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  • TATIANA SHMAILYUK (JINJER) detalha sua paixão pelo OPETH em artigo

    TATIANA SHMAILYUK (JINJER) detalha sua paixão pelo OPETH em artigo

    O Opeth é uma banda incrivelmente influente nos campos de death e prog metal. No caso de Tatiana Shmailyuk, cantora do grupo de metalcore ucraniano Jinjer, descobrir o som dos suecos marcou uma mudança profunda em sua vida. Em um artigo publicado na revista Prog, a vocalista discutiu sua jornada como fã dos escandinavos. Segundo Tatiana, tudo começou graças a um amigo. Ela conta: “Eu descobri Opeth por volta de 2003, quando tinha 16 ou 17 anos. Um amigo meu me deu um CD gravado em casa com um monte de bandas, e foi ali que escutei Damnation pela primeira vez. Me apaixonei pelo álbum e sou uma fã enorme desde então.” Damnation foi um divisor de águas na carreira do Opeth. Até então, a banda sueca figurava entre a cena de metal extremo na Europa, mas o álbum de 2003 os mostrou adotando mais influências de rock progressivo. Além de ser o primeiro disco do grupo com que Shmailyuk teve contato, continua sendo seu preferido. Ela disse: “É meu favorito deles. É tão atmosférico. E a voz de Mikael Åkerfeldt é tão agradável – eu nunca tinha escutado um vocalista de metal cantar tão limpo antes, mas quando ele fazia guturais, era a coisa mais grave que eu já havia escutado.”
    Foto: Terhi Ylimäinen

    Tatiana Shmailyuk e a “porta de entrada” Opeth

    A descoberta da música do Opeth serviu como porta de entrada para o mundo do rock progressivo. Até então, Shmailyuk afirmou que escutava música mais mainstream. Ela contou: “Descobrir o Opeth foi como uma revelação para mim. Na época, eu escutava principalmente nu metal e música alternativa. A partir do Opeth eu descobri metal progressivo. Tool veio em seguida, e então Anathema, Porcupine Tree e Katatonia. Eu também gosto muito de Soen e Riverside hoje em dia.”

    Inspiração para além do Jinjer

    Tatiana revelou que se inspirou no Opeth não apenas com relação à sua própria música no Jinjer – em atividade desde 2008 e com quatro álbuns de estúdio lançados na carreira, além de um quinto já finalizado –, mas também em outras formas de arte. A vocalista costumava pintar, e escutar discos do grupo sueco a ajudava no processo criativo.
    Foto: Lina Glasir
    A ucraniana até contou sobre ter tocado em um mesmo festival que o Opeth na Espanha neste ano. Ela pôde assisti-los ao vivo pela primeira vez, mas não quis arriscar uma conversa com Åkerfeldt – em parte por não querer perturbá-lo e também devido ao medo de não saber como se comportar frente ao ídolo.

    Shows no Brasil

    O Jinjer vem ao Brasil no fim deste ano para uma série de shows com o Heaven Shall Burn. Confira a agenda: