Categoria: Destaques

  • SUMMER BREEZE BRASIL lançado oficialmente em São Paulo

    SUMMER BREEZE BRASIL lançado oficialmente em São Paulo

    Fotos: Marcos Hermes

    Aconteceu na noite de 15 de setembro, no VCI/Hard Rock Café, em São Paulo, o lançamento oficial da edição 2024 do festival Summer Breeze Brasil. A primeira edição aconteceu em São Paulo, nos dias 29 e 30 de abril deste ano, no Memorial da América Latina, e tornou-se sucesso de público logo em sua estreia.

    O lançamento reuniu muitas figuras conhecidas do rock e do metal brasileiros. Estavam lá Rafael Bittencourt (Angra), Ivan Busic (Dr. Sin), Ricardo “Soneca” Schevano (Baranga e Carro Bomba), Nando Fernandes (Sinistra), Tiago Claro (empresário e guitarrista do Seventh Seal), Regis Tadeu, Paulinho Heavy, Vitão Bonesso e vários representantes da imprensa especializada.

    Aos realizadores da primeira edição, Claudio Vicentin (ROADIE CREW) e Rick Dalal (Free Pass Entretenimento), uniu-se na organização do festival Marcio Sinzato, experiente empresário e dono da marca Consulado do Rock.

    O evento começou com uma entrevista coletiva na qual os organizadores fizeram um balanço da edição anterior. Claudio ressaltou que ao longo dos dois dias não houve “uma ocorrência de roubo, uma briga, um atendimento médico sequer.”

    Rick falou sobre o sucesso da primeira edição, mesmo não contando com um mega headliner, nem com o apoio da chamada grande mídia ou de grandes patrocinadores. Ele citou o know how da equipe envolvida na realização que realizou o evento como um dos grandes segredos para ele ter sido um sucesso absoluto, mesmo em se tratando de um festival inédito no Brasil. “Mostramos que dá pra fazer algo de qualidade”, afirmou.

    Sobre o cast, Claudio comentou que “a gente cresceu ouvindo grandes bandas que hoje estão se aproximando do seu final. O Summer Breeze é uma oportunidade de mostrar artistas que estão levando adiante o legado desses grandes nomes.”

    Rick ainda ressaltou a mecânica do festival, em que há vários eventos e shows acontecendo ao mesmo tempo, permitindo que o público possa escolher a atividade que mais lhe agrade.

    Os nomes anunciados até então chegaram a 20, mas ainda não se trata nem de metade do cast completo, que deve se aproximar de 50 artistas. Segundo Rick, “este ano foi bem mais fácil contratar as bandas, tanto que o cast está bem mais forte”.

    O New Blood, concurso que escolheu uma banda iniciante através de votação popular para se apresentar no festival, continuará valendo, mas agora aberto a artistas de toda a América Latina. E ainda haverá o Wave Stage, em que bandas nacionais iniciantes serão selecionadas através de uma curadoria para se apresentarem.

    Encerrada a entrevista, o evento prosseguiu com música ao vivo a cargo de Marcelo Carvalho (voz e violão), com direito a canja de Nando Fernandes, e som mecânico (rock, obviamente) comandado pelo DJ Edu Rox.

    O Summer Breeze Brasil 2024 vai acontecer novamente no Memorial da América Latina em três dias: 26, 27 e 28 de abril. As vendas de ingressos começaram no dia 16 de setembro. Para adquirir ingressos e para mais informações sobre o festival é só acessar o site https://summerbreezebrasil.com/

  • Aberta a venda de ingressos para a 2° edição do Summer Breeze Brasil 2024; saiba os detalhes

    Aberta a venda de ingressos para a 2° edição do Summer Breeze Brasil 2024; saiba os detalhes

    Já estão abertas as vendas para os ingressos da segunda edição do aclamado Summer Breeze Brasil Open Air, que acontecerá no Memorial da América Latina, em São Paulo, nos dias 26, 27 e 28 de abril de 2024. 

    Com condições especiais para esse primeiro momento, os ingressos estão disponíveis neste link.

    Para mais informações sobre os ingressos, acesse este link.

     

    Até o momento, os organizadores do Summer Breeze Brasil anunciaram 20 bandas para a próxima edição do festival. São elas: AnthraxHammerfallWithin TemptationCarcassBiohazardDeath AngelForbiddenSebastian BachMr. BigLacuna CoilAvatar, NervosaDr. Sin, AngraEdu FalaschiRatos de PorãoEclipseIn ExtremoAmorphis The Night Flight Orchestra

    Muitas outras atrações e experiências serão anunciadas no decorrer das próximas semanas por aqui e nos canais oficiais do festival.

  • Summer Breeze Brasil confirma CARCASS, EDU FALASCHI e anuncia HAMMERFALL e LACUNA COIL para 2024

    Summer Breeze Brasil confirma CARCASS, EDU FALASCHI e anuncia HAMMERFALL e LACUNA COIL para 2024

    Depois do ‘furo’ do Death Angel na tarde desta sexta-feira (15), em que através de uma postagem em seu perfil no Instagram ‘entregou’ que Edu Falaschi Carcass estão garantidos na edição do próximo ano do Summer Breeze no Brasil, os organizadores do festival, em entrevista coletiva realizada em um coquetel no Mundo VCI, não apenas confirmaram a presença das duas bandas, como também anunciaram outros dois grandes nomes: o grupo sueco Hammerfall e o italiano Lacuna Coil.

    Hammerfall | Foto: Tallee Savage

    Assim sendo, HammerfallLacuna CoilEdu Falaschi Carcass se unem aos também já anunciados Death Angel, Dr. SinMr. BigSebastian BachAnthraxBiohazard, AvatarNervosaWithin TemptationAmorphisEclipseForbiddenThe Night Flight OrchestraIn ExtremoRatos de Porão e Angra.

    Lacuna Coil

    Além dos 20 nomes oficializados, muitos outros serão confirmadas no decorrer das próximas semanas por aqui e nos canais oficiais do festival. A segunda edição do Summer Breeze Brasil acontecerá nos dias 26, 27 e 28 de abril de 2024 no Memorial da América Latina, em São Paulo (SP).

    Foto: Ester Segarra

    Os ingressos da pré-venda e venda geral estarão disponíveis de forma online, através do Clube do Ingresso e pontos de venda sem taxa de conveniência a partir deste sábado (16) em https://www.clubedoingresso.com/evento/summerbreeze2024

    Outras informações em: www.summerbreezebrasil.com

    Siga @summerbreeze.brasil

    Edu Falaschi

  • Vazou: CARCASS e EDU FALASCHI no Summer Breeze Brasil de 2024

    Vazou: CARCASS e EDU FALASCHI no Summer Breeze Brasil de 2024

    Nos últimos sábados, a produção do Summer Breeze Brasil tem anunciado algumas das atrações que integrarão a segunda edição do festival em 2024, que assim como a primeira será realizada no Memorial da América Latina, em São Paulo. No entanto, nesta sexta-feira (15), em um postagem feita em sua página oficial do Instagram, o Death Angel, um dos grupos já anunciados, deixou “escapar” mais dois nomes que deverão estar presentes no festival: o ícone do death/grind inglês Carcass e o ilustre Edu Falaschi, vocalista que vive grande momento em sua carreira.

     

    Até o momento, a produção do festival ainda não anunciou as duas bandas, no entanto, anteriormente já havia oficializado 16 grandes nomes, sendo eles o próprio Death Angel e mais Dr. SinMr. BigSebastian Bach, Anthrax, Biohazard, Avatar, Nervosa, Within Temptation, Amorphis, Eclipse, Forbidden, The Night Flight Orchestra, In Extremo, Ratos de Porão e Angra.

    Carcass: maior nome do death/grindcore britânico | Foto: Ester Segarra

    A segunda edição do Summer Breeze Brasil acontecerá nos dias 26, 27 e 28 de abril de 2024 no Memorial da América Latina, em São Paulo (SP). Várias outras atrações ainda serão confirmadas no decorrer das próximas semanas por aqui e nos canais oficiais do festival.

    Os ingressos da pré-venda e venda geral estarão disponíveis de forma online, através do Clube do Ingresso e pontos de venda sem taxa de conveniência. Mais informações serão divulgadas em breve.

     

    https://www.clubedoingresso.com/evento/summerbreeze2024

    Outras informações em: www.summerbreezebrasil.com

    Siga @summerbreeze.brasil

    Edu Falaschi vive ótimo momento na carreira solo e atualmente divulga seu recém-lançado álbum, o conceitual “Eldorado”
     

  • DORO lança single “Bond Unending” com participação de SAMMY AMARA (BROILERS)

    DORO lança single “Bond Unending” com participação de SAMMY AMARA (BROILERS)

    POR ASSESSORIA 

    O novo álbum de estúdio da DORO intitulado “Conqueress – Forever Strong and Proud” será lançado mundialmente no dia 27 de Outubro pela Nuclear Blast.

    Hoje a rainha do metal anuncia o lançamento lançamento da terceira faixa do álbum chamada ‘Bond Unending’, no qual DORO apresenta aos seus fãs mais um parceiro de dueto de alto nível, o Sammy Amara, uma das maiores instituições do rock alemão BROILERS.

    A voz poderosa de DORO combinada com o som característico e áspero de Sammy cria uma mistura dinâmica e inesquecível que vai te arrepiar. ‘Bond Unending’ é uma explosão sonora de pura energia, paixão e magia do rock ‘n’ roll.

    A faixa acompanha um videoclipe impressionante que contém trechos da enorme apresentação de aniversário de DORO, que aconteceu no Wacken Open Air no dia 2 de agosto deste ano.

    DORO comentou: “‘Bond Unending’ é uma música sobre uma amizade profunda. Sammy e eu a escrevemos no meio da noite. Nos divertimos muito juntos. A química foi ótima desde o início.”

    Ouça a música em todas as plataformas:  https://doro.bfan.link/bond-unending

    Assista ao videoclipe aqui:  https://youtu.be/AyIEWvUtTeE

    Pré-venda do álbum aqui: https://doro.bfan.link/conqueress

    Conqueress – Forever Strong and Proud será disponibilizado em diversos formatos:

    • CD Acrílico
    • 2CD Digibook com encarte 36p (inclui faixas bônus)
    • Vinil Duplo c/ 2 encartes | Splatter branco/preto
    • Vinil Duplo c/ 2 encartes | Marmorado branco/azul
    • Vinil Duplo c/ 2 encartes | Vermelho transparente
    • Vinil Duplo c/ 2 encartes | Picture
    • Box Set Vinil Duplo c/2 encartes (incl bonus tracks) + CD Duplo Digibook com encarte 36p (inclui bonus tracks) + Pingente + Certificado Numerado e Autografado + Poster + Patch + Palheta

    DORO Pesch se destaca como uma das maiores histórias de sucesso na história do rock.

    Em 1983, Dorothee Pesch, aos 19 anos, partiu para conquistar o mundo do rock. Hoje, 40 anos depois, com mais de 10 milhões de álbuns de estúdio vendidos e incontáveis prêmios em seu currículo, DORO tem sido a indiscutível Rainha do Metal por décadas. Com mais de 3.500 shows realizados em mais de 60 países ao redor do mundo, ela conquistou uma base de fãs excepcionalmente poderosa e entusiasmada!

    Para esse grande 40º aniversário, a Rainha do Metal também convida a todos para uma celebração no dia 28 de outubro, para um show de aniversário em sua antiga cidade natal, Düsseldorf, na Mitsubishi Halle. Vamos celebrar com ela, nossa verdadeira Rainha do Metal!

    Foto: Jochen Rolfes

  • ANGRA lança “Tide of Changes”, single com participação da cantora VANESSA MORENO

    ANGRA lança “Tide of Changes”, single com participação da cantora VANESSA MORENO

    POR ASSESSORIA 

    Após Ride Into the Storm, o Angra lançou no início desta sexta-feira (15) em todas as plataformas de streaming o segundo single de seu próximo álbum de estúdio, Cycles of Pain. Tide of Changes foi a música escolhida da vez  para mostrar mais um pouco do 10° álbum de estúdio do grupo, que está agendado para ser lançado no Japão no dia 01 de novembro pela JVC e em 03 de novembro no resto do mundo através da Atomic Fire Records.

    O baixista Felipe Andreoli comentou o novo single  do Angra“Essa música ganhou vida muito rapidamente. Depois que eu brinquei com o riff inicial, todas as partes subsequentes se encaixaram perfeitamente”, recordou. “É uma música cheia de dinâmica e texturas diferentes, com um olhar para o futuro enquanto também acenamos para o passado, principalmente na seção intermediária. O Fabio (Lione, vocalista) fez um trabalho brilhante com as linhas vocais e teve uma performance muito inspirada. A introdução surgiu enquanto eu trabalhava em algumas harmonias, aí o Fabio entrou e a mágica aconteceu”.

    Rafael Bittencourt, guitarrista e fundador do Angra, complementou: “A letra de Tide of Changes foi a primeira que compus para o álbum Cycles of Pain, e retrata exatamente o que o título denuncia. Vivemos um momento de grande instabilidade e, enquanto nosso ego busca a zona de conforto e controle, é fundamental adaptar-se a essa impermanência, surfarmos nas ondas do destino e não nas nossas expectativas. São as dores e frustrações que nos moldam e fortalecem, a ponto de podermos bater no peito e dizer, ‘‘Que venha a próxima onda de dificuldades. Quer levar outro pedaço de mim? Vamos, esperei por esse momento!’”.

    Foto: Lorena Dini

    Tide of Changes conta com a participação especial da cantora Vanessa Moreno. A brasilidade de Vanessa, considerada uma das maiores revelações da MPB e vencedora do Prêmio Profissionais da Música de 2017 e 2018, não esconde a influência do rock e do metal em sua obra. Essa fusão única de gêneros musicais é o que dá uma dimensão extraordinária à sua arte, cativando tanto os aficionados tradicionais da MPB quanto os amantes de estilos mais enérgicos.

    Sua voz poderosa e versátil transmite uma variedade de emoções, desde a melancolia profunda até a euforia contagiante. Vanessa Moreno não se prende a rótulos ou limitações artísticas, e é justamente essa abordagem destemida que a coloca no cenário musical como uma artista inovadora e destaque da nova geração.

    Tide of Changes vem acompanhada de videoclipe com direção do renomado Leo Liberti, da Libertà Films, que já trabalhou com gigantes como Dee Snider, Europe Megadeth. O trabalho com o diretor repete a fórmula de sucesso que resultou no clipe de Black Widow’s Web e do recém-lançado Ride Into the Storm.

    Ouça Tide of Changes nas plataformas de streaming: https://angra.afr.link/tideofchangesPR

      Cycles of Pain

    Diversos temas serviram de inspiração para a parte lírica do trabalho. Dores pessoais dos membros da banda, como morte, doença de familiares, perda de Andre Matos e também a pandemia são alguns dos tópicos abordados em Cycles of Pain. Para a composição, os músicos se isolaram em uma intensa imersão, que resultou em uma grande interação criativa. Após criarem as músicas em uma casa em Campos de Jordão, realizaram as gravações no estúdio Sonastério, em Belo Horizonte, e no Elephant Office, na região de Florianópolis.

    O álbum Cycles of Pain marca uma nova era na carreira do grupo, e trará diversas participações especiais, incluindo a cantora Amanda Somerville e a pianista Juliana D’Agostini em Tears of Blood, a lenda da MPB Lenine, em Vida Seca e Vanessa Moreno em Tide Of Changes – Part II e em Here in the Now.  O disco foi produzido, mixado e masterizado por Dennis Ward, que  trabalhou em álbuns clássicos do Angra como Rebirth e Temple of Shadows. A capa foi inspirada em experiências com a Inteligência Artificial e posteriormente finalizada por Eric Pasqua, enquanto Jonathan Canuto cuidou do layout.

    Vivendo um momento inspirado da carreira, o Angra atualmente é formado pelos guitarristas Rafael Bittencourt e Marcelo Barbosa, o baixista Felipe Andreoli, o vocalista Fabio Lione e o baterista Bruno Valverde.

    Foto: Marcos Hermes
  • Está no ar o episódio #28 do BATALHA DE ÁLBUNS da Roadie Crew no YouTube; assista ao vídeo

    Está no ar o episódio #28 do BATALHA DE ÁLBUNS da Roadie Crew no YouTube; assista ao vídeo

    Já está no ar, pelo canal da Roadie Crew no YouTube, o episódio #28 do quadro Faixa a Faixa – Batalha de Álbuns. No Faixa a Faixa, os comentaristas colocam três grandes discos lado a lado em disputa. Com a mesma quantidade de músicas na track list, uma a uma, na ordem, vão sendo confrontadas. O objetivo final dos apresentadores é montar um imaginário disco com a track list perfeita, formada pelas músicas vencedoras.

    Nesse episódio, os apresentadores Luiz Tosi, Ricardo Campos e Tony Monteiro põem em jogo músicas de três clássicos álbuns do mestre do shock rock Alice CooperLove it to DeathSchool’s OutMuscle of Love. Assista: 

    E não se esqueça de se inscrever em nosso canal, deixar seu like e clicar no Hells Bells (?) para receber todas as notificações dos próximos vídeos: https://www.youtube.com/roadiecrewmagtv 

  • Álbum tributo ao TYPE O NEGATIVE será lançado este mês e reúne bandas de gêneros extremos; ouça-o

    Álbum tributo ao TYPE O NEGATIVE será lançado este mês e reúne bandas de gêneros extremos; ouça-o

    Bandas de gêneros extremos como grind, crust, D-beat, powerviolence e death metal se reuniram para um tributo ao Type O Negative. Intitulado Blast No.1 – Blastbeat Tribute to Type O Negative será lançado no próximo dia 22 de setembro. O projeto, meticulosamente curado pela 783Punx, reúne 19 covers fascinantes de algumas das bandas mais voláteis do mundo.

    Em um tributo único, as bandas pegam músicas icônicas, muitas vezes mais arrastadas, do Type O Negative e as transformam em faixas aceleradas em versão grindcore. “Pegue uma música do Type O Negative lenta e longa e a converta em uma música grindcore curta e super rápida, mas tente mantê-la mais reconhecível possível”, disse Edi da 783Punx. Bandas como HellbastardSchismopathicProletar Abaddon Incarnate estão entre todas que colaboraram.

    Ouça o álbum em primeira mão na playlist abaixo: 

    Um destaque especial do lançamento físico é seu elemento visual, misturando o estilo clássico do Type O Negative com símbolos familiares a todos os fãs de blastcore. Ada, do Bite the Dust, é creditado pela arte.

    O tributo vem em vários formatos e edições, incluindo um CD padrão, um box set com CD deluxe e várias edições de fita e LP. Cada oferta inclui recursos exclusivos, como encartes de 24 páginas, adesivos especiais e até um pacote de camisetas.

    CD: jewel case com encarte de 24 páginas com fotos da banda e interpretações especial da capa do álbum Boxset CD Deluxe: Caixa de pizza “7 contendo um CD deluxe, dois cartões postais e uma camiseta colorida estampada frente e costas e de origem ética. Fita: vem em duas versões – varejo e exclusiva da banda – embalada em uma caixa de plástico com um adesivo hype e J-Card. LP Deluxe: 180g, preto, alojado em um pesado formato gatefold, com impressão de tela no lado D. Além disso, vem com adesivos e cartões postais de 12x12cm. Todas essas variantes podem ser pré-encomendadas agora no Linktree do 783Punx. Confira o tracklist:  01. KANNIBAL KRIS (Germany) – Are You Afraid 02. TASK FORCE BEER (Germany) – Prelude To Agony 03. SCHISMOPATHIC (Poland) – I Don’t Wanna Be Me 04. HELLBASTARD (England) – We Hate Everyone 05. DISHELL (Poland) – Xero Tolerance 06. VERANO’S DOGS (Italy) – Love You To Death 07. HERIDA PROFUNDA (Poland) – All Hallows Eve 08. BOTTOM (Poland) – Be My Druidess 09. GENDO IKARI (Scotland) – Kill You Tonight 10. PLAGUE BEARER (Poland) – Creepy Green Light 11. PROLETAR (Indonesia) – Angry Inch 12. BOYCOTT THE BAPTIST (England) – Everything Dies 13. WILL COPE (Lithuania) – Some Stupid Tomorrow 14. ASSUR (Belgium) – Christian Woman 15. EMISSAIRES OF SIN (Wales) – Black No. 1 (Little Miss Scare-All) 16. HOT COPS (England) – My Girlfriend’s Girlfriend 17. SKITZO (USA) – Unsuccessfully Coping With The Natural Beauty Of Infidelity 18. ABADDON INCARNATE (Ireland) – Dead Again 19. THE ATROCITY EXHIBIT (England) – Der Untermensch Kill Devil Hill photographed at the rehearsal studio in North Hollywood on 12/12/11.
  • AC/DC anuncia o baterista MATT LAUG no lugar de PHIL RUDD para o festival “Power Trip”

    AC/DC anuncia o baterista MATT LAUG no lugar de PHIL RUDD para o festival “Power Trip”

    O AC/DC está a todo vapor para sua volta aos palcos desde 2016. A maior banda australiana da história será uma das atrações do segundo dia do aguardado festival americano “Power Trip”, em 7 de outubro, no Empire Polo Club,  que fica localizado em Indio, Califórnia. Para esta apresentação, o AC/DC não terá a presença de Phil Rudd na bateria, mas sim de Matt Laug, músico que trabalhou com Alice CooperSlash’s SnakepitAlanis Morrissette e outros. Laug, de 55 anos, já dividiu palco com o próprio AC/DC. Foi em 2001, quando ele estava tocando com Slash e o AC/DC divulgava o álbum Stiff Upper Lip.

    Nas últimas duas décadas, Laug tem tocado e gravado com o ex-guitarrista de Tom Petty and the HeartbreakersMike Campbell, no Dirty Knobs“Tenho muita sorte de poder trabalhar com amigos que são grandes músicos. Acho que quando você tenta ser o melhor que pode ser, isso atrai outros que fazem o mesmo”, disse o bateria em uma entrevista em 2020. “Procuro ser profissional, o que significa ter uma atitude humilde, conhecer as músicas antes de ir para os ensaios, chegar aos ensaios e shows a tempo e dar o meu melhor”. 

    Matt Laug

    Em suas redes, o AC/DC compartilhou um áudio de ensaio para o “Power Trip” e mencionou o retorno do baixista Cliff Williams e a contribuição de Matt Laug:

    “PWR UP (prepare-se) para o Power Trip! Ouça o ensaio dos garotos se preparando com Cliff Williams, que está saindo da aposentadoria para o festival, e Matt Laug na bateria”.

    Ainda não está muito claro se Phil Rudd está fora ou não do AC/DC de modo definitivo. Ele se juntou ao grupo em 1975, saiu em 1983 e retornou em 1994. Em 2020, Rudd retornou mais uma vez para o AC/DC para as gravações de álbum mais recente da banda, Power Up. Entre 2015 e 2016, ele teve que lidar com as consequências legais de sua prisão em 2014, por ameaçar matar um ex-funcionário. A sentença foi de oito meses de prisão domiciliar. Enquanto isso, durante a “Rock or Bust World Tour”, o AC/DC contou com os serviços de Chris Slade, seu baterista no período de 1989 a 1994.

    Ressentido, em 2020, em entrevista à Rolling StoneChris Slade revelou que “Ninguém nunca me ligou e disse: ‘A propósito, você não é o baterista atual’ ou “A propósito, Phil está na banda há três anos’; ninguém nunca disse isso. No que me diz respeito… Deus, eu sou filosófico o suficiente para perceber que Phil pode muito em estar de volta à banda. Não faço ideia. Eu não tinha ideia nenhuma da última vez quando me ligaram antes da (turnê) Rock or Bust. Estou aberto a todas as possibilidades. É assim que as pessoas devem ser, de mente aberta”. E parece que a declaração de Chris não pegou bem com seus antigos parceiros de AC/DC, visto que dessa vez a banda optou por Laug e não por ele para ocupar o lugar de Rudd no festival Power Trip. De sua parte, Slade desejou boa sorte a Matt Laug em suas redes no último domingo (10), porém não perdeu a oportunidade para cutucar o guitarrista Angus Young:

     

    “Conheço Matt, é um cara muito legal desde a época em que eu morava na Califórnia. Ele é um baterista muito capaz e abstêmio, e colocará a bateria exatamente onde Angus quer: no fundo do palco. Desejo-lhe toda a sorte

     

    Para o AC/DC, a apresentação no festival “Power Trip” será histórica. Além de a apresentação ser a primeira ao vivo da banda em sete anos e com um baterista diferente, marcará o retorno de Cliff Williams da aposentadoria e a volta do vocalista Brian Johnson aos palcos desde que foi substituído por Axl Rose nas últimas 23 datas da turnê “Rock or Bust”, já que na ocasião corria o risco de perder por completo sua audição caso permanecesse fazendo shows barulhentos com a banda”.

    O “Power Trip” acontecerá nos dias 6, 7 e 8 de outubro terá também como atrações MetallicaIron MaidenGuns N’ RosesTool Judas Priest (que entrou no lugar de Ozzy Osbourne).

     
  • BEYOND THE BLACK: TRABALHO E MATURIDADE

    BEYOND THE BLACK: TRABALHO E MATURIDADE

    Com seu novo e autointitulado álbum, o quinto numa história que começou logo ali atrás, em 2014, o Beyond the Black apresenta uma maturidade que já distancia o grupo alemão do rótulo ao qual foi colocado, o de metal sinfônico. E a responsabilidade é da vocalista, instrumentista e compositora Jennifer Haben, hoje acompanhada por Chris Hermsdörfer e Tobias Lodes (guitarras), Kai Tschierschky (bateria) e, ao vivo, Linus Klausenitzer (baixo). Com um número já considerável de mudanças na formação, a banda é o retrato da sua líder, que, nesta entrevista, mostra que tanto não perdeu a simpatia quanto, numa época de estrelas instantâneas e sazonais, sua agradável timidez.

    Como você está, especialmente depois da fase mais grave da pandemia?
    Jennifer Haben: Muita coisa aconteceu, muita coisa mudou, mas há sempre uma oportunidade na mudança, e eu sempre olho para isso. Então está tudo bem por aqui. Ver o copo meio cheio é o que sempre tento fazer.

    A pandemia atingiu duramente a indústria musical, especialmente os artistas, que não puderam sair em turnê. Mas acredito que isso deu a você tempo para trabalhar de forma mais relaxada no novo material, certo?
    Jennifer: Claro! Eu costumo dizer que é sempre bom ter um pouco mais de tempo para compor as músicas e pensar no que queremos fazer, por isso acredito que essa é uma das razões pela qual o novo disco soa tão confiante. Passamos bastante tempo pensando nas questões básicas e sabíamos exatamente o que queríamos antes de começarmos a compor e a gravar. Isso nos ajudou por um lado, ainda que tenha sido péssimo por outro.

    E me parece que a letra de “Is There Anybody Out There?” está diretamente relacionada à pandemia…
    Jennifer: Sim, está, mas preciso dizer que tudo no novo álbum está de alguma forma relacionado com o que sentimos durante a pandemia. Mesmo que sempre tenhamos momentos assim nas nossas vidas, creio que desta vez, com a pandemia, todos sentimos as mesmas coisas ao mesmo tempo. Foi algo singular, e acredito que é uma razão por que talvez agora você possa pegar essa música e perceber ‘Ok, eu senti exatamente isso!’, ou seja, se sentir sozinho com os seus pensamentos, pensar que está enlouquecendo e aí descobrir que todo mundo estava se sentindo exatamente assim. Você deve se lembrar de falar com amigos e familiares por videochamadas e perceber que todos estavam falando sobre as mesmas coisas, as mesmas sensações, e isso fazer você se sentir compreendido. Foi assim que eu me senti. É claro que parece fácil falar disso quando há pessoas por aí que não tinham quem os ouvisse ou com quem pudessem falar, então quis abordar esse sentimento, também.

    Beyond the Black
    Jennifer Habben (Foto: Heilemania/Divulgação)

    Exatamente, e minha questão é exatamente nesse sentido, porque a letra se encaixa no que muitas pessoas passaram depois de ficarem confinadas por tanto tempo. Houve um problema de saúde mental…
    Jennifer: Eu tive a sorte de ter mais gente perto de mim nesse período do que nos anos anteriores, então isso foi muito bom. Também foi bom ter mais tempo para estar com outras pessoas, mesmo que não fosse pessoalmente, porque todos podíamos nos conectar, afinal, todos tínhamos tempo e disposição para isso. Claro que foi tudo foi muito difícil, especialmente para as pessoas que costumam fazer muitas turnês e que estão sempre por aí. Eu tentei fazer com que esse trabalho, agora de volta ao mundo normal, pudesse ajudar também quem não teve companhia por perto naquele período.

    E em que sentido a letra de “Free Me” se encaixa nesse contexto, porque ela parecer ser bastante pessoal…
    Jennifer: O disco inteiro é sobre se encontrar, e isso é algo muito pessoal: encontrar o que você realmente quer, todas as coisas que podíamos pensar a respeito naquele período. Essa música teve uma sensação Shakespeariana enquanto a compusemos, mas o resultado ficou ótimo, inclusive com o videoclipe, que mostra duas Jennifers se conectando de alguma forma, no qual há dois mundos diferentes, porque, no fim das contas, você encontra as respostas sobre tudo o que você está buscando dentro de si mesmo. Foi algo que descobri sobre mim mesma durante aquele período, de uma maneira bem intensa, então tentei dar continuidade ao contar para outras pessoas.

    Mas se “Winter is Coming” não for sobre “Game of Thrones”, ainda mais com aquele videoclipe, você realmente precisa me explicar o significado dela (risos)…
    Jennifer: (rindo bastante) Sim, é! A música foi escrita antes de começarmos esse álbum, então não diz nada sobre autoconhecimento (risos), mas se pensarmos nela como uma metáfora, ainda assim foi perfeita para a época, porque sempre temos de encarar certas coisas. A ideia da canção foi do guitarrista, só que eu realmente adorei porque sou uma fã nerd de “Games of Thrones” (risos).

    Então aqui vai a pergunta de um milhão de dólares: você gostou do desfecho da série?
    Jennifer: Ah, não faça essa pergunta! (risos) É muito doloroso! (risos) Não, eu não gostei! Prefiro até pensar que não aconteceu, porque não consigo entender por que fizeram um fim como aquele. Talvez eles quisessem que ficássemos comentando a respeito o tempo todo, embora tenha sido a pior coisa que poderiam ter feito. É a única razão que vejo para terem feito aquilo envolvendo a Khaleesi.

    Falamos muito breve sobre videoclipes, e o Beyond the Black você já fez seus para o novo álbum, todos muito bem produzidos. Eu costumo dizer que o YouTube é a nova MTV, mas qual a importância para a banda?
    Jennifer: Boa pergunta. Eu realmente gosto de fazer vídeos incríveis, que não pareçam baratos, que pareçam caros… Bom, na verdade, eles são bem caros (risos), mas calculamos como distribuir os custos entre os clipes. Decidimos qual é o que mais vale a pena, é assim que é feito. O mais importante é que a ideia principal seja boa e que possamos fazer tudo para dar corpo a essa ideia com o orçamento que temos, mostrando para as pessoas que Beyond the Black está aqui, porque dominaremos o mundo! (risos) Usamos esses grandes efeitos, como no de “Reincarnation”, que foi algo muito divertido de fazer! Pessoalmente, também é muito importante para mim interpretar esses papéis, poder fazer um pouco de cosplay aqui e ali, porque é algo que amo fazer. Não disse a você que sou nerd? (risos) Não sei por que não tínhamos nada disso antes, mas agora senti que era a hora de fazer. É bom poder combinar tudo isso no novo disco.

    Esse lado de atuação é uma novidade para mim. Você já pensou em tentar um papel num filme ou numa série?
    Jennifer: Eu amo atuar, realmente, e adoraria tentar! Gosto desse elemento da atuação que é poder demonstrar diferentes sentimentos com expressões faciais. Não sei o quão boa eu sou para aprender letras sem que tenham as melodias junto (risos), mas acredito que me daria bem num papel que exigisse estar totalmente apaixonada e morrer por isso, algo bem dramático. Creio que poderia fazer isso bem! (risos)

    Curiosamente, dois dos videoclipes são de duas das minhas três músicas favoritas em “Beyond the Black”, e “Dancing in the Dark”, por exemplo, ainda é a abertura perfeita para os shows. Apesar de estar no meio do setlist… (risos)
    Jennifer: É muito legal você dizer isso, porque tive o mesmo pensamento enquanto estávamos terminando o disco e pensando em quais músicas tocaríamos ao vivo. Quando combinamos isso com os elementos que precisam preencher um show, como solo de bateria e efeitos visuais para o deleite da plateia, temos de imaginar de uma forma diferente. Porém, musicalmente falando, “Dancing in the Dark” é a música perfeita para abertura, de fato. Como primeira música, poderíamos bater palmas junto com o público, fazer com que ele entre no ritmo do show, então imagine a primeira música fazendo o público dançar? Seria incrível! Sempre acreditei que a canção de abertura deve ser aquela que mexa com as pessoas na plateia no sentido de colocá-las para dançar, e nunca tivemos isso. Agora eu preciso pensar a respeito, sobre onde a colocarei nos próximos shows (risos).

    E como eu mencionei uma, farei o mesmo com as outras duas, a começar por “Reincarnation”. Os elementos de música celta são o molho principal da canção…
    Jennifer: É como se fosse a apresentação do disco para os ouvintes, porque se eu tivesse de mostrar do que se trata o “Beyond the Music” em apenas uma música, seria “Reincarnation”. De certa forma, ela está baseada em tudo que apresentamos, e o tema também trata do que queríamos falar nas demais letras, que é se encontrar e fazer o melhor por si mesmo.

    Por último, “Not in Our Name”, especialmente porque o groove e o toque de metal moderno trazem um ar de novidade ao estilo da banda. E ainda tem a letra…
    Jennifer: E mais uma vez há um elemento nerd na nossa conversa (risos), porque eu estava assistindo a filmes, séries e animes, então talvez você encontre algo sobre “Demon Slayer” nela (risos) (N.R.: no Brasil, a série de anime da Netflix se chama “Demon Slayer: Kimetsu no Yaiba”). Foi uma grande inspiração porque assisti a todas as temporadas direto durante a pandemia, e também teve alguns filmes com trilhas sonoras do Hans Zimmer. E como pensamos muito nos nossos fãs, criamos alguns grupos no Facebook para conhecê-los melhor, para tentar entender quem estava ouvindo nossa música, e descobrimos que o mais importante é que eles são bastante confiantes ao demonstrar suas emoções, então ter criado uma grande comunidade, onde isso pudesse ser feito, foi responsável pela sensação geral durante a composição de “Not in Our Name”. Somos essas pessoas, temos essas emoções, estamos aqui juntos.

    Beyond the Black
    Tobias Lodes, Kai Tschierschky, Jennifer Haben e Chris Hermsdörfer (Foto: Heilemania/Divulgação)

    Uma pergunta inevitável: por que dar o nome da banda ao novo álbum?
    Jennifer: Ah, isso aconteceu durante o processo de composição, e a vontade de chamá-lo simplesmente de “Beyond the Black” veio do questionamento ‘o que é o Beyond the Black?’, então a resposta é o disco, são os temas que falamos nas letras, é a música que criamos para ele. A sensação foi a de que nos encontramos, porque é o trabalho que melhor define o Beyond the Black, mais do que qualquer coisa que fizemos antes, então não poderíamos ter outro título que não fosse o nome da banda. E ele também é um novo começo para nós, porque é o primeiro álbum em nosso novo selo, temos uma nova equipe trabalhando conosco. No começo, tínhamos o pessoal da Universal nos países que falam alemão, e a Napalm cuidava do restante do mundo, sendo que nós sempre estávamos conectados com o pessoal da Universal, então o novo disco foi uma mudança completa de time. Eu tinha 18 anos quando começamos a reunir a equipe original, não sabia nada sobre a parte de negócios e fui descobrindo quais são as minhas forças, o que eu realmente não entendo, coisas assim, e era difícil encontrar o meu lugar numa equipe que crescia tanto. Agora, com essa nova equipe da Nuclear Blast eu senti um ‘Ok, este é o meu espaço. Eu faço isso, e você faz aquilo!’ (risos), e isso é libertador! Não que o time antigo fosse ruim ou algo assim, nada disso, é só que agora há algo novo até mesmo para mim. Essa é outra razão por que o disco soa tão bem, porque se trata de um novo começo.

    Depois do lançamento de “Heart of the Hurricane” (2018), eu perguntei a você sobre as mudanças na formação. Quase seis anos depois, você provou que o Beyond the Black é mesmo uma banda, certo?
    Jennifer: Definitivamente! E é como a minha família. Não poderia imaginar fazer isso sozinha, porque sempre quis ter comigo pessoas que tivessem os mesmos objetivos, então sinto que nós quatro agora estamos olhando para a mesma direção, e essa é uma ótima sensação!

    E considerando que Chris, Tobias e Kai continuam ao seu lado, é a prova de que não é difícil trabalhar com você (risos)…
    Jennifer: (rindo) Eu não sei se é difícil trabalhar comigo, mas sempre penso em todo mundo. O que mais aprendi durante o período de mudanças é que a comunicação é a coisa mais importante, e essa é uma das razões de a primeira formação não existir mais. Para completar, eu tinha 18 anos à época. Não sabia de absolutamente nada, mas aprendi muita coisa ao longo desses anos, o que foi muito bom para mim.

    E quando falamos sobre o Brasil, você me disse que adoraria vir ao país para curtir o carnaval. Ainda está na sua lista de desejos?
    Jennifer: Com certeza! Isso é um desejo absolutamente pessoal! (risos) Eu adoraria ir ao Brasil no período do carnaval porque parece ser uma festa incrível, e um dia eu realmente estarei. Depois da pandemia, pensei que estaríamos um pouco mais seguros para dar prosseguimento a alguns rumores sobre possibilidades de tocar no seu país, mas tudo ficou ainda um pouco confuso sobre biossegurança. No momento, tudo o que posso dizer é que existem outras possibilidades, mas eu espero um dia aproveitar o carnaval no Brasil, mesmo que como turista. Sei que muitos fãs de heavy metal não curtem a música do carnaval brasileiro, mas eu também não gosto da música que toca na Alemanha durante o carnaval (risos). Então, se eu não curtir, tudo bem, porque o que gosto mesmo é de me fantasiar. É muito divertido! (risos)

    O Beyond the Black ainda não chegou ao décimo aniversário, mas já acumula várias conquistas. Como você descreveria o trajeto de Songs of Love and Death (2015) até agora?
    Jennifer: A jornada toda teve muitos altos e, também, muitos baixos, mas no momento parece que só vai subir, o que causa uma sensação maravilhosa. O novo disco veio acompanhado de muitos comentários positivos, e isso é o melhor de tudo, é a melhor sensação do mundo!, porque sempre penso nos haters: ‘Onde eles estão?’. Onde estão vocês, haters? (risos) Eu amo o que estamos fazendo agora, e isso é o que mais importa. Acredito que estamos no caminho certo!

    Obrigado pelo papo, Jennifer, e o espaço final é todo seu.
    Jennifer: Obrigada a você por me receber mais uma vez, Daniel, e espero ver todos os fãs brasileiros muito em breve. Desejo que todos se cuidem e se mantenham saudáveis e seguros!