James Blunt construiu sua carreira de forma alheia ao rock e heavy metal. De sonoridade orientada ao pop acústico, o cantor e compositor inglês fez muito sucesso na primeira metade dos anos 2000 com “You’re Beautiful”.À época, o single de Back to Bedlam(2004), primeiro álbum do músico, atingiu o topo das paradas de mais de 10 países — incluindo Estados Unidos, Canadá e sua terra natal. Hoje, registra mais de 930 milhões de reproduções no Spotify.Quem poderia imaginar que o astro pop, também capitão do Exército Britânico quando jovem, gostaria na verdade de ter se tornado uma estrela do rock? É o que diz o próprio, em entrevista ao The Guardian (via Louder), antes de revelar um curioso hábito familiar relacionado ao gênero musical.Ele afirma:“Sempre quis ser um astro do rock. Queria ter cabelos compridos, tocar guitarra elétrica e fazer parte de uma banda. Mas para fazer parte de uma banda, você precisa de amigos. Então, acabei ficando com um violão e uma lágrima.”Embora tenha seguido carreira com outro tipo de som, Blunt continuou a apreciar os clássicos do rock. E, pelo visto, seus filhos estão indo pelo mesmo caminho.Ao ser perguntado sobre qual música o faz acordar de manhã, o cantor destacou um clássico do AC/DC e revelou mostrar ótimas bandas para suas crianças. Ele diz:“‘Back in Black’, do AC/DC, porque só estou mostrando bandas de guitarra dos anos 1980 para meus filhos. Eles podem escolher entre Europe, AC/DC, Survivor e Alice Cooper. Eles não sabem que existe algo mais por aí. Simplesmente acho isso divertido quando estou os levando para a escola.”
A música que James Blunt quer em seu funeral
Em outro ponto da entrevista, James Blunt foi perguntado a respeito da música que gostaria que fosse tocada em seu funeral. Neste caso, nada de som pesado: ele escolheu “One of the Brightest Stars”, canção de sua autoria, que faz parte do álbum All the Lost Souls(2007).
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Nos últimos anos, os integrantes do Journey têm exposto suas brigas internas. Uma dos principais foi entre o guitarrista e fundador Neal Schon e o tecladista Jonathan Cain. As desavenças giraram em torno de questões pessoais e profissionais, incluindo decisões financeiras e direções artísticas. Schon criticou Cain por seu envolvimento em questões religiosas e políticas, além de divergências sobre o uso da marca Journey. Em 2020, Steve Smith (baterista) e Ross Valory (baixista) foram demitidos da banda por alegações de tentativa de um “golpe” para assumir o controle da marca Journey. Isso resultou em processos judiciais, com a banda acusando-os de conspiração. Eventualmente, houve um acordo, mas as relações permaneceram tensas. Esses conflitos internos, junto com a constante pressão de turnês e gravações, contribuíram para um ambiente instável na banda. E os bastidores do Journey seguem sendo escancarados. Recentemente, em entrevista ao site WOUB, JonathanCain falou de seu desapontamento sobre a saída do vocalista Steve Perry em 1987, o que fez com que a banda entrasse em seu primeiro hiato na carreira.
“Ele se divertiu mais do que nunca na turnê (do álbum) Raised on Radio, em ’87”, recordou o tecladista. “Essa foi a última turnê. Ele realmente se divertiu”.
Em sua resposta, Cain não perdeu a oportunidade de alfinetar a ex-namorada de Perry, Sherrie Swafford – que inspirou o vocalista a compor a música Oh Sherrie, presente em seu álbum solo, Street Talk, de 1984:
“Foi a primeira vez que ele (Steve) não tinha Sherrie dizendo que ele era péssimo e todas as coisas que ela fazia. Ela era complicada, mas ele estava livre”.
Steve Perry e sua então namorada Sherrie Swafford
Segundo consta, naquela época Steve Perry já estava viajando separado do restante da banda. O mencionado hit Oh Sherrie abordava diretamente alguns dos problemas românticos nos bastidores. Inclusive, em certa ocasião tais problemas vazaram ao público pelos colegas de Perry, que disseram que Sherrie causou transtorno durante a gravação do clipe de Separate Ways (World’s Apart) do Journey. Ela teria ficado com ciúmes da modelo que participou das gravações.
“Você vai ter uma vadia no seu vídeo?”, perguntou a enfurecida Sherrie ao namorado cantor, segundo escancarou JonathanCain. Por sua vez, Neal Schon completou dizendo que ela se meteu a dar palpite sobre o vídeo: “Ela (a modelo) tinha que ser uma (mulher) que não fosse bonita”, teria dito a Steve Perry.
Steve Perry retornou ao Journey em 1995 para o álbum Trial by Fire. No entanto, ele saiu novamente em 1998 devido a problemas de saúde, especificamente uma lesão no quadril que necessitava de cirurgia. Após um período com o vocalista Steve Augeri, desde 2007 o Journey segue sua trajetória tendo o filipino Arnel Pineda como frontman.