Categoria: Roadie News

  • STRYPER divulga novo vídeo, “The Valley”

    STRYPER divulga novo vídeo, “The Valley”

    O videoclipe do STRYPER para a música The Valley pode ser visto abaixo. A faixa é parte do novo álbum da banda, God Damn Evil, lançado hoje via Frontiers Music Srl. Produzido pelo vocalista Michael Sweet, este promete ser o álbum mais poderoso do STRYPER até hoje, dobrando o som do hard rock/heavy metal que rendeu ao grupo uma base mundial de fãs.

    Em relação ao título do álbum God Damn Evil, Michael Sweet disse: “Pensamos muito e muito sobre esse título. Na verdade, foi considerado há alguns anos atrás e simplesmente não parecia o momento certo. Agora, com todos os males do mundo que vemos em torno de nós diariamente, fez todo o sentido. É uma afirmação muito ousada e ainda uma oração pedindo a Deus que condene o mal. Nada mais, nada menos “.

    O sucessor de Fallen de 2015 marca o primeiro esforço do STRYPER desde a adição do antigo baixista do FIREHOUSE, Perry Richardson. Perry juntou-se à banda como o substituto do baixista Tim Gaines, que foi demitido no ano passado. Perry, porém, não tocou baixo no novo álbum do STRYPER devido a complicações de agenda. As partes de baixo de God Damn Evil foram gravadas por John O’Boyle, que tocou baixo nos dois últimos álbuns solo de Michael Sweet.

    “Todos vemos e ouvimos a escuridão que nos rodeia em nossa sociedade, mas com fé e amor, sempre teremos esperança”, disse Michael. “É sobre isso que é o STRYPER – música poderosa e uma mensagem que constrói fundações, não paredes. Não poderíamos estar mais entusiasmados com God Damn Evil, pois ele mostra nosso amor eterno pelo que fazemos e a razão para fazermos isso”.

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  • Doug Scarratt comenta “Unleash the Beast”, seu primeiro álbum com o SAXON

    Doug Scarratt comenta “Unleash the Beast”, seu primeiro álbum com o SAXON

    O guitarrista britânico Doug Scarratt, da lendária banda inglesa SAXON falou com o ‘Yargmetal’, e comentou seus primeiros dias na banda do vocalista Biff Byford.

    Nigel Glockler [baterista do SAXON] me ligou do nada, e disse que havia um problema com o Graham [Oliver, guitarrista original do grupo]. Eles tinham lançado o álbum Dogs Of War, e estavam apenas começando a turnê, e precisavam de alguém imediatamente. Era isso, então comecei a aprender – não consigo me lembrar de quantas músicas, mas foram muitas músicas em um curto espaço de tempo, e Nigel já estava na estrada com Biff [Byford] promovendo a turnê. Então eu fui para a casa do Nibbs [Carter, baixista] e do Paul [Quinn, guitarrista], e passei pelas músicas sem parar. Tivemos literalmente um dia de ensaio em Munique com toda a banda, e foi isso – estávamos prontos”.

    Doug também falou sobre o disco que marcou sua estreia em estúdio com o SAXON, o hoje louvado Unleash The Beast (1997):

    “Foi um trabalho em grupo, mas a música Unleash The Beast, se bem me lembro, foi como um monte de músicas do SAXON – uma combinação dos meus riffs e dos riffs de Paul. Eu estava pensando em algumas coisas – eu tinha uma ideia que poderia se tornar o verso, e então Paul tinha uma ideia que poderia se tornar o refrão… Eu acho que Circle Of Light era uma das minhas faixas. Thin Red Line era minha e de Nibbs, se eu me lembro corretamente. Foi praticamente uma combinação, mas havia muito de mim lá”.

    O álbum mais recente do SAXON, Thunderbolt foi lançado em 2 de fevereiro pela Militia Guard (Silver Lining Music). A sequência de Battering Ram, de 2015 foi mais uma vez dirigida pelo produtor Andy Sneap, que trabalhou anteriormente com JUDAS PRIEST, MEGADETH, ACCEPT e TESTAMENT, entre outros. O disco apresenta artes originais do colaborador de longa data da banda, Paul Raymond Gregory.

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  • URIAH HEEP: Mick Box relembra o falecido vocalista David Byron: “ele não cantava, vivia a música”

    URIAH HEEP: Mick Box relembra o falecido vocalista David Byron: “ele não cantava, vivia a música”

    O guitarrista Mick Box, do lendário URIAH HEEP concedeu entrevista ao site ‘365NYPortal.com’, e relembrou o antigo vocalista da banda, David Byron, com quem o URIAH HEEP gravou seus dez primeiros álbuns, e que morreu em 1985, decorrente de complicações relacionadas ao consumo de álcool:

    “David foi um dos melhores vocalistas com quem eu já trabalhei”, disse Mick, “simplesmente porque ele nunca cantava uma música; ele vivia a música. Portanto, ele tocou todos que ouviram sua voz, ele era muito convincente. Eu acho que este era seu maior patrimônio. Depois disso, ele se tornou uma pessoa carismática, e ele era uma estrela 24 horas por dia, 7 dias por semana, e nunca abandonou seu papel, enquanto eu podia chegar lá, fazer meu trabalho e descer do palco e ser uma pessoa comum, como qualquer outra. Ele não podia – ele tinha que viver a música”.

    Mick também falou sobre o vindouro novo álbum do URIAH HEEP, Living the Dream: “Está gravado. Nós gravamos em janeiro, durante 19 dias com um produtor canadense chamado Jay Ruston, que é um cara maravilhoso. Ele produziu THE WINERY DOGS e STONE SOUR, trabalhou com BLACK STAR RIDERS, com EUROPE. Ele está em Los Angeles agora mixando o disco. Vamos lançar em setembro.”

  • VULCANO: Pioneiros do black metal se apresentam no festival Setembro Negro

    VULCANO: Pioneiros do black metal se apresentam no festival Setembro Negro

    Uma das mais importantes bandas de metal extremo do mundo, o Vulcano toca na 12ª edição do festival Setembro Negro (que acontecerá nos dias 29 e 30/09), e contará também com as bandas Aeternus, At The Gates, Coven, Enthroned, Morbid Saint, Purgatory, Razor,  Schirenc Plays Pungent Stench, Taake, Wolfbrigade, Amen Corner, Decomposed God, Human Atrocity, Infested Blood e Manger Cadavre.

    Para mais informações, siga a página do evento no Facebook:

    https://www.facebook.com/events/2045030379098810/

    O Vulcano foi formado em 1981, em Santos, Litoral de São Paulo. Em 1983, gravaram seu primeiro registo, o EP “Om Pushne Namah”, e sem saber, estavam inseridos no que viria a ser chamado mais tarde de ‘Black Metal’. Em seguida, lançaram os álbuns “Live!” (1985) e “Bloody Vengeance” (1986), verdadeiras pérolas do Metal extremo mundial. De lá pra cá contabilizaram 10 álbuns de estúdio, 3 álbuns ao vivo e 1 EP – mais o DVD/Documentário, “Os Portais Do Inferno Se Abrem: A História Do Vulcano, que foi lançado em 2016.

    A banda coleciona algumas tours no exterior – na Europa possuem uma enorme legião de fãs – e já participou da abertura de shows de bandas importantes como Venom, Exciter, Rotting Christ, entre tantos outros.

    No momento estão divulgando “Live III: From Headbangers To Headbangers”, lançado neste ano.

    A formação do Vulcano traz Zhema Rodero (guitarra), Luiz Carlos Louzada (vocais), Gerson Fajardo (guitarra), Carlos Diaz (baixo) e Arthur Von Barbarian (bateria).

    Assista o Vulcano tocando “The Devil Escaped From The Earth”:

    Acompanhe o Vulcano em seus canais oficiais:

    www.vulcanometal.com

    www.facebook.com/VULCANOMETAL

    SERVIÇO: 12ª Edição FESTIVAL SETEMBRO NEGRO

    Dias: 29 e 30 de Setembro (Sábado e domingo)

    Local: Carioca Club Pinheiros (R Cardeal Arcoverde, 2899 – Pinheiros – Sao Paulo/SP)

    Tel. (11) 3813-8598 / www.cariocaclub.com.br

    PROGRAMAÇÃO:

    Sábado (29/09)

    13:00 – ABERTURA PORTAS

    14:00 – 14:30 – HUMAN ATROCITY (30”)

    14:45 – 15:20 – INFESTED BLOOD (35”)

    15:35 – 16:15 – PURGATORY (40”)

    16:30 – 17:10 – AETERNUS (40”)

    17:25 – 18:10 – TAAKE (45”)

    18:25 – 19:15 – VULCANO (50”)

    19:30 – 20:30 – RAZOR (60”)

    20:45 – 21:55 – COVEN (70”)

    Domingo (30/09)

    14:00 – ABERTURA PORTAS

    15:00 – 15:30 – MANGER CADAVRE (30”)

    15:45 – 16:20 – DECOMPOSED GOD (35”)

    16:35 – 17:15 – AMEN CORNER (40”)

    17:30 – 18:10 – ENTHRONED (40”)

    18:25 – 19:10 – MORBID SAINT (45”)

    19:25 – 20:15 – SCHIRENC PLAYS PUNGENT STENCH (50”)

    20:30 – 21:30 – WOLFBRIGADE (60”)

    21:45 – 22:55 – AT THE GATES (70”)

    INGRESSOS:

    https://www.clubedoingresso.com/setembronegrofestival

    Página oficial do festival: www.facebook.com/SetembroNegroFestival

    Página oficial da Tumba Produções: www.facebook.com/tumbaproductions

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  • Festival Totem Prog divulga informações da edição 2018

    Festival Totem Prog divulga informações da edição 2018

    Sucesso de público e crítica na sua estreia em 2017, o festival de rock progressivo Totem Prog, chega a sua segunda edição com as bandas Kaoll, Caravela Scarlate, Arcpelago, Terreno Baldio, Som Nosso, Medusa Trio, Stratus Luna, Humahuaca e Violeta Outono. O festival acontece nos dias 21 e 22 de abril no Teatro UMC.

    O Festival Totem Prog foi idealizado por Fabrizio Bizu ativador cultural, VJ e Roberto Oka, produtor e empresário musical. Em 2017 com a cena “prog” parada, tiveram a ideia de um festival, que com o apoio do Teatro UMC, se realizou nos dias 11 e 12 de março, com várias bandas do Rock Progressivo. Agora estão produzindo este segundo festival que irá passar por outras cidades como Rio de Janeiro e Belo Horizonte no segundo semestre desse ano.

    Bandas – 21/04/2018

    Kaoll

    Formado em 2008 pelo guitarrista Bruno Moscatiello, o Kaoll tem como objetivo difundir a música instrumental ao grande público. Busca suas influências na música psicodélica, progressiva e jam bands dos anos 70, experimentando diferentes formações e colaborações ao longo da carreira. Em seus primeiros anos o grupo desenvolveu a parceria “Kaoll & Lanny Gordin” contando com a presença ilustre do guitarrista na divulgação do álbum “Kaoll 04” (2008) e na gravação e divulgação do álbum “Auto-Hipnose” (2010). Seu terceiro álbum, “Odd” (2014), contou com a colaboração do lendário contrabaixista Billy Cox, das bandas de Jimi Hendrix. Atualmente o Kaoll é composto por Bruno Moscatiello (guitarras/violão), Yuri Garfunkel (flautas e viola), Gabriel Costa (contrabaixo), Rodrigo Reatto (bateria) e apresentam seu mais recente álbum “Sob os Olhos de Eva” baseado no livro de Renato Shimmi.

    Caravela Escarlate

    A Caravela Escarlate é uma concepção do multi-instrumentista e compositor David Caravelle, formada no Rio de Janeiro no inicio da década de 1990. A base do som do grupo é a confluência da musicalidade do rock progressivo europeu com o lirismo da música brasileira. Com formações inconstantes em seus primeiros anos, a banda surge de forma fixa a partir da parceria com o tecladista Ronaldo Rodrigues (ex-Massahara, ex-Módulo 1000, atual Arcpelago), em 2011. Depois de contar com diversas formações em trio, o line-up da banda se estabiliza em 2016 com o veterano baterista Élcio Cáfaro, reconhecido músico acompanhante de grandes nomes da MPB (já tocou com Cássia Eller, Chico Buarque, MPB4, Boca Livre, Edu Lobo e muitos outros).

    Arcpelago

    O Arcpelago é uma banda que busca uma inspiração holística do som setentista. Com uma ampla musicalidade, o grupo tem a base no rock progressivo e recheia sua música com peso e energia, a alternância entre a introspecção e a intensidade e excitantes variações de climas e texturas. Com referências que vão dos recortes mais eruditos aos mais simples, a banda traz uma caleidoscópica mistura da estética do rock dos anos 1970, privilegiando arranjos fortes que favorecem a presença de todos os instrumentos, a sonoridade analógica e composições autorais exploratórias.

    Terreno Baldio

    Considerado por muitos como o Gentle Giant brasileiro, o Terreno Baldio é um dos mais importantes grupos nacionais no estilo. Formado no início dos anos 70, o grupo estreia em 1975 com “Terreno Baldio”, que sai pela gravadora Pirata em tiragem de 3000 cópias. O grupo lançaria ainda mais um álbum, “Além das Lendas Brasileiras”, antes de debandar, em 1978. Um trabalho mais brasileiro dentro do Rock Progressivo.

    O Som Nosso de Cada Dia

    O Som Nosso de Cada Dia, uma das mais emblemáticas bandas brasileiras da década de 70 está de volta sob a batuta de seu fundador Pedro Baldanza. Com 46 anos de existência, passando por diversas formações, caminhos musicais e poéticos distintos, sobreviveu a prova do tempo, sendo descoberta e redescoberta, geração após geração.

    Bandas –  22/04/2018

    Medusa Trio

    O Trio do guitarrista santista Milton Medusa foi formado em 2007, em Santos, já se apresentou no Programa do Jô, na Rede Globo de Televisão, e acompanhou diversos artistas, como Frejat, Wander Taffo, Serguei, Percy Weiss, Willie de Oliveira, Kid Vinil, Mozart Mello, entre outros.

    Stratus Luna

    Stratus Luna é uma banda Brasileira de Rock Progressivo formada pelo baterista Giovanni Santhiago Lenti, o tecladista Gustavo Santhiago e o guitarrista Ricardo Santhiago.

    Inspirados por várias vertentes contemporâneas do rock e do jazz (e algumas reminiscências significativas do Rock Progressivo da década de 70) se conduzem pelo caminho da música instrumental, explorando climas complexos através de uma marcante personalidade musical.

    Humahuaca

    Willy Verdaguer, compositor, maestro e baixista, reapresenta o grupo HUMAHUACA, considerado uma referência obrigatória em música instrumental pela crítica especializada.

    Com temas e arranjos de sua autoria, o maestro aplica seu estilo cheio de ousadia em uma mistura peculiar de influências rítmicas e melodias acumuladas em 50 anos de carreira. Viajando entre rock e o jazz, do folclore ao clássico, elementos musicais em profusão se fundem numa obra com identidade e vigor formidáveis.

    Violeta de Outono

    O Violeta de Outono foi formado em 1984 em São Paulo moldando sua própria sonoridade ao misturar as tendências correntes na época com a psicodelia de Pink Floyd/Beatles, e rapidamente ganhou a atenção de público e mídia. Ao longo de 30 anos de estrada, a banda teve seus álbuns lançados pelas grandes gravadoras RCA e BMG, e também pela independente Wop Bop e pela inglesa Voiceprint, que promoveu a banda internacionalmente. O primeiro LP, “Violeta de Outono”, de 1987, é marcado por uma psicodelia envolta em sombras que conseguiu a proeza de angariar fãs de rock progressivo e dos estilos pós-punk e dark/gótico.

    SERVIÇO:

    Local: Teatro UMC – Av. Imperatriz Leopoldina, 550 – Vila Leopoldina, São Paulo – SP, 05305-000 –

    Horário: 15h

    Telefone(11) 3476-6403

    Informações: (11) 3331-1073 (segunda a sábado das 11h às 18h) e (11) 99258-6494

    Preços: R$ 40,00 a R$ 80,00

    Teatro: 400 lugares, ar condicionado, acesso a deficientes.

    Venda de ingresso: Teatro UMC, Loja Moshi Moshi – Rua 24 de maio, 62 loja 354 (Galeria do rock) – Centro (11) 3331-1073, no site compre ingressos

    Link:  https://www.compreingressos.com/espetaculos/7749-som-nosso-de-cada-dia-terreno-baldio-o-retorno-de-uma-lenda

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  • SLAYER: Segundo vídeo sobre a história da banda está disponível

    SLAYER: Segundo vídeo sobre a história da banda está disponível

    O segundo de uma série de vídeos em que os membros do SLAYER relembram os 37 anos de história da banda pode ser visto abaixo (áudio e legendas em inglês). Neste episódio, Tom Araya e Kerry King falam sobre os primeiros shows do SLAYER, especialmente o primeiro show da banda com o nome SLAYER: como eles estavam nervosos, os ‘flash-pots’ caseiros que simplesmente não funcionavam do jeito que eles pretendiam, e mais. O clipe contém não apenas cenas antigas da banda ao vivo, mas também os flyers que promoveram alguns de seus primeiros shows. Nesses primeiros dias, o SLAYER percorreu o país no Camaro de Tom Araya – com um trailer alugado da U-Haul engatado na traseira do veículo, onde transportavam todo o equipamento da banda – uma realidade muito distante da forma como eles fazem turnês hoje em dia.

    Em janeiro passado, o SLAYER anunciou que faria uma última turnê ao redor do mundo para agradecer aos fãs por todo seu apoio ao longo dos anos, por fazer as últimas três décadas e meia repletas de bons momentos e experiências inesquecíveis.

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  • AEROSMITH celebrará 50º aniversário na estrada!

    AEROSMITH celebrará 50º aniversário na estrada!

    O icônico guitarrista Joe Perry declarou que o AEROSMITH vai pegar a estrada para celebrar seu 50º aniversário. O guitarrista disse ao ‘Atlantic City Weekly’ que ele e seus colegas de banda podem fazer shows adicionais após a sua aparição confirmada no New Orleans Jazz And Heritage Festival em 5 de maio.

    Perguntado sobre os planos de turnê do AEROSMITH, Joe disse: “Eu acho que, do jeito que as coisas estão indo, nós vamos tentar e ter calma. Podemos fazer mais algumas apresentações – talvez alguns festivais nos próximos seis ou oito meses. Em 2019, estaremos alcançando o nosso 50º aniversário, então estamos planejando algumas datas, uma turnê para comemorar isso. Agora, estamos indo com calma e terminando algum material solo antes de começarmos”

    Em 2017, o AEROSMITH anunciou uma série de datas chamada Aero-Vederci Baby!, mas rapidamente parou de chamá-la de turnê final.

    “Estamos sempre pensando sobre o que fazer para uma turnê”, explicou o vocalista Steven Tyler. “E muitas bandas disseram ‘Esta é a nossa última turnê’ para vender ingressos e todas essas coisas – bandas que estão por aí desde que nós estamos. Então pensamos, vamos para a Europa, vamos fazer os nossos shows, as pessoas não nos veem há algum tempo, então que tal lançar esse tipo de misticismo? E Aero-Vederci diz isso, mas não diz isso. É como um ‘olá adeus’ em um lindo – conforme a minha origem e a de Joe – dizer italiano.”

    “Eu não sinto como se estivéssemos fechando a coisa toda no final”, disse o guitarrista Brad Whitford mais tarde. “Eu acho que há muito mais vida na banda. Mas eu acho que você tem que começar em algum lugar. Então, estamos apenas começando a colocar o rótulo de despedida nas coisas.”

    O AEROSMITH não lançou um novo álbum de estúdio desde Music From Another Dimension!, de 2012.

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  • Confira “Desastre”, novo vídeo do MOONSPELL

    Confira “Desastre”, novo vídeo do MOONSPELL

    Desastre, o novo vídeo dos portugueses do MOONSPELL, pode ser visto abaixo. A música é parte do mais recente álbum da banda, 1755, que foi lançado em novembro passado pela Napalm Records, e que acaba de receber uma versão nacional. O disco, especialmente escrito em língua portuguesa, aborda o terremoto de Lisboa ocorrido em 1755, também conhecido como o Grande Terremoto de Lisboa, que ocorreu no Reino de Portugal. Em combinação com os incêndios subsequentes e um tsunami, o terremoto destruiu quase totalmente Lisboa e áreas adjacentes.

    O vocalista, Fernando Ribeiro, falou recentemente sobre o álbum:

    “Tivemos uma resposta muito boa”, declarou o vocalista. “Às vezes, as coisas são um pouco mais cínicas, mas, obviamente, não é tudo em preto e branco. [Algumas] pessoas adoram e [outras] pessoas não acharam que fosse tão especial. Eu acho que nosso objetivo como banda foi o de contar a história do terremoto de Lisboa em 1755, uma história sobre Portugal. Não podíamos prever que a história seria para algumas pessoas quase uma ficção, mas realmente aconteceu em nosso país, 262 ou 263 anos atrás. Se você me perguntar, eu definitivamente esperava isso, pois era um álbum em português, então você nunca sabe. Eu acho que as pessoas gostaram, e, de certa forma, isto validou nosso esforço em contar a história, porque o álbum é em português, você é da República Tcheca, e o disco não está narrando a história em inglês. Poderia haver mais barreiras linguísticas, mas as pessoas entenderam que é um álbum conceitual que teve que ser cantado em português. Esse foi provavelmente o maior ponto de interrogação. Penso que ainda é um álbum do MOONSPELL. É muito intenso, é muito dramático. Como eu disse, está tudo orientado para contar histórias com a música, então eu estou muito feliz que as pessoas gostem”.

    Seguindo adiante com a temática de 1755, Fernando abordou também o aspecto teatral dos shows do MOONSPELL para esta nova turnê:

    “Espero que não fique muito cafona. Penso que 1755 tem muito a ver com o teatro. Essa foi uma das referências que usei. Não fazer uma ópera metal ou uma ópera rock, acho que isso é algo grandioso demais para nós, de certa forma. Mas, teatro à maneira do antigo teatro grego, com um coro, com alguém narrando, com alguém atravessando as ruínas com música que identifica os elementos naturais, mas também os elementos das ruas, então, acho que é definitivamente mais teatral. Eu realmente não sei o que isso significa, é apenas algo que fazemos.”

    “Tocamos mais de 1755 do que qualquer outro álbum nesta turnê”, ele continua. “Mas, é um show que desenhamos na nossa mente para levar a história para as pessoas. Sim, é um show de metal, elas podem bater cabeça, elas podem fazer ‘mosh’, mas espero que não inventem nada para o terremoto como fizeram pelos Vikings. Você vê milhares de pessoas, ou centenas de pessoas, e isso é uma coisa com que ainda tenho que me acostumar [referindo-se ao “Viking rawing” que às vezes acontece durante os shows do AMON AMARTH]. Sim, levar as pessoas para algo mais dramático ou teatral, é exatamente o que tentamos fazer na turnê 1755.”

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  • Confira os detalhes do novo EP do CANDLEMASS

    Confira os detalhes do novo EP do CANDLEMASS

    House Of Doom, canção inédita do CANDLEMASS, é a trilha sonora do jogo com o mesmo nome, que foi co-produzido pela lendária banda de metal doom sueca.

    A trilha sonora de House Of Doom, será lançada em 25 de maio como um EP, que contará com três faixas bônus e será disponibilizado via Napalm Records. Um álbum completo será lançado na primavera.

    Além do EP regular, haverá a versão em vinil de 10 polegadas com uma versão exclusiva de 9 minutos e meio da canção House Of Doom.

    A partir de 27 de abril, os fãs que jogarem o game poderão ganhar este exclusivo vinil limitado.

    A trilha sonora de House Of Doom foi escrita pelo baixista do CANDLEMASS, Leif Edling, produzido por Marcus Jidell, mixado por David Castillo e masterizado por Maor Appelbaum.

    Edling disse no outono passado que estava trabalhando em uma nova música do CANDLEMASS que era “parte de algo maior, algo muito legal que levará a banda em outra aventura”. Ele descreveu o processo como “muito emocionante e um novo desafio para mim como compositor”.

    O último lançamento do CANDLEMASS, Death Thy Lover, foi lançado em 2016 como um EP especial comemorativo do 30º aniversário do CANDLEMASS. O trabalho de quatro faixas contou com o vocalista Mats Levén, que se juntou ao CANDLEMASS em 2012 após a saída de Robert Lowe.

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  • OVERKILL está em pré-produção do novo álbum de estúdio

    OVERKILL está em pré-produção do novo álbum de estúdio

    De acordo com um post na página do baterista do OVERKILL, Jason Bittner no Facebook, a banda está atualmente “em fase de pré-produção” para o  sucessor do álbum de 2017, The Grinding Wheel.

    Os veteranos thrashers de Nova Jersey (EUA) revelaram em fevereiro que pelo menos quatro novas músicas estavam em diferentes estágios de conclusão naquele momento, com mais por vir.

    Em uma recente entrevista com a ‘3D Radio’ da Austrália, Ellsworth falou sobre o processo de composição e gravação da banda: “Bem, para nós, vindos da velha escola, até certo ponto, tem que ser físico. E o que quero dizer com isso é estarmos em uma sala com os outros, dividir uma pizza, dividir uma cerveja, suar, ter algumas boas ideias, ocasionalmente – ou mesmo mais do que ocasionalmente – dizer: ‘Oh, meu Deus! Isso tá uma bosta’. E, em seguida, partir disso para o que a era moderna nos oferece, coisas como Pro Tools e trocar arquivos de um lado para outro através da Internet, pois as ideias podem ser trocadas instantaneamente e à partir de casa agora. Então, usamos um tipo de combinação do antigo ‘vamos plugar as guitarras’ com o moderno ‘vamos aos computadores trocar nossas ideias’. Então funciona de ambos os modos para nós. É uma combinação do antigo e do novo “.

    O último álbum do OVERKILL, The Grinding Wheel, foi lançado em fevereiro de 2017 via Nuclear Blast/Shinigami no Brasil. O disco foi produzido pelo OVERKILL e mixado por Andy Sneap (MEGADETH, EXODUS, ACCEPT). A arte foi criada novamente por Travis Smith (NEVERMORE, OPETH, SOILWORK, DEATH).

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