Categoria: Roadie News

  • SUPERSONIC BREWER explica os motivos que levaram a banda a lançar “3rd Chapter One More Binge”

    SUPERSONIC BREWER explica os motivos que levaram a banda a lançar “3rd Chapter One More Binge”

    O terceiro registro de estúdio do SuperSonic Brewer, é uma compilação que possui como objetivo, reajustar, regravar e reinventar o próprio trabalho da banda. Explicando melhor, as músicas presentes em “3rd Chapter One More Binge” (2015), são regravações de algumas músicas presentes no primeiro disco “Broken Bones” (2011).

    O que muitos não sabem, é o que levou os músicos do SSB a regravarem cinco das oito músicas de “Broken Bones”. O vocalista e guitarrista da banda, Vinícius Durli, explicou os reais motivos de escolher por regravar músicas já existentes, ao invés de lançar um álbum com faixas inéditas: “Tendo em vista a evolução musical da banda de “Broken Bones” para “Overthrow the Bastard”, e estávamos tocando-as diferentes, principalmente o vocal. São grandes músicas, mas com uma gravação precária. Sendo assim escolhemos algumas regravamos com uma nova roupagem. E as que ficaram de fora desse EP, estarão no próximo. E pra concluir com grande estilo, escolhemos fazer um medley com “The ocean/kashmir” de Led Zeppelin, duas grandes canções que combinaram com o estilo do SSB”.

     Escute “3rd Chapter One More Binge”:

    https://open.spotify.com/album/716Iw0NoHuOgQ78ds9dWdC?si=7wV8F-y8ScWo5cv1QPfyHA

     Como noticiado anteriormente, a banda incluiu o medley de The Ocean/Kashmir, clássicos absolutos do Led Zeppelin que só podem ser conferidos no material físico, ou através do canal oficial da banda no YouTube.

    Confira a versão da banda para “The Ocean/Kashmir”:

    https://www.youtube.com/watch?v=06CurNJXoUM

    Tracklist:

    01 – Ready For Another Binge

    02 – Illusion

    03 – Society in Ruins

    04 – Blood Washed Hands

    05 – Destruction Overtruck

    06 – Embrace Disgrace

    Formação:

    Vinicius Durli: Vocal/Baixo

    Rodrigo Fiorini: Guitarra

    Jovani Fracasso: Guitarra

    Evandro da Silva: Bateria

    Mais informações:

    Facebook: https://www.facebook.com/supersonicbrewer/

    Roadie Metal Press – SuperSonic Brewer: https://roadie-metal.com/press/supersonic-brewer/

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  • ROCK SOLDIERS: é lançado álbum comemorativo de vinte anos da coletânea

    ROCK SOLDIERS: é lançado álbum comemorativo de vinte anos da coletânea

    O “Volume 24” da Rock Soldiers, que marca duas décadas de existência da coletânea, acaba de ser liberado pelo selo UGK Discos. O CD que contém sons de dezenove bandas nacionais mais três de estrangeiras, vem acondicionado em caixa acrílica recheada por um encarte ilustrativo e informativo.

    Os 75 minutos de rock, hardcore e metal contidos no álbum, são a soma dos presentes que cada grupo oferece ao ouvinte. Parte dos CDs será destinada ao elenco formado por SegregatorumSuck This PunchSacrifice In BloodAtestado De ÓbitoExorcismoMarretaBlood CorrosionÓdio OpressivoWhite DragonAstro NautikosSem BandeiraTormento AlcoólatraViletaleBarril De PólvoraGarrafa Social (ARG), Zurrapa (POR), Anatomy CorruptionEnkrenkaPutos Brothers BandProfeta Do InfernoMetal Solider e Numancia (ARG). A outra parte pode ser adquirida pelo e-mail e redes sociais do selo.

    O produtor Marivan Ugosk, aproveita o momento de divulgação e já adianta que está aberta a seletiva para o “Volume 25” do projeto. A banda interessada deve enviar material para o mesmo e-mail de aquisição do disco, relacionado no final desta nota. A seguir, confira a capa e um vídeo gravado no momento da chegada dos CDs ao endereço do selo UGK.

    https://www.youtube.com/watch?v=hkTd3ariuNE

    Para adquirir a coletânea ou enviar o material da sua banda, acesse:

    E-mail: [email protected]

    Facebook: www.facebook.com/cdsrocksoldiers

    Whatsapp: +55 54 9 8435-6658

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  • DOOMSHIP: Música que aborda a luta contra a corrupção ganha vídeo clipe

    DOOMSHIP: Música que aborda a luta contra a corrupção ganha vídeo clipe

    “Rise and Fall”, da DOOMSHIP, é o grito por justiça que integra o álbum “Songs About Mayhem and Other Fun Stuff”. A terceira faixa do CD, escrita por João Duart, trata de um assunto muito atual no mundo e principalmente no Brasil: luta contra a corrupção de todas as formas possíveis e como não podemos deixar políticos nos sabotarem. Segundo Arthur Lima, diretor do clipe: “Rise and Fall é a música mais comercial e direta do álbum, então decidi junto com eles que iríamos fazer um clipe mostrando a interação da banda. No dia da gravação, eu e o diretor de arte decidimos assumir o cenário. É possível ver Easter Eggs que remetem gostos de cada integrante. Optei por colocar a câmera na mão e fazer um clipe bem dinâmico e assim nasceu a obra.” Ele completa: “Tive como referências os clipes do último álbum do Metallica e alguns clipes do Foo Fighters na hora de compor os planos”.

    Além de contar com a direção e fotografia de Arthur, a produção do clipe contou com a direção de arte de Túlio Alves e com os assistentes de produção Victor Lima, Juliana Pinho, Túlio Alves, Fabiane Muniz e Jessica Lapas.

    Assista:

    https://youtu.be/wcoDIbK992I

    Formado em 2015, a DOOMSHIP tem em seu currículo o EP “Prologue”, de 2016 e o debut “Songs About Mayhem and Other Fun Stuff”, lançado neste ano. Buscando unir as influências setentistas com um toque moderno, o trio formado por João Duart (baixo/vocal), Roberto Jorga (guitarra) e Diogo Ponce (bateria) tem se destacado na cena do Stoner com uma sonoridade riquíssima e empolgante, transbordando feeling.

    Para contratar a banda, basta entrar em contato através do e-mail [email protected] e saber todos os detalhes. 

    Contatos:

    Facebook: www.facebook.com/doomship

    Instagram: www.instagram.com/doomship

    Assessoria de Imprensa: [email protected]

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  • Nigel Glockler (SAXON) passou por procedimento cirúrgico após ser atacado por um cão

    Nigel Glockler (SAXON) passou por procedimento cirúrgico após ser atacado por um cão

    O baterista Nigel Glockler, do SAXON, teve que ter parte de seu nariz reimplantado na noite de sexta-feira, depois de ser atacado por um cachorro.

    O baterista revelou seus ferimentos em um post no Facebook, dizendo que foram necessários mais de 100 pontos para reparar o dano.

    Glockler, que passou por uma cirurgia cerebral de emergência em 2015, escreveu: “Eu estava em um pub ontem à noite, acariciando um cachorro, quando ele decidiu que não gostava do meu rosto e tirou metade do meu nariz.

    “Eu tive mais de 100 pontos dentro e fora do nariz e foi reimplantado.

    “Minha esposa Gina disse que depois disso e da cicatriz no couro cabeludo, eu devo mudar meu nome para FrankenNigel. A boa notícia é que não há problemas para os próximos shows – até breve!”

    O SAXON anunciou uma série de shows nos EUA, após a bem-sucedida turnê com o JUDAS PRIEST no início deste ano, e antes da aparição da banda no cruzeiro Monsters Of Rock de 2019.

    O vocalista Biff Byford disse recentemente ao ‘Moshpit Passion’ que o SAXON está planejando celebrar seu 40º aniversário em 2019. Embora o SAXON tenha sido formado em 1977, o álbum de estreia da banda só seria lançado dois anos depois.

    Byford e o guitarrista Paul Quinn são os únicos membros originais remanescentes na formação atual do grupo, que lançou seu 22º álbum, Thunderbolt, no começo deste ano.

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  • KREATOR e ARCH ENEMY iniciam tour pela América Latina, com shows impressionantes no Knotfest, na Colômbia

    KREATOR e ARCH ENEMY iniciam tour pela América Latina, com shows impressionantes no Knotfest, na Colômbia

    As bandas Kreator (ALE) e Arch Enemy (SUE), dois cultuados e respeitados nomes do atual cenário do heavy metal mundial, iniciaram recentemente mais uma importantelonga turnê pela América Latina. Os grupos protagonizaram grandes apresentações, no Knotfest, festival promovido pelo Slipknot, em Bogotá (COL), com poderosos setlists. No Brasil, ambos vão promover os seus mais recentes álbuns e executar sets completos em formato co-headlining durante a Liberation Tour Fest 2018, que passará por Porto Alegre (09/11 – Opinião), Fortaleza (11/11 – Armazém), Manaus(14/11 – Studio 5), Rio de Janeiro (16/11 – Circo Voador) e São Paulo (17/11 – Audio). O público paulista e carioca também vão curtir especialmente a performance marcante do Walls of Jericho (EUA) e conferir o cultuado Excel (EUA). A cena nacional será representada pelas bandas Shaman em Manaus e Genocídio em São Paulo. Após histórica edição de estreia reunindo cast invejável e trazendo com exclusividade nomes como King Diamond, Lamb of God, Carcass e Heaven Shall Burn, no Espaço das Américas, em São Paulo, este ano, o evento cresceu e estabeleceu bases para a concretização de um festival itinerante, que vai estremecer cinco capitais do País. A programação da Liberation Fest Tour 2018 é a seguinte: 09/11 – Opinião – Porto Alegre (Kreator/Arch Enemy) 11/11 – Armazém – Fortaleza (Kreator/Arch Enemy) 14/11 – Studio 5 – Manaus (Kreator/Arch Enemy/Shaman) 16/11 – Circo Voador – Rio de Janeiro (Kreator/Arch Enemy/Walls of Jericho/Excel) 17/11 – Audio – São Paulo (Kreator/Arch Enemy/Walls of Jericho/Excel/Genocídio) Ainda há ingressos à venda em todas as capitais. Mais informações nos serviços abaixo. Fãs do gigante do thrash metal alemão poderão ver pela primeira vez em nosso país a execução do aclamado “Gods of Violence”, 14º álbum de estúdio do Kreator, além das faixas clássicas que a banda conseguiu cristalizar ao longo de sua longa carreira como verdadeiros hinos do metal.

    Já o Arch Enemy retorna ao Brasil para apresentar o seu 10º álbum “Will To Power”, o segundo com a sua imponente nova vocalista Alissa White-Gluz. Desafiando todos os limites do metal combinando agressividade, peso e melodia de maneira profícua, “Will To Power” vem sendo exaltado como uma verdadeira obra épica do death metal melódico.

    Formado em 1998, na cidade de Detroit, o Walls of Jericho é um dos nomes mais respeitados do cenário do metalcore. Atualmente é formado por Candace Kucsulain (vocal), Chris Rawson (guitarra), Mike Hasty (guitarra), Aaron Ruby (baixo) e Dustin Schoenhofer (bateria) e seguem na estrada promovendo o álbum “No One Can Save You From Yourself” (2016).

    A grande surpresa do line-up e uma das atrações mais aguardadas deste ano é o grupo norte-americano Excel, tradicional representante do crossover mundial, que retorna a São Paulo e estreia no Rio de Janeiro. Formada em 1983 pelo vocalista Dan Clements e o guitarrista Adam Siegel, a banda gravou três álbuns, excursionou ao lado de No Mercy, Beowülf, Suicidal Tendencies, Cryptic Slaughter, Testament, Overkill, Megadeth, entre outros. Em 1991, o Excel despertou interesse após processar o Metallica por considerar que a música “Enter Sandman” era plágio de “Tapping into the Emotional Void”,  disco “The Joke’s on You” lançado dois anos antes do clássico “Black Album”, no entanto, a ação não avançou devido a uma assessoria jurídica imprópria. Em 1996, deram uma pausa nas atividades e voltando à ativa apenas em 2012. Desde então, Dan Clements (vocal), Alex Barreto (guitarra), Shaun Ross (baixo) e Michael Cosgrove (bateria) se mantem constantemente na estrada e conquistando novos fãs em shows pelos EUA, Japão e Europa.

    Exclusivamente em Manaus, os fãs terão a oportunidade de conferir o show de retorno do Shaman com a sua clássica formação original, após 12 anos longe dos palcos. Andre Matos (vocal), Luis Maruitti (baixo), Hugo Mariutti (baixo) e Ricardo Confessori (bateria) vão executar um verdadeiro best of dos álbuns “Ritual” e “Reason”.

    O representante brasileiro em São Paulo será o Genocídio. Com mais de 30 anos de estrada, Murillo Leite (guitarra/vocal), Rafael Orsi (guitarra), Wanderley Perna (baixo) e Gil Oliveira (bateria) prometem não ser meros coadjuvantes e  vão aproveitar a oportunidade para seguir divulgando o álbum “Under Heaven None” (2017).

    Links relacionados: https://www.facebook.com/liberationmcofficial https://www.facebook.com/KreatorOfficial https://www.facebook.com/archenemyofficial https://www.facebook.com/WallsofJericho https://www.facebook.com/shamanbandofficial https://www.facebook.com/genocidiobr https://www.facebook.com/UltimateMusicPR
  • Scott Travis: Andy Sneap foi “a escolha óbvia” para o JUDAS PRIEST

    Scott Travis: Andy Sneap foi “a escolha óbvia” para o JUDAS PRIEST

    O baterista do JUDAS PRIEST, Scott Travis disse que a banda conheceu o produtor Andy Sneap bem o suficiente durante as sessões de gravação de Firepower para que eles se sentissem confortáveis para pedir-lhe para substituir o guitarrista Glenn Tipton, que teve que se afastar das atividades de turnê em tempo integral devido ao seu diagnóstico com o Mal de Parkinson. Embora houvesse muitos potenciais talentos disponíveis, o fator decisivo para contratar Sneap foi a camaradagem da banda com o britânico de 49 anos, que além de seu impressionante currículo como produtor, foi guitarrista do britânico SABBAT e atualmente toca no HELL.

    Em entrevista à ‘Bloodstock TV’ realizada antes do aparecimento do JUDAS PRIEST em 10 de agosto no festival Bloodstock Open Air deste ano, Travis e o guitarrista Richie Faulkner foram questionados se o JUDAS PRIEST tentou recriar elementos de seu som clássico em Firepower. “Eu não acho que foi uma busca consciente para recriar nada”, disse Richie. “Mas, eu acho que tem elementos que são um retorno à maneira antiga de fazer as coisas, como tocar juntos, ensaiar as músicas juntos, o que – eu acho que Scott vai poder confirmar – eu acredito que a banda não tenha feito desde Painkiller. Você entra em uma sala e ensaia. Fazia uns bons 30 anos que o JUDAS PRIEST não fazia isso. Elementos como esse são os mesmos de antes. Além disso, em relação à composição, eu acho que a banda está sempre tentando fazer algo novo ou melhor como escritores e músicos, como membros da banda e como uma banda. Eu não acho que isso tenha sido diferente em Firepower. Tudo está alinhado. Nós pegamos Tom Allom de volta como produtor, e Andy Sneap, obviamente, também como produtor. Eu não acho que houve qualquer tipo de objetivo de recriar nada do passado. Apenas o PRIEST fazendo o que PRIEST faz, e foi isso que realmente aconteceu. A equipe de produção capturou isso”.

    Falando então sobre Andy Sneap, que tem substituído Tipton ao vivo desde o início da turnê mundial de Firepower em março – enquanto ex-guitarrista K.K. Downing tem repetidas vezes manifestado seu desejo de voltar ao JUDAS PRIESTTravis afirmou: “A principal coisa que as pessoas talvez não reconheçam, especialmente pessoas que não são músicos, é que estar um uma banda tem muito a ver com camaradagem e como você se dá bem com as pessoas”, disse o baterista. “Há um milhão de caras que podem tocar guitarra, bateria e baixo, mas existe uma camaradagem. Obviamente, quando fizemos o disco com o Andy, todo mundo o conheceu muito bem. Essa é outra razão pela qual ele foi uma escolha lógica”.

    Firepower entrou para a Billboard 200 na posição número 5, a mais alta de toda a carreira do JUDAS PRIEST.

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  • MATT BYRNE diz que está chegando a hora do HATEBREED trabalhar em novas músicas

    MATT BYRNE diz que está chegando a hora do HATEBREED trabalhar em novas músicas

    O baterista do HATEBREED, Matt Byrne, disse ao “Midwest Beatdown” que a banda está se preparando para começar a escrever material para o sucessor do álbum The Concrete Confessional, de 2016. “Estávamos falando sobre trabalhar em algumas coisas novas no próximo ano – 2019”, disse ele. “The Concrete Confessional saiu em 2016, nós fizemos muitas turnês para divulga-lo internacionalmente. Nós estivemos em todos os lugares – como costumamos fazer. Nós não paramos; nós seguimos adiante, mais e mais. Então, sim, está quase na hora de voltar a um estúdio e começar a jogar algumas ideias”.

    The Concrete Confessional foi produzido e masterizado pelo colaborador de longa data do HATEBREED, Chris “Zeuss” Harris (ROB ZOMBIE, SUICIDE SILENCE, WHITECHAPEL) e mixado por Josh Wilbur (LAMB OF GOD, MEGADETH). A arte de capa foi criada por Marcelo Vasco (SLAYER).

    Em uma entrevista de 2016 com o ‘Phoenix New Times’, o frontman do HATEBREED, Jamey Jasta, disse que não há nada no caminho musical da banda que o surpreenda. “Nós viemos de uma cena em que quando uma banda explode no primeiro álbum, eles seguem esse estilo”, disse ele. “Eu não sei o que tem no punk e hardcore, mas eles querem as coisas que foram lançadas 20 anos atrás. Mesmo os garotos mais novos que entram no estilo querem o material antigo. É provavelmente por isso que somos uma banda polarizada, porque nós temos hits em todos os álbuns: praticamente com todos os álbuns nós destruímos as limitações e as probabilidades contra nós, e isso não acontece muito. Você vê a pressão dos selos ou de coisas externas, as lutas internas e as mudanças de formação destruindo as bandas. Sempre fomos capazes de sobreviver e, por qualquer motivo, isso nos torna uma banda polarizadora”.

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  • De qual álbum do CANNIBAL CORPSE Paul Mazurkiewicz tem mais orgulho?

    De qual álbum do CANNIBAL CORPSE Paul Mazurkiewicz tem mais orgulho?

    Recentemente o webzine finlandês ‘Rauta’ entrevistou o lendário baterista do CANNIBAL CORPSE, Paul Mazurkiewicz.

    Perguntado sobre qual álbum do CANNIBAL CORPSE, mais lhe orgulha Paul respondeu: “É difícil, porque, obviamente, você fica orgulhoso de todos os seus álbuns. Quer dizer, o mais especial será seu primeiro álbum. Como Eaten Back To Life poderia não ser o nosso álbum mais especial? É o primeiro álbum – foi a primeira vez que entramos em um estúdio e estávamos pegando nosso álbum, nosso CD. ‘Uau, eu não posso acreditar que temos um álbum, um CD’. E eu acho que é um ótimo álbum, é um álbum cru, um álbum puro – tão puro e cru quanto o CANNIBAL CORPSE pode ser, eu diria. E você olha para trás e diz: ‘Uau, nós criamos essas músicas tão rápido, gravamos tão rápido. Tudo aconteceu tão… não diria realmente espontâneo, mas eu acho que foi tão rápido. Você ia lá e gravava em dez dias ao invés de estar lá por dois meses, ou o que quer que seja agora. Mas sim, apenas o fato de ser nosso primeiro álbum o tornará sempre o mais especial. É o melhor? Eu não sei se é o meu favorito em geral. Eu amo The Bleeding – outro que acertamos no alvo com as composições naquela época. Quando ouvimos as músicas do The Bleeding, ficamos ‘Uau, cara. Sim, essas músicas são realmente boas músicas. Criamos algumas ótimas músicas’. Então, eu estou feliz por isso, eu gosto muito do Kill, acho que ele é um tipo de álbum de transição para nós. Por alguma razão, a composição pareceu sair um passo além do que digamos, The Wretched Spawn ou Gore Obsessed. Kill tinha algumas coisas realmente boas, que você fica, ‘Uau, cara’. Um álbum muito poderoso, eu também gosto muito de Torture, é um bom álbum, como eu disse, eu vou sentar aqui e provavelmente nomear todos os 13 antes de Red Before Black, porque eles são todos muito especiais para nós. Mas, sim, eu diria talvez aqueles quatro, claro, em particular”.

    O álbum mais recente do CANNIBAL CORPSE, Red Before Black foi lançado em novembro do ano passado pela Metal Blade Records. A sequência de A Skeletal Domain, de 2014, foi gravada na Mana Recording Studios em Saint Petersburg, Flórida, com o produtor/engenheiro de som Erik Rutan (SOILENT GREEN, BELPHEGOR, HATE ETERNAL), que trabalhou anteriormente com o CANNIBAL CORPSE em Kill (2006), Evisceration Plague (2009) e Torture, de 2012.

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  • Corey Beaulieu fala sobre os planos para comemorar os 20 anos do TRIVIUM

    Corey Beaulieu fala sobre os planos para comemorar os 20 anos do TRIVIUM

    O guitarrista Corey Beaulieu, do TRIVIUM, concedeu entrevista recente para a rádio ‘96.7 KCAL-FM’, de Riverside, Califórnia. Perguntado se a banda tem planos de comemorar os seus vinte anos de atividade em 2019, ele respondeu:

    “Eu duvido. Ninguém realmente sabia sobre a banda nos primeiros quatro ou cinco anos, a menos que você morasse em Orlando e fosse para a escola de Matt. Então, eu realmente não levo em consideração 20 anos. Obviamente, a banda tem, está ativa desde 99. Nós realmente não pensamos muito sobre isso. Eu tenho mais apreciação pelos álbuns do que pelo começo da banda. Sim, é legal. Matt estava falando sobre isso no outro dia, tipo, ‘faz quase 20 anos desde que entrei nesta banda’. Ele começou quando tinha 14 anos, então é bem legal que algo que ele começou quando ele tinha 14 anos ainda esteja ai”.

    Heafy recentemente deixou a atual turnê norte-americana da banda para estar em casa com sua esposa enquanto aguardam o nascimento dos gêmeos. Na sua ausência, o TRIVIUM está tocando em todos os shows agendados com a ajuda do ex-vocalista do KILLSWITCH ENGAGE e atual LIGHT THE TORCH, Howard Jones, com o comediante e músico Jared Dines e o frontman do AVATAR, Johannes Eckerström.

    O álbum mais recente do TRIVIUM, The Sin and the Sentence, foi lançado em outubro de 2017 via Roadrunner. O disco foi gravado com o produtor Josh Wilbur (LAMB OF GOD, GOJIRA) no Hybrid Studios, em Santa Ana, Califórnia. O álbum apresenta as primeiras gravações da banda com Bent, que se juntou à banda em 2016.

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  • David Ellefson fala sobre o ‘Megacruise’ e o novo álbum do MEGADETH

    David Ellefson fala sobre o ‘Megacruise’ e o novo álbum do MEGADETH

    A repórter Marielle Tengström, do ‘Metal Casino’, recentemente conduziu uma entrevista com o baixista do MEGADETH, David Ellefson, que valou sobre o vindouro sucessor do álbum Dystopia, de 2016:

    “As coisas estão se juntando. Aprendemos com Dystopia. Dystopia levou cerca de um ano para ser escrito. Levou mais quatro meses para gravar, fazer os overdubs, mixar – talvez mais, talvez seis meses. Então, essas coisas levam tempo e acho que dedicar o tempo certo mostra resultado. Dystopia se tornou um favorito dos fãs, um favorito dos críticos, o favorito do Grammy, então valeu a pena ter dedicar tempo para fazer ele direito. Isso é o que estamos fazendo neste novo álbum”.

    Ellefson também falou sobre o recentemente anunciado Megacruise: “Nós conversamos no ônibus provavelmente dois anos atrás – eu, Dave [Mustaine, vocais / guitarra] e o Kiko [Loureiro, guitarra], nós nos sentamos no salão da frente do ônibus da turnê enquanto estávamos dirigindo de Casper, Wyoming, para Las Vegas, foi uma viagem muito longa. Certa manhã, estávamos sentados tomando café, onde todas as boas ideias começam no MEGADETH, tomando uma xícara de café, e estávamos apenas fazendo um brainstorming sobre coisas diferentes que poderíamos fazer além de um novo álbum, sair em turnê. O cruzeiro foi uma dessas coisas. O que se tornou o Megadeth Boot Camp foi outra ideia que tivemos. Então, é bom ver essas ideias se concretizarem. Elas levam algum tempo para montar. Mas é divertido poder fazer algumas outras coisas, que expandem este tipo de experiência VIP para os fãs, diferentes maneiras que eles podem estar próximos da banda, em um nível muito mais pessoal. Eu acho que com o cruzeiro, vamos faremos algo diferente da maioria dos outros cruzeiros de rock and roll. É uma boa programação. É pesado. É o que um fã de metal quer ver. Eu acho que é muito focado e será muito divertido”.

    O próximo trabalho do MEGADETH marcará o primeiro lançamento do grupo com o baterista Dirk Verbeuren, que se juntou oficialmente ao grupo há mais de dois anos.

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