Categoria: Roadie News

  • OVERKILL está em pré-produção do novo álbum de estúdio

    OVERKILL está em pré-produção do novo álbum de estúdio

    De acordo com um post na página do baterista do OVERKILL, Jason Bittner no Facebook, a banda está atualmente “em fase de pré-produção” para o  sucessor do álbum de 2017, The Grinding Wheel.

    Os veteranos thrashers de Nova Jersey (EUA) revelaram em fevereiro que pelo menos quatro novas músicas estavam em diferentes estágios de conclusão naquele momento, com mais por vir.

    Em uma recente entrevista com a ‘3D Radio’ da Austrália, Ellsworth falou sobre o processo de composição e gravação da banda: “Bem, para nós, vindos da velha escola, até certo ponto, tem que ser físico. E o que quero dizer com isso é estarmos em uma sala com os outros, dividir uma pizza, dividir uma cerveja, suar, ter algumas boas ideias, ocasionalmente – ou mesmo mais do que ocasionalmente – dizer: ‘Oh, meu Deus! Isso tá uma bosta’. E, em seguida, partir disso para o que a era moderna nos oferece, coisas como Pro Tools e trocar arquivos de um lado para outro através da Internet, pois as ideias podem ser trocadas instantaneamente e à partir de casa agora. Então, usamos um tipo de combinação do antigo ‘vamos plugar as guitarras’ com o moderno ‘vamos aos computadores trocar nossas ideias’. Então funciona de ambos os modos para nós. É uma combinação do antigo e do novo “.

    O último álbum do OVERKILL, The Grinding Wheel, foi lançado em fevereiro de 2017 via Nuclear Blast/Shinigami no Brasil. O disco foi produzido pelo OVERKILL e mixado por Andy Sneap (MEGADETH, EXODUS, ACCEPT). A arte foi criada novamente por Travis Smith (NEVERMORE, OPETH, SOILWORK, DEATH).

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  • PRAYING MANTIS divulga nova música, “Keep it Alive”

    PRAYING MANTIS divulga nova música, “Keep it Alive”

    Os britânicos do PRAYING MANTIS lançarão seu 11º álbum de estúdio, Gravity, no dia 11 de maio via Frontiers Music Srl. A nova composição Keep It Alive, presente no vindouro novo álbum, já foi divulgada para os fãs, e você pode conferi-la abaixo.

    Após a resposta positiva dada ao último lançamento do estúdio da banda, Legacy de 2015, o novo álbum vê o PRAYING MANTIS retornar com a mesma formação, com John Cuijpers (vocais) e Hans In’t Zandt (bateria) novamente contribuindo para o processo de composição. Juntamente com os membros fundadores Tino Troy, Chris Troy e Andy Burgess, eles não só ajudaram na escrita das músicas, mas também na elaboração de uma nova dimensão em termos de engenharia de som e produção.

    Um dos artistas mais influentes e conhecidos do cenário, Rodney Matthews (MAGNUM, DIAMOND HEAD, ALLEN/LANDE), foi contratado para elaborar a arte para Gravity, com o mesmo estilo e qualidade que impressionaram muitos fãs nos antigos álbuns do PRAYING MANTIS, como Time Tells No Lies, Predator In Disguise e Legacy.

    https://youtu.be/ReD1QGqQSs8 Edições avulsas, assinatura física e digital. Conheça a nossa Roadie Crew Shop – acesse https://roadiecrew.com/roadie-shop
  • Confira o BLACK STONE CHERRY tocando no Hendrix’s London Mayfair Flat

    Confira o BLACK STONE CHERRY tocando no Hendrix’s London Mayfair Flat

    Os roqueiros do Kentucky, BLACK STONE CHERRY, recentemente fizeram uma performance exclusiva no flat ocupado na década de 60 por Jimi Hendrix, em Londres (hoje parte do Handel & Hendrix Museum, em Mayfair, Londres).  A banda tocou Tired Of The Rain, e seu novo single, Bad Habit, que consta no próximo álbum do BLACK STONE CHERRY, Family Tree. Confira os vídeos abaixo, conforme publicados pela revista online ‘Guitar Interactive’.

    Family Tree é a tão aguardada sequência de Kentucky, de 2016. Como foi o caso em Kentucky, os membros do BLACK STONE CHERRY optaram por produzir e gravar o novo disco no Barrick Recording de David Barrick em Glasgow, Kentucky (EUA), o mesmo estúdio onde o quarteto registrou sua estreia autointitulada. O BLACK STONE CHERRY também optou por não ensaiar antecipadamente para as sessões do álbum, preferindo o imediatismo e a espontaneidade das tomadas capturadas no momento. A banda também encarregou o vocalista Chris Robertson de mixar as músicas, que se encaixam perfeitamente no processo criativo que deu origem à Family Tree.

    Family Tree possui o número da sorte do BLACK STONE CHERRY com suas 13 músicas e, como todos os lançamentos do BLACK STONE CHERRY, traz contribuições de cada  um dos membros da banda.

    “Este álbum não é tão pesado”, disse Chris para a Classic Rock. “Na verdade, houve alguma raiva e agressão que surgiram em algumas das músicas do Kentucky, por conta da mudança de gravadora e tal. Mas com esse álbum, não nos preocupamos em fazer músicas pesadas. Nós derrubamos todas as barreiras que nós mesmos nos impusemos – ou que qualquer outra pessoa tenha nos imposto – e só nos preocupamos em fazer um disco de rock ‘n’ roll ”.

    Family Tree, será lançado em 20 de abril pela Mascot Records / Mascot Label Group.

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  • Assista videoclipe inédito de Back to the Light, novo single de ALÍRIO NETTO

    Assista videoclipe inédito de Back to the Light, novo single de ALÍRIO NETTO

    O ator e cantor Alírio Netto acaba de divulgar o videoclipe de “Back to the Light”, novo single solo do atual vocalista da banda Queen Extravaganza. A música foi gravada nos estúdios do EM&T e produzida por Fernando Quesada, Brunno Henrique e Alírio Netto. O videoclipe foi dirigido por Thiago Kiss, um dos grandes diretores da nova geração, e retrata o atual momento vivido por Alírio Netto em sua carreira como profissional.

    Os músicos que gravaram “Back To Light” são Fernando Quesada (baixo), Brunno Henrique (guitarras), Junior Carelli (teclados) e Henrique Pucci (bateria). “Com muito orgulho divulgo a capa de meu novo single Back To Light. Esta música é muito especial porque foi gravada junto com os meus amigos da Noturnall e será apresentada nos próximos dias para todos que acompanham meu trabalho. Ela tem muito do meu DNA e gostaria muito de saber do feedback de todos os meus amigos e fãs”, disse Alírio Netto.

    O produtor e baixista Fernando Quesada fala sobre o novo videoclipe de ALírio Netto: “Quem me conhece sabe que trabalhar com Alírio Netto sempre foi um desejo meu. É um músico que sempre admirei muito em todos estes anos como artista e profissional. Alírio é uma daquelas pessoas que eu tenho orgulho em falar que é meu amigo e que eu tenho muita felicidade em estar perto. Alírio é uma pessoa que tem grandes objetivos na vida e somente assim para realmente fazer história, o que ele já está fazendo. É um prazer estar com ele nesta produção de uma música que eu gostei tanto de tocar e gravar. Será muito legal também tocar essa música na gravação do DVD de 25 anos de carreira deste grande artista e cantor” O diretor Thiago Kiss também comentou sobre o videoclipe: “Já fazia algum tempo que eu e Alirio queríamos fazer um clipe juntos. Ele me mandou uma pré-produção da música e logo vi que poderíamos fazer algo simples e direto. Usei cenas num túnel como se ele fosse uma espécie de um mentor resgatando a personagem que não se reconhecia no tempo/espaço que se encontrava. Planos com câmera debaixo pra cima nele e o inverso nela conectam os dois ao longo da música.” Alíro Netto está em turnê com a Noturnall e James Labrie por todo o Brasil no mês de Abril. O artista se apresenta em Campo Grande, São Paulo e Florianópolis. Todos os detalhes estão nas redes sociais dos artistas. O vocalista irá gravar um DVD que entrará para a história em uma parceria inédita e especial com a banda Noturnall. O show já está sold out e acontece no dia 24 de Abril (terça-feira), às 21h, em São Paulo, no Teatro Porto Seguro. Além de sua esposa Livia Dabarian, o show conta com convidados da banda Angra, Rafael Bittencourt, Felipe Andreoli e Marcelo Barbosa. Alírio cantará sucessos de sua carreira solo, com as bandas Khallice e Age of Artemis e dos musicais Jesus Christ Superstar e We Will Rock You. O show também conta com a participação especial do vocalista canadense James Labrie, da banda Dream Theater. No segundo semestre de 2018, Alírio Netto realizará uma extensa turnê com o Queen Extravaganza, banda tributo oficial do Queen e idealizada por Brian May e Roger Taylor, ambos músicos do Queen, onde esse último inclusive recentemente se referiu a Alírio como “Um dos grandes performers da indústria musical mundial na atualidade”. Ficha técnica de “Back to the Light”: Música: Alirio Netto e Giu Daga Letra: Alírio Netto Músicos: Voz: Alirio Netto Guitarras: Bruno Henrique Baixo: Fernando Quesada Teclados: Juninho Carelli Bateria: Henrique Pucci Produzido por Fernando Quesada Dirigido e editado por Thiago Kiss Assistência: Bob Atriz: Millena Melo Capa do Single idealizada por Danillo Facchini Links relacionados: https://www.alirionetto.com/ https://www.facebook.com/nettoalirio/
  • ANTHRAX: Confira a banda tocando “Indians”, presente no novo DVD “Kings Among Scotland”

    ANTHRAX: Confira a banda tocando “Indians”, presente no novo DVD “Kings Among Scotland”

    Um dos maiores nomes da cena inicial do thrash metal, e membros honrados do ‘Big 4’, o ANTHRAX tem um novo DVD ao vivo, Kings Among Scotland, programado para chegar às lojas físicas e virtuais em 27 de abril, via Megaforce. O vídeo da clássica Indians está disponível abaixo, e você pode conferi-la enquanto aguarda o lançamento do DVD.

    Filmado em 15 de fevereiro de 2017 em um show esgotado no Barrowland Ballroom de Glasgow (Escócia), Kings Among Scotland inclui o show completo do ANTHRAX, além de entrevistas, filmagens de bastidores e outros extras filmados no ônibus de turnê da banda, nos bastidores, em hotéis, etc. O DVD também incluirá um resumo da carreira de cada um dos membros da banda. Kings Among Scotland está disponível para pré-venda no site www.anthrax.com.

    “Tocar para os nossos amigos no Barrowlands sempre foi muito especial”, disse Frank Bello, baixista do ANTHRAX. “Todos sabemos que vamos nos unir e ter um ótimo momento, e achamos que essa incrível interação e energia realmente aparecem neste vídeo.”

    “Foi um desafio para todos nós tocar Among The Living ao vivo”, admite Charlie Benante. “Tocamos várias músicas desse álbum em nossos shows ao longo dos anos, mas nem todas, e tocar uma música em um estúdio de gravação não é o mesmo que tocar ao vivo no palco. Então, nós dedicamos muito tempo para obter todas as faixas perfeitamente. E eu vou te dizer, depois de terminarmos esse set, tão árduo como foi, todos nós sentimos uma sensação de libertação, como se pudéssemos sair e fazer isso de novo.”

    “Foi um show bastante intenso”, acrescentou o guitarrista Scott Ian, “especialmente quando a plateia ficou tão insana que o chão começou a subir e descer”.

    Kings Among Scotland foi produzido, dirigido, filmado e editado por Paul M. Green, da Film24Productions. A mixagem ficou sob responsabilidade de Jay Ruston.

    Kings Among Scotland será lançado em breve no Brasil, via Nuclear Blast/Shinigami. Edições avulsas, assinatura física e digital. Conheça a nossa Roadie Crew Shop – acesse https://roadiecrew.com/roadie-shop
  • Cover de luxo? Confira ex-membros do MEGADETH e JUDAS PRIEST tocando clássicos do metal no Canadá

    Cover de luxo? Confira ex-membros do MEGADETH e JUDAS PRIEST tocando clássicos do metal no Canadá

    O vocalista Tim “Ripper” Owens (ex-JUDAS PRIEST, ICED EARTH, YNGWIE MALMSTEEN), o guitarrista Glen Drover (MEGADETH, KING DIAMOND, TESTAMENT, EIDOLON), o baterista Shawn Drover (MEGADETH, ACT OF DEFIANCE, EIDOLON) e o baixista Adrian Robichaud (EIDOLON) juntaram forças para tocar clássicos do heavy metal sob o nome A NIGHT OF METAL em 12 de abril no Piranha Bar em Montreal, Quebec, Canadá. Filmagens do show feitas por fãs podem ser vistas abaixo.

    Glen, Shawn e Adrian têm 10 anos de história compartilhada como membros do EIDOLON, que é parte do cast da Metal Blade Records. “Shawn é meu irmão, Tim e eu somos amigos há algum tempo”, disse Glen ao ‘The Cornwall Seeker’. “Então, quando nós decidimos nos reunir, e vimos que precisávamos de um baixista, chamamos Adrian sem nem pensar. A química está lá, e isso é especialmente importante quando nós só fazemos shows de vez em quando. Eu vivo em Windsor, e os outros moram em Atlanta, Ohio, em todo o país. Não podemos passar uma semana no ensaio. Precisamos de pessoas em quem possamos confiar.”

    Em relação aos shows do A NIGHT OF METAL, Glen disse: “Os fãs podem se identificar tanto com a música quanto com os membros da nossa banda. Quer toquemos MEGADETH ou JUDAS PRIEST, ou outro clássico do metal como OZZY OSBOURNE, nós somos bons no que fazemos, e é um ótimo show.”

    Owens gravou dois álbuns de estúdio com o JUDAS PRIESTJugulator (1997) e Demolition (2001) – antes de a banda se reuniu com Rob Halford.

    Glen deixou o MEGADETH no final de 2007 e foi substituído por Chris Broderick, que anteriormente tocava com o NEVERMORE e o JAG PANZER.

    Shawn se juntou ao MEGADETH em 2004 como substituto de Nick Menza, que havia acabado de voltar ao grupo. Drover tocou em quatro discos de estúdio do MEGADETH: United Abominations (2007), Endgame (2009), TH1RT3EN (2011) e Super Collider (2013).

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  • PENNYWISE divulga nova música, “She Said”

    PENNYWISE divulga nova música, “She Said”

    Um dos grandes nomes do punk rock estadunidense das últimas décadas, o PENNYWISE apresenta sua nova música, She Said, que você já pode conferir abaixo. A faixa é parte do próximo álbum da banda, Never Gonna Die, que será lançado no dia 20 de abril pela Epitaph Records. O décimo segundo ‘full length’ da lendária banda punk é o primeiro álbum completo de novas músicas com o vocalista Jim Lindberg, o guitarrista Fletcher Dragge, o baterista Byron McMackin e o baixista Randy Bradbury em mais de uma década.

    Produzido pelo colaborador de longa data do PENNYWISE, Cameron Webb (MOTÖRHEAD, NOFX, ALKALINE TRIO), Never Gonna Die ganhou vida no mesmo espaço onde a banda escreveu canções clássicas com o falecido baixista Jason Thirsk. Mantendo o nível de excelência em sua poderosa capacidade de fundir o subversivo e com o clássico, o PENNYWISE construiu o novo álbum com 14 hinos em ritmo acelerado, habilmente projetados para inspirar mudanças radicais, capacitação pessoal, ligações implacáveis e tempos rápidos e imprudentes.

    O PENNYWISE lançou onze álbuns completos de estúdio nas últimas três décadas, alguns deles considerados clássicos do punk rock. Você pode conferir parte dessa história no primeiro capítulo da coleção de artigos da ROADIE CREW sobre punk rock e hardcore, Nervous Breakdown, clicando aqui.

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  • DEVILDRIVER divulga detalhes do novo álbum em uma nova série de vídeos

    DEVILDRIVER divulga detalhes do novo álbum em uma nova série de vídeos

    O aguardado novo álbum do DEVILDRIVER, Outlaws ‘Til The End, será lançado no dia 6 de julho pela Napalm Records, e trará a banda executando clássicos da música country. O disco é descrito em um comunicado de imprensa como “uma bola de curva surpreendente e uma declaração feroz de individualidade de uma banda que tem sido uma força constante e eficaz no mundo do heavy metal há quase duas décadas”

    Esta semana, o DEVILDRIVER revelou o primeiro de vários episódios de uma nova série de entrevistas apoiando o lançamento de Outlaws ‘Til The End. O primeiro capítulo, intitulado Intro To Outlaw Country, apresenta os membros do DEVILDRIVER, mas também conta com os convidados especiais do álbum, Randy Blythe, do LAMB OF GOD, Lee Ving do FEAR, Hank3, WEDNESDAY 13, Burton C. Bell do FEAR FACTORY e Brock Lindow do 36 CRAZYFISTS discutindo como foram apresentados ao gênero ‘country fora da lei’ e como isso os influenciou como músicos.

    No vídeo, o vocalista do DEVILDRIVER, Dez Fafara, diz: “Eu mergulhei na coleção de discos dos meus pais quando era mais novo, e foi isso que me colocou na música. Eles têm de tudo, de DOORS e STEPPENWOLF até um monte de ‘country fora da lei’. Tinha até coisas como Kenny Rogers, espalhadas pela casa… mas eu acho que meu verdadeiro amor [pelo country fora da lei] veio quando eu comecei a turnê com o PANTERA. Eles e o BLACK SABBATH. Eu estava constantemente ouvindo aqueles caras no ônibus tocando country. Se não fosse Willie Nelson, era Johnny Cash e bandas assim. Eu me apaixonei pelas letras também. O conteúdo das letras é tão real… “

    “Eu acho que música real sempre me atraiu, seja blues ou até mesmo música gótica como BAUHAUS e SISTERS OF MERCY, além de grandes nomes do country como Johnny Cash, Wayne ‘The Train’ Hancock e Willie Nelson“, declarou o vocalista e líder do DEVILDRIVER, Dez Fafara. “Essa coisa sempre me atraiu […], o blues e o country fora da lei são as bases do rock’n’roll. Eles estavam por aí antes do rock ‘n’ roll … e na minha cabeça, eu sempre ouvi essas músicas pesadas “.

    Desde os segundos iniciais de Country Heroes de Hank Williams III, Outlaws ‘Til The End é simplesmente um dos discos mais revigorantes que DEVILDRIVER fez até agora. Mais importante, essas canções evocativas e irresistíveis foram totalmente reconstruídas a partir do zero, alimentadas pelo som clássico do DEVILDRIVER e transformadas pelo inconfundível rugido feroz de Fafara.

    Outlaws Til The End foi produzido, mixado e gravado por Steve Evetts (SEPULTURA, THE CURE, THE DILLINGER ESCAPE PLAN), ao lado do guitarrista do DEVILDRIVER, Mike Sprietzer. O álbum foi masterizado pelo renomado engenheiro Alan Douches (CANNIBAL CORPSE, ABORTED, CRYPTOPSY).

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  • Retiradas todas as acusações de ‘desrespeito à símbolo nacional” em arte do BEHEMOTH

    Retiradas todas as acusações de ‘desrespeito à símbolo nacional” em arte do BEHEMOTH

    O líder do BEHEMOTH, Adam “Nergal” Darski, não será mais julgado por supostamente desrespeitar um dos símbolos nacionais da Polônia.

    Três meses atrás, foi noticiado que Nergal estava sendo formalmente acusado pelas autoridades polonesas em um caso envolvendo a arte elaborada para o merchandise da turnê Republic of the Unfaithful, que alegavam “insultar” o brasão nacional da Polônia, uma águia branca estilizada com bico e garras douradas, e usando uma coroa de ouro, com um escudo vermelho (Confira imagem da camiseta com a mencionada arte abaixo).

    O caso foi levado ao tribunal pelo Gabinete do Promotor Distrital em Gdańsk, no norte da Polônia, que disse que o especialista em heráldica e iconografia determinou que a obra da turnê apresentava “uma imagem distorcida do emblema nacional da Polônia”.

    A obra “incluía elementos e símbolos considerados satanistas e anti-cristãos, com o objetivo de transmitir conteúdo muito distante da ideologia histórica e ideológica”, disse o gabinete do promotor.

    Nergal e Maciej G., que, como o webmaster da banda, promoveram a turnê on-line, foram acusados ​​de afrontar publicamente o emblema nacional polonês, o que poderia custar aos dois a sentença máxima de um ano de prisão. Também foi citado Rafał Wechterowicz, o artista gráfico que trabalhou na citada arte do BEHEMOTH.

    Ontem, segunda-feira, Nergal postou uma atualização via Instagram, revelando que “todas as acusações absurdas” contra ele, Maciej e Rafał foram “retiradas”. Ele acrescentou: “Outra batalha vencida, mas a guerra ainda não acabou!”

    De acordo com Nergal, o design em questão “estará em breve de volta ao estoque” através da loja oficial do BEHEMOTH.

    Símbolos poloneses são protegidos contra profanação pública e insulto. De acordo com a Lexology.com, qualquer uso público que possa ser prejudicial ou insultante pode ser considerado um crime. Portanto, é importante não usar qualquer símbolo nacional (mesmo que seja artisticamente trabalhado) de uma maneira que possa ser considerada desrespeitosa ou ofensiva.

    Em 2011, Nergal foi absolvido na Polônia sob acusações de ter insultado o sentimento religioso quando chamou a Igreja Católica de “o culto mais assassino do planeta” durante a performance da banda em setembro de 2007 em Gdynia, quando rasgou uma cópia da Bíblia, chamando-a de ” livro de mentiras “.

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  • Tuesday PROGpaganda # 01 [YES – Close to the Edge]

    Tuesday PROGpaganda # 01 [YES – Close to the Edge]

    Não era apenas um bom momento, e nem somente uma época inspirada. Era isso e muito mais. No começo da década de 1970, o YES vivia uma espécie de maluquice criativa, um frenesi de ideias que parecia se manifestar em uma profunda alergia a tudo aquilo que fosse convencional, usual e corriqueiro na música. O resultado de toda essa maluquice criativa, porém, era sólido, era intenso, era coeso. Um turbilhão de ideias que soavam desconexas, disléxicas, mas que reunidas em um álbum ganhavam cor, sentimento, verdade e triunfo. Então, não é de se estranhar que, após um começo não muito brilhante, que quase resultou em uma dispensa precoce da sua antiga gravadora, o YES começasse a lançar clássico sobre clássico, sempre aprendendo e disseminando uma nova lição para os seus ouvintes.

    Na época do álbum Fragile (1971) a lição aprendida, especialmente pelo tecladista Tony Kaye foi: não tenha receio de usar muito o sintetizador. Como é sabido, Kaye relutou em dar mais espaço para esta ferramenta, o que abriu lugar para a entrada do lendário Rick Wakeman, que só não tomou o álbum todo para si porque estava ao lado de outros cachorros grandes da música. Assim, com a formação “estabilizada” em Chris Squire (baixo), Bill Bruford (bateria), Rick Wakeman (teclados), Steve Howe (guitarra) e John Anderson (vocal), o YES chegava ao seu quinto álbum completo de estúdio, e trazia consigo mais algumas valiosas lições que o tempo se negou a esquecer.

    Como dito anteriormente, o processo que levou a banda até a concepção de Close to the Edge foi uma maluquice completa, um estardalhaço de ideias que, para qualquer observador externo, parecia levar a lugar nenhum. Depois de encerrada a turnê de apoio ao seu álbum anterior, todos os membros da banda tomaram seu tempo para repousar, recolocar ordem na casa, e claro, começar a pensar nas composições do que viria a ser Close to the Edge. Assim, muitos fragmentos foram elaborados, mas nada foi realmente terminado até a banda voltar a se encontrar em estúdio, onde reuniriam o material, organizariam as partes, reescreveriam o que fosse necessário, completariam os fragmentos, e claro, escreveriam partes extras, dotadas da vibração típica que só a banda reunida poderia gerar. Como as ideias abundassem e os caminhos ficassem cada vez mais complexos, foi normal que a banda esquecesse completamente partes inteiras de uma canção composta no dia anterior, o que levou o grupo a decidir gravar todas as sessões de estúdio. Ah, sim, a glória dos colecionadores. Mas não é esse o nosso assunto hoje.

    Com as peças colocadas em seus devidos lugares, a banda rumou para o Advision Studios, onde trabalharia ao lado do produtor Eddy Offord na gravação do novo material. Offord era um velho conhecido. Tendo trabalhado com a banda desde os tempos de Time and a Word (1970), ele soube trabalhar ao lado de cada membro da banda individualmente, para assim garantir a melhor e mais satisfatória sonoridade possível. E esse talvez seja um dos grandes motivos deste álbum ser o clássico supremo que é: é possível ouvir com clareza cada minucia, cada detalhe de toda a efusão criativa de uma das mais poderosas formações da história do rock, em seu momento de maior criatividade!

    Porém, mais uma vez lembre-se de algo que dissemos anteriormente: nesta época, em cada disco o YES aprendia uma nova lição, e trabalhava para difundi-la entre os seus ouvintes. Desta vez, a grande lição que a banda nos trouxe (e para a sua discografia também), foi o gosto pelos grandes épicos, grandes composições dotadas de movimentos rítmicos e climáticos. Embora não fosse nenhuma novidade no mundo da música, especialmente do rock progressivo, o domínio deste recurso mudaria para sempre a sonoridade do YES, que daqui por diante daria passos ainda mais complexos e inacessíveis para ouvidos acostumados aos hits radiofônicos (algo com que eles viriam a se preocupar no futuro, inclusive). Close to the Edge é um grandioso álbum de quase quarenta minutos, onde aparecem apenas três canções. Três sensacionais canções.

    A primeira delas, Close to the Edge, é um épico sensacional, dividido em quatro movimentos, e que toma todo o lado A do vinil, com seus mais de dezoito (!) minutos de música. Do início – marcado por sons da natureza, o reconfortante som da correnteza de um rio límpido, onde nas margens os pássaros cantam e a vida parece se demorar em seguir adiante – a canção vai evoluindo aos poucos, ganhando sentimento com a guitarra de Howe, vibração com a bateria elegante de Bruford, sentimento com as ricas linhas de baixo de Squire, e poesia com a voz de Anderson. E não se engane pensando que Wakeman passou despercebido, pois é pelos seus dedos que todo esse ambiente passa, e se une, é no som dele que todos os elementos se unem e ganham o caráter definitivo.

    A mescla de partes viajantes, delicadas e pesadas que caracteriza a faixa título é inebriante, mas todos os que já ouviram este disco certamente já provaram da sensação de descoberta que acompanha o tocar da agulha no vinil ao início de And You And I, que abre o lado B. De um mergulho na natureza do mundo, passamos diretamente para um mergulho na alma, na natureza do ser. Seria preciso inventar novas palavras para poder descrever toda a beleza das linhas acústicas que iniciam esta canção, ao mesmo tempo que o teclado e a bateria dão toques discretos ao fundo… Uma experiência única, e também dividida em quatro movimentos, afinal, aqueles eram tempos em que se tinha coragem e capacidade para pensar grande. E então, tinha o encerramento, a pancada Siberian Khratu, com guitarras que pareciam evocar o hard rock da época e influências vindas do outro lado do Atlântico, enquanto o baixo provoca ‘Roundabout feelings’, se é que o bom leitor me entende. Embora nessa época as letras de Anderson buscassem mais criar um ambiente emotivo do que contar uma história ou passar uma mensagem, certamente você vai se identificar com muitas partes das letras, pois o ambiente musical propicia isso. Uma obra completa, atemporal.

    Mais do que os discos de platina recebidos, do que as altas posições nos charts que rendeu, este Close to the Edge é um marco na história da música por sua música, não por seus números. Um marco por representar um momento de tanta criatividade que colocou a banda ‘à beira do abismo’, à mercê de um ataque de nervos. Por fim, Bruford gravou o disco e pulou fora, para se unir ao KING CRIMSON. Acontece. Mas o mundo já tinha a maior obra que esta formação poderia conceber – e ela nunca mais seria esquecida.