A rainha do Metal está retornando com seu segundo álbum, simplesmente intitulado II. Ela e sua banda estão divulgando o lyric vídeo de Lost At Midnite, primeiro single do disco, que chegará às lojas do Brasil (via Abigail Records) no dia 13 de Abril, data do lançamento mundial.
O disco marca a nova fase da vocalista norte americana, que gravou ao lado de uma banda formada pelos experientes músicos brasileiros; Vinnie Tex (guitarra), Daemon Ross (guitarra), Thiago Velasquez (baixo) e Braulio Drummond (bateria).
Serão 11 faixas do mais puro Heavy Metal – sem misturas e invencionices!
Leather Leone foi vocalista da banda do guitarrista David T. Chastain, que levava seu nome, CHASTAIN – que no Brasil fez bastante sucesso nos anos 80, com os álbuns Ruler of the Wasteland (1986), The 7th Of Never (1987) e The Voice Of The Cult (1988). Com essa banda ela lançou sete álbuns – Leather esteve na banda, de 1985 a 1990, retornando em 2013. Seu primeiro álbum solo, Shock Waves foi lançado em 1989. Pela banda Sledge Leather ela lançou apenas um álbum, Imagine Me Alive (2012) – nessa banda o baixista era Jimmy Bain (R.I.P.), ex-Dio.
https://youtu.be/y5HbAWfllfg
Confira o Tracklist:
Juggernaut
The Outsider
Lost At Midnite
Black Smoke
The One
Annabelle
Hidden In The Dark
Sleep Deep
Let Me Kneel
American Woman
Give Me Reason
Em breve será divulgado o link da pré-venda da Abigail Records.
O CLUTCH completou recentemente a gravação do seu novo álbum no estúdio no Sputnik Sound em Nashville, Tennessee, com o produtor e engenheiro de som Vance Powell (THE WHITE STRIPES, RED FANG). O vocalista Neil Fallon afirma: “Estamos muito satisfeitos com ele. Ele não tem título ainda… ainda tentando resolver isso. É meio que como nomear uma criança”.
Antes de entrar no estúdio, o guitarrista do CLUTCH, Tim Sult, disse ao The Advocate que estava entusiasmado por finalmente trabalhar no seguimento da Psychic Warfare, de 2015.
“São minhas músicas favoritas”, disse ele sobre o novo material. “Neste ponto, provavelmente temos mais músicas do que um dia já tivemos antes de entrar no estúdio. O material é um pouco mais pesado. Ele tem uma vibração e sensação mais condenada. Vamos gravar mais ao vivo. É a primeira vez que nós gravamos em Nashville. Então, quem sabe? Podemos acabar com algo que soa como um álbum do Garth Brooks“, brincou.
Psychic Warfare estreou no 11º lugar no chart Billboard 200 e foi lançado pelo selo da própria banda, o Weathermaker Music.
Enquanto tentam decidir o nome do novo álbum, o CLUTCH continua na estrada para cumprir uma série de datas da sua turnê de primavera, que começam no dia 27 de abril em Chattanooga, no Tennessee (EUA). Participarão da tour THE BRONX, RED FANG e FIREBALL MINISTRY.
Uma das maiores bandas de crossover do mundo, o D.R.I. retorna ao Brasil no mês de Abril, para 4 datas, com o show “An Evening With A Bunch Of Dirty Rotten Imbeciles” – eles ainda fazem apresentações no Peru e Chile.
O D.R.I. está divulgando seu novo disco, o EP “But Wait… There’s More!”, primeiro trabalho de inéditas em 21 anos (na verdade, são três inéditas e duas regravações…), já que o último havia sido “Full Speed Ahead”, de 1995 – álbum que está sendo lançado pela primeira vez no Brasil, e estará à venda nos shows (www.distrorockrecords.com.br). Em 2017, a banda lançou – pela primeira vez em CD e LP – o clássico “Live At The Ritz”, originalmente gravado em 1987 (e que havia saído em VHS, e posteriormente em DVD)
No repertório estarão as músicas de toda a carreira da banda, principalmente dos álbuns clássicos, “Violent Pacification” (1984), “Dealing With It” (1985), “Crossover” (1987), “4 Of A Kind” (1988) e “Thrash Zone” (1989).
A formação atual do D.R.I. traz Kurt Brecht (vocal), Spike Cassidy (guitarra), Walter “Monsta” Ryan (bateria) e Greg Orr (baixo, Attitude Adjustment)
Para os shows de Limeira e São Paulo haverá a participação especial do projeto Not S.O.D. – Fist Banging Maniacs – “Fale Português Ou Morra”, tocando na integra o clássico do S.O.D., “Speak English Or Die”. A formação do Not S.O.D. traz João Gordo (vocais, Ratos de Porão), Cleber Orsioli (guitarra, Blackning), Guilherme Martim (bateria, Viper, Toyshop) e o membro original do S.O.D., Danny Lilker (baixo). O Not S.O.D. tem aprovação dos membros do S.O.D., Scott Ian e Charlie Benante, que estiveram no Brasil recentemente e autorizaram o tributo/projeto.
O grupo pernambucano de Deathcore MATAKABRA vem surpreendendo e firmando o seu nome na cena. Com um som brutal e moderno aliados a letras que retrata com clareza o cotidiano da vida em sociedade, a banda será uma das atrações da primeira edição do Festival Garage Sounds Recife.
O Garage Sounds Music Festival segue o modelo de festivais americanos e europeus, e tem como a principal missão valorizar as bandas locais, o fest surgiu no estado do Ceará e vem se tornado um do principais festivais de rock independente daquele estado e agora está se expandindo para outras
regiões do Brasil e além de Recife, já tem edições confirmadas em Fortaleza/CE (10/03), Natal/RN (11/03), Manaus/AM (06/04) e Belém/PA (07/04).
Além do Matakabra, o festival ainda conta com a participação das bandas Dead Fish (ES), Project46 (SP), Fresno (RS), Zimbra (SP), Selvagens À Procura de Lei (CE), Plugins, Howay, Demoniah, Kamikazekillers, Serrapilheira, Saga HC, Arquivo Morto, Pandemmy, Mondo Bizarro, Subversivos, Ruína, Verdes & Valterianos, Seeds Of Destiny, Torre, Dirty Fingernails e Recife Hardcore Clube. O evento acontece no dia 09 de março, a partir das 17 horas, no Baile Perfumado em Recife/PE.
Serviço:
Garage Sounds Recife
Local: Baile Perfumado (Rua Carlos Gomes, 390, Prado (ao lado do Jockey
Clube)
50720-001, Recife)
Data: 09/03/2018 (Sexta-feira)
Horário: 17h
Ingressos: https://www.sympla.com.br/garage-sounds-recife__215826
Inteira: R$ 80,00 – Meia Social + a doação de um livro em bom estado: R$
45,00 – Meia: R$ 40,00
Evento oficial do festival no Facebook:
https://www.facebook.com/events/552205045172363/
O baterista STEVEN ADLER (ex-GUNS N’ ROSES) concedeu entrevista recente para a rádio 98.9 The Rock!, de Kansas City (EUA), e dentre outros temas, falou sobre as apresentações que fará ao lado de sua banda, o reunido ADLER’S APPETITE, que tocará o clássico álbum Appetite for Destruction (1986) do GUNS N’ ROSES na íntegra: “Eu tenho alguns shows na Austrália, alguns na Europa. E então vou descer para a América do Sul. Vou tocar o Appetite [for Destruction], além de meu disco com o ADLER, Back From the Dead. Também vamos tocar canções dele”.
Ele também falou sobre os shows que fez ao lado do GUNS N’ ROSES durante a Not in this Lifetime Tour:
“Foi muito emocionante. Claro, eu gostaria que os caras tivesses desejado fazer a verdadeira reunião comigo e Izzy [Stradlin, guitarra], mas só de poder tocar com eles já foi muito emocionante. Foi tão bom. Você recebe amor de 100 pessoas, é um sentimento maravilhoso. Você recebe amor de 85 mil pessoas, é demais! Não há nenhuma droga melhor. Foi tão bom poder olhar para baixo e ver Slash, Duff e Axl. Sou fã, e todos os fãs queriam ver os cinco originais, mas não funcionou dessa maneira. Desculpe, fãs – fiz o meu melhor. Juro por Deus que fiz. Minha opinião não teve nenhum peso. Todo mundo, entre no site e faça algumas orações. Vamos fazer isso acontecer neste ano novo”.
Outro assunto em pauta foi o livro Sweet Child of Mine, recentemente lançado pela mãe de Steven, Deanna Adler:
“Você sabe o que é mais legal no livro da minha mãe? Tudo o que você sabe é sobre o autor ou o músico, e você está ouvindo sua história sobre as drogas, festas, garotas e as coisas de backstage. Com o livro da minha mãe, você vê todas as ações que eu estava tomando – a festa, as drogas e tudo isso – como isso afetou as pessoas que me amam. Quando estava festejando, eu não estava pensando: ‘Oh, como posso machucar minha família hoje?’. Você não percebe isso porque você não está mentalmente bem. Há tantos pais por aí cujos filhos são viciados, e ler o livro da minha mãe vai fazer você entender que você não é o único, e dar-se uma chance de ajudar sua própria família”.
Por fim, ele falou de sua amizade com o guitarrista do GUNS N’ ROSES, Slash:
“Eu pensei que eu e Slash seríamos como Geddy Lee e Alex Lifeson. Eles se conheceram desde que estavam na escola secundária; eles cresceram juntos tocando música; eles conseguiram sucesso; e eles ficaram juntos por, sei lá, 50 anos. Eu pensei que era assim com Slash e eu, mas não funcionou dessa maneira. Amigos vêm e amigos vão, mesmo aqueles que você pensa e sente de coração que terá para sempre. Não tenho ressentimentos. Essa é a única razão pela qual eu posso ficar sóbrio e não beber. Toda essa coisa do Guns N’ Roses, acredite em mim – em 2016 e 2017, eles não terem me chamado e nem o Izzy, isso teria sido a desculpa perfeita para eu sair e começar a beber e me drogar. Eu fiz isso da última vez – quando me jogaram pra fora da banda no ônibus, eu fiz isso, porque meu coração estava partido. Agora eu sou mais forte; Eu pratico ‘os quatro compromissos’; e eu consegui passar por isso. E agora, vou começar a tocar novamente.”
Adler publicou uma autobiografia em 2010, intitulada “Meu Apetite por Destruição: Sexo, Drogas, e Guns N’Roses, no qual ele oferece uma visão aprofundada sobre a depressão todos os aspectos que cercas sua carreira ao lado da lendária banda norte-americana, sem se poupar dos temas mais dolorosos.
O guitarrista Joe Hottinger do HALESTORM foi recentemente entrevistado pela Faded World Productions, e abordou diversos aspectos de sua carreira, desde suas influências, seu trabalho junto ao HALESTORM, e até o que acha de tocar em festivais.
Perguntado sobre com qual banda ele gostaria de excursionar, ele foi rápido: “Nós nunca fizemos turnês com o FOO FIGHTERS. Nós nunca fizemos sequer um show com eles, muito menos um festival, de modo que seria divertido um dia desses”. Aproveitando o gancho com a banda de DAVE GROHL, Joe falou sobre suas influências: “Há tantos. De quando eu era criança, vejamos, era a cena do rock dos anos 90 – era NIRVANA e SOUNDGARDEN, PEARL JAM, STONE TEMPLE PILOTS. Qualquer coisa que estivesse tocando nas rádios nos anos 90, eu curtia praticamente tudo. Então, meio que evoluiu para Jeff Buckley e LED ZEPPELIN e os grandes guitarristas – Stevie Ray Vaughan. É daí que eu venho.”
Daí foi um salto para ele falar sobre o que pensa de tocar em festivais, assunto que claramente o deixa empolgado: “festivais são incríveis. Há dezenas de milhares de pessoas na sua frente. Não tem como superar isso. Tem uma energia que vem daí que é sensacional. Temos tantas lembranças. Lembro-me de Kansas City , onde tocamos no Rock Fest. Estava frio e, quando tocamos mais rápido, a multidão começou a ferver. Quando tocamos uma balada, o vapor diminuiu um pouco. Se você caminhasse até o limite do palco, você realmente podia sentir as pessoas, o calor. Era como um forno. O vento não conseguia dissipar. Foi bizarro”.
Por fim, ele falou do seu momento memorável no HALESTORM:
“Tem havido tantos. Tivemos muita sorte e tivemos muitas coisas com as quais você sonha quando está entrando na adolescência. Ganhar um Grammy foi divertido. Nós não achamos que íamos vencer – simplesmente fomos lá pela festa. Acontece que ganhamos, o que é louco. Só por poder fazer isso para viver…”
O HALESTORM continua a trabalhar em seu quarto álbum, que está sendo gravado nos estúdios Dark Horse Recording, com Nick Raskulinecz, o aclamado produtor que já trabalhou com RUSH, KORN, ALICE IN CHAINS e DEFTONES, além de ter produzido o terceiro EP de covers do HALESTORM, ReAniMate 3.0: The CoVeRs eP, lançado em janeiro de 2017.
O guitarrista Chris Broderick (ex-MEGADETH, ex-NEVERMORE) e o vocalista Henry Derek Bonner (ex-SCAR THE MARTYR) do ACT OF DEFIANCE, deram entrevista ao RadioactiveMike Z, e falaram sobre as diferenças entre o novo álbum do grupo, Old Scars, New Wounds, e o disco de estreia da banda, Birth And The Burial (2015). “Birth and the Burial era muito mais Shawn [Drover, bateria, ex-MEGADETH] e eu pensando: ‘Queremos lançar isso o mais rápido possível”, lembrou Broderick. “No mesmo momento em que estávamos escrevendo o material, também estávamos formando a banda e bolando as ideias do nome da banda, do logotipo, procurando uma gravadora, toda essa doideira ao mesmo tempo, então definitivamente sentimos uma um enorme sentido de urgência com aquele. Este, obviamente, nós todos começamos em conjunto. O processo começou do mesmo jeito, cada um de nós trazendo suas demos, mas, uma vez que tínhamos todas as nossas demos, então nos reunimos e começamos a ver o que era melhor para o refrão, ou arranjo da música ou tempos, coisas assim. Nós passamos muito tempo criando a música desta vez, foi muito mais um esforço de grupo.
“Eu até [lembrei] de uma coisa”, continuou ele, “onde Henry e eu concordamos que havia uma linha vocal que deveria ser cantada mais limpa, e estava em uma das demos do [baixista] Matt [Bachand] e nós tentamos das duas maneiras. Nós concordamos – Henry e eu falávamos, ‘sim, esta parte deveria ser cantada limpo’, então nós gravamos com vocal limpo. Então, quando chegamos ao fim, Shawn e Matt falaram ‘não, essa parte tem que ser cantada com mais peso’. Eu não concordei com isso, mas, em última instância, porque era a música de Matt, eu disse ‘o Matt que manda’, então fizemos com o vocal pesado.”
“Compromisso é importante em qualquer banda ou grupo”, acrescentou Derek. “Se uma pessoa não sente que pode contribuir, ou ela não sente que está sendo respeitada em termos de sua visão, e ela está escrevendo a música, há um problema. Você realmente deve respeitar a musicalidade de alguém e suas contribuições em uma banda. Penso que muitas pessoas tentam separar as coisas quando às vezes o compromisso é a melhor coisa que você pode fazer”.
ACT OF DEFIANCE embarcará em uma turnê de como headliner em março, tendo como apoio o SHATTERED SUN.
Segundo uma postagem na página oficial do Facebook do festival Borgholm Brinner, o ANTHRAX cancelou seus planos de turnê pela Europa no verão europeu “devido a conflitos de agenda”. Os membros da banda “sinceramente se desculparam com todos os seus fãs e esperam vê-los muito em breve”, diz o comunicado comunicado.
O ANTHRAX foi um dos vários nomes programados para se apresentar no Borgholm Brinner nos dias 27 e 28 de julho no Castelo de Borgholm, em Borgholm, na Suécia. O festival, capitaneado pelo IN FLAMES, também conta contará com shows das bandas GRAVEYARD e DANKO JONES, além de outros que ainda serão anunciados.
Quanto ao ANTHRAX, o grupo apoiará o SLAYER na primeira etapa da turnê mundial de despedida da banda que revolucionou o mundo da música com seu emblemático Reign in Blood (1986), que começa com o show de 10 de maio no Valley View Casino Center de San Diego.
ANTHRAX lançará o seu esperado DVD ao vivo, Kings Among Scotland, dia 27 de abril via Megaforce. Além do material principal, o show filmado em 15 de fevereiro de 2017 no Barrowland Ballroom, de Glasgow (Escócia), o DVD ainda contará com muito material especial, entrevistas, cenas de backstage e demais conteúdos de interesse dos fãs. Interessados podem adquirir o produto em pré-venda diretamente no site oficial da banda, anthrax.com
Fernando Ribeiro, líder e vocalista do gigante português MOONSPELL concedeu entrevista à tcheca Spark TV, e comentou o álbum mais recentes da banda, 1755, lançado em 3 de novembro de 2017 pela Napalm Records. Logo de cara, o entrevistador quis saber se Fernando ficou espantado com toda a repercussão que o disco teve na imprensa e diante dos fãs em todo o mundo. Vale lembrar que as letras criadas para 1755 estão em português, o que poderia dificultar a assimilação por boa parte do público.
“Tivemos uma resposta muito boa”, declarou o vocalista. “Às vezes, as coisas são um pouco mais cínicas, mas, obviamente, não é tudo em preto e branco. [Algumas] pessoas adoram e [outras] pessoas não acharam que fosse tão especial. Eu acho que nosso objetivo como banda foi o de contar a história do terremoto de Lisboa em 1755, uma história sobre Portugal. Não podíamos prever que a história seria para algumas pessoas quase uma ficção, mas realmente aconteceu em nosso país, 262 ou 263 anos atrás. Se você me perguntar, eu definitivamente esperava isso, pois era um álbum em português, então você nunca sabe. Eu acho que as pessoas gostaram, e, de certa forma, isto validou nosso esforço em contar a história, porque o álbum é em português, você é da República Tcheca, e o disco não está narrando a história em inglês. Poderia haver mais barreiras linguísticas, mas as pessoas entenderam que é um álbum conceitual que teve que ser cantado em português. Esse foi provavelmente o maior ponto de interrogação. Penso que ainda é um álbum do MOONSPELL. É muito intenso, é muito dramático. Como eu disse, está tudo orientado para contar histórias com a música, então eu estou muito feliz que as pessoas gostem”.
Seguindo adiante com a temática de 1755, Fernando abordou também o aspecto teatral dos shows do MOONSPELL para esta nova turnê:
“Espero que não fique muito cafona. Penso que 1755 tem muito a ver com o teatro. Essa foi uma das referências que usei. Não fazer uma ópera metal ou uma ópera rock, acho que isso é algo grandioso demais para nós, de certa forma. Mas, teatro à maneira do antigo teatro grego, com um coro, com alguém narrando, com alguém atravessando as ruínas com música que identifica os elementos naturais, mas também os elementos das ruas, então, acho que é definitivamente mais teatral. Eu realmente não sei o que isso significa, é apenas algo que fazemos.”
“Tocamos mais de 1755 do que qualquer outro álbum nesta turnê”, ele continua. “Mas, é um show que desenhamos na nossa mente para levar a história para as pessoas. Sim, é um show de metal, elas podem bater cabeça, elas podem fazer ‘mosh’, mas espero que não inventem nada para o terremoto como fizeram pelos Vikings. Você vê milhares de pessoas, ou centenas de pessoas, e isso é uma coisa com que ainda tenho que me acostumar [referindo-se ao “Viking rawing” que às vezes acontece durante os shows do AMON AMARTH]. Sim, levar as pessoas para algo mais dramático ou teatral, é exatamente o que tentamos fazer na turnê 1755.”
1755 narra a história do Terremoto de Lisboa de 1755, também conhecido como O Grande Terremoto de Lisboa, que ocorreu no Reino de Portugal. Em combinação com incêndios subsequentes e um tsunami, o terremoto quase destruiu totalmente Lisboa e áreas adjacentes.
O MOONSPELL passa pelo Brasil com a sua nova turnê em abril.
Há duas semanas, a ROADIE CREW falou sobre a possibilidade dos ‘hardrockers’ do SKID ROW finalmente finalizarem a sua trilogia de EP’s nomeada United World Rebellion, e em entrevista recente à irlandesa Overdrive, o guitarrista Dave “Snake” Sabo confirmou a notícia, afirmando que a banda continua trabalhando no seu novo EP. O sucessor de Rise Of The Damnation Army – United World Rebellion: Chapter Two (2014) será o primeiro lançamento da banda com o vocalista britânico de origem sul-africana ZP Theart (DRAGONFORCE, TANK, I AM I), que se juntou oficialmente ao SKID ROW no ano passado.
“Eu e Rachel [Bolan, baixo] estamos aqui em Nashville, onde Rachel mora e tem um estúdio”, disse Sabo. “Estamos trabalhando em algumas coisas de pós-produção no momento. Temos um pequeno espaço de ensaio no leste de Nashville, o que é realmente ótimo, já que é como estar tocando na sala de estar de alguém. Eu cheguei aqui alguns dias atrás para escrever, que é o que eu tenho feito já faz um tempo. Uma vez por mês Rachel e eu nos reunimos e começamos a trabalhar em novas ideias, então não temos um prazo definitivo para quando realmente estaremos gravando o disco”.
De acordo com Sabo, o SKID ROW falou com Michael Wagener, o produtor dos dois primeiros álbuns da banda – Skid Row (1989) e Slave To The Grind (1991) – sobre o novo EP. “Ele está totalmente preparado para fazer isso, então precisamos fazer com que nossos horários combinem”, disse o guitarrista. “Obviamente, temos muitas turnês que estamos fazendo neste ano, então não sei se poderemos fazer tudo de uma só vez, ou simplesmente fazer algumas faixas por vez”. Ele acrescentou: “Estamos empolgados em trabalhar novamente com Michael, tanto que faremos o que for preciso para que isso funcione”.
Sabo também comentou a presença do ‘novo’ vocalista, Theart, a quem não poupou elogios: “Ele tem uma visão muito positiva da vida e isso em si agregou muito para o funcionamento interno da banda. Para mim, ter essa energia ao redor tem sido fantástica e teve um efeito muito profundo em todos nós… Ele é totalmente dedicado ao SKID ROW e à ideia de tornar a banda maior, melhor e mais forte”
Sabo também descartou novamente a conversa de uma reunião com o ex-vocalista Sebastian Bach, dizendo: “eu não ignoro o nosso passado de forma alguma, porque é o que nos trouxe aqui, mas vamos nos concentrar no presente. É como falar sobre uma ex-namorada que você namorou há 20 anos. Por que se incomodar? Eu prefiro avançar e concentrar-me nas coisas que estou fazendo ou prestes a fazer”.