Categoria: Roadie News

  • MISS MAY I: Vídeo para “Under Fire” disponível, confira!

    MISS MAY I: Vídeo para “Under Fire” disponível, confira!

    O vídeo oficial de Under Fire do MISS MAY I pode ser visto abaixo. A música é parte do último álbum da banda, Shadows Inside, que foi lançado em junho passado pela SharpTone Records. O disco foi co-produzido por Drew Fulk (MOTIONLESS IN WHITE, EMMURE, CROWN THE EMPIRE) e Nick Sampson (ASKING ALEXANDRIA, BORN OF OSIRIS). Andrew Wade (A DAY TO REMEMBER, THE WORD ALIVE, NECK DEEP) foi o responsável pela mixagem.

    Levi Benton, vocalista do MISS MAY I, declarou: “Viajar para o Sudeste Asiático mudou honestamente a minha vida. A cultura, as pessoas, as religiões e a atmosfera realmente me fizeram ver o mundo de uma maneira totalmente nova.

    “Mal posso acreditar que esta turnê caótica com 21 vôos em 20 dias resultou em um vídeo tão foda.

    “Alguns desses shows foram os maiores do MISS MAY I em toda a nossa carreira.

    “Sempre quisemos fazer um videoclipe que mostrasse aos fãs como é a nossa vida nos bastidores, e quem somos fora dos palcos.

    “Estou muito agradecido por termos viajado para tantos novos lugares exóticos e compartilhar nossa jornada com o mundo! Mal podemos esperar para voltar.”

    De acordo com um comunicado de imprensa, Shadows Inside “não é um álbum cheio de sentimentos inventados ou de um vazio brilhante. É um disco onde a banda desafiou uns aos outros a trabalhar fora da sua zona de conforto, para realmente aprimorar o que torna o MISS MAY I vital, e entregar algo totalmente autêntico e cru. “

     

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  • Confira o segundo trailer de “Queen of Time”, novo álbum do AMORPHIS

    Confira o segundo trailer de “Queen of Time”, novo álbum do AMORPHIS

    O segundo trailer de Queen Of Time, o próximo álbum de estúdio dos finlandeses do  AMORPHIS, pode ser visto abaixo. Queen of Time será lançado em 18 de maio, via Nuclear Blast. A sequência de Under The Red Cloud de 2015 incluirá o uso de cordas reais, flautas, arranjos orquestrais e até mesmo coros. Além disso, esta será a primeira vez que os fãs poderão ouvir o letrista Pekka Kainulainen em um álbum do AMORPHIS, já que ele participa fazendo um discurso em finlandês. Você pode ouvir a faixa de abertura do novo disco, The Bee, abaixo.

    O guitarrista Esa Holopainen comenta a nova faixa: “Esta música é uma poderosa abertura, e dá uma boa ideia do que é o álbum todo. Você já poderá ouvir alguns elementos novos, como coros e arranjos orquestrais.”

    O vocalista Tomi Joutsen complementa: “Claro, a inspiração lírica é uma abelha, também de uma maneira metafórica. A menor coisa às vezes pode ser a coisa mais importante. Uma abelha pode trazer vida, ou, se destruirmos todas as abelhas, a vida vai acabar. É um animal muito bonito, é por isso que você pode encontrá-la na capa do álbum também. A faixa em si é uma espécie de progressivo e tenho certeza que surpreenderá os fãs de uma forma positiva. Nós amamos ela!”

    Queen Of Time foi mais uma vez produzido por Jens Bogren (OPETH, AMON AMARTH, KREATOR), que é conhecido por desafiar e motivar os músicos durante o processo de gravação.

    Queen Of Time será também o primeiro álbum do AMORPHIS a apresentar o antigo baixista da banda, Olli-Pekka “Oppu” Laine, após a partida de Niclas Etelävuori em 2017. Oppu foi um dos membros fundadores do AMORPHIS em 1990 e gravado os primeiros sete discos com a banda antes de sair do grupo na primavera de 2000.

    O guitarrista Esa Holopainen comentou o retorno do antigo parceiro: “Para ser sincero, Oppu foi o único cara que poderíamos imaginar no AMORPHIS. Foi divertido – quando começamos a tocar os nossos primeiros shows juntos novamente no verão passado, foi tudo muito natural.”

    “Depois de 18 anos, parece que estamos voltando ao que éramos nos tempos antigo!”, ele acrescenta. “Estou ansioso para a próxima turnê. O novo álbum em si é muito forte, o único problema será escolher quais músicas tocaremos ao vivo! É seguro dizer que estamos preparados para fazer alguns shows matadores ao longo dos próximos anos. Depois disso, estou prevendo uma longa e frutífera carreira para a banda com sua formação atual … “

    A capa também repete o artista de Under the Red Cloud, o francês Jean-Emmanuel “Valnoir” Simoulin (ANTAEUS, BEHEMOTH, ALCEST, PARADISE LOST, WATAIN, etc), que buscou representar toda a intrincada concepção lírica de Pekka Kainulainen, o letrista do AMORPHIS.

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  • MIDNATTSOL apresenta o vídeo para “The Purple Sky”

    MIDNATTSOL apresenta o vídeo para “The Purple Sky”

    The Purple Sky, o novo vídeo do MIDNATTSOL, pode ser visto abaixo. A música é parte do próximo álbum da banda, The Aftermath, que será lançado em 25 de maio pela Napalm Records. A formação atual da banda inclui a ex-vocalista do LEAVES EYES e THEATER OF TRAGEDY, Liv Kristine Espenæs, ao lado de sua irmã mais nova, Carmen Elise Espenaes.

    O MIDNATTSOL anunciou a adição de Liv à banda em dezembro passado. O grupo disse em um comunicado: “Algum tempo atrás, conversamos com Liv para ela nos ajudar no próximo álbum como uma convidada especial. Trabalhando juntos, descobrimos que não só o resultado é impressionante – também nos divertimos muito juntos. A consequência lógica foi que agora temos a Liv como membro permanente da banda. Então ela é agora a segunda cantora oficial da MIDNATTSOL.”

    “Como Liv agora é parte da banda, planejamos tocar os próximos shows junto com ela. Estamos muito felizes e significa muito para nós ter uma cantora e uma pessoa tão fantástica na nossa família MIDNATTSOL”.

    O próximo álbum do MIDNATTSOL será o primeiro desde The Metamorphosis Melody, de 2011.

    Recentemente, Carmen participou de um projeto chamado SAVN, com dois membros do THE SINS OF THY BELOVED.

    Liv foi demitida do LEAVES EYES no início de 2016, e substituída por Elina Siirala.

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  • João Gordo convida fãs para assistirem ao Not S.O.D. e D.R.I. em Limeira e em São Paulo

    João Gordo convida fãs para assistirem ao Not S.O.D. e D.R.I. em Limeira e em São Paulo

    Um dos projetos mais inusitados dos últimos tempos, fará dois shows no fim de semana; o Not S.O.D., Fist Banging Maniacs – “Fale Português Ou Morra”, que tocará na integra o clássico do S.O.D., “Speak English Or Die”, um dos discos mais brutais do Crossover mundial. Eles se apresentam ao lado do D.R.I. (um dos criadores do crossover!) em Limeira/SP, dia 13/04 (Sexta, @Bar da Montanha) e em São Paulo/SP, dia 14/04 (Sábado, @Fabrique Club)

    A formação do Not S.O.D. traz João Gordo (vocais, Ratos de Porão), Cleber Orsioli (guitarra, Blackning), Guilherme Martim (bateria, Viper, Toyshop) e o membro original do S.O.D., Danny Lilker (baixo). O Not S.O.D. tem aprovação dos membros do S.O.D., Scott Ian e Charlie Benante, que estiveram no Brasil recentemente e autorizaram o tributo/projeto.

    João Gordo gravou um vídeo, onde convida os fãs desse clássico para comparecerem aos shows; assista:

    A formação atual do D.R.I. traz Kurt Brecht (vocal), Spike Cassidy (guitarra), Rob Rampy (bateria) e Greg Orr (baixo, Attitude Adjustment)

    A produção é da MP Tour Management.

    SERVIÇO DO SHOW DE SÃO PAULO:

    “An Evening With A Bunch Of Dirty Rotten Imbeciles” – D.R.I.

    Participação especial: Not S.O.D. – Fist Banging Maniacs

    Dia: 14/04/18 – Sábado

    Horário: 18h (abertura das portas)

    Local: Fabrique Club

    Endereço: R. Barra Funda, 1071 – Barra Funda, São Paulo ( à 100 metros da antiga Clash Club)

    Ingressos:

    (Todos promocionais e estudantes com doação de 1 quilo de alimento a ser entregue na porta!)

    1º lote R$ 120

    2º lote R$ 140

    3º lote R$ 150

    Na porta R$ 160

    Vendas online:

    https://ticketbrasil.com.br/show/5527-dri-saopaulo-sp/

    Ponto de venda:

    Mechanix:

    Galeria do Rock – Rua 24 de Maio, 62, 1º andar, Loja 252 – Centro – São Paulo

    Tel: 11 3223-8101

    Produção: MP Tour Management https://mptourmanagement.com/

    https://www.instagram.com/mp_tourmanagement/

    Imprensa: LP Metal Press [email protected] / [email protected]

    Páginas relacionadas:

    https://www.dirtyrottenimbeciles.com/

    https://www.facebook.com/DRI-137263955229/

    https://mptourmanagement.com/

    https://www.instagram.com/mp_tourmanagement/

    https://www.facebook.com/fabriquesp/

  • BRUCE DICKINSON estreia documentário “Scream For Me Sarajevo”, confira os detalhes

    BRUCE DICKINSON estreia documentário “Scream For Me Sarajevo”, confira os detalhes

    Scream For Me Sarajevo, um documentário que conta a história de um concerto em 1994 do vocalista do IRON MAIDEN, Bruce Dickinson – enquanto a Guerra da Bósnia estava enfurecida e Sarajevo estava sob cerco – será lançado em 10 de maio em cinemas selecionados nos Estados Unidos e Canadá, conforme anunciado hoje pela CineLife Entertainment, a divisão de filmes de eventos da Spotlight Cinema Networks, e pela Eagle Rock Entertainment, produtora e distribuidora de filmes musicais.

    A primeira vez que Dickinson esteve em Sarajevo, a cidade estava excluída do mundo, seus cidadãos brutalmente aterrorizados por tiros, bombardeios e fome, com eletricidade e abastecimento de água sendo nada menos do que um luxo. Bruce e sua então banda solo percorreram as linhas de frente e acabaram fazendo um show para as pessoas presas na cidade. O que este show significou para as pessoas e como isso mudou Bruce e sua banda é contado em Scream For Me Sarajevo.

    Apresentando imagens do show histórico, o filme também vai de encontro àqueles que foram ao show e fizeram o show acontecer; determinados a continuar vivendo suas vidas, apesar das atrocidades que aconteciam ao seu redor. Entrevistas com a banda, equipe e segurança trazem para diante dos olhos uma realidade que não era apenas perigosa, era bárbara.

    “Nós não estávamos protegidos, não havia plano e os tiros eram reais, mas foda-se, nós fomos de qualquer maneira”, disse Bruce em sua autobiografia, Para que serve esse botão?. “O show foi imenso, intenso e provavelmente o maior show do mundo naquele momento para o público e para nós. Que o mundo não soubesse, realmente não importava. Isso mudou a maneira como eu via a vida, a morte e outros seres humanos.”

    Além do filme, uma entrevista especialmente gravada com Dickinson será incluída como conteúdo exclusivo para os cinemas participantes.

    “Estamos entusiasmados por trabalhar com a Eagle Rock Entertainment, e trazer este filme especial para os fãs de cinema, fãs de Bruce Dickinson e do IRON MAIDEN nos EUA.” disse Mark Rupp, diretor da CineLife Entertainment.

    Scream For Me Sarajevo será exibido em alguns cinemas do Reino Unido a partir de 17 de abril. Uma apresentação especial em Londres ocorrerá no Vue Cinema West End em 11 de abril.

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  • KAMALA – Eyes of Creation (9,0/10)

    KAMALA – Eyes of Creation (9,0/10)

    Após uma “volta por cima” em que mudou praticamente todos os integrantes (só sobrou o vocalista e guitarrista Raphael Olmos), o Kamala surpreendeu em 2015 ao retornar como power trio e lançar o excelente Mantra. E se ali via-se a afirmação de um estilo que a banda sempre se propôs a fazer (a mistura do metal com harmonias orientais), neste novo álbum percebe-se um Kamala ainda mais seguro de si, mais eficiente nas melodias e com o thrash metal voltando a comandar os trabalhos. A mudança de baterista (saiu Estavan Furlan e entrou Isabela Moraes) só afetou o grupo na parte vocal, já que Estevan dividia as vozes com Raphael e com o baixista Allan Malavasi – no mais, a competência instrumental permanece intacta. E Eyes of Creation traz a banda no auge da criatividade. Do início acústico de Internal Peace ao final com a sensacional Wake Up o que se ouve é uma banda coesa, consistente e que atinge o auge de sua carreira até aqui. É complicado cravar isso logo no início do ano, mas vai ser difícil deixar este disco de fora da lista de melhores de 2018.

    Link – https://www.facebook.com/kamalaofficial/
  • METALLICA faz tributo ao vivo para Martin E. Ain, do CELTIC FROST

    METALLICA faz tributo ao vivo para Martin E. Ain, do CELTIC FROST

    O baixista Robert Trujillo e o guitarrista Kirk Hammett homenagearam o baixista do CELTIC FROST, Martin Eric Ain, durante o show do METALLICA nesta quarta-feira, 11 de abril, na Palexpo, em Genebra, na Suíça. Eles tocaram um dos maiores clássicos do repertório dos pioneiros suíços do metal extremo, Procreation Of The Wicked, originalmente apresentada no EP Morbid Tales, de 1984.

    Antes de começar a música, Trujillo declarou: “Hoje prestamos homenagem à banda suíça CELTIC FROST, e fazemos isso em memória do Sr. Martin Eric Ain, um baixista extraordinário. Esta música é chamada Procreation… vocês sabem o resto. Cantem comigo ou batam a cabeça como se fosse 1984.”

    Ain morreu em outubro passado depois de sofrer um ataque cardíaco aos 50 anos de idade.

    O METALLICA tocou 16 shows na Europa desde o início de fevereiro e tem outras oito datas marcadas entre hoje e meados de maio.

    O METALLICA anunciou recentemente os detalhes da etapa norte-americana de 2018-2019 de sua turnê WorldWired em apoio ao último álbum da banda, Hardwired … To Self-Destruct.

    A jornada de 34 dias começa em 2 de setembro em Madison, Wisconsin e vai até 13 de março em Grand Rapids, Michigan. Cada compra de ingresso será acompanhada por uma cópia física ou digital de Hardwired … To Self-Destruct.

    A turnê WorldWired do Metallica foi a quinta maior bilheteria de 2017, com 1,5 milhão de ingressos vendidos 153 milhões de dólares americanos ganhos. O METALLICA também foi a banda de rock que mais vendeu ingressos no ano e teve o terceiro álbum de rock mais vendido.

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  • Blackmore, sobre se reunir com o DEEP PURPLE: “Seria apenas um único show”

    Blackmore, sobre se reunir com o DEEP PURPLE: “Seria apenas um único show”

    O guitarrista Ritchie Blackmore disse mais uma vez que estaria disposto a tocar um show “one-off” com o DEEP PURPLE antes que a icônica banda de hard rock encerrasse atividades.

    Blackmore é um dos fundadores do DEEP PURPLE, e escreveu muitos dos seus riffs mais conhecidos, incluindo Smoke On The Water, mas ele não toca com o grupo desde a sua partida definitiva em 1993.

    Steve Morse assumiu efetivamente a posição de Blackmore em 1994 e desde então está no grupo há mais tempo que Ritchie.

    Como parte do documentário incluído no recém-lançado CD/DVD Memories In Rock II do RAINBOW, Blackmore foi questionado sobre a possibilidade de se reunir com seus antigos colegas de banda.

    “Eu gostaria de fazer um, talvez um show com o resto do DEEP PURPLE apenas para provar que não estamos todos odiando uns aos outros”, disse Ritchie. “É apenas um show para todos os fãs do DEEP PURPLE que gostaram da formação Mark II.’ Essa foi a minha ideia no começo, mas quando você está conversando com os agentes do DEEP PURPLE fica complicado, eles querem seu dinheiro para isso e aquilo, então não é como se você ligasse para seus velhos amigos e dissesse: ‘Ei, vamos apenas nos divertir e tocar’. Há muitos fãs que querem ouvi-lo. Uma vez que os gerentes, agentes e promotores se envolvem, fica tão complicado que todos ligam de volta e dizem: ‘É muito complicado’. Então, eu não me importaria de fazer um show com todos os caras das antigas, e é isso – faça isso um dia. Pelos fãs. Não é algo que eu precise fazer, mas eu não me importo de tocar só para mostrar às pessoas que nós ainda somos amigos Nós somos mais velhos, e com o falecimento de Jon [Lord, tecladista do DEEP PURPLE], você nunca sabe quem vai partir em seguida E seria apenas uma reunião amistosa. Mas como você deve saber que neste negócio, nada funciona em torno da amizade – é tudo sobre dinheiro e negócios. E, infelizmente, teríamos que lidar com pessoas que iriam ganhar dinheiro com o negócio. Isso é sempre um problema”.

    Pressionado sobre seu relacionamento frequentemente volátil com o vocalista do DEEP PURPLE, Ian Gillan, Blackmore disse: “Eu gostei em um nível físico – eu gostava de brigar com ele, e ele gostava de brigar comigo. Eu jogava espaguete na cara dele e ele me socava. Isso tudo foi muito bom. Acho que devemos fazer mais um show e pegar um monte de espaguete e jogar tudo um sobre o outro.”

    Ele continuou mais seriamente: “Eu acho que seria bom, do ponto de vista nostálgico, mostrar que podemos fazer isso de novo, como a banda antiga. Obviamente, Steve Morse é o guitarrista – um guitarrista fantástico – e é bom que ele esteja na banda Isso seria apenas uma única noite. Obviamente, eu não me juntaria à banda novamente, e eles não me aceitariam. Isso está fora de questão. Seria um único show, e esperançosamente seria divertido. Mas claro, conhecendo Ian e eu, nós provavelmente começaríamos a brigar.”

    Blackmore sugeriu anteriormente que o empresário do DEEP PURPLE o impediu de se juntar aos seus ex-companheiros de banda no palco durante a cerimônia de posse do Rock And Roll Hall of Fame de 2016, e ele usou isso como uma desculpa para não participar do evento.

    https://youtu.be/B4S3RSQSt5w Edições avulsas, assinatura física e digital. Conheça a nossa Roadie Crew Shop – acesse https://roadiecrew.com/roadie-shop
  • Dee Snider: “Estou fazendo um disco de Metal, mas não farei o que fiz no TWISTED SISTER”

    Dee Snider: “Estou fazendo um disco de Metal, mas não farei o que fiz no TWISTED SISTER”

    Dee Snider, vocalista e fundador do TWISTED SISTER, concedeu entrevista para Eddie Trunk, da SiriusXM, e falou sobre o fim do TWISTED SISTER, ocorrida em 2016. Perguntado se ele ainda acha que foi a decisão certa tirar a banda de campo há um ano e meio, Snider disse: “Eu absolutamente sinto que foi. Quer dizer, eu amo aqueles caras; somos todos amigos, e terminamos no momento certo.”

    O TWISTED SISTER encerrou atividades em 2016, depois de completar uma turnê de despedida, que também celebrava os 40 anos de banda. O último show aconteceu em novembro daquele ano – 20 meses após o falecimento do baterista de longa data do TWISTED SISTER, A.J. Pero.

    O vocalista, que recentemente terminou de gravar um álbum solo de metal com o produtor Jamey Jasta, do HATEBREED, continuou: “Honestamente, não posso fazer hoje o que fiz no último show do TWISTED SISTER – fisicamente. Não estou ficando mais jovem, e as coisas estão se deteriorando, e há coisas que eu sabia … estava me debatendo como um louco, jogando meu corpo no chão e pensando: ‘Não posso continuar por muito mais tempo’. E estou fazendo um disco de metal agora, mas, fisicamente, não farei o que fiz no TWISTED SISTER.

    “Eu senti que parando o TWISTED SISTER, eu pelo menos poderia mudar de marcha como um artista”, acrescentou Snider. “E as pessoas dizem: ‘Você ainda é intenso’, ‘Você ainda é isso, você ainda é aquilo’, mas o TWISTED SISTER, para mim, foi algo que que eu tive que parar de fazer”

    “Espero que as pessoas que vêm ao meu show não estejãm esperando que eu seja o que eu era no TWISTED SISTER. Como eu disse, vai ser intenso, vai ser forte, minha voz vai ser forte”, disse ele.

    De acordo com Dee, ler um comentário de Tom Araya, do SLAYER, sobre seus próprios problemas de saúde serviu como um alerta para o vocalista do TWISTED SISTER de que agora era a hora certa de desistir.

    “Eu digo isso com amor a Tom Araya – eu digo isso com amor absoluto -, mas eu li uma entrevista com Tom falando sobre como ele não podia mais bater cabeça no palco por causa de seus problemas no pescoço”, lembrou Dee. “E ele disse: ‘Eu costumava me definir pela minha performance no palco, e agora tudo que eu posso fazer é sentar e dançar’. Essas foram as palavras dele, que me atingiram como uma tonelada de tijolos, porque a) eu sentia muito por Tom, e b) eu disse: ‘Eu não quero que isso aconteça comigo.’

    “Ninguém consegue vencer a gravidade”, continuou Snider. “Quando alguém derrotar a gravidade, quando alguém vencer a gravidade, me avise. Porque eventualmente isso atinge todo mundo e todos nós somos puxados para o chão. Então eu disse: ‘Eu tenho que traçar um limite em algum ponto para que eu possa pelo menos cair fora graciosamente, de alguma forma. É o que eu tive que fazer. E eu amo aqueles caras [os companheiros de TWISTED SISTER], mas eu simplesmente não podia continuar assim. “

    Desde que o TWISTED SISTER fez seu último show, Snider tem se mantido ocupado com uma miríade de projetos, nenhum dos quais tem algo a ver com sua antiga banda.

    “É sobre fazer coisas diferentes”, disse ele. “O que costumam dizer: A definição de insanidade é fazer a mesma coisa repetidas vezes, esperando por um resultado diferente? Bem, eu quero tentar coisas que eu não fiz antes e espero que vá muito bem”.

    O próximo álbum solo de Snider contará com contribuições de Howard Jones (ex-KILLSWITCH ENGAGE), Mark Morton (LAMB OF GOD), Joel Grind e Nick Bellmore (TOXIC HOLOCAUST) e Charlie Bellmore (KINGDOM OF SORROW).

    O último disco solo de Snider, We Are The Ones, foi lançado em outubro de 2016 pela Red River Records. Produzido por Damon Ranger, o disco foi descrito por Dee como “um álbum que é parte FOO FIGHTERS, parte IMAGINE DRAGONS, e parte THIRTY SECONDS TO MARS.”

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  • MADBALL lançará novo álbum em junho

    MADBALL lançará novo álbum em junho

    Os veteranos do hardcore de Nova York MADBALL lançarão seu novo álbum, For The Cause, em 15 de junho via Nuclear Blast.

    O vocalista Freddy Cricien comenta: “Estamos muito felizes em finalmente lançar For The Cause. Dizer que estamos felizes com o resultado final de tudo o que colocamos nele é um eufemismo. Este registro define com precisão o estado atual de nossa banda … nosso som, nosso estado de espírito, nossas ambições, nossas falhas e nossa atitude! “

    A sequência de Hardcore Lives de 2014, foi co-produzida por Tim Armstrong (RANCID), que também é aparece em uma música do álbum. Foi mixado e masterizado pelo renomado produtor Tue Madsen (MESHUGGAH, THE HAUNTED, SICK OF IT ALL) no Antfarm Studios, na Dinamarca. O ex-guitarrista do MADBALL, Matt Henderson, gravou as faixas de guitarra no estúdio, mas não vai se juntar ao grupo em turnê.

    Cricien disse: “Tim e nós estamos de volta. Ele é um velho amigo e um cara super talentoso … em tudo! Uma lenda por direito. Ele nos convidou a gravar com ele e tudo tomou seu lugar de forma muito orgânica. Ele respeitou a nossa banda desde o primeiro dia e estava entusiasmado por fazer parte disso. Nos sentimos honrados de tê-lo a bordo.

    O baixista Hoya Roc acrescentou: “Nós conseguimos um álbum muito bom. Parece o filme Pulp Fiction. Temos todos os estilos de hardcore lá. Parece que temos algo especial!”

    For The Cause conta com uma participação especial do rapper, ator e líder da banda BODY COUNT, Ice-T.

    Ele comentou: “É uma honra gravar com o lendário MADBALL. O BODY COUNT compartilha muitas semelhanças com o hardcore de Nova York. Isso é natural”.

    Cricien acrescentou: “É verdadeiramente uma honra ter o Ice-T no nosso disco! Eu fui me envolvendo com a música dele desde o início do hip-hop até agora. Ele é uma figura icônica, e também um sujeito de classe – você nem sempre as duas coisas ao mesmo tempo. Ice-T tem um grande respeito pelo NYHC e pelo MADBALL, e isso significa muito. Isso deveria acontecer… O Real reconhece o real “.

    A versão original da faixa título For The Cause foi lançada em setembro passado no split single Family Biz, que uniu o MADBALL com os heróis do hardcore da Pensilvânia, o WISDOM IN CHAINS.

    Falando sobre a música, Cricien disse: “Trata-se de seguir no caminho e lutar pelo que você ama. É um tema que você ouvirá muito ao longo do nosso próximo álbum. Utilizando a negatividade e os obstáculos que você enfrenta como inspiração. ‘Diga que não posso, diga que não voltarei … Me dê o combustível que preciso subir!’

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