Categoria: Roadie News

  • TOY DOLLS / FACA PRETA / EXCLUÍDOS – São Paulo/SP, 12 de agosto de 2018

    TOY DOLLS / FACA PRETA / EXCLUÍDOS – São Paulo/SP, 12 de agosto de 2018

    Os oito anos que separavam o Toy Dolls do público paulistano não foram suficientes para fazer o grupo inglês perder a sua base de fãs por aqui. Pelo contrário. Prova disso é que, assim que a produtora Powerline anunciou, em meados de janeiro, o retorno do grupo britânico à capital paulista, as vendas de ingressos foram tão intensas, que o show que, a princípio, aconteceria no modesto Fabrique Club, acabou sendo transferido para o Carioca Club, que tem estrutura para receber um número bem maior de pessoas. E mesmo com a mudança de local todos os ingressos foram vendidos. O que foi bom para aquecer quem saiu de casa no último dia 12 de agosto, em que tivemos em São Paulo uma das noites mais frias do ano. E se casa lotada expulsa o frio, as bandas paulistanas Faca Preta e Os Excluídos aqueceram ainda mais o público, fazendo o ‘opening act’ para o aguardado trio europeu.

    Em meia hora de set, o Faca Preta, grupo de street punk formado em 2013, foi beneficiado por uma boa qualidade de som, que se manteve bem regulada do início ao fim de sua apresentação. Fabiano Santos (vocal), Anderson Boscari e Dudu Elado (guitarras), Shamil Carlos (baixo) e Marcelo Sabino (bateria) mesclaram o setlist com músicas do homônimo EP de estreia, lançado em 2015, a outras ainda inéditas, que deverão integrar o debut intitulado “Resistir”, que nesse exato momento já está sendo gravado. Em certos aspectos, uma música ou outra do Faca Preta remetia ao som da veterana banda conterrânea Blind Pigs. As energéticas “Até o Último Dia” e “O Caminho das Ruas”, as empolgantes “Coração Libertário”, “Cães de Rua”, “São Paulo”, o cover do grupo inglês Cock Sparrer para “Riot Squad” – essa com participação do vocalista Leandro Carbonato (Grindhouse) – e a derradeira “Lutando de Braços Cruzados” se destacaram. O Faca Preta fez um show correto, que lhe rendeu aplausos no final, e deixou bons fluídos para a atração seguinte.

    Cerca de 25 minutos depois, foi a vez d’Os Excluídos assumirem o palco. A sensação de nostalgia foi bacana ao ver o visual de Ronaldo Lopes (vocal e guitarra), André Larcher (guitarra), Caio Klasing (baixo) e Raphael Menuzzo (bateria) composto de topetes, suspensórios, jeans, camisas e (no caso de Lopes e Klasing) jaquetas de couro – isso sem contar a tradicional lágrima pintada em seus rostos. No início do set o som estava um pouco baixo, mas não demorou a melhorar. No repertório, o veterano grupo, que em 2018 completa 20 anos de existência, apresentou músicas do EP “Antes de Tudo” (2004) e de “Meus Dilemas” (2014), álbum que foi lançado pelo selo Red Star Recording, de propriedade de Jefferson, baixista e vocalista do lendário Agrotóxico. As mais legais foram a ótima “Dia Ideal”, as já conhecidas dos fãs da banda, “Novo Início” (que música!), que tem um refrão que simplesmente gruda na mente, e “Km 77” – tocada após Lopes mencionar Redson, vocalista do Cólera, falecido em 2011 -, além de “Plano Perfeito”, “Eu Não Quero” (que lembrou Misfits, da fase com Michale Graves) e “O Show Não Pode Parar”, um punk 77 que deu números finais a apresentação d’Os Excluídos. Alguns fatores que chamaram atenção na performance do grupo foram a presença de palco dos músicos, os backing vocals bastante presentes, e as ótimas linhas vocais guiadas por Ronaldo Lopes, que tem como diferencial um estilo de cantar bem peculiar e empolgante de ouvir.

    Passados quarenta minutos, finalmente era chegada a hora de o público paulistano conferir a grande atração da noite, o trio de Sunderland, Toy Dolls. Após breve e hilária introdução mecânica, com direito a trecho do hit “Hello” (Lionel Richie), Michael “Olga” Algar (vocal e guitarra), Tom “Tommy Goober” Blyth (baixo e vocal) e Duncan “The Amazing Mr. Duncan” Redmonds (bateria e vocal) entraram fazendo caras e bocas, trajando terninhos idênticos e usando seus famosos óculos diferentões. Os três até deram início com a comemorada “Fiercy Jack”, mas um problema com a guitarra de Olga obrigou a banda a pará-la. O líder da banda, que parece nunca envelhecer, fez graça com a situação e riu das vaias de brincadeira da plateia.  Assim que o roadie o ajudou a resolver o problema, ele e seus companheiros recomeçaram a música do clássico álbum de estreia “Dig That Groove Baby” (1983), sendo acompanhados em uníssono pelo público. A sequência com “Cloughy is a Bootboy!” deu início as divertidas coreografias da dupla de cabelos cor ‘pink’, Olga e Goober, que começou mandando alguns passinhos. Foi diversão garantida do começo ao fim do show. E dá-lhe trocas de roupas, mais coreografias, chutes pro alto e, acima de tudo, muito punk rock humorado e de qualidade. A pista era só alegria.

    O Toy Dolls não veio divulgar nenhum disco novo, assim sendo, a maior parte do repertório foi baseada em seu bem sucedido álbum de estreia. A qualidade de som estava um primor, o que possibilitou sacar que, apesar das gozações, Olga é um músico diferenciado, que compõe arranjos de guitarra muito criativos, que se por um lado não são técnicos, por outro também não são tão fáceis de serem tocados – leve em conta que são executados ao mesmo tempo em que o músico está não só concentrado em cantar linhas malucas que cria para os vocais, mas também em entreter o público e em não errar as coreografias. A instrumental “Toccata In Dm” deixou isso ainda mais claro. Não é a toa que Jão, guitarrista do Ratos de Porão, sempre menciona Olga como sua maior influência. Um dos momentos mais hilários que o vocalista/guitarrista proporcionou aos fãs aconteceu em “Lambrusco Kid”. Olga recusou duas garrafas normais de bebida, trazidas pelo roadie, e só ficou satisfeito quando ganhou uma inflável que era gigante. Então ele a mirou para o público e deu um tiro que culminou em chuva de papel laminado picado.

    Dando sequência, clássicos vieram aos montes: “Up the Garden Path”, “Dougy Giro”, “Spiders in the Dressing Room” e por aí vai. Mas o grande momento aconteceu mesmo no maior hino da banda, a explosiva “Nellie the Elephant”. Nessa, era ensurdecedor cada vez que a plateia fazia o famoso coro “ooooooohhhhhh”, que proporciona uma tensão divertida antes de cair no refrão. Ainda vieram várias outras músicas, acompanhadas, claro, de mais coreografias, o que faziam os fãs caírem na gargalhada. Foi o caso de “Wipe Out”, cover da banda de surf music dos anos 60, The Surfaris, em que Olga e Goober giravam seus instrumentos de maneira sincronizada. A banda fez dois bis e então se despediu com “She Goes to Finos”, em que ao final uma chuva de bexigas negras caíam do teto. Pena que a trinca “Theme Tune”, “Bless You My Son” e “My Girlfriend’s Dad’s a Vicar”, que haviam sido tocadas dois dias antes em Curitiba, tenha ficado de fora. Confesso que senti falta também de “Queen Alexandra Road Is Where She Said She’d Be, But Was She There to Meet Me… No Chance” e, principalmente, da ótima “Worse Things Happen at Sea”. Mas não há o que reclamar. Assisti muitos shows internacionais em 2018 e posso afirmar que esse foi, de longe, o mais divertido de 2018. O que não é de se estranhar, afinal, que banda é capaz de arrancar tantas gargalhadas do público quanto o Toy Dolls? E que esse veterano grupo volte logo, ainda mais agora que está preparando álbum novo.

    TOY DOLLS – Set List: Intro Fiery Jack Cloughy is a Bootboy! Bitten By a Bed Bug The Death of Barry the Roofer with Vertigo Up the Garden Path Dougy Giro Spiders in the Dressing Room Nellie the Elephant Fisticuffs in Frederick Street She’ll Be Back with Keith Someday Idle Gossip The Lambrusco Kid Toccata In Dm Alec’s Gone Harry Cross (A Tribute to Edna) Wipe Out (cover do The Surfaris)   Bis: When the Saints Go Marching in Glenda and the Test Tube Baby Dig That Groove Baby   Bis: She Goes to Finos   OS EXCLUÍDOS – Set list: Dia Ideal Novo Início Tempestade Plano Perfeito Km 77 Eu Não Quero Brilho no Olhar Qual é Seu Medo? Minha Vida É Cheia de Som e Fúria As Ruas Te Esperam Jogo de Azar O Show Não Pode Parar   FACA PRETA – Set list: Donos do Futuro Essência Até o Último Dia Resistir O Caminho das Ruas Coração Libertário Cães de Rua Dias Melhores Riot Squad (Cover do Cock Sparrer) São Paulo Lutando de Braços Cruzados
  • UNLEASHED: Confira a nova música “Lead Us Into War”

    UNLEASHED: Confira a nova música “Lead Us Into War”

    O ‘lyric video’ oficial da música Lead Us Into War, dos veteranos do death metal sueco UNLEASHED, pode ser visto abaixo. A faixa é tirada do 13º álbum da banda, The Hunt For White Christ, que será lançado em 26 de outubro pela Napalm Records.

    Quando se trata do death metal sueco, o movimento tradicional de Estocolmo ou mesmo do death metal como um todo, há uma banda que você deve mencionar: UNLEASHED! Formado em 1989 pelo vocalista / baixista Johnny Hedlund, o UNLEASHED vem entregando o death metal supremo desde o primeiro dia. Lidando com as tradições e valores Viking, e aperfeiçoando seu ofício, eles se tornaram pioneiros do metal extremo, musicalmente e liricamente, inspirando legiões de outras bandas com seu som.

    The Hunt For White Christ é o quarto álbum da história continuada do Mundo de Odalheim e seus guerreiros de Midgard – uma história de autoria do próprio Johnny Hedlund, composta pelo passado, presente e o que Hedlund considera o futuro das tradições e valores Viking. O álbum foi gravado no outono de 2018 no Chrome Studios, e não marca apenas o 13º álbum completo dos suecos, mas também solidifica o impacto da banda na história, abrindo caminho para o seu 30º aniversário em 2019. Três décadas de ataque metálico, e eles não perderam a força, nem o amor deles pelo caos do puro death metal.

    Hedlund fala sobre The Hunt For White Christ: “No caminho para o aniversário de 30 anos da banda em 2019, vem o lançamento do nosso 13º álbum, The Hunt For White Christ.

    “A banda está muito ansiosa para conhecer nossos guerreiros em todo o mundo em turnês e festivais, e ouvir seus comentários sobre o novo álbum. E não se engane, Odalheim será nosso! Deixe a caçada começar!”

    A Napalm Records declara: “Estamos muito felizes com o lançamento do The Hunt For White Christ pela instituição sueca de death metal UNLEASHED. Nos negócios há quase três décadas, eles provaram sua posição e excelência para fãs de todo o mundo. Prepare-se para este monumento brutal pelos mais destacados vikings suecos!”

    UNLEASHED tem apresentação marcada no Brasil em 2018. A banda sueca é uma das atrações do tradicional Extreme Hate Festival. A sexta edição do festival ocorre em 9 de dezembro de 2018, e traz o UNLEASHED como principal atração. Ao lado dos gigantes suecos estarão outros gigantes da música extrema, como é o caso do lendário MASTER. O ‘line-up’ desta edição conta ainda com ABYSMAL DAWN, os holandeses do CARACH ANGREN e as atrações brasileiras GUTTED SOULS NERVOCHAOS.

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  • ENDRAH: assista apresentação ao vivo no Estúdio Showlivre

    ENDRAH: assista apresentação ao vivo no Estúdio Showlivre

    A banda Endrah se apresentou no Estúdio Showlivre e mostrou a sua conhecida mistura de thrash, death metal e hardcore com muita energia e qualidade. O grupo mostrou para os fãs e o apresentador Clemente a nova formação com Relentless (vocal), Covero (guitarra), Henrique Pucci (bateria) e Adriano Vilela (baixo).

    Assista apresentação do Endrah no Showlivre: https://www.facebook.com/showlivre/videos/10156321886913145/

    Além desta apresentação, o Endrah está de volta com um novo single, “Your Life Deleted”, lançado pela Distilled Entertainment em todo o mundo. Esta nova música traz o novo baterista, Henrique Pucci, ex Project46 / Paura. A banda Endrah foi co-fundada em 2003 com Billy Graziadei, famoso pela Biohazard. A banda apresenta Extreme Fight Metal, que é uma mistura de thrash, death metal e hardcore.

    Os músicos da Endrah já se apresentaram ao lado de nomes como Hatebreed, Brujeria e Unearth no Brasil e tem como destaque oito turnês no Brasil. A banda também excursionou pelos EUA em 2011. Atualmente, a Endrah está escrevendo novos materiais e planejando tours pelos EUA, Europa e América do Sul.

    A banda é patrocinada por várias empresas e tem sua própria equipe Endrah de lutadores profissionais de nível de campeão de MMA. Mais informações sobre os próximos lançamentos da banda serão divulgados em breve nas redes sociais.

    Links relacionados:

    https://www.facebook.com/endrah/

    https://www.endrah.com/

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  • Marcelo Vasco e Rafael Tavares levam arte e heavy metal para o programa “The Noite”

    Marcelo Vasco e Rafael Tavares levam arte e heavy metal para o programa “The Noite”

    O colunista da ROADIE CREWMarcelo Vasco – responsável pela seção “Front Cover” da nossa edição impressa – estará no programa “The Noite com Danilo Gentili”. A entrevista com o artista gráfico e designer vai ao ar na madrugada desta sexta-feira (31) para sábado à 1h pelo SBT. Vasco e Rafael Tavares falam sobre Arte e Metal. Vamos prestigiar!

    Como músico, Marcelo Vasco é especialmente notório no cenário black metal, onde atua como guitarrista nas bandas PATRIA, MYSTERIIS, LE CHANT NOIR, VINTERTHRON, HELLSCOURGE, DARKEST HATE WARFRONT e outras.

    Além disso, Vasco é hoje um dos mais respeitados artistas gráficos, dono de uma conexão única com o heavy metal. O seu vasto currículo já inclui trabalhos ao lado de SLAYER, KREATOR, SOULFLY, BELPHEGOR, METAL ALLEGIANCE, BORKNAGAR, DIMMU BORGIR, MACHINE HEAD e muitos outros.

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  • SOULFLY: Disponível o novo vídeo, “Ritual”

    SOULFLY: Disponível o novo vídeo, “Ritual”

    O SOULFLY lançará seu décimo primeiro álbum, Ritual, em 19 de outubro via Nuclear Blast Entertainment. O vídeo oficial em 360° da faixa título está disponível abaixo. O sucessor de Archangel (2015) foi produzido, gravado e mixado por Josh Wilbur (KILLER BE KILLED, LAMB OF GOD, GOJIRA). A arte da capa foi pintada pelo artista Eliran Kantor (TESTAMENT, ICED EARTH, SODOM). A arte do encarte foi criada por Marcelo Vasco (SLAYER, HATEBREED, KREATOR). O álbum apresenta vários convidados, incluindo Randy Blythe (LAMB OF GOD) e Ross Dolan (IMMOLATION).

    Recentemente Max Cavalera falou à ‘Metalshop TV’ sobre o novo álbum: “Algo de Ritual traz um pouco de volta o ‘groove’ do início do SOULFLY – o groove realmente pesado – e então a outra parte é a minha verdadeira paixão por coisas pesadas e rápidas que eu sempre amei: death metal, hardcore, black metal e tudo mais. Nós temos uma música chamada Under Rapture, que apresenta uma participação especial de Ross Dolan, do IMMOLATION. Ela tem ‘blast beats’ e tudo, e é insano. É tão legal, cara, estou muito feliz que conseguimos essa música neste disco”.

    De acordo com Max, Wilbur “é um grande fã do SOULFLY, e disse ‘Eu quero fazer o álbum do SOULFLY que eu gostaria de ouvir‘. Então ele tentou fazer com que eu fizesse mais músicas, canções tribais e coisas assim”, disse ele. “No final, acho que todo mundo estava puxando para um lado ou para o outro – eu lutando pelas músicas rápidas, ele lutando pelas músicas com groove – você coloca tudo junto, e se torna aquilo que eu estava chamando de ‘thrash tribal’. O que é legal, cara. Não é totalmente original, mas parece novo, por alguma razão. Tem o som de agora, mas pegamos algumas ideias emprestadas dos primeiros dias, como percussão, grooves e cânticos tribais. E eu gravei com os Navajos. Foi ótimo. Colocamos alguns deles em algumas das músicas”.

    Perguntado por que ele decidiu nomear o novo álbum do SOULFLY como Ritual, Max disse: “Acima de tudo, eu gosto do nome; eu acho que é um nome muito metal. Eu estava pensando um pouco sobre as primeiras formas de ouvir música, com vinil – você tira o vinil, cheira, coloca, pega a agulha, tem todo um ritual envolvido nisso E, claro, agora há um novo ritual – você pega seu tablet, você vai Spotify ou você vai até [outro] site e encontra sua música, mas também é um ritual.

    “O metal é muito ritualístico em muitos aspectos, no que fazemos – o ‘circle pit’, o canto, as mãos para cima, os chifres com os dedos para cima, bater-cabeça… é música ritual”, continuou ele. “Então eu pensei que este é um nome simples que todos podem se conectar. E fizemos algumas obras envolvendo dois dos meus artistas favoritos. Eliran Kantor fez a capa – ele também fez Archangel – e o interior, todo o inlay foi o Marcelo Vasco do Brasil. O interior é muito legal – tem esse Shiva com todos os diferentes braços e máscaras de gás, e todos esses símbolos. Eu disse ao Marcelo para inventar alguns símbolos que parecem loucos, então ele inventou alguns… eles parecem quase símbolos rituais de vodu, e nós os usamos em todas as músicas, e coisas assim.

    “Eu gosto muito do título do álbum”, acrescentou Max. “Eu me lembro do disco do JANE’S ADDICTION, Ritual De Lo Habitual, e sempre gostei desse nome; sempre foi muito legal. Então eu usei Ritual, apenas a primeira parte daquele nome. Eu sempre gosto de pegar coisas emprestadas de outras bandas, especialmente quando são de estilos diferentes de música, que não sejam realmente metal – tipo, o JANE’S ADDICTION não é muito metal. Então é provavelmente de onde eu tirei a ideia – foi provavelmente a partir disso”.

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  • HARDCORE SUPERSTAR divulga novo vídeo, “AD/HD”

    HARDCORE SUPERSTAR divulga novo vídeo, “AD/HD”

    A banda sueca de hard rock HARDCORE SUPERSTAR lançou um videoclipe para o seu mais recente single, AD/HD. O clipe foi mais uma vez filmado e editado por Max Ljungberg.

    AD/HD é parte do próximo álbum de estúdio do HARDCORE SUPERSTAR, You Can’t Kill My Rock ‘N’ Roll, o décimo primeiro da carreira dos suecos,  que será lançado no final do ano pela Gain Music Entertainment.

    AD/HD chega para dar sequência a lista de grandes singles presentes em You Can’t Kill My Rock N’ Roll, que já dispõe das faixas Baboon, Have Mercy on Me, Bring The House Down e Electric Rider.

    Electric Rider é descrita em um comunicado de imprensa como “três minutos e 40 segundos do clássico som do HARDCORE SUPERSTAR, envolto em um contagiante ‘doce groove satânico’ que garantem à banda seu terceiro ‘radio hit’ em sequência”

    O HARDCORE SUPERSTAR estreou Electric Rider ao vivo em seu show recente em Norrköping, e em poucos minutos, filmagens de fãs foram enviadas ao YouTube e para vários fóruns onde receberam aplausos arrebatadores, confirmando que esta é uma escolha natural para um single.

    O novo single une-se ao atual setlist na turnê mundial do HARDCORE SUPERSTAR, que inclui várias datas com os compatriotas do MUSTASCH na Suécia, antes de seguirem adiante para a Finlândia, Espanha, Itália e Austrália, tudo isso após o dia de abertura do prestigiado Sweden Rock Festival, em junho.

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  • ONE TRUE REASON mostra resistência da Ouvidor 63

    ONE TRUE REASON mostra resistência da Ouvidor 63

    A arte resiliente é a resistência pujante da Ouvidor 63, a maior ocupação artística da América Latina, em um prédio de 13 andares na cidade de São Paulo. As diferentes manifestações artísticas que lá pulsam pelas mãos, palavras e expressões de distintos artistas, dialogam com o hardcore consistente e consciente do One True Reasonpor meio da música ‘Reprisal’ neste videoclipe/mini-doc, que pode ser conferido aqui: https://www.youtube.com/watch?v=FLEahxJhjvs.

    ‘Reprisal’ é uma emblemática faixa de ‘Defiance’, o terceiro disco do One True Reason em 15 anos de carreira, lançado no primeiro semestre do ano em streaming pela Artico Music e em CD numa parceria entre Artico, Seven Eight Life Recordings e Crecer Records. A palavra, traduzida ao português, significa represália, e justifica o nome com um hardcore de contra-ataque, uma reação contra as tantas formas de preconceito, do fascismo ao xenofobismo e a exclusão social.

    O conceito da música encontra terreno na Ouvidor 63. Nas partes em que se comunica em forma de mini-documentário, os residentes falam sobre as respectivas represálias por meio da arte, e como se mostram ao mundo com aquilo que instituem como arte de ataque, arte de resistência. A produção é intercalada com cenas da banda tocando no interior do prédio na capital paulista.

    Ocupada há mais de 4 anos, a Ouvidor 63 se mantém firme graças aos esforços dos residentes, que são pintores, grafiteiros, circenses, artistas plásticos, fotógrafos, músicos e performances. Pessoas do Brasil inteiro e de vários países da América Latina transformam um prédio que estava abandonado do centro de São Paulo em um centro cultural de 13 andares.

    A produção do clipe/mini-doc, assinada pela Etcetera Produções, começou a ganhar forma ainda em abril deste ano, próximo ao lançamento do álbum ‘Defiance’. “Conhecemos a ocupação Ouvidor 63 por meio de um amigo nosso que estava participando como facilitador em um dos laboratórios de música que rolam lá”, revela Diego Gringo, o vocalista da One True Reason.

    Cada um dos 13 andares do prédio ocupado é administrado por diferentes coletivos artísticos, um mundo de expressões culturais viscerais e contestadoras. “Tem tudo a ver com o conceito de ‘Defiance’ e o que queremos dizer com forte resistência e desobediência à ordem imposta, ao conformismo padronização e submissão”, continua Diego, que ressalta a ajuda essencial do responsável do terceiro andar, Luis Só, músico, artista plástico e um dos precursores da ocupação como pela chave que fez tudo acontecer.

    O trágico incêndio e o desabamento da ocupação Largo Paissandú, também no centro de São Paulo, em maio, quase minou o projeto audiovisual de ‘Reprisal’, conta Diego. “Todas as ocupações do centro de São Paulo ficaram na mira da mídia e da Prefeitura municipal. A grande mídia se encarregou de tornar as ocupações as vilãs e colocar a população contra elas, tornando assim mais fácil realizar as reintegrações de posse”. Por fim, tudo fluiu em agosto e a produção vingou. Quando morar é um privilégio, ocupar é um direito!

    FICHA TÉCNICA Direção: Fernando Mencocini Direção de fotografia: Victor Alencar Assistente de direção: Pedro Nunes Participação: Alana de Oliveira, Alexa Gomes, Bruno Pagano, Chico Américo, Luís Itamar, Paolo Vieira, Yandira Melissa e Yebora Tauane Agradecimento: Ouvidor 63 Uma produção: Etcetera Produções Produção executiva: Rodrigo Donato Direção de Arte e produção: Nicole Lima 1° Assistente de Câmera: Natan Neves 2° Assistente de Câmera e Som Direto: Francine Costa Produção e Som Direto: Eduardo Souza Chefe de elétrica: Aleandro Teixeira 1° Assistente de Elétrica: Rafael Assunção 2° assistente de Elétrica: Ricardo Fernandes Montagem: Fernando Mencocini e Victor Alencar Color Grading: Victor Alencar

  • DYNAZTY: Confira o novo vídeo, “The Grey”

    DYNAZTY: Confira o novo vídeo, “The Grey”

    O novo vídeo da banda sueca de hard rock melódico DYNAZTY, The Grey, está disponível abaixo. O DYNAZTY apresenta em suas fileiras o atual vocalista do AMARANTHE, Nils Molin. A música é tirada do sexto álbum do DYNAZTY, Firesign, que será lançado em 28 de setembro pela AFM Records.

    Firesign estará disponível em versão CD digipak, vinil amarelo claro (limitado a 200 unidades), vinil laranja claro (limitado a 200 unidades) e splatter azul / amarelo (limitado a 100 unidades), que está disponível exclusivamente na loja virtual da AFM.

    A DYNAZTY foi fundada em 2007, e chegou à sua formação atual um ano depois, com a adição de Molin. Até o momento, a banda lançou cinco álbuns, excursionou internacionalmente, ziguezagueou por toda Suécia e se apresentou no Melodifestivalen, evento de qualificação da música sueca para o Eurovision.

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  • Clássico do KORZUS ganha versão em vinil vermelho, 180 gramas

    Clássico do KORZUS ganha versão em vinil vermelho, 180 gramas

    Depois do estrondoso sucesso da versão em vinil do A Sétima Efervescência, do Júpiter Maçã, a Monstro Discos lança mais um álbum da sua chamada “Série Ouro”. Dessa vez, é um clássico do metal nacional, Ties of Blood, do Korzus, que ganha uma versão luxuosa, em vinil vermelho, 180 gramas e com capa gatefold!

    Lançado originalmente em 2004, Ties of Blood é um dos discos mais aclamados do Korzus e um dos álbuns responsáveis pela consolidação do thrash metal no Brasil. Poderoso, enérgico e técnico, o disco traz ainda participações especiais bem interessantes, como Hélcio Aguirra (Harppia e Golpe de Estado), Andréas Kisser (Sepultura), João Gordo e Boka (Ratos de Porão) e André Matos (Shaman, Angra), em uma participação muito curiosa na música Evil Sight, onde ele arrisca um vocal mais gutural, totalmente diferente de tudo que já fez.

    Entre os destaques do disco estão Guilty Silence, a primeira faixa, na qual Marcello Pompeu aparece com um vocal muito poderoso e inteligível, não se limitando a urrar, mas também a interpretar. “E isso está presente em todas as músicas, lembrando muito Tom Araya no auge do Slayer, da época do Reign in Blood”, afirmou Ewerton Laraia, no site Whiplash. “O disco continua soberbo em faixas como What are You Looking for e Never Get Me Down, com um show de riffs de guitarra da dupla Heros Trench (é um absurdo o que esse cara toca!) e Silvio Golfetti”, completou o crítico.

    No mesmo site, uma outra análise diz que “o Korzus investe neste lado mais técnico e inova com solos bem trabalhados e duelos de guitarra”. “A cozinha formada pelo veterano Dick Siebert e o novato Rodrigo Oliveira é maravilhosa, com uma pegada que eu não via há anos na cena thrash nacional”, destacava ainda Bruno Sanchez.

    Já a análise da Roadie Crew, feita por Ricardo Batalha e Ricardo Campos, afirmava que “Ties Of Blood apresenta um Korzus revigorado e em sua melhor fase”.

    Na época de seu lançamento, Ties of Blood recebeu outras grandes avaliações de críticos e do público e figurou nas listas de melhores do ano de algumas das principais publicações do País.

    Agora, o álbum ganha uma versão inédita em vinil vermelho, 180 gramas, remasterizado e com capa gatefold, para dar ainda mais destaque à capa e ao encarte. O disco já está disponível numa pré-venda , com preço promocional e entrega prevista para 25 de outubro, pelo site da Monstro (www.lojamonstro.com.br).

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  • Assista o videoclipe “Trapped In Hell” da BLIXTEN

    Assista o videoclipe “Trapped In Hell” da BLIXTEN

    A Blixten é uma jovem banda do interior paulista e sua principal característica é promover uma atualização do heavy metal tradicional a partir do contexto de uma maior inclusão das mulheres na produção, difusão e consumo da cultura heavy metal.

    Formada e capitaneada pela vocalista Kelly Hipólito, a Blixten também conta com o guitarrista Miguel Arruda, o baixista Aron Marmorato e o baterista Murilo Deriggi, e entre suas principais influências o grupo cita nomes como Twisted Sister, Iron Maiden, Anthrax e Warlock, banda de Doro Pesch, talvez a principal representante feminina no segmento do metal tradicional de todos os tempos. Depois de ter disponibilizado seu primeiro single “Like Wild” em Abril de 2017, e de ter realizado dezenas de shows, entre eles alguns de destaque como a participação no Festival Araraquara Rock de 2017, ocasião em que foi convidada para “representar a cidade e também a contribuição feminina para o rock”, a Blixten lançou o EP “Stay Heavy”. Gravado no estúdio Távola em Araraquara, o EP “Stay Heavy” reúne cinco canções autorais e inéditas: “Requiem Aeternam”, “Trapped In Hell”, “Stay Heavy”, “Maktub” e “Strong As Steel”, além de “Like Wild” como faixa bônus. “Trapped In Hell” agora ganhou um videoclipe dirigido pelo próprio guitarrista do Blixten, Miguel Arruda, com fotografia de Lucas Iani. Para assistir, acesse: https://youtu.be/VOcIkgscWjE “Stay Heavy” está disponível na íntegra nas principais plataformas digitais de música: Spotify – https://goo.gl/U79hNV iTunes – https://goo.gl/iqBE3Z Napster – https://goo.gl/YvgyTw Amazon – https://goo.gl/25DHjy CD Baby – https://goo.gl/nWqJ11 Mais Informações:  www.facebook.com/blixten.official www.instagram.com/blixten.official Press Release e Assessoria de Imprensa: Eliton Tomasi – SOM DO DARMA [email protected] www.somdodarma.com.br (15) 99134-3443

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