Jason “Jase” Edwards, guitarrista e cofundador do Wolfsbane, veterano grupo inglês que revelou o vocalista BlazeBayley, que mais tarde assumiria o lugar de Bruce Dickinson no IronMaiden, foi diagnosticado com câncer de medula óssea. A notícia foi revelada na última segunda-feira pela própria banda em suas redes sociais:
“Como todos sabem, Jase tocou na “Genius Tour” com uma vértebra fraturada. Na verdade, descobrimos na van, a caminho de Edimburgo! Sem nenhum impacto ou lesão, ele têm feito exames para determinar a causa.
É com profundo pesar que informamos que Jase foi diagnosticado com mieloma múltiplo. Este é um câncer de medula óssea para o qual não há cura atualmente. No entanto, é tratável. Ele começou seu primeiro ciclo de quimioterapia há duas semanas, após o término da turnê e espera-se que (ele) faça um transplante de células-tronco em cerca de quatro meses.
Isso aconteceu do nada e é um choque enorme para todos nós!
Ele está bem consigo mesmo e está ansioso para passar mais tempo no estúdio”.
Em junho, o Wolfsbane lançou Genius, seu primeiro álbum de estúdio em dez anos. Atualmente, a banda é formada por Edwards, Bayley e Jeff Hateley (baixo) e Steve Danger (bateria).
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Energia, transpiração e força são os motes que movimentam a sonoridade da Clash Bulldog’s, que já vinha construindo de maneira estrondosa as expectativas pelo lançamento do álbum de estreia, “Bark Power”, especialmente a partir de sua sonoridade direta e vigorosa e dos anúncios das participações especiais que vinham aparecendo nas publicações da banda em estúdio, com nomes de peso como Mike Orlando (Noturnall) e Henrique Fogaça (Oitão), além da produção de Thiago Bianchi (Noturnall, ex-Shaman).
Com o lançamento de seus três primeiros singles, “Don’t Mess With The Bulldogs”, “Untamed” e “Prophets of Time”, esta última acompanhada de um excelente videoclipe, a Clash Bulldog’s conseguiu nos surpreender com sua proposta de soar simples e profunda em um tempo onde cada vez mais elementos são acrescentados ao Heavy Metal para validar essa mesma profundidade, nos apresentando um trabalho direto, sem firulas, que eleva a auto estima e passa seu recado através de uma sonoridade que a banda definiu como Straight Heavy Metal.
Em seu quarto single e segundo videoclipe, “Anger Grows”, a banda voltou a surpreender não só pela qualidade de sua música, que transpira energia, mas também pelo alto nível de seu convidado, o ilustríssimo ex-vocalista do Iron Maiden, Blaze Bayley, atualmente em excelente carreira solo. A voz crua e rouca de Blaze caiu como uma luva ao Heavy Metal poderoso da banda, mostrando-se uma escolha mais que acertada para o convite.
O videoclipe já está disponível através do canal da banda no YouTube e você pode conferir abaixo:
A Clash Bulldog’s foi formada no início do ano de 2020 pelo baterista Mauricio Tarrago, o vocalista e guitarrista Marcelo Braune, o guitarrista Alex Saippa e o baixista Bruno Eller, apostando em uma sonoridade que carrega influências de Hard Rock, Heavy Metal e até mesmo alguns elementos de Stoner Rock. Você pode conferir todos os singles já disponibilizados pela banda através dos principais serviços de Streaming do mercado.
Foto: Daniel Mazza
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A banda Lethal Fright, do músico Douglas Arruda, lança novo single e videoclipe da música inédita “Low Frequencies”, que conta com as participações especiais de Blaze Bayley (Solo, Wolfsbane, ex-Iron Maiden), Derek Sherinian (Sons of Apollo, ex-Dream Theater) e Jonas Schütz (Sacrosanct, Sapiency), além dos integrantes Douglas Arruda (vocal e baixo) e Nunes Italiano (guitarras).
“Low Frequencies” foi produzida pela própria banda e trouxe a mixagem do lendário Kevin Shirley, conhecido por trabalhos com Aerosmith, Silverchair, mas que também trabalhou com o Dream Theater e tem produzido todos os álbuns do Iron Maiden desde os anos 2000 até aqui, incluindo o aclamado Senjutsu. “É uma oportunidade única, e também uma forma de nós experimentarmos com o nosso som. Trabalhar com o Kevin foi surreal, considerando que tanto eu quanto o Nunes nos inspiramos bastante no álbum “Scenes From a Memory” do Dream Theater. Um verdadeiro masterpiece” disse o vocalista. Aliás, a paixão dos integrantes tanto pelo Iron Maiden quanto pelo Dream Theater vai além com este lançamento. “O curioso é que essa música combina elementos do que há de melhor nas duas bandas, dentro da nossa visão e interpretação. Agora imagine ainda a emoção que é ter o Blaze Bayley e o Derek Sherinian colaborando numa mesma música? Parece um sonho!”, completou.
Low Frequencies se destaca por ter bastante groove e será uma das músicas do próximo álbum, previsto para meados de 2022. Com o enigmático título LF-MMXX, o segundo álbum da Lethal Fright promete trazer músicas ainda mais elaboradas, e temas oferecendo algo em comum entre as músicas, embora não seja um álbum conceitual. A tradução título dessa música é na realidade uma alusão a comunicação usada pelos submarinos, que por estarem em profundidade só é possível serem alcançados por ondas de rádio de muito baixa frequência. De alguma maneira, uma analogia a tudo que há de subliminar nas comunicações nos dias de hoje sobre os algoritmos .
Além do Kevin Shirley, o álbum foi masterizado novamente por Tony Lindgren, do Fascination Studios na Suécia, que trabalhou com Angra, Sepultura, Kreator e outros grandes nomes. “Essa música traz riffs bastante pesados, gravamos com uma guitarra de 7 cordas e com afinação mais baixa”. “É uma música bem direta, intensa. Estivemos focados em entregar a mensagem das letras musicalmente”, completou Douglas.
A arte do single foi mais uma vez feita pelo Carlos Fides, que recentemente trabalhou com o álbum “Vera Cruz do” de Edu Falaschi. O vídeo foi editado por Marcelo Dalbelles, da Aesthetic Conteúdo AudioVisual.
De acordo com o vocalista Douglas Arruda, “Low Frequencies”, novo single, é uma peça central na história que será apresentada no segundo álbum que sucede “Past Through the Future (The Desert)” – lançado em Junho do ano passado. “O álbum foi inspirado em todos os eventos e as transformações sociais que se sucederam desde o início da pandemia. Isso a princípio traz abordagens mais reflexivas, entretanto catalisam todas as idéias de maneira que trouxesse mais energia e impacto que no álbum anterior. Tentamos trazer muita positividade nas ideias. É uma boa mistura, apostamos muito no vigor das novas músicas como diferencial, e está funcionando muito bem”.
Douglas Arruda sempre foi um grande fã do Blaze Bayley e costuma dizer que o álbum “The X-Factor” do Iron Maiden é o seu favorito. “Sim, é verdade. Quem me conhece, sabe disso. Foi chocante para muita gente na época, mas eu realmente curti muito aquele tipo de vocal e a proposta como um todo. Acho que ali o Iron Maiden queria mudar, talvez tenha faltado maior comprometimento com a mudança. Poderia ter funcionado muito bem. Sentia o Blaze como uma voz mais ‘natural’, como uma releitura. Eu realmente curti aquela ideia, queria até cantar junto porque parecia mais alcançável, real. Músicas como Heaven Can Wait, 2 Minutes to Midnight e Afraid to Shoot Strangers ficaram muito boas na voz dele. Sou fã da carreira solo também”.
“Quando o Iron Maiden veio com o Blaze Bayley em 96, eu deveria ter ali uns 14 ou 15 anos. Ouvia a “Man on The Edge” cantando junto e até me imaginei cantando com o Blaze. Hoje, aos 40 anos de idade, isso se materializou. Incrível! Vi o Blaze ao vivo algumas vezes, e em uma das apresentações no Manifesto eu pude encontrar com ele, sentado na borda do palco. Lembre que me sentei próximo a ele, mas não dirigi nenhuma palavra. Daquele momento me dei por satisfeito, não esperava que fosse fazer o que estou fazendo agora. Posso dizer que estou muito realizado com esta grande oportunidade, é a realização de um sonho que já foi muito distante”.
Sobre Low Frequencies:
“Low Frequencies” conta uma história sobre pessoas de mesma origem, que se distanciaram e quase foram à guerra. Nessa trama há manipulação mas também um despertar. Você pode encontrar associação com muitas coisas que nos impactam no dia a dia. Por exemplo, os algoritmos das redes sociais, manipulações de opinião e a intolerância crescente por conta de divergências políticas e de opinião entre as pessoas. “Penso que tudo isso se exacerbou durante a pandemia, ninguém mais se entende após tantas campanhas de desinformação e as divisões por coisas banais que não param de crescer. Mas como falei, também traz essa ideia do despertar, de enxergar a verdadeira realidade simplesmente parando para pensar, e ponderar”, disse o vocalista. “A imagem do submarino é para fazer referência à m&ua cute;sica anterior, Lethal Fright. Na verdade é uma sequência daquelas idéias, tem muito a ver com a música da banda, ontem, hoje e daqui para frente.”, completou.