Categoria: Roadie News

  • DEVILDRIVER divulga versão de “Country Heroes”, presente no novo álbum

    DEVILDRIVER divulga versão de “Country Heroes”, presente no novo álbum

    O aguardado novo álbum do DEVILDRIVER, Outlaws ‘Til The End, será lançado no dia 6 de julho pela Napalm Records, e trará a banda executando clássicos da música country. O disco é descrito em um comunicado de imprensa como “uma bola de curva surpreendente e uma declaração feroz de individualidade de uma banda que tem sido uma força constante e eficaz no mundo do heavy metal há quase duas décadas”

    Você pode conferir a versão da música Country Heroes do HANK3, faixa que conta com os vocais do próprio autor.

    Na semana passada, o DEVILDRIVER revelou o primeiro de vários episódios de uma nova série de entrevistas apoiando o lançamento de Outlaws ‘Til The End. O primeiro capítulo, intitulado Intro To Outlaw Country, apresenta os membros do DEVILDRIVER, mas também conta com os convidados especiais do álbum, Randy Blythe, do LAMB OF GOD, Lee Ving do FEAR, Hank3, WEDNESDAY 13, Burton C. Bell do FEAR FACTORY e Brock Lindow do 36 CRAZYFISTS discutindo como foram apresentados ao gênero ‘country fora da lei’ e como isso os influenciou como músicos.

    No vídeo, o vocalista do DEVILDRIVER, Dez Fafara, diz: “Eu mergulhei na coleção de discos dos meus pais quando era mais novo, e foi isso que me colocou na música. Eles têm de tudo, de DOORS e STEPPENWOLF até um monte de ‘country fora da lei’. Tinha até coisas como Kenny Rogers, espalhadas pela casa… mas eu acho que meu verdadeiro amor [pelo country fora da lei] veio quando eu comecei a turnê com o PANTERA. Eles e o BLACK SABBATH. Eu estava constantemente ouvindo aqueles caras no ônibus tocando country. Se não fosse Willie Nelson, era Johnny Cash e bandas assim. Eu me apaixonei pelas letras também. O conteúdo das letras é tão real… “

    “Eu acho que música real sempre me atraiu, seja blues ou até mesmo música gótica como BAUHAUS e SISTERS OF MERCY, além de grandes nomes do country como Johnny Cash, Wayne ‘The Train’ Hancock e Willie Nelson“, declarou o vocalista e líder do DEVILDRIVER, Dez Fafara. “Essa coisa sempre me atraiu […], o blues e o country fora da lei são as bases do rock’n’roll. Eles estavam por aí antes do rock ‘n’ roll … e na minha cabeça, eu sempre ouvi essas músicas pesadas “.

    Desde os segundos iniciais de Country Heroes de Hank Williams III, Outlaws ‘Til The End é simplesmente um dos discos mais revigorantes que DEVILDRIVER fez até agora. Mais importante, essas canções evocativas e irresistíveis foram totalmente reconstruídas a partir do zero, alimentadas pelo som clássico do DEVILDRIVER e transformadas pelo inconfundível rugido feroz de Fafara.

    Outlaws Til The End foi produzido, mixado e gravado por Steve Evetts (SEPULTURA, THE CURE, THE DILLINGER ESCAPE PLAN), ao lado do guitarrista do DEVILDRIVER, Mike Sprietzer. O álbum foi masterizado pelo renomado engenheiro Alan Douches (CANNIBAL CORPSE, ABORTED, CRYPTOPSY).

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  • Morre o produtor Kato Khandwala, do HALESTORM e THE PRETTY RECKLESS

    Morre o produtor Kato Khandwala, do HALESTORM e THE PRETTY RECKLESS

    O produtor musical Kato Khandwala, faleceu na quarta-feira (25 de abril) decorrente de ferimentos sofridos em um acidente de moto.

    A banda POP EVIL, cujo álbum mais recente, Pop Evil, foi produzido por Khandwala, disse em um comunicado: “Hoje o nosso mundo parou. Perdemos um mentor, um irmão, um líder, mas acima de tudo um bom amigo, pela positividade e diversão que você nos trouxe ao longo deste último álbum que fizemos juntos […] Você será eternamente amado pela família POP EVIL. “

    A vocalista do HALESTORM, Lzzy Hale, declarou: “Kato Khandwala, você será para sempre parte da família HALESTORM. Obrigado por tocar este universo com sua música e sua incrível habilidade de trazer o melhor dos artistas com quem você trabalhou. Meu coração também permanece ao lado da família de Kato e entes queridos neste momento difícil “.

    O vocalista do BAD WOLVES, Tommy Vext, afirmou: “Não parece real. Eu não entendo isso. Continuo tentando pensar o que você diria se estivesse aqui. Kato Khandwala… pai, filho, parceiro, artista, produtor e para muitos de nós na indústria, um irmão. Sua gentileza, orientação e apoio inabalável para mim e quase qualquer pessoa com quem você entrou em contato foi inspirador. Você foi um exemplo de integridade, e de como viver com paz e amor no coração. Você sempre me lembrou de viver o momento. Desde que você entrou na minha vida, continuou ao longo de toda nossa amizade a ter um impacto profundo na minha sobriedade. […] Por todas essas razões e mais, eu sou um homem melhor por ter te conhecido”

    Khandwala, que também trabalhou com BLONDIE, BREAKING BENJAMIN, PAPA ROACH, DROWNING POOL e PIERCE THE VEIL, entre outros, conheceu a vocalista Taylor Momsen em 2008 e a ajudou a trabalhar no primeiro álbum de sua banda, Light Me Up. Desde então, ele produziu todas as gravações do THE PRETTY RECKLESS.

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  • HEAVIEST: Zak Stevens é convidado especial em ‘The Wall of Chaos-t’

    HEAVIEST: Zak Stevens é convidado especial em ‘The Wall of Chaos-t’

    Finalmente, a HEAVIEST entrega o jogo e nos conta quem é a misteriosa participação especial em seu vindouro álbum ‘The Wall Of Chaos-t’: ninguém menos que o lendário cantor norte-americano Zak Stevens.

    Zak Stevens

    Para quem chegou no planeta por esses tempos, Zak Stevens é um dos vocalistas mais celebrados do Heavy Metal, colecionando clássicos em suas famosas bandas Savatage, Circle II Circle e Trans-Siberian Orchestra, destacado pela Billboard (a Bíblia da Música) como um dos principais artistas do mundo, com mais de 10 milhões de álbuns vendidos.

    Zak gravou poderosos vocais para  ‘Hunted’, faixa do novo disco que trata de temas reais, polêmicos e atuais. O vocalista ficou impressionado com a música e mandou uma mensagem em vídeo:

    https://youtu.be/D3Rrr8XxFDs

    E os músicos brasileiros realmente causaram ótima impressão. A própria esposa de Zak Stevens, Katherine Trussell, compartilhou em seu Perfil no Facebook a notícia publicada na Página Oficial da HEAVIEST na rede social, com a seguinte mensagem: “Aproximadamente um mês atrás, Zak cantou nessa faixa matadora da Heaviest. A banda preparou um incrível vídeo com trecho da música, então tive que compartilhar… Material realmente ótimo.”

    Recentemente, a HEAVIEST lançou o videoclipe para a faixa ‘Fire It Up’. O trabalho contou com superprodução que envolveu mais de 50 especialistas distribuídos em projeto, infraestrutura, montagem, iluminação, sonorização, captação de imagens, coordenação e edição. A iniciativa recebeu o apoio das empresas SowStore, Promo Led Eventos, Vitrine Animada, BZP, Lafstudio, Stone Guitar Company, Sem Destino Couro e Mondo Cão. Assista abaixo.

    ‘The Wall Of Chaos-t’ tem previsão de lançamento para este semestre e teve a produção de Guto Mantesso, coprodução da HEAVIEST e do renomado artista norte-americano Roy Z (Bruce Dickinson, Helloween, Sepultura, Judas Priest, Sebastian Bach, entre outros).

    Canais Oficiais: YouTube: www.youtube.com/c/HeaviestBand Facebook: www.facebook.com/Heaviestband Twitter: www.twitter.com/Heaviestband Website: www.heaviestband.com Assessoria: www.metalmedia.com.br/heaviest   Fonte: Metal Media
  • DAVE MUSTAINE: “Foi difícil se livrar da sombra do METALLICA”

    DAVE MUSTAINE: “Foi difícil se livrar da sombra do METALLICA”

    O guitarrista e vocalista do MEGADETH, Dave Mustaine é o foco da seção My Guide To Life, na última edição da revista ‘Planet Rock’. No artigo, o líder do MEGADETH fala sobre “fé, amor, caridade e os benefícios de não matar seu melhor amigo”, segundo a publicação.

    Falando sobre como ser expulso de um grande grupo de metal, finalmente o inspirou a começar sua própria banda, Mustaine disse: “Não foi fácil escapar da sombra do METALLICA. É preciso esforço e energia para tirar uma banda do chão, sem se importar que você tem uma banda enorme pisando na sua cabeça toda vez que você fica acima da água. “

    Mustaine foi integrante do METALLICA por menos de dois anos, de 1981 a 1983, antes de ser demitido e substituído por Kirk Hammett.

    Os membros do METALLICA foram respeitosos enquanto discutiam sobre seu ex-colega de banda, com o guitarrista Kirk Hammett dizendo em 2016: “Eu sempre vi Dave como alguém que estava muito, muito triste, muito zangado, muito frustrado sobre a sua situação com o METALLICA, e eu nunca poderia deixar isso pra lá. E, você sabe, eu sempre mostrei muita empatia por ele, entendendo que ele estava apenas chateado. É o equivalente da mulher da sua vida deixando você. “

    Mustaine não foi incluído no Rock And Roll Hall of Fame com o METALLICA durante a cerimônia de abril de 2009 no Public Auditorium de Cleveland, Ohio. O baterista Lars Ulrich explicou mais tarde ao ‘The Plain Dealer’ que Mustaine “nunca tocou em nenhum disco do METALLICA. Sem desrespeito por ele. Mas houveram meia dúzia de outros caras que também estiveram na formação nos primeiros tempos. O melhor a ser feito seria incluir qualquer um que tocou em um disco do METALLICA“. Ele acrescentou: “Dave Mustaine esteve na banda por onze meses, predominantemente em 1982 … Eu não estou tentando negar. Eu não tenho nada além de respeito e admiração por suas realizações desde então. “

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  • LAMB OF GOD: Confira o cover de “Kerosene”, do BIG BLACK

    LAMB OF GOD: Confira o cover de “Kerosene”, do BIG BLACK

    O LAMB OF GOD disponibilizou sua versão cover da música do BIG BLACK, Kerosene. A faixa é parte do álbum Legion: XX, que será lançado sob a alcunha BURN THE PRIEST em 18 de maio via Nuclear Blast na Europa e Epic Records nos EUA.

    O LAMB OF GOD lançará um álbum comemorativo de 20 anos, Legion: XX, sob  o nome BURN THE PRIEST, alcunha sob a qual o LAMB OF GOD foi originalmente formado em 1994. Com o lançamento marcado para 18 de maio via Epic, a coleção conterá versões do LAMB OF GOD para canções originalmente escritas e gravadas por bandas que os inspiraram, incluindo o STORMTROOPERS OF DEATH, BAD BRAINS, MINISTRY, AGNOSTIC FRONT e CRO-MAGS.

    Como a banda está se aproximando do vigésimo ano de sua estreia sob o nome BURN THE PRIEST, a banda optou por lançar um álbum de covers que reflete a grandeza de – punk, hardcore, crossover e noise – subgêneros que contribuíram para o que é o LAMB OF GOD e, de quebra, para o que o mundo hoje enxerga como metal moderno. As faixas são executadas com a precisão inconfundível que manteve a banda vital por duas décadas, mas não se engane, a crueza e a atitude punk são aqui exploradas da mesma maneira que foram quando, pela primeira vez, aqueles quatro estudantes universitários desavisados ​​e um subchefe de cozinha transformado em vocalista se uniram em uma banda.

    O guitarrista Mark Morton comentou: “Para entender verdadeiramente a essência da banda BURN THE PRIEST, é preciso primeiramente considerar a paisagem na qual ela começou, em meados dos anos 90: O grunge e a música alternativa dominavam as ondas de rádio. As mídias sociais e a Internet ainda não tinham assumido o seu papel atual de fontes coletivas de entretenimento e intercâmbio cultural. Foi uma época em que os zines se voltaram para novas bandas e cenas regionais, e ‘copiar e colar’ ainda demandava uma gráfica e um tubo de cola”.

    “À medida que nosso som e nossas músicas se desenvolviam, nossos objetivos também foram se desenvolvendo… começamos a fazer festas no porão e shows em galpões, e, ao fazê-los, percebemos que a energia que estávamos criando era transferível”, continuou ele. “Os shows que tocamos nesses galpões e as pessoas que conhecemos foram incorporados para sempre em nossa consciência coletiva e no DNA de nossa banda.”

    Legion: XX foi gravado com o produtor Josh Wilbur (GOJIRA, ALL THAT REMAINS), que já trabalhou no álbum VII: Sturm und Drang, que o LAMB OF GOD lançou em em 2015.

    Confira o tracklist de Legion: XX:
    1. Inherit The Earth (THE ACCÜSED cover)
    2. Honey Bucket (MELVINS cover)
    3. Kerosene (BIG BLACK cover)
    4. Kill Yourself (S.O.D. cover)
    5. I Against I (BAD BRAINS cover)
    6. Axis Rot (SLIANG LAOS cover)
    7. Jesus Built My Hotrod (MINISTRY cover)
    8. One Voice (AGNOSTIC FRONT cover)
    9. Dine Alone (QUICKSAND cover)
    10. We Gotta Know (CRO-MAGS cover)
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  • NOTURNALL – ALÍRIO NETTO – São Paulo/SP, 24 de abril de 2018

    NOTURNALL – ALÍRIO NETTO – São Paulo/SP, 24 de abril de 2018

    Quem diria que em plena terça-feira teríamos uma noite histórica, regada a heavy metal, atrações circenses e ilusionismo, tudo isso em um teatro, com ingressos esgotados semanas antes (tanto que rolou show extra no Manifesto Bar, no dia 21), e sendo filmado? Pois foi exatamente o que Noturnall (com o auxílio da Cia da Madrugada e do mágico Wander Rabelo) e Alírio Netto, ambos trazendo convidados pra lá de especiais, proporcionaram ao público paulistano no último dia 24. A data era especial para o Noturnall, que exibiria seu show diferenciado, chamado de “Noturnall Freakshow”, e também para o cantor e ator Alírio Netto, que comemorava 25 anos de carreira. A ocasião foi marcante, inclusive, para o aconchegante Teatro Porto Seguro, que pela primeira vez abria espaço para a realização de um evento de música pesada. Trata-se de um bonito espaço cultural, com enorme pé-direito, capacidade para praticamente 500 pessoas – incluindo balcão superior -, e privilegiado por excelente acústica e iluminação. Em entrevista que fiz com Alírio Netto para a edição atual da revista ROADIE CREW (#231), ele contou que a ideia desse evento ser registrado em DVD pelas duas bandas partiu de conversas que teve com Fernando Quesada (baixista do Noturnall), durante shows que fizeram juntos. E já que haveria filmagens, minutos antes do início do primeiro show a produção da Foggy Filmes explicou à plateia como se comportar durante as apresentações.

    Pontualmente às 21h00, as luzes se apagaram e o telão ao fundo do palco começou a projetar imagens de Alírio Netto. Também mostrou depoimento de Brian May, lendário guitarrista do Queen, à respeito do artista brasileiro. Isso porque, recentemente, Alírio conquistou um feito de enorme proporção: foi confirmado para integrar o “Queen Extravaganza”, projeto idealizado pelo próprio May e por seu ‘bandmate’, o baterista Roger Taylor. Acompanhado dos músicos do Noturnall, Quesada, Brunno Henrique (guitarra), Juninho Carelli (teclado) e Henrique Pucci (bateria), Alírio Netto entrou tocando o tema principal do musical “Jesus Christ Superstar”, o qual ele foi protagonista. “Back to Light”, seu mais recente single, deu sequência e ganhou coro da plateia. Para o repertório, Alírio reuniu um punhado de músicas de toda a sua carreira, e para tocá-las alguns convidados. O primeiro deles foi seu ex-companheiro de Age of Artemis, Giovanni Sena (baixo), que assumiu o lugar de Quesada em “Truth in Your Eyes”, do álbum de estreia do grupo, “Overcoming Limits” (2012). Depois, com Quesada de volta ao seu posto, foi a vez de Marcelo Barbosa (Angra), ex-parceiro de Alirio no Khallice, fazer dupla com Brunno Henrique nas guitarras na bela “Reasons”, do EP “Inside Your Head” (2008).

    A segunda metade do set foi especial e começou de maneira intimista e acústica. No palco agora estavam Carelli, e aos violões o ex-Noturnall Leo Mancini e Quesada, para acompanhar Alírio, que convidou para um duo a sua esposa, a simpática e bem humorada Lívia Dabarian, a Scaramouche do musical “We Will Rock You”, em que ele interpretou Galileo. O cenário estava criado de maneira romântica para uma bela versão da emocionante “Who Wants to Live Forever” (Queen), em que o casal deu um show à parte, mostrando que se completam não só como marido e mulher, mas também nas vozes e na escolha das mesmas profissões. Cada um dos dois teve direito a uma paradinha na canção para mostrar seus talentos vocais. Arrancaram aplausos, principalmente quando, abraçados, selaram a música com um beijo cinematográfico. A seguir, todos se retiraram e Alírio se sentou ao piano disposto ao centro do palco para um medley cativante, que incluiu trechos de “Take Me Home” (Age of Artemis), “Retrato”, música de seu álbum solo “João de Deus” (2016), e “Black Hole Sun”, clássico do Soundgarden.

    A seguir, Alírio comentou que pegou emprestado do vocalista italiano Fábio Lione os músicos Rafael Bittencourt, Marcelo Barbosa, Felipe Andreoli e Bruno Valverde, e brincou após os quatro serem aplaudidos: “Pra quem não sabe, esse aqui é o Angra”. Juntos e acompanhados de Juninho Carelli tocaram “Make Believe”, para histeria dos fãs do grupo. Antes de se despedir, Alírio anunciou seus últimos convidados, o tecladista Sérgio Golivek (Conceitual Club), Adriano Daga (Malta), além de reconvocar Sena, Barbosa e Brunno Henrique, para o encerramento com outro hino do Queen: “The Show Must Go On”. Alírio Netto é um talento nato e em pouco mais de cinquenta minutos provou que o palco, ainda mais de um teatro, é um local onde ele se sente em casa, tendo em vista que é nesse tipo de ‘habitat’ que nesses seus 25 anos de carreira, ganhou reconhecimento como cantor e ator de musicais como os mencionados “We Will Rock You” e “Jesus Chris Superstar”, além de óperas como “Carmem”, “Madame Butterfly”, “La Boehme” e “Don Giovani”.

    Pegando o gancho da última música tocada por Alírio Netto, realmente o show deveria continuar. E durante intermináveis minutos, o logotipo do Noturnall foi projetado nas cortinas fechadas do palco, enquanto uma introdução sombria rolava no som mecânico. Tudo isso para criar um clima denso para o público, que estava prestes a conferir as loucuras que o grupo havia prometido para sua apresentação. De cara, Brunno Henrique, Fernando Quesada, Juninho Carelli e Henrique Pucci chegaram agitando bastante, tocando a pesadíssima “No Turn At All”, acompanhados das sempre presentes garotas zumbis. Elas trouxeram uma jaula, de onde, segundos depois, surgiu o frontman Thiago Bianchi. “Zombies” veio na cola com as zumbis praticando pole dance ao fundo, entre a bateria de Pucci e as plataformas de teclado de Carelli. Antes de “Wake Up”, música do novo álbum “9” (2017), Carelli se dirigiu pra frente do palco, de onde uma armadilha desceu do teto. Sob o comando de Wander Rabelo, mágico/ilusionista responsável pelos números de circos famosos – como o do ator Marcos Frota – e quadros de programas como Domingão do Faustão, as zumbis amarraram o tecladista de ponta-cabeça e a armadilha o suspendeu. Era um número de escapismo, onde, de lá de cima, Carelli conseguiu se soltar e pular de volta ao palco no segundo final, dos trinta que foram contados regressivamente pelo cronômetro no telão. Aplaudido, Carelli arrancou gargalhadas: “quase morri nessa porra!”, gritou.

    Após o começo agitado, na primeira pausa Bianchi brincou: “tá rolando um show de boteco bacana aqui hoje, heim?”. Então agradeceu a presença dos fãs e dos músicos convidados, elogiou Alírio Netto, comemorou a arte em geral, se referindo aos adereços e números que ele e seus companheiros trouxeram, e alertou que as músicas seriam tocadas de maneira ainda mais visceral e veloz. Uma delas, “Fight the System”, que tem o início cantado em português e em estilo rap, foi a única representante do segundo álbum, “Back to Fuck You Up” (2015). Depois dela, Bianchi fez um trocadilho ao dizer que a noite estava sendo “mágica”. Porém o clima mudou da diversão à comoção – ainda que Carelli tenha feito graça através dos efeitos que mandava de fundo, o que fez com que todos caíssem na risada -, quando o vocalista falou dos problemas de saúde que enfrentou por decorrência de câncer, de acidente automobilístico e também de alcoolismo, e revelou que a letra da próxima música, na verdade, era a reprodução inalterada da carta de despedida que havia escrito para seus amigos. Foi a deixa para “Moving On”, que no meio ganhou uma paradinha em que as zumbis apareceram fazendo contorcionismo. O clima de emoção seguiu quando Bianchi abriu o coração ao falar bem do próximo convidado, o guitarrista original da banda, Leo Mancini. Acompanhado de Mancini e de Quesada, que estavam ao violão, e de Carelli na sanfona, Thiago Bianchi anunciou “Heart As One”, ressaltando que a parte financeira recebida com os ganhos desta música, que ganhou uma bela versão acústica no show, é toda revertida às crianças do G.R.A.A.C.C. (Grupo de Apoio ao Adolescente e à Criança com Câncer).

    As provocantes zumbis deram novamente o ar da graça quando retornaram carregando um caixote, por onde agora foi Pucci quem surgiu de dentro. Em seguida, um belo par de pernas atravessou o palco sem o restante do corpo, empurrando uma mesa de rodinhas. Um número bastante ‘misterioso’, que só podia ser a deixa para “Mysterious”. Nessa, Quesada entrou usando um roupão de época, em que sua cabeça deslizava enquanto ele tocava. Mas como nem tudo é perfeito, durante a execução dessa música o baixista não conseguiu tirar o traje e teve que sair do palco, deixando de tocar por alguns instantes até retornar. Após outro número de contorcionismo, as zumbis deixaram um adereço medieval em cena, no qual em “Sugar Pill” uma delas saiu da “barriga” de Brunno Henrique, que, de dentro do equipamento, não conseguiu disfarçar o riso. Antes da pesada “Nocturnal Human Side”, foi a vez do convidado Alírio Netto surgir da jaula. O final dessa, que teve o clipe com participação do americano Russel Allen (vocalista do Symphony X e do Adrenaline Mob) rolando no telão, foi feito com os dois vocalistas ajoelhados e soltando a voz em sintonia.

    Depois de todos se retirarem do palco, Bianchi falou sussurrando: “o homem vem aí”. Carelli retornou aplaudido e alertou: “Calma que agora vai ser foda. Aguenta coração!”. Thiago Bianchi não perdeu a tirada e sacaneou cantarolando o refrão de “Aguenta Coração”, do cantor José Augusto. Então as zumbis entraram acompanhando um alienígena, e assim que a banda começou a tocar “Hey!”, todos enlouqueceram quando elas tiraram sua máscara. O ser era ninguém menos do que James LaBrie, que mandou bem no duo vocal com Bianchi. Depois dessa, o carismático vocalista do Dream Theater cumprimentou a todos, elogiou o Noturnall e disse estar feliz por ter sido convidado para participar do show. Ao anunciar a próxima, LaBrie revelou que a letra foi inspirada no filme “The Shawnshank Redemption” (no Brasil, “Um Sonho de Liberdade”, de 1994) e explicou o conceito lírico, dizendo que foi baseado num cenário que ele mesmo criou. Ele se referia à música “Jekyll or Hyde”, de seu álbum solo “Static Impulse” (2010). Mas o que os fãs queriam mesmo era ouvir músicas do Dream Theater. Primeiro veio a comemorada balada “Through Her Eyes”, do respeitado “Metropolis Pt. 2: Scenes From A Memory” (1999), em que James LaBrie foi acompanhado apenas por Carelli ao piano e Quesada ao violão. Já o final, com todos de volta, inclusive as cinco zumbis, foi dado com um dos grandes hits da banda americana: “Pull Me Under”, do ótimo “Images and Words” (1992). E foi engraçado que nessa o próprio LaBrie atravessou feio quando seguiu cantando parte do refrão, quando na verdade havia começado a ponte para o solo. Mas nada que tenha atrapalhado a continuação da música. Foi uma apresentação memorável do Noturnall, uma banda que merece elogios por estar sempre se superando e se desafiando a mostrar ao público novas experiências, tanto dentro quanto fora dos palcos. E lanço aqui uma pergunta. Responda-me se for capaz. Quem no Brasil atualmente tem tido a audácia de resgatar a essência de espetáculos estilo shock rock, nos moldes do que estamos acostumados a ver nos shows do pioneiro Alice Cooper?

    NOTURNALL – Setlist: Intro No Turn At All Zombies Wake Up Fight the System Moving On Hearts as One Mysterious Sugar Pill Nocturnall Human Side Hey! Jekyll or Hyde Through Her Eyes (Dream Theater) Pull Me Under (Dream Theater)   ALIRIO NETTO – Setlist: Intro Jesus Christ Superstar Back to Light Truth in Your Eyes (Age of Artemis) Reasons (Khallice) Who Wants to Live Forever (Queen)   [Medley ao piano]: -Take Me Home (Age of Artemis) -Retrato -Black Hole Sun (Soundgarden)   Make Believe (Angra) The Show Must Go On (Queen)
  • Mike Shinoda (LINKIN PARK) divulga o clipe de “About You”

    Mike Shinoda (LINKIN PARK) divulga o clipe de “About You”

    O vocalista do LINKIN PARK, Mike Shinoda, lançou um videoclipe para a música About You, tirada de seu próximo álbum solo Post Traumatic. A faixa é uma colaboração com o produtor blackbear, e o clipe, que você vê abaixo, foi dirigido por Shinoda.

    O cantor/produtor lançou três novas faixas solo como EP digital no final de janeiro. Também intitulado Post Traumatic, o set abordou diretamente a morte do colega de LINKIN PARK, Chester Bennington, e a própria ansiedade de Shinoda sobre o que viria a seguir.

    Falando com Matte Babel da ‘ET Canada’, Shinoda declarou sobre o processo de composição de Post Traumatic: “Começou em um lugar muito escuro. No começo, eu não estava saindo da minha casa. Era muito claustrofóbico, eu tinha perdido um dos meus amigos e colaboradores mais próximos. Nós associamos quem somos, até certo ponto, com o que fazemos, então me senti muito perdido”.

    Ele continuou: “A experiência deste último ano tem sido louca, e eu queria colocá-la na música – não apenas para colocar um selo nela e dizer: ‘Isso aconteceu’ – mas também para levar até os fãs e as pessoas que estiveram conosco ao longo desse caminho, para que possam acompanhar a minha narrativa ou entender onde estou.”

    Questionado sobre o quão difícil foi o processo emocional de fazer música e escrever esse tipo de música, Mike disse: “A vida era difícil; a música era fácil. A música tornava as coisas mais fáceis. Começamos a falar sobre ​​’saúde mental? Envolvemo-nos, por exemplo, na prevenção do suicídio? Você quer se envolver com organizações que lidam com a depressão e assim por diante, até mesmo com o vício? E eu pensei, com algumas dessas coisas eu não tenho muita experiência. Você pode pensar que sim, pois um dos meus melhores amigos lidou com elas, mas eu pessoalmente não sofro com isso. Eu acho que a coisa mais poderosa que eu posso fazer pelas pessoas é realmente pegar as coisas que eu aprendi e compartilhá-las com os outros. Então, por exemplo, quanto à saúde mental, eu aprendi que nós devemos tratar ela como se fosse saúde física. Então, se você disser: “não estou me sentindo bem”, ou se você acordar e disser “estou passando mal”, o que você faria? Você falta no trabalho, toma algum remédio, e se for realmente ruim, você diz: ‘Ok, eu preciso ir ver um médico. Isso é muito ruim’. Mas por alguma razão, não fazemos isso quando se trata de saúde mental “.

    Shinoda também tocou em sua própria tristeza pela perda de seu amigo e colega de banda e seu desejo de avançar com o próximo capítulo de sua vida.

    “Às vezes você tem que se sentir triste e você tem que esperar até que isso pare de acontecer”, disse ele. “Eu tive dias terríveis e agora tenho menos dias ruins. E, eventualmente, encontrarei um novo ‘normal’, como uma estase. E essa é a jornada em que estou. Neste álbum, você verá isso acontecendo. Quando eu sair e começar a turnê, quando conversar com os fãs e travar diferentes conversas com pessoas diferentes, a coisa vai evoluir “.

    Shinoda fará sua primeira aparição solo desde a morte de Bennington no festival Identity LA da primavera. O evento gratuito acontecerá no centro de Los Angeles no dia 12 de maio.

    Ele também discutiu o futuro da banda em um artigo da ‘Vulture’, dizendo: “Eu não posso dizer o que vai acontecer com a banda… Acredite, eu quero saber qual é a resposta. Mas simplesmente não há uma. O que eu sei é que, para o futuro imediato, essa coisa que estou fazendo não poderia ser mais importante para mim pessoalmente ”.

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  • PASTORE lança videoclipe de “Time Goes By” gravado no Sesc Santo André

    PASTORE lança videoclipe de “Time Goes By” gravado no Sesc Santo André

    A banda Pastore, liderada pelo vocalista Mario Pastore, segue divulgando o terceiro álbum de estúdio “Phoenix Rising” em todo o Brasil. Como agradecimento aos fãs, o músico acaba de lançar o segundo videoclipe deste novo álbum. A faixa escolhida foi “Time Goes By”, que conta com imagens gravadas ao vivo no Sesc Santo André em março deste ano, e que você confere abaixo.

    O videoclipe foi gravado com imagens captadas pela banda e os fãs no show do Sesc Santo André, que aconteceu no último dia 16 de março de 2018, e produzido pela MondoCão Filmes. “Este vídeo é um presente aos fãs que compareceram em peso ao Sesc Santo André e nos ajudaram neste evento especial”, contou Mario Pastore.

    “Phoenix Rising” está disponível para entrega por todo o país na Die Hard, uma das mais conceituadas lojas de Rock e Metal do Brasil. O trabalho foi lançado primeiramente no Japão pela gravadora Spiritual Beast e conta com bons números de vendas no país nipônico. A capa foi desenhada pelo artista Marcelo Berno, que produziu as artes dos trabalhos anteriores do Pastore.

    O álbum foi produzido, mixado, masterizado e gravado por Márcio Eidt, que também gravou boa parte das guitarras de “Phoenix Rising”. Com Mario Pastore no vocal, o novo CD do Pastore teve a contribuição de vários músicos como: Márcio Eidt (guitarra), Ricardo Baptista (guitarra), Johnny Moraes (guitarra), Marcelo de Paiva (bateria), Vito Montanaro (bateria), Rafael Dyszy (bateria), Fabio Carito (baixo), Renato Caetano (baixo), além da participação do guitarrista Edu Ardanuy no cover de “Lightning Strikes Again” (Dokken), faixa disponível no Japão.

    A banda Pastore confirmou recentemente gravação de CD ao vivo no dia 27 de Maio, em uma apresentação que acontece no Espaço Som, em São Paulo, às 18h, com – o evento conta com a abertura da Armadilha. Os ingressos já estão à venda no site da Ticket Brasil.

    Line-up: Mario Pastore (vocal) Marcio Eidt (guitarra) Ricardo Baptista (guitarra) Johnny Moraes (guitarra) Marcelo De Paiva Berno (bateria) Fabio Carito (baixo)

    SERVIÇO: PASTORE NO ESPAÇO SOM EM SÃO PAULO Quando: 27 de Maio de 2018 (domingo) Onde: Espaço Som Endereço: R. Teodoro Sampaio, 462 e 512 – Pinheiros, São Paulo Abertura da casa: 18h00 | previsão de início: Armadilha 19h • Pastore 20h Ingressos: https://ticketbrasil.com.br/show/5986-pastore-saopaulo-sp/ Valores: R$ 35,00 (antecipado) R$ 40,00 (na portaria)

    Link relacionado: https://www.facebook.com/PastoreOficial

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  • KOBRA AND THE LOTUS divulga cover do FLETWOOD MAC

    KOBRA AND THE LOTUS divulga cover do FLETWOOD MAC

    O KOBRA AND THE LOTUS lançou o videoclipe oficial para sua versão do clássico do FLEETWOOD MAC, The Chain, e você já pode conferir abaixo. A faixa integra a segunda parte do trabalho conceitual da banda, que será lançada um ano após a bem sucedida estreia com Prevail I. Com lançamento marcado para amanhã, 27 de abril pela Napalm Records, Prevail II continua exatamente de onde o KOBRA AND THE LOTUS parou em 2017.

    A vocalista Kobra Paige comenta: “Humanidade. Uma das maiores lutas da nossa existência é mantê-la.

    “Este álbum sequencial mergulha mais profundamente na escuridão da nossa psique e explora o tormento pessoal e a luta que infligimos a nós mesmos, uns aos outros e à terra.

    “Tornou-se lugar-comum para as pessoas desistir de si mesmas e perder sua autoestima e a crença em suas habilidades. Isso, por sua vez, afeta nossas ações diárias / comportamento. Somos uma espécie mutável, mas também somos seres profundamente capazes de agir com altruísmo, passíveis de evolução e positividade.

    “Este álbum irá encerrar o capítulo de Prevail na mais suave de todas as notas, reconhecendo que cada pessoa tem o desejo de ser – e merece ser – verdadeiramente vista, amada e ouvida. Quando a ignorância é eliminada, podemos reconhecer que nós estamos todos juntos nessa”

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  • GRAVEYARD disponibiliza primeiro trailer do seu álbum de retorno

    GRAVEYARD disponibiliza primeiro trailer do seu álbum de retorno

    O sueco GRAVEYARD lançou o primeiro trailer do seu aguardado álbum de retorno Peace. O disco foi gravado no Park Studios em Estocolmo com o produtor Chips Kiesbye (HELLACOPTERS, MICHAEL MONROE, NOMADS) e o engenheiro Stefan Boman (BURT BACHARACH, ALICE COOPER, DEF LEPPARD).

    A banda comentou: “Como vocês devem saber, nós temos feito algumas viagens ultimamente. De muitas maneiras e em muitos níveis. O bom é que trouxemos de volta algumas coisas para todos vocês. Aqui está uma primeira lembrança da estrada para Peace.”

    Peace já está disponível em pré-venda, em vários formatos, e será lançado em 25 de maio pela Nuclear Blast.

    O GRAVEYARD anunciou seu retorno em janeiro de 2017, apenas quatro meses depois de dizer que a banda estava acabando. A nova formação do grupo não inclui o baterista Axel Sjöberg, que aparentemente está se concentrando em sua nova banda, o BIG KIZZ. Ele foi substituído por Oskar Bergenheim.

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