O grupo COHEED AND CAMBRIA, anunciou detalhes sobre o seu novo álbum e disco de estreia pela sua nova gravadora, a Roadrunner Records. The Unheavenly Creatures contará com quinze canções, um verdadeiro épico de 78 minutos, que mostrará o COHEED AND CAMBRIA retornando à narrativa conceitual de “The Amory Wars”. Na semana passada a banda lançou pré-vendas para o imersivo versão Vaxis – Act 1: The Unheavenly Creatures Limited Edition Deluxe Box Set do álbum. As pré-vendas do álbum padrão The Unheavenly Creatures começarão na sexta-feira, 29 de junho, com novas músicas do próximo LP chegando na próxima semana.
Com lançamento previsto para 5 de outubro, o box inclui um romance de ficção científica ilustrado de capa dura com mais de 80 páginas, com imagens em cores surpreendentemente realísticas de Chase Stone, bem como a história completa Act 1, escrita pelo vocalista Claudio Sanchez e sua esposa, Chondra Echert. O conjunto também abriga uma máscara de plástico rígido (que pode ser usada) do personagem principal da trama The Unheavenly Creatures, uma cópia em CD do álbum, bem como o álbum bônus exclusivo, The Crown Heights Demos, mostrando as músicas em sua forma original. Itens adicionais incluem um pôster desdobrável de três painéis de capa expandida do álbum, e o The Unheavenly Creatures Black Card, que permitirá a todos os titulares de cartão acesso antecipado a ingressos nas datas principais da nova turnê do COHEED AND CAMBRIA.
No dia 10 de agosto, a banda alemã VAN CANTO lançará o seu sétimo álbum de estúdio, Trust in Rust, via Napalm Records. O ‘lyric video’ oficial para a faixa de abertura do disco, Back In The Lead pode ser visto abaixo.
Desde 2006, eles vez trazendo o poder do vocal puro para o mundo do metal. Agora composto por sete membros, Trust In Rust do VAN VANTO cobre uma ampla gama de estilos, do melódico ao bombástico, mostrando toque típico da banda em baladas, no hard rock e nos hinos do speed metal. As versões cover, desde Ride The Sky do HELLOWEEN (com a participação de Kai Hansen do HELLOWEEN e GAMMA RAY) até Hells Bells do AC/DC, dão aos ouvintes uma visão completamente nova da banda vocal. O som de Trust In Rust reflete as experiências variadas do VAN CANTO na estrada, com poder ininterrupto e paixão pela voz humana em heavy metal.
O VAN VANTO comenta sobre o novo álbum: “Se você lança sete álbuns em 12 anos, você não conseguirá enferrujar. No entanto, o novo álbum é mais áspero e mais metal. É um trabalho composto por todos os sete membros da banda, cheios de novas ideias mas sem perder o bom e velho estilo VAN CANTO. Ainda estamos animados com o que estamos fazendo e acreditamos em nós mesmos – Trust in Rust!”
Com mais de 20 anos de carreira a banda Deformity BR se tornou definitivamente uma das mais importantes e avassaladoras bandas de nosso cenário. Nesta trajetória conquistada com muito sangue, suor e dedicação a Deformity BR está no hall das bandas mais respeitadas do estilo. O seu fundador e mestre em física (não preciso nem mencionar sua inteligência) Yuri Hamayano nos concedeu gentilmente esta entrevista para que possamos saber como a banda superou todas as dificuldades e hoje, após retomados seus batimentos cardíacos, continuam derretendo nossos tímpanos.
Yuri Hamayano, Foto por: Divulgação
A Deformity BR foi fundada em 1995 na cidade de Feira de Santana e por todos esses anos a banda se manteve fiel ao estilo. Como surgiu a proposta de fazer o Brutal Death Metal? Fale-nos a respeito dessa criação sangrenta chamada Deformity BR…
Yuri Hamayano: Eu e Julio (guitarra) somos os fundadores da banda. Nós nos conhecemos em 1993 e participamos de outro projeto juntos. Felizmente aconteceram brigas e divergências nesse projeto, assim decidimos sair para fundar a Deformity. O engraçado é que, no início, não havia nada de Brutal Death Metal. Sequer tínhamos uma ideia clara de como seria o som. Nessa época, as composições tinham uma influência Death/Doom e Lucio já estava fazendo o vocal conosco. Nem sonhávamos com “blast beats”! As músicas eram bem mais lentas e as partes mais rápidas possuíam uma pegada mais tradicional Death Metal. Em 1997 eu tive que me ausentar por um ano para estudos e, nesse interstício, Lucio acabou apresentando bandas mais brutais para Julio, como o Cannibal Corpse, Carcass, Brutal Truth, Napalm Death e Terrorizer. Essas bandas não me chamavam muito a atenção. Eu ainda estava vidrado em bandas como Slayer, Gorefest e Paradise Lost. Além disso, até aquele instante, eu ainda não havia sido apresentado ao conceito “splatter”, mas mesmo assim tive uma brilhante ideia de começar a retratar os acontecimentos com muito sangue, além de eventos brutais e doentios nas letras (também conheci o Mortician nessa época). Quando nos reencontramos, Julio me mostrou as novas composições que definiram o atual estilo da banda; do meu lado, os apresentei minhas novas ideias para as letras – Lucio me explicou que aquilo já existia e era denominado “splatter”. Assim nasciam os clássicos “Agony Yells” e “Bloody Banquet”. Entramos de vez no mundo do Splatter Death Metal e o som foi se tornando cada vez mais brutal, como um carro velho que desce uma ladeira esburacada e sem freios.
Julio Nascimento, Foto por: Divulgação
Feira de Santana é uma cidade que foi apelidada como a “Princesa do Sertão” pelo escritor Ruy Barbosa e que é um celeiro de bandas importantíssimas no underground. Como você vê a cena na região atualmente?
Yuri Hamayano: Se formos bem precisos quanto à geografia, Feira de Santana não está exatamente no sertão da Bahia… kkkkk… Sem me prender a essas questões secundárias, posso estender seu questionamento a todo o interior da Bahia, excluindo apenas a região metropolitana de Salvador. Dessa forma não deixo de citar bandas como a Suffocation of Souls que, dentre as interioranas, ainda é nova, mas já alçou voos mais altos (e fazem um Thrash foda). A cena do interior vai muito bem (em termos de bandas), obrigado! Sempre tivemos ótimas bandas, algumas delas conseguiram sobreviver, outras não; e já existem tantas outras novas… o pessoal não para! Assim, posso citar alguns nomes que me vêm rapidamente à mente, como: Braincancer, Impios, Inside Hatred, Bastard, Kerberus, Sades, Second Face, entre outros; em Feira de Santana, mais especificamente, temos Human, MetalWar, Martyrdom, Pestis, Erasy e Pathfinders que já estão na batalha há algum tempo; outras começando agora, como a Gaia Beta. É muito bom perceber que a cena metálica baiana não está mais restrita à região metropolitana de Salvador. O interior, além das bandas, tem conseguido apresentar ótimos festivais, muitos bons fanzines e uma estrutura foda. Só fico triste porque estamos passando por um momento de baixa de público. Já passamos por outros momentos como esse e percebo que é um movimento cíclico da cena. Imagino que este seja um desses momentos de transição entre gerações. Muitos bangers antigos somem e os novos ainda não se sentiram agentes do próprio cenário. Por isso a importância em acolher e cativar o sangue novo. Aqui em Feira de Santana foi criado um grupo para tentar discutir coletivamente os problemas do cenário, especialmente do interior da Bahia. Já fizemos uma mesa redonda para discutir essas questões com a participação do público e esses esforços já têm resultado em boas ideias. Agora só nos falta pôr mãos à obra e colocar os projetos para frente. Espero que o fortalecimento venha num curto tempo, toda a Bahia ganha com isso!
Krusius Barreto, Foto por: Divulgação
A última vez que os vi ao vivo, a banda contava com o Fúlvio (Ex-Sower) e também com um dos vocais mais brutais que eu conheço: Lúcio. Hoje a banda não conta mais com ele no vocal. Qual o motivo desse afastamento?
Yuri Hamayano: Cara, então já faz muito tempo que você viu uma apresentação nossa! 2002/2003? A saída será irmos a São Paulo para uma apresentação! Kkkkk… Nós temos muito apreço pelos ex-integrantes da banda. No caso do Fúlvio, mesmo tendo ficado conosco por muito pouco tempo, ele conseguiu fazer contribuições importantes, trazendo ideias e experiências. Seria interessante ainda tê-lo na banda… aliás, seria bom se todos os ex-integrantes pudessem continuar juntos conosco na Deformity. Imagine! Uma banda com 20 integrantes! Kkkk… Com relação a Lucio, concordo contigo: é um dos vocais mais brutais e versáteis que eu tive o prazer em conhecer. Infelizmente divergências aparecem e elas vão minando as relações entre as pessoas. Isso é a coisa mais natural do mundo! O estranho é ver as pessoas terem o amadurecimento para conseguir repensar as situações e contornar os problemas. Foi muito triste, pois era inimaginável tê-lo fora da banda. Afinal, havia a amizade de anos, além do fato de a Deformity BR ser caracterizada exatamente por seu timbre. Mas creio que o seu afastamento tenha sido a melhor solução. Estávamos preocupados em como solucionar o problema da carência de uma voz que pudesse ser a nova cara da Deformity. Não saímos à procura de novos vocalistas, mas mesmo assim, com a notícia da saída de Lucio, algumas pessoas demonstraram interesse na posição e ofereceram ajuda – um deles com o vocal tão fudido e versátil quanto o do próprio Lucio (coisa que eu não imaginava que pudesse acontecer). O engraçado é que você não se dá conta da repercussão que sua banda possui até acontecer um evento como esse. Conversamos entre nós e decidimos que o baixista Krusius também assumiria o vocal, afinal ele já estava acumulando essas duas funções em alguns shows que Lucio ficou impossibilitado de viajar. Seu timbre é completamente diferente daquele de Lucio e do que estávamos acostumados. É mais fechado, mais grave. Mesmo assim ficamos supercontentes com o resultado desse novo casamento! Em breve, quanto lançarmos um novo registro fonográfico, vamos compartilhar essa nova experiência com os bangers. Esperamos desde já pelas críticas!
Diego “Corpsegrinder”, Foto por: Divulgação
Falando um pouco de você e de sua trajetória como um baterista de um alto nível técnico, você também fez parte do Mystifier. Como foi a experiência de estar dando suporte a essa renomada banda?
Yuri Hamayano: Alto nível técnico? É mesmo? Kkkk… Para ser sincero, nem sei como é que meu nome apareceu na cabeça de Armando (Beelzebuth)… kkkkk. Um belo dia, Elimar do Thundergod Zine me ligou para dizer que Armando queria conversar comigo e tinha interesse em me ter tocando bateria para alguns shows do Mystifier. Aceitei, afinal quando escutei o “Born… Suffer… Die” e o “Goetia” pela primeira vez, caralho… Amor à primeira vista. Eu nem tinha noção de que aqui, tão perto, havia bandas naquele nível! Como não aceitar? É foda poder tocar com uma banda que se admira! Armando é um cara que sempre pensa à frente. Aprendi muito com ele, com a sua forma estabelecer as metas, com sua forma de pensar a banda. Armando tem um pensamento muito profissional e foi foda observar o processo da Mystifier estando do outro das cortinas. Pena que na época ele estava desanimado para compor e não pude participar desse processo. Mas deu para acumular toneladas de experiências boas. Creio que também tenha deixado a minha marca… kkkk… com minha personalidade metódica… kkkk. Além disso, tive o prazer de tocar em diversos estados brasileiros, ir à Alemanha, conhecer muita gente, montar rede de contatos. O Mystifier foi um agente importante do meu amadurecimento como músico e como integrante do underground!
Por um tempo pensei que você estaria como membro efetivo do Mystifier. Você esteve de 2006 a 2013 ao lado deles, o que é bastante tempo. Em algum momento você pensou em estar com eles definitivamente?
Yuri Hamayano: Cara, e foi esse tempo todo mesmo? Fique surpreso aqui! Achava que teria sido até 2011… Aturando Armando (Beelzebuth), realmente muito tempo! kkkk… Na verdade, comecei como um músico contratado. Quando fui para a primeira turnê com eles, eu ganhava por show! Foi ótimo, tocar numa banda que se admira, fazer o que gosta e ainda receber por isso! Kkkk… Fiz duas turnês nesse formato. Depois disso, parece que o dinheiro diminuiu e ele me convidou a ficar como membro fixo na banda… Eu preferia o formato antigo… kkkkkk. Enfim, eu creio que fui considerado como membro da banda… kkkkk. Mas não havia como ficar definitivamente na banda, afinal, após pouco tempo, as viagens para as turnês começaram a se tornar cada vez mais frequentes. Nessa época eu ainda estava no mestrado em Física e tinha certa flexibilidade com o tempo, mas hoje sou funcionário público e tenho uma família– atividades altamente incompatíveis com quem sonha em estar na estrada, trilhando os caminhos do Heavy Metal. Certo dia, Armando me ligou comentando acerca de uns shows… Eu lhe disse que as datas acabavam chocando com um congresso. Ele perguntou sobre a possibilidade de levar outro baterista e foi aí que percebi que o melhor era jogar a toalha.
1999 Disgrace is Coming “Demo”
Voltando ao foco, vamos voltar a falar do Deformity BR. Apesar da banda iniciar suas atividades em 1995, o primeiro registro foi a demo “Disgrace Is Coming”, gravado em 1999, que conta com apenas uma música de mesmo nome. Como foi a receptividade por parte do público no lançamento deste registro?
Yuri Hamayano: O fato interessante é que essa não era a nossa primeira composição à época, como eu já deixei claro anteriormente. Nós a escolhemos por ser mais brutal e insana! Não tínhamos a intenção de gravar apenas uma música, mas os nossos planos eram incertos. Era a nossa primeira vez num estúdio, por que gravar apenas uma música? Uma coisa é certa: o fator financeiro influenciou fortemente a gravarmos apenas “Disgrace is Coming”. A demora em lançar a demo ocorreu por conta de todo o processo de definição de nossa identidade musical, como eu comentei. Além disso, Feira de Santana não dispunha de técnicos que pudessem entender e nos ajudar com o nosso tipo de som. Ao observar que o Malefactor havia acabado de lançar o “Celebrate Thy War”, pensamos na possibilidade de ir ao mesmo estúdio, mesmo com o dinheiro limitado. Sequer tínhamos estrutura para uma gravação: levamos material emprestado de bateria, o estúdio conseguiu um amplificador de guitarra emprestado. Não tínhamos a mínima noção de como seria a “coisa”. Quando pisamos os pés no estúdio, o cara logo nos disse: man, está contando! Kkkk… Aquilo nos desestabilizou. Foi a maior correria para fazer a gravação. Ao final do primeiro dia, tínhamos gravado a bateria e a guitarra para uma única música. Voltamos para casa com a sensação de que deveríamos fazer um esforço com o dinheiro para gravar uma segunda, mas, no dia seguinte, quando retornamos ao estúdio, eis que recebemos a notícia que o amplificador de guitarra já havia sido devolvido. A única opção era gravar o baixo e o vocal e retornar a Feira de Santana. Surpreendentemente, o resultado dessa gravação teve tanta energia, que todos os que tiveram a oportunidade de escuta-la, ficaram impressionados. Foi um material muito mal divulgado, mas serviu como um bom cartão de visitas. Creio que foi com ela que conquistamos o público de Salvador. Lembrando de uma história… Certa vez, convidamos uma guitarrista para tocar conosco. Então levamos a demo para que ele pudesse fazer uma audição – conquistamos o cara no mesmo instante, que ficou surpreso com a desgraça!
Depois de dois longos anos a banda lança a segunda demo “Fleshless Remains”, com quatro faixas do mais puro e Brutal Death Metal. No seu ponto de vista, foi a partir dessa demo que a banda começou a ser conhecida na cena brasileira? Pelo que tenho visto, essa demo é muito procurada até hoje pelos amantes do estilo…
2001 Fleshless Remains “Demo”
Yuri Hamayano: Exatamente isso. Eu tive uma preocupação enorme com a divulgação da “Fleshless Remains”. Catei o contato de muitos zines, mandei para algumas revistas da época, preparei um monte de flyers. Creio que ela tenha chegado à muita gente, principalmente no sudeste do país. Quando comecei a viajar com o Mystifier, notei o quanto essa divulgação havia sido efetiva, pois as pessoas me procuravam para perguntar pela Deformity, enquanto que outras comentavam que trocavam cartas comigo. Em outros momentos, encontrava com pessoas que relatavam possuir a demo… É muito gratificante sentir que as pessoas tiveram acesso ao seu trabalho. Tivemos a preocupação em incluir a faixa “Disgrace is Coming”, já que ela não tinha sido muito divulgada, e percebemos que essa havia ficado mais brutal que as demais. Lucio ficou abusando quanto a isso por um bom tempo. Logo depois de seu lançamento, as fitas K7 entraram em desuso e passamos a divulgar a demo no formato demo-CD. Recentemente, algumas pessoas voltaram a perguntar pelo formato fita K7. Tenho que me organizar para voltar a divulga-la, pois perdi os arquivos da capinha.
Já com muita visibilidade no extremo underground, a banda, em 2002, foi convidada a participar de um split CD, lançada pelo selo brasiliense Kill Again Records, junto com as bandas: Imperial Devastation, Sangrena e Purgatory. Como foi recebido esse convite por vocês? Como foi participar deste split?
2002 Killing All The Posers “Split”
Yuri Hamayano: Isso foi fruto da ótima repercussão da demo “Fleshless Remains”. Conhecíamos o Jaime Amorim do The MetalVox e ele nos deu uma grande ajuda com a divulgação. Ele é uma pessoa muito bem relacionada dentro do underground e usou a sua rede de contatos para nos dar uma força. Com isso, ele facilitou a nossa participação na trilha sonora do filme “Feto morto”, da Black Vomit Filmes (blackvomit.com.br). Outro contato importantíssimo intermediado por Jaime foi com Antonio Rolldão, da Kill Again Rec. Isso possibilitou a nossa ida a Brasília para abrir o show do Vader, além do convite para participar do CD coletânea “Killing all the Posers”. Todos esses três fatos foram recebidos com muito entusiasmo pela banda. A primeira vez a aparecer num CD prensado oficialmente é uma experiência muito empolgante! Não havia como negar essas propostas! Essa coletânea também ajudou bastante em nossa divulgação. As demais bandas são foda… Infelizmente, apenas a Sangrena ainda está em atividade. Agradecemos ao Jaime Amorim (themetalvox.com.br) e a Rolldão pelo suporte, ajuda, e força que eles deram. A Deformity sempre estará em dívida com eles!
Quatro anos depois (bastante tempo) a banda lança, em 2006, mais uma demo com um título bem interessante (“There’s More Blood Coming”), que nos remete ao título da primeira demo e conta com apenas duas músicas. Qual o motivo para lançar seus materiais com longos espaços de tempo?
2009 Advanced Tracks For Annihilation “Promo”
Yuri Hamayano: Pois … lembra quando eu citei o grande Fúlvio? Ele teve participação direta na composição de “Squeezing Necks”, que saiu nessa demo. As contribuições dadas por ele, além da participação de Diego nessa época, começaram a traçar uma nova rota para a Deformity, que culminou no resultado apresentado no EP “Torturing Unfortunate People”, 10 anos após a ideia ser iniciada. Falando novamente acerca da questão temporal, havia dois grandes fatores que sempre foram decisivos para a demora entre os nossos lançamentos. O primeiro deles, já comentado, estava relacionado com a parte técnicas, como a carência de produtores especializados na cidade, escassez de dinheiro à mão para conduzir as ideias, falta de experiência dos músicos e, principalmente, falta de estratégias para a divulgação da banda. “There’s more blood coming” foi o nosso primeiro material gravado em Feira de Santana – para conseguir fazer isso, nós próprios tivemos que lançar mão da produção, mesmo sem entender do assunto, com a ajuda do dono do estúdio que sequer tinha muita experiência com gravação em geral. Ao menos, já se sabia um pouco do que não fazer. O segundo e, talvez, mais preponderante dos fatores era a velocidade com a qual conseguíamos compor as músicas. Para se ter uma ideia, as dez músicas que fazem parte do álbum “AnthroposDeadGoreDisgustingPhagia” refletiam toda a nossa produção desde 1997 até 2006. Uma média de quase uma música por ano! Mas também sempre fomos muito perfeccionistas e queríamos que nossos lançamentos estivessem à altura dos materiais de outras bandas apresentavam materiais muito cuidadosos. Posso até afirmar que essa busca infindável acabou atrapalhando e atrasou muito os lançamentos.
Essa demo me apresentou o Deformity BR com mais sede de sangue. O Ódio com certeza é um dos sentimentos que temos ao ouvir este famigerado material. Fale-nos a respeito da aceitação e distribuição desta demo…
Yuri Hamayano: Como eu disse, essas composições eram a nova centelha, pronta a provocar uma nova explosão dentro das nossas composições. Estávamos com vontade de trazer algo mais brutal, mais trabalhado, mais insano. Por outro lado, posso afirmar que o processo de distribuição sempre foi algo difícil para mim. Hoje percebo o quanto falhei nessa tarefa de mostrar ao Brasil o som que estávamos fazendo. Parece que só tive gás para fazê-lo na “Fleshless Remains”. Quanto a “There’s more blood coming”, acabei divulgando mais com a ajuda das viagens que fazia com o Mystifier; a entregava ela direto nas mãos das pessoas! Sua divulgação não foi tão boa quanto a anterior. Mas quem teve acesso, gostou do que escutou e, felizmente, tivemos bons retornos deste material, apesar desta ter sido muito mal distribuída.
Os fãs, como eu, que seguem a banda desde o início tiveram, finalmente, o prelúdio do que seria a destruição anunciada para o Debut, quando chegou em nossas mãos a Promo “Advanced Tracks to Annihilation”. Ainda assim, de forma completamente independente. Mas, em minha opinião, esse foi o divisor de águas na carreira da banda. Qual a sua visão a respeito desta Promo?
Yuri Hamayano: A intenção era justamente essa: fazer uma prévia do que estaria por vir no álbum. As músicas que fizeram parte dessa promo foram gravadas exatamente para o álbum. Como percebi que o álbum demoraria um pouco mais a sair, resolvi lançar a promo, apenas para dar uma amostra grátis da pancadaria. Claro, mostrei as músicas antes que essas pudessem passar pelo processo de mixagem, feita pelo mestre Jera Cravo. Eu mesmo passei uma equalização mal feita nas músicas, e as coloquei na promo… kkkk. Eu passei essas músicas para uma quantidade ainda menor de pessoas… apenas para mostrar que estávamos em atividade.
2010 AnthroposDeadGoreDisgustingPhagia “1º Álbum”
Apesar de todas as dificuldades, a banda alia-se a Thundergod Productions e, em 2010, foi lançado o tão esperado debut álbum: “AnthroposDeadGoreDisgustingPhagia”. Este álbum finca definitivamente a banda entre os grandes nomes do extremo em nosso país. Por que tanto tempo para lançar esse, como já falei, o tão esperado álbum?
Yuri Hamayano: O processo para conseguir fechar essa gravação foi parecida com o da demo “There’s more blood coming”, ou seja, um trabalho desgraçado! A bateria foi emprestada de um amigo e um guitarrista foi chamado para timbrar a guitarra. Quando ele chegou ao estúdio, a primeira coisa a notar foi que a guitarra precisava ser regulada. Ou seja, a gravação foi interrompida antes mesmo de começar… kkk. Gravamos apenas seis músicas. Depois que estava tudo pronto, percebemos que aqui só daria para lançar um EP. Quando quisemos gravar mais quatro músicas, já não tínhamos mais a disponibilidade do mesmo amplificador de guitarra. Então esperamos mais um ano até ter novamente condições similares para gravar as demais músicas. Com as músicas gravadas, as levamos para outro estúdio fazer a mixagem. Não deu certo, pois o técnico não conseguia chegar a um resultado animador. A última saída foi levar o material para ser mixado em Salvador, com Jera Cravo. Depois de muitos erros durante a gravação, ele conseguiu fazer mágica e salvar as músicas. O resultado foi esse que todos conhecem! Então iniciamos outra caminhada para fechar uma parceria para o seu lançamento. Mandamos o álbum e tentamos conversar com diversos selos brasileiros, mas essa busca só foi finalizada quando fechamos com o Thundergod Prods. Foi sorte, pois essa parceria investiu uma energia enorme para fazer a divulgação desse material!
Após o lançamento do debut, li resenhas na mídia especializada que o colocavam entre os mais importantes álbuns nacionais. A distribuição dentro país foi satisfatória para você?
Yuri Hamayano: Eu acredito que sim, pois os resultados foram muito positivos. Como eu falei, foi uma energia tremenda que foi colocada nesse processo de divulgação. Nós nos preocupamos muito com a distribuição nos meios de divulgação underground. Quem pensa que esse processo de divulgação é simples, está muito enganado. Não basta a disponibilidade de dinheiro – é necessária muita vontade e disposição! Infelizmente, não conseguimos atingir todo o Brasil.
Quanto ao exterior, esse trabalho também foi distribuído por lá?
Yuri Hamayano: Com o material prensado em mãos, tive a ideia de aventurar um selo estrangeiro para fazer sua distribuição. Mas parece que o pessoal não viu muita novidade na Deformity. O máximo que consegui foram algumas trocas. Ainda aconteceu uma desventura, na qual trocamos vinte unidades com a Sevared Rec., mas houve algum problema com o serviço de entrega e o pacote nunca chegou em nossas mãos.
Depois deste grande feito, a banda ficou adormecida por três anos. O que aconteceu?
Yuri Hamayano: Cara, exatamente nessa época houve problemas pessoais com o Julio, que acabou se afastando dos trabalhos da banda. Estávamos em trio nessa época, então este fato forçou umas férias na banda. O chato é que isso aconteceu exatamente durante o processo de divulgação do álbum. Assim, os projetos que existiam para a divulgação física, com os shows, ficou comprometida. As coisas foram esfriando e a banda quase acabou. Felizmente, conseguimos arrumar a casa, reorganizar a formação, e retornar com gás total!
2015 Born To Punish The Skies Vol. 2 “Tributo ao Headhunter D.C.”
Como vocês mesmo escreveram em sua bio, em 2013 a banda retomou seus batimentos cardíacos e retornou ao massacre. Assim, em 2015, a banda ressurge e faz uma participação impecável no tributo ao Headhunter D.C., chamado “Born to Punish The Skies”, tocando a música “From Dream To Nightmare”, apresentando a banda como um quinteto. Entraram na banda dois novos membros: Diego “Corpsegrinder” na guitarra e o Tarcísio Medeiros no Baixo. Como foi este retorno com a banda junto a estes novos membros?
Yuri Hamayano: A condição essencial para a banda retomar a atividade era ter sangue novo, colocando mais gás na banda. Assim, convidei o Tarcísio, que tocava baixo com a Martyrdom, para fazer parte desse assalto. Ele aceitou no mesmo instante. Até então, Lucio estava acumulando o baixo e vocal, mas precisávamos de alguém que pudesse acrescentar ao nosso trabalho, deixando Lucio mais à vontade para as suas vociferações alucinadas. Ao mesmo tempo, tive a ideia de convidar o Diego. Ele já havia passado Deformity em duas ocasiões distintas: a primeira como guitarrista, em 2000, se não me engano; a segunda, como baixista em torno de 2005, com a saída do Marcello (ex-Martyrdom). Diego tem uma mente doentia e uma facilidade inigualável para compor (para conferir o que estou relatando, basta escutar as músicas da Rotten Cadaveric Execration, sua banda de gore grind). Assim a banda estaria pronta para a sua fase mais sangrenta! Foi justamente a interpretação que Diego deu para a guitarra de “From dream to nightmare” que nos permitiu deixar essa música com a nossa cara! Foi um retorno com uma chave podre! Tivemos a oportunidade de participar do tributo a uma banda que admiramos, tocando uma música do álbum que mais admiro. Acho que conseguimos fazer uma interpretação à altura do que a Headhunter D.C. merece!
No ano seguinte (2016) a banda, já com sua formação estabilizada, lança o EP “Torturing Unfortunate People”. Esse EP é definitivamente um dos materiais mais Brutais que já ouvi. Fale-nos a respeito da concepção deste trabalho…
2016 Torturing Unfortunate People “EP”
Yuri Hamayano: Como eu deixei claro, o processo que culminou nesse EP começou por volta de 2005, mas esse projeto ficou parado até o retorno de Diego à banda. Com seu retorno, tivemos gás o suficiente para retomar duas composições que estavam meio caminho andado, e compomos outras duas. A forma que Diego pensa as composições abre espaço para todos os demais instrumentos, assim como para os arranjos de vox. Assim conseguimos imprimir uma pancadaria completamente diferente do primeiro álbum: mais madurecida. Para fechar a tampa deste caixão, convidamos o guitarrista Victor Porto para fazer os solos, que ficaram animais. Aliás, ele também gravou o solo para a música do tributo ao Headhunter D.C., abrilhantando ainda mais essa. Para aumentar a boa impressão em torno do EP, trabalhamos com a Putrid Design. Claudio seguiu a nossa ideia de uma música torturante e desenvolveu um projeto gráfico tão doentio quanto a nossa música. Tudo completo e fechado para atingir o propósito final. Nós ficamos muito contentes com o resultado e temos consciência de nossos erros e falhas. Isso significa que a experiência está aumentando, assim como a cobrança própria. A expectativa é que o próximo material saia ainda melhor e mais interessante.
Para o lançamento deste EP a banda contou com a união de três selos “Rise Of Cthulhu”, “Pictures From Hell” e “Sociedade Dos Mortos”. Como surgiu essa parceria? Como está sendo a experiência de trabalhar com estes selos?
Yuri Hamayano: A parceria surgiu através de Elimar do Thundergod, que fez contato com o Junior da “Pictures from Hell” e abriu as negociações. O grande Junior aceitou o desafio e buscou a parceria de Gleison do “Sociedade dos Mortos” e Sócrates, que estava estreando com a “Rise of Cthulhu”. Eu já admirava esses caras antes de trabalharmos juntos; agora mais ainda! Quando a equipe viu o material gráfico e escutou as músicas, fizeram a proposta de um lançamento em digipack. Foi a escolha mais acertada para o seu formato. Apesar de termos rodado apenas 500 cópias, o material se esgotou em muito pouco tempo! O único erro nosso foi não ter negociado e estabelecido um projeto de divulgação para o material. Com isso eu tive que me virar, com poucas cópias em mãos, para enviar o material para a mídia especializada. Tentei ser mais abrangente desta vez, escolhendo ao menos um representante de cada região do país, mas não pude enviar para todos zines que tive vontade. Os comentários e impressões foram muito bons, o que é muito gratificante diante do esforço que fizemos para que esse material fosse lançado.
Como este último lançamento é um EP, logo pensamos: vem o segundo álbum aí, devastador como a banda sempre foi. De fato, podemos esperar mais um trabalho em breve?
Yuri Hamayano: Com toda a aprendizagem desses quase 23 anos, agora estou mais atento aos projetos e às programações. De fato, já deveríamos estar começando o processo de gravação desse próximo álbum agora para tentar um lançamento em 2019, mas diversos problemas pessoais acabaram atrasando o processo de composição. Temos poucas composições novas, mas eu estou muito animado com todo o processo e espero poder dar início a esses planos de gravação em breve. Uma coisa eu garanto: as músicas estarão tão, ou ainda mais avassaladoras que aquelas presentes no EP. Vou tentar amarrar as letras de maneira mais conceitual e pensar com mais cuidado nos pequenos detalhes. Também espero conseguir desenvolver um projeto gráfico e uma gravação tão bons quanto os que foram apresentados no EP. Já estou conversando com um estúdio aqui da cidade e o cara me apresentou milhões de novas ideias para melhorar o som da guitarra. Parece-me que tudo está sendo mais bem planejado dessa vez. Até lá, estamos preparando uns vídeos para que possamos ter alguma novidade para os bangers.
O baixista Tarcísio Medeiros já não faz mais parte da banda, assim como o vocalista Lucio. Krusius Barreto acabou assumindo ambas as posições. Como está sendo essa adaptação no vocal? Qual a sua opinião a respeito da atual formação do Deformity BR?
Yuri Hamayano: Houve uma verdadeira reviravolta na banda nesses últimos dois anos. Inicialmente, não havia planos de mudanças na formação. Tínhamos umas datas para apresentações em Natal e Recife, mas o Tarcísio sinalizou que não teria a possibilidade de estar conosco. Nós não conhecíamos o Krusius, mas eu sabia que ele era baixista e vocalista da banda Ímpios e que estava morando em Feira de Santana. Com isso, fizemos o convite para ele nos ajudar nesses shows e tudo correu bem. Após esse fato, coincidentemente, os fatos convergiram para a saída do Tarcísio. Como eu já comentei, um fato parecido aconteceu com Lucio, que também não pôde participar de alguns shows, tendo a substituição feita por Krusius. Pouco tempo depois, Lucio anunciou o seu desligamento e fomos compelidos a resolver o problema da maneira mais prática: Krusius assumiu ambas as posições. Ele é novo (quase da idade da banda), mas é uma pessoa completamente conectada ao underground, conhecedor do metal extremo, comunicativo e um ótimo músico. Ele entendeu rapidamente a proposta de nosso trabalho e vem dando muitas contribuições para que as engrenagens se mantenham em perfeito funcionamento. A adaptação dele foi um desafio, pois as músicas estão ganhando maior complexidade, enquanto que os arranjos de vocal tiveram que ser repensados para não descaracterizar as músicas e, ao mesmo tempo, permitir certo conforto à sua execução. Quanto ao timbre do vocal, não há o que ser feito. Agora é entrar num estúdio e ver como o timbre harmoniza com as novas composições, mas sou otimista e acredito que já deu certo. Finalmente, posso afinar que essa nova formação, em quarteto, está pronta para continuar derretendo os tímpanos alheios. Estamos muito contentes com o trabalho resultante.
Yuri Hamayano, muito obrigado por nos dedicar o seu tempo e sua atenção, espero poder ter a oportunidade vê-los por aqui, destruindo tudo. Será um prazer revê-los. Um forte abraço e conte sempre com a Roadie Crew…
Yuri Hamayano: Éden, nós sequer temos palavras para descrever a felicidade que foi ter novamente o seu contato, ainda mais com um convite como este. Somos muito agradecidos pelo espaço e pela força que você e a Roadie Crew estão dando para a Deformity BR. Quanto à possibilidade de você ver a Deformity ao vivo, atualmente temos buscado meios alternativos para facilitar a nossa ida a algumas localidades mais distantes da Bahia… Se tudo der certo, já temos planos para um giro no estado de SP para o próximo ano. Assim teremos a oportunidade de nos encontrarmos pessoalmente. Dismembraço para você! Hails a todos os bangers!
Ao ler essa entrevista houve um momento que o Yuri se espantou com a minha afirmação à respeito do seu alto nível técnico como baterista. “Alto nível técnico? É mesmo? Kkkk…”. Abaixo segue uma Drum Cam feito durante as gravações do EP “Torturing Unfortunate People”. Assista e veja se não foi correta a minha afirmação….
Abaixo segue uma apresentação do Deformity BR no Palco do Rock gravado em fevereiro deste ano (2018). No inicio deste vídeo o áudio na está muito bom, logo tudo se normaliza e podemos conferir toda sua brutalidade ao vivo:
O gigante do metal progressivo DREAM THEATER realizará uma sessão de perguntas e respostas no Facebook, ao vivo com fãs na quinta-feira, 28 de junho, às 15h. ET / 12:00 p.m. PT (Quatro da tarde, no horário de Brasília).
O DREAM THEATER entrou recentemente em um estúdio não revelado para começar a trabalhar em material para o sucessor do álbum The Astonishing, de 2016. Espera-se que o vindouro novo álbum seja lançado ainda nos primeiros meses de 2019.
Sobre o novo álbum, o vocalista James LaBrie continua: “Sem mencionar o estilo da música, que eu acho que muitas pessoas vão se levantar e aplaudir desta vez. Há peso nele, há agressão. Mas você mencionou algo mais cedo quando estava falando sobre isso, você disse, o que foi mesmo? Os cinco …”
“Os cinco pilares do D.T.“, continuou o guitarrista, John Petrucci. “Eu acho que todo mundo está na mesma página com o tipo de álbum que vai ser. Quero dizer, até agora a música é pesada, é progressiva, é melódica, é trituradora, e também épica. Então tem todos esses elementos, que … eles são os cinco pilares do DREAM THEATER, por assim dizer. É o que pensamos, então, vamos lá!”
Petrucci sugeriu em uma entrevista recente que o próximo álbum do DREAM THEATER será musicalmente inspirado pela turnê Images, Words & Beyond, onde o grupo celebrou o 25º aniversário do seu álbum Images And Words, certificado disco de ouro pela RIAA.
O próximo álbum de estúdio do DREAM THEATER – o décimo quarto de sua longa carreira – será o primeiro da banda para o selo progressivo da Sony Music, o InsideOut Music. Recentemente a banda trabalhou com a Roadrunner Records, que lançou cinco álbuns da banda entre 2007 e 2016.
O W.A.S.P., recrutou o renomado baterista, compositor e multi-instrumentista Brian Tichy, conhecido por suas turnês com o WHITESNAKE, BILLY IDOL, FOREIGNER e OZZY OSBOURNE, para o posto de baterista durante a atual série de festivais europeus da banda.
Filmagens feitas por fãs de Tichy com o W.A.S.P. em 23 de junho no festival Copenhell em Copenhague, na Dinamarca, podem ser vistas abaixo.
O baterista Mike Dupke deixou o W.A.S.P. em 2015, após um período de nove anos com a banda. Ele foi inicialmente substituído na estrada pelo baterista do YNGWIE MALMSTEEN, Patrick Johansson e, mais tarde, por Randy Black (PRIMAL FEAR).
No dia 2 de fevereiro, o W.A.S.P. lançou a aclamada edição de 25º aniversário do icônico álbum da banda The Crimson Idol, batizada ReIdolized (The Soundtrack To The Crimson Idol).
O Claustrofobia lançou essa semana o primeiro single do novo trabalho de estúdio “Swamp Loco”. A nova música do grupo “Zica do Pântano” está disponível em todas as plataformas de Streaming do mundo. Cantada em português, a faixa é uma das 05 faixas que estarão disponíveis no novo trabalho de estúdio.
O trabalho foi produzido no “Fuel Music Studio”, em Fullenrton, na Califórnia sob produção da própria banda e do grande produtor Addasi Addasi e mixagem de Russ Russell, responsável por Download Hatred e que já trabalhou na produção de nomes como Napalm Death, Exploited, The Haunted, Brujeria, At the Gates e outros grandes nomes. A masterização foi feita por Brendan Duffey que já trabalhou com Billy Sheehan, Ripper Owens, Angra, Kiko Loureiro, Dr Sin e André Matos. A arte de capa do EP “Swamp Loco” foi desenvolvida por Fernanda Victorello que sintetizou com maestria o que a banda tinha em mente.
O Claustrofobia agradece primeiramente aos fãs, foi um trabalho conjunto e só está sendo realizado devido ao apoio incondicional de milhares de apoiadores do trabalho da banda que participaram ativamente do processo de Crowdfunding e viabilizando todo o processo de criação, gravação e produção de “Swamp Loco”. Esse é o último trabalho que o músico Daniel Bonfogo gravou a frente do baixo do Claustrofobia.
Confira a nova música “Zica do Pântano” nas plataformas abaixo:
O renomado baterista Aquiles Priester acaba de lançar em seu canal oficial do YouTube mais um da série de vídeos aguardados pelos fãs em todos estes anos de carreira. A música escolhida pelo artista foi “The Shadow Hunter”, do álbum “Temple of Shadows”, gravado pelo Angra. O áudio da bateria foi produzido, gravado, mixado e masterizado por Adair Daufembach no Studio Daufembach em Hollywood, nos Estados Unidos. O vídeo foi dirigido e editado por Arthur Galvão.
“Fala galera! Este vídeo é um pedido antigo de vocês e fiz com todo carinho do mundo. Compartilhem em suas redes socais e vamos espalhar a boa música para a comunidade do Metal e da bateria”, disse Aquiles Priester.
Aquiles Priester usa as seguintes marcas: Mapex Drums, Paiste Cymbals, Roland, AKG Microphones, JBL, Soundcraft, Gibraltar Hardware, Evans Drum Heads, Pro-Mark Sticks, LP Percussion, DW Pedals, Cymbag, Xtreme Ears, Urbann Boards PsychoShoes, Power Click, Consulado do Rock e Lady Snake Rock Wear.
Ficha técnica:Músicos:
Aquiles Priester – Drums
Edu Falaschi – Vocals
Felipe Andreoli – Bass
Rafael Bittencour – Guitars
Kiko Loureiro – Guitars
Banda: Angra
Faixa: The Shadow Hunter
Música: Bittencourt, Loureiro
Álbum: Temple of Shadows – 2004
Links relacionados:https://aquilespriester.com.br/https://www.facebook.com/aquilespriesterEdições avulsas, assinatura física e digital.Conheça a nossa Roadie Crew Shop – acessehttps://roadiecrew.com/roadie-shop
O ator e cantor Alírio Netto (Queen Extravaganza) se apresenta como protagonista da ópera-rock Frankenstein, do compositor Alberto Heller, nos dias 27, 28 e 29 de junho de 2018, em Florianópolis (SC). A produção é uma realização da Camerata Florianópolis, com regência de Jeferson Della Rocca, direção cênica de Renato Turnes, direção artística do próprio Alberto Heller e produção executiva de Maria Elita Pereira.
A produção é da Camerata Florianópolis, orquestra conhecida pelo estilo inusitado de unir a música clássica aos demais gêneros musicais, como rock, jazz, MPB, reggae e eletrônica. O espetáculo tem regência do maestro Jeferson Della Rocca, direção cênica de Renato Turnes, direção artística do próprio Alberto Heller e produção executiva de Maria Elita Pereira. O projeto é uma realização da Fundação Catarinense de Cultura – Estado de Santa Catarina. Inicialmente as apresentações serão em Florianópolis, mas pretende-se que em breve essa produção viaje pelo país.
O libreto da ópera-rock FRANKENSTEIN, escrito também por Alberto Heller, foi adaptado a partir da obra homônima de Mary Shelley (livro que comemora 200 anos em 2018), e se propõe a resgatar a dimensão trágica e existencial do original – distanciando-se das adaptações cinematográficas que costumam transformar essa profunda e riquíssima história num conto de terror. Nesta ópera, a concepção (tanto do libreto quanto da música) é altamente dramática, dramaticidade que não diminui pelo fato de se tratar de uma ópera-rock.
Nos papéis principais, grandes nomes do canto lírico e do rock nacional como Alírio Netto (vocalista do Queen Extravaganza), que vai interpretar a famosa Criatura; Rodrigo “Gnomo” Matos, que viverá Victor Frankenstein; Carla Domingues, soprano de voz marcante e versátil, que já se apresentou em vários teatros nacionais e internacionais, no papel de Elizabeth; Masami Ganev, soprano que já participou de óperas como Madama Butterfly e La Bohème, interpretará Justine – entre outros grandes nomes da música catarinense. A parte musical compreende ainda coro masculino, banda e orquestra sinfônica. Ao todo, quase 70 pessoas estarão envolvidas no espetáculo.
EM VEZ DE MUSICAL, UMA ÓPERA
Embora formalmente possa ser enquadrada como um musical, estilisticamente FRANKENSTEIN se diferencia da tradição dos musicais (que em geral têm forte influência pop, como no caso dos musicais da Broadway ou mesmo nos da Disney e similares), resultando numa mescla única em seu gênero no contexto das produções contemporâneas. “Por se tratar de uma tragédia, escrevi uma música extremamente densa e dramática”, explica Heller. “O que se reflete na orquestração. O timbre das guitarras e da percussão se mistura à formação sinfônica, numa escrita mais para Mahler que para Andrew Lloyd Webber – razão pela qual insisto no título ópera-rock ao invés de musical”.
Os vários temas que se entrelaçam na história continuam absolutamente atuais: a relação entre criador e criatura, os limites éticos nas pesquisas científicas (discussão que se estende desde a clonagem até as células-tronco, passando ainda pela robótica e pela inteligência artificial), a natureza humana (as fronteiras entre o animal e o espiritual, o conflito entre o racional e o instintual), o sentido da existência (quem somos, de onde viemos, para onde vamos), a relatividade do bem e do mal, a negação/superação da morte, o respeito à diferença e à alteridade, a estigmatização e marginalização dos divergentes.
A ópera-rock FRANKENSTEIN, em dois atos e com duas horas de duração, promete ser uma das mais ambiciosas e originais produções da história da Camerata, que completa 25 anos em 2019.
SOBRE O AUTOR
O libreto e a composição são de autoria do compositor Alberto Heller, músico várias vezes premiado, autor de concertos, sinfonias, música para teatro, dança e cinema e que une aqui seu conhecimento musical ao literário (é doutor em Literatura e membro da Academia Catarinense de Letras e Artes). Nos últimos dez anos foi também o responsável pelos arranjos das várias edições do projeto Rock’n Camerata, junto à Camerata Florianópolis. Heller possui graduação e especialização em Música pela Escola Superior de Música Franz Liszt em Weimar, Alemanha, além de mestrado em Educação, doutorado em Literatura (ambos pela UFSC). É membro da Academia Catarinense de Letras e Artes (ACLA) desde 2008. Publicou os livros Fenomenologia da Expressão Musical (2007) e Jo hn Cage e a poética do silêncio (2011).
SOBRE A CAMERATA
A Camerata Florianópolis foi fundada em 1994 pelo maestro Jeferson Della Rocca e vem atuando ininterruptamente, sempre com significativa participação e relevância na agenda cultural da região Sul do país, e figura entre os mais importantes grupos do gênero no Brasil. Tem em seu currículo apresentações com grandes nomes nacionais, como Lenine, Paulinho Mosca e Zeca Baleiro, além da participação especial na edição do Rock’n Rio 2015 com o guitarrista americano Steve Vai. Uma das especialidades da orquestra é aliar a música erudita aos diversos gêneros musicais, como os projetos Rock’n Camerata, Música para Cinema, Clássicos com Energia, Marley in Camerata, entre outros.
Gravou 13 CDs e seis DVDs, entre os quais: Clássicos com Energia, O Amante do Girassol (de Daniel Lobo), Tributo à Música Popular Brasileira, Edino Krieger (Prêmio Natura Musical), Santa Catarina (composições Alberto Heller e Kleber Alexandre), A Arte do Improviso “In Jazz” e Rock`n Camerata – ao vivo.
Além do repertório camerístico, que trouxe grande reconhecimento à orquestra, a Camerata Florianópolis vem se destacando nos últimos anos também pelo trabalho sinfônico, interpretando obras de peso como a integral das Sinfonias e Concertos para Piano e Violino de Beethoven, A Criação de Haydn, Concertos e Sinfonias de Mozart, bem como seu Requiem (numa das parcerias com o Polyphonia Khoros), Missas, Árias, Aberturas de ópera e diversos Concertos.
Além do êxito obtido em vários estados brasileiros (como Rio Grande do Sul, Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo e Minas Gerais), também no exterior obteve grande reconhecimento em suas turnês pela França, Espanha, Alemanha e Itália. Todo esse intenso trabalho artístico não impediu que, desde sua criação, desse enorme valor às questões sociais: implantou importantes projetos educacionais, como Educando com Música e Música e Cidadania; contribuiu para a democratização do acesso a espetáculos eruditos através do projeto Concertos nas Comunidades e Turnês pelo interior de Santa Catarina. Tais iniciativas vêm contribuindo sobremaneira com a cultura musical no Estado, formando plateias e estimulando a juventude à prática musical.
Entre várias honras recebidas, destacam-se o Prêmio Franklin Cascaes de Cultura da Prefeitura Municipal de Florianópolis (2011), a Medalha Mérito Cultural Cruz e Souza do Governo do Estado de Santa Catarina (2012) e Prêmio Edino Krieger como “Destaque Musical do Ano” da Academia Catarinense de Letras e Artes (2015).
FICHA TÉCNICASITE: https://www.operafrankenstein.com/FANPAGE: https://www.facebook.com/%C3%93pera-Frankenstein-254074141830253/INSTAGRAM: https://www.instagram.com/operafrankenstein/SERVIÇO
LOCAL: Teatro Ademir Rosa, CIC (Centro Integrado de Cultura) – Florianópolis
DATA: 27, 28 e 29 de junho de 2018
Libreto e composição: Alberto Heller
Regência e direção musical: Jeferson Della Rocca
Direção Cênica: Renato Turnes
Direção artística: Alberto Heller
Iluminação: Hedra Rockenbach
Figurinos: José Alfredo Beirão
Cenografia: Sandro Clemes
Produção: Maria Elita Pereira
Realização: Camerata Florianópolis
INGRESSOS:Récita dia 26/junho – 14 horas
ENTRADA FRANCA (sem lugar marcado)
Direcionada para alunos (com 14 anos ou mais) e professores
Entrega de 500 ingressos na bilheteria do CIC, no dia 11 de junho, a partir das 14h.
Cada aluno/professor poderá retirar até 2 ingressos.
Na entrada no teatro (no dia do espetáculo) será solicitada a apresentação de comprovante (professor ou aluno).
Os demais 406 ingressos estão reservados para escolas públicas e projetos sociais que formarão grupos de alunos/professores.
Récita dia 27/junho – 20 horas
ENTRADA FRANCA (sem lugar marcado)
Entrega de 700 ingressos na bilheteria do CIC, no dia 12 de junho, a partir das 14h.
Cada pessoa poderá retirar até 2 ingressos.
Edições avulsas, assinatura física e digital.Conheça a nossa Roadie Crew Shop – acessehttps://roadiecrew.com/roadie-shop
Mesmo ainda desconhecido por muitos aqui no Brasil, a cena Doom/Stoner Metal está viva e com representantes de peso. A Erasy é uma prova disso, com suas músicas que permeiam entre o clássico ao brutal nos velhos moldes do estilo vem cativando muitos apreciadores pelo mundo. O seu fundador Luciano Penelu nos fala à respeito desta banda que ainda vamos ouvir falar muito, muito em Breve!
Foto por: Divulgação
A ERASY é uma banda realmente diferenciada e me chamou muito a atenção quanto ao seu estilo, uma sonoridade que remete muito aos macabros acordes de Iommi e com vocais ultra rasgados… como surgiu a ideia da banda?
Luciano Penelu: Creio que a sonoridade foi surgindo aos poucos, quando a gente se juntava para tocar Black Sabbath. Com o tempo, cada um foi introduzindo sua própria identidade no projeto, expondo gostos e influências, e o resultado é este que temos hoje!
Ao ouvir o ótimo CD “The Valley Of Dying Stars” fazemos uma viagem entre o clássico e o brutal, uma mistura de estilos feito com muito bom gosto e competência. Como está sendo a divulgação e a reação dos headbangers?
Luciano Penelu: Ficamos muito gratos pelas palavras! Com relação à repercussão, acreditamos que vem sendo muito positiva. O disco foi resenhado por ótimos zines e revistas especializadas (incluindo a própria Roadie Crew), comentado por bangers do Brasil e do exterior e divulgado em muitos canais especializados em Doom / Stoner Metal. Não poderíamos estar mais satisfeitos.
ERASY “The Valley Of Dying Stars”
O estilo apresentado aqui, não é muito comum entre as bandas nordestinas e no Brasil inteiro também, me lembro de ouvir algo dentro desse estilo à muitos anos quando existia a banda Centennial. Quais as suas principais influências? claro além do Black Sabbath que notamos influências em todas as faixas.
Luciano Penelu: De fato a cena Doom / Stoner / Sludge ainda é bastante restrita, sobretudo no Brasil, mas observamos um crescimento nos últimos anos. Há cada vez mais bandas e mais público interessado nesta vertente lenta e viajada de Metal. Quanto às influências para além do Sabbath, podemos citar Eyehategod, Saint Vitus, Pentagram, Crowbar, Acid King, Bongzilla, entre outras que abriram caminho para que bandas como nós pudessem desenvolver algo nesta linha sonora, que me parece recuperar um pouco da tradição do Doom e injetar nela doses suplementares de peso.
As letras também são profundas, na banda quem escreve as letras? nos fale um pouco de todo conceito lírico abordado neste trabalho…
Luciano Penelu: Sou o responsável pelas letras, e posso dizer que elas foram tomando este formato muito naturalmente. Somente depois de prontas pude notar de fato que havia um fio, uma coerência entre as faixas do disco. Creio que assim o foi pois elas abordam temas que combinam perfeitamente com a sonoridade densa e arrastada: a solidão do homem contemporâneo e a falta de perspectiva diante do caos da existência são menções constantes neste disco. Depois veio a ideia do título do álbum e do discurso do personagem de Marlon Brando em Apocalypse Now, que pode ser ouvido em “Telling lies”, ambos extraídos do poema “The hollow men”, de TS Eliot.
Foto por: Divulgação
A banda vem do interior da Bahia, a segunda maior cidade do estado onde existem bandas respeitadas pelos seus muitos anos na luta pelo Underground como Deformity BR e o Martyrdom. Como você vê a cena local? e a cena como um todo?
Luciano Penelu: A cena feirense é de fato muito interessante. Diversas bandas importantes como as que você cita pavimentaram o caminho deste cenário que hoje, podemos dizer, é muito representativo. Produtores locais organizam eventos de Metal constantemente apesar das dificuldades, que, diga-se de passagem, não são feirenses, mas nacionais, como a falta de publico, de uma casa para realizar os eventos etc. Acho que a cena de Feira, apesar de todas as turbulências, é rica e atuante.
O Baterista Vurmum também é baterista do Martyrdom, quanto a você e os outros membros, tocam em mais algumas bandas?
Luciano Penelu: Joilson (baixista) toca na Clube de Patifes, uma tradicional banda de Blues. Eu e Léo (guitarrista) já tivemos outros projetos, mas hoje estamos focados na Erasy.
Este trabalho está tendo distribuição internacional?
Luciano Penelu: Não, toda a repercussão internacional veio dos meios digitais, como bandcamp, facebook, etc.
Foto por: Divulgação
Há um tempo atrás uma das bandas referência do Doom Metal nacional o The Cross voltou à ativa, e vocês estão na ativa desde 2012. Você sente que possa estar havendo uma retomada do estilo no estado?
Luciano Penelu: Uma retomada, talvez não, pois creio que ainda é uma vertente muito restrita por aqui. Contudo, gostaria muito que esta cena crescesse e que aparecessem mais e mais bandas na mesma linha.
Para os fãs do estilo, o surgimento de uma banda como a Erasy é uma prova que o estilo está mais vivo do que nunca. O CD “The Valley Of Dying Stars” lançado em 2016 ainda se encontra disponível?
Luciano Penelu: Sim, sem dúvida. Quem se interessar, pode adquirir o disco conosco através do facebook, ou com os nossos parceiros do Resistência Underground e do The Metalvox.
Quanto ao um novo material, podemos esperar mais um CD em breve?
Luciano Penelu: Temos um projeto em andamento, que deve ser lançado até o final do ano. Fechamos uma parceria com a Doom Stew Records (EUA) para um compacto de 7”, com músicas inéditas. Estamos muito empolgados com a possibilidade do diálogo internacional e com os caminhos que ele pode abrir para a banda.
Luciano Penelu, muito obrigado por nos ceder gentilmente esta entrevista e espero pode vê-los aqui em breve para celebrarmos com muitas cervejas o verdadeiro metal imortal e com muitos headbanging… o Espaço é seu…
Luciano Penelu: Nós é que agradecemos, meu caro! É sempre bom poder divulgar o nosso trabalho, ainda mais quando a palavra é franqueada por um irmão com a sua trajetória dentro do underground. Espero que a gente se encontre em breve para uma cerveja, em São Paulo ou na Bahia!
Assista abaixo o lyric video de “Sea Of Sadness”. Altamente recomendado para amantes do bom e velho Black Sabbath e que curtam belos vocais rasgados. Assista, ouça e comprove:
A ex-vocalista do NIGHTWISH, Tarja Turunen, revelou a segunda música de seu novo álbum ao vivo, Act II.
Undertaker foi gravado ao vivo em Milão, Itália e mostra um lado ligeiramente diferente da rainha finlandesa do rock sinfônico.
Filmado durante a turnê mundial da TARJA, intitulada The Shadow Shows, durante a qual a influente vocalista de rock pesado circulou o mundo 7,5 vezes com mais de 300.000 km percorridos e tocou mais de 200 shows em 40 países, diante de 1 milhão de pessoas, Act II contém o set intimista de 75 minutos do vocalista, filmado e gravado ao vivo no Metropolis Studio, além da performance ao vivo de tirar o fôlego de um de seus shows em Milão, na Itália, entrevistas e galerias de fotos inéditas.
Act II será oficialmente lançado em 27 de julho via earMUSIC, e estará disponível em versão nacional via earMUSIC/Shinigami em duas versões, CD duplo e DVD.