Categoria: Roadie News

  • ARSIS lança ‘lyric video’ para “Hell Sworn”

    ARSIS lança ‘lyric video’ para “Hell Sworn”

    O ‘lyric video’ oficial da música Hell Sworn, do ARSIS, pode ser visto abaixo. A faixa, que conta com um solo do guitarrista do INFERI, Malcolm Pugh, foi tirada do novo álbum do ARSIS, Visitant, que tem lançamento previsto para 2 de novembro pela Nuclear Blast (América do Norte, Central, América do Sul) e Agonia (resto do mundo).

    O guitarrista e vocalista James Malone afirma: “Eu acho que Visitant é o álbum mais maduro do ARSIS, mas ao mesmo tempo, é também um álbum que remonta à nossa juventude.

    “Todos nós crescemos vendo filmes de terror. Para mim, pessoalmente, meu pai me levava desde muito cedo ao cinema para ver filmes de terror. Ele transmitiu seu amor pela ficção científica e pelo terror para mim.

    “Eu queria fazer algo diferente para este álbum e foi apenas um movimento natural incorporar essa paixão em Visitant.

    “Como eu estava fazendo minha parte da escrita, tentei capturar o tom e a atmosfera de alguns dos meus filmes favoritos (Silver Bullet, From Beyond, Prince Of Darkness). Foi um álbum muito gratificante e divertido de escrever e acho que pode ser o que os fãs consideram uma sequência digna para A Diamond For Disease.

    Visitant foi gravado masterizado pelo produtor Mark Lewis (WHITECHAPEL, DEVILDRIVER, DEICIDE, CANNIBAL CORPSE). A arte foi criada pelo colaborador de longa data Mark Riddick.

    O ARSIS sai em turnê em outubro e novembro como parte da Bloodletting North America XII, com o DECREPIT BIRTH.

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  • WE CAME AS ROMANS fará show em memória do ex-vocalista Kyle Pavone

    WE CAME AS ROMANS fará show em memória do ex-vocalista Kyle Pavone

    De acordo com a Billboard, os membros do WE CAME AS ROMANS farão um concerto em memória do falecido vocalista Kyle Pavone em 28 de outubro no Fillmore, em Detroit, Michigan.

    O tributo Promise Me vai arrecadar dinheiro para a recém-criada Kyle Pavone Foundation e contará com “um monte de vocalistas convidados, músicos convidados, muitos DJs”, disse o vocalista Dave Stephens durante a performance do WE CAME AS ROMANS no domingo à noite, no mesmo local, como banda de abertura para o BULLET FOR MY VALENTINE. “Vai ser uma grande festa celebrando todas as coisas incríveis que Kyle fez em sua vida.”

    Pavone morreu de overdose acidental de drogas no final de agosto. Seus colegas de banda disseram em um comunicado no mês passado que honrariam o vocalista ao seguir adiante com a turnê anunciada anteriormente pelos EUA.

    A missão da Kyle Pavone Foundation é “uma promessa de servir e defender a comunidade musical em seu momento de maior necessidade, fornecendo esperança e um meio para continuar”.

    “A única razão pela qual ainda estamos fazendo isso é que queremos honrar o legado de Kyle, queremos honrar a memória dele, queremos continuar tocando essas músicas”, acrescentou Stephens. “Este era o seu sonho. Estar neste palco era o seu lugar favorito – mas não em qualquer palco, este especificamente em Detroit”.

    O quinto álbum do WE CAME AS ROMANS, Cold Like War, foi lançado em outubro de 2017 através da SharpTone Records.

    Pavone se juntou ao WE CAME AS ROMANS em 2008 como vocalista e tecladista e apareceu em todos os cinco álbuns da banda. O álbum de 2013, Tracing Back Roots, alcançou o 8º lugar no ranking da Billboard 200.

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  • RED DRAGON CARTEL (com Jake E. Lee) apresenta “Crooked Man”

    RED DRAGON CARTEL (com Jake E. Lee) apresenta “Crooked Man”

    O RED DRAGON CARTEL, banda liderada pelo ex-guitarrista de OZZY OSBOURNE e BADLANDS, Jake E. Lee, lançará seu segundo álbum, Patina, em 9 de novembro via Frontiers Music Srl.

    A sequência do álbum de estreia lançado em 2014, marca o primeiro lançamento do grupo com o baterista Phil Varone (SAIGON KICK, SKID ROW) e o baixista Anthony Esposito. A formação atual da banda é completada pelo cantor Darren James Smith.

    Abaixo você pode conferir o ‘lyric video’ oficial para a nova faixa Crooked Man.

    O novo álbum do RED DRAGON CARTEL foi gravado no estúdio Obscenic Arts, de Esposito, em Dillsburg, Pensilvânia e foi mixado pelo lendário produtor Max Norman, que trabalhou anteriormente com OZZY OSBOURNE, MEGADETH, SAVATAGE e LOUDNESS, entre outros.

    Além de ser o novo baixista do RED DRAGON CARTEL, Esposito co-produziu o álbum ao lado de Lee.

    “Acho que tivemos uma ótima parceria de produção”, diz Jake. “Ele nunca me desencorajou de tentar coisas que estavam um pouco fora da caixa; na verdade, ele encorajou. Sua atenção aos detalhes na gravação de tudo era excepcional, muito mais do que eu sozinho teria conseguido. Ele é dono de um método de trabalho completamente ético, que me impediu de cair em complacência. Se nós discordássemos sobre como algo deveria ser, nós encontrávamos um casamento perfeito entre os dois pontos de vista, ou repensávamos completamente essa parte. Nós não estabelecíamos nada a menos que ambos concordássemos que era perfeito. Se eu fizer outro álbum, eu adoraria estar com ele novamente”.

    Lançado em janeiro de 2014, o CD de estreia do RED DRAGON CARTEL vendeu cerca de 5.000 cópias nos Estados Unidos em sua semana de lançamento, estreando na posição número 69 na tabela Billboard 200.

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  • DEICIDE: ‘Making-of’ do vídeo “Defying The Sacred”

    DEICIDE: ‘Making-of’ do vídeo “Defying The Sacred”

    Os gigantes do death metal da Florida, DEICIDE, disponibilizaram o ‘making-of’ do vídeo Defying The Sacred, e você pode conferi-la abaixo. Defying The Sacred é parte do novo álbum da banda, Overtures Of Blasphemy, que foi lançado em 14 de setembro pela Century Media. O sucessor de In The Minds Of Evil, de 2013, foi produzido por Jason Suecof (THE BLACK DAHLIA MURDER, TRIVIUM) no AudioHammer Studios em Sanford, Flórida. A arte da capa foi criada por Zbigniew M. Bielak (GHOST, PARADISE LOST, MAYHEM).

    O vocalista do DEICIDE, Glen Benton, afirma: “Este álbum se uniu ao longo do tempo, o que significa que nós não queríamos nos apressar.

    “Algumas pessoas talvez se lembrem de uma entrevista em que Steve Asheim [membro original, baterista / compositor] disse ‘o material está pronto, mas ainda não chegou lá’. Bem, esse foi o ponto de partida de quando este álbum realmente começou a tomar forma e as músicas se tornaram o que são agora… completas, compactas e eficazes. À medida que a banda avançava, o processo de escrita e alguns outros processos tornou o disco e a banda mais fortes. O resultado é Overtures Of Blasphemy, talvez o lançamento mais forte do grupo até hoje.

    Jason Suecof dedicou seus consideráveis talentos e atenção aos detalhes para tornar o acompanhamento das músicas o melhor possível e a mixagem final tão sonora e brutal, além do mais audível possível. Um processo árduo, mas vale que fez valer a pena o tempo e o esforço”.

    Bielak afirmou: “Se você experimentou o ‘boom’ do death metal do início dos anos 90 em primeira mão, você sabe o que tornou o logotipo flamejante do DEICIDE a maior ameaça para a sanidade.

    “Trabalhar com Glen Benton foi uma grande honra, e uma volta no tempo, para a época em que a estética do death metal era mais vil.

    Satan Spawn the Caco Deamon está vivo e bem.”

    Em 2016, o DEICIDE se separou do antigo guitarrista Jack Owen, que foi substituído por Mark English (MONSTROSITY).

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  • SOILWORK revela terceiro trailer do novo álbum e teaser para nova música

    SOILWORK revela terceiro trailer do novo álbum e teaser para nova música

    Os suecos do SOILWORK completaram o trabalho em seu 11º álbum de estúdio, que será lançado em 2019, pela Nuclear Blast. O sucessor de The Ride Majestic (2015) foi gravado nos estúdios Nordic Sound Lab em Skara, na Suécia, com o produtor Thomas “Plec” Johansson.

    O terceiro trailer do álbum, no qual os membros do SOILWORK falam sobre o que os fãs podem esperar no novo álbum pode ser visto abaixo.

    Também abaixo você pode conferir o ‘teaser’ para uma das músicas do novo trabalho.

    O vocalista Björn ‘Speed’ Strid comentou recentemente sobre o novo trabalho de estúdio do SOILWORK:

    “Neste novo álbum, voltamos ao básico do heavy metal clássico, mas com um toque de nosso próprio legado sonoro, com melodias melancólicas trabalhadas em um ritmo às vezes furioso e dotado de grande diversidade. As pessoas vão reconhecer a vibração que tivemos nos dois álbuns mais recentes, mas sentimos que levamos o nosso som ainda mais longe, com mais energia, elementos mais obscuros, mas ainda assim estranhamente revigorantes”.

    Ele continua:

    “As sessões de gravação deste álbum foram diferentes de qualquer coisa que fizemos antes. Todos estão muito envolvidos em todo o processo e nos permitimos experimentar mais e ter sonoramente mais opções. Nosso baterista Bastian Thusgaard, que não gravou com a gente anteriormente, trouxe outra dimensão ao nosso som, e ele fez o resto de nós intensificar a nossa maneira de tocar também. E trabalhar com o produtor Thomas “Plec” Johansson (The Panic Room) foi um verdadeiro prazer. Embora tenhamos passado por muitas coisas nos últimos anos, nos sentimos mais como uma unidade do que sentíamos há muito tempo.

    “Nós, como banda, estamos longe de esgotar nossas habilidades criativas e musicais e queremos trazer o SOILWORK de volta para as grandes plateias. Nossos fãs ao redor do mundo podem esperar que a promessa seja cumprida quando nosso ciclo de turnê começar na promoção de nosso próximo álbum”.

    The Ride Majestic foi o último álbum do SOILWORK com o baterista de longa data Dirk Verbeuren, que deixou a banda em julho de 2016 para se juntar ao MEGADETH. Ele foi substituído no SOILWORK por Bastian Thusgaard, do THE ARCANE ORDER.

    Thusgaard comenta: “Estou muito orgulhoso das minhas realizações neste álbum. Eu recebi uma grande liberdade tanto na escrita quanto na gravação. Obviamente, eu queria honrar ‘a vibe de bateria’ que se desenvolveu na banda ao longo do tempo. Ao mesmo tempo, estou muito ciente do fato de que eu sou um baterista diferente dos meus antecessores. Isso é algo que eu realmente queria mostrar, adicionando minha própria vibração ao som da banda”.

    Em 2016, o SOILWORK lançou uma coletânea especial de raridades intitulada Death Resonance, através da Nuclear Blast.

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  • EVANESCENCE: Vídeo ao vivo de “Hi-Lo”, do novo DVD “Synthesis Live”

    EVANESCENCE: Vídeo ao vivo de “Hi-Lo”, do novo DVD “Synthesis Live”

    O EVANESCENCE lançará o DVD Synthesis Live – que chegará nos formatos DVD, Blu-Ray, DVD+CD e Blu-Ray+CD – no próximo dia 12 de outubro. Confira o trailer aqui: https://youtu.be/hOUgavMJ2js .

    Gravado no final do outono passado, durante a aclamada turnê “Synthesis”, o show foi todo registrado em 4K, uma tecnologia de última geração, pelo diretor P.R. Brown e produzido por Craig Ziogas/CTGS Productions.

    O vídeo ao vivo da banda tocando Hi-Lo pode ser visto abaixo.

    As músicas abrangem a história de 20 anos do Evanescence, que foi reinventada com a participação de uma orquestra completa, em uma intensa paisagem eletrônica. “Synthesis” é um evento comovente e arrebator para se testemunhar ao vivo. Sentada ao piano, Amy Lee abre o set com uma única nota, que ela insere na abertura instrumental, conduzindo à onda esmagadora que é a música “Never Go Back”.

     “Bring Me To Life”, o hino que levou muita gente a descobrir o Evanescence, atinge um novo nível de poder e emoção com batidas elétricas e o acompanhamento da orquestra, enquanto canções como “My Immortal”, “Lithium” e “Lost in Paradise” evocam cenas de cortar a respiração de um filme lindo e atemporal.

    O incrível alcance vocal de Amy Lee e a expressiva música multi-facetada do grupo naturalmente se encaixam ao acompanhamento da orquestra, iluminando a beleza singular dos arranjos feitos pelo compositor David Campbell e conduzido por Susie Seiter – criando um som verdadeiramente dinâmico e cinematográfico. Lee chamou de “um projeto de paixão” que, sem dúvida, veio para brilhar. O sentido de importância não é perdido, tanto na banda quanto no público, neste show único e altamente emotivo.

    O Evanescence recentemente realizou sua turnê “Synthesis” ao redor do mundo, apresentando performances altamente aclamadas em toda a Europa, América do Norte e Austrália. Neste verão no hemisfério norte, a banda se uniu à violinista Lindsey Stirling em uma turnê pelos anfiteatros da América do Norte, uma das 10 melhores turnês do verão da Live Nation.Para mais informações, acesse www.evanescence.com .

    “A majestade de Ms. Lee acompanhada pelos arranjos do Sr. Campbell é irrefutável.”

    – Wall Street Journal

     “Amy Lee se re-estabelece firmemente como uma das mais proeminentes vocalistas do rock, exibindo um alcance impressionante que continua embalando o compasso, desta vez com a participação de uma orquestra completa.” – Variety

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  • Manifesto Bar: TALES FROM THE PORN na festa ‘Dia de Los Muertos’

    Manifesto Bar: TALES FROM THE PORN na festa ‘Dia de Los Muertos’

    A banda de hard rock Tales From The Porn, formada pelo vocalista americano Stevie Rachelle (Tuff) e os brasileiros Andy Sun e Bruno Marx (guitarras), Bento Mello (baixo), Ed Avian (bateria) e Igor Godoi (teclado, violão e backing vocals), será uma das atrações da festa à fantasia “Dia de Los Muertos“. O evento será realizado no dia 1º de novembro (véspera de feriado), às 22h, no Manifesto Bar, em São Paulo. Na ocasião, além de divulgar o álbum de estreia, “H.M.M.V.” (“Heavy Metal Minha Vida”), que traz o mais puro e tradicional hard rock dos anos 1980, o Tales From The Porn apresentará covers do Tuff e algumas surpresas. “Estou super empolgado em voltar ao Brasil. Eu amo São Paulo! Aguardo com expectativa os show do TFTP e espero ver todos lá”, disse Stevie Rachelle. Veja o videoclipe de “Back to the 80’s”: https://is.gd/bwRUFq

    A festa temática à fantasia também contará com a presença do Night of the Living Dudes, glam rockers falecidos durante os excessos da década de 80, que saem de suas tumbas para apresentações de clássicos do hard rock pelo mundo dos vivos. Iggy Love (vocal), Ted Grigman e Phil Stoner (guitarras), Ricky Lawyer (baixo) e Lucky Louie (bateria) farão um repertório com músicas de Kiss, Cinderella, Mötley Crüe, Ratt, W.A.S.P., Twisted Sister, Def Leppard e Warrant.   Serviço – Festa à Fantasia Dia de Los Muertos: Atrações: Tales From The Porn e Night Of The Living Dudes Data: sábado, 13 de outubro Horário: a partir das 18h Entrada: R$ 30,00 Local: Manifesto Bar Endereço: Rua Iguatemi, 36, Itaim Bibi – São Paulo/SP Ingressos antecipados (R$ 30) pela Ticket Brasil em https://is.gd/Tj4O8e Cartões: Visa, Mastercard e Dinners / Débito (Visa Electron, Maestro, Rede Shop) Censura: 16 anos Possui acesso a deficientes, ar condicionado e wi-fi Valet service na porta: R$ 20 Contato: (11) 2574-5256 E-mail: [email protected] Site: www.manifestobar.com.br Evento no Facebook: https://is.gd/v2aNi0

    – * INFORMAÇÃO PARA A IMPRENSA: Para requisitar credenciamento para a cobertura do show do Tales From The Porn na festa Dia de Los Muertos no Manifesto, favor enviar nome do veículo e dos profissionais (fotógrafo e repórter), RG, e-mail e telefone para [email protected]. O credenciamento será aprovado exclusivamente pelo Manifesto Bar.

    Fonte: ASE Press
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  • Leandro Caçoilo: assista entrevista para o HeavyTalk

    Leandro Caçoilo: assista entrevista para o HeavyTalk

    O vocalista Leandro Caçoilo acaba de sair como destaque em uma entrevista em vídeo bastante reveladora no canal HeavyTalk, idealizado pelo repórter Lucas Steinmetz (Moita). Leandro ficou nacionalmente conhecido como cantor do Eterna e é um dos vocalistas do projeto Soulspell Metal Opera. Atualmente, o vocalista faz parte da atual formação do Viper, além de diversas outras atividades como Dirty Dogs, Sancti e Hardshine. Assista a entrevista no HeavyTalk: https://youtu.be/28ZD9LoF7cw “O moita tem um dos melhores canais de Metal do Brasil no YouTube e é um grande amigo. Ele sabe conduzir a entrevista como poucos”, completou o vocalista. Leandro Caçoilo conta com o apoio de Heil Sound, Kildare, Grupo Studio Brazil, Futerock e TRM Press. Para quem quiser entrar em contato com Leandro para ter aulas ou workshops basta enviar um e-mail para [email protected]. As aulas do vocalista abordam técnicas como respiração, impostação, repertório, belting, apoio, aquecimento, resistência, drive e ressonância. Para ter aulas de canto com Leandro Caçoilo entre em contato por e-mail ou pelo site oficial do cantor. As aulas são totalmente voltadas para o aluno com gravações em pro-tools, com especialização em Rock ‘n’ roll, Metal, AOR, Thrash, Blues, Soul, etc. Links relacionados: Site Oficial – https://www.leandrocacoilo.com.br/ E-mail para contato: [email protected] Facebook – www.facebook.com/LeandroCacoilofanpage

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  • KILLING JOKE – São Paulo/SP, 23 de setembro de 2018

    KILLING JOKE – São Paulo/SP, 23 de setembro de 2018

    Por Claudio Borges

    Metallica, Helmet, Foo Fighters e Fear Factory gravaram suas músicas; Nirvana os “plagiou”; Prong e Ministry recrutaram ex-baixista (o falecido Paul Raven); Jimmy Page os elogiou. Se você não esteve no Carioca Club, perdeu a oportunidade de conferir a importância do quarteto traduzindo sua força em canções e danças de guerra. Jaz Coleman (vocal), Kevin “Geordie” Walker (guitarra), Martin “Youth” Glover (baixo) e “Big” Paul Ferguson (bateria) – formação original reunida novamente em 2008 – compõem o núcleo responsável por um dos melhores shows do ano.

    A misteriosa “Masked Ball”, da trilha sonora do filme “De Olhos bem Fechados”, de Jocelyn Pook, serve de introdução e mal pode ser ouvida em meio aos gritos de antecipação da plateia. Quando os primeiros acordes de “Love Like Blood” emergem sobre a introdução do teclado e seu groove atinge os quadris, é impossível não se mexer e cantar. Abrir uma apresentação com seu maior sucesso é manobra arriscada no previsível e engessado show business, exceto para quem desafia as convenções e sempre criou regras próprias. O hino das pistas pós-punk, baseado na obra do escritor nipônico Yukio Mishima, serve para o petardo “European Super State” manter o clima dançante.

    Carismático e sorridente, Jaz interpreta cada palavra com expressões intensas e movimentos marciais. “Liberdade é a coisa mais bonita do mundo, não há mais tanta liberdade assim. Esse lugar aqui é um lugar livre, uma zona autônoma”. Assim, o libelo libertário “Autonomous Zone” conclama a uma vida fora das cercas modernas. Retirada do pesado e feroz Pylon (2015), álbum mais recente que reflete o zeitgeist desses tempos conturbados. Tal qual “Eighties” fez com a década de seu título. O riff que o Nirvana pegou “emprestado” para criar “Come as you Are”, rasga os ouvidos e traz um pequeno ar nostálgico para quem viveu a época. Plágio ou não, a semelhança entre a perspectiva sombria dos anos 1980 e o hit contido em Nevermind, causa desconforto. Ficou até barato: a ação judicial por direitos autorais foi retirada após a morte de Kurt Cobain. Anos depois, para saldar essa dívida, Dave Ghrol (Nirvana, Foo Fighters) gravou bateria no álbum homônimo, de 2003.

    “Há uma nova guerra fria com muita interferência na política do Brasil, Eles querem tirar suas riquezas minerais”, direto no ponto ao introduzir “New Cold War”, também do último lançamento. Posicionamentos fortes nunca representaram problema: capas com imagens polêmicas, como a da coletânea Laugh? I Nearly Bought One! (1992), que traz soldados nazistas enfileirados saudando o abade alemão Alban Schachleiter ou a montagem de Fred Astaire dançando em um campo de batalha na capa do single “Wardance” (1980), corroboram seus posicionamentos inteligentes.

    Surgido em 1978, tendo uma cinzenta Londres como cenário, o grupo uniu elementos do punk, dub reggae e de música eletrônica em um desenho sonoro bastante original.  “Requiem”, do homônimo debut (1980), é um bom exemplo das inusitadas combinações realizadas e introduz o bloco dessa fase inicial para alegria do público, a essa altura, um tanto morno.

    “Vocês gostaram da eleição americana? Eu não quero uma nova ordem mundial. Eu gosto de diversidade!” Tímidos aplausos ressoam, seja por não entendimento, seja pelo clima de polarização política presente às vésperas de uma importante eleição. “Follow the Leaders” continua na trilha de temas políticos e a demonstrar o som mais primitivo e tribal do começo de carreira.

    É da personalidade marcante e diversa desses quatro músicos que surgiu a unidade sonora tão própria. As partes trabalham em prol do todo. Não há espaços para virtuosismos desnecessários.  Bom exemplo disso é a instrumental “Bloodsports”. Ao vivo, Jaz acaba por improvisar algumas falas sobre a ferocidade do ser humano em uma sacolejante composição.

    Big Paul é um metrônomo cheio de groove. Aliado ao seu companheiro rítmico, Youth – produtor de sucesso, trabalhou com The Cult, Paul Mccartney, Pink Floyd, entre outros – formam uma “cozinha” sem par. Inventivo, Geordie é um dos guitarristas mais subestimados de todos os tempos. Com sua fiel Gibson ES semi-acústica constrói riffs, despeja harmônicos, usa afinação fora do padrão e faz soar notas que sobrevoam a base rítmica de forma singular. Impressiona como suas feições sugerem um quase tédio enquanto, sem demonstrar nenhum esforço, vai tocando uma bela parede sonora. O que contrasta com presença intensa e careteira do cantor. Jaz possui uma voz facilmente reconhecível, seja cantando de forma limpa e melódica ou vociferando como um Lemmy pós-punk. Cada vez mais parecido com Alice Cooper, comanda a apresentação erguendo os braços para reger a plateia. Não à toa, também é arranjador e compositor de música clássica, tendo trabalhado com orquestras como a filarmônica de Londres e a sinfônica de Praga. Assim como Geordie, foi elogiado por ninguém menos que Jimmy Page ao realizar o álbum Kashimir: Symphonic Led Zeppelin.

    “Butcher”, “Loose Canon” e “Labyrinth” diminuem o ritmo de forma mais cadenciada e acabam por deixar o show mais parado. Impressiona, porém, a intensidade do grupo mesmo depois de 40 anos de estrada e muitas mudanças de formação. Ao contrário de muitas bandas, o Killing Joke foi ficando cada vez mais pesado. Há álbuns onde os riffs se aproximam bastante do heavy metal (como na ausente Millenium, de 1994). A já citada influência em bandas tão diversas quanto Ministry, Prong e Helmet fica clara quando voltam a pesar o repertório com “Corporate Elect”, enquanto “Asteroid” pesa no ritmo e nos gritos primais. “The Wait”, mais conhecida como a “música que o Metallica gravou”, tem no riff e na batida forte os elementos para agradar a quem deseja batimentos cardíacos no máximo. O primeiro ato termina com a magnífica “Psyyche” (lado B do single Wardance, 1980). Para uma das primeiras músicas compostas pelo grupo, ela se mantém como o perfeito diagrama do que é o Killing Joke: peso com groove.

    Pequena pausa encerrada pelos clássicos “Primitive” e “wardance” – outra boa representação da banda. O fim chega com a premonitória “Pandemonium” (“eu posso ver o amanhã, Posso ver o mundo que virá, escute o pandemônio”) em uma versão ainda melhor que a registrada em estúdio.

    Foram décadas de espera por uma visita do Killing Joke ao hemisfério sul. Se por um lado a espera foi recompensada, um show de cerca de uma hora e meia não é suficiente para passar a limpo as quatro décadas da banda. Mas o vigor e a intensidade do show foram suficientes para abrir muitos sorrisos. Quem ri por último, ri melhor.

  • SIRENIA: Confira o teaser do novo álbum “Arcane Astral Aeons”

    SIRENIA: Confira o teaser do novo álbum “Arcane Astral Aeons”

    A banda norueguesa SIRENIA lançará seu novo álbum, Arcane Astral Aeons, no final de outubro pela Napalm Records. O sucessor de Dim Days Of Dolor de 2016 marca o segundo álbum da banda a apresentar a vocalista francesa Emmanuelle Zoldan, que substituiu a cantora espanhola Ailyn Giménez García há dois anos.

    O ‘teaser’ do novo álbum, apresentando todas as faixas de Arcane Astral Aeons pode ser visto abaixo.

    O guitarrista e líder do SIRENIA, Morten Veland, comentou: “Estamos muito satisfeitos em apresentar a arte do nosso novo álbum, Arcane Astral Aeons. Mais uma vez trabalhamos com o designer Gyula Havancsák para criar uma obra de arte que realmente adorne o coração e alma da nossa música.

    “O álbum foi gravado nos estúdios Audio Avenue (Noruega) e Sound Suite Studios (França), enquanto a mixagem e masterização ocorreram em Hansen Studios (Dinamarca) com o engenheiro de mixagem Jacob Hansen.

    “Este álbum é algo único para nós, pois é o primeiro que fizemos junto com nossos fãs; todos que apoiaram nossa campanha de contribuição contribuíram diretamente para o financiamento do álbum e para torná-lo o que acabou sendo”

    “Estamos muito orgulhosos do que alcançamos juntos, e estamos muito ansiosos para compartilhar com vocês, esperando que todos vocês achem isso tão especial quanto nós”.

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