Categoria: Roadie News

  • Aquiles Priester divulga vídeo de “The Shadow Hunter”

    Aquiles Priester divulga vídeo de “The Shadow Hunter”

    O renomado baterista Aquiles Priester acaba de lançar em seu canal oficial do YouTube mais um da série de vídeos aguardados pelos fãs em todos estes anos de carreira. A música escolhida pelo artista foi “The Shadow Hunter”, do álbum “Temple of Shadows”, gravado pelo Angra. O áudio da bateria foi produzido, gravado, mixado e masterizado por Adair Daufembach no Studio Daufembach em Hollywood, nos Estados Unidos. O vídeo foi dirigido e editado por Arthur Galvão.

    “Fala galera! Este vídeo é um pedido antigo de vocês e fiz com todo carinho do mundo. Compartilhem em suas redes socais e vamos espalhar a boa música para a comunidade do Metal e da bateria”, disse Aquiles Priester.

    Aquiles Priester usa as seguintes marcas: Mapex Drums, Paiste Cymbals, Roland, AKG Microphones, JBL, Soundcraft, Gibraltar Hardware, Evans Drum Heads, Pro-Mark Sticks, LP Percussion, DW Pedals, Cymbag, Xtreme Ears, Urbann Boards PsychoShoes, Power Click, Consulado do Rock e Lady Snake Rock Wear.

    Ficha técnica: Músicos: Aquiles Priester – Drums Edu Falaschi – Vocals Felipe Andreoli – Bass Rafael Bittencour – Guitars Kiko Loureiro – Guitars Banda: Angra Faixa: The Shadow Hunter Música: Bittencourt, Loureiro Álbum: Temple of Shadows – 2004 Links relacionados: https://aquilespriester.com.br/ https://www.facebook.com/aquilespriester Edições avulsas, assinatura física e digital. Conheça a nossa Roadie Crew Shop – acesse https://roadiecrew.com/roadie-shop
  • Alírio Netto: Vocalista se apresenta como protagonista na ópera-rock Frankenstein em Florianópolis nesta semana

    Alírio Netto: Vocalista se apresenta como protagonista na ópera-rock Frankenstein em Florianópolis nesta semana

    O ator e cantor Alírio Netto (Queen Extravaganza) se apresenta como protagonista da ópera-rock Frankenstein, do compositor Alberto Heller, nos dias 27, 28 e 29 de junho de 2018, em Florianópolis (SC). A produção é uma realização da Camerata Florianópolis, com regência de Jeferson Della Rocca, direção cênica de Renato Turnes, direção artística do próprio Alberto Heller e produção executiva de Maria Elita Pereira.

    A produção é da Camerata Florianópolis, orquestra conhecida pelo estilo inusitado de unir a música clássica aos demais gêneros musicais, como rock, jazz, MPB, reggae e eletrônica. O espetáculo tem regência do maestro Jeferson Della Rocca, direção cênica de Renato Turnes, direção artística do próprio Alberto Heller e produção executiva de Maria Elita Pereira. O projeto é uma realização da Fundação Catarinense de Cultura – Estado de Santa Catarina. Inicialmente as apresentações serão em Florianópolis, mas pretende-se que em breve essa produção viaje pelo país.

    O libreto da ópera-rock FRANKENSTEIN, escrito também por Alberto Heller, foi adaptado a partir da obra homônima de Mary Shelley (livro que comemora 200 anos em 2018), e se propõe a resgatar a dimensão trágica e existencial do original – distanciando-se das adaptações cinematográficas que costumam transformar essa profunda e riquíssima história num conto de terror. Nesta ópera, a concepção (tanto do libreto quanto da música) é altamente dramática, dramaticidade que não diminui pelo fato de se tratar de uma ópera-rock.

    Nos papéis principais, grandes nomes do canto lírico e do rock nacional como Alírio Netto (vocalista do Queen Extravaganza), que vai interpretar a famosa Criatura; Rodrigo “Gnomo” Matos, que viverá Victor Frankenstein; Carla Domingues, soprano de voz marcante e versátil, que já se apresentou em vários teatros nacionais e internacionais, no papel de Elizabeth; Masami Ganev, soprano que já participou de óperas como Madama Butterfly e La Bohème, interpretará Justine – entre outros grandes nomes da música catarinense. A parte musical compreende ainda coro masculino, banda e orquestra sinfônica. Ao todo, quase 70 pessoas estarão envolvidas no espetáculo.

    EM VEZ DE MUSICAL, UMA ÓPERA

    Embora formalmente possa ser enquadrada como um musical, estilisticamente FRANKENSTEIN se diferencia da tradição dos musicais (que em geral têm forte influência pop, como no caso dos musicais da Broadway ou mesmo nos da Disney e similares), resultando numa mescla única em seu gênero no contexto das produções contemporâneas. “Por se tratar de uma tragédia, escrevi uma música extremamente densa e dramática”, explica Heller. “O que se reflete na orquestração. O timbre das guitarras e da percussão se mistura à formação sinfônica, numa escrita mais para Mahler que para Andrew Lloyd Webber – razão pela qual insisto no título ópera-rock ao invés de musical”.

    Os vários temas que se entrelaçam na história continuam absolutamente atuais: a relação entre criador e criatura, os limites éticos nas pesquisas científicas (discussão que se estende desde a clonagem até as células-tronco, passando ainda pela robótica e pela inteligência artificial), a natureza humana (as fronteiras entre o animal e o espiritual, o conflito entre o racional e o instintual), o sentido da existência (quem somos, de onde viemos, para onde vamos), a relatividade do bem e do mal, a negação/superação da morte, o respeito à diferença e à alteridade, a estigmatização e marginalização dos divergentes.

    A ópera-rock FRANKENSTEIN, em dois atos e com duas horas de duração, promete ser uma das mais ambiciosas e originais produções da história da Camerata, que completa 25 anos em 2019.

    SOBRE O AUTOR

    O libreto e a composição são de autoria do compositor Alberto Heller, músico várias vezes premiado, autor de concertos, sinfonias, música para teatro, dança e cinema e que une aqui seu conhecimento musical ao literário (é doutor em Literatura e membro da Academia Catarinense de Letras e Artes). Nos últimos dez anos foi também o responsável pelos arranjos das várias edições do projeto Rock’n Camerata, junto à Camerata Florianópolis. Heller possui graduação e especialização em Música pela Escola Superior de Música Franz Liszt em Weimar, Alemanha, além de mestrado em Educação, doutorado em Literatura (ambos pela UFSC). É membro da Academia Catarinense de Letras e Artes (ACLA) desde 2008. Publicou os livros Fenomenologia da Expressão Musical (2007) e Jo hn Cage e a poética do silêncio (2011).

    SOBRE A CAMERATA

    A Camerata Florianópolis foi fundada em 1994 pelo maestro Jeferson Della Rocca e vem atuando ininterruptamente, sempre com significativa participação e relevância na agenda cultural da região Sul do país, e figura entre os mais importantes grupos do gênero no Brasil. Tem em seu currículo apresentações com grandes nomes nacionais, como Lenine, Paulinho Mosca e Zeca Baleiro, além da participação especial na edição do Rock’n Rio 2015 com o guitarrista americano Steve Vai. Uma das especialidades da orquestra é aliar a música erudita aos diversos gêneros musicais, como os projetos Rock’n Camerata, Música para Cinema, Clássicos com Energia, Marley in Camerata, entre outros.

    Gravou 13 CDs e seis DVDs, entre os quais: Clássicos com Energia, O Amante do Girassol (de Daniel Lobo), Tributo à Música Popular Brasileira, Edino Krieger (Prêmio Natura Musical), Santa Catarina (composições Alberto Heller e Kleber Alexandre), A Arte do Improviso “In Jazz” e Rock`n Camerata – ao vivo.

    Além do repertório camerístico, que trouxe grande reconhecimento à orquestra, a Camerata Florianópolis vem se destacando nos últimos anos também pelo trabalho sinfônico, interpretando obras de peso como a integral das Sinfonias e Concertos para Piano e Violino de Beethoven, A Criação de Haydn, Concertos e Sinfonias de Mozart, bem como seu Requiem (numa das parcerias com o Polyphonia Khoros), Missas, Árias, Aberturas de ópera e diversos Concertos.

    Além do êxito obtido em vários estados brasileiros (como Rio Grande do Sul, Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo e Minas Gerais), também no exterior obteve grande reconhecimento em suas turnês pela França, Espanha, Alemanha e Itália. Todo esse intenso trabalho artístico não impediu que, desde sua criação, desse enorme valor às questões sociais: implantou importantes projetos educacionais, como Educando com Música e Música e Cidadania; contribuiu para a democratização do acesso a espetáculos eruditos através do projeto Concertos nas Comunidades e Turnês pelo interior de Santa Catarina. Tais iniciativas vêm contribuindo sobremaneira com a cultura musical no Estado, formando plateias e estimulando a juventude à prática musical.

    Entre várias honras recebidas, destacam-se o Prêmio Franklin Cascaes de Cultura da Prefeitura Municipal de Florianópolis (2011), a Medalha Mérito Cultural Cruz e Souza do Governo do Estado de Santa Catarina (2012) e Prêmio Edino Krieger como “Destaque Musical do Ano” da Academia Catarinense de Letras e Artes (2015).

    FICHA TÉCNICA SITEhttps://www.operafrankenstein.com/ FANPAGEhttps://www.facebook.com/%C3%93pera-Frankenstein-254074141830253/ INSTAGRAMhttps://www.instagram.com/operafrankenstein/ SERVIÇO LOCAL: Teatro Ademir Rosa, CIC (Centro Integrado de Cultura) – Florianópolis DATA: 27, 28 e 29 de junho de 2018 Libreto e composição: Alberto Heller Regência e direção musical: Jeferson Della Rocca Direção Cênica: Renato Turnes Direção artística: Alberto Heller Iluminação: Hedra Rockenbach Figurinos: José Alfredo Beirão Cenografia: Sandro Clemes Produção: Maria Elita Pereira Realização: Camerata Florianópolis INGRESSOS: Récita dia 26/junho – 14 horas ENTRADA FRANCA (sem lugar marcado) Direcionada para alunos (com 14 anos ou mais) e professores Entrega de 500 ingressos na bilheteria do CIC, no dia 11 de junho, a partir das 14h. Cada aluno/professor poderá retirar até 2 ingressos. Na entrada no teatro (no dia do espetáculo) será solicitada a apresentação de comprovante (professor ou aluno). Os demais 406 ingressos estão reservados para escolas públicas e projetos sociais que formarão grupos de alunos/professores. Récita dia 27/junho – 20 horas ENTRADA FRANCA (sem lugar marcado) Entrega de 700 ingressos na bilheteria do CIC, no dia 12 de junho, a partir das 14h. Cada pessoa poderá retirar até 2 ingressos.   Edições avulsas, assinatura física e digital. Conheça a nossa Roadie Crew Shop – acesse https://roadiecrew.com/roadie-shop
  • ERASY “Doom/Stoner Metal que permeia entre o clássico ao brutal nos velhos moldes do estilo”

    ERASY “Doom/Stoner Metal que permeia entre o clássico ao brutal nos velhos moldes do estilo”

    Mesmo ainda desconhecido por muitos aqui no Brasil, a cena Doom/Stoner Metal está viva e com representantes de peso. A Erasy é uma prova disso, com suas músicas que permeiam entre o clássico ao brutal nos velhos moldes do estilo vem cativando muitos apreciadores pelo mundo. O seu fundador Luciano Penelu nos fala à respeito desta banda que ainda vamos ouvir falar muito, muito em Breve!

    Foto por: Divulgação

    A ERASY é uma banda realmente diferenciada e me chamou muito a atenção quanto ao seu estilo, uma sonoridade que remete muito aos macabros acordes de Iommi e com vocais ultra rasgados… como surgiu a ideia da banda?

    Luciano Penelu: Creio que a sonoridade foi surgindo aos poucos, quando a gente se juntava para tocar Black Sabbath. Com o tempo, cada um foi introduzindo sua própria identidade no projeto, expondo gostos e influências, e o resultado é este que temos hoje!

    Ao ouvir o ótimo CD “The Valley Of Dying Stars” fazemos uma viagem entre o clássico e o brutal, uma mistura de estilos feito com muito bom gosto e competência. Como está sendo a divulgação e a reação dos headbangers?

    Luciano Penelu: Ficamos muito gratos pelas palavras! Com relação à repercussão, acreditamos que vem sendo muito positiva. O disco foi resenhado por ótimos zines e revistas especializadas (incluindo a própria Roadie Crew), comentado por bangers do Brasil e do exterior e divulgado em muitos canais especializados em Doom / Stoner Metal. Não poderíamos estar mais satisfeitos.

    ERASY “The Valley Of Dying Stars”

    O estilo apresentado aqui, não é muito comum entre as bandas nordestinas e no Brasil inteiro também, me lembro de ouvir algo dentro desse estilo à muitos anos quando existia a banda Centennial. Quais as suas principais influências? claro além do Black Sabbath que notamos influências em todas as faixas.

    Luciano Penelu: De fato a cena Doom / Stoner / Sludge ainda é bastante restrita, sobretudo no Brasil, mas observamos um crescimento nos últimos anos. Há cada vez mais bandas e mais público interessado nesta vertente lenta e viajada de Metal. Quanto às influências para além do Sabbath, podemos citar Eyehategod, Saint Vitus, Pentagram, Crowbar, Acid King, Bongzilla, entre outras que abriram caminho para que bandas como nós pudessem desenvolver algo nesta linha sonora, que me parece recuperar um pouco da tradição do Doom e injetar nela doses suplementares de peso.

    As letras também são profundas, na banda quem escreve as letras? nos fale um pouco de todo conceito lírico abordado neste trabalho…

    Luciano Penelu: Sou o responsável pelas letras, e posso dizer que elas foram tomando este formato muito naturalmente. Somente depois de prontas pude notar de fato que havia um fio, uma coerência entre as faixas do disco. Creio que assim o foi pois elas abordam temas que combinam perfeitamente com a sonoridade densa e arrastada: a solidão do homem contemporâneo e a falta de perspectiva diante do caos da existência são menções constantes neste disco. Depois veio a ideia do título do álbum e do discurso do personagem de Marlon Brando em Apocalypse Now, que pode ser ouvido em “Telling lies”, ambos extraídos do poema “The hollow men”, de TS Eliot.

    Foto por: Divulgação

    A banda vem do interior da Bahia, a segunda maior cidade do estado onde existem bandas respeitadas pelos seus muitos anos na luta pelo Underground como Deformity BR e o Martyrdom. Como você vê a cena local? e a cena como um todo?

    Luciano Penelu: A cena feirense é de fato muito interessante. Diversas bandas importantes como as que você cita pavimentaram o caminho deste cenário que hoje, podemos dizer, é muito representativo. Produtores locais organizam eventos de Metal constantemente apesar das dificuldades, que, diga-se de passagem, não são feirenses, mas nacionais, como a falta de publico, de uma casa para realizar os eventos etc. Acho que a cena de Feira, apesar de todas as turbulências, é rica e atuante.

    O Baterista Vurmum também é baterista do Martyrdom, quanto a você e os outros membros, tocam em mais algumas bandas? 

    Luciano Penelu: Joilson (baixista) toca na Clube de Patifes, uma tradicional banda de Blues. Eu e Léo (guitarrista) já tivemos outros projetos, mas hoje estamos focados na Erasy.

    Este trabalho está tendo distribuição internacional?

    Luciano Penelu: Não, toda a repercussão internacional veio dos meios digitais, como bandcamp, facebook, etc.

    Foto por: Divulgação

    Há um tempo atrás uma das bandas referência do Doom Metal nacional o The Cross voltou à ativa, e vocês estão na ativa desde 2012. Você sente que possa estar havendo uma retomada do estilo no estado?

    Luciano Penelu: Uma retomada, talvez não, pois creio que ainda é uma vertente muito restrita por aqui. Contudo, gostaria muito que esta cena crescesse e que aparecessem mais e mais bandas na mesma linha.

    Para os fãs do estilo, o surgimento de uma banda como a Erasy é uma prova que o estilo está mais vivo do que nunca. O CD “The Valley Of Dying Stars” lançado em 2016 ainda se encontra disponível? 

    Luciano Penelu: Sim, sem dúvida. Quem se interessar, pode adquirir o disco conosco através do facebook, ou com os nossos parceiros do Resistência Underground e do The Metalvox.

    Quanto ao um novo material, podemos esperar mais um CD em breve?

    Luciano Penelu: Temos um projeto em andamento, que deve ser lançado até o final do ano. Fechamos uma parceria com a Doom Stew Records (EUA) para um compacto de 7”, com músicas inéditas. Estamos muito empolgados com a possibilidade do diálogo internacional e com os caminhos que ele pode abrir para a banda.

    Luciano Penelu, muito obrigado por nos ceder gentilmente esta entrevista e espero pode vê-los aqui em breve para celebrarmos com muitas cervejas o verdadeiro metal imortal e com muitos headbanging… o Espaço é seu…

    Luciano Penelu: Nós é que agradecemos, meu caro! É sempre bom poder divulgar o nosso trabalho, ainda mais quando a palavra é franqueada por um irmão com a sua trajetória dentro do underground. Espero que a gente se encontre em breve para uma cerveja, em São Paulo ou na Bahia!

    Assista abaixo o lyric video de “Sea Of Sadness”. Altamente recomendado para amantes do bom e velho Black Sabbath e que curtam belos vocais rasgados. Assista, ouça e comprove:

  • TARJA: Assista ao vídeo ao vivo “Undertaker”

    TARJA: Assista ao vídeo ao vivo “Undertaker”

    A ex-vocalista do NIGHTWISH, Tarja Turunen, revelou a segunda música de seu novo álbum ao vivo, Act II.

    Undertaker foi gravado ao vivo em Milão, Itália e mostra um lado ligeiramente diferente da rainha finlandesa do rock sinfônico.

    Filmado durante a turnê mundial da TARJA, intitulada The Shadow Shows, durante a qual a influente vocalista de rock pesado circulou o mundo 7,5 vezes com mais de 300.000 km percorridos e tocou mais de 200 shows em 40 países, diante de 1 milhão de pessoas, Act II contém o set intimista de 75 minutos do vocalista, filmado e gravado ao vivo no Metropolis Studio, além da performance ao vivo de tirar o fôlego de um de seus shows em Milão, na Itália, entrevistas e galerias de fotos inéditas.

    Act II será oficialmente lançado em 27 de julho via earMUSIC, e estará disponível em versão nacional via earMUSIC/Shinigami em duas versões, CD duplo e DVD.

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  • LED ZEPPELIN: Em setembro será lançada versão remasterizada de “The Song Remains The Same”

    LED ZEPPELIN: Em setembro será lançada versão remasterizada de “The Song Remains The Same”

    O ano de 1973 representou o auge do sucesso de uma das maiores bandas de todos os tempos, o Led Zeppelin. E foi neste ano, nos dias 27 e 29 de julho, que a banda performou, ao vivo, a trilha sonora do filme de mesmo nome, “The Song Remais The Same”, no Madison Square Garden, em Nova York. Produzida por Jimmy Page, a trilha do filme foi originalmente lançada pela gravadora da banda, a Swan Song Records, em 1976.

    No dia 7 de setembro, uma nova edição da trilha sonora de “The Song Remains The Same” revive a catarse de 1973, com áudio recém-remasterizado. Este lançamento segue a recente reedição do álbum ao vivo da banda, “How The West Was Won”, e completa a série de reedições deluxe de seus clássicos, que começou em 2014, até chegar à comemoração do 50º aniversário do Led Zeppelin. Coincidentemente, John BonhamJohn Paul JonesJimmy Page e Robert Plant fizeram seu primeiro show ao vivo juntos, sob o nome “The New Yardbirds” na época, também no dia 7 de setembro, só que do ano de 1968. “The Song Remais The Same” será lançado em vários formatos pela Atlantic/Swan Song. O Super Deluxe Boxed Set será o lançamento mais requintado e elaborado da série de reedições, recriando a intrincada gravação da edição original do set, e também marcará a primeira vez que o filme completo e a trilha sonora estarão disponíveis em um mesmo pacote. No set de quatro LPs, Page fez uma mudança na sequência de faixas, permitindo que a épica versão de 29 minutos de “Dazed And Confused” estivesse em sua totalidade em um lado do vinil pela primeira vez. Ainda serão confirmados os formatos que chegarão ao Brasil.

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  • RAZOR: Lenda canadense do Speed/Thrash Metal toca no Setembro Negro Festival

    RAZOR: Lenda canadense do Speed/Thrash Metal toca no Setembro Negro Festival

    Os canadenses do Razor se apresentam no Brasil em Setembro. O show acontece na 12ª edição do festival Setembro Negro, que rolará nos dias 29 e 30/09, e também contará com as bandas Aeternus, Enthroned, Morbid Saint, Schirenc Plays Pungent Stench, Purgatory, Human Atrocity, Vulcano, At The Gates, Manger Cadavre?, Wolfbrigade, Amen Corner, Decomposed God, Taake, Infested Blood e Coven.

    Para mais informações, siga a página do evento no Facebook:

    https://www.facebook.com/events/2045030379098810/

    O Razor foi formado em 1983, em Guelph, Ontario, e desde então, se tornou uma das referências do Speed/Thrash Metal mundial. A banda existiu de 1983 a 1992. Deram uma pequena parada até 1997, onde se reuniram novamente, e estão na ativa desde então.

    A discografia do quarteto possui oito álbuns de estúdio, um EP e um disco ‘ao vivo’. Entre esses álbuns estão os clássicos ”Executioner’s Song” (85), “Evil Invaders” (85), “Malicious Intent” (86), “Custom Killing” (87) e o magnifico “Violent Restitution” (88)

    A formação do Razor traz Bob Reid (vocais), Dave Carlo (guitarra), Mike Campagnolo (baixo) e Rider Johnson (bateria).

    Assista o Razor ao vivo no Paraguai em 2017:

    https://www.youtube.com/watch?v=Nq6qQaSXMv4

    Acompanhe o Razor em seu Facebook oficial:

    https://web.facebook.com/RazorThrashBand/

    SERVIÇO: 12ª Edição FESTIVAL SETEMBRO NEGRO

    Dias: 29 e 30 de Setembro (Sábado e domingo)

    Local: Carioca Club Pinheiros (R Cardeal Arcoverde, 2899 – Pinheiros – Sao Paulo/SP)

    Tel. (11) 3813-8598 / www.cariocaclub.com.br

    PROGRAMAÇÃO:

    Sábado (29/09)

    13:00 – ABERTURA PORTAS

    14:00 – 14:30 – HUMAN ATROCITY (30”)

    14:45 – 15:20 – INFESTED BLOOD (35”)

    15:35 – 16:15 – PURGATORY (40”)

    16:30 – 17:10 – AETERNUS (40”)

    17:25 – 18:10 – TAAKE (45”)

    18:25 – 19:15 – VULCANO (50”)

    19:30 – 20:30 – RAZOR (60”)

    20:45 – 21:55 – COVEN (70”)

    Domingo (30/09)

    14:00 – ABERTURA PORTAS

    15:00 – 15:30 – MANGER CADAVRE (30”)

    15:45 – 16:20 – DECOMPOSED GOD (35”)

    16:35 – 17:15 – AMEN CORNER (40”)

    17:30 – 18:10 – ENTHRONED (40”)

    18:25 – 19:10 – MORBID SAINT (45”)

    19:25 – 20:15 – SCHIRENC PLAYS PUNGENT STENCH (50”)

    20:30 – 21:30 – WOLFBRIGADE (60”)

    21:45 – 22:55 – AT THE GATES (70”)

    INGRESSOS:

    https://www.clubedoingresso.com/setembronegrofestival

    Página oficial do festival: www.facebook.com/SetembroNegroFestival

    Página oficial da Tumba Produções: www.facebook.com/tumbaproductions

  • Revelação do doom dinamarquês, KONVENT assina com a Napalm Records

    Revelação do doom dinamarquês, KONVENT assina com a Napalm Records

    A banda de doom/death metal dinamarquesa KONVENT fechou um contrato com a Napalm Records.

    No ano passado, o KONVENT lançou uma demo, que rapidamente se tornou o início de uma recepção calorosa na cena underground dinamarquesa, e desde então elas têm tocado em toda a Dinamarca com ótimas críticas.

    A banda comentou o novo contrato: “Estamos extremamente orgulhosas por nos unirmos à Napalm Records em nossos próximos lançamentos, nos quais estamos atualmente trabalhando. Essa colaboração nos dará a ajuda e o suporte de que precisamos para levar nossa música adiante, e mal podemos esperar para mostrar para vocês tudo isso, no próximo ano, quando lançarmos nosso primeiro álbum pela Napalm Records”.

    No momento, a banda está se concentrando em criar material, que como dito, deverá ser lançado em 2019. Esteja atento, um novo grande álbum de death/doom metal está vindo por aí.

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  • PROJETO TRATOR lança ‘Na Órbita do Medo’

    PROJETO TRATOR lança ‘Na Órbita do Medo’

    ‘Na Órbita do Medo’, o 10º registro do Projeto Trator, exalta tudo aquilo que o duo paulista martela há 12 anos de atividades: músicas fora do senso comum, e muita caoticagem, calibrada a partir da junção de momentos sludge, doom, stoner e punk. O novo EP tem quatro músicas, que já estão nas principais plataformas de streaming via Abraxas Records. Ouça: https://ONErpm.lnk.to/ProjetoTrator.

    Paulo Uedo (guitarra/vocal) e Thiago Padilha (bateria) apresentam, como de costume, uma sonoridade orgânica, com pouquíssimos overdubs, captada junto a Sérgio Ugeda (ex-Hierfofante Púrpura) no estúdio Bem Maior, ainda em 2017. Antes de ganhar a versão definitiva do EP, as novas músicas – ‘Na Órbita do Medo’, ‘Asfixia’, ‘Vermes’ e ‘Absurdos’ – foram testadas ao vivo na turnê realizada ano passado na Argentina.

    A crítica social nas letras do disco ‘Fora Temer’ (2016) está ainda mais direta neste novo material, sem nunca deixar de lado a estética dadaísta, uma das mais fortes características do processo criativo lírico do duo. “Não é clichê, mas é o que a gente vive no dia a dia. O Fora Temer é uma referência boa pra entender o que se reflete nesse EP. Nada melhora, tudo piora na realidade brasileira”, desfere Paulo.

    Já a massa sonora do Projeto Trator traz as habituais referências a bandas como Eyehategod e Electric Wizard. “Na Órbita do Medo’ ainda tem diversas experimentações. “Trouxemos as jams ao estúdio, além de ficar mais perto do punk, com influência de Amebix e Discharge”, afirma Padilha. “Experimentação tem que ter e fazer show igual todo dia é chato. Por isso desta vez usamos loopings e delays. Tentamos nos aproveitar ao máximo”, completa Paulo.

  • Morre o baterista Vinnie Paul (PANTERA, DAMAGEPLAN, HELLYEAH), aos 54 anos

    Morre o baterista Vinnie Paul (PANTERA, DAMAGEPLAN, HELLYEAH), aos 54 anos

    O ex-baterista do PANTERA e do DAMAGEPLAN, Vinnie Paul Abbott, morreu. Ele tinha 54 anos de idade.

    De acordo com o Las Vegas Review-Journal, Vinnie faleceu na sexta-feira em Las Vegas, onde ele tinha uma casa. Nenhum outro detalhe de sua morte foi revelado até o momento.

    O falecimento do baterista foi confirmado em suas páginas pessoais e no Facebook do PANTERA, onde um anúncio idêntico apareceu na noite de sexta-feira, 22 de junho.

    Vincent Paul Abbott, o Vinnie Paul faleceu”, dizia o comunicado. “Paul é mais conhecido por seu trabalho como baterista nas bandas PANTERA e HELLYEAH. Nenhum outro detalhe foi revelado até o momento. A família pede que, por favor, respeitem sua privacidade neste momento”.

    Vinnie Paul e seu irmão “Dimebag” Darrell Abbott fundaram o PANTERA na década de 1980. Quando o PANTERA se separou em 2003, eles formaram o DAMAGEPLAN. Em 8 de dezembro de 2004, enquanto se apresentava com o DAMAGEPLAN no Alrosa Villa em Columbus, Ohio, Dimebag foi baleado e morto no palco por Nathan Gale. Ele tinha 38 anos.

    Desde o assassinato de seu irmão, Vinnie Paul lançou vários itens relacionados ao irmão Dimebag através de sua gravadora Big Vin Records, incluindo DVDs e o livro de bolso He Came to Rock. Vinnie disse mais tarde que os lançamentos relacionados ao Dimebag não foram uma tentativa de lucrar com o fim trágico de seu irmão, mas sim uma maneira de manter o legado de Dimebag vivo.

    Durante os anos, Vinnie Paul foi persistente em negar uma possível reunião do PANTERA, que contaria com Zakk Wylde (BLACK LABEL SOCIETY, OZZY OSBOURNE) ocupando o posto de Dimebag. Vinnie declarou à Metal Hammer: “Eu não estou interessado, porque não há Dime, e, para mim, se não há Dime, não há PANTERA, essa é a minha razão. É passado. Eu segui em frente. Eu toco em uma banda chamada HELLYEAH, e eu realmente amo fazer isso. Estou ansioso para seguir em frente; não quero viver no passado”.

    Na última década, Vinnie manteve-se ativo em turnês e em estúdio com o HELLYEAH, cujo quinto álbum, Unden!Able, saiu em 2016.

    Pouco antes de sua morte, Vinnie gravou as faixas de bateria para o sexto álbum do HELLYEAH, no estúdio The Hideout em Las Vegas.

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  • THE DEAD DAISIES lança vídeo de “Dead And Gone”

    THE DEAD DAISIES lança vídeo de “Dead And Gone”

    A superbanda THE DEAD DAISIES lançou um novo single e videoclipe, Dead And Gone, uma das favoritas dos seus fãs, presente no seu álbum mais recente, Burn It Down. O clipe combina elementos performáticos clássicos entrelaçados com aparições do personagem Undead, e foi criado, filmado e editado pelo lendário visionário de terror Tony Valenzuela.

    Durante a última série de shows na Europa, quando em Berlim, a banda filmou as sequências de performance na Black Box Music (RAMMSTEIN, 30 SECONDS TO MARS, LINKIN PARK, MARILYN MANSON) com as ‘aparições’ de zumbis sendo filmadas, por assim dizer, em Los Angeles, nos míticos estúdios da Daisyland.

    Ele também marca o início oficial da nova plataforma Daisyland da banda, que convida todo mundo de todo o mundo para fazer parte da jornada do grupo. Desde o primeiro dia, THE DEAD DAISIES queria proporcionar a todos os amantes da música rock um lugar para passear, se divertir e curtir a vibe sem se preocupar com nada. Daisyland é esse lugar!

    O vocalista, John Corabi fala sobre Dead And Gone: “Dead And Gone é uma daquelas faixas que devem ser tocadas em volume alto! Tem um ótimo groove, e é basicamente sobre viver a vida, (responsavelmente) se divertindo, e não deixar ninguém te julgar por querer ter alguma diversão!!!!”

    THE DEAD DAISIES está prestes a embarcar em sua segunda turnê japonesa, seguida por uma série de shows e festivais europeus com o KISS, JOE SATRIANI, SCORPIONS e GUNS N’ ROSES. Em agosto a banda deve retornar à América do Norte para um mês de shows com o velho companheiro e atual tecladista do GN’R, Dizzy Reed e seu HOOKERS & BLOW.

    THE DEAD DAISIES é formado por: Doug Aldrich (WHITESNAKE, DIO), John Corabi (MÖTLEY CRÜE, THE SCREAM), Marco Mendoza (WHITESNAKE, THIN LIZZY), Deen Castronovo (BAD ENGLISH, JOURNEY) e David Lowy (RED PHOENIX, MINK).

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