Categoria: Roadie News

  • FALLEN IDOL lança terceiro disco e já disponibiliza trabalho para venda

    FALLEN IDOL lança terceiro disco e já disponibiliza trabalho para venda

    Com seis anos de estrada, a banda brasileira Fallen Idol chega ao seu terceiro disco de estúdio completo. Ao todo (se contarmos os três singles) este é o sexto trabalho do power trio de Arujá, que carrega o título de “Mourn the Earth”. O álbum traz a banda em seu melhor momento e conta com sete faixas distribuídas em cerca de 44 minutos.

    Tracklist:

    1. Witches of Lucifer
    2. Time To Mourth The Earth
    3. Wait
    4. Shattered Mirror
    5. Chrisalism
    6. Lucidity
    7. Secret Place

    Transitando pelos caminhos do Doom Metal oitentista, o Fallen Idol carrega influências que também passam pelo Heavy Metal tradicional dos anos 70 e 80, o que faz com que sua sonoridade resulte em algo pesado e sombrio. As caraterísticas da banda, que foi formada em 2012, se devem ao fato de sua formação se manter a mesma desde o início contando com Rodrigo Sitta (vocal/guitarra), Márcio Silva (baixo) e Ulisses Campos (bateria).

    Gravado no estúdio No Limits, entre outubro e dezembro de 2017, “Mourn The Earth” foi produzido por Ivi Kardec, Felipe Stress e Rod Sitta. Mixado e masterizado por Ivi Kardec e Felipe Stress, o disco contou com a arte gráfica feita por Cesar Benatti, além do design do próprio Cesar e Rodrigo Bernardo. O disco sucede o aclamado segundo álbum da banda, “Seasons of Grief”, lançado em 2016.

    Ouça os singles que serviram como prévia do disco: Witches of Lucifer: https://fallenidol.bandcamp.com/album/witches-of-lucifer-single Shattered Mirror: https://fallenidol.bandcamp.com/album/shattered-mirror-single-2 “Mourn The Earth” é lançado em parceria com os selos Nomade Records, Tales from the Pit, The Metalvox, Left Hand Prod., Mutilation Records e Nuktemeron Records. Discografia: “Fallen Idol” (2015) “The Boy And The Sea” (single – 2016) “Seasons of Grief”  (2016) “Witches of Lucifer”  (sngle – 2018) “Shattered Mirror” (single – 2018) “Mourn the Earth” (single – 2018) Mais informações e encomendas: https://www.facebook.com/fallenidoldoom/ https://fallenidol.bandcamp.com/ Por: VHPress Foto: Neneh Thall   Edições avulsas, assinatura física e digital. Conheça a nossa Roadie Crew Shop – acesse https://roadiecrew.com/roadie-shop
  • ANGRA – Rio de Janeiro/RJ, 31 de maio de 2018

    ANGRA – Rio de Janeiro/RJ, 31 de maio de 2018

    Sabe aquela noite que valeu a pena mesmo que nem tudo tenha dado certo? Na verdade, que valeu a pena mesmo que algo tenha dado muito errado. É possível resumir assim a primeira passagem do Angra pelo Rio de Janeiro na turnê para promover o novo álbum, “ØMNI” (2018). Sim, primeira, porque falta agora uma apresentação sem… Bem, vamos por partes. O Circo Voador já estava lindamente abarrotado de gente – acredite, feriado no Rio de Janeiro, ainda mais prolongado, não significa casa cheia em shows – quando Fabio Lione (vocal), Rafael Bittencourt e Marcelo Barbosa (guitarras), Felipe Andreoli (baixo) e Bruno Valverde (bateria) mandaram ver “Nothing to Say”, o início de um “set list especial e variado”, como Lione anunciaria pouco depois. Desnecessário dizer que a lona entrou em ebulição, afinal, é um dos maiores clássicos da banda – e é de “Holy Land” (1996), um dos trabalhos emblemáticos do metal brasileiro.

    E aí veio a nova “Travelers of Time”, que todos sabiam cantar, sem contar a turma que abriu a primeira roda da noite, para alegria de Bittencourt. “Angels and Demons” surgiu em seguida e, apesar de já na estar na hora de algum outro exemplar de “Temple of Shadows” (2004) entrar no repertório, mostrou por que é uma das favoritas dos fãs. De “Secret Garden” (2014), “Newborn Me” e aquela seção instrumental espetacular no meio da canção soaram arrasadoras e foram muito bem acompanhadas pelo público, que continuou respondendo maravilhosamente bem ao passado – com “Time”, uma joia à la Queensrÿche presente em “Angels Cry” (1993) – e ao presente do Angra, porque “Light of Transcendence” foi a prova definitiva de que “ØMNI” caiu em suas graças. Não à toa, o coro com o nome da banda ecoou forte na casa, e o set list especial mostrava que o caminho seria um pouco de cada álbum – à exceção de “Aqua” (2010), com boa dose de razão.

    Com Bittencourt substituindo sozinho os corais do início, “Running Alone”, de “Rebirth” (2001), foi uma agradável surpresa, apesar de a expectativa por “Acid Rain”, originalmente no set, ter sido frustrada. Um momento de calmaria com a bela “Storm of Emotions” e um momento de “eu já sabia!” com “Insania”, porque estava na cara que seu refrão iria pegar fácil, fácil. Rolou piada com a falta de gasolina, “especialmente no Rio de Janeiro”, na hora de Bittencourt agradecer a todos por terem ido ao show; teve solo de bateria – curto, felizmente; e houve problemas. Lione, que desde antes vinha sofrendo com problemas técnicos, não escondeu sua irritação em “Black Widow’s Web”, uma das mais aguardadas da noite. Daí para frente, a situação só piorou. Fosse o microfone, fosse o fone/monitor ‘in ear’ de retorno, a situação fez com que Lione ficasse cada vez mais puto – mas muito puto – com o técnico da mesa de som lateral.

    Nem mesmo um vocalista da excelência de Lione consegue acertar o tom da música quando não consegue ouvir o que está acontecendo, então imagine tendo de fazer também as partes de Alissa White-Gluz – Bittencourt assumiu os vocais gravados pela Sandy. Mas o show tinha de continuar, apesar de te rolado uma esfriada no clima em “Upper Levels” – uma pena, porque aquele trecho instrumental ‘mezzo’ Kansas, ‘mezzo’ Rush merecia ovação – e em “ØMNI – Silence Inside”, a ponto de Lione inflar o público para tirá-lo de uma apatia que havia evaporado durante uma baita versão de “Z.I.T.O.” com Bruno Sá (Geoff Tate) na flauta. A ótima “Ego Painted Grey”, de “Aurora Consurgens” (2006), quase foi esquecida pelo vocalista, que voltou a sofrer com microfone/retorno em “Lisbon” (tome esporro no técnico, diga-se) e, ao fim do maior clássico de “Fireworks” (1998), atirou o pedestal no chão.

    O público? Ciente de que algo estava errado, fez a sua parte. Voltou ao estado normal de espírito em “Lisbon” e gritou com vontade o nome de Lione depois da excepcional “Magic Mirror”. Uma recompensa e um merecido reconhecimento ao vocalista que, com nova falha no microfone logo no início da música, transformou a raiva numa interpretação matadora junto ao instrumental técnica e criativamente impecável conduzido por Andreoli, Barbosa, Bittencourt e Valverde (entenda-se: cantou para cacete). Uma deixa providencial para o bis que começou com Bittencourt numa versão voz e violão de “Reaching Horizons”. Melhor, uma versão vozes e violão, porque foi bonito ver e ouvir os fãs cantarem sozinhos boa parte da “primeira música que o Angra compôs”, como lembrou o guitarrista, hoje o único integrante da formação original.

    “Este é o Angra de hoje, o Angra do futuro, o Angra do ‘ØMNI’”, disse Bittencourt, mandando um “obrigado a todos os ex-integrantes da banda” por terem ajudado a construir uma história de 28 anos, praticamente. E na apresentação da banda de hoje e do futuro, justiça feita a Lione, o mais aplaudido. Ele foi novamente prejudicado em “Rebirth”, uma vez que o microfone mal funcionou, mas contou com o apoio dos fãs, que cantaram um clássico da segunda fase do Angra que muito bem se aplica à nova era – com trocadilho – do grupo tendo o italiano nos vocais.

    Antes de “Reaching Horizons”, Bittencourt mencionou as rodas abertas na pista ao longo da noite: “Vontade de pular aí”. Promessa cumprida no medley de “Angels Cry” com “Nova Era”, que transformou o Circo num pandemônio. Por um instante parecia que o guitarrista havia largado o instrumento porque havia algum problema, mas não. Foi mesmo para se atirar na plateia e ser devolvido ao palco depois de uma breve seção de ‘crowd surfing’. Definitivamente, foi a imagem de um noite que valeu a pena, a imagem de uma banda que, apesar dos problemas, felizmente insiste em se renovar e se fortalecer. E que a noite tenha sido realmente apenas a primeira no ciclo de divulgação de “ØMNI”, para fazer com que aquela quinta-feira seja lembrada com um ensaio de luxo.

    Nota de rodapé: a abertura coube ao Maieuttica, formado por Allan Sampaio e Frank Lima (vocais), Rubens Junior e Lucas Rodrigues (guitarras), Bruno Pinho (baixo) e Vitor Arante (bateria). Promovendo seu segundo disco, “Hiatus: Ausência” (2018), o sexteto carioca apresentou um metalcore que pode agradar em cheio a ouvidos menos exigentes. Se o estilo se popularizou de tal forma que o sentimento de déjà vu é inevitável, a banda também não ajuda com seu som genérico. Imagine o Linkin Park resolvendo virar uma banda de heavy metal com algumas pitadas de Faith No More (muito por causa de alguns trejeitos vocais de Lima, responsável pelas partes extremas/guturais).

    É isso o que se ouviu em músicas como “Brame”, “Hidra”, “Além da Lei” e “O Paciente: Cárcere” – que contou até com a participação da modelo, dançarina e coreógrafa Thalita Ferreira –, somado a uma arrogância juvenil em algumas declarações de Lima, como “Nós somos o Maieuttica. Sim, é um nome difícil de falar” e “Quem não fugiu das aulas da filosofia sabe o que significa”. Acredite, Maieuttica não é um nome difícil de falar. Difícil é decifrar alguns logos de bandas de black metal. E imagino que, assim como o vocalista, aqueles que se formaram em filosofia ou que são da área de humanas em geral lembrem tudo o que aprenderam nas aulas de matemática, geometria, física, química…

    Set list
    1. Nothing to Say
    2. Travelers of Time
    3. Angels and Demons
    4. Newborn Me
    5. Time
    6. Light of Transcendence
    7. Running Alone
    8. Storm of Emotions
    9. Insania
    10. Bruno Valverde Solo
    11. Black Widow’s Web
    12. Upper Levels
    13. Z.I.T.O.
    14. ØMNI – Silence Inside
    15. Ego Painted Grey
    16. Lisbon
    17. Magic Mirror
    Bis
    1. Reaching Horizons
    2. Rebirth
    3. Carry on / Nova Era
     
  • MX: Assista o lyric vídeo de “Lucky”

    MX: Assista o lyric vídeo de “Lucky”

    Os Thrashers do MX acabam de lançar o lyric vídeo da novíssima Lucky, música de seu mais novo trabalho, A Circus Called Brazil.  Você pode conferir o vídeo abaixo.

    “A Circus Called Brazil” foi lançado em diversas plataformas digitais. O formato em CD será lançado pela Shinigami Records no começo de Julho. Ouça “A Circus Called Brazil” no Spotify:

    https://open.spotify.com/album/0IGEXyJK9rxP8LwsJMTL7R?si=MrKFuFUNT9G0ATguAhmtew

    O disco tem 10 músicas inéditas – na versão em CD terá mais uma bônus, “Speedfreak”, cover do Motorhead, que foi lançada originalmente no CD “Going To Brazil – The Brazilian Motorhead”.

    A produção de “A Circus Called Brazil” é de Thiago Hospede em parceria com a banda, e gravado nos estúdios Lamparina.

    A capa do álbum faz reviver o velho conhecido dos fãs, “Simon”, o padre de “Simoniacal” (1988), embora, pelo título escolhido, a tônica recaia sobre o personagem que representa o sofrido povo brasileiro. A arte é de autoria do desenhista e escultor, Cleyton Amorim.

    Assista também o videoclipe de “Fleeing Terror”, primeiro single de “A Circus Called Brazil”:

    https://www.youtube.com/watch?v=MP3Acfk1lH4

    O MX foi formado no ABC Paulista em 1985, e possui além de “A Circus Called Brazil”, os seguintes álbuns; “Simoniacal” (1988), “Mental Slavery” (1989), “Again” (1997), “The Last File” (2000) e “Re-Lapse” (2014). Eles são considerados uma das mais importantes do gênero no país. Entre os admiradores da banda estão o vocalista do Ghost, Papa Emeritus, e Michael Amott, do Arch Enemy (ex-Carcass).

    A formação traz Alexandre “Dumbo” Gonçalves (guitarra e vocal), Décio Jr. (guitarra), Alexandre “Morto” Favoretto (baixo e vocal), e Alexandre Cunha (vocal e bateria)

    Siga o MX em seus canais oficiais:

    https://www.bandamx.com.br/

    https://www.facebook.com/mxthrash/

    https://www.youtube.com/channel/UCqexmmFrI5U0Z6VchJXtpcQ

    Edições avulsas, assinatura física e digital. Conheça a nossa Roadie Crew Shop – acesse https://roadiecrew.com/roadie-shop  
  • MAYHEM show no Rio de Janeiro é transferido para o Teatro Odisseia, com promoção de ingressos

    MAYHEM show no Rio de Janeiro é transferido para o Teatro Odisseia, com promoção de ingressos

    O Teatro Odisseia (avenida Mem de Sá, 66, na Lapa) é o novo local onde se apresentará a lenda do black metal Mayhem, dia 8 de junho (sexta-feira), no Rio de Janeiro. Além da transferência da casa de show, as produtoras Obscur. e Abraxas também anunciam que os ingressos agora custam R$ 90 (com a opção de parcelar em até 10 vezes no cartão), e garante a devolução imediata, na portaria, antes do espetáculo, dos R$ 20 de quem já garantiu a entrada por R$ 110. Na porta, custará R$110 a meia ou com 1 quilo de alimento não perecível; R$220, a inteira.

    Por motivos de uma mudança tão repentina e uma troca de horários, os que desejarem reembolso total do valor do ingresso por favor mandar um e-mail para [email protected].

    MAYHEM, REFERÊNCIA EM MÚSICA EXTREMA – Quando lançado em maio de 1994, De Mysteriis Dom Sathanas foi notícia do mundo inteiro, dentro e fora do universo da música extrema. Já há alguns anos, na Noruega, o Mayhem se tornara referência da segunda onda do black metal, seja pela sonoridade ríspida e brutal ou pela forma como engajou pessoas a se interessar e vivenciar o estilo musical, mesmo que por diversas vezes com consequências desastrosas. Tudo se trata de histórias que se mantêm relevantes mesmo 25 anos depois, pulsantes, como o Rio de Janeiro poderá comprovar no dia 8 de junho, no Casarão Ameno Resedá.

    Repleto de polêmicas, mas também de características que tornaram o álbum e a banda eternos no metal, a nova turnê dos noruegueses que chega ao Rio de Janeiro, com realização da Obscur. Produções (que tem no currículo shows na capital carioca do Brujeria, Pestilence, Krisiun, Nervosa, entre outros) em parceria da Abraxas, é nada menos do que essencial a qualquer fã de música. Com o passar dos anos, o álbum ainda a perfeita síntese do semblante do black metal.

    De Mysteriis Dom Sathanas, o primeiro disco do Mayhem de uma discografia de cinco full length, muitos registros ao vivo, EPs, singles e bootlegs que valem ouro, será tocado na íntegra nesta nova turnê pela capital carioca. É deste álbum os clássicos mais gelados e cortantes do black metal, como ‘Funeral Fog’, ‘Freezing Moom’, ‘Life Eternal’ e ‘Buried by Time and Dust’.

    Jornalista da Rolling Stone, Kory Grow afirmou que De Mysteriis Dom Sathanas erradia angústia e provoca sentimentos como uma obra do literário Bram Stoker (romancista irlandês que escreveu Drácula) com alguns aspectos de Edgar Allan Poe. “Ditou o tom da música extrema de toda uma geração, inspirando uma legião de headbangers”, disse.

    Dom Lawson, resenhista do relevante jornal britânico The Guardian, certa vez cravou que De Mysteriis Dom Sathanas é o álbum mais importante da saga do black metal norueguês. Escreveu, também, que o disco tem uma “velocidade implacável e guturais inumamos em cantos de podridões do vocalista Attila Csihar”, aliás, quem assumiu os microfones do Mayhem meses depois do lançamento do disco e após alguns incidentes na formação que o gravou.

    No Metal Storm, um dos sites sobre heavy metal mais antigos ainda em atividade, o jornalista Herzebeth destacou as diversas camadas sonoras que existem em De Mysteriis Dom Sathanas, com muitas passagens que rementem a um sentimento devastador provocador pelo rigoroso inverno na Noruega. “Todas as faixas são acima da média do padrão black metal”, afirma.

    Mayhem dia 8/6 no Teatro Odisseia (Rio de Janeiro) Eventohttps://www.facebook.com/events/1541632855953704 Data: 8 de junho de 2018 Horário: abertura das portas às 18 horas Local: Teatro Odisseia Endereço: avenida Mem de Sá, 66, na Lapa Bandas de abertura: Enterro, 7 Peles e Svatan Ingresso onlinehttps://bit.ly/mayhem-rj 1º lote antecipado promocional: R$ 90,00 (+ R$ 9,00 taxa) Ingresso físico: Méier, na Loja Inside Rock (Avenia Amaro Cavalcanti, 157): dinheiro e cartão Barra, na Loja Rock n Roll (Shopping Via Parque): somente dinheiro Catete, na Sempre Música Discos (Rua Corrêa Dutra, 99; sobreloja 216): somente dinheiro Niterói, na Kasamata (Rua da Conceição, 101, SL 55): somente dinheiro Censura: 18 anos   Edições avulsas, assinatura física e digital. Conheça a nossa Roadie Crew Shop – acesse https://roadiecrew.com/roadie-shop
  • HEADHUNTER D.C. “Feliz Aniversário Caçadores de Cabeças”

    HEADHUNTER D.C. “Feliz Aniversário Caçadores de Cabeças”

    No dia 31 de Maio deste ano uma das maiores bandas de Death Metal do Brasil comemora ininterruptos 31 anos de existência… sendo uma das bandas pioneiras do estilo no país. O grande Headhunter D.C.

    Para comemorar esta data em grande estilo, a Roadie Crew está preparando um material histórico… Fiquem ligados!!!!

    VIDA LONGA AO VERDADEIRO METAL DA MORTE!!!!

     
  • Confira “Hewed With The Brand”, novo vídeo do WILL HAVEN

    Confira “Hewed With The Brand”, novo vídeo do WILL HAVEN

    O novo vídeo para Hewed With The Brand, dirigido por Brian Cox/Flarelight Films, dos veteranos do noise metal, WILL HAVEN, pode ser visto abaixo. A música é tirada do sexto álbum da banda, Muerte, que foi lançado em 23 de março pela Minus Head Records.

    O guitarrista Jeff Irwin comenta: “Nós amamos esse novo vídeo. Brian Cox fez um ótimo trabalho ao capturar a banda ao vivo, bem como ligando o novo álbum muito bem. Foi um vídeo divertido de filmar. E uma pequena nota de rodapé – foi filmado no meu aniversário…”.

    O WILL HAVEN nasceu em 1995, em Sacramento, Califórnia. Durante mais de duas décadas, eles produzem uma mescla absurdamente intensa e pesada de hardcore, metal extremo, noise e música experimental, tudo com qualidade e inventividade digna de uma lenda do underground. O WILL HAVEN experimenta uma vida completamente nova em seu som com Muerte, mesclando notas de seu passado, que aqui incorpora tons modernos para criar um ataque auditivo caótico e perturbador.

    “Olhando agora, passamos dois anos trabalhando nesse disco”, diz Irwin. “Tivemos mais tempo do que nunca para ajustar a música. Nós realmente nos beneficiamos disso. Nós também estamos mais em sintonia com quem somos. Foi a primeira vez que parei e pensei, ‘Não há nada mais que eu possa fazer para tornar esse disco melhor’.”

    Ao longo de 2017, os membros do WILL HAVEN secretamente gravaram Muerte no Pus Cavern Studios em Sacramento, com Joe Johnston fazendo engenharia produção ao lado de Irwin. Eles reuniram uma visão mais corrosiva, caótica e coesa do que nunca sobre suas 11 faixas. A masterização ficou a cargo de Logan Mader (DEVIL YOU KNOW, FEAR FACTORY, PERIPHERY).

    Edições avulsas, assinatura física e digital. Conheça a nossa Roadie Crew Shop – acesse https://roadiecrew.com/roadie-shop
  • TERROR anuncia novo álbum

    TERROR anuncia novo álbum

    Um dos mais importantes grupos de hardcore da atualidade, o TERROR, de Los Angeles, lançará seu oitavo álbum de estúdio, Total Retaliation, na primavera, pela Nuclear Blast na Europa e Pure Noise no resto do mundo. O disco foi gravado no estúdio Graphic Nature Audio em Belleville, New Jersey, com o produtor Will Putney (BODY COUNT, THE ACACIA STRAIN).

    O último lançamento do TERROR foi o EP The Walls Will Fall, lançado em abril de 2017 pela Pure Noise Records (digital, CD) e Triple B (vinil).

    O vocalista Scott Vogel disse ao ‘New Noise’ que a inspiração lírica para The Walls Will Fall veio de um período em 2016, quando ele acabou confinado em sua sala de estar devido a uma lesão na coluna vertebral, quando permaneceu o tempo todo fixado no noticiário. “No segundo semestre de 2016, eu estava de olhos fixos na CNN, todo o tempo, assistindo a essa eleição”, disse ele. “Vendo que, em 2016, há muita gente falando sobre a construção de um muro para estabelecer fronteiras. Eu pensei no quão louco é estarmos em 2016, agora 2017, falando sobre construir esse muro com pessoas torcendo por isso, em vez de olhar quais são os problemas reais. Eu estou esperando – é difícil ter esperança às vezes, [mas] você tem que esperar que as pessoas comecem a ver as coisas de maneira diferente, que resolvam os problemas reais em vez de ficar colocando barreiras de ‘nós contra eles’”.

    The Walls Will Fall seguiu o mais recente álbum completo do TERROR, The 25th Hour, de 2015.

      Edições avulsas, assinatura física e digital. Conheça a nossa Roadie Crew Shop – acesse https://roadiecrew.com/roadie-shop
  • Stefan Kaufmann volta a se unir temporariamente ao U.D.O.

    Stefan Kaufmann volta a se unir temporariamente ao U.D.O.

    O guitarrista Stefan Kaufmann se juntou ao U.D.O. – banda de metal alemã liderada pelo ex-vocalista do ACCEPT, Udo Dirkschneider – para as aparições do grupo programadas para os festivais de verão.

    A banda U.D.O. declarou em um comunicado: “Estamos muito orgulhosos e felizes por Stefan estar conosco durante o período de festivais de 2018. Mas, novamente, a (re)aparição de Stefan com a banda é apenas temporária. O nome do novo guitarrista permanente que irá se juntar a nós depois do verão será anunciado em breve”.

    Kaufmann deixou o U.D.O. em setembro de 2012 por motivos de saúde.

    Ele foi o baterista do ACCEPT em nove álbuns, mas foi forçado a desistir de tocar bateria depois de sofrer uma grave lesão nas costas.

    Stefan entrou para o U.D.O. como guitarrista em 1996, após o segundo rompimento do ACCEPT, e gravou nove álbuns com eles, incluindo seu mais recente lançamento com o grupo, Rev-Raptor, de 2011.

    O U.D.O. planeja lançar seu novo álbum de estúdio, sucessor de Decadent (2015) em agosto.

    Edições avulsas, assinatura física e digital. Conheça a nossa Roadie Crew Shop – acesse https://roadiecrew.com/roadie-shop
  • Em novo EP, ITD avança com doom metal cantado em português

    Em novo EP, ITD avança com doom metal cantado em português

    Puxado pelo single Peregrinação, lançado na primeira quinzena de maio, a banda de doom metal brasiliense Into the Dust, a ITD, acaba de lançar o seu segundo EP. As quatro faixas do registro, disponíveis nas principais plataformas de streaming via Abraxas Records, podem ser conferidas aqui: https://ONErpm.lnk.to/ITD
     
    O novo EP, sem nome, é um complemento natural do EP originalmente lançado em 2014 e disponibilizado ano passado pela Abraxas para streaming. É doom cantado em português, por diversas vezes escatológico, mas também com duras críticas à avareza e mesquinharia que corrói o homem.
     
    A faixa de abertura, ‘Escolhido’, é uma alegoria sobre o ser humano e sua função social no mundo. A seguinte, ‘Relíquias do Caos’, retrata Brasília, mais exatamente sobre a destruição moral dos políticos corruptos.  Já ‘Era Sombria’ é basicamente sobre egoísmo, emendada a um bônus, ‘Fraus’, que fala sobre misericórdia.
     
    Apesar de Black Sabbath ser o principal norte da ITD, referências além doom também pontuam este EP, que ora é arrastado, ora aposta no peso cadenciado. Para o baixista Sandro Santos, este novo material tem um aspecto de “volta às origens” da banda, ao mesmo tempo em que continua a incrementar a música com outras possibilidades sonoras.  Entre algumas influências, Santos cita os norte-americanos do Eyehategod, lendário nome do sludge/doom metal, na ativa há quase 30 anos, e que se apresentará pela primeira vez no Brasil nos dias 13 e 14 de outubro, no Abraxas Fest.  
     
    Completam o ITD Humberto (bateria), Nossat (guitarra/vocal) e Glauber (guitarra). O lançamento ao vivo do EP acontece dia 30 de junho, em Brasília, no Ragnarock Cultura Underground (Ceilândia). Para a ocasião, a Into the Dust convida quatro bandas: Soror, A Peste, Device e Lastro.
    Edições avulsas, assinatura física e digital. Conheça a nossa Roadie Crew Shop – acesse https://roadiecrew.com/roadie-shop
  • Começaram as gravações do novo álbum do OVERKILL

    Começaram as gravações do novo álbum do OVERKILL

    Os thrashers veteranos de New Jersey, OVERKILL, entraram no estúdio para começar a gravar a sequência do álbum The Grinding Wheel, de 2017. O disco marcará a estreia da banda com o baterista Jason Bittner (SHADOWS FALL, FLOTSAM AND JETSAM), que se juntou ao OVERKILL no ano passado.

    O vocalista do OVERKILL, Bobby “Blitz” Ellsworth falou ao ‘Patch.com’ sobre a direção musical do novo material da banda: “O que eu noto é que há partes dele que mergulham no heavy metal realmente clássico, que é impulsionado pelo riff. Há um tipo de riff de metal brutal e também há um riff de heavy metal, o riff brutal sendo mais no sentido moderno do OVERKILL, mas o riff clássico leva de volta para a sensação de Feel The Fire, Taking Over, The Years of Decay”.

    “Eu acho que o que estamos fazendo é manter esses riffs clássicos, mas adicionando a brutalidade depois”, continuou ele. “Então tem a vibração do heavy metal clássico, com a agressão gerada por ele. Obviamente, não vamos soar progressivos ou caminhar fora da trilha que estamos seguindo. Seria um exagero. Mas o resultado final é realmente excitante, porque notamos cada diferente nuance. Então, eu acho que vai ser interessante”.

    Perguntado sobre o que Jason trouxe para a banda, Ellsworth disse: “Ele colocou muito trabalho no álbum e sua empolgação se espalhou para todos nós. Ele é a primeira pessoa nessa banda que é profundamente treinada tecnicamente. Essa é uma das mais coisas interessantes sobre este projeto. Esse cara é muito próximo de um virtuoso quando está socando as peles da bateria”.

    O próximo álbum de estúdio do OVERKILL está programado para fevereiro de 2019, e uma turnê mundial deverá ser iniciada em março do ano que vem.

      Edições avulsas, assinatura física e digital. Conheça a nossa Roadie Crew Shop – acesse https://roadiecrew.com/roadie-shop