Categoria: Roadie News

  • DEVIN TOWNSEND: “Meu desejo de ouvir e fazer música raramente envolve Metal”

    DEVIN TOWNSEND: “Meu desejo de ouvir e fazer música raramente envolve Metal”

    Se você é fã de heavy metal, e se tem acompanhado com atenção o que tem rolado nas últimas décadas dentro do estilo, certamente o nome do guitarrista canadense DEVIN TOWNSEND não passa despercebido. Seja pelo seu trabalho com o STRAPPING YOUNG LAD, no DEVIN TOWNSEND PROJECT ou na banda solo, o cara é uma das mais criativas e significativas personalidades do metal das últimas décadas, e a abrangência de sua obra influenciou quase que de maneira incalculável o cenário metálico em geral.

    Embora ele tenha declarado recentemente que seu vindouro novo álbum, Empath, seria mais pesado, uma nova entrevista para a RSPTV parece jogar água na esperança que os fãs mantinham de ouvir algo mais ligado aos moldes do Strapping Young Lad:

    “Quanto ao meu relacionamento com o Metal, eu ainda sou um fã. Mas eu estou velho agora, e meu desejo de preencher o meu mundo com som raramente envolve Metal. Você precisa ser sincero consigo mesmo nesse sentido, também. Há uma quantidade razoável de pessoas que fazem o que eu faço e que talvez afirmem que estão tão interessadas nas coisas que lhes interessavam quando eram jovens, e eu simplesmente não conheço muitas pessoas que conseguiram sustentar o interesse por coisas realmente agressivas por tanto tempo quanto tenho feito isso”.

    Mas você pode ficar tranquilo, pois ele não entrou para o time dos músicos que construíram seu nome no Metal e agora odeiam o estilo. Além de ter informado logo de cara que “ainda é um fã”, na mesma entrevista, ele esclarece: “isso não quer dizer que eu não goste, é só que o tempo em que eu quero ouvir e tocar [Metal] é muito menor do que costumava ser”

    Townsend recentemente colocou o Devin Townsend Project de molho, para se dedicar a elaboração e lançamento de quatro álbuns, dos quais ele ainda não revelou nenhum detalhe.

  • INFECTOR finaliza gravação de seu novo álbum

    INFECTOR finaliza gravação de seu novo álbum

    A banda de Death Metal santista INFECTOR acaba de finalizar as gravações do álbum conceitual “Metal da Morte”, serão dez faixas de mais puro ódio, no melhor estilo do antigo jornal “Notícias Populares”, trazendo sete sons com letras que fazem referência aos grandes crimes de assassinatos ocorridos no Brasil, na forma “se torcer sai sangue”. Além das faixas conceituais, o álbum traz uma justa homenagem às bandas e produtores locais e mais dois tributos a mestres do metal mundial.

    O álbum contará com as participações de nomes poderosos da cena do Metal Extremo Santista, como Angel (membro fundador do lendário VULCANO), Luiz Carlos Louzada (atual vocalista do VULCANO), Roberto Opus (OPUS TENEBRAE), Doug The Goat (CHESED GEBURAH) e Alexandre Sombra (SOMBRA METAL).

    “Metal da Morte” foi gravado no “O Beco Estúdios” em Santos/SP, sob a produção de Ivan Pellicciotti. Agora o material segue para a mixagem e masterização e será lançado ainda neste ano de 2018, porém ainda sem data definida.

    O Infector disponibilizou um vídeo através de sua conta no Facebook e Youtube, mostrando os bastidores da gravação do álbum “Metal da Morte”.

    Confira o vídeo:

    Formação: Mario César Dutra – Vocal Marcello Loiacono – Guitarra Edu de Campos – Baixo Paulo Mariz – Bateria

    Contato: [email protected] Sites relacionados: www.infector.bandcamp.com/ www.facebook.com/infectordeathmetal/ www.instagram.com/infectordeathmetalofficial/ www.youtube.com/channel/UCK1SsEoNLiSak-AMQkEzztA  
  • PASTORE: Phoenix Rising disponível no Spotify e plataformas digitais

    PASTORE: Phoenix Rising disponível no Spotify e plataformas digitais

    A banda Pastore tem orgulho em informar que o álbum “Phoenix Rising” está disponível no Spotify e nas plataformas digitais mais populares do mundo. O álbum é sucesso de vendas na Die Hard, a maior loja especializada em Metal do Brasil, onde ficou entre os cinco mais vendidos por várias semanas. O trabalho também está disponível no Deezer, Google Play, entre outros.

    Escute o álbum “Phoenix Rising” no Spotify:  https://open.spotify.com/album/6pUQ6smXTqJAwWUvmk13L2

    Com mais de 25 anos de estrada dentro do Rock e Heavy Metal no Brasil, o vocalista Mario Pastore é reconhecido mundialmente por seu talento, técnicas apuradas e carisma no palco e fora dele com os fãs. Após lançar vários trabalhos no mercado, o músico iniciou seu projeto solo Pastore em 2008 com um single muito bem recebido pela crítica especializada. Em 2010, o vocalista lançou seu primeiro CD independente chamado “The Price For The Humans Sins”.

    O álbum recebeu ótimas críticas da mídia especializada no Brasil e exterior. No ano de 2011, o disco foi lançado pelo selo japonês Hydrant Music e distribuído pela gravadora EMI, uma das maiores gravadoras do país nipônico. Em pouco tempo, “The Price For The Humans Sins” vendeu 5000 cópias o que levou a banda a lançar o segundo álbum no Brasil “The End Of Our Flames”, que novamente alcançou boas vendas e ótimas críticas na Europa, Japão e Brasil.

    Em 2015, o produtor e guitarrista Marcio Eidt fez a oferta para produzir, compor e tocar com Pastore no terceiro CD e então trabalharam com vários músicos no novo trabalho “Phoenix Rising”. Os músicos que participam do álbum são Mario Pastore (vocal), Ricardo Baptista (guitarra), Marcelo de Paiva (bateria), Johnny Moraes (guitarra, Hevilan, Warrel Dane), Fabio Carito (baixo, Warrel Dane) e com a participação do conceituado guitarrista Eduardo Ardanuy (Dr.Sin), além de Vito Montanaro (bateria, Heaviest) e Renato Caetano (Heaviest). A capa de “Phoenix Rising” foi desenhada pelo artista Marcelo de Paiva, que produziu as artes do Pastore.

    O trabalho foi lançado no Japão em novembro de 2017 pela gravadora Spiritual Beast, novamente com ótimos números de vendas, e no Brasil em dezembro de 2017. O novo CD “Phoenix Rising” vem recheado de peso, punch e vigor, mostrando que o Pastore voltou com tudo e mais forte do que nunca. Junto com o trabalho foi lançado um vídeo clipe da música “Symphony of Fear” com ótima repercussão no YouTube.

    Assista o videoclipe de “Symphony Of Fear”: https://youtu.be/fLN9YFfzIwQ

    Pastore line-up: Mario Pastore (vocal) Marcio Eidt (guitarra) Ricardo Baptista (guitarra) Johnny Moraes (guitarra) Marcelo de Paiva (bateria) Fabio Carito (baixo)

  • HOLDARK: banda revela capa e anuncia lançamento de “Fly My Ravens” em CD

    HOLDARK: banda revela capa e anuncia lançamento de “Fly My Ravens” em CD

    A nova representante do pagan/viking metal nas terras brasileiras, Holdark, preparou uma boa novidade para as pessoas que procuram pelo single “Fly My Ravens”. Além de a música ter sido lançada em suas páginas oficiais do facebook e youtube, em formato lyric video, agora Luciano Scanhoela (vocal e guitarra); Francisco Vidal (guitarra); Humberto Masçau (baixo) e Wendel Rodrigues (bateria) disponibilizaram também o trabalho em CD.

    Pela internet o vídeo estreou no dia 6 de janeiro de 2018 e, para conseguir o produto no formato físico, basta entrar em contato com a própria banda e fazer a sua solicitação.

    O quarteto aproveitou o anúncio para apresentar a capa que ilustra o trabalho e informa que “Fly My Ravens” será um registro único, não havendo futuros relançamentos (veja foto no destaque). A arte é um recorte do lyric video que foi produzido por Caio Cortonesi.

    A Holdark é notória pelo seu estilo dentro do pagan metal, onde sua música de duração curta e riffs diretos, contrastam com a própria vertente que, na maioria das vezes, é representada por temas complexos e de grande duração. A característica do grupo é o que mais atrai curiosos ao seu som e, consequentemente, muitos fãs.

    “Esta é a nossa intenção, a gente tenta passar a mensagem rápido mesmo, hoje em dia as pessoas não têm muito tempo para ficar escutando uma obra muito longa e, principalmente, de uma banda nova”, explica Luciano, e continua, “A Fly My Ravens é a nossa música mais curta, as outras devem ter maior duração, mas sempre mantendo a nossa cara”.

    Confira o single abaixo:

      Contato: email:[email protected] https://www.facebook.com/holdarkofficial/
  • Kiko Loureiro grava vídeo comentando feito do Angra e a situação trágica da música no Brasil

    Kiko Loureiro grava vídeo comentando feito do Angra e a situação trágica da música no Brasil

    A lista diária do Spotify das ’50 virais do Brasil’, reservou uma surpresa hoje para os fãs de música pesada. Segundo a lista, que leva em consideração as interações e compartilhamentos dos usuários da plataforma para elaborar o posicionamento de cada canção no ranking, a música Black Widow’s Webdo ANGRA, é a música melhor posicionada, derrubando os hits recentes dos gêneros mais populares no Brasil, caso do funk, do sertanejo e do pagode.

    O guitarrista Kiko Loureiro (Megadeth) gravou um vídeo onde comenta o feito do Angra e a situação trágica da música brasileira.

    Para adquirir a mais recente edição da Roadie Crew com o Angra na capa acesse https://roadiecrew.com/roadie-shop/

    https://youtu.be/LDjfXN2xrsM
  • ROBERT PLANT, sobre os 50 anos do LED ZEPPELIN: “Haverá uma celebração, tenho certeza”

    ROBERT PLANT, sobre os 50 anos do LED ZEPPELIN: “Haverá uma celebração, tenho certeza”

    Um dos mais importantes nomes de toda a história da música, a britânica LED ZEPPELIN foi formada em 1968 em Londres, e o aniversário de cinquenta anos da fundação da banda que revolucionou a maneira que o rock é feito e compreendido não pode passar despercebido.

    Falando ao The Current sobre os planos do LED ZEPPELIN para celebrar a marca de cinquenta anos, o vocalista ROBERT PLANT disse: “Bem, estamos planejando nos reunir e conversar sobre isso. Basicamente, é muito difícil encontrar coisas que ainda são inéditas. E não serão apenas os 50 anos, mas, no ano que vem, serão 38 anos desde que John Bonham, [bateria] faleceu. E o legal sobre LED ZEPPELIN foi que não nos cronificamos, nós apenas fomos de cidade em cidade, cantamos as músicas, tocamos guitarra e tal e depois seguimos nossas vidas “.

    Plant acrescentou que desejava “que tivéssemos mais coisas para ver, mas haverá um livro de fotografias e outras coisas. Mas isso será particularmente interessante, penso”, disse ele. “Além disso, musicalmente, há vários trechos espalhados, mas não um álbum ou algo assim. Mas haverá uma celebração, tenho certeza, em algum lugar.”

    A última aparição do LED ZEPPELIN nos palcos ocorreu há mais de uma década, em dezembro de 2007 em Londres, uma apresentação que se tornou icônica tanto para os presentes quanto para aqueles que adquiriram o CD/DVD Celebration Day, de 2012. O grupo, que contou com Jason Bonham substituindo seu falecido pai John Bonham na bateria, marcou a primeira grande apresentação em que Jimmy Page, Robert Plant e John Paul Jones fizeram juntos desde a morte de John Bonham em 1980.

  • AMORPHIS lança novo álbum em maio

    AMORPHIS lança novo álbum em maio

    A banda finlandesa AMORPHIS vai lançar seu novo álbum, intitulado Queen of Time dia 18 de maio via Nuclear Blast Records. Em nota, a banda confirma que o sucessor de Under the Red Cloud (2015) contará com cordas, flautas, arranjos orquestrais e até mesmo corais, o que contribui para a imagem de superprodução que tem sido imaginada desde que divulgado o trabalho do sexteto finlandês em um novo álbum.

    Assim como aconteceu em Under the Red Cloud, o novo Queen of Time também será produzido pelo sueco Jens Bogren (AT THE GATES, BORKNAGAR, ENSLAVED, AMON AMARTH, KREATOR, ARCH ENEMY e outros).

    Queen Of Time será também o primeiro álbum do AMORPHIS a apresentar o antigo baixista da banda, Olli-Pekka “Oppu” Laine, após a partida de Niclas Etelävuori em 2017. Oppu foi um dos membros fundadores do AMORPHIS em 1990 e gravado os primeiros sete discos com a banda antes de sair do grupo na primavera de 2000.

    O guitarrista Esa Holopainen comentou o retorno do antigo parceiro: “Para ser sincero, ‘Oppu’ foi o único cara que poderíamos imaginar no AMORPHIS. Foi divertido – quando começamos a tocar os nossos primeiros shows juntos novamente no verão passado, foi tudo muito natural.”

    “Depois de 18 anos, parece que estamos voltando ao que éramos nos tempos antigo!”, ele acrescenta. “Estou ansioso para a próxima turnê. O novo álbum em si é muito forte, o único problema será escolher quais músicas tocaremos ao vivo! É seguro dizer que estamos preparados para fazer alguns shows matadores ao longo dos próximos anos. Depois disso, estou prevendo uma longa e frutífera carreira para a banda com sua formação atual … “

    A capa também repete o artista de Under the Red Cloud, o francês Jean-Emmanuel “Valnoir” Simoulin (ANTAEUS, BEHEMOTH, ALCEST, PARADISE LOST, WATAIN, etc), que buscou representar toda a intrincada concepção lírica de Pekka Kainulainen, o letrista do Amorphis.

     
  • LARS ULRICH: “Eu nunca tive muito interesse em habilidade”

    LARS ULRICH: “Eu nunca tive muito interesse em habilidade”

    Em uma recente entrevista ao Polar Music Prize, Lars Ulrich, baterista fundador do METALLICA foi convidado a descrever sua “maneira totalmente única de tocar bateria”. Ele respondeu: “Para mim, é sempre sobre a música e a banda em primeiro lugar. E a bateria, ou as guitarras, ou qualquer outra coisa que esteja acontecendo, é apenas parte do quadro maior. Então, o que você sempre precisa fazer é deixar seu ego para trás e fazer o melhor para a canção, para a música, para o som como um todo”.

    “O que sempre foi mais interessante para mim a respeito da bateria é como você se encaixa ela em tudo mais que mais está acontecendo”, ele continuou. “Como isso funciona [com] acentos e batidas especiais e essas coisas que a tornam mais rítmica ou mais dinâmica ou simplesmente adiciona uma espécie de fisicalidade a ele?

    “Eu nunca fui muito interessado em habilidade. ‘Oh, uau! Esse cara é tão bom!’ Sim, ele é muito bom, mas isso não significa que ele possa fazer o balanço, ou isso não significa que ele possa fazê-lo funcionar dentro de um grupo”.

    “Como eu cresci [ouvindo] pessoas como Ian Paice do DEEP PURPLE, que obviamente tem muita habilidade, eu também adoro pessoas como Phil Rudd [AC/DC] e Charlie Watts [THE ROLLING STONES], que [certamente] têm habilidade, mas, penso eu que para muitos puristas talvez não tanto, pois eles não são tão técnicos”, acrescentou Lars. “Mas eles têm um tipo diferente de habilidade que, para mim, é tão valioso, tão precioso e tão importante quanto, na medida em que dão balanço, movimento, essa fisicalidade que ele [o som] precisa”.

    “Sempre vi apenas a bateria como um instrumento de grupo. Nunca fiquei muito interessado em tocar bateria sozinho – você sabe, sentando num porão, praticando solos de bateria por horas a fio, não é meu negócio. Então, estar em uma banda, escrever músicas, fazer discos, fazer parte de uma gangue, de uma banda, foi isso que sempre me fascinou”.

    O METALLICA, que continua em turnê do seu décimo álbum de estúdio, “Hardwired … To Self-Destruct” (2016), receberá o Polar Music Prize, equivalente musical do Prêmio Nobel, no dia 14 de junho.

  • ABORTED: Novo álbum em 2018

    ABORTED: Novo álbum em 2018

    A lenda belga do death metal, ABORTED, já está pronta para mais um ataque. Em uma postagem no Facebook oficial, a banda avisa: “Sessões de composição completas. Entrando no estúdio muito em breve…”. Outra postagem no Facebook mostrava uma foto da banda, onde se vê o logotipo e a inscrição “Novo Álbum 2018”.

    O ABORTED nasceu em 1995 na Bélgica, e lançou seu primeiro disco The Purity of Perversion em 1999, via Uxicon Records. Com o passar dos anos, a banda passou por diversas transformações na sua formação, o que perceptivelmente refletiu em sua sonoridade. Hoje, ao lado da Century Media Records, a banda parece ter voltado aos seus melhores dias, e, sempre sob o comando do vocalista Sven “Svencho” de Caluwé, vem em uma sequência incrível de lançamentos, com o EP Termination Redux (2016), o full-length Retrogore (2016) e o EP Bathos (2017).

  • STONE TEMPLE PILOTS apresenta novo single, “The Art of Letting Go”

    STONE TEMPLE PILOTS apresenta novo single, “The Art of Letting Go”

    O STONE TEMPLE PILOTS lançou The Art Of Letting Go, o terceiro single de seu novo álbum autointitulado, que será lançado em 18 de março. Como Meadow e Roll Me Under, que foram lançadas em novembro e janeiro, respectivamente, a nova trilha apresenta os vocais do cantor Jeff Gutt, que estreou ao vivo como o novo vocalista do STONE TEMPLE PILOTS durante um evento especial da SiriusXM no lendário clube Troubadour em Los Angeles.

    Quando perguntado sobre o que esperar da próxima turnê, o baixista Robert DeLeo disse: “Com tanto tempo e experiência passados ​​nesta vida, nos sentimos obrigados a buscar dentre um catálogo de 30 anos e realmente tentar refletir e escolher quais músicas não foram tocadas ao vivo. Queremos dar às pessoas que vieram nos ver no passado uma chance de ouvir algo que eles não ouviram antes, nos shows anteriores do Stones Temple Pilots. Queremos celebrar este momento das nossas vidas com estes shows”.

    Jeff Gutt, que foi vice-campeão na terceira temporada do reality show musical “THE X FACTOR”, uniu-se originalmente ao STP em setembro de 2016 e se tornou um membro oficial da banda em maio de 2017. Ele passou a maior parte do ano passado secretamente escrevendo e gravando material novo com os companheiros de banda Dean DeLeo, Robert DeLeo e Eric Kretz.

    Robert DeLeo disse que descobriu Gutt enquanto estava na estrada com o HOLLYWOOD VAMPIRES. Ele explicou: “Estávamos tocando em Detroit, de onde o Jeff é. Depois do show, teve um músico que disse: ‘Ei, cara, você deveria conhecer esse cara’. E foi aí que eu ouvi falar dele pela primeira vez.”

    Gutt lembrou de como ele chegou até a audição para a banda, dizendo: “Não consigo lembrar qual música foi, mas uma canção do STONE TEMPLE PILOTS começou a tocar no rádio. Então eu liguei para o meu amigo em Nova York que conhece todo mundo na indústria da música, e perguntei algo como como, ‘ei, eles já encontraram um vocalista?’ E ele respondeu, ‘Você quer saber de uma coisa? Eu vou enviar seu material agora.’ E três dias depois, recebi uma ligação.”

    Gutt acrescentou que sentiu que ele tinha conseguido o trabalho antes mesmo de tentar, explicando: “Você tem que estar confiante… Eu sei o que estou fazendo. Estudei meu ofício. Estudei [o vocalista original do STP] Scott Weiland e as pessoas que Scott estudou, e outros cantores da época. Eu realmente dediquei muito tempo nisso, e se você não está disposto a fazer tudo isso, você não estará no nível necessário para estar ao lado desses caras”.