Categoria: Roadie News

  • VADER – São Paulo/SP, 19 de maio de 2018

    VADER – São Paulo/SP, 19 de maio de 2018

    Pergunte para qualquer fã de música extrema que se preze, e você constatará uma verdade inquestionável: a Polônia é uma das principais pátrias do metal extremo, seja em bandas, seja em público. Realmente, não há como questionar. Decapitated, Hell-Born, Hate, Behemoth, Graveland, Yattering, Dies Irae, Lost Soul, Azarath, Sceptic, Besatt, Plaga, Christ Agony, Mgła… e claro, o Vader, muito provavelmente, o nome que teve a honra de puxar toda essa gigantesca fila de nomes incríveis e que parece infindável.

    Pais de toda a cena extrema polaca, o Vader teve um início mais voltado ao metal tradicional, mas foi justamente no death metal que encontrou sua música, e onde foi encontrado pelos fãs. Uma história de sucesso que já se prolonga por quase quatro décadas, e que ganhou um lendário primeiro capítulo oficial há exatos 25 anos, quando lançou The Ultimate Incantation, álbum que é hoje considerado um dos alicerces do death metal noventista. Claro que o caminho até o lendário álbum de estreia não foi simples, nunca é. Óbvio que muitos desafios precederam e sucederam o lançamento daquele álbum icônico, mas, se você quer saber, não foi nada disso que o transformou em uma lenda: foi a sua incrível qualidade, sua indelével pegada thrash que tornava aquele cataclísmico death metal em algo único, absolutamente diferente, e, para os amantes de música agressiva, irresistível. Dito tudo isto, o que poderia ser mais justo do que selecionar alguns pares de apresentações e criar uma celebração especial para o álbum que em 1993 marcou definitivamente o nome da Polônia entre os países do death metal? Pois foi exatamente isso que o Vader fez, e foi com a sua The Ultimate Incantation Tour – 25 Years of Chaos que os poloneses desembarcaram em São Paulo para aquele show que ficaria marcado como um dos mais extremos do ano na cidade.

    Sim, esta seria uma noite histórica. E, embora fosse perfeita para curtir os grandes clássicos do estilo, também era uma belíssima ocasião para vermos de perto o que está surgindo na cena, aqueles nomes que, esperamos, levarão adiante o legado musical dos grandes heróis que nos tornaram fãs de música. Com tudo isso em mente, partimos para o Manifesto Bar em uma noite fria, esperando que as labaredas do inferno aquecessem nossas almas enquanto o death metal – dos veteranos e dos novatos – explodia amplificadores e destroçava mentes, um holocausto musical como só este gênero pode proporcionar. Com a cerveja na mão e os olhos fixos no palco, foi a vez de conferir pela primeira vez um show do VENOMOUS, a banda que abriria os trabalhos na noite, e que representaria o Brasil e a nova safra do metal aos presentes.

    Com um primeiro álbum prestes a sair do forno, os brasileiros só tinham a ganhar, e vale dizer que fizeram valer sua presença em um palco que já acomodou grandes nomes nos últimos anos, incluindo as presenças célebres de Belphegor, Nile e Suffocation no ano passado. Também era óbvio que os caras estavam com uma gana incrível por tocar diante do Vader, em uma turnê tão especial. Assim, a pegada Within the Silence veio como um chamariz para que todos fossem se acomodando diante do palco, e já em I Pray as I Pray sentia-se que o público estava cativado. Claro que a entrega do grupo no palco foi determinante na boa acolhida que receberam, mas também foi uma atitude inteligente escalar para a abertura uma banda que tem muito mais diferenças do que semelhanças com o Vader, embora ambas trilhem caminhos musicais contíguos. Deixada sob a luz da sua própria fúria, a banda ainda apresentou canções como Martyr, A New Beginning e Green Hell antes de se despedir do público e dar fim nesta boa apresentação.

    Chegava então a tão esperada hora de conferir a atração principal, e o VADER, como sempre, não decepcionaria. Já quase um legítimo brasileiro, o líder e fundador Peter Wiwczarek chegou saudando a galera em português, e logo de cara iniciou com Dark Age, uma das melhores e mais conhecidas faixas do debut, o celebrado The Ultimate Incantation. Para aqueles que foram ao show e não costumam acompanhar o noticiário musical na internet, as intenções maléficas dos poloneses ficaram claras logo na sequência, que trouxe Vicious Circle e The Crucified Ones. Após executar a trinca inicial do debut, era mais do que claro que a banda tocaria aquele álbum completo na primeira parte do show, e que só depois partiria para os petardos dos outros (magníficos) álbuns. Uma ótima ideia, e que vimos, surtiu o efeito desejado, arrancando aplausos e gritos a cada nova música executada.

    Seguindo pela histórica e sangrenta trilha de The Ultimate Incantation, era hora de The Final Massacre. Conhecida dos ‘tape-traders’ especializados em death metal desde 1989, ano em que debutou oficialmente na demo Necrolust, a faixa traz um tom diferente para a apresentação do Vader, uma aproximação mais latente do velho thrash/black metal praticado nos primórdios por gente como Destruction, Sodom, Kreator e Slayer. Sendo o Brasil um país tão apegado ao thrash metal, tão tradicional no death metal e tão afeito ao som do Vader, acho que você bem pode imaginar como foi a recepção para esta música, em especial. Mesmo aqueles que a ouviam pela primeira vez agitavam sem parar, enquanto os antigos fãs pareciam em êxtase, já que esta talvez seja a melhor representação do momento de transição do Vader para a música extrema.

    Testimony, Chaos e One Step to Salvation continuaram carregando o público nas asas do inferno, e era notória na cara do vocalista/guitarrista Peter Wiwczarek que a banda estava empolgada em perceber a reação da plateia. Convenhamos, não poderia ser diferente. Demons Winds, Decapitated Saints e Breath of Centuries botaram fim nesta primeira e especial parte do show, e era difícil acreditar que aquilo tudo realmente tinha acontecido.

    Até de forma natural, Wings, um petardo infernal do clássico Litany (2000), foi a escolhida para dar sequência. Confesso que, aquele início, com a bateria sendo esmurrada no ritmo de um canhão no ardor da guerra, me fez lembrar com muita saudade do baterista Krzysztof “Doc” Raczkowski, um bom amigo e excelente músico que nos deixou cedo demais, em 2005. Felizmente, o Vader encontrou o baterista certo na figura de James Stewart, um moleque (em vista dos demais) que não deixa o ritmo cair nem por um segundo, e mantém o sangue quente durante toda a apresentação. Na sequência Triumph of Death foi a única de Tibi et Igni (2014) a dar as caras no show, enquanto a emblemática Sothis trouxe pela primeira vez o segundo álbum do Vader, De Profundis (1995) ao jogo. Carnal – única faixa de Black to the Blind (1997) tocada nesta apresentação – sempre me deixou com um pé atrás por conta de certas partes nos vocais, mas ao vivo, que pedrada na cara! Ou seja, a noite não estava para brincadeiras, e o clima ia se adensando cada vez mais.

    Coberto por trajes no melhor esquema ‘leather, studs & spikes’, Peter pode ser considerado um cara de sorte, já que fazia uma noite relativamente fria na Capital Paulista. Mesmo assim, sua cara já estava coberta de suor quando iniciou a clássica Silent Empire, outra de De Profundis. Embora fosse claro que o show precisava se encaminhar para o fim – você bem deve imaginar o esforço que é tocar naquele ritmo por muito tempo – ao ouvirmos a trinca Prayer to the God of War, Send me Back to Hell e Cold Demons, já começávamos a pensar com tristeza no tempo que teríamos que enfrentar até vê-los novamente ao vivo. Ao menos uma última benção eles ainda nos concederam: Helleluyah!!! (God Is Dead) encerrou de vez a apresentação, nos devolvendo ao mundo frio de onde havíamos sido subtraídos por algumas horas. Mais uma bela apresentação, e mais uma bela amostra da razão do Vader ter tantos fãs por aqui.

     
  • OBSCURA: Disponível primeiro trailer do novo álbum, “Diluvium”

    OBSCURA: Disponível primeiro trailer do novo álbum, “Diluvium”

    O primeiro de uma série de capítulos sobre o ‘making of’ do novo álbum dos deathbangers alemães do OBSCURA, Diluvium, pode ser visto abaixo.

    O OBSCURA, completa seu ciclo conceitual de quatro álbuns com o lançamento de Diluvium (definido como uma grande inundação oceânica), seu lançamento mais evocativo, diversificado e vibrante até hoje. O lançamento está previsto para 13 de julho em CD, LP e digital via Relapse Records.

    A banda comentou a faixa que dá nome ao álbum: “Com a faixa-título do nosso novo álbum, apresentamos a você uma das composições mais rápidas e brutais que Diluvium tem para oferecer.

    “O videoclipe criado pelo cinematógrafo alemão Mirko Witzki mostra a primeira parte de uma história conectada e totalmente relacionada ao longo ciclo de quatro álbuns da banda.”

    Gravado com o produtor de longa data V. Santura (TRIPTYKON, PESTILENCE) no Woodshed Studios em Landshut, Alemanha, Diluvium é uma conquista impressionante para o quarteto e um lançamento marcante para o metal progressivo como um todo. Completado com todos os elementos que assinalam o nome da banda, além de polirritmia inovadora, composições dramáticas e virtuosismo de cair o queixo, Diluvium vai entrar nos anais da história do metal como uma das performances mais surpreendentes que o gênero tem a oferecer.

    https://youtu.be/R1oSWfeXH8M Edições avulsas, assinatura física e digital. Conheça a nossa Roadie Crew Shop – acesse https://roadiecrew.com/roadie-shop
  • ROTTING CHRIST: Novo álbum esta a caminho

    ROTTING CHRIST: Novo álbum esta a caminho

    Os veteranos de metal extremo da Grécia, ROTTING CHRIST, entraram no estúdio para começar a gravar seu novo álbum, a ser lançado no início de 2019, pela Season Of Mist. O disco será produzido pelo vocalista Sakis Tolis e Jens Bogren (AMON AMARTH, KREATOR, DIMMU BORGIR, OPETH, KATATONIA) assumirá novamente o trabalho de mixagem e masterização.

    Em relação ao novo disco, Sakis comenta: “Depois de quase dois anos na estrada promovendo e apoiando nosso mais recente álbum, Rituals, chegou a hora de criar o seu sucessor. Um álbum que será inspirado pelas intensas preocupações artísticas que surgiram durante aqueles dois anos na estrada, e aquelas que parecem ser as nossas influências mais sombrias e místicas de toda a nossa carreira! Obrigado pelo apoio durante todos esses anos, não vamos desapontá-los!”

    O ROTTING CHRIST será atração de alguns festivais ainda neste ano.

    A coletânea Their Greatest Spells foi lançada em março pela Season Of Mist. Esta compilação em CD duplo apresenta uma seleção das melhores composições do ROTTING CHRIST, e foi aprovada pelo próprio Tolis. Their Greatest Spells conta anda com a nova faixa I Will Not Serve.

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  • RAGING ROB: Ex-vocalista do Assassin lança debut de nova banda

    RAGING ROB: Ex-vocalista do Assassin lança debut de nova banda

    No início de 2014, após quase 30 anos na posição de frontman da lendária banda alemã ASSASSIN, Robert Gonnella anuncia sua saída e forma o RAGING ROB, com o também ex-Assassin Frank Nellen na bateria, além de Dirk Preylowski (Warrant) na guitarra solo e Maik Jansen (guitarra base) e Rudi Görg (baixo), ambos ex-integrantes do Human Bastard. O RAGING ROB surgiu a partir do RAGING MOB, ex-banda de Robert, enquanto vivia na China entre 2005/2011, que atingiu algum sucesso lançando um CD em 2008 e vencendo a versão chinesa do Wacken Metal Battle de 2010. Após algumas idas e vindas, o quinteto se reuniu no estúdio do guitarrista Dirk Preylowski para trabalhar no material que viria a integrar “Always the True Assassin”, lançado recentemente de forma independente no Bandcamp.

    “As gravações de bateria tiveram início na primavera de 2017 em Düsseldorf, com o auxílio de Harry e Guido, que administram o estúdio. Após vários dias de gravação com nosso baterista Frank Nellen, o resultado final ficou incrível!”, Robert contou, com empolgação, como se estivesse lançando o primeiro disco da carreira.

    Robert detalhou o trabalho realizado pela equipe em “Always the True Assassin”: “No verão de 2017, Dirk Preylowski fez terminou as partes de guitarra e baixo com o produtor Markus Frehn no Recording Hell Studios em Düsseldorf. Dirk é um excelente músico e, portanto, teve a tarefa de gravar todas as guitarras e baixo. Gravei os vocais no outono de 2017, também com Markus Frehn no Recording Hell Studios. Depois de uma preparação muito intensa, os vocais e backing vocals foram finalizados e ficamos muito felizes com o resultado. Depois que todas as gravações prontas, Markus Frehn mixou e produziu o álbum em outubro de 2017”.

    A arte principal do encarte foi criada pelo melhor amigo de Rob, o húngaro Peter Lazar, e a capa foi criada por Ralf Huss. O álbum foi intitulado de “Always the True Assassin” pela mesma razão que o Raging Rob herdara o antigo espírito Thrash anos 80 do Assassin, ao contrário da banda atual. Ouça o CD completo via Bandcamp: https://goo.gl/g2EGzH

    Composto de doze faixas, “Always the True Assassin” tem recebido excelentes resenhas em todo o mundo. No Brasil, o blog Heavy Metal Thunder disse que o disco é o mais puro Thrash Metal germânico, impactante e sólido, com grande dose de agressividade, muita influência de Hardcore, mas ao mesmo tempo, adornado com algumas melodias muito bem pensadas, além de uma pilha de refrães de fácil assimilação”. Leia o texto completo: https://goo.gl/GS1o3p 

    Contatos:                                                                                           

    Site: https://robertgonnella.wix.com/ragingrob

    Bandcamp: https://ragingrob.bandcamp.com

    Facebook: https://www.facebook.com/ragingrob1

  • EMPIRE OF SOULS: banda anuncia saída do guitarrista Andre Henrique

    EMPIRE OF SOULS: banda anuncia saída do guitarrista Andre Henrique

    Uma das maiores forças do Black Metal brasileiro, EMPIRE OF SOULS, na noite de 28 de maio, emitiu uma nota através de sua página no Facebook, comunicando o desligamento do guitarrista Andre Henrique. O músico fazia parte do EOS desde 2015.
     
    Confira a íntegra do comunicado:
     
    “Lamentamos informar que nosso parceiro Andre Henrique não está mais tocando guitarra na Empire of Souls.
     
    Temos muito a agradecer por tudo que produzimos juntos, desde que em 2015 ele assumiu o desafio de assumir as 6 cordas. Desejamos boa sorte ao nosso irmão em sua jornada! Mais do que o excelente trabalho realizado por esses quase 3 anos, ficarão para sempre marcados os bons momentos, risadas, paciência e principalmente seu exemplo de garra e perseverança. Em meio à muitas adversidades, ele representou e muito bem nossa flamula. Era difícil? “Se virou” (ele entenderá o que significa). E conseguiu.
     
    Mas, a máquina da maldade não para. Se ajusta, se recompõe e dá a volta por cima. Tem sido assim, desde 1995…
     
    Talvez o próximo a tentar esse desafio de ser guitarrista do Empire of Souls possa ser você que está lendo essa publicação. Não decidimos ainda quem será o novo guitarrista. Talvez nem vá haver um novo guitarrista. Encontrar um novo parceiro nunca é uma tarefa fácil… Afinal de contas, somos uma banda de black metal… Ideologicamente, um tanto quanto radical… Sonoramente… Bem, não é necessário explicar que não é tarefa para iniciantes tocar ao lado do Cleber… ”
     
    Músicos interessados, entrem em contato com a banda, envie um vídeo tocando alguma música da EOS, assim como alguma composição própria.
     
     
    Sites relacionados:
    Fonte: Cangaço Rock Comunicações
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  • FORKILL retornando com clipe novo e show neste sábado

    FORKILL retornando com clipe novo e show neste sábado

    Os thrashers cariocas do FORKILL, que acabaram de lançar o clipe da música “Emperor of Pain”, estão colhendo os frutos de uma nova formação, que além de produtiva, mostra-se cada vez mais entrosada. Agora com Matt Silva (vocal e guitarra) e Rodrigo Tartaro (bateria) ao lado dos já conhecidos e saudados Ronnie Giehl (guitarra) e Gus Nascimento (baixo), o FORKILL se prepara para saltos mais altos, dentre eles, o lançamento do novo disco, previsto para breve. Para coroar esta nova fase, divulgam o clipe ao mesmo tempo em que se preparam para o festival Speak Metal or Die 2, que será realizado neste sábado no Planet Music (Avenida Ernani Cardoso, 66 – Cascadura), Rio de Janeiro. Contando com um cast que promete não deixar pedra sobre pedra, o FORKILL dividirá o palco com as bandas Affront, Pagan Throne, Facing Fear, Meltdown, Prophecy e Savant a partir das 18h com ingressos custando R$ 20,00.

    Mais informações sobre o show:

    https://www.facebook.com/events/615277535504412

    “Emperor of Pain” teve suas filmagens realizadas no Tellus Studio em Niterói/RJ a cargo do produtor Felipe Borges, com participação do produtor Daniel Escobar (Estúdio HR), responsável pelo comando dos botões do novo álbum da banda. Assista abaixo.

    O quarteto começou suas atividades na cidade do Rio de Janeiro em maior de 2010, e em setembro de 2013 lançou o debut “Breathing Hate”, com produção do lendário guitarrista Robertinho de Recife, chegando a ter uma ótima repercussão nas mídias especializadas. Ao longo de sua curta carreira o FORKILL teve a honra de fazer shows ao lado de grandes bandas como Destruction, Nuclear Assault, Krisiun, Vulcano, Cauldron e Vicious Rumors, onde teve uma grande repercussão.

    Suas letras, que versam sobre o ódio e suas diversas maneiras de se manifestar, casam perfeitamente com o som agressivo e caótico do grupo e refletem nada mais nada menos do que a atualidade política do Brasil. Sobre sua temática, o guitarrista Ronnie explica: Somos uma banda que dá muita atenção para as letras e através delas nos expressamos com nosso ponto de vista sobre todo o ódio e suas diversas facetas, questionando sempre as atrocidades da humanidade!”.

    Contatos:

    Facebook: www.facebook.com/forkill.thrash

    Instagram: https://www.instagram.com/forkill_thrash

    Twitter: www.twitter.com/Forkill

  • KAMELOT divulga o vídeo oficial de “Amnesiac”, confira!

    KAMELOT divulga o vídeo oficial de “Amnesiac”, confira!

    O vídeo oficial da música Amnesiac, do KAMELOT, pode ser visto abaixo. A faixa é tirada do último álbum da banda, The Shadow Theory, que foi lançado em 6 de abril pela Napalm Records.

    O KAMELOT afirmou sobre o clipe de Amnesiac, dirigido por Ivan Colic: “Estamos constantemente recebendo toneladas de informações de todas as direções e ela está nos dizendo como ser, o que fazer e o que desejar… Assim, será que a realidade na qual estamos navegando todos os dias, é mesmo real? … Essa é uma questão que todos nós deveríamos nos perguntar de vez em quando…”

    O fundador e guitarrista Thomas Youngblood declarou anteriormente sobre o novo álbum: “O álbum The Shadow Theory é uma jornada psicológica através da complexidade da mente humana. Estamos constantemente sujeitos a estímulos através de mídia, tecnologia, experiências sociais e a inteligência artificial. Ainda seremos criaturas sociais em num futuro próximo? The Shadow Theory é um álbum que mistura muitos mundos, dando ao ouvinte um cenário dentro de nossas próprias realidades. Este álbum foi escrito e gravado durante todo o ano e estamos orgulhosos dos elementos da música e da diversidade em The Shadow Theory“.

    The Shadow Theory contou com o trabalho do aclamado produtor musical Sascha Paeth e foi masterizado por Jacob Hansen. As participações especiais do álbum incluem Lauren Hart (ONCE HUMAN), Jennifer Haben (BEYOND THE BLACK) e o próprio Sascha Paeth. A capa e a arte do encarte foram criadas por Stefan Heilemann.

    O KAMELOT recentemente se separou do baterista Casey Grillo e o substituiu por Johan “Jo” Nunez.

    Grillo vem substituindo o baterista do QUEENSRŸCHE, Scott Rockenfield, desde abril de 2017. Scott está aproveitando as atividades de turnê da banda para passar o tempo com seu filho, Rockson.

    Após o lançamento de The Shadow Theory, o KAMELOT embarcou em uma grande turnê mundial, começando pela América do Norte durante abril / maio de 2018, e seguido para a Europa no verão europeu.

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  • Rob Caggiano fala sobre ANTHRAX e VOLBEAT em nova entrevista

    Rob Caggiano fala sobre ANTHRAX e VOLBEAT em nova entrevista

    O ‘EonMusic’ falou com o guitarrista do VOLBEAT, Rob Caggiano, antes do show da noite de domingo (27 de maio) em Dublin (Irlanda). Na entrevista, Rob falou sobre a transição do ANTHRAX para o VOLBEAT, os desafios de mudar de vocalista em sua antiga banda, e o status do projeto THE DAMNED THINGS.

    Caggiano foi membro do ANTHRAX de 2001 a 2005, e novamente de 2007 a 2013.

    Sobre a troca do ANTHRAX pelo VOLBEAT, Rob comentou: “A base de fãs do VOLBEAT é muito diversificada; nós temos muitos fãs do ANTHRAX por aí, na multidão. Há algo para todos no som do VOLBEAT, e é isso que atrai as pessoas. Então não foi um ajuste tão grande para mim, até estilisticamente, como um guitarrista”.

    O guitarrista passou a explicar por que ele é mais feliz como músico no VOLBEAT: “Isso combina mais comigo do que o ANTHRAX, pois tem mais guitarra. Não são apenas solos; são partes acústicas, overdubs, partes melódicas, harmonias e todo tipo de coisa legal”.

    Quando perguntado sobre o status do THE DAMNED THINGS, projeto que também conta com Scott Ian do ANTHRAX, junto com membros de EVERY TIME I DIE e FALL OUT BOY, Rob revelou que é provável que surja mais material, embora não necessariamente envolvendo ele. Ele disse enigmaticamente: “Sim, pode haver. Se eu sou ou não parte disso, não tenho certeza; vamos ver. Vamos ver!”

    Finalmente, um novo álbum do VOLBEAT provavelmente verá a luz do dia em 2019, com a gravação programada para começar antes do final do ano. “Nós provavelmente vamos fazer o álbum em duas metades; vamos fazer um pouco antes das festas [de fim de ano] e terminar depois das férias”, disse Rob. “Então, depende de como tudo vai acontecer, vamos ver como o cronograma se configura. Mas essa é a coisa mais imediata sobre o futuro: começar e terminar o disco”.

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  • SOILWORK termina trabalho no novo álbum

    SOILWORK termina trabalho no novo álbum

    Os suecos do SOILWORK completaram o trabalho no seu décimo primeiro álbum no estúdio Nordic Sound Lab em Skara, Suécia, com o produtor Thomas “Plec” Johansson. O sucessor de The Ride Majestic, de 2015, tem lançamento previsto para o final de 2018 ou início de 2019 pela Nuclear Blast Records.

    O vocalista Björn “Speed” Strid falou sobre o novo disco do SOILWORK ao australiano ‘Sticks For Stones’: “Acabou sendo realmente ótimo. Estou muito, muito satisfeito com ele. E será lançado no final do ano ou o começo do próximo, é tudo o que posso dizer agora, mas estou muito feliz com ele”.

    O SOILWORK é hoje um quinteto, após a saída do baixista Markus Wibom no final de 2016 devido a “outros compromissos”. Ele já foi substituído pelo baixista Taylor Nordberg (THE ABSENCE) que tem cumprido a agenda de shows da banda.

    O vocalista Björn ‘Speed’ Strid comentou recentemente sobre o novo esforço de estúdio do SOILWORK:

    “Neste novo álbum, voltamos ao básico do heavy metal clássico, mas com um toque de nosso próprio legado sonoro, com melodias melancólicas trabalhadas em um ritmo às vezes furioso e dotado de grande diversidade. As pessoas vão reconhecer a vibração que tivemos nos dois álbuns mais recentes, mas sentimos que levamos o nosso som ainda mais longe, com mais energia, elementos mais obscuros, mas ainda assim estranhamente revigorantes”.

    Ele continua:

    “As sessões de gravação deste álbum foram diferentes de qualquer coisa que fizemos antes. Todos estão muito envolvidos em todo o processo e nos permitimos experimentar mais e ter sonoramente mais opções. Nosso baterista Bastian Thusgaard, que não gravou com a gente anteriormente, trouxe outra dimensão ao nosso som, e ele fez o resto de nós intensificar a nossa maneira de tocar também. E trabalhar com o produtor Thomas “Plec” Johansson (The Panic Room) foi um verdadeiro prazer. Embora tenhamos passado por muitas coisas nos últimos anos, nos sentimos mais como uma unidade do que sentíamos há muito tempo.

    “Nós, como banda, estamos longe de esgotar nossas habilidades criativas e musicais e queremos trazer o SOILWORK de volta para as grandes plateias. Nossos fãs ao redor do mundo podem esperar que a promessa seja cumprida quando nosso ciclo de turnê começar na promoção de nosso próximo álbum”.

    The Ride Majestic foi o último álbum do SOILWORK com o baterista de longa data Dirk Verbeuren, que deixou a banda em julho de 2016 para se juntar ao MEGADETH. Ele foi substituído no SOILWORK por Bastian Thusgaard, do THE ARCANE ORDER.

    Thusgaard comenta: “Estou muito orgulhoso das minhas realizações neste álbum. Eu recebi uma grande liberdade tanto na escrita quanto na gravação. Obviamente, eu queria honrar ‘a vibe de bateria’ que se desenvolveu na banda ao longo do tempo. Ao mesmo tempo, estou muito ciente do fato de que eu sou um baterista diferente dos meus antecessores. Isso é algo que eu realmente queria mostrar, adicionando minha própria vibração ao som da banda”.

    Em 2016, o SOILWORK lançou uma coletânea especial de raridades intitulada Death Resonance, através da Nuclear Blast.

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  • Confira “Uncomfortable”, novo single do HALESTORM

    Confira “Uncomfortable”, novo single do HALESTORM

    O HALESTORM lançará seu quarto álbum, Vicious, em 27 de julho via Atlantic. O primeiro single do disco, Uncomfortable, estreou esta manhã, e o vídeo, dirigido por Evan Brace (PHANTOGRAM, TAKING BACK SUNDAY), pode ser visto abaixo.

    Gravado no ano passado em Nashville, no estúdio de gravação Rock Falcon da Tennesse com o produtor Nick Raskulinecz, Vicious está disponível para pré-venda a partir de hoje em todos os DSPs e serviços de streaming. Todas as pré-encomendas são acompanhadas pelo download instantâneo de Uncomfortable.

    Raskulinecz é um aclamado produtor, que já trabalhou anteriormente com RUSH, KORN, ALICE IN CHAINS e DEFTONES, além de ter produzido o terceiro EP de covers do HALESTORM, ReAniMate 3.0: The CoVeRs eP, lançado em janeiro de 2017.

    A vocalista do HALESTORM, Lzzy Hale, disse à emissora de rádio WAAF sobre o novo álbum da banda: “Em cada álbum, nós tentamos chegar mais perto daquilo que as pessoas veem todos os dias ao vivo. Eu realmente acho isso este é o registro mais ‘HALESTORM’ que você vai ouvir de nós até hoje”.

    O HALESTORM estreou uma nova música, chamada Black Vultures, no show de abertura de sua turnê canadense com o STONE SOUR, no final de janeiro em Abbotsford, British Columbia.

    O guitarrista do HALESTORM, Joe Hottinger, disse ao programa “Trunk Nation”, da SiriusXM, que o sucessor de Into The Wild Life, de 2015, conterá algumas das “coisas mais pesadas que já fizemos”.

    Into The Wild Life foi criticado por alguns fãs do HALESTORM, que sentiram que o álbum mergulhava demais do território da música pop.

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