Eddie Van Halen, Yngwie J. Malmsteen, Jason Becker, Michael Romeo, Derek Frigo e Harry K. Cody. Essas são algumas das influências do novo guitarrista do Maquinarios. A banda catarinense que andava um tempo sem dar notícias confirmou Vinnie Aguiar como seu quarto integrante.
Desde o início do mês a banda de Chapecó vinha dando pistas em suas mídias sociais sobre uma novidade. Alguns fãs imaginaram que já seria um novo trabalho, sucessor do excelente Intacto, lançado em 2015 e que colocou o Oeste de Santa Catarina no mapa do metal nacional. De acordo com o vocalista Watson Silva, Aguiar vem para colaborar na nova sonoridade que o grupo adotará, sem ainda explicar qual será essa pegada. Certamente, pelas influências do guitarrista, é justo imaginar que o agora quarteto vai se embrenhar em mais peso e qualidade que já havia comprovado na estreia.
Aguiar nasceu em Joaçaba (SC) e é fã de Stoner, Hard Rock e Heavy Metal. “Ele já acompanhava o Maquinarios desde 2015. As ideias musicais e de business se casaram na hora”, revela Silva. No próximo dia 23, o Maquinarios pretende fazer uma apresentação no seu canal de YouTube para mostrar os novos elementos ao público. Completam o time Matheus Andrighi (baixo) e Diego Massola (bateria).
Enviado por: Alessandro BonassoliEdições avulsas, assinatura física e digital.Conheça a nossa Roadie Crew Shop – acessehttps://roadiecrew.com/roadie-shop
A lenda do death metal polonês Vader, que se apresentará no dia 19 de maio no Manifesto Bar, em São Paulo, abriu as vendas do meet & greet, válido para 20 pessoas que têm ingresso ou que pretendem adquiri-lo através do site da Ticket Brasil (https://goo.gl/UvjdtM).
Desde que apareceu no cenário com “The Ultimate Incantation” (1992), o grupo polonês Vader passou de revelação para referência no death metal. Atualmente, o fundador e o vocalista Piotr “Peter” Wiwczarek, acompanhado por Marek “Spider” Pająk (guitarra), Tomasz “Hal” Halicki (baixo) e James Stewart (bateria) divulgam não só faixas recentes do álbum “The Empire” (2016). O repertório do show “The Ultimate Incantation – 25 Years of Chaos”, que ocorrerá no dia 19 de maio no Manifesto Bar, em São Paulo, contemplará clássicos de toda a discografia. “Acredito que a melhor promoção é convidar alguém para nos ver ao vivo. Lá você ouve uma mistura de músicas de todas as décadas. É o melhor convite para conhecer o nosso império!”, declarou Peter em entrevista à revista Roadie Crew.
O mais recente lançamento é a coletânea “Dark Age” (2017), que traz a regravação de faixas do debut, “The Ultimate Incantation”. Faixas como “Testimony”, One Step to Salvation”, “Demon’s Wind” and “Breath Of Centuries” foram registradas em novembro do ano passado, enquanto “Dark Age”, “Vicious Circle”, “The Crucified Ones”, “Final Massacre”, “Chaos” e “Reign-Carrion”, gravadas nas sessões para “XXV” (2008), foram remixadas e remasterizadas, algumas com novos vocais de Peter.
Além do death metal, seja a vertente clássica ou a mais brutal, o Vader também caminha pelos lados do metal tradicional, speed e thrash. “Somos fãs de heavy metal e começamos com bandas como Black Sabbath, Judas Priest, Saxon, Accept etc.”, afirmou Peter, que estará pela sexta vez tocando para os fãs brasileiros.
A abertura do evento ficará a cargo do Venomous, formado por Tigas Pereira (vocal), Guilherme Calegari e Ivan Landgraf (guitarras), Alexandre Bonal (baixo) e Lucas Prado (bateria). O grupo paulistano se prepara para lançar “Defiant”, seu álbum de estreia. “O Vader, embora seja uma lenda do death metal, começou fazendo heavy metal tradicional e faz um som com versatilidade e técnica”, observou o guitarrista Ivan Landgraf.
Entre as faixas do álbum de estreia está “A New Beginning”, que foi o primeiro videoclipe. “Ela marcou o início do desenvolvimento de nossa sonoridade, combinando o peso dos timbres com a variação de ambientes e ritmos”, explicou o guitarrista Guilherme Calegari. “Nela, abordamos como nossos apegos materiais nos desviam de sentimentos humanitários, nos levando a viver vidas vazias e cheia de ressentimentos. Porém, ainda existe esperança de mudarmos esse desastroso futuro se apenas nos permitirmos ser nós mesmos, acreditando em nossos sonhos e nas outras pessoas.”
Vader em São Paulo:
Abertura: Venomous
Data: 19 de maio (sábado)
Horário: 18h
Local: Manifesto Bar
Endereço: rua Iguatemi, 36, no bairro do Itaim Bibi, em São Paulo/SP
Ingressos: R$ 90 (pista promo)
Meet & Greet: R$ 90,00 (para 20 pessoas que tiverem adquirido o ingresso)
Venda online na Ticket Brasil: https://goo.gl/UvjdtM
Fone: (11) 3168-9595 | WhatsApp (11) 94747-5883
Cartões: Visa, Mastercard, Elo, American Express e Dinners
Débito: Visa Electron, Maestro, Rede Shop
Censura: 16 anos
Acesso a deficientes / ar condicionado
Wi-fi: a casa possui acesso a internet sem fio
Serviço de Vallet: R$ 20,00
E-mail: [email protected]
Site: www.manifestobar.com.br
A veterana banda de Crossover/Sludge/Southern Metal, Corrosion Of Conformity (ou simplesmente C.O.C.) desembarca no Brasil nessa semana, onde fazem dois shows; São Paulo, no dia 12/05, no Vic Club, e no Rio de Janeiro no dia 13/05, no Teatro Odisseia. Os shows fazem parte da turnê que a banda fará pela América Latina, com shows na Argentina, Chile e México.
Em SP haverá abertura das bandas Uganga e Axes Connection.
O C.O.C. está divulgando seu último trabalho, o excelente “No Cross No Crown”, que acaba de ser lançado, e tem tido uma repercussão muito positiva.
O guitarrista – e também vocalista – Woody Weatherman gravou um vídeo, onde convida os fãs para os shows. Assista:
Na sexta a banda participa de um evento onde haverá uma sessão e autógrafos na Woodstock Discos (R. Dr. Falcão Filho, 157, Metrô Anhangabaú, São Paulo), das 19h30 às 20h30h. Para mais informações, acesse a página do evento:
A formação atual é bastante celebrada, já que além dos três membros originais, Mike Dean (baixo e vocal), Woody Weatherman (guitarra e vocal) e Reed Mullin (bateria e vocal), está de volta (desde 2014), o guitarrista e vocalista Pepper Keenan (Down), aquele que muitos citam como o responsável pela sonoridade dos anos 90, até os dias atuais.
Formado em 1982, em Raleigh, na Carolina do Norte, E.U.A., o C.O.C. surgiu como um trio de Punk, logo passou a fazer o que se começou a chamar na época de “crossover” (mistura de Metal e Punk), e depois enveredou por caminhos como o Sludge e Southern Metal, criando algo bastante original.
Ao todo, são dez álbuns de estúdio, cinco EP’s e um álbum ao vivo, sendo o já citado “No Crosso No Crown” o mais recente. Impossível não destacar os maravilhosos, “Eye For An Eye” (84), “Animosity” (85), “Deliverance” (94) e “Wiseblood” (96).
SERVIÇO – São Paulo
Solid Music Entertainment orgulhosamente apresenta: Corrosion Of Conformity
Data: 12/05/2018
Horário: 16:00 – 22:00
Local: Vic Club – R. Marquês de Itu, 284 – Vila Buarque – São Paulo / SP (Proximo a Estação Republica (linha vermelha/ linha amarela do metro)
Uma das revelações do Thrash Metal mineiro, o Ravenous Mob, lançou recentemente seu primeiro full da carreira. O disco “Among The Mob” concentra nova furiosas faixas que mostram toda a qualidade musical em destilar riffs pesados do grupo.
O álbum “Among the Mob” está disponível para audição completa nas principais plataformas de Streaming do mundo. Usuários de Spotify, Deezer, ITunes, Google Play, Napster, Soundcloud, podem procurar pela banda que facilmente encontrarão o disco para audição.
O Ravenous Mob vem preparando algumas novidades em relação ao novo álbum e promete que muito em breve um novo clipe, o primeiro da banda, estará disponível para os fãs apreciarem visualmente o trabalho do grupo.
Pode a expectativa por um show ser maior por causa do novo disco do que necessariamente pela própria banda? Diga-se de passagem, não é uma banda qualquer, e seria o primeiro show completo dela no Rio de Janeiro. Sim, pode. O Moonspell havia causado boa impressão no Palco Sunset do Rock in Rio em 2015, mas o festival não é um evento carioca, então a noite no Teatro Odisseia ganhou ares especiais por causa do mais recente disco do grupo português, o excelente “1755”, que conta a história do terremoto que fez enorme estrago e em Lisboa, principalmente, tirando a vida de milhares de pessoas no dia 1º de novembro do ano que dá nome ao álbum.
E o Moonspell não decepcionou. Ao apresentar oito das dez músicas do trabalho conceitual – considerando a nova leitura de “Em Nome do Medo”, originalmente gravada em “Alpha Noir” (2012), e “Lanterna dos Afogados”, cover dos Paralamas do Sucesso –, Fernando Ribeiro (vocal), Ricardo Amorim (guitarra), Aires Pereira (baixo), Pedro Paixão (teclados) e Miguel Gaspar (bateria) fizeram um daqueles shows para ficar guardado na memória. E nem é preciso ficar imaginando como poderia ter sido melhor caso o cenário de palco pudesse ser comportado num palco maior do que o do acanhado espaço na casa de shows localizada na Lapa.
Não mesmo, porque não se deve levar em consideração o pano de fundo, os apetrechos que enfeitam o posto de Paixão ou uma iluminação de primeira e jamais vista no Teatro Odisseia, acostumado a oferecer apenas um jogo monocromático de luzes vermelhas. O novo show do Moonspell vai muito além disso, afinal, Ribeiro o transforma num belo espetáculo teatral, e o início, com quatro canções de “1755”, é simplesmente matador. Com uma lamparina na mão, o vocalista chamou para si todas as atenções na abertura com “Em Nome de Deus”, que contou com a participação ativa do público cantado cada palavra da letra. Emocionante.
A ótima faixa-título trouxe Ribeiro paramentado de médico, mas nada de sobretudo branco. A roupa escura tinha uma máscara que se destacava do chapéu e da capa, e era a máscara com bico que os profissionais da área da saúde usavam para se proteger no caso de o paciente ter alguma doença infecto-contagiosa. De fato, um trabalho do nível de “1755” merecia um tratamento visual à altura, e os fãs não ficaram atrás: deu gosto ver a plateia cantando “In Tremor Dei” (que música!) e “Desastre”. As letras em português são um facilitador, sem dúvida, mas o conteúdo, musical inclusive, tem que ser de qualidade.
“Night Eternal”, do álbum de mesmo nome, lançado dez anos atrás, contou com aquela iluminação especial mencionada parágrafos acima, e “Opium” continuou a viagem pelo material mais antigo. “Vamos fazer uma passagem de pouco mais de 200 anos no tempo”, disse Ribeiro antes de anunciar esta e “Awake!”, músicas tiradas de “Irreligious” (1996), reforçando que aquela noite de quarta-feira era destinada a uma aula de História. Se havia alguma dúvida, “Ruínas” causou novo frisson na pista, e o vocalista não se conteve: “Obrigado pela gentileza! Fantástico!” Realmente, porque a recepção ao novo material foi uma agradável surpresa numa época em que um sem-número de grupos lança discos apenas para ter uma razão para sair em turnê, na qual o passado é o principal alvo.
No caso do Moonspell, mesmo a dobradinha “Breathe (Until We Are No More)” e “Extinct”, de “Extinct” (2015), fez bonito – a canção que dá nome ao disco teve seu refrão recebido de braços abertos e sorriso no rosto pelos fãs. Olhando para frente, o quinteto português atacou com a sensacional “Evento” e em seguida conseguiu fazer ainda melhor, porque “Todos os Santos” foi o grande momento do show – o nome faz referência à data do desastre, o feriado Dia de Todos os Santos. Não bastasse ser uma das melhores músicas de “1755”, senão a melhor, contou com outra performance teatral de Ribeiro – que empunhava uma cruz com dois feixes de luz vermelha – e um lindo coro dos fãs no refrão. Foi de arrepiar.
Poderia ter acabado aí que já teria valido o ingresso, mas imagine você o que foram “Vampiria” e “Alma Mater”… Antes do primeiro clássico, Ribeiro convocou a “galera” – “Como se diz aqui no Rio de Janeiro”, lembrou – a gritar bem alto. Foi atendido. Antes do segundo clássico, ele, que já havia declarado ser o Rio “a cidade mais bonita e portuguesa do Brasil”, mostrou estar ciente dos problemas que os cariocas vêm enfrentando numa cidade que vem namorando a falência – econômica, política, social, ética e moral – e está à mercê da violência: “Diante de tudo que vocês estão enfrentando, agradeço por terem vindo nos ver.” E arrisco dizer, sem medo, que foi em respeito e gratidão a esses fãs que Ribeiro desceu ao pit e cantou “Alma Mater” com eles e para eles.
A bela versão de “Lanterna dos Afagados”, enriquecida pelo teatro de Ribeiro no palco, antecedeu o bis que começou com “Everything Invaded” e cresceu rumo a um encerramento apoteótico. “Com esse sinal nas mãos, ajudem o Moonspell a conclamar o nome de Mefisto”, pediu o frontman, referindo-se ao chifrinho – aquele imortalizado por Ronnie James Dio – e anunciando “Mephisto”. Ao fim do clássico, as palmas e os gritos vindos da plateia. “Fantástico!”, bradou o vocalista, que voltou seus elogios à “galera do Rio”: “Vocês vão no nosso coração, como um povo irmão.” E a aguardada “Full Moon Madness” encerrou um show que é forte candidato a um dos melhores do ano no Brasil.
A lendária banda de death metal MORBID ANGEL lançou o inquietante novo vídeo de Garden Of Disdain, do mais novo disco da banda, Kingdoms Disdained.
“Minha intenção é criar um paralelo visual com a música”, explica Sadek, “foi um bônus ter a oportunidade de usar a iconografia suméria, símbolos obscuros do passado pré-histórico, como o Merkaba, um navio de galáxias à deriva.”
“Nader elaborou alguns dos efeitos visuais mais interessantes e sombrios que eu já vi”, diz o baixista/vocalista do MORBID ANGEL, Steve Tucker. “Ficamos animados em trabalhar com ele e ver nossas ideias musicais colocadas em seus visuais incríveis!”
O MORBID ANGEL está atualmente no meio de uma turnê pelos Estados Unidos. A jornada de um mês começou em 16 de abril e vai até 17 de maio, com o suporte do ORIGIN, DREAMING DEAD e HATE STORM ANNIHILATION.
Kingdoms Disdained foi lançado em dezembro pela Silver Lining Music nos EUA e na JVC no Japão. O álbum também ganhou uma versão nacional via Hellion Records. A nova parceria de Trey Azagthoth com Steve Tucker, foi gravada no Mana Studios em St. Petersburg, Flórida e produzido pelo MORBID ANGEL ao lado de Erik Rutan (CANNIBAL CORPSE, HATE ETERNAL, SIX FEET UNDER, BELPHEGOR).
Ao lado de Azagthoth e Tucker durante as sessões de gravação de Kingdoms Disdained, esteve o baterista Scotty Fuller (ANNIHILATED; ex-ABYSMAL DAWN)
O MORBID ANGEL anunciou em janeiro de 2017 a adição de Dan Vadim Von (guitarrista/vocalista da banda americana de death metal VADIMVON) à formação, na segunda guitarra. Ele se juntou ao grupo como substituto do guitarrista norueguês Destructhor (Thor Anders Myhren), que deixou a banda há três anos.
Na primeira metade da década de 1990, ‘Matando Gueros’ (1993) e ‘Raza Odiada’ (1995) revolucionaram a música pesada mundial com um death/grind violento, sujo, com letras em espanhol repletas de ironia. O enigma em torno da identidade dos músicos e os rumores de que se tratavam de personagens conhecidos do cenário, o Brujeria de imediato construiu uma carreira de sucesso, hoje consolidada com mais dois discos – ‘Brujerismo’ (2000) e ‘Pocho Aztlan’ (2016). Agora com status de banda clássica, retorna ao Rio de Janeiro no dia 17 de maio (quinta-feira), em apresentação no Teatro Odisseia.
O Brujeria tem quase 30 anos. Foi formado em 1989, no México, por músicos locais e norte-americanos com descendência latina. À época, sem a urgência em que a internet expõe os fatos nos dias atuais, ocultar os nomes reais dos músicos e alimentar boatos sobre seus rostos e também quanto a temas polêmicos e ilícitos, ajudou a criar uma mística em torno da banda, que logo estava fazendo muitos shows, com clipes na MTV e contrato com a Roadrunner.
Sempre capitaneada pelo vocalista Juan Brujo, o Brujeria já teve inúmeras formações, com músicos do alto escalão do heavy metal na linha de frente. Hoje, é completada por Hongo Jr. (pseudônomo do baterista Nick Barker, ex-Cradle of Filth, Dimmu Borgir), El Sangrón (vocal), Fantasma (vocal), Hongo (baixo), Pinche Peach (vocal), Bruja Bichie (vocal) e Guero III.
O novo show do Brujeria na capital carioca acontece dois anos depois da bem-sucedida F*** Donald Trump Tour, que ainda passou por outras cidades da América Latina. Matando Güeros, La Migra, Brujerizmo e Consejos Narcos são alguns dos clássicos absolutos da banda que prometem incendiar o Rio de Janeiro na próxima semana.
Junto ao Brujeria, se apresentam no Teatro Odisseia a partir das 19 horas as nacionais No Trauma e Ataque Periférico. A produção local é da Obscur. Produções, que já co-realizou a última turnê do Kadavar (Alemanha), foi a responsável pela passagem do lendário Pestilence ao RJ e trará o Mayhem à capital carioca no dia 8 de junho.
Ingresso: 3º lote antecipado promocional: R$ 90 (até a véspera do show, online ou nos pontos de venda)
Na hora: R$ 110 meia ou meia social com 1kg de alimento não perecível / R$ 220 inteira. Online: https://bit.ly/brujeria-rj
Pontos de venda física
Méier – Loja Inside Rock – Av Amaro Cavalcanti, 157 – dinheiro e cartão Barra – Loja Rockn Roll – Shopping Via Parque – somente dinheiro Catete – Sempre Música Discos – Rua Corrêa Dutra 99 sobreloja 216 – somente dinheiro Niterói – Kasamata – Rua da Conceição, 101, SL 55 – somente dinheiro
O Golpe de Estado acaba de lançar seu novo álbum, o disco “Ao Vivo 30 Anos”, que marca o sucesso da turnê de três décadas que a banda realizou durante o ano passado.
Em São Paulo eles fazem show de lançamento do CD na semana que vem. O show acontece no dia 11/05 (sexta), no Teatro Eva Wilma (Rua Antônio de Lucena, 146 – Tatuapé, São Paulo), com a participação especial do eterno vocalista da banda, Catalau.
A banda gravou um vídeo onde convida a todos para o show. Assista:
Com 30 anos de carreira e um legado indiscutível no rock nacional, autora de hits absolutos como “Caso Sério”, “Paixão”, “Noite de Balada”, “Não é Hora” e diversas outras, a banda Golpe de Estado está de volta para comemorar essa expressiva marca em sua carreira.
Mesmo após o falecimento do ícone Helcio Aguirra (guitarra), o baixista e fundador Nelson Brito decidiu se juntar ao seu ex-companheiro de banda Roby Pontes (bateria), com o guitarrista Marcelo Schevano (Carro Bomba / Casa das Máquinas) e o vocalista João Luiz (Casa das Máquinas) para uma nova turnê. A banda também conta com o apoio de Matheus Shanoski (teclados) e vem passando por diversas cidades do Brasil levando o que o Golpe sempre primou; um hard rock de qualidade, com letras ácidas em português.
O CD foi gravado na Clash Club em São Paulo, em 2017, e mixado no Orra Meu estúdio, será duplo em formato digipack e contará com 23 faixas. O álbum teve a participação especial de Catalau (que cantou em 7 músicas), Rogério Fernandes (Carro Bomba-ex Golpe de Estado), Luís Carlini (Tutti Frutti) e Andreas Kisser (Sepultura). O CD sairá via Voice Music e tem lançamento previsto para primeira metade de abril!
SERVIÇO:
Live Co. Apresenta:
Show de lançamento do CD “GOLPE DE ESTADO – 30 anos” com participação especial de Catalau.
Sexta-feira, 11 de Maio.
Local: Teatro Eva Wilma (Rua Antônio de Lucena, 146 – Tatuapé)
A banda paulista SILVER MAMMOTH confirmou que disponibilizará, no próximo dia 25 de maio, a sua versão de “White Line Fever”, clássica do Motörhead, em todas as plataformas digitais.
“White Line Fever” foi registrada pelo SILVER MAMMOTH originalmente para ajudar a compor o track list do tributo “Going To Brazil… The Brazilian Tribute Of Motörhead”. disponibilizado pelo selo britânico Secret Service Records.
O álbum foi lançado na Europa no seu formato físico no primeiro semestre de 2017, e conta também com as presenças de bandas como: Ratos de Porão, Torture Squad, Claustrofobia, Genocídio, Matanza, Attomica, Nervochaos, entre outras.
Em paralelo, o SILVER MAMMOTH confirmou que continua com a sua agenda de shows aberta, em suporte ao lançamento do seu novo trabalho, “Silver Mammoth Singles”.
Para mais informações sobre como contratar o grupo, para shows no Brasil e exterior, basta entrar em contato através do e-mail[email protected].
Para mais informações sobre as atividades da banda SILVER MAMMOTH e dos demais artistas da empresa, basta entrar em contato com a MS Metal Press através do e-mail[email protected].
No último dia 20 o Faces of Death anunciava oficialmente o desligamento do seu até então guitarrista, Carlos Marins. Pouco mais de 20 dias do anúncio a banda informa que já possui um novo integrante.
Felipe Rodrigues assume as cordas das guitarras e já tem confirmada sua participação nas composições e gravações do novo álbum que está sendo trabalhado pelo grupo. Com passagens pelas bandas Just Remains (Thrash Metal) e por bandas tributos do Iced Earth e Ozzy Osbourne, o músico foi escolhido como o homem certo para o posto.
O guitarrista revela em breve depoimento ter tido interesse em assumir a vaga na banda quando o grupo estava à procura de um guitarrista logo ao seu retorno as atividades: “Eu acho incrível estar no Faces of Death. Já acompanhava a banda por meio do Silvio (baixista), que sempre me mostrava a divulgação da banda na internet. Fiquei sabendo quando o grupo trocou de guitarrista, com a entrada do Batata (Carlos Marins). Nessa época eu já tinha interesse em ter entrado na banda. Um dos motivos é saber que no Faces of Death eu vou tocar o estilo que curto, com músicos sérios com visão de crescimento. Muito honrado em fazer parte desse time e ter liberdade de fazer meus solos e tocar no meu estilo”.
Atualmente a banda Faces of Death está em processo de gravação das novas músicas, que estarão disponíveis no novo registro do grupo. Ainda não foram reveladas maiores informações sobre o novo disco, mas sabe-se que será oficialmente lançado ainda em 2018.
Formação:
Laurence Miranda – vocal, guitarra
Felipe Rodrigues – guitarra
Sylvio Miranda – baixo
Sidney Ramos – bateria