turnê com o Kiss, resolveu dar uma força para o jovem grupo quanto à gravação da primeira demo. Com ela em mãos e uma série de shows lotados pelo circuito de Los Angeles, a banda passou a receber diversas propostas de contrato. Os músicos optaram pela Warner Bros., de Ted Templeman e Mo Ostin, que bancou a gravação do álbum de estreia ao custo de 40 mil dólares. David, Eddie, Michael e Alex levaram três semanas em estúdio e contaram com o próprio Templeman na produção – parceria essa que durou muitos anos.
Em Van Halen, as características musicais de cada integrante começaram a indicar o porquê de o Van Halen estar recebendo tamanha e merecida atenção de mídia e público. Alex se tornou referência para muitos bateristas e Anthony mostrou ser um baixista de pegada e dono de ótimos vocais de apoio. Mas os holofotes se voltaram mesmo para Roth e, principalmente, para Eddie. O vocalista ganhou o público feminino pelo ‘sex appeal’ e convenceu tanto homens quanto mulheres com linhas vocais grudentas, marcadas por gritos selvagens que se tornaram sua marca registrada. Quanto à Eddie Van Halen… Bem, esse é um capítulo a parte. Com sua “Frankenstrat”, ele simplesmente redefiniu a história da guitarra, entrando para o rol de nomes revolucionários como Jimi Hendrix, Eric Clapton, Tony Iommi, Brian May, Jimmy Page, Richie Blackmore, Pete Townshend, Jeff Beck e outros. Ele passou a mostrar ao mundo novas possibilidades para o instrumento, como na instrumental Eruption, em que bugou o cérebro de muitos guitarristas da época com sua técnica de ‘two-hands’ (ou ‘tapping’, se preferir), enquanto que em Atomic Punk desceu a mão e, literalmente, sentou o pé, explorando da melhor maneira o efeito de seu pedal MXR Phase 90. De Steve Vai à Trey Azagthoth do Morbid Angel, é comum ouvir o nome de Eddie sendo mencionado por inúmeros guitarristas como uma de suas principais influências – isso quando não julgam ser a maior delas.
Além de músicas incontestáveis e integrantes talentosos, Van Halen trazia algumas curiosidades. As fotos dos músicos na capa foram feitas por Elliot Gilbert, no famoso clube Whisky A Go Go, de Los Angeles, onde a banda costumava se apresentar. Já a guitarra “Frankenstrat” de Eddie, que depois recebeu algumas demãos de tinta vermelha, era uma réplica da tradicional e cultuada Fender Stratocaster. Por fim, no cover de Ice Cream Man, quem toca violão é David Lee Roth, só que creditado como David Roth.
Em termos de números, Van Halen atingiu resultados estrondosos: quatro vezes Disco de Platina no Canadá, Ouro na Finlândia, França, Alemanha e Reino Unido, e Diamante nos Estados Unidos, aonde superou a impressionante marca de 10 milhões de cópias, o que lhe garantiu seu lugar na ‘Best-Selling’ (lista dos álbuns mais vendidos) do país, certificada pela RIAA (Recording Industry Association of America). E aí, caro leitor? Você tem alguma dúvida sobre a qualidade, a relevância e o peso de Van Halen na história do rock?











