A lenda norueguesa DIMMU BORGIR lançará seu novo álbum, Eonian, dia 4 de maio pela Nuclear Blast, e você já pode conferir o videoclipe para a faixa Interdimensional Summit abaixo.
Interdimensional Summit é uma das faixas de Eonian, décimo álbum completo de estúdio do Dimmu Borgir, que retorna após dez longos anos de silêncio. O clipe foi produzido pelo sempre requisitado Patric Ullaeus, um velho conhecido dos fãs do DIMMU BORGIR, e que já trabalhou ao lado da banda norueguesa nos clássicos vídeos para Sorgens Kammer – Del II, Progenies of the Great Apocalypse e no premiado The Serpentine Offering, além de também ter ‘emprestado’ seu talento para bandas como ARCH ENEMY, EVERGREY, CHILDREN OF BODOM, IN FLAMES e DREAM EVIL.
O novo álbum, Eonian, foi produzido por Jens Bogren, que trabalhou nos álbuns mais recentes de KREATOR, AVATARIUM e ARCH ENEMY, além de uma longa e reconhecida parceria ao lado dos suecos do AMON AMARTH, e de aparecer esse ano como produtor do novo álbum do ANGRA e também ao lado dos finlandeses do AMORPHIS em seu vindouro novo álbum. A capa de Eonian foi desenvolvida de forma detalhada por Zbigniew M. Bielak (MAYHEM, BEHEMOTH, GHOST, etc).
A banda texana de stoner/doom metal THE SWORD lançará seu novo álbum, Used Future, dia 23 de março, via Razor & Tie.
Com um nome icônico como “The Sword” (“A Espada”, em tradução livre), é fácil perceber como esta banda tem ideais subjetivos e irreais. Ícones são exemplos fixos, eternos e imutáveis. E, neste caso, o simbolismo intencional parecia óbvio. Como uma banda com um nome como este, que estreou com o clássico instantâneo Age of Winters (2006), e seguiu com Gods of the Earth (2008), não estaria pronta para dominar o heavy metal? É por isso que a espada foi escolhida, um símbolo de poder passado por diversas gerações na história mundial.
Após o impressionante sucesso dos dois primeiros discos, produzidos pela própria banda, a ambiciosa ópera rock de ficção-científica, Warp Riders (2010), com produção de Matt Bayles (Mastodon, Minus the Bear), fez com que o grupo explorasse um novo território conceitual. O trabalho continuous em Apocryphon (2012), produzido por J. Robbins (Clutch, Texas Is The Reason). O álbum, que foi o primeiro a ser lançado pela Razor & Tie e a estreia do baterista Santiago Vela III, alcançou a 17º posição do Top 200 da Billboard.
O quinto disco da banda, High Country (2015), nasceu de uma necessidade criativa do fundador e primeiro compositor do The Sword, John Cronise, de explorar novos territórios. Ele se mudou de Austin, no Texas, para a Carolina do Norte e levou o som da banda, como dito pela Rolling Stone na época, para a “direção do rock clássico, algo próximo do Thin Lizzy ou do ZZ Top.” High Country, disco acústico que saiu no ano seguinte, seguiu os mesmos passos do trabalho antecessor.
Agora, em 2018, Cronise, Vela, o guitarrista Kyle Shutt e o baixista/tecladista Bryan Richie se preparam para o lançamento de Used Future, com lançamento marcado para 23 de Março. Para o sexto disco, o grupo está buscando um estilo de rock clássico ainda mais icônico e contagiante. Com melodias refinadas, grandes riffs e ganchos inesquecíveis, Used Future é o disco mais maduro da banda até agora.
Mais do que uma coleção de músicas, o disco segue o estilo dos grandes álbuns de rock dos anos 1970 – uma jornada musical, que deve ser experimentada do início ao final. O produtor Tucker Martine (My Morning Jacket, First Aid Kit) fez questão de incluir alguns dos trabalhos mais experimentais da banda para provocar uma experiência cinematográfica. Used Future faz referência aos clássicos trabalhos de Led Zeppelin, Pink Floyd, Tom Petty e outros. O trabalho tem um som poderoso, que é cru e refinado ao mesmo tempo, graças ao trabalho de Martine e do engenheiro de som Brian Lucey (The Black Keys, Ghost). A estética sonora do LP pode ser observada no single principal, “Deadly Nightshade”, descrito pelo Revolver como um “marcante scuzz-rock no estilo de T.Rex.”
Mesmo após tantos anos de carreira, ainda é difícil de descrever o The Sword, que normalmente é adjetivado com termos como “retrô” e “stoner”. Como todos os outros trabalhos da banda, Used Future transcende barreiras tão limitadas. É rock and roll do século 21, que carrega a tradição do gênero do século 20, acabando em um som único que se destaca no mercado musical de hoje.
Se você é fã de heavy metal, e se tem acompanhado com atenção o que tem rolado nas últimas décadas dentro do estilo, certamente o nome do guitarrista canadense DEVIN TOWNSEND não passa despercebido. Seja pelo seu trabalho com o STRAPPING YOUNG LAD, no DEVIN TOWNSEND PROJECT ou na banda solo, o cara é uma das mais criativas e significativas personalidades do metal das últimas décadas, e a abrangência de sua obra influenciou quase que de maneira incalculável o cenário metálico em geral.
Embora ele tenha declarado recentemente que seu vindouro novo álbum, Empath, seria mais pesado, uma nova entrevista para a RSPTV parece jogar água na esperança que os fãs mantinham de ouvir algo mais ligado aos moldes do Strapping Young Lad:
“Quanto ao meu relacionamento com o Metal, eu ainda sou um fã. Mas eu estou velho agora, e meu desejo de preencher o meu mundo com som raramente envolve Metal. Você precisa ser sincero consigo mesmo nesse sentido, também. Há uma quantidade razoável de pessoas que fazem o que eu faço e que talvez afirmem que estão tão interessadas nas coisas que lhes interessavam quando eram jovens, e eu simplesmente não conheço muitas pessoas que conseguiram sustentar o interesse por coisas realmente agressivas por tanto tempo quanto tenho feito isso”.
Mas você pode ficar tranquilo, pois ele não entrou para o time dos músicos que construíram seu nome no Metal e agora odeiam o estilo. Além de ter informado logo de cara que “ainda é um fã”, na mesma entrevista, ele esclarece: “isso não quer dizer que eu não goste, é só que o tempo em que eu quero ouvir e tocar [Metal] é muito menor do que costumava ser”
Townsend recentemente colocou o Devin Townsend Project de molho, para se dedicar a elaboração e lançamento de quatro álbuns, dos quais ele ainda não revelou nenhum detalhe.
A banda de Death Metal santista INFECTOR acaba de finalizar as gravações do álbum conceitual “Metal da Morte”, serão dez faixas de mais puro ódio, no melhor estilo do antigo jornal “Notícias Populares”, trazendo sete sons com letras que fazem referência aos grandes crimes de assassinatos ocorridos no Brasil, na forma “se torcer sai sangue”. Além das faixas conceituais, o álbum traz uma justa homenagem às bandas e produtores locais e mais dois tributos a mestres do metal mundial.
O álbum contará com as participações de nomes poderosos da cena do Metal Extremo Santista, como Angel (membro fundador do lendário VULCANO), Luiz Carlos Louzada (atual vocalista do VULCANO), Roberto Opus (OPUS TENEBRAE), Doug The Goat (CHESED GEBURAH) e Alexandre Sombra (SOMBRA METAL).
“Metal da Morte” foi gravado no “O Beco Estúdios” em Santos/SP, sob a produção de Ivan Pellicciotti. Agora o material segue para a mixagem e masterização e será lançado ainda neste ano de 2018, porém ainda sem data definida.
O Infector disponibilizou um vídeo através de sua conta no Facebook e Youtube, mostrando os bastidores da gravação do álbum “Metal da Morte”.
Confira o vídeo:
Formação:
Mario César Dutra – Vocal
Marcello Loiacono – Guitarra
Edu de Campos – Baixo
Paulo Mariz – Bateria
A banda Pastore tem orgulho em informar que o álbum “Phoenix Rising” está disponível no Spotify e nas plataformas digitais mais populares do mundo. O álbum é sucesso de vendas na Die Hard, a maior loja especializada em Metal do Brasil, onde ficou entre os cinco mais vendidos por várias semanas. O trabalho também está disponível no Deezer, Google Play, entre outros.
Com mais de 25 anos de estrada dentro do Rock e Heavy Metal no Brasil, o vocalista Mario Pastore é reconhecido mundialmente por seu talento, técnicas apuradas e carisma no palco e fora dele com os fãs. Após lançar vários trabalhos no mercado, o músico iniciou seu projeto solo Pastore em 2008 com um single muito bem recebido pela crítica especializada. Em 2010, o vocalista lançou seu primeiro CD independente chamado “The Price For The Humans Sins”.
O álbum recebeu ótimas críticas da mídia especializada no Brasil e exterior. No ano de 2011, o disco foi lançado pelo selo japonês Hydrant Music e distribuído pela gravadora EMI, uma das maiores gravadoras do país nipônico. Em pouco tempo, “The Price For The Humans Sins” vendeu 5000 cópias o que levou a banda a lançar o segundo álbum no Brasil “The End Of Our Flames”, que novamente alcançou boas vendas e ótimas críticas na Europa, Japão e Brasil.
Em 2015, o produtor e guitarrista Marcio Eidt fez a oferta para produzir, compor e tocar com Pastore no terceiro CD e então trabalharam com vários músicos no novo trabalho “Phoenix Rising”. Os músicos que participam do álbum são Mario Pastore (vocal), Ricardo Baptista (guitarra), Marcelo de Paiva (bateria), Johnny Moraes (guitarra, Hevilan, Warrel Dane), Fabio Carito (baixo, Warrel Dane) e com a participação do conceituado guitarrista Eduardo Ardanuy (Dr.Sin), além de Vito Montanaro (bateria, Heaviest) e Renato Caetano (Heaviest). A capa de “Phoenix Rising” foi desenhada pelo artista Marcelo de Paiva, que produziu as artes do Pastore.
O trabalho foi lançado no Japão em novembro de 2017 pela gravadora Spiritual Beast, novamente com ótimos números de vendas, e no Brasil em dezembro de 2017. O novo CD “Phoenix Rising” vem recheado de peso, punch e vigor, mostrando que o Pastore voltou com tudo e mais forte do que nunca. Junto com o trabalho foi lançado um vídeo clipe da música “Symphony of Fear” com ótima repercussão no YouTube.
A nova representante do pagan/viking metal nas terras brasileiras, Holdark, preparou uma boa novidade para as pessoas que procuram pelo single “Fly My Ravens”. Além de a música ter sido lançada em suas páginas oficiais do facebook e youtube, em formato lyric video, agora Luciano Scanhoela (vocal e guitarra); Francisco Vidal (guitarra); Humberto Masçau (baixo) e Wendel Rodrigues (bateria) disponibilizaram também o trabalho em CD.
Pela internet o vídeo estreou no dia 6 de janeiro de 2018 e, para conseguir o produto no formato físico, basta entrar em contato com a própria banda e fazer a sua solicitação.
O quarteto aproveitou o anúncio para apresentar a capa que ilustra o trabalho e informa que “Fly My Ravens” será um registro único, não havendo futuros relançamentos (veja foto no destaque). A arte é um recorte do lyric video que foi produzido por Caio Cortonesi.
A Holdark é notória pelo seu estilo dentro do pagan metal, onde sua música de duração curta e riffs diretos, contrastam com a própria vertente que, na maioria das vezes, é representada por temas complexos e de grande duração. A característica do grupo é o que mais atrai curiosos ao seu som e, consequentemente, muitos fãs.
“Esta é a nossa intenção, a gente tenta passar a mensagem rápido mesmo, hoje em dia as pessoas não têm muito tempo para ficar escutando uma obra muito longa e, principalmente, de uma banda nova”, explica Luciano, e continua, “A Fly My Ravens é a nossa música mais curta, as outras devem ter maior duração, mas sempre mantendo a nossa cara”.
A lista diária do Spotify das ’50 virais do Brasil’, reservou uma surpresa hoje para os fãs de música pesada. Segundo a lista, que leva em consideração as interações e compartilhamentos dos usuários da plataforma para elaborar o posicionamento de cada canção no ranking, a música Black Widow’s Web, do ANGRA, é a música melhor posicionada, derrubando os hits recentes dos gêneros mais populares no Brasil, caso do funk, do sertanejo e do pagode.
O guitarrista Kiko Loureiro (Megadeth) gravou um vídeo onde comenta o feito do Angra e a situação trágica da música brasileira.
Um dos mais importantes nomes de toda a história da música, a britânica LED ZEPPELIN foi formada em 1968 em Londres, e o aniversário de cinquenta anos da fundação da banda que revolucionou a maneira que o rock é feito e compreendido não pode passar despercebido.
Falando ao The Current sobre os planos do LED ZEPPELIN para celebrar a marca de cinquenta anos, o vocalista ROBERT PLANT disse: “Bem, estamos planejando nos reunir e conversar sobre isso. Basicamente, é muito difícil encontrar coisas que ainda são inéditas. E não serão apenas os 50 anos, mas, no ano que vem, serão 38 anos desde que John Bonham, [bateria] faleceu. E o legal sobre LED ZEPPELIN foi que não nos cronificamos, nós apenas fomos de cidade em cidade, cantamos as músicas, tocamos guitarra e tal e depois seguimos nossas vidas “.
Plant acrescentou que desejava “que tivéssemos mais coisas para ver, mas haverá um livro de fotografias e outras coisas. Mas isso será particularmente interessante, penso”, disse ele. “Além disso, musicalmente, há vários trechos espalhados, mas não um álbum ou algo assim. Mas haverá uma celebração, tenho certeza, em algum lugar.”
A última aparição do LED ZEPPELIN nos palcos ocorreu há mais de uma década, em dezembro de 2007 em Londres, uma apresentação que se tornou icônica tanto para os presentes quanto para aqueles que adquiriram o CD/DVD Celebration Day, de 2012. O grupo, que contou com Jason Bonham substituindo seu falecido pai John Bonham na bateria, marcou a primeira grande apresentação em que Jimmy Page, Robert Plant e John Paul Jones fizeram juntos desde a morte de John Bonham em 1980.
A banda finlandesa AMORPHIS vai lançar seu novo álbum, intitulado Queen of Time dia 18 de maio via Nuclear Blast Records. Em nota, a banda confirma que o sucessor de Under the Red Cloud (2015) contará com cordas, flautas, arranjos orquestrais e até mesmo corais, o que contribui para a imagem de superprodução que tem sido imaginada desde que divulgado o trabalho do sexteto finlandês em um novo álbum.
Assim como aconteceu em Under the Red Cloud, o novo Queen of Time também será produzido pelo sueco Jens Bogren (AT THE GATES, BORKNAGAR, ENSLAVED, AMON AMARTH, KREATOR, ARCH ENEMY e outros).
Queen Of Time será também o primeiro álbum do AMORPHIS a apresentar o antigo baixista da banda, Olli-Pekka “Oppu” Laine, após a partida de Niclas Etelävuori em 2017. Oppu foi um dos membros fundadores do AMORPHIS em 1990 e gravado os primeiros sete discos com a banda antes de sair do grupo na primavera de 2000.
O guitarrista Esa Holopainen comentou o retorno do antigo parceiro: “Para ser sincero, ‘Oppu’ foi o único cara que poderíamos imaginar no AMORPHIS. Foi divertido – quando começamos a tocar os nossos primeiros shows juntos novamente no verão passado, foi tudo muito natural.”
“Depois de 18 anos, parece que estamos voltando ao que éramos nos tempos antigo!”, ele acrescenta. “Estou ansioso para a próxima turnê. O novo álbum em si é muito forte, o único problema será escolher quais músicas tocaremos ao vivo! É seguro dizer que estamos preparados para fazer alguns shows matadores ao longo dos próximos anos. Depois disso, estou prevendo uma longa e frutífera carreira para a banda com sua formação atual … “
A capa também repete o artista de Under the Red Cloud, o francês Jean-Emmanuel “Valnoir” Simoulin (ANTAEUS, BEHEMOTH, ALCEST, PARADISE LOST, WATAIN, etc), que buscou representar toda a intrincada concepção lírica de Pekka Kainulainen, o letrista do Amorphis.
Em uma recente entrevista ao Polar Music Prize, Lars Ulrich, baterista fundador do METALLICA foi convidado a descrever sua “maneira totalmente única de tocar bateria”. Ele respondeu: “Para mim, é sempre sobre a música e a banda em primeiro lugar. E a bateria, ou as guitarras, ou qualquer outra coisa que esteja acontecendo, é apenas parte do quadro maior. Então, o que você sempre precisa fazer é deixar seu ego para trás e fazer o melhor para a canção, para a música, para o som como um todo”.
“O que sempre foi mais interessante para mim a respeito da bateria é como você se encaixa ela em tudo mais que mais está acontecendo”, ele continuou. “Como isso funciona [com] acentos e batidas especiais e essas coisas que a tornam mais rítmica ou mais dinâmica ou simplesmente adiciona uma espécie de fisicalidade a ele?
“Eu nunca fui muito interessado em habilidade. ‘Oh, uau! Esse cara é tão bom!’ Sim, ele é muito bom, mas isso não significa que ele possa fazer o balanço, ou isso não significa que ele possa fazê-lo funcionar dentro de um grupo”.
“Como eu cresci [ouvindo] pessoas como Ian Paice do DEEP PURPLE, que obviamente tem muita habilidade, eu também adoro pessoas como Phil Rudd [AC/DC] e Charlie Watts [THE ROLLING STONES], que [certamente] têm habilidade, mas, penso eu que para muitos puristas talvez não tanto, pois eles não são tão técnicos”, acrescentou Lars. “Mas eles têm um tipo diferente de habilidade que, para mim, é tão valioso, tão precioso e tão importante quanto, na medida em que dão balanço, movimento, essa fisicalidade que ele [o som] precisa”.
“Sempre vi apenas a bateria como um instrumento de grupo. Nunca fiquei muito interessado em tocar bateria sozinho – você sabe, sentando num porão, praticando solos de bateria por horas a fio, não é meu negócio. Então, estar em uma banda, escrever músicas, fazer discos, fazer parte de uma gangue, de uma banda, foi isso que sempre me fascinou”.
O METALLICA, que continua em turnê do seu décimo álbum de estúdio, “Hardwired … To Self-Destruct” (2016), receberá o Polar Music Prize, equivalente musical do Prêmio Nobel, no dia 14 de junho.