A banda Heavy Metal Progressivo Caravellus esta de e anuncia duas entradas de peso em sua formação. Ao lado dos já conhecidos, Glauber Oliveira (Guitarra), Daniel Felix (Teclado) e Pedro Nunes (Bateria), a banda tem o prazer de anunciar as entradas de ninguém menos que o baixista Fernando Molinari e do competente vocalista Leandro Caçoilo. Conheça mais abaixo um pouco dos músicos:
Fernando Molinari traz em sua biografia profissional trabalhos com nomes nacionais e internacionais, entre eles Greg Howe, Alain Caron e Bruno Valverde. Uma das novas referências para Fusion / Prog Rock nacional, Fernando Molinari é um jovem baixista brasileiro com forte foco em técnica com um swing latino. Ele transformou seu amor pela música em uma carreira profissional aos 18 anos, depois de estudar guitarra e baixo aos 8 e 13 anos, respectivamente. Fernando é agora um educador respeitado, sideman, artista de estúdio, clínico e ele também escreve material educacional para revistas e sites de baixos brasileiros. Acesse a página oficial e conheça um pouco mais sobre o novo membro do Caravellus.
A outra novidade de peso para a nova formação do Caravellus é ninguém menos que Leandro Caçoilo. Dono de uma das vozes mais emblemáticas, potentes e reconhecidas do país, o músico traz como bagagem, passagens marcantes pelo Eterna, Seventh Seal, Viper, Hardshine e Soulspell, junto de com grandes nomes da cena nacional a internacional, além de diversas participações em outros projetos ao longo dos anos. Para mais detalhes sobre a carreira do músico acesse www.leandrocacoilo.com.br
A banda informa também que o primeiro projeto para a nova formação é o lançamento de um EP ainda para este ano com algumas músicas do disco “Knowledge Machine” (2010) na voz do Leandro. É uma boa maneira dos fãs conferirem as músicas do Caravellus na voz de Leandro. Paralelo a isso a banda também informa que já está trabalhando em um novo disco de inéditas, registro esse que irá encerrar um hiato de oito anos na carreira da banda. Sobre esta nova fase, o guitarrista e líder da banda Glauber acrescenta:
“No meu ponto de vista, as escolhas foram perfeitas. A Caravellus, principalmente a partir do “Knowledge Machine”, passou a ter um estilo peculiar de fazer Metal Progressivo. Passeamos por todas as vertentes do Heavy Metal, além de flertar com o Jazz, Fusion e música brasileira. Ser “Versátil” é essencial dentro da banda e tanto o Fernando Molinari, como o Leandro Caçoilo são músicos completos”.
Você pode fazer o download da nova versão de Corsairs in Blackclicando aqui.
O quarteto sueco TRIBULATION lançou um vídeo ao vivo para Lady Death, filmado e gravado no início deste ano em Turbinenhalle, Oberhausen, na Alemanha, durante a turnê da banda com o ARCH ENEMY, WINTERSUN e JINJER. A filmagem foi deita e editada por Dirk Behlau do Beastwood Films e o áudio foi gravado ao vivo sem overdubs ou re-gravações.
Lady Death é parte do álbum mais recente do TRIBULATION, Down Below, que foi lançado no dia 26 de janeiro via Century Media Records. O sucessor do aclamado lançamento de 2015 The Children Of The Night apresenta arte de Jonathan Hultén, guitarrista do próprio TRIBULATION.
O guitarrista Adam Zaars disse ao Distorted Sound sobre a criação de Down Below: “No TRIBULATION, a composição das músicas costuma ser feita por mim e Jonathan Andersson [vocal], e esse também foi o caso aqui. Nós dois, de certa forma, sempre escrevemos música, o processo nunca para, embora flutue. Quer dizer, as sementes das músicas, sejam riffs, melodias ou apenas ideias de algum tipo são coletadas por nós dois a qualquer hora. As sementes para essas músicas vêm, na maior parte, desta última etapa da turnê, e algumas músicas de Jonathan já estavam praticamente prontas há mais de um ano. A parte intensa da composição, a junção de todas as partes e ideias, começou nos primeiros meses de 2017, especificamente em abril para mim. Jonathan trabalhou principalmente por conta própria, fazendo demos em casa e enviando-nos para que comentássemos, e então ele mudaria uma coisa ou outra e nós teríamos que ouvir novamente, e assim por diante. Eu também escrevi músicas por conta própria no passado, mas por várias razões, eu queria a ajuda de Johannes e Oscar Leander [bateria] desta vez. Pessoalmente, eu detesto quando se trata de softwares musicais de qualquer tipo e o Oscar poderia me ajudar com isso. O fato de ambos sermos bateristas também ajudou muito nessa parte. Na verdade, deixávamos intencionalmente muitas músicas inacabadas para que Martin Ehrencrona, nosso produtor, também assumisse sua parte, o que provou ser muito valioso. Começamos a gravar o álbum no início de agosto no Soundtrade Studios com a bateria e passamos da Studio Cobra, do Martin, e ficamos lá até outubro. Nós queríamos trabalhar lá, pois estivemos lá alguns dias antes para a gravação dos “instrumentos adicionais” em The Children Of The Night, e realmente gostamos. É como ser um garoto em uma loja de brinquedos, por causa de todos os instrumentos legais que estão disponíveis por lá”.
Os fãs do KISS recentemente se preocuparam com a possibilidade da banda em breve embarcar em uma turnê de despedida, após a notícia de que o grupo estava tentando registrar o nome The End Of The Road. Um pedido do KISS foi arquivado em 8 de fevereiro no Escritório de Patentes e Marcas dos Estados Unidos, que, se for aceito, significa que a banda poderia usá-la em “apresentações ao vivo de uma banda musical”. Porém, até o momento, nenhuma turnê oficial de despedida foi anunciada.
Perguntado pelo jornalista Michael Cavacini sobre este assunto, o líder do KISS, Paul Stanley, disse: “Não é a primeira marca registrada que foi solicitada. Achei que era um nome fantástico e fiquei surpreso por ninguém ter usado antes. Eu queria certificar-me de que, quando a usarmos – e chegará o momento que a usaremos, imagino – eu queria ter certeza de que nós a possuíssemos, e ela é nossa. Quando quisemos sair e fazer a turnê Hottest Show on Earth, a Ringling Bros. veio até nós e disse: ‘Vocês não podem fazer isso’. Isso foi um alerta para mim. Nós sempre tivemos slogans ou frases que são sinônimo de nós, e esta é mais uma. Tudo termina, de uma forma ou de outra. Quando chegar a hora, quero sair com estilo e quero sair cuspindo fogo. Então, quando tive essa ideia, pensei, ‘vamos ter certeza de que nós possamos fazer isso”. “Não sei o que dizer, mas não sei o que dizer, não sei o que dizer. estilo, e quero sair com armas de fogo. Então, quando encontrei essa ideia, Eu pensei que vamos garantir que nós amarremos isso.”
Cerca de vinte anos atrás o KISS já havia anunciado publicamente seus planos de despedida. Stanley disse mais tarde que a tumultuada Farewell Tour da banda em 2000 não era mais do que uma tentativa do grupo de “tirar o KISS de sua miséria”, depois de anos de choques de ego e desentendimentos sobre créditos de composição entre os membros originais da banda.
Gene Simmons declarou no ano passado, em entrevista para o Glasgow Live, que a banda ainda “tem mais alguns anos” para queimar nos palcos, antes de uma possível despedida. Também foi essa a impressão que ele passou para a ROADIE CREW, em entrevista publicada em 2016 (ed. #213): “tem alguma coisa com o Kiss que supera a barreira do tempo. A gente impressionava o garoto de 5 anos de idade lá nos anos 70, e fazemos o mesmo hoje em dia. É algo totalmente autêntico. Não dá pra fingir, não dá pra enganar a audiência. O pessoal percebe na hora se você abrir um sorriso falso ou se não está dando o melhor de si. A banda está viva e tocando melhor do que nunca! […] Eu me sinto mais forte e mais poderoso quando coloco aquela máscara.”
O guitarrista Paul Stanley por várias vezes declarou que existe a real possibilidade de o Kiss seguir adiante sem ele e Gene Simmons na formação, declarando que “nós não caímos na limitação das outras bandas, pois nós não somos as outras bandas”, e que “em algum momento, eu gostaria de ver alguém na banda no meu lugar, isso porque eu amo a banda”. Ainda no mês passado, ele comentou a razão de não querer mais passar muito tempo na estrada: “eu não quero sair de casa”, ele disse. “Eu tenho uma família, eu tenho filhos e, honestamente, acho que minha principal responsabilidade é ser um pai, e não quero perder isso. E certamente, à medida que envelhecemos, sabemos que a vida é finita e eu escolho o que eu quero fazer neste momento”.
Se “o fim da linha” se aproxima ou não, só o tempo irá dizer. Resta aos fãs lembrarem da trajetória de sucesso, da grandeza e dos grandes hits que a banda forjou, assim como das palavras de Gene Simmons para a ROADIE CREW: “Gene, Paul, Ace e Peter eram quatro vagabundos das ruas de Nova York que tinham um sonho e acabaram encontrando o pote de ouro no fim do arco-íris. E cada vez que você ouve a frase ‘You wanted the best, you got the best’, isso não é uma simples apresentação da banda, mas um desafio que nos colocamos a cada vez que subimos num palco.”
Salvation, o novo vídeo da banda de gothic metal alemã CREMATORY, pode ser visto abaixo. A música é parte do próximo álbum da banda, Oblivion, que será lançado no dia 13 de abril.
Recentemente os alemães divulgaram uma longa nota em sua página do Facebook, em que convocam os fãs para comprarem cópias físicas do novo álbum, além de ingressos para os vindouros shows da turnê germânica de divulgação de Oblivion, condição a qual, se não cumprida, resultaria no fim da banda. Confira:
“O fim do CREMATORY? Oblivion será o último álbum de estúdio, e a turnê em maio, o final?
“O novo álbum de estúdio da CREMATORY, Oblivion, será lançado na sexta-feira, 13 de abril de 2018. Estamos planejando promover o álbum com uma turnê, que começará em 27 de abril de 2018 e continuará durante todo o mês de maio na Alemanha. Isso só acontecerá se vocês fãs levantarem seus rabos preguiçosos e começarem a comprar os ingressos para os shows anunciados. As pré-vendas são horríveis e cancelaremos a turnê completamente se os números não aumentarem radicalmente.
“O mais importante é que você compre nosso novo disco em CD ou vinil duplo, pois quando eu olho para nossas estatísticas de vendas, eu poderia começar a vomitar! Hoje nós vendemos muito mais downloads e streams do que o produto original, e esta será a morte de todas as bandas, porque você quase não ganha dinheiro a partir desta merda em comparação ao que consegue levantar com o CD. Então, de fato, uma banda dificilmente ganhará dinheiro suficiente para colocar um bom álbum no mercado.
“O pior é que a transmissão no iTunes, Spotify, Deezer, Napster e todas as outras plataformas de merda não pagam nada para a banda. Nosso último álbum, Monument, teve 1,5 milhão de streams e não vendemos nem 1% disso em vinil ou CD’s originais.
“Isso não pode continuar assim! Não é apenas o CREMATORY quem está sofrendo com tudo isso, mas só nós temos bolas para nos defender e dizer a verdade. Acordem, metalheads, e comecem a honrar o valor da música de verdade e voltem a comprar os produtos. Nós não queremos música apenas sendo armazenados em HD’s, USB’s e cartões SD em qualidade de MP3 miserável.
“Esperamos que vocês entendam o quanto isso é importante para nós, porque lhe daremos algo especial com o novo álbum, Oblivion, então, pense duas vezes antes de comprar o download de merda ou o steam ainda pior.
“Todo CD e LP vem com um vale de mercadorias de € 10 que você pode usar em nossos shows ou em nossa loja no site do CREMATORY. Isso faz com que cada CD ou LP incluindo o vale seja ainda mais barato do que um download e você obtém um ótimo digipack com livreto, letras, fotos e poster.
“Então, por favor, queridos fãs, comprem CDs e LPs e esqueçam os downloads, porque, de outra forma, não haverá outro álbum do CREMATORY. Não faça de Oblivion o álbum final e nos dê seu apoio na tour. Comecem a comprar os ingressos agora, então poderemos ter ótimos shows juntos. Mesmo depois de 27 anos de CREMATORY, ainda estamos com fome para continuar, mas tudo isso está em suas mãos.
A banda Machado de Einstein acaba de liberar nas redes sociais a arte de capa do álbum “Novo Rumo” que será lançado ainda no primeiro semestre de 2018 nas principais plataformas digitais e em formato físico.
A ilustração foi assinada pelo exímio artista brasileiro João Duarte (Angra, Dr.Sin, Torture Squad). Novo Rumo é composto por 10 canções que abordam temas sociais, críticas e reflexões sobre a vida, e tudo isso sem perder a pegada Rock.
No álbum o ouvinte vai encontrar guitarras distorcidas (típicas do Grunge da década de 90) e muito Hard Rock. A cozinha tem linhas de baixo graves e pulsantes e uma bateria firme e pesada. Os vocais transitam entre momentos suaves e drives rasgados. A produção ficou por conta do experiente produtor Oliver Dezidério.
A banda já disponibilizou a faixa título (Novo Rumo) para audição no endereço:
Vessels, o novo vídeo da banda de death metal melódico holandesa PUREST OF PAIN, pode ser visto abaixo. A música é parte do álbum de estreia do grupo, Solipsis, que foi lançado em 1 de março. A sequência do single Momentum de 2013 e do EP de 2011 Revelations In Obscurity foi disponibilizada em CD, vinil e também em versão digital.
Dirigida pela guitarrista e principal compositora Merel Bechtold (DELAIN), que também atua em bandas muito respeitadas como o MAYAN e o THE GENTLE STORM, o forte quinteto holandês – que agora inclui o baterista do DELAIN, Joey de Boer – combina influências do metal escandinavo com o ‘groove’, o ambient, tom e melodia.
Solipsis tomou sete anos no processo de criação, do processo de escrita até a masterização final para o lançamento de uma campanha de crowdfunding online bem-sucedida na IndieGoGo (arrecadando mais de 18.000 euros), além de aumentar seus recursos através de apresentações ao vivo, que mostraram o PUREST OF PAIN abrindo para bandas como OPETH, TEXTURES, SUICIDE SILENCE, UNEARTH e ATTACK ATTACK! além de um show inesquecível no Wacken Open Air em 2014. O álbum contém 14 faixas de brutalidade misturadas com groove e emoção produzidas por Bechtold com gravação feita no Mantis Audio Studio (DELAIN) e masterização por Jens Bogren (OPETH, ARCH ENEMY, SOILWORK).
Merel Bechtold comenta: “Solipsis é um disco orientado para guitarra. Foi gravado o mais orgânico possível: em parte em casa, em parte no Mantis Audio Studio. A música E.M.D.R. foi escrita pelo meu colega guitarrista Michael van Eck. Todas as outras músicas foram concebidas por mim mesma. As letras foram escritas pelo vocalista JD Kaye. E, embora a música seja às vezes técnica e desafiadora, é indubitavelmente impulsionada por um groove implacável, reforçada por uma melodia com passagens enormes, tom maravilhoso e momentos de clareza ambiental “.
As versões em CD e vinil de Solipsis têm arte ligeiramente alteradas. Bechtold foi responsável pelo conceito, e o baixista Frank van Leeuwen projetou e finalizou as capas.
O vídeo oficial da música Trust do WE SELL THE DEAD pode ser visto abaixo. A faixa é parte do álbum de estreia da banda, Heaven Does not Want You and Hell is Full, que foi lançado em 23 de fevereiro via earMUSIC.
Formado pelo guitarrista Niclas Engelin (IN FLAMES, ENGEL), o baixista Jonas Slättung (DRÖMRIKET), Gas Lipstick (ex-baterista do HIM) e o vocalista de Apollo Papathanasio(SPIRITUAL BEGGARS, FIREWIND), o WE SELL THE DEAD ultrapassa os limites da narrativa convencional e criam uma experiência multimídia de música heavy metal de qualidade superior embutida em imagens visualmente estimulantes e atmosféricas.
Os sons pesados e melódicos, transportam o ouvinte para um mundo inspirado na era vitoriana que é definido por mansões pomposas e luxo intimidador, em profundo contraste com a dureza e a crueldade da sarjeta. É um mundo que cheira a histeria, mas, acima de tudo, uma sensação de misticismo e um romantismo sombrio. A música do WE SELL THE DEAD vai acima disso, não apenas apontando essa injustiça, mas expandindo a narrativa para o extremo, tocando com temas de fantasmas, morte ou religião.
Mas não só …
Apesar de uma referência aos tempos vitorianos, o WE SELL THE DEAD mantém uma abordagem muito moderna e sempre tão atual que se traduz no mundo em que vivemos hoje.
Slättung comenta: “Desde o final de 1800, uma era que inspirou enormemente a nossa banda, vem um dos maiores e mais sombrios mistérios criminais de todos: Jack, O Estripador. Nós não conhecemos 100% de quem ele era, mas nós conhecemos seus atos horríveis. Todas as imagens que tínhamos em nossa mente, combinadas com as letras às vezes ligeiramente mórbidas, nos fizeram pensar que seria assim que a música teria soado se o heavy metal existisse no século XIX, ou se Jack, O Estripador tivesse viajado no tempo para se juntar a uma banda de metal. WE SELL THE DEAD teriam sido sua escolha natural para uma banda de apoio. Ele provavelmente se sentiria em casa com a gente.
“Mas, ao mesmo tempo, o mundo não evoluiu exatamente para um lugar bonito desde a década de 1880”, ele continua. “No filme de 1979 “Time After Time” [no Brasil “Um Século em 43 Minutos], Jack O Estripador escapa à justiça, na verdade, fugindo em uma máquina do tempo para 1979. Depois de ser pego por seus seguidores, O Estripador pronuncia essas palavras de sabedoria: “Em 1893, eu era um monstro. Hoje… sou amador”.
O álbum será lançado no Brasil via EarMusic/Shinigami em breve!
A banda estadunidense BLACK VEIL BRIDES lançou o video de When They Call My Name. A faixa é parte do quinto álbum da banda, Vale, que foi lançado no dia 12 de janeiro via Lava / Universal Republic. O sucessor do álbum autointitulado do BLACK VEIL BRIDES (2014) foi produzido por John Feldmann em seu estúdio do sul da Califórnia.
O vocalista do BLACK VEIL BRIDES, Andy Biersack, falou com a revista Kerrang! sobre When They Call My Name: “Esta é uma música que é muito querida para mim. Trata-se de lidar com minha ansiedade e ter minha esposa me ajudando a fazer isso e me ajudar através desses cenários. Neste álbum, eu me encontrei escrevendo mais e mais honestamente e abertamente sobre diferentes tipos de problemas “.
No que diz respeito ao making of de Vale, o cantor disse à AltPress: “Eu acho que o disco é uma descrição precisa de como ligo as coisas artisticamente. Sempre que tive uma luta real na minha vida em que participei, sendo ela uma coisa mais pessoal ou social, tendo a querer escrever uma história sobre isso. Wretched and Divine foi uma resposta para o sentimento de sermos uma banda forçada, que por cinco anos e meio as pessoas consideraram uma ideia tardia, bem como a quantidade de críticas que enfrentamos. Isso desapareceu neste registro de conceito estranho, sonhador e etéreo. Meu estímulo emocional para questões societárias é escrever uma história, algo que é um pouco mais orientado pela narrativa e não tão ‘soco na cara’. Na verdade, provavelmente é um reflexo da minha personalidade. De qualquer forma, a menos que eu esteja embriagado, não estou realmente gritando com as pessoas. [Risos] Para mim, uma música como Dead Man Walking é muito agressiva, mas é mais sobre conteúdo e menos sobre os gritos da guitarra”.
A banda Angra celebra o início de mais uma era em sua história e de seus músicos com uma turnê histórica com 83 datas em 24 países ao redor do mundo. Recém lançado em todo o Brasil e no mundo, o álbum “ØMNI” é o 9º disco de estúdio da banda e marca um fenômeno na carreira do grupo com grandes feitos nos charts de Metal em todas as plataformas de streaming como o Spotify.
A turnê passará por países como Alemanha, Holanda, Itália, França, Portugal, Espanha, Rússia, Eslováquia, Polônia. Estados Unidos, Canadá, Argentina, Chile, Peru, Japão, Coreia do Sul, Taiwan, entre outros lugares que a banda visitou pouco em sua história. Mais datas serão anunciadas em breve pela Top Link Music.
Os músicos Fabio Lione (vocal), Rafael Bittencourt (guitarra), Marcelo Barbosa (guitarra), Felipe Andreoli (baixo) e Bruno Valverde (bateria) prometem shows enérgicos e com muitas novidades no repertório que devem agradar os fãs mais antigos do Angra e os que adoraram o novo álbum “ØMNI”.
O álbum “ØMNI” está disponível em todas as plataformas digitais e chegou ao mercado mundial mostraNdo toda força do Angra.
O álbum “TR3S” da banda Project46 acaba de ser eleito o melhor de 2017 segundo os leitores da revista Roadie Crew maior publicação do segmento de rock/metal no Brasil. Além de vencer a votação de melhor álbum, os integrantes do Project46 figuram grandes posições em suas respectivas categorias. O vocalista Caio MacBeserra, assim como o guitarrista Jean Patton, o baixista Baffo Neto e o baterista Betto Cardoso ficaram em terceiro lugar segundo o resultado final da votação.
O Project46 vem se destacando na cena em um crescimento exponencial, como toda banda deve ser, ganhando espaço na raça e abrindo novos ares para seus parceiros e outras bandas da cena. Sem deixar de olhar para o passado, o quinteto formado por Caio MacBeserra (vocal), Vini Castellari (guitarra), Jean Patton (guitarra), Betto Cardoso (bateria) e Baffo Neto (baixo), ganhou uma sonoridade ainda mais pesada, humanizada e vem arrebatando fãs por onde passa.
Produzido e gravado em Hollywood mas sem perder a essência dos trabalhos anteriores, o terceiro álbum de estúdio do grupo intitulado “TR3S” ganhou grande destaque na mídia especializada e possui forte vertente emocional.
É uma energia intensa surge a cada faixa, a cada minuto!”