Categoria: Roadie News

  • PAIN OF SALVATION – Rio de Janeiro/RJ, 26 de abril de 2018

    PAIN OF SALVATION – Rio de Janeiro/RJ, 26 de abril de 2018

    A gripe que derrubou Daniel Gildenlöw, no fim de janeiro, apenas adiou o inevitável. A quinta passagem do Pain of Salvation deveria ter rolado no início de fevereiro, mas esperar quase três meses não foi problema, afinal, o quinteto sueco não decepciona nunca. Mas antes de a atração principal subir no palco para mostrar os porquês, coube ao Reckoning Hour aquecer quem já estava no Teatro Rival e quem chegava a casa de shows, e aí residiu o único problema da noite: a banda carioca apresentou seu set para pouca gente, e o público total foi decepcionante. Principalmente levando-se em consideração que o mesmo Pain of Salvation encheu o mesmo local nas duas visitas anteriores, em 2012 e 2015.

    É possível apontar uma série de fatores, da crise econômica à devolução de ingressos em virtude da remarcação da apresentação, mas a verdade é que o público carioca vem minguando em quantidade nos últimos dois ou três anos, e várias produtoras já não colocam a cidade como rota obrigatória. “Como assim o Sons of Apollo não vai tocar no Rio de Janeiro?”, você deve ter escutado ou lido em algum lugar antes de o supergrupo montado por Mike Portnoy aportar no país para três shows (em Porto Alegre, São Paulo e Belo Horizonte). Não chega a ser o caso do Living Colour, que só vai tocar na capital paulista porque, basicamente, o produtor argentino que o trouxe para a América do Sul cresce o olho na hora de repassar datas. De qualquer maneira, o panorama precisa melhorar antes que heavy metal ao vivo no Rio vire sinônimo de assistir a show em DVD.

    No palco, JP (vocal), Philip Leander e Lucas Brum (guitarras), Cavi Montenegro (baixo) e Johnny Kings (bateria) fizeram bem o dever de casa. O death metal melódico – e moderno – do grupo não traz nada de novo, e você pode até dizer que é genérico, mas não pode negar que é bem feito. Até porque o Reckoning Hour tem em JP um trunfo: o cara é três em um, porque adiciona vocais gritados na mistura de partes limpas e guturais (nas quais se sai muito melhor, diga-se). Para quem gosta, um prato cheio. Para quem não gosta, respeito. Exatamente o que aconteceu, porque o estilo é completamente diferente do praticado pelo Pain of Salvation, e não machuca dizer que as pessoas foram para ver a turma liderada por Gildenlöw – Johan Hallgren (guitarra), Gustaf Hielm (baixo), Daniel Karlsson (teclados) e Léo Margarit (bateria) acompanham o vocalista e guitarrista.

    Os cinco entraram no palco mandando logo uma trinca do disco mais recente, a obra-prima “In the Passing Light of Day” (2017), e a receita de peso (bota mais peso ao vivo, aliás), melodias impecáveis e complexidade instrumental foi um soco na boca do estômago. “Full Throttle Tribe” só não levou os fãs à lona porque estes se dividiam em cantar e ficar com um semblante de “como é que esses caras conseguem fazer isso ao vivo?”. A magistral “Reasons”, então, é um caso a ser estudado. Seu impacto ao vivo foi inacreditável, coisa de deixar qualquer um atônito, e talvez seja por isso que a belíssima “Meaningless” (cara, que refrão lindo de doer!) tenha sido colocada na sequência. Emocionante, apesar de ter sido o único momento em que os vocais de Ragnar Zolberg fizeram muita falta – de qualquer maneira, Hallgren, de volta ao posto depois de seis anos, segurou a onda muito bem.

    Contando com a interação da plateia no riff – a pedido de Gildenlöw, mas nem precisaria –, “Linoleum” comprovou o status de clássico recente do Pain of Salvation. Canção de altíssimo nível, mas esperada, então foi a partir daí que a banda resolveu apelar. “Vocês costumam pesquisar os set lists no Google, né? Bem, todas essas ferramentas de pesquisa estão erradas. Nossas letras também estão erradas nelas, mas essa é outra história”, brincou o líder antes dos primeiros acordes de “Rope Ends”, de “Remedy Lane” (2002). De arrepiar e, graças a passagens instrumentais de rara inspiração, de cair o queixo, mas também o ponto de partida para mostrar que o repertório seria único mesmo para quem havia assistido aos quatro shows anteriores do Pain of Salvation no Rio.

    Sem a guitarra a tiracolo, Gildenlöw assumiu o papel de frontman na intimista e emocional “Kingdom of Loss”, de “Scarsick” (2007), e a casa voltou a pegar fogo com o riff e as notas de piano que introduziram “Inside Out”, de “One Hour By the Concrete Lake” (1998). Coisa de maltratar os pulmões na hora de cantar o refrão, de machucar o pescoço nas partes mais rápidas e de admiração nos momentos mais calmos – e como foi legal ver a interação de Gildenlöw e Hallgren, que foi ovacionado no momento de apresentação dos integrantes. Um sincero “seja bem-vindo de volta”.

    Àquela altura, o fã já poderia se perguntar o que ainda estaria por vir, mas duvido que tenha sido exatamente isso que passou pela cabeça: “Creio que é a primeira vez que vamos tocar essa música com esta formação. Voltemos ao primeiro álbum…. das Spice Girls”, disse Gildenlöw, e mal deu tempo de rir com a piada. “O nome dela é ‘Revival’.” A reação de incredulidade foi acompanhada por um palavrão em êxtase. O Pain of Salvation estava pinçando uma canção de cada álbum, e a pérola de “Entropia” (1997) foi uma surpresa muito agradável. Poderia ter continuado assim, uma vez que “Road Salt One” (2010) e “Road Salt Two” (2011) foram preteridos – e “Road Salt” e “Softly She Cries” seriam outras lindezas no repertório –, mas não vamos reclamar de barriga cheia.

    Obrigatória, “Ashes” cumpriu seu papel: devotos, os fãs cantaram como se a faixa de “The Perfect Element, Part I” (2000) fosse o grande hino do Pain of Salvation. E talvez seja, honestamente, porque é uma daquelas canções que criadas a partir de alguma inspiração divina. Depois de revisitar o próprio catálogo, a banda voltou a “In the Passing Light of Day” para terminar a noite como começou. Bonita demais, “Silent God” funcionou como o silêncio que precede o esporro, já que “On a Tuesday” encerrou o set regular da mesma maneira que abre o novo CD.

    Foi uma porrada depois amenizada por aquelas passagens mais calmas e progressivas com a assinatura típica do grupo. E com direito a um bônus: Margarit assumiu os vocais na ponte – ‘I lost the will, I lost the way, I haven’t lost the faith, It’s just lost in me’ – e surpreendeu com um falsete que arrancou aplausos do público e mais um dos vários sorrisos de Gildenlöw – que, não bastasse cantar uma barbaridade, é bem escorado pelos vocais (de apoio ou não) de toda a banda. Na volta para o bis, uma única música, mas uma de 15 minutos. Imagine se o Pain of Salvation resolvesse fazer a trilha sonora de Twin Peaks e o resultado ficasse à altura dos melhores momentos da série – e lembre-se que os melhores momentos da obra de David Lynch são momentos de pura genialidade. Pronto, você tem a pérola “The Passing Light Day”, e foi com ela que terminou mais uma noite com um dos melhores nomes do prog metal. Não somente. Com um dos grupos mais criativos surgidos no heavy metal desde os anos 90.

    Set list
    1. Full Throttle Tribe
    2. Reasons
    3. Meaningless
    4. Linoleum
    5. Rope Ends
    6. Kingdom of Loss
    7. Inside Out
    8. Revival
    9. Ashes
    10. Silent Gold
    11. On a Tuesday
    Bis
    1. The Passing Light of Day
  • VENOMOUS solta clipe de “Within The Silence”

    VENOMOUS solta clipe de “Within The Silence”

    Prestes a lançar o álbum de estreia, “Defiant”, o grupo paulistano Venomous dá uma prévia do material com o videoclipe da faixa “Within the Silence“, dirigido e editado por Lukas Drake. “As cenas foram filmadas no Dual Noise Estúdio durante a gravação do disco, e no Porto Produções Musicais”, revela o guitarrista Ivan Landgraf.

    Criada a partir das linhas rítmicas da bateria, “Within the Silence” explora variações harmônicas e combinações de palhetadas agressivas e melódicas. “O tema central é como vivemos uma vida inteira como engrenagens de uma grande máquina chamada sistema. Apenas adentrando ao silêncio de nossas próprias mentes, é possível abandonar as crenças limitantes e quebrar essa roda que nos prende à máquina”, concluiu Tigas Pereira. “Within the Silence” sucede o videoclipe de “A New Beginning”, que, segundo o guitarrista Guilherme Calegari, “marcou o início do desenvolvimento de nossa sonoridade, combinando o peso dos timbres com a variação de ambientes e ritmos.” O grupo ainda conta com lyric video da faixa “I Pray as I Prey” em seu canal no YouTube (https://is.gd/ydv8iT). Tigas Pereira (vocal), Guilherme Calegari e Ivan Landgraf (guitarras), Alexandre Bonal (baixo) e Lucas Prado (bateria) têm consciência da responsabilidade de abrir para os poloneses do Vader no próximo dia 19 de maio (sábado) no Manifesto Bar, em São Paulo. “O Vader, embora seja uma lenda do death metal, começou fazendo heavy metal tradicional e faz um som com versatilidade e técnica”, observou Landgraf.

    Vader e Venomous em São Paulo: Data: 19 de maio (sábado) Horário: 18h Local: Manifesto Bar Endereço: Rua Iguatemi, 36, no bairro do Itaim Bibi, em São Paulo/SP Ingressos: R$ 90 (pista promo) Venda online na Ticket Brasil: https://goo.gl/UvjdtM Fone: (11) 3168-9595 | WhatsApp (11) 94747-5883 Cartões: Visa, Mastercard, Elo, American Express e Dinners Débito: Visa Electron, Maestro, Rede Shop Censura: 16 anos Site: www.manifestobar.com.br Site relacionado: https://www.facebook.com/venomousoficial/

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  • ESCOMBRO lança o EP ‘Eutanásia Social’ na próxima semana

    ESCOMBRO lança o EP ‘Eutanásia Social’ na próxima semana

    O aguardado novo EP do quarteto paulistano de hardcore Escombro, que sai pela Artico Music, já tem data para ser lançado. No dia 18 de maio, na próxima semana, o disco estará disponível nas principais plataformas de streaming. Em seguida, a própria banda vai lançar a versão física, em CD.
    Intitulado ‘Eutanásia Social’, o EP contém cinco músicas, entre elas a recém lançada ‘Entre Lobos’. As outras quatro, inéditas, seguem o cadência e peso do single, tipicamente hardcore e, ao mesmo tempo, com autênticas linhas instrumentais intensas e vocais agressivos, tão características do Escombro desde o início de carreira. O registro ainda conta com duas participações especiais, que serão reveladas no dia do lançamento.
    Junto ao novo EP, a Artico Music e a Escombro lançam uma camiseta de manga longa edição limitada com a arte do single ‘Entre Lobos (confira na imagem abaixo), em pré-venda pelo site do selo – https://www.articoshop.com.br – até 20 de maio.
    Uma das formações mais robustas e ácidas do estilo dentro da cena nacional, o Escombro foi formado em 2015 e preza pelas letras em português que abordam temas sociais, além do peso que remete ao hardcore consagrado por Madball e Terror, ao mesmo tempo em que conversa com a proposta da nacional Oitão (o vocalista Henrique Fogaça é amigo da banda).

    Para o primeiro trabalho em parceria da Artico Music, o Escombro gravou o sucessor do elogiado álbum homônimo (julho/2017) no estúdio Dual Noise (o mesmo utilizado pela Paura no ‘Slowly Dying of Survival’, de 2017) e o resultado é nada menos do que um colossal hardcore, direto e reto, que convoca o ouvinte ao moshpit.  

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  • FIT FOR AN AUTOPSY assina com a Nuclear Blast

    FIT FOR AN AUTOPSY assina com a Nuclear Blast

    A banda de deathcore de New Jersey FIT FOR AN AUTOPSY assinou um contrato mundial com a Nuclear Blast Entertainment. A banda está trabalhando em material para seu quinto álbum completo, a ser lançado no início de 2019.

    O grupo comenta: “Estamos muito entusiasmados em anunciar que o FIT FOR AN AUTOPSY assinou um contrato mundial com a Nuclear Blast. Aguardamos ansiosamente o próximo capítulo da banda, com os gurus do mundo do metal ao nosso lado.

    “Obrigado, Carl, Rick, Scott, Bill, Brendan, Steve e todos na eOne / Good Fight por acreditarem na banda e nos apoiarem nos últimos discos. Foi um prazer trabalhar juntos.

    “No momento, estamos terminando de escrever um novo álbum, com a gravação marcada para começar em breve. Fique ligado nas atualizações e em alguns anúncios da turnê. Horns Up”

    A música esmagadora do FIT FOR AN AUTOPSY é feita para qualquer fã de metal extremo, visto que é desprovida de política preconceituosa ou de ideias de palanque, mas seu som e fúria são absolutamente inflexíveis, e isto ocorre de propósito. A banda habilmente mistura death metal, alimentado por força excessiva com groove atmosférico e diatribes pessoais apaixonadas, refletindo o estado obscuro dos eventos atuais.

    Em seu mais recente lançamento, o aclamado pela crítica, The Great Collapse, a banda não perde tempo com besteiras, fantasia ou clichês sangrentos. Os membros do FIT FOR AUTOPSY são caras do metal, pode-se ter certeza, mas cresceram na cena hardcore. Eles abraçam a responsabilidade de colocar tanta devoção e propósito em suas letras e mensagens quanto em suas canções densas e inebriantes, forjando um novo pós-deathcore magnificamente poderoso.

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  • POLARIS – The Mortal Coil [8,0/10]

    POLARIS – The Mortal Coil [8,0/10]

    Formado em 2012 na cidade de Sydney (AUS), o Polaris já havia chamado atenção no EP The guilty and the grief. Agora nesse primeiro álbum Jamie Hails (vocal), Jake Steinhauser (baixo e vocal), Rick Schneider (guitarra), Ryan Siew (guitarra) e Daniel Furnari (bateria) mostram com consistência a força do metalcore australiano em músicas agressivas e viajantes bem produzidas. Há uma ótima interconexão de riffs bem elaborados, melodia e forte carga emocional que tornam a audição legal invés de enjoativa. A versatilidade vocálica de Halis ao mudar de timbre rasgado para limpo e a precisão da bateria também enaltecem os aspectos mencionados. Ao colocar o som pra rolar a entrada com Lucid já destaca a agressividade, algumas bases mais graves e contrapostas com melodias viajantes e marcantes. The Remedy recebeu um vídeo clipe psicodélico legal e tem um pouco de groove e um começo a lá stoner. Em Consume há uma constância maior de agressividade e Frailty tem um fim introspectivo e profundo bem interessante. Dusk to day esboça uma viajem profunda e melancólica mesclada a doses boas de desespero. Ainda se destacam Casualty e os riffs grudentos de The Slow Decay. De forma geral, a principal característica que esse debut transmite é confiança no que ele contém. Um ótimo começo.

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  • WOSLOM recruta May Undead como vocalista para o “Lemmy’s Motor Fest”

    WOSLOM recruta May Undead como vocalista para o “Lemmy’s Motor Fest”

    Dia 12 de maio na cidade de Piracicaba/SP será realizado um festival em homenagem ao músico e fundador do Motorhead, Lemmy Kilmster. O festival confirmou várias atrações que estarão prestando suas homenagens à uma das maiores lendas que o Metal já teve.

    Uma das principais bandas do Thrash Metal brasileiro, Woslom, será uma das atrações do evento. A novidade desse show é que a convite do vocalista da banda, Silvano Aguilera, o grupo irá se apresentar com os vocais de uma das mulheres mais importantes do metal extremo nacional. May Undead (Torture Squad) assume os vocais exclusivamente para esse show tributo ao Lemmy. Silvano recentemente fez uma cirurgia que o impossibilita de cantar, porém o músico estará presente no evento e tocando guitarra nessa apresentação que tem tudo para ser inesquecível.

    Ao todo serão dez bandas se apresentando, todas prestando homenagens e tributos a Lemmy. As bandas Ovos Presley, Motorbastards, Chacina, Álcool, Armadilha, Battra, Guilty, Stab, Unlikeables e Woslom serão as atrações do primeiro “Lemmy’s Motor Fest”.

    O início das apresentações está programado para as 14 horas do sábado (12/05) e os ingressos podem ser adquiridos pelo site: www.pagseguro.uol.com.br, pelo simbólico custo de R$10,00.

    Serviço:

    Evento: Lemmy’s Motor Fest

    Atrações: Woslom (feat. May Undead) – Ovos Presley – Motorbastards – Chacina – Álcool – Armadilha – Battra – Guilty – Stab – Unlikeables

    Local: Estrada Jorge Jacob Diehl – Conceição – Piracicaba/SP

    Horário: 14:00 horas

    Data: 12/05/2018

    Custo: R$10,00

    Mais informações: https://www.facebook.com/events/147105362768968/

    Fonte: Roadie Metal

  • OBSCURA define data para o novo álbum, e lança clipe de “Diluvium”

    OBSCURA define data para o novo álbum, e lança clipe de “Diluvium”

    Os mestres do death metal progressivo da Alemanha, OBSCURA, completam seu círculo conceitual de quatro álbuns com o lançamento de Diluvium (definido como uma grande inundação oceânica), seu lançamento mais evocativo, diversificado e vibrante até hoje. O lançamento está previsto para 13 de julho em CD, LP e digital via Relapse Records.

    O vídeo oficial da faixa-título, Diluvium, pode ser visto abaixo. O clipe foi dirigido por Mirko Witzki (KREATOR, BLIND GUARDIAN, CALIBAN) e explora ainda mais os temas celestes do álbum.

    A banda comentou: “Com a faixa-título do nosso novo álbum, apresentamos a você uma das composições mais rápidas e brutais que Diluvium tem para oferecer.

    “O videoclipe criado pelo cinematógrafo alemão Mirko Witzki mostra a primeira parte de uma história conectada e totalmente relacionada ao longo ciclo de quatro álbuns da banda.”

    Gravado com o produtor de longa data V. Santura (TRIPTYKON, PESTILENCE) no Woodshed Studios em Landshut, Alemanha, Diluvium é uma conquista impressionante para o quarteto e um lançamento marcante para o metal progressivo como um todo. Completado com todos os elementos que assinalam o nome da banda, além de polirritmia inovadora, composições dramáticas e virtuosismo de cair o queixo, Diluvium vai entrar nos anais da história do metal como uma das performances mais surpreendentes que o gênero tem a oferecer.

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  • NAPALM DEATH: Assista o clipe de “Standardization”

    NAPALM DEATH: Assista o clipe de “Standardization”

    Os pioneiros do grindcore no Reino Unido, NAPALM DEATH, lançaram um vídeo para Standardization, faixa de abertura da compilação Coded Smears And More Uncommon Slurs, lançado recentemente pela Century Media Records. O clipe, que foi criado por Costin Chioreanu, da Twilight 13 Media, pode ser visto abaixo.

    O vocalista do NAPALM DEATH, Mark “Barney” Greenway, comentou o clipe: “Eu acho os videoclipes um dos meios mais complicados de fazer algo vibrante e impactante. Costin, o produtor, no entanto, mostrou ter um monte de ideias durante a nossa apresentação no festival Roadburn, que parecia se encaixar muito bem na música e refletir o assunto da música. Sobre o desespero de uma vida sem cor e o desejo de forças mais conservadoras para um mundo homogêneo de acordo com gênero, sexualidade, hábitos humanos e, na verdade, de tudo. Não obrigado!”

    Coded Smears And More Uncommon Slurs inclui um total de 31 músicas distribuídas em mais de 90 minutos, compilando raridades e conteúdos exclusivos abrangendo todo o período de 2004-2016 do NAPALM DEATH.

    Greenway disse a Metal Wani que o guitarrista Mitch Harris, que esteve tirando uma ‘folga’ do NAPALM DEATH desde o final de 2014 para se concentrar em sua vida familiar, irá “muito provavelmente” tocar no próximo álbum do grupo.

    Harris fez uma pausa de duração indefinida no outono de 2014 para atender a uma situação familiar. Ele foi temporariamente substituído por John Cooke (CORRUPT MORAL ALTAR).

    O último álbum de estúdio do NAPALM DEATH, Apex Predator – Easy Meat, foi lançado em janeiro de 2015 pela Century Media Records.

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  • EUROPE disponibiliza clipe para “The Siege”

    EUROPE disponibiliza clipe para “The Siege”

    O vídeo para a música The Siege, do EUROPE, pode ser visto abaixo. O clipe foi dirigido pelo aclamado diretor Patric Ullaeus da Revolver Film Company AB (IN FLAMES, DIMMU BORGIR, LACUNA COIL).

    The Siege é parte do mais recente álbum do EUROPE, Walk The Earth, lançado em outubro passado pelo selo próprio da banda, o Hell & Back, através da Silver Lining Music. A sequência de War Of Kings de 2015 foi registrada nos lendários estúdios Abbey Road, em Londres (Inglaterra), e foi produzida por Dave Cobb, que também dirigiu o disco anterior da banda.

    O vocalista Joey Tempest disse ao Planet Rock sobre a letra de The Siege: “É basicamente um cartão postal da Revolução Francesa, onde a democracia deu um grande salto na França (e posteriormente na Europa). Trabalhei com meu velho amigo Chris Difford (da banda SQUEEZE) nessa letra”. Quanto à música, Tempest disse: “John Levén [baixo] nos enviou esse riff/ideia e todos nós adoramos. No ensaio, nós juntamos com a ideia de um refrão do Mic [Michaeli, teclados] e começou a surgir uma música muito legal. No Abbey Road, Dave nos ajudou a encontrar o feeling e os arranjos, e também com as pequenas e peculiares paradas nos versos e final”.

    Walk The Earth apresenta artes originais do famoso artista de Los Angeles, Mike Sportes, do Filth Mart.

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  • MAQUINARIOS confirma novo integrante

    MAQUINARIOS confirma novo integrante

    Eddie Van Halen, Yngwie J. Malmsteen, Jason Becker, Michael Romeo, Derek Frigo e Harry K. Cody. Essas são algumas das influências do novo guitarrista do Maquinarios. A banda catarinense que andava um tempo sem dar notícias confirmou Vinnie Aguiar como seu quarto integrante.

    Desde o início do mês a banda de Chapecó vinha dando pistas em suas mídias sociais sobre uma novidade. Alguns fãs imaginaram que já seria um novo trabalho, sucessor do excelente Intacto, lançado em 2015 e que colocou o Oeste de Santa Catarina no mapa do metal nacional. De acordo com o vocalista Watson Silva, Aguiar vem para colaborar na nova sonoridade que o grupo adotará, sem ainda explicar qual será essa pegada. Certamente, pelas influências do guitarrista, é justo imaginar que o agora quarteto vai se embrenhar em mais peso e qualidade que já havia comprovado na estreia.

    Aguiar nasceu em Joaçaba (SC) e é fã de Stoner, Hard Rock e Heavy Metal. “Ele já acompanhava o Maquinarios desde 2015. As ideias musicais e de business se casaram na hora”, revela Silva. No próximo dia 23, o Maquinarios pretende fazer uma apresentação no seu canal de YouTube para mostrar os novos elementos ao público. Completam o time Matheus Andrighi (baixo) e Diego Massola (bateria).

    Enviado por: Alessandro Bonassoli   Edições avulsas, assinatura física e digital. Conheça a nossa Roadie Crew Shop – acesse https://roadiecrew.com/roadie-shop