Categoria: Roadie News

  • ROBERT PLANT, sobre os 50 anos do LED ZEPPELIN: “Haverá uma celebração, tenho certeza”

    ROBERT PLANT, sobre os 50 anos do LED ZEPPELIN: “Haverá uma celebração, tenho certeza”

    Um dos mais importantes nomes de toda a história da música, a britânica LED ZEPPELIN foi formada em 1968 em Londres, e o aniversário de cinquenta anos da fundação da banda que revolucionou a maneira que o rock é feito e compreendido não pode passar despercebido.

    Falando ao The Current sobre os planos do LED ZEPPELIN para celebrar a marca de cinquenta anos, o vocalista ROBERT PLANT disse: “Bem, estamos planejando nos reunir e conversar sobre isso. Basicamente, é muito difícil encontrar coisas que ainda são inéditas. E não serão apenas os 50 anos, mas, no ano que vem, serão 38 anos desde que John Bonham, [bateria] faleceu. E o legal sobre LED ZEPPELIN foi que não nos cronificamos, nós apenas fomos de cidade em cidade, cantamos as músicas, tocamos guitarra e tal e depois seguimos nossas vidas “.

    Plant acrescentou que desejava “que tivéssemos mais coisas para ver, mas haverá um livro de fotografias e outras coisas. Mas isso será particularmente interessante, penso”, disse ele. “Além disso, musicalmente, há vários trechos espalhados, mas não um álbum ou algo assim. Mas haverá uma celebração, tenho certeza, em algum lugar.”

    A última aparição do LED ZEPPELIN nos palcos ocorreu há mais de uma década, em dezembro de 2007 em Londres, uma apresentação que se tornou icônica tanto para os presentes quanto para aqueles que adquiriram o CD/DVD Celebration Day, de 2012. O grupo, que contou com Jason Bonham substituindo seu falecido pai John Bonham na bateria, marcou a primeira grande apresentação em que Jimmy Page, Robert Plant e John Paul Jones fizeram juntos desde a morte de John Bonham em 1980.

  • AMORPHIS lança novo álbum em maio

    AMORPHIS lança novo álbum em maio

    A banda finlandesa AMORPHIS vai lançar seu novo álbum, intitulado Queen of Time dia 18 de maio via Nuclear Blast Records. Em nota, a banda confirma que o sucessor de Under the Red Cloud (2015) contará com cordas, flautas, arranjos orquestrais e até mesmo corais, o que contribui para a imagem de superprodução que tem sido imaginada desde que divulgado o trabalho do sexteto finlandês em um novo álbum.

    Assim como aconteceu em Under the Red Cloud, o novo Queen of Time também será produzido pelo sueco Jens Bogren (AT THE GATES, BORKNAGAR, ENSLAVED, AMON AMARTH, KREATOR, ARCH ENEMY e outros).

    Queen Of Time será também o primeiro álbum do AMORPHIS a apresentar o antigo baixista da banda, Olli-Pekka “Oppu” Laine, após a partida de Niclas Etelävuori em 2017. Oppu foi um dos membros fundadores do AMORPHIS em 1990 e gravado os primeiros sete discos com a banda antes de sair do grupo na primavera de 2000.

    O guitarrista Esa Holopainen comentou o retorno do antigo parceiro: “Para ser sincero, ‘Oppu’ foi o único cara que poderíamos imaginar no AMORPHIS. Foi divertido – quando começamos a tocar os nossos primeiros shows juntos novamente no verão passado, foi tudo muito natural.”

    “Depois de 18 anos, parece que estamos voltando ao que éramos nos tempos antigo!”, ele acrescenta. “Estou ansioso para a próxima turnê. O novo álbum em si é muito forte, o único problema será escolher quais músicas tocaremos ao vivo! É seguro dizer que estamos preparados para fazer alguns shows matadores ao longo dos próximos anos. Depois disso, estou prevendo uma longa e frutífera carreira para a banda com sua formação atual … “

    A capa também repete o artista de Under the Red Cloud, o francês Jean-Emmanuel “Valnoir” Simoulin (ANTAEUS, BEHEMOTH, ALCEST, PARADISE LOST, WATAIN, etc), que buscou representar toda a intrincada concepção lírica de Pekka Kainulainen, o letrista do Amorphis.

     
  • LARS ULRICH: “Eu nunca tive muito interesse em habilidade”

    LARS ULRICH: “Eu nunca tive muito interesse em habilidade”

    Em uma recente entrevista ao Polar Music Prize, Lars Ulrich, baterista fundador do METALLICA foi convidado a descrever sua “maneira totalmente única de tocar bateria”. Ele respondeu: “Para mim, é sempre sobre a música e a banda em primeiro lugar. E a bateria, ou as guitarras, ou qualquer outra coisa que esteja acontecendo, é apenas parte do quadro maior. Então, o que você sempre precisa fazer é deixar seu ego para trás e fazer o melhor para a canção, para a música, para o som como um todo”.

    “O que sempre foi mais interessante para mim a respeito da bateria é como você se encaixa ela em tudo mais que mais está acontecendo”, ele continuou. “Como isso funciona [com] acentos e batidas especiais e essas coisas que a tornam mais rítmica ou mais dinâmica ou simplesmente adiciona uma espécie de fisicalidade a ele?

    “Eu nunca fui muito interessado em habilidade. ‘Oh, uau! Esse cara é tão bom!’ Sim, ele é muito bom, mas isso não significa que ele possa fazer o balanço, ou isso não significa que ele possa fazê-lo funcionar dentro de um grupo”.

    “Como eu cresci [ouvindo] pessoas como Ian Paice do DEEP PURPLE, que obviamente tem muita habilidade, eu também adoro pessoas como Phil Rudd [AC/DC] e Charlie Watts [THE ROLLING STONES], que [certamente] têm habilidade, mas, penso eu que para muitos puristas talvez não tanto, pois eles não são tão técnicos”, acrescentou Lars. “Mas eles têm um tipo diferente de habilidade que, para mim, é tão valioso, tão precioso e tão importante quanto, na medida em que dão balanço, movimento, essa fisicalidade que ele [o som] precisa”.

    “Sempre vi apenas a bateria como um instrumento de grupo. Nunca fiquei muito interessado em tocar bateria sozinho – você sabe, sentando num porão, praticando solos de bateria por horas a fio, não é meu negócio. Então, estar em uma banda, escrever músicas, fazer discos, fazer parte de uma gangue, de uma banda, foi isso que sempre me fascinou”.

    O METALLICA, que continua em turnê do seu décimo álbum de estúdio, “Hardwired … To Self-Destruct” (2016), receberá o Polar Music Prize, equivalente musical do Prêmio Nobel, no dia 14 de junho.

  • ABORTED: Novo álbum em 2018

    ABORTED: Novo álbum em 2018

    A lenda belga do death metal, ABORTED, já está pronta para mais um ataque. Em uma postagem no Facebook oficial, a banda avisa: “Sessões de composição completas. Entrando no estúdio muito em breve…”. Outra postagem no Facebook mostrava uma foto da banda, onde se vê o logotipo e a inscrição “Novo Álbum 2018”.

    O ABORTED nasceu em 1995 na Bélgica, e lançou seu primeiro disco The Purity of Perversion em 1999, via Uxicon Records. Com o passar dos anos, a banda passou por diversas transformações na sua formação, o que perceptivelmente refletiu em sua sonoridade. Hoje, ao lado da Century Media Records, a banda parece ter voltado aos seus melhores dias, e, sempre sob o comando do vocalista Sven “Svencho” de Caluwé, vem em uma sequência incrível de lançamentos, com o EP Termination Redux (2016), o full-length Retrogore (2016) e o EP Bathos (2017).

  • STONE TEMPLE PILOTS apresenta novo single, “The Art of Letting Go”

    STONE TEMPLE PILOTS apresenta novo single, “The Art of Letting Go”

    O STONE TEMPLE PILOTS lançou The Art Of Letting Go, o terceiro single de seu novo álbum autointitulado, que será lançado em 18 de março. Como Meadow e Roll Me Under, que foram lançadas em novembro e janeiro, respectivamente, a nova trilha apresenta os vocais do cantor Jeff Gutt, que estreou ao vivo como o novo vocalista do STONE TEMPLE PILOTS durante um evento especial da SiriusXM no lendário clube Troubadour em Los Angeles.

    Quando perguntado sobre o que esperar da próxima turnê, o baixista Robert DeLeo disse: “Com tanto tempo e experiência passados ​​nesta vida, nos sentimos obrigados a buscar dentre um catálogo de 30 anos e realmente tentar refletir e escolher quais músicas não foram tocadas ao vivo. Queremos dar às pessoas que vieram nos ver no passado uma chance de ouvir algo que eles não ouviram antes, nos shows anteriores do Stones Temple Pilots. Queremos celebrar este momento das nossas vidas com estes shows”.

    Jeff Gutt, que foi vice-campeão na terceira temporada do reality show musical “THE X FACTOR”, uniu-se originalmente ao STP em setembro de 2016 e se tornou um membro oficial da banda em maio de 2017. Ele passou a maior parte do ano passado secretamente escrevendo e gravando material novo com os companheiros de banda Dean DeLeo, Robert DeLeo e Eric Kretz.

    Robert DeLeo disse que descobriu Gutt enquanto estava na estrada com o HOLLYWOOD VAMPIRES. Ele explicou: “Estávamos tocando em Detroit, de onde o Jeff é. Depois do show, teve um músico que disse: ‘Ei, cara, você deveria conhecer esse cara’. E foi aí que eu ouvi falar dele pela primeira vez.”

    Gutt lembrou de como ele chegou até a audição para a banda, dizendo: “Não consigo lembrar qual música foi, mas uma canção do STONE TEMPLE PILOTS começou a tocar no rádio. Então eu liguei para o meu amigo em Nova York que conhece todo mundo na indústria da música, e perguntei algo como como, ‘ei, eles já encontraram um vocalista?’ E ele respondeu, ‘Você quer saber de uma coisa? Eu vou enviar seu material agora.’ E três dias depois, recebi uma ligação.”

    Gutt acrescentou que sentiu que ele tinha conseguido o trabalho antes mesmo de tentar, explicando: “Você tem que estar confiante… Eu sei o que estou fazendo. Estudei meu ofício. Estudei [o vocalista original do STP] Scott Weiland e as pessoas que Scott estudou, e outros cantores da época. Eu realmente dediquei muito tempo nisso, e se você não está disposto a fazer tudo isso, você não estará no nível necessário para estar ao lado desses caras”.

  • ROTTEN SOUND: EP ‘Suffer to Abuse’ chega em abril

    ROTTEN SOUND: EP ‘Suffer to Abuse’ chega em abril

    Um dos melhores e mais importantes nomes do grindcore noventista, os finlandeses do ROTTEN SOUND se preparam para lançar seu novo disco, o EP Suffer to Abbuse dia 13 de abril via Season of Mist, e você pode conferia a nova faixa Harvester of Boredom abaixo.

    O vocalista Keijo Niinimaa comenta: “Nossa nova música, Harvester of Boredom foi a primeira criada para este lançamento. Os riffs e a letra de Sami [Latvo, baterista] são sobre uma colheita de drogas em condições não muito boas”.

    “Ela não tem nada a ver com o METALLICA – com exceção da homenagem no título – só por garantia, no caso de alguém erroneamente pensar que quisemos aproveitar seus esforços”.

    Suffer to Abuse chega ao mercado dois anos depois do último álbum completo do ROTTEN SOUND, o forte Abuse to Suffer (2016), também lançado pela Season of Mist. A capa foi criada por Thomas Boutet, que já trabalhou com o Rotten Sound em Abuse to Suffer e em Cycles (2008), além da capa de Abandon All, terceiro álbum dos também finlandeses do MEDEIA, lançado em 2011.

  • PRIMORDIAL: Confira o vídeo para nova faixa ‘To Hell or the Hangman”

    PRIMORDIAL: Confira o vídeo para nova faixa ‘To Hell or the Hangman”

    Exile Amongst the Ruins, novo álbum da banda irlandesa PRIMORDIAL será lançado no próximo mês, dia 30 de março, via Metal Blade Records, e você já pode conferir o vídeo para To Hell or the Hangman, uma das faixas desse novo disco.

    Comentando o primeiro single do álbum, “Stolen Years“, o vocalista A.A. Nemtheanga  disse: “Stolen Years pode ​​parecer uma escolha estranha como nosso primeiro single, e diante disso, acho que é. Não é  um épico ‘sangue-e-trovão’ sobre a tragédia, o poder e a ruína das nações, nem é uma epístola doentia de nove minutos. Não se preocupe, o álbum tem essas coisas também, mas para abrir esta nova jornada, escolhemos algo diferente”.

    “Este álbum tem algumas surpresas e esta é uma delas – uma canção curta e dolorosamente simples que quase não chegou ao corte final, se você pode acreditar. O vídeo, de Costin Chioreanu, é sobre a esta jornada envolta em finalmente chegar ao momento em que você caminha sobre o palco. A música é sobre a última noite na Terra que chega para todos nós. Na verdade, nós nunca sabemos quando isso pode acontecer. Abrace com força aqueles que você ama esta noite, pode ser esta noite…”

    Para coincidir com o lançamento do álbum, os irlandeses anunciaram dois shows de lançamento especiais e bastante íntimos na Alemanha, bem como a turnê européia “Heathen Crusade“, que contará com o finlandês MOONSORROW como co-headliners, além do DER WEG EINER FREIHEIT da Alemanha.

  • MAX CAVALERA, sobre sua saída do SEPULTURA: “Os primeiros meses foram de total depressão”

    MAX CAVALERA, sobre sua saída do SEPULTURA: “Os primeiros meses foram de total depressão”

    Max Cavalera (SOULFLY, CAVALERA CONSPIRACY e ex-SEPULTURA) foi entrevistado no episódio mais recente do “Rock Talk With Mitch Lafon“.

    Perguntado sobre como foi sair do SEPULTURA em 1996 após o lançamento do que acabou por ser um dos álbuns mais bem sucedidos da banda, “Roots“, Max disse: “Os primeiros três meses foram uma depressão total. Eu não queria tocar, estava muito desapontado com a coisa toda. É como se você trabalhasse toda a sua vida para chegar no seu objetivo, e depois você sabe, eu não tinha mais a banda. Eu me senti desolado, totalmente sem esperança. Mas acho que por pouco tempo, as pessoas me ajudaram a virar o jogo. Eu tive encorajamento de pessoas como o Ozzy [Osbourne] – nós tivemos um jantar na casa dele, e ele foi muito legal em dizer: ‘Você tem que ficar de pé de novo.’ E a Gloria [esposa e gerente de Max] também foi [de importância] enorme, realmente me ajudando… praticamente me fazendo voltar e escrever mais. E então eu escrevi uma demo que tinha duas músicas – Eye For An Eye e No – elas deixaram o Monte Conner da Roadrunner completamente maluco. Nós tocamos para ele em uma versão em cassete, e ele adorou. E, a partir desse momento, nunca mais olhamos para trás. Foi como, ‘É isso. Nós estamos criando algo novo.”

    Aproveitando o gancho, Max também falou sobre a criação do álbum de estreia autointitulado de SOULFLY, até hoje o único álbum da banda a ser certificado com disco de ouro nos Estados Unidos. Ele disse: “Eu acho que o álbum mexeu com os metalheads em todo o mundo. Praticamente todos com quem falo dizem que gostam desse disco, é incrível. E eu estava em uma posição estranha, na real – meio sem esperança, num tipo de desolação que eu não me importava mais, não dava a mínima. Era, como, ‘este sou eu. Aceite-me ou me deixe de lado. Não me importo’. E, para minha surpresa, todos adoraram o álbum. E até hoje é um dos discos do SOULFLY favoritos das pessoas. É realmente difícil fazer outro [como esse]. Não acho que possivelmente eu possa fazer qualquer registro assim novamente. Aquela situação – nunca mais vou passar por isso de novo. Graças a Deus, porque não foi divertido, foi em puro sofrimento que o álbum foi escrito. Mas acho que a boa arte vem do sofrimento, então essa é a única razão pela qual eu posso explicar o álbum ter sido bom – porque foi um trabalho de sofrimento”.

    Max Cavalera está prestes a embarcar na perna canadense da turnê Point Blank With Soulfly, em que o SOULFLY está tocando o álbum Point Blank (1994) do NAILBOMB na íntegra.

    O SOULFLY está dando os últimos retoques em seu novo álbum, que será lançado via Nuclear Blast. O sucessor de Archangel (2015) está sendo gravado com o produtor Josh Wilbur, que anteriormente trabalhou com LAMB OF GOD, GOJIRA e ALL THAT REMAINS, entre outros.

  • JOHN 5, sobre novo álbum do ROB ZOMBIE: “Todas minhas partes estão prontas”

    JOHN 5, sobre novo álbum do ROB ZOMBIE: “Todas minhas partes estão prontas”

    O guitarrista JOHN 5 (ROB ZOMBIE, MARILYN MANSON) concedeu entrevista para o programa The Chainsaw Symphony, da estação de rádio 91.3 WTSR, de Nova Jersey (EUA), e dentre vários assuntos, comentou o novo álbum do ROB ZOMBIE:

    Eles estão fazendo a bateria hoje, na verdade. Rob [Zombie] me enviou uma mensagem com um pequeno vídeo deles gravando a bateria, então estou muito animado. Minhas partes estão todas concluídas. É o seu melhor disco até agora, de longe. É um registro incrível. Nunca digo isso, mas muitas bandas dizem: ‘Oh, é o nosso melhor disco’. Este é, de longe, o seu melhor disco, seja com o WHITE ZOMBIE ou solo. É muito bom. Estou animado.”

    John também falou sobre o vocalista DAVID LEE ROTH (VAN HALEN), com quem trabalhou durante cinco anos, de 1998 até 2003:

    “Ele foi para o Japão e se tatuou inteiro. Ele sabe falar japonês. O cara sempre está aprendendo… Ele escreve música e sempre se mantém ocupado. Eu amo aquele cara. Falei com ele provavelmente logo antes desta turnê. Ele está indo bem. Ele é uma explosão.”

    O guitarrista também falou de suas apresentações solo: “Nada no show é improvisado. Eu toco todas as partes como estão no álbum, então é muita coisa para lembrar. Têm pessoas nesta distância de você – e eu estou segurando minha mão a um palmo da minha cara – e Isso é uma distração. Se alguém faz isso [aplaude], conta o tempo da música, mas fora do tempo… Fico pensando, ‘isso vai fazer alguém errar’.”

    Ele também comentou o seu mais recente disco, o ao vivo It’s Alive, lançado no início deste ano, e que acabou nascendo de maneira inusitada:

    “Acabou nascendo meio que por acaso. Estávamos em Sellersville, na Pensilvânia, e o cara disse algo como, ‘Ei, você quer gravar seu show?’ Eu respondi ‘claro’. Nós não nos movemos [pelo palco] como fizemos esta noite. Eu disse: ‘Concentrem-se, olhem um para o outro, fiquem quieto’. Eu até expliquei para a plateia – eu disse: ‘Ouçam, estamos gravando esta noite. É por isso que não estamos pulando. Tenham paciência conosco’. Eles adoraram, e eu mantive isso no álbum também. Foi legal,  saiu muito bem, e estou muito orgulhoso disso. É por isso que quis lança-lo e fazer turnês e divulgá-lo”.

    Por fim, ele comentou as mudanças que sentiu durante todos esses anos: “nada mudou desde quando tinha sete anos até agora. Nada mudou. Eu gosto das mesmas coisas que eu gostava – KISS, VAN HALEN, ‘Happy Days‘, ‘Laverne & Shirley‘, ‘The Brady Bunch‘, monstros e todas essas coisas. Tetas, e tal – todas as mesmas coisas”.

  • ARMORED DAWN: rápida tour pela Europa ao lado de Saxon e Diamond Head

    ARMORED DAWN: rápida tour pela Europa ao lado de Saxon e Diamond Head

    Após excursionar ao lado do Fates Warning no começo do ano passado, a banda brasileira Armored Dawn está de volta à Europa. O grupo, que recentemente assinou contrato com gravadora alemã AFM Records para o lançamento mundial do tão aguardado novo álbum “Barbarians in Black”, embarcou rumo ao Velho Continente para mais uma importante série de apresentações.

    Eduardo Parras (vocal), Timo Kaarkoski (guitarra), Tiago de Moura (guitarra), Fernando Giovannetti (baixo), Rafael Agostino (teclado) e Rodrigo Oliveira (bateria) foram escolhidos para acompanhar os lendários Saxon e Diamond Head, dois representantes do histórico movimento NWOBHM (New Wave of British Heavy Metal), em cinco apresentações entre Holanda e Alemanha. Para esta rápida turnê, os músicos prepararam, para o europeu e para os brasileiros que vivem por lá, setlist com as principais composições do elogiado debut álbum “Power of Warrior” e novo registro “Barbarians in Black”, além de algumas surpresas. Mais informações sobre a agenda de shows do grupo em https://armoreddawn.com. Confira um trecho do último ensaio antes da viagem em https://www.facebook.com/UltimateMusicPR/videos/1970957189599551.