Categoria: Roadie News

  • THE CROWN apresenta nova música, “We Avenge!”

    THE CROWN apresenta nova música, “We Avenge!”

    We Avenge!, nova música dos veteranos suecos do death metal THE CROWN, pode ser conferida abaixo. A música é parte do próximo álbum da banda, Cobra Speed ​​Venom, que será lançado em 16 de março via Metal Blade Records. Produzido com Fredrik Nordström no Studio Fredman, o álbum promete ser uma das maiores surpresas do ano – um retorno à velocidade e à escuridão da morte em toda a glória!

    O THE CROWN comenta: “Estamos realmente ansiosos para finalmente poder mostrar aos nossos fãs o quão bem que esta banda pode soar quando as circunstâncias são corretas. Com isso, [nós] queremos dizer: fazer um álbum da maneira que deve ser feito: criando como uma banda, ensaiando como uma banda, gravando como uma banda. Você vai ouvir uma banda se apresentando aqui, com energia feroz e fome!”

    Cobra Speed Venom é o décimo disco completo de estúdio do The Crown, e tem lançamento previsto para o dia 16 de março via Metal Blade Records. No novo álbum, o primeiro desde Death is not Dead (2015), Magnus Olsfelt (baixo), Henrik Axelsson (bateria), Johan Lindstrand (vocal) e os guitarristas Robin Sörqvist Marko Tervonen apostam em um retorno ao peso e a velocidade que caracterizaram os primórdios da banda, época em que eram um dos principais nomes da cena sueca do death metal. Cobra Speed Venom foi gravado no estúdio Fredman ao lado do experiente produtor Fredrik Nordström (At The Gates, Dimmu Borgir, Arch Enemy, etc), e tem capa criada por Christian Sloan Hall, que trabalhou com o Amon Amarth em seu disco mais recente, Jomsviking (2016).

  • ROBERT PLANT: “Meu tempo deve ser preenchido com satisfação, e não com o LED ZEPPELIN”

    ROBERT PLANT: “Meu tempo deve ser preenchido com satisfação, e não com o LED ZEPPELIN”

    O lendário vocalista Robert Plant, que se tornou famoso à frente do LED ZEPPELIN, concedeu entrevista recente ao Esquire, e comentou os cinquenta anos de sua banda lendária, os prometidos relançamentos, e a possibilidade de uma ‘reunião’ dos membros restantes da banda para uma apresentação ou uma turnê especial. Pelo tom da declaração, o dono da voz do LED ZEPPELIN deixa claro que uma reunião não irá acontecer, e que a tal ‘celebração’ especial que comentou dias atrás não passa nem perto do que muitos fãs imaginaram:

    “Todos esses projetos, bem, eles vão fazer bem para alguém em algum lugar, então isso é bom. Mas você nem precisa falar comigo se tudo o que você quer saber é sobre o LED ZEPPELIN. Trinta e oito anos atrás, John Bonham faleceu, é tudo o que sei. É isso aí. Essa é a história. Você sabe, o LED ZEPPELIN foi uma fabulosa e prolífica fábrica de diversão por um período de tempo, mas foram três músicos incríveis e um cantor que viveram em uma época. Naquela época. Isso não vai me impedir de fazer o que estou fazendo agora. Então, essa é uma manchete, ou não. Não me importa… Se eu não fosse assim, eu seria uma prostituta, e eu nunca serei isso. Eu sou apenas um cantor, e, portanto, eu posso me entediar muito rápido. E se eu me aborrecer muito rápido, o que estou fazendo com quase 70 anos de idade e entediado? Não há chance. Então, eu mudo o tempo todo”

    “O fato é que, nos últimos dez ou quinze anos, meu trabalho foi realmente bem recebido”, continuou o vocalista. “É muito bom ver isso, e isso me faz sentir que estou no lugar certo, pelo menos para algumas pessoas, mesmo que outras pessoas simplesmente não saibam disso. Quer dizer, é basicamente sobre abrir as persianas. Olhe, quantos milhares de pessoas estão nos aeroportos que viajo, que ficam maravilhados com o fato de eles me verem, mas que não têm ideia do que estou fazendo? Nem a porra de uma pista. É assim que é, e estou bem com isso, especialmente porque os departamentos de emergência das salas geriátricas estão repletos de pessoas como eu, ainda pendendo, porque havia alguma coisa antes”.

    Ele continuou dizendo: “Para mim, meu tempo tem que ser cheio de alegria e esforço, humor e poder e autossatisfação absoluta. E isso não é com o LED ZEPPELIN. Isso é estar fazendo o que estou fazendo agora, com essa banda, nesta turnê”.

    E, antes que alguém – que não conheça a integridade e a classe com que Plant sempre levou adiante sua carreira – tome suas palavras como arrogância, ele complementa: “Eu nunca, jamais poderia esperar superar [a obra do LED ZEPPELIN]. Jamais poderia esperar tocar o coração das pessoas como o LED ZEPPELIN tocou, pois eu sou apenas uma parte disso”.

  • CARCASS substitui BEN ASH por TOM DRAPER

    CARCASS substitui BEN ASH por TOM DRAPER

    O CARCASS, um dos nomes mais importantes da cena extrema britânica, anunciou que o guitarrista Ben Ash não é mais parte do time, e que para o seu lugar foi recrutado Tom Draper (POUNDER, ex-ANGEL WITCH, PRIMITAI). Tom Draper estreou ao vivo com o CARCASS no último fim de semana no festival Netherlands Deathfest em Tilburg.

    Ash confirmou sua saída da banda em vídeo [disponível abaixo], dizendo: “No início de 2018, eu decidi sair do circuito de shows e me concentrar novamente no meu papel educacional, e também me focar nos estudos e alguns projetos musicais individuais. E, a partir das filmagens que vi da banda tocando no Deathfest da Holanda, eu sabia que eles iriam me tirar do time. Eles estão soando incríveis e o cara que está agora no lugar que eu ocupava, está arrebentando. E do fundo do meu coração, eu desejo aos caras o melhor para os próximos shows deste ano”.

    Em uma entrevista de 2016, para o Dead Rhetoric, o guitarrista do CARCASS, Bill Steer, disse que não estava “claro” se Ash apareceria no sétimo álbum da banda: “Nesta fase, não está claro se ele estará realmente no álbum, com toda a honestidade. O que ele faz ao vivo funciona nesse ambiente. Já para uma gravação, é preciso colocar tudo sob um microscópio. Se alguém traz influências que não estão dentro do escopo da banda, isso será problemático. Ben é um cara incrível e ele trabalha duro na sua forma de tocar, mas algumas de suas coisas favoritas não são nossas coisas favoritas. Se algumas dessas coisas sangrarem em nossa música, ela realmente seria diluída, para ser sincero com você”.

    Steer continuou: “Isto continua sendo pensado, só estou dizendo que não faremos apenas mais um álbum. Queremos que tudo seja tão bom quanto possível. Você poderia ter o melhor guitarrista da Terra. Tenho certeza de que se Steve Vai tocasse no disco, isso despertaria muitas pessoas, mas isso iria diluí-lo. Não funcionaria com a nossa música”.

    Ash juntou-se ao CARCASS após o lançamento do LP de retorno da banda, Surgical Steel (2013), que vendeu cerca de 8.500 cópias nos Estados Unidos em sua semana de lançamento, estreando na posição 41 na Billboard 200.

    https://www.facebook.com/503251753093770/videos/1612531068832494/
  • MASTER’S HAMMER: lenda do black metal fará turnê na América Latina entre Maio e Junho

    MASTER’S HAMMER: lenda do black metal fará turnê na América Latina entre Maio e Junho

    Da República Tcheca vem o MASTER’S HAMMER, uma das bandas mais tradicionais do Black Metal mundial. Eles desembarcam por aqui para uma única apresentação, que acontecerá no dia 10/06, em São Paulo, no Vic Club (Rua Marquês de Itu, 284 – a poucos metros do Metrô República). O show faz parte da turnê Latino Americana da banda, que terá um total de onze datas.

    Formado em 1987, o MASTER’S HAMMER está divulgando seu oitavo álbum, Fascinator, que acaba de ser lançado em 2018.

    As datas do Master’s Hammer na América Latina são:

    28/05 – Guadalajara, México @Foro Independência

    29/05 – Monterrey, México @Cafe Iguana

    30/05 – Cidade do México, México @Circo Volador

    01/06 – Cidade da Guatemala, Guatemala @Rock On Vuh

    02/06 – San Salvador, El Salvador @Cifro

    03/06 – San Jose, Costa Rica @El Sontano

    05/06 – Bogotá, Colômbia @Auditorio Lumiere

    06/06 – Quito, Equador @Teatro Demetrio A. Malta

    07/06 – Santiago, Chile @Blondia

    09/06 – Buenos Aires, Argentina @Museo Rock

    10/06 – São Paulo, Brasil @Vic Club

    Os shows do Master’s Hammer são verdadeiros rituais profanos, com elementos teatrais, como pode ser visto no vídeo abaixo:

    Seu álbum de estreia, Ritual, de 1991, é considerado como um dos grandes clássicos do Black Metal mundial.

    A formação do Master’s Hammer traz Franta Štorm (vocal, guitarra), Necrocok (guitarra), Silenthell (tamborim), Petr “Blackie” Hošek (guitarra), Petr Rámus Mecák (baixo) e Honza Kapák (bateria).

    A responsável pela turnê do Master’s Hammer na América Latina é a Tumba Productions.

    Páginas relacionadas:

    www.facebook.com/MastersHammerOfficial/

    www.facebook.com/tumbaproductions/

  • Para ANDREAS KISSER, regravar discos clássicos do SEPULTURA “é uma perda de tempo”

    Para ANDREAS KISSER, regravar discos clássicos do SEPULTURA “é uma perda de tempo”

    O guitarrista Andreas Kisser, do SEPULTURA, concedeu entrevista ao podcast Scars and Guitars, da Austrália, e comentou sua opinião sobre a possibilidade de regravar álbuns anteriores do SEPULTURA com a atual formação da banda:

    “Eu não vejo o SEPULTURA fazendo isso. Com todo o respeito às bandas que fazem isso – eu não julgo ninguém. Todos têm suas razões para fazer … Eu conheço bandas que fizeram isso por causa de problemas de contrato e gravadoras, esse tipo de coisa. Mas eu não me vejo fazendo algo assim. Antes de tudo, é muito fácil fazer isso. [risos] O álbum está pronto, as músicas são conhecidas e tudo … Eu não sei … Não acho justo com a história. É o que é. O estúdio que usamos e o som que não era bom o suficiente e todo o equipamento. É o que é, esta é a beleza de tudo. Conseguimos criar esse som com todas as dificuldades que tínhamos. E nós tínhamos outra mente e outra … nós éramos jovens e o que quer que seja. Existem tantas variáveis. Penso que é uma perda de tempo – para nós, pelo menos”.

    Após o entrevistador apontar as constrangedoras regravações de Blizzard Of Ozz e Diary Of A Madman de Ozzy Osbourne, Andreas disse: “Isso foi horrível, cara. Não tem sentido. Quer dizer, eu entendo que as pessoas lutam com advogados e contratos e o que está escrito e o que não está, mas chegar a esse nível, a esse ponto … Qual é o objetivo? Quem vai ouvir isso? Não há nada lá. Não há química, não há motivo para fazer algo assim. Quer dizer, especialmente porque Randy Rhoads nem está mais aqui. Ele escreveu isso. É insano, é tão desrespeitoso, não só pelo legado de Randy, mas também para os fãs do Ozzy. É algo que eu não gostaria de ver alguém fazendo com os álbuns da SEPULTURA, mudando o baterista ou o vocalista ou algo assim. É uma loucura”.

    O álbum mais recente do SEPULTURA, Machine Messiah foi lançado em janeiro de 2017, e foi concebido pela atual formação da banda, com Andreas Kisser (guitarra), Paulo Jr. (baixo), Eloy Casagrande (bateria) e Derrick Green (vocal).

  • MR. BIG anuncia show tributo ao baterista PAT TORPEY

    MR. BIG anuncia show tributo ao baterista PAT TORPEY

    Paul Gilbert (guitarra), Eric Martin (vocal) e Billy Sheehan (baixo), do MR. BIG, anunciaram para o dia 23 de maio, um concerto em tributo ao baterista Pat Torpey – que faleceu devido a complicações da doença de Parkinson em 7 de fevereiro – no Canyon Club em Agoura Hills, Califórnia. Também participará do show o antigo colega de banda Richie Kotzen, que foi membro do MR. BIG de 1999 a 2002, e um “grande time de estrelas” que será anunciado nas próximas semanas.

    Os ingressos para o Mr. Big And Friends: Celebrating The Life of Pat Torpey custam $ 15 e já podem ser comprados via Ticketmaster.

    O Mr. Big nasceu em 1988 em Los Angeles, Califórnia, com Billy Sheehan (baixo), Eric Martin (vocal), Paul Gilbert (guitarra) e Pat Torpey (bateria), e desde a sua fundação se tornou referência entre músicos de todos os estilos, dada a habilidade de seus integrantes. O primeiro disco, Mr. Big foi lançado em 1989, e embora tenha alcançado ‘apenas’ a posição 46 na Billboard 200, se tornou um forte impulso para o que viria em seguida, com Learn Into It, que alcançaria a 15ª posição na Billboard 200, e que colocaria o single To Be With You na primeira posição da mesma Billboard. Muitos outros hits foram forjados ao longo da carreira, ao mesmo tempo que o quarteto firmava seu nome como uma das melhores performances ao vivo de hard rock. O último disco de estúdio forjado pelo quarteto Torpey, Sheehan, Martin e Gilbert foi Defying Gravity, lançado em 7 de julho do ano passado, e que contou também com o baterista Matt Starr (também da banda de Ace Frehley), que já vinha tocando nas performances ao vivo do Mr. Big desde 2014, época da …The Stories We Could Tell World Tour.

    Para ler o artigo/tributo “Pat Torpey: mais do que um grande baterista, perdemos um batalhador”, de autoria do colaborador da ROADIE CREWLeandro Coppi, clique aqui.

    O MR. BIG, aparentemente, honrará seus compromissos de show existentes – que incluem uma turnê australiana em junho com o EXTREME e uma série de festivais de verão europeus – mas ainda não está claro se o grupo continuará depois.

  • STRYPER, sobre cristãos fanáticos: “Eles estão pecando, pois estão nos julgando”

    STRYPER, sobre cristãos fanáticos: “Eles estão pecando, pois estão nos julgando”

    Michael Sweet, vocalista e guitarrista da banda californiana STRYPER concedeu entrevista recentemente para o Noize In the Attic, e falou sobre o vindouro novo álbum de sua banda, God Damn Evil, que tem lançamento programado para 20 de abril, via Frontiers Records. Dentre os temas, Sweet comentou a reação dos fãs a faixa Take it to the Cross, que apresenta algumas novidades, como o uso de alguns vocais mais agressivos.

    Ele declarou sobre a canção:

    “Eu acho que a raiz do problema é que quando as pessoas ouviram ela… aqueles que não gostaram foi porque ela é provavelmente a coisa mais distante que eles poderiam ter pensado que faríamos. As pessoas esperam vocais angélicos no STRYPER, é isso que eles querem ouvir e é o que eles esperam. E eles provavelmente esperavam uma harmonia e um coro [com] mais melodia ou isso e aquilo, e nós só queríamos fazer algo diferente – um pouco mais estiloso, um pouco mais escuro, um pouco mais único. E aí está – fizemos Take It To The Cross. Ame ou odeie, pelo menos estamos quebrando os moldes e estamos tentando coisas diferentes. Agora, quando as pessoas ouvem o resto do álbum, você vai sacar algumas dessas coisas clássicas do STRYPER, é claro. A próxima música, Sorry, é a minha favorita no álbum – ela tem um riff e um groove que é matador. Tem essa harmonia que se espalha pelo coro. Será mais o que as pessoas, até certo ponto, esperam”.

    Por fim, ele falou da forma como percebe a reação das pessoas a cada novo álbum do STRYPER:

    “Queremos fazer os fãs felizes, mas ao mesmo tempo, temos que nos fazer felizes. Temos que ficar felizes com o que acabamos de criar e com o que acabamos de gravar, ou no final do dia, por que estamos fazendo isso? E sabe de uma coisa? Isso é um tanto espantoso no que fazemos. O fato de cantarmos sobre Deus, e sermos crentes e falarmos abertamente sobre nossa fé, com tudo isso vem um monte de pessoas ótimas, mas também algumas pessoas difíceis. Aparecem alguns cristãos conservadores e fanáticos que saem da casinha e começam a nos atacar. E é interessante, porque eles estão nos denegrindo, estão fazendo a mesma coisa de que nos acusam, e estão pecando, porque estão nos julgando. Então é muito engraçado. E quando você realmente para e pensa sobre isso, é muito triste, na verdade”.

    “Infelizmente, vemos muitas coisas negativas. Nunca deixa de me surpreender. Acabei de postar no meu Facebook, acho que ontem. Publiquei algo como ‘ei, aqui está a nossa nova música. Confiram.’ E a maioria das pessoas escreveram, ‘Oh, legal. Nós mal podemos esperar. Blah blá blá blá’. E então aparece alguém: ‘Isso é horrível. Isso é uma merda. Eu odeio. O que aconteceu com vocês?’. E eles se dizem cristãos. E eu paro e penso, uau, em que mundo vivemos, para que as pessoas achem que têm o direito de fazer isso?”

    God Damn Evil será o primeiro lançamento do STRYPER com o ex-baixista do FIREHOUSE, Perry Richardson. Perry entrou na banda para substituir Tim Gaines, que foi despedido da banda em 2017.

  • MOONSPELL: “Não sei por quanto tempo vamos continuar”

    MOONSPELL: “Não sei por quanto tempo vamos continuar”

    O guitarrista da banda portuguesa MOONSPELL, Ricardo Amorim falou com a LoudTV.net recentemente, e comentou a jornada da banda, e o que espera do futuro pós-MOONSPELL.

    “Eu não sei por quanto tempo vamos continuar fazendo isso”, ele comentou. “Enquanto nos sentirmos bem, faremos isso; De outra forma, teremos que pensar em algumas outras opções, não sei. Mas passamos cerca de 25 anos [como banda], acho que é hora de pensar sobre o futuro, mas não é algo que faremos agora, tipo, ‘temos que fazer isso’. Basta pensar que um dia isso terá que acabar – a menos que eu seja Keith Richards e queira morrer no palco”.

    “Tenho 44 anos, por isso é natural que eu comece a pensar que eventualmente … O tempo corre tão rápido e em um pulo eu estarei com 64, e eu não sei se ainda estarei apto – eu e os caras “, disse ele. “Mas não é algo que está tirando o nosso sono, para ser honesto. Acho que todo mundo agora quer continuar. O que eu digo é que é natural que cada um de nós comece a pensar, algo como ‘Eu estarei com 60 mais rápido do que imagino’, então devemos pensar sobre, sei lá, o que vem depois”.

    O décimo-segundo e mais recente disco de estúdio completo do MOONSPELL, intitulado 1755, foi lançado em novembro de 2017, via Napalm Records. O álbum, que tem todas as letras escritas em português (o disco inclui também uma versão em espanhol da faixa Desastre), tem como inspiração o Terremoto de Lisboa de 1755. O álbum foi produzido pelo dinamarquês Tue Madsen, que já havia trabalhado com os portugueses em Under Satanæ (2007), Night Eternal (2008) e Alpha Noir (2012).

  • JEFF SCOTT SOTO, sobre YNGWIE MALMSTEEN: “não quero nenhum inimigo”

    JEFF SCOTT SOTO, sobre YNGWIE MALMSTEEN: “não quero nenhum inimigo”

    O vocalista JEFF SCOTT SOTO (TRANS-SIBERIAN ORCHESTRA, SONS OF APOLLO, ex-TALISMAN, AXEL RUDI PELL e YNGWIE J. MALMSTEEN) concedeu entrevista recente para a estação de rádio WRIF, de Detroit, Michigan (EUA), e falou sobre a confusão entre ele e o guitarrista sueco YNGWIE MALMSTEEN:

    “É uma pena. Não sei onde o assunto azedou”. Ele então corrigiu-se: “Eu meio que sei quando a coisa azedou. Na maioria das vezes, todos em seu passado estão muito presos ao seu círculo. E é difícil realmente engolir, porque realmente fiz um esforço concertado para manter esse relacionamento, para manter nossa amizade forte e contínua, quando teria sido muito mais fácil apenas dizer: ‘quer saber de uma coisa? Com ​​base nas circunstâncias, não quero ter mais nada a ver com você’. E eu não fiz isso. E saí do meu caminho para ter certeza de que poderíamos manter firme essa amizade. E ela ter se acabado assim é… sem dar nomes e apontar culpados, o que é e espero que… Eu adoraria mudar isso no futuro. Eu não quero nenhum inimigo. Eu também gostaria de jantar com Neal Schon [JOURNEY] novamente algum dia desses. Eu odeio qualquer tipo de divisão ou separação entre meus pares e meus colegas”.

    Caso você esteja se perguntando sobre o que é tudo isso, aqui vai um resumo da situação. JEFF SCOTT SOTO trabalhou ao lado de YNGWIE MALMSTEEN nos clássicos álbuns Rising Force (1984) e Marching Out (1985), ambos lançados sob o nome YNGWIE J. MALMSTEEN, provavelmente os mais louvados de toda a longa e bem sucedida carreira do guitarrista sueco, que é tão reconhecido pela sua genialidade quanto pelo seu gênio forte e às vezes intempestivo. Há cerca de um ano, em uma entrevista, YNGWIE teria declarado que “sempre escreveu tudo”, inclusive as letras e melodias de suas canções.  A partir de então, três vocalistas que fizeram parte da carreira do sueco entraram em uma guerra de palavras com ele, JEFF SCOTT SOTO, TIM “RIPPER” OWENS e JOE LYNN TURNER, tendo este último chegado a dizer que as declarações de YNGWIE eram “discursos de um megalomaníaco tentando desesperadamente justificar sua própria insegurança.” A coisa não melhorou muito quando um dos membros do ‘management team’ de YNGWIE postou na página do Facebook do guitarrista uma nota em que dizia que “”É muito lamentável que esses vocalistas contratados no passado tenham que recorrer a calúnias e insultos para suscitar qualquer tipo de atenção da mídia em relação a eles. Essas palavras sem graça e pueris são, na melhor das hipóteses, nada cavalheiras e absolutamente desagradáveis na pior”.

  • DER WEG EINER FREIHEIT lança vídeo ao vivo para “Aufbruch”

    DER WEG EINER FREIHEIT lança vídeo ao vivo para “Aufbruch”

    A banda alemã de black metal DER WEG EINER FREIHEIT lançou um vídeo ao vivo para Aufbruch, faixa de abertura de Finisterre, seu mais recente disco de estúdio, lançado em 2017 pela Season of Mist.

    Finisterre é o quarto disco completo de estúdio dos alemães, e vem se tornando o mais bem recebido pela crítica e fãs até o momento. Gravado no estúdio Ghost City Recordings de Rottenbach, Alemanha, o disco foi mixado, gravado e produzido pelo alemão Nikita Kamprad, vocalista do DER WEG EINER FREIHEIT e que já trabalhou com bandas como RETALIATION, HACKNEYED e NECROTTED. A masterização é de Philipp Welsing (LANTLÔS), e a arte da capa foi concebida por Max Löffler, que já tinha trabalhado ao lado do DER WEG EINER FREIHEIT no álbum Stellar, de 2015.

    A banda comenta o novo vídeo:

    “Depois de muitas horas de trabalho árduo, finalmente podemos apresentar-lhes este vídeo ao vivo para Aufbruch, que foi filmado durante a nossa turnê europeia no ano passado. As imagens foram capturadas em vários locais, incluindo Munique, Salzburgo, Budapeste, Viena, Leipzig e Berlim, enquanto o áudio foi gravado ao vivo no nosso show final deste passeio no Lido em Berlim. Ao assistir este clipe, é difícil conseguir esperar para voltar à estrada para a nossa tour com o PRIMORDIAL e o MOONSORROW, e uma ótima temporada de festivais. Isso nos levará para a bela Islândia, Romênia, e depois de mais de 2 anos, finalmente, de volta à nossa cidade natal de Würzburg”.