Tag: VOLKANA

  • CARAGUÁ EXTREME FEST

    CARAGUÁ EXTREME FEST

    NOME DO EVENTO: CARAGUÁ EXTREME FEST

    DATA DO EVENTO: 25-08-2018

    ATRAÇÕES: VULCANO, VOLKANA E HEAD KRUSHER

    SITE/FACEBOOK DO EVENTO: https://www.facebook.com/events/316450632429176/

    ENDEREÇO DO EVENTO: AVENIDA DR. ARTHUR DA COSTA FILHO

    CIDADE: CARAGUATATUBA

    ESTADO: SÃO PAULO

    HORÁRIO: 20:00

    LOCAL DO EVENTO: PRAÇA DA CULTURA

    VALOR DO INGRESSO: GRATUITO

  • VOLKANA – Mulheres Livres Ato IV

    VOLKANA – Mulheres Livres Ato IV

    O Coletivo Levante das Minas se prepara para o seu IV ato! O seu já reconhecido Mulheres Livres chega em sua quarta edição com a volta das bandas Volkana e ÚTERO PUNK da inédita apresentação da banda K K Klitores Kaos Crust Klitores Kaos em sua primeira apresentação em tour pelo sudeste e também o show de estreia da banda Amurians além da já aclamada Rastilho em divulgação de seu full ” O prego e o caixão” e também das maravilhosas da Bioma! O evento contará com oficina de defesa pessoal para mulheres e pessoas trans com a mana Camila Godoi, palestras sobre gordofobia e empoderamento com a linda Vanessa Joda e feminismo queer com a Natalia Pinheiro. Nesse ato também terá um espaço lúdico para crianças e mães solo com contação de histórias com Camila Postal e Francine além de atividades. Flash Day tattoo com Candylust Thamu e body piercing.

    Mais artes das manas, rango vegan com Transilvegan e mto protagonismo.

    Venha participar e somar neste ato lindo.

    Arriba las mujeres!

    Data: 18 de Agosto Local: Associação Cultural Cecília Cidade/Estado: São Paulo/SP Horário: 13:00 Valor do Ingresso: R$ 15,00
  • VODU & VOLKANA – Lançamento demo CD Voodoo Doll

    VODU & VOLKANA – Lançamento demo CD Voodoo Doll

    VODU Lançando a DEMO VOODOO DOLL em uma grande festa com a participação da banda VOLKANA no relançamento do álbum “First” em CD!!

    O Vodu um dos mais emblemáticos grupos de heavy metal dos anos 80, retomou as atividades em 2015, com 4 membros da formação original, André Gois (vocais), José Luis “Xinho” Gemignani, André Pomba (baixo) e Sérgio Facci (bateria). Pouco depois, Paulo Lanfranchi (segunda formação), assumiu a outra guitarra. O Vodu lançou recentemente a demo Voodoo Doll com 5 faixas inéditas e nesse show mesclará com seus maiores clássicos dos dois primeiros álbuns: The Final Conflict (1986) e Seeds os Destruvtion (1988).

    A banda Volkana surgiu em 1987 em Brasília (DF), o grupo se tornou um dos grandes nomes do metal brasileiro após o lançamento de “First” (1990), produzido pelo saudoso Carlos Eduardo Miranda. A formação atual tem Marielle Loyola (vocal), Isa Nielsen e Karen Ramos (guitarras), Priscila Tiemi (baixo) e Sergio Facci (bateria), apresentará nestes show um repertório com faixas dos álbuns “First” (1990) e “Mindtrips” (1994).

    Show Vodu & Volkana Backstage Studio Hall, 24 de agosto sexta 21horas R. Dr. Raul da Rocha Medeiros, 52 – Tatuapé, São Paulo – SP, Próximo Metrô Carrão (linha vermelha) Telefone: (11) 3459-9290 Ingressos: R$ 20,00.

  • VOLKANA – 28 de julho de 2018, São Paulo/SP

    VOLKANA – 28 de julho de 2018, São Paulo/SP

    Houve um momento histórico na virada dos anos 80 e 90 na cena metálica de Brasília, em que as mulheres começaram a ganhar força e a conquistar outros eixos do país. Tudo isso na base de muito som pesado. As bandas de destaque eram o P.U.S. – que tinha Simone Death (mais tarde Syang) na guitarra -, Valhalla, Flammea e também a Volkana, que foi bem acolhida pelo público paulistano. Para a Volkana, que contava com Marielle Loyola (vocal, ex-Escola de Escândalos/Arte no Escuro), Karla Carneiro (guitarra, ex-Falange do Medo), Mila Menezes (baixo, ex-Detrito Federal) e Sergio Facci (bateria, Vodu/Vulcano/Viper), aquele foi um período importante, o debut “First” havia obtido grande repercussão. Depois disso, Marielle foi substituída por Claudia França, que gravou o álbum seguinte, “Mindtrips” (1994), e logo a banda encerrou atividades. Felizmente, em 2017 Marielle e Facci reformularam a Volkana e, acompanhados das estreantes Priscila Tiemi (baixo), Karen Ramos e Isa Nielsen (guitarras), retornaram aos palcos. O primeiro show aconteceu em dezembro, em Curitiba (PR) – com Fernanda Terra (ex-Nervosa) na bateria, já que Facci não pôde estar presente. No mês seguinte, rolou o reencontro com o público paulistano num ensaio aberto realizado no Espaço Som.

    No último dia 28 de julho, a Volkana retornou à São Paulo, dessa vez para show no Sesc Belenzinho, espaço que tem aberto suas portas para diversas bandas de metal tocar. Minha desconfiança era a de que o grupo brasiliense fosse apresentar um repertório recheado apenas de músicas de “First”, álbum produzido pelo saudoso Carlos Eduardo Miranda, figura importante do cenário brasileiro. Mas o ‘backdrop’ com a imagem da capa de “Mindtrips” ao fundo do palco dava bons indícios de que haveria também músicas do segundo álbum, ainda que o mesmo não tenha sido gravado por Marielle. Caso isso se confirmasse, seria uma atitude bacana da banda. De cara, após curta introdução mecânica, a abertura veio logo com uma de minhas favoritas do debut: a veloz “Darkness”, em que Marielle Loyola, que durante o show utilizou-se de algumas colinhas em um tablet para relembrar as letras, soltou a voz com a mesma desenvoltura que em estúdio. E quão legal foi revê-la em ação depois de quase trinta anos que eu assisti Volkana pela última vez. Desde o início do show, a vocalista mostrou o mesmo carisma, simpatia e energia de antes. Por sua vez, Facci, que também está de volta com o Vodu e seguindo com seu V Project, continua tocando com pegada e de maneira precisa.

    “To Die is Not to Die” veio na sequência e teve um tempo de duração maior do que o da versão de estúdio, pois logo nela os músicos foram sendo apresentados à plateia. A linha vocal diferenciada de Marielle no final dessa música me fez refletir que uma das coisas que me fez curtir Volkana desde que a banda surgiu era a atitude, que na época era à frente de seu tempo. Naquele período em que os radicais não perdoavam misturas dentro do thrash metal, a Volkana dava a cara à tapa escancarando a forte influência das raízes punk das integrantes e também absorvendo referências do rap. Essa fusão era evidente não só na pegada vocal de “To Die…”, como também nos arranjos de “War? Where My Enemy Lies” e de “Descent to Hell” – tocadas ao longo do show. No caso dessas duas, em estúdio a banda contou com a antiga dupla Thayde e DJ Hum, bastante respeitada no movimento rap. Em “War?…”, Thayde fez duo com Marielle, ela cantando e ele mandando um impactante ‘spoken word’ em português, enquanto que DJ Hum deixou sua marca com ‘scratches’ nas duas músicas.

    Após a forte “That’s My Victory”, que dispõe de partes viajantes bem legais, veio uma das mais aguardadas do show, a versão de “Pet Sematary” (Ramones), que ficou eternizada em “First”. E confirmando a impressão inicial que tive ao ver o ‘backdrop’, a banda executou uma dobradinha de seu segundo álbum. Vieram duas das mais legais, a própria “Mindtrips” e a emocionante “When 2 R 1”, que recebeu videoclipe na época. Essas duas foram as únicas músicas tocadas de “Mindtrips”. Antes de anunciar a seguinte, Marielle ressaltou a importância que o punk rock teve para as integrantes originais da Volkana. A grata surpresa que foi tocada fez o público agitar bastante na pista: “Medo”, cover do lendário Cólera, do saudoso vocalista e guitarrista Redson Pozzi. Voltando à “First”, “Descent to Hell” serviu para que novamente os músicos fossem apresentados. Nesse momento, Facci e Nielsen fizeram breves solos. Depois da mencionada “War? Where My Enemy Lies”, foi engraçado quando Marielle se mostrou incomodada com o vestido que estava usando. Ao ouvir de um “espertinho” pra tirá-lo, ela mandou um simpático: ‘teu cu!’. Risos gerais instantâneos. Toma essa! Outro cover inusitado foi para a imortal “Paranoid”, do agora aposentado Black Sabbath. O final do set veio com “Hide” e com a mesma música que abriu o show: “Darkness”. Mas, a pedido dos fãs, os integrantes continuaram no palco, retomaram seus instrumentos e repetiram também outras três músicas: “To Die is Not to Die” – em que ao final Nielsen instigou o público tocando riffs de “Holy Wars… The Punishment Due” (Megadeth) e “Metal Militia” (Metallica) – e as punks “Medo” e “Pet Sematary”. A banda saiu ovacionada do palco e em seguida desceu pra pista para confraternizar com o público.

    Mas antes de atender aos fãs, Marielle Loyola me concedeu uma rápida entrevista no camarim. Ao ser perguntada sobre o que a motivou a retomar a Volkana, ela respondeu: “O pessoal nos pedia muito. Conversámos com a Mila e a Karla (integrantes originais), mas elas estão em outra fase da vida. E eu e o Serginho continuámos trabalhando com música, então sugeri à ele fazermos uns shows. Ele me disse que tinha uma equipe bem legal, ou seja, a Pri e a Isa, e eu tinha a minha parceira de anos (apontando para Karen Ramos, que acompanhava a entrevista), que já toquei junto e tinha vontade de refazer a Volkana com ela. Então, falei pro Serginho: ‘pô, nós somos dois loucos mesmo, então vamos aí!”, revelou a bem humorada vocalista. Complementando, Marielle contou: “Cara, eu trabalho com rádio há vinte anos, e recebendo material de bandas, pensava: ‘a Volkana tem alguma coisa que é diferente do resto’. Digo isso por conta das nossas misturas, e porque a galera até hoje costuma seguir uma mesma linha de som. Na época, recebíamos muita crítica, do tipo: ‘pô, que negócio é esse de misturar com rap?’. Em Brasília, era uma tribo de vários tipos de som, e as pessoas se respeitavam, então trocávamos muita informação. Eu, a Mila e a Karla viemos do punk, e quando entramos no metal pensamos, ‘vamos ter que aprender a tocar’, porque é um estilo que você tem que estudar pra tocar bem”, disse.

    Sobre o período bem sucedido do álbum “First”, que teve boa divulgação da gravadora (Estúdio Eldorado), tendo a banda dado entrevistas até em programas de TV como os extintos Fúria Metal (MTV), Jô Onze e Meia (SBT), Matéria Prima e Som Pop (TV Cultura), Marielle revelou o porquê de ter deixado a banda antes de gravar o álbum seguinte: “Tive um problema de saúde na minha família. Meu irmão faleceu um tempo depois. Ele chegou a cantar no disco, fazendo o coro islâmico (na música “That’s My Victory”). Foi vocalista de heavy metal, mas acabou indo cantar ópera. Então eu voltei pra Curitiba (PR), decidi não cantar mais”. A respeito do futuro, a banda não ficará restrita unicamente aos shows. Marielle antecipou algumas novidades: “Já temos três músicas novas a caminho. Lançaremos o “First” em CD, que até hoje não saiu nesse formato. Era para ter saído hoje, inclusive, mas não ficou pronto a tempo. Acho que até outubro teremos uma música nova e um clipe. E eu queria muito fazer uma versão de alguém, de uma banda nacional de repente. Tem que ser uma homenagem. Até dezembro quero lançar umas três músicas novas, incluindo a do clipe, e em janeiro soltar um EP com quatro músicas. Quero fazer um lance muito doido, pois sinto que o mercado está chato”, finalizou.

     

    TRACKLIST:

    Intro

    Darkness

    To Die is Not to Die

    That’s My Victory

    Pet Sematary (cover do Ramones)

    Mindtrips

    When 2 R 1

    Medo (cover do Cólera)

    Descent to Hell

    War? Where My Enemy Lies

    Paranoid (cover do Black Sabbath)

    Hide

    Darkness

    To Die is Not to Die

    Medo (cover do Cólera)

    Pet Sematary (cover do Ramones)

  • VOLKANA celebra relançamento de ‘First’ no SESC Belenzinho

    VOLKANA celebra relançamento de ‘First’ no SESC Belenzinho

    Quando a Volkana realizou um ensaio aberto ao público no início deste ano, havia deixado claro que, além de novas composições, os planos incluíam a comemoração do relançamento de “First” em CD. Assim, a próxima missão nos palcos para esta celebração ocorre no dia 28 de julho (sábado), a partir das 21h30, no SESC Belenzinho, em São Paulo. “Estamos relançando esse trabalho para que a nova geração conheça a história do metal nacional. O álbum foi remixado e remasterizado e o som da Volkana se demonstrou atual e inovador mesmo depois de quase 30 anos”, destaca a vocalista Marielle Loyola. Surgido em 1987 em Brasília (DF), o grupo se tornou um dos grandes nomes do metal brasileiro após o lançamento de “First” (1990), produzido pelo saudoso Carlos Eduardo Miranda. “Quando a Marielle me convidou para remontarmos a Volkana, ela estava com a guitarrista Karen Ramos (ex-Nervosa) e precisávamos de mais uma guitarrista, uma baixista e de algum suporte, pois a banda sempre teve certa facilidade para arrumar patrocinadores. Assim, consegui através de Roberto Oka e da Moshi Moshi Records um apoio para realizarmos esta volta e, consequentemente, relançarmos ‘First’ em CD, pois no Brasil este formato ainda era inédito”, recordou o baterista Sergio Facci. “Conseguimos um produtor, uma gravadora e faltava um local para ensaiarmos. Porém, através do High Five Studio, de São Paulo, fechamos o ciclo. Encontramos a guitarrista Isa Nielsen, que acabou trazendo a baixista Priscila Tiemi. Assim, a banda esta pronta para esta volta!”, acrescentou Facci, que também integra o Vodu, pioneiro do metal brasileiro. A formação atual, com Marielle Loyola (vocal), Isa Nielsen e Karen Ramos (guitarras), Priscila Tiemi (baixo) e Sergio Facci (bateria), apresentará no SESC Belenzinho um repertório com faixas dos álbuns “First” (1990) e “Mindtrips” (1994). “Vamos relembrar uma época que não volta mais tocando músicas dos dois álbuns e alguns covers, sendo um deles a música ‘Medo’ do Cólera, grupo pioneiro do punk de São Paulo, que certamente o público vai curtir”, revelou Facci. O SESC Belenzinho fica na rua Padre Adelino, 1000, próximo ao Metrô Belém, em São Paulo. Informações sobre ingressos em https://m.sescsp.org.br/#/programacao/159213

    Edições avulsas, assinatura física e digital. Conheça a nossa Roadie Crew Shop – acesse https://roadiecrew.com/roadie-shop
  • VOLKANA retoma as atividades e realiza ensaio aberto ao público

    Volkana, grupo surgido em 1987 em Brasília (DF) e que se tornou um dos grandes nomes do metal brasileiro após o lançamento de “First” (1990), retomou as atividades e fará um ensaio aberto ao público. A formação atual, que traz Marielle Loyola (vocal), Isa Nielsen e Karen Ramos (guitarras), Priscila Tiemi (baixo) e Sergio Facci (bateria), se apresentará no dia 13 de janeiro (sábado), a partir das 19h, no estúdio Espaço Som, em São Paulo.

    “Marielle entrou em contato comigo para fazer um show no dia 9 de dezembro, em Curitiba/PR. Devido a compromissos profissionais, não iria conseguir fazer este show, mas que se tivesse outro eu estaria dentro! Esse foi o gatilho, porque ela então falou para reativarmos a banda. E eu concordei”, conta Sergio Facci, também integrante do Vodu. “Falamos com as fundadoras Mila Menezes (baixo) e Karla Carneiro (guitarra), mas elas disseram que não daria mais para elas. Assim, como a Marielle já conhecia a Karen, que passou pela Nervosa, e eu já vinha trabalhando com o empresário Roberto Oka, da Moshi Moshi, que empresaria o Vodu, ele apresentou Isa Nielsen, que acabou trazendo a baixista Tiemi”, acrescentou o baterista.

    Após os primeiros ensaios, houve o entrosamento da nova formação, mas o show em Curitiba, ocorrido em 9 de dezembro, contou com a participação especial da baterista Fernanda Terra. “Como não poderia estar presente, ela assumiu o posto e fizeram um puta show em Curitiba”, contou Facci.

    A Volkana pretende lançar material novo. Antes, porém, o foco será colocar a banda na estrada e comemorar o relançamento do LP “First” em CD. “Este álbum somente saiu em CD no exterior, mas agora a parceria da Moshi Moshi com a Rock Brigade Records fará este lançamento no mercado nacional em fevereiro”, adianta o baterista. “Esperamos rever os antigos fãs e amigos, além de conhecer novos seguidores da banda no ensaio aberto no Espaço Som. Será uma grande festa”, concluiu.

    Volkana – Ensaio Aberto: Data: 13 de janeiro (sábado) Local: Espaço Som Endereço: Rua Teodoro Sampaio, 512 Horário: 19h Ingressos limitados – Venda na loja Moshi Moshi – Galeria do Rock 354 Ingressos online em https://www.compreingressos.com/espetaculos/9953-ensaio-aberto-volkana Apoio: High Five Studio, Rock Brigade Concerts, Moshi Moshi e ASE Music

    Formação: Marielle Loyola (vocal, ex-Cores D Flores, Escola de Escândalo, Arte no Escuro) Isa Nielsen (guitarra, (ex-Metalmania, Detonator e as Musas do Metal) Karen Ramos (guitarra, ex-Nervosa, Fuss) Priscila Tiemi (baixo, Akatsuki Band, Mixed) Sergio Facci (bateria, Vodu)

    Discografia: Thrash Flowers (demo-tape) First (LP, 1990) Mindtrips (1994)

    Vídeos: https://goo.gl/NpjxSN

    Site relacionado: https://www.facebook.com/volkanabr/