Categoria: Roadie News

  • SUPERSUCKERS prepara repertório de clássicos para 3 shows no Brasil

    SUPERSUCKERS prepara repertório de clássicos para 3 shows no Brasil

    Punk country pode ser um rótulo esdrúxulo até ouvir a banda que o inventou e o executa – com precisão, sujeira e balanço – há mais de três décadas. Lenda viva do rock n’ roll mundial, o Supersuckers, dos Estados Unidos, chega à América do Sul na última de abril – após um giro pela Europa – para três shows no Brasil e um na Argentina, já certos de que trará apenas clássicos de uma respeitada discografia, reverenciada inclusive pelo icônico falecido baixista do Motörhead, Lemmy Kilmister, que cravou “Se você não gosta de Supersuckers, não gosta de rock n’ roll”.

    A trinca de shows em território nacional começa dia 26, em São Paulo, no Sesc Pompéia. Os ingressos estão à venda a partir do dia 17/4 na internet, ao meio dia, e a partir de 18/4, às 17h30, em qualquer unidade do Sesc. Serão disponibilizadas 800 entradas que custam de R$ 12 a R$ 40. A apresentação está agendada pontualmente para as 21h30.

    Em seguida, no dia 27, o power-trio americano sobe para o Nordeste onde se apresenta como uma das atrações principal do tradicional e concorrido Festival Abril Pro Rock 2018, em Recife (Pernambuco). Também nesta 18ª edição, o Supersuckers toca ao lado de outras lendas do rock, como Moonspell, Richie Ramone, Immolation, entre outras bandas.

    Esta nova turnê brasileira do Supersuckers termina dia 28 em Curitiba (Paraná), no Jokers, com No Milk Today e Redlightz como bandas convidadas. Os ingressos estão à venda online pelo site www.redstar77.com.

    Hoje com Eddie Spaghetti (vocal e baixo), Metal Marty Chandler (guitarra e vocal) e Captain Chris Von Streicher (bateria), o Supersuckers ganhou forma em 1988 em Tuscon, no Arizona, mas lançou o primeiro registro apenas em 1992, The Smoke of Hell. O álbum trazia uma riffs criativos a partir de composições dinâmicas, divertidas. Obteve grande destaque na mídia especializada e rendeu turnês mundiais memoráveis com Motörhead, The Ramones, Bad Religion, New York Dolls, Mudhoney, entre outras.

    Os setlists destes shows também incluirão sucessos dos álbuns seguintes, La Mano Cornuda, The Sacrilicious Sounds of The Supersuckers, Must’ve Been High e Evil Powers of Rock ‘n’ Roll.

    A turnê nacional tem produção da Mamuteprod Entertainment, que já trouxe ao Brasil mais de 48 bandas, entre elas, a não menos lendária Death, precursora do proto punk, The Rude Monkey Bones (Equador), Wild Rooster (Suécia), Dirty Fuse (Grécia), Motorama (Argentina), Man or Astro-Man? (EUA), Agent Orange (EUA), The Mutants (Finlândia).

    Supersuckers em São Paulo
    Data: 26 de abril de 2018
    Horário: 21h30
    Local: Sesc Pompeia
    Endereço: Rua Clélia, 93, bairro Pompéia – São Paulo/SP
    Ingressos: de R$ 12 a R$ 40
     
    Supersuckers no Abril Pro Rock 2018
    Data: 27 de abril de 2018
    Horário: a partir das 21h30
    Local: Baile Perfumado, Recife/PE
    Endereço: de R$ 60 a R$ 110
    Supersuckers em Curitiba
    Data: 28 de abril de 2018
    Horário: 20 horas
    Local: Jokers
    Endereço: Rua São Francisco, 164 – Centro, Curitiba/PR
    Ingresso: R$ 50 
    Venda online: www.redstar77.com 
  • ARMORED DAWN é uma das grandes atrações do Festival Abril Pro Rock

    ARMORED DAWN é uma das grandes atrações do Festival Abril Pro Rock

    Com o prestígio de já ter o seu mais novo álbum “Barbarians in Black” considerado um dos melhores lançamentos deste ano pelos meios de comunicação especializados do Brasil, o Armored Dawn está se preparando para mais uma grande apresentação no País. Após importante rápida série de apresentações ao lado dos lendários Saxon e Diamond Head pela Europa, a banda é uma das principais atrações da 26ª edição do tradicional Festival Abril Pro Rock, que acontece, no próximo dia 28 de abril (sábado), no Baile Perfumado, em Recife.

    O público pernambucano é incrível e há muito tempo esperávamos pela oportunidade em tocar em Recife e principalmente no Abril Pro Rock. Assim que voltamos da Europa, entramos em estúdio para preparamos um show bastante pesado e cheio de energia para vocês. Tenho certeza que será uma data inesquecível!”, declarou o renomado baixista Fernando Giovannetti. Os ingressos continuam à venda pelo site da Sympla (https://www.sympla.com.br/abril-pro-rock-2018__251566) e nas lojas Passadisco e Disco de Ouro. Mais informações no serviço abaixo.

    Reconhecido como um dos principais expoentes da nova safra que está em destaque no cenário do heavy metal, Eduardo Parras (vocal), Timo Kaarkoski (guitarra), Tiago de Moura (guitarra), Fernando Giovannetti (baixo), Rafael Agostino (teclado) e Rodrigo Oliveira (bateria) estão na estrada promovendo o álbum “Barbarians in Black”, lançado mundialmente, no último dia 23 de fevereiro, pela gravadora alemã AFM Records.

    Este trabalho chega com a responsabilidade de superar a bela receptividade do elogiado debut “Power Of Warrior”. O disco traz 10 temas épicos, arrojados, ambiciosos, espontâneos, repletos de potencia e agressividade.

    A produção teve a assinatura de Bruno Agra (We are Harlot) e Kato Khandwala (The Pretty Reckless, Papa Roach), a mixagem e masterização de Sebastian “Seeb” Levermann (Rhapsody of Fire, Orden Ogan, entre outros).

    Formado em São Paulo (capital), o Armored Dawn tem conquistado o seu espaço com muita determinação, trabalho e perseverança, se destacando no cenário internacional em razão de importantes turnês ou shows com respeitados nomes da música mundial como Megadeth, The Offspring, Tarja, Sabaton, Symphony X, De La Tierra, Rhapsody, Fates Warning, Marillion e até Texas Hippie Coalition. Além disso, foram a única banda brasileira a tocar no Motörboat, o tradicional e concorrido Cruzeiro do Motörhead. O Abril Pro Rock é um dos festivais independentes mais relevantes do País por sempre reunir jovens artistas e bandas novas ao lado de clássicos nacionais e internacionais; e expoentes de uma nova música produzida no Brasil. Nos últimos anos, além dos dois dias de shows, o Festival apresenta uma ampla programação paralela, a exemplo da Mostra Pôster Arte Design na sua sétima edição, que neste ano vai ocupar o Centro Cultural dos Correios. Links relacionados: https://www.facebook.com/ArmoredDawn https://www.facebook.com/festivalabrilprorock

    https://www.facebook.com/afmrecords https://www.facebook.com/UltimateMusicPR

  • ROTTING CHRIST é preso na Geórgia, confira comunicado oficial

    ROTTING CHRIST é preso na Geórgia, confira comunicado oficial

    Dois membros da banda grega de metal extremo ROTTING CHRIST foram presos na Geórgia (Europa Oriental). Sakis e Themis Tolis foram detidos sob acusação de satanismo e suspeita de terrorismo, alegadamente baseadas no nome da banda. Confira o comunicado oficial divulgado por Sakis Tolis, vocalista e líder do ROTTING CHRIST:

    “Chegamos na capital da Geórgia, Tbilisi, na manhã de quinta-feira, 12 de abril. Após o costumeiro exame dos nossos documentos na fronteira, meu irmão e eu fomos detidos pela polícia. Foi-nos ordenado que seguíssemos os policiais para outra área do aeroporto, sob o pretexto de que precisaríamos responder mais perguntas antes de entrar no país. Em vez disso, tivemos nossos passaportes e telefones celulares retidos, e fomos levados para uma cela. Quando perguntamos a razão dessa prisão, nos disseram simplesmente que essa informação seria “confidencial”. Nossos advogados nos informaram mais tarde que estamos em uma lista de pessoas indesejadas ​​da segurança nacional do país, que nos rotulou como satanistas e, portanto, suspeitos de terrorismo. Sem aviso prévio e sem motivo oficial, nos encontramos na prisão, trancados em uma cela pequena e bastante suja, sem nenhum contato com o mundo externo ou representante legal de nossa embaixada por doze horas. As condições foram duras, e nenhuma informação extra nos foi dada neste tempo. Felizmente, apenas os nomes “Tolis” estavam na lista, e os outros dois membros da banda não foram detidos. Eles rapidamente começaram a trabalhar com o promotor do show para nos tirar da prisão e outros procedimentos legais. Muito esforço e um procedimento complicado precisou ser seguido para encontrar uma solução. Foi uma tarefa muito difícil para o promotor local, que envolveu especialistas legais, jornalistas e ativistas da Geórgia a fim de encontrar uma solução, e finalmente fomos liberados. Ficamos extremamente gratos a todos os envolvidos neste processo. No final, fomos capazes de realizar nosso show e acabou sendo uma noite fantástica. Gostaríamos de agradecer também a todos os fãs de metal da Geórgia pelo seu imenso apoio”

    Os membros do ROTTING CHRIST foram autorizados a deixar o país, seguingo para a Armênia sem maiores complicações.

    O ROTTING CHRIST está em turnê em apoio para Their Greatest Spells, que saiu em 23 de março via Season Of Mist. Esta compilação em CD duplo apresenta o melhor da carreira da banda, aprovada por Sakis Tolis, bem como a nova canção I Will Not Serve.

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  • TRAUMA (ex-banda de CLIFF BURTON) lançará novo álbum

    TRAUMA (ex-banda de CLIFF BURTON) lançará novo álbum

    O TRAUMA, banda mais conhecida por ter contado com o saudoso baixista Cliff Burton antes de se juntar ao METALLICA, assinou um acordo exclusivo de distribuição global com a The Orchard / Sony. O novo álbum do grupo, intitulado As The World Dies, será lançado em 11 de maio.

    Com um olho no passado, mas focado no futuro, As The World Dies – produzido pelo guitarrista Joe Fraulob – com certeza será um terceiro álbum memorável, mantendo-se fiel ao som clássico do TRAUMA, mas sem deixar de contar com um toque bastante moderno.

    O TRAUMA, formado em 1980, é a banda responsável pelo hoje raro e disputado por colecionadores, Scratch And Scream, um clássico cult dos anos 80, onde constam sucessos como The Day All Hell Broke Loose e Lay Low. O vocalista e membro fundador Donny Hillier e o antigo baterista Kris Gustofson, montaram uma formação monstruosa, com músicos incríveis. O guitarrista Joe Fraulob é um ex-membro do DANZIG; Steve Robello toca guitarra no DUBLIN DEATH PATROL (o supergrupo Bay Area formado pelos vocalistas do EXODUS e do TESTAMENT), e o baixista Greg Christian – o mais novo membro do TRAUMA – tocou em muitos discos do TESTAMENT.

  • D.R.I. – São Paulo/SP, 14 de abril de 2018

    D.R.I. – São Paulo/SP, 14 de abril de 2018

    Quem costuma acompanhar com interesse a agenda de shows sempre tão movimentada da Capital Paulista, sabe que a volta dos norte-americanos do DIRTY ROTTEN IMBECILES já era tratada como uma espécie de ‘lenda urbana’, quase tão popular quanto a ‘loira do banheiro’. Pois bem, enquanto ainda tem muito marmanjo procurando encontrar sua loira do banheiro, felizmente o show do D.R.I. se tornou realidade. Em um sábado de clima bastante agradável em São Paulo – em que a chuva ameaçou mas não caiu, e os termômetros baixaram alguns agradáveis graus de temperatura – o trânsito não ajudou tanto quanto se esperava, mas mesmo assim poucos foram os que tiveram problemas para chegar.

    Assim, com a casa já bastante movimentada, João Gordo (vocal, RATOS DE PORÃO), Guilherme Martim (bateria, VIPER, TOYSHOP), Cléber Orsioli (guitarra, BLACKNING) e Dan Lilker (baixo, NUCLEAR ASSAULT, STORMTROOPERS OF DEATH, BRUTAL TRUTH, etc) tomaram o palco para a abertura dos trabalhos, com o genial projeto Not S.O.D. Com a premissa de tocar o clássico Speak English or Die na íntegra (1985, aqui vertido para ‘Fale Português ou Morra’), o quarteto fez um show febril e enérgico, onde os ‘circle pits’ duraram da primeira até a última nota da afiada guitarra de Orsioli. Claro que a presença de Dan Lilker foi a mais festejada – não é sempre que uma divindade do metal dos anos 80 está agitando como um maníaco ao seu lado – mas os brasileiros não decepcionaram, deixando marcado na memória um grande show de abertura.

    Após alguns longos minutos de espera, finalmente teríamos a chance de ver o D.R.I., talvez a banda mais importante de toda a história do crossover – ou thrashcore, se você preferir. Sem alarde, introduções climáticas, jogo de luzes e fumacinhas fétidas, Spike Cassidy (guitarras), Rob Rampy (bateria), Gregg Orr (baixo, ATTITUDE ADJUSTMENT) e o gigante Kurt Brecht (vocal) tomaram o palco como se estivessem começando um ensaio rotineiro na sala de sua própria casa, uma atitude tão cheia de naturalidade e desenvoltura, que até poderia ter sido confundida com total falta de compromisso – caso aqueles milhares de olhos que encaravam o palco não pertencessem a fãs que esperavam e ansiavam justamente por esta postura, um testamento do legado perpetrado nas últimas décadas por uma banda totalmente avessa ao sucesso e suas frescuras.

    Todo aquele torpor de ‘isso realmente está acontecendo?’ se desfez com a correria de The Application (Definition, 1992), que acabou por pegar muita gente de surpresa. Felizmente esta é daquelas músicas que dão tempo para você se situar antes dela terminar, algo que para os padrões do início de carreira do D.R.I. poderia soar até como um longo épico. Enquanto os ‘circle pits’ voltavam a se formar em todos os cantos do recinto, a banda seguia mandando pedrada sobre pedrada, sempre com a voz ‘podrona’ de Brecht dando o tom da desgraça, e os fenomenais riffs ‘máquina de cortar grama enguiçada’ de Cassidy a esmagar tímpanos. Enquanto Hooked fazia os fãs de Crossover (1987) chegar às raias da loucura, How To Act (Dealing With It!, 1985) e Commuter Man (Dirty Rotten EP, 1983) fizeram a alegria daqueles que preferem o som mais hardcore do início da carreira.

    A viagem de quase quatro décadas também merecia uma parada em tempos mais modernos, então, após mais alguns clássicos do quilate de Snap e Violent Pacification, veio a tríade maníaca Against Me/Anonymity/As Seen on TV, todas do recente EP But Wait… There’s More! (2016), a última cantada em coro pelo público, já suado e sem fôlego. Na sequência, o baixista Greg Orr cedeu seu posto para Dan Lilker, e aí – como você pode imaginar – o inferno foi libertado. Mad Man veio rasgando couro e carne, e o clima ameno da noite de sábado se viu transformado em um caldeirão infernal, onde suor e porrada (no melhor sentido) tomavam conta do ambiente e transformavam o ‘fabrique’ em ‘abatedouro’.

    Já com Orr de volta ao seu lugar, veio Acid Rain, uma das melhores composições de toda a carreira do grupo, e que logicamente não poderia faltar nesta celebração paulistana. Aliás, o que não faltou foram riffs esmagadores, correria, suor, agitação e clássicos, empilhados aos montes, forçando o telhado e as paredes, transbordando pelas esquinas, esmagando os corpos pelo chão. Que banda fenomenal, meus amigos! Que show incrível presenciamos! Ao final, ainda tivemos Manifest Destiny e Five Year Plan, então, o que dizer?

    Uma noite amena em São Paulo… Vai nessa. Não teve nada de ameno, não pelas bandas da estação de metrô Barra Funda. Quem lá esteve presenciou uma das noites mais causticantes e célebres que a Capital Paulista já viu. Quem lá esteve, tomou suco de metal oitentista direto da caneca do diabo, e saiu sorrido de satisfação! Em uma noite que ainda teve os legítimos filhos do deus da música em outra região da cidade, os presentes no Fabrique viram e ouviram o bastardo feio e degenerado, o aborto abjeto de um deus da música surdo e meio gagá – o filho sujo, podre e imbecil que talvez não orgulhe o pai, mas que é amado por todos na rua. Que venha o próximo, pois este show já virou lenda!

  • ENTOMBED A.D. já trabalha em novo álbum

    ENTOMBED A.D. já trabalha em novo álbum

    A banda sueca de death metal ENTOMBED A.D. entrou em estúdio para começar a gravar seu terceiro álbum, que poderá ser lançado no final de 2018.

    O segundo álbum do ENTOMBED A.D., Dead Dawn, foi lançado em fevereiro de 2016 pela Century Media.

    No último outono, o vocalista Lars-Göran “LG” Petrov conversou com a finlandesa ‘Rauta’ sobre a decisão do ENTOMBED de mudar seu nome para ENTOMBED A.D. para evitar uma batalha legal com o guitarrista do ENTOMBED, Alex Hellid, que não queria que seus antigos colegas de banda usassem o nome.

    “[ENTOMBED e ENTOMBED A.D. são] a mesma coisa – apenas algumas pequenas complicações no caminho”, disse ele. “Mas estamos aqui, tocando e batendo cabeça, e isso é o mais importante. Mas é o mesmo. É a mesma coisa.”

    Petrov acrescentou que ele e seus colegas de banda “não pensam” na ligeira alteração no nome do grupo. “Nós apenas deixamos rolar. Enquanto estivermos em turnê, ninguém pode nos parar.”

    Perguntado sobre o que o inspira a fazer música e escrever letras hoje em dia, Petrov disse: “É chato ficar sentado em casa. [Risos] Não, você sempre pode ser produtivo, sair em turnê e não dormir. Mas isso não importa quando você vai para o show e você vê seus irmãos no metal. Então vale a pena.”

    O ENTOMBED A.D. já conta com dois álbuns completos de estúdio: Back to the Front (2014) e Dead Dawn (2016).

  • RESURRECTED – Resurrected [8,0/10]

    RESURRECTED – Resurrected [8,0/10]

    Relegados ao underground, aquele reino fabuloso repleto dos mais talentosos ‘cães vadios’ e ‘seres abjetos’ do mundo da música, este RESURRECTED já contém uma solidez incrível em sua carreira, onde agora sete discos completos de estúdio dividem espaço com um ao vivo, e mais uma série de EP’s. E não pense que estes alemães são bons apenas em quantidade, pois a qualidade do produto aqui ouvido está acima da média, e isso em um ano que não faltam boas opções no death metal (o álbum é de 2017). A parte boa é que logo de cara Hellcome tem aquela pegada que conhecemos do debut Raping Whores (1998), ou seja aquela vocação grind que você sente logo nos primeiros segundos, enquanto The Overkill to Dwell parece ter saído do melhor de todos, o imbatível Butchered in Excrement (2001), época em que o som dos caras se aproximava muito do grind tcheco. Não pense que o melhor está apenas no início do álbum e que depois a coisa decai, pois não é o caso. É pedrada até o fim, ouça a serenidade de Necronynphomanic e a midtempo Fathomless Creation e comprove.

  • PRIMITIVE MAN – Caustic [8,5/10]

    PRIMITIVE MAN – Caustic [8,5/10]

    Apostar em sonoridades densas e incompreensíveis para boa parte das pessoas não é novidade para o trio PRIMITIVE MAN, afinal, esta já foi a premissa básica do primeiro registro do grupo, Scorn, lançado em 2013. Com o passar dos anos, a expectativa por um novo álbum foi aumentando gradativamente, e eis que temos em mãos Caustic, o segundo completo de estúdio da banda. Tomando como parte cabível ao processo de escrita do material aqui contido – longos quatro anos – o tempo de duração é até justo: mais de uma hora de música, onde (subtraindo-se quatro pequenas vinhetas) oito músicas longas, densas e malditas disputam espaço na porrada, uma briga em que sempre é a sua cabeça que paga o preço, caro leitor. Mas, acredite se quiser, isso é muito bom. Claro que é necessária uma certa disponibilidade de tempo e espírito para encarar músicas como My Will, que abre o trabalho com o pé no freio e se arrasta por cinco minutos, mas ouvir o riff inicial de Victim vale o esforço. A qualidade dos vocais em todo o disco é louvável, garantia do talentoso Ethan Lee McCarthy, que talvez você conheça de Decline, o excelente e incômodo álbum de estreia do VERMIN WOMB, lançado em 2016. Então, se estiver procurando por uma experiência musical incômoda e brilhante, que tal conferir este PRIMITIVE MAN? Fãs de doom metal, noise e sludge terão muito assunto para discutir.

  • Michael Denner (MERCYFUL FATE) prepara segundo álbum do DENNERS TRICKBAG

    Michael Denner (MERCYFUL FATE) prepara segundo álbum do DENNERS TRICKBAG

    O DENNERS TRICKBAG, banda do lendário guitarrista do MERCYFUL FATE, Michael Denner, entrou no estúdio para finalizar seu segundo álbum.

    O álbum de estreia do DENNERS TRICKBAG foi lançado em setembro de 2013.

    Denner disse anteriormente sobre a formação do DENNERS TRICKBAG: “Eu tive a ideia uma noite em que eu estava em casa filosofando sobre com quem eu preferiria tocar se tivesse o direito de escolher livremente entre todas as pessoas que encontrei ao longo dos anos no mundo do heavy metal. Eu chamei esses quatro caras, e todos disseram sim… A condição era que a música tinha que ser o progressivo dos anos 70 com muitos solos de guitarra – e todo mundo estava totalmente envolvido na ideia.

    Ele acrescentou: “Se bandas como MOUNTAIN, THREE MEN ARMY, MONTROSE, TEMPEST, BOXER, JERICHO e CAPTAIN BEYOND estão entre suas favoritas, então esta banda estará no sua lista!”

    O DENNERS TRICKBAG sofreu algumas mudanças na formação desde o lançamento de seu álbum de estreia, incluindo a perda do vocalista Lars Berthelsen. O time atual é formado pelo quarteto Frederik Presley (vocal), Michael Denner (guitarra), Flemming Muus (baixo) e Bjarne Holm (bateria).

    O álbum de estreia autointitulado do DENNERS TRICKBAG foi lançado em 2013 pela Target Records. O álbum foi produzido pelo próprio Michael Denner em parceria com Flemming Muss, com a masterização de Flemming Rasmussen (METALLICA, BLIND GUARDIAN, ARTILLERY, MORBID ANGEL).

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  • Ian Hill, do JUDAS PRIEST explica como ideias antigas influenciam as novas composições

    Ian Hill, do JUDAS PRIEST explica como ideias antigas influenciam as novas composições

    O baixista do JUDAS PRIEST, Ian Hill, foi entrevistado por Pete Bailey, do podcast ‘Binge Thinking’. Perguntado se é difícil para o JUDAS PRIEST criar novas músicas sem que as ideias usadas anteriormente subconscientemente encontrem seu caminho dentro do novo material, Hill disse: “Tenho certeza que sim. Está tudo entre seus ouvidos – todas aquelas músicas; há cerca de duzentas músicas lá”. E, sim, eu acho que também é isso que mantém uma banda reconhecível. No nosso caso, começamos com Rob [Halford, vocais] e os quatro músicos, e todos nós temos nosso próprio estilo e preferências. Juntando tudo, se torna o JUDAS PRIEST – Então sempre será a mesma coisa – com algumas diferentes técnicas de gravação, diferentes guitarras, amplificadores, qualquer coisa, mas com aquela coisa básica, pequena e primordial, que sempre estará lá, e que continuará lá até acabarmos. Sim, elas vão aparecer de vez em quando [as ideias antigas], mas não é reconhecível, é claro. Bem, pode ser para os outros, mas não para nós. Deve ser subconsciente, é algo em que não pensamos”.

    Ele continuou: “Com cada álbum, sempre tentamos torná-lo um pouco diferente e tentamos melhorar. Ainda estamos aprendendo – depois de todos esses anos, ainda estamos aprendendo.

    “Então não, de verdade – nós não vivemos no passado”, acrescentou. “Não pensamos: ‘precisamos de uma música que soe como essa do último álbum’. Nós apenas seguimos em frente, vemos o que sai no final do dia, e então seguimos adiante”.

    O álbum mais recente do JUDAS PRIEST, Firepower, entrou na parada Billboard 200 na posição número 5, tornando-se o álbum mais bem posicionado da banda em toda a sua carreira. Edições avulsas, assinatura física e digital. Conheça a nossa Roadie Crew Shop – acesse https://roadiecrew.com/roadie-shop