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  • ROGER WATERS – Rio de Janeiro/RJ, 24 de outubro de 2018

    ROGER WATERS – Rio de Janeiro/RJ, 24 de outubro de 2018

    “Isso aqui também é uma família, quer eles gostem ou não.” Àquela altura do show no Maracanã, apenas os mais ingênuos acreditavam que Roger Waters não continuaria a fazer o que sempre fez: fazer da música uma plataforma para se posicionar social e politicamente. Antes do bis, ele puxou um recorte do The Independent e lembrou-se do momento em que leu no jornal britânico a notícia da morte da vereadora Marielle Franco, executada na noite de 14 de março. Foi a deixa para Waters chamar ao palco Anielle Franco, Luyara Santos e Mônica Benício – irmã, filha e viúva de Marielle, respectivamente – para um dos momentos mais marcantes da turnê Us + Them no Brasil. Um momento marcado pela frase de Mônica que abre este texto, pela lembrança de um caso que, quase oito meses depois, continua sem respostas e solução.

    E foi um momento que resumiu bem o efeito nefasto da polarização que tomou conta do atual momento político do país: as vaias de parte da plateia mostraram que questões partidárias já não importavam mais, porque a falta de compaixão foi um sinal alarmante de como o senso de humanidade está comprometido. “Marielle Franco ainda está conosco em nossos corações. De muitas formas, ela é a líder deste país”, disse Waters antes de vestir a camisa com os dizeres “Lute como Marielle Franco”. E à frente do telão com a foto de quatro amigas de Marielle – Talíria Petrone, nona deputada federal mais votada do Rio de Janeiro; e Renata Souza, Monica Francisco e Dani Monteiro, todas eleitas para a Assembleia Legislativa do estado –, Waters fez a arte final do próprio desenho: “Elas representam as sementes que Marielle deixou, porque Marielle acreditava nos direitos humanos. A maioria de vocês também, mas infelizmente nem todos”.

    Música? Sim, teve. E música de alta qualidade do início ao fim, como a dobradinha que encerrou a noite. E como se fosse uma continuação da homenagem a Marielle, “Mother” retornou ao espetáculo numa versão de arrepiar – o clássico presente em “The Wall” (1979) havia ficado fora do repertório em Belo Horizonte e Salvador –, com uma providencial resposta positiva da maioria do público ao “Nem fodendo” que surgiu no telão depois do verso “Mother, should I trust the government?”. Uma preparação à altura para a formidável “Comfortably Numb”, e a canção que carrega um dos solos mais bonitos criados neste e em qualquer outro universo – tocado com precisão por Dave Kilminster, apesar de o timbre de David Gilmour ser inimitável – emprestou a beleza necessária para finalizar uma noite com uma carga emocional poucas vezes vista e sentida num show. E numa turnê.

    Três horas e dez minutos antes, no entanto, a mesma noite teve início de maneira muito mais leve. Com conceitos retirados principalmente de três álbuns – “The Dark Side of the Moon” (1973), “Animals” (1977) e “The Wall” –, o show começou belíssimo com “Breathe”, “One of These Days” e “Time”, e nem mesma a chuva que, apesar de fraca, insistia em ir e voltar em intervalos irregulares esfriou os ânimos. A soberba performance conjunta das vocalistas Jess Wolfe e Holly Laessig em “The Great Gig in the Sky” fez cair o queixo de quem compareceu ao estádio – um público estimado de 47 mil pessoas –, enquanto “Welcome to the Machine” foi um excelente resgate da obra-prima “Wish You Were Here” (1975). Apesar da visibilidade ligeiramente prejudicada por causa da cobertura montada para proteger músicos e equipamentos da chuva, o impressionante telão prendia a atenção com imagens e, mais até aquele momento, animações espetaculares.

    A sequência de três músicas do álbum mais recente de Waters, “Is This the Life We Really Want?” (2017), serviu não apenas para destacar a banda – completada pelo ótimo Jonathan Wilson (vocal e guitarra), Gus Seyffert (guitarra, baixo e teclados), Bo Koster e Jon Carin (teclados), Ian Ritchie (saxofone) e Joey Waronker (bateria) –, mas principalmente para mostrar que o baixista e vocalista não é um ativista de ocasião. Não bastasse o sintomático título do disco, a emocionante “The Last Refugee” foi um espetáculo audiovisual à parte com a história das duas dançarinas no telão, separando o sonho da realidade, na representação de uma letra absolutamente tocante.

    Mas é verdade que boa parte presente no Maracanã queria hit. Principalmente aquela parte que aproveitou para ir e vir mais algumas vezes na busca por cerveja, e talvez ela tenha ficado parcialmente satisfeita com o que veio a seguir. “Wish You Were Here” é sempre muito bem-vinda, claro, ainda mais quando serve de entrada para “The Happiest Days of Our Lives” e, principalmente, “Another Brick in the Wall (Part 2)”, que contou no coral com a participação de alunos do Centro de Música Jim Capaldi, situado em Vicente de Carvalho, Zona Norte do Rio de Janeiro. Meninas e meninos que subiram ao palco vestidos de macacão laranja, e cada um com capuz preto cobrindo o rosto. Garotas e garotos que, aos poucos, se livraram das vestes de presidiário e mostraram camisas pretas com a palavra “Resist” escrita no peito, num momento de encher os olhos de lágrimas.

    Um tapa na cara antes do intervalo de 20 minutos repleto de mensagens sociais e políticas. Entre críticas pesadas (e justas) contra o fascismo, o racismo, a misoginia, o antissemitismo e o poder militar, sobrou também para personalidades como Mark Zuckerberg, não necessariamente por sua rede social, mas por acontecimentos como o vazamento de dados de 87 milhões de usuários para uso da Cambridge Analytica em propagandas políticas – o que levou o CEO a ter de se explicar durante cinco horas no Senado americano, o que também levou sua empresa a ser multada no Reino Unido. E, obviamente, o alerta que causou polêmica no Brasil: a inclusão do candidato de extrema direita à Presidência da República na lista de neofascistas em ascensão ao redor do mundo. Assim como aconteceu já no segundo show em São Paulo, o nome foi substituído pela frase “Ponto de vista político censurado”.

    Durante estes 20 minutos percebeu-se uma maioria favorável às mensagens de Waters, que voltou para ao palco para ampliar o espetáculo e distribuir respostas – afinal, não é papel do ministro da Cultura acusar publicamente o artista de estar sendo favorecido financeiramente, muito menos é o papel de qualquer veículo insinuar que Roger Waters cedeu ao que a produtora da turnê brasileira achava adequado. Isso é, no mínimo, ignorar a história do artista para taxá-lo de oportunista. E as respostas definitivas vieram com a usina termoelétrica Battersea – aquela da capa de “Animals”, cujo conceito é baseado em “A Revolução dos Bichos”, de George Orwell – se erguendo como parte de um dos cenários mais sensacionais da noite; e com a dobradinha “Dogs” e “Pigs (Three Different Ones)”, esta última muito mais do que um tapa na cara. Foi um soco no estômago.

    Resgatada para o repertório depois de uma ausência de quase três décadas, “Pigs (Three Different Ones)” mostrou aos brasileiros exatamente o que os americanos viram entre abril e setembro do ano passado. E não estou falando do porco inflável que sobrevoa a pista com os dizeres “Stay Human” e, em português mesmo, “Continue humano”. Estou me referindo ao manifesto contra o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ridicularizado de inúmeras maneiras com ilustrações no telão e no teatro montado no palco: Ao lado de figurantes usando máscaras de porco e empunhando taças de champanhe, Waters, também de máscara, passa a mensagem em três cartazes: “Porcos governam o mundo”, “Foda-se os porcos” e “Trump é um porco”.

    E você aí achando que o veterano músico inglês se curvou a interesses de terceiros. Lembremos todos: é o mesmo músico que, em 2012, homenageou Jean Charles, brasileiro assassinado no metrô londrino pela polícia britânica, que o confundiu com um terrorista. Lamentável mesmo, no entanto, foi a tentativa dos advogados do candidato de extrema direita de impugnar, junto ao Tribunal Superior Eleitoral (STE), a candidatura do adversário de esquerda não exatamente pelos mesmos motivos, mas… Bom, segue um trecho do documento: “Também afirma que Roger Waters age em consonância com o PT ao lamentar as mortes do capoeirista baiano Mestre Moa e da vereadora Marielle Franco, assassinada em março”. Você não leu errado. Não se pode lamentar a perda de uma vida. Duas, na verdade: a de uma vereadora eleita pelo voto, mas que foi executada, algo inconcebível num estado democrático de direito; e a de um senhor de 63 anos esfaqueado 12 vezes por causa de intolerância política. A ausência de compaixão é sintoma de uma assustadora falta de humanidade. É esta a vida que realmente queremos?

    Mas vida que segue, e o show chegou a outro dos momentos mais aguardados: o resumo de “The Dark Side of the Moon”. Com “Smell the Roses” – a quarta e última canção extraída de “Is This the Life We Really Want?” – no papel de intrusa, a suíte começou maravilhosamente com “Money” e, principalmente, “Us and Them”, com destaques para Ian Ritchie, cujas intervenções no sax foram sempre de tirar o chapéu, e Jonathan Wilson, dono de uma belíssima e suave voz. E o desfecho – antes do encerramento de fato, descrito no início deste texto – com “Brain Damage” e “Eclipse” ganhou contornos épicos quando, naquela última, lasers reproduziram tridimensionalmente o prisma da capa do icônico álbum. Um efeito impressionante e um deleite para quem, pouco antes, havia se emocionado cantando “And if the band you’re in starts playing different tunes, I’ll see you on the dark side of the moon”. Sem saber o que ainda viria pela frente…

    São Paulo (duas vezes), Brasília, Salvador, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, Curitiba e Porto Alegre. Oito shows na quarta passagem de Roger Waters pelo Brasil – recordando: as três primeiras aconteceram em 2002, 2007 e 2012 –, mas definitivamente a mais emblemática de todas. Waters foi o cara certo no momento certo, mas não precisava driblar, mesmo que com elegância e maestria, uma ameaça velada de detenção como a que aconteceu em Curitiba; e não precisava ter sua integridade e o seu ativismo de toda uma vida questionados – pelo menos, mais gente agora sabe que “The Wall” não fala de construção civil, que “Pigs” não é trilha sonora de “Babe, O Porquinho Trapalhão” e que “Dogs” não é uma ode ao melhor amigo do homem. Portanto, que o eterno Pink Floyd possa voltar daqui a cinco anos e ver que, diante das nuvens negras que se avizinham, a lição foi aprendida. Resist.

    Nota do autor: assim como é importante ressaltar o óbvio, ou seja, que este artigo é de inteira responsabilidade do repórter, não representando necessariamente a opinião da ROADIE CREW; é necessário esclarecer que o mesmo artigo foi propositadamente elaborado ao fim das oito datas de Roger Waters e sua Us + Them Tour no Brasil.

  • ROGER WATERS – Belo Horizonte/MG – 22 de outubro de 2018

    ROGER WATERS – Belo Horizonte/MG – 22 de outubro de 2018

    Toda forma de arte tem alguma função, se coloca no direito e no dever de cumprir algum papel, de mexer com as emoções. Pode chocar, revolucionar, modificar uma era, mudar o estilo de uma sociedade ou comunidade ou, no mínimo, atingir o âmago de um indivíduo. E até salvar vidas. Foi assim que Da Vinci, Shakespeare, Mozart, Michael Jackson, Fellini, Saramago, Gabriel Garcia Marquez, Tarsila e tantos outros construíram seus impérios em suas respectivas áreas e épocas e influenciaram os pensamentos de sociedades ao redor do mundo. Num momento em que o visual e o áudio se completam, Roger Waters pisou no palco do Mineirão, em Belo Horizonte, no dia 21 de outubro, um domingo à noite, a fim de não apenas fazer valer essa tradição como também fundir sua música, nascida nos anos 60 e que transpassou as décadas, com cinema e teatro para incitar as pessoas a refletirem sobre assuntos vigentes, sobretudo no cenário político global. Nem que para isso fosse preciso transformar o público num barril de pólvora – que, felizmente, não explodiu. E, independentemente se as pessoas concordam ou não com os pensamentos dele, mister Roger Waters fez história. E sejamos francos: ele não é um músico qualquer.

    Antes de tudo, um questionamento. O que você faria se chegasse – ou já tiver chegado – aos 75 anos, com dinheiro, fama e a possibilidade de visitar qualquer cidade? Deleitar-se em Berlim ou simplesmente sentar na varandinha de um hotel em Barcelona tomando um vinho poderiam ser algumas alternativas, bem como curtir os netos e bisnetos – quem sabe! Mas Roger Waters não. Mesmo com sete décadas e meia de vida, o eterno baixista e cérebro do Pink Floyd não se rendeu à aposentadoria e desde sempre se prontificou em levar sua mensagem a todos os cantos do planeta. A turnê Us + Them, que já havia passado por São Paulo, Brasília e Salvador, chegou à capital mineira novamente para causar alvoroço e arrancar lágrimas de cerca de 50 mil fãs.

    Pontualmente às 21h, começava o espetáculo – que viria a ter pouco mais de três horas de duração – bem ao estilo do ícone do rock psicodélico. Durante 20 minutos, o telão enfatizava uma mulher sentada (que poderia ser qualquer um) avistando o mar – e aí você começa a “viajar” e se preparar para o início apoteótico de Breathe, de The Dark Side of the Moon (1973), seguida por mais duas do emblemático álbum: Time fez o público explodir em êxtase, com belo trabalho do guitarrista Jonathan Wilson, enquanto The Great Gig in the Sky hipnotizava os súditos ali presentes graças ao fantástico dueto das cantoras Holly Laessig e Jess Wolfe.

    Foto: Moisés Silva

    Depois que Welcome do the Machine – a primeira de Wish You Were Here (1975) – foi executada, Waters emplacou uma trinca de seu mais recente disco solo, Is This the Life We Really Want? (2017). Déjà Vu, The Last Refugee e Picture That foram recebidas com menos aplausos, mas isso porque a maior parte do público queria ouvir mesmo eram os sucessos do Floyd. No entanto, diga-se de passagem, essa tríade foi executada com grande perfeição, abrindo caminho para um dos pontos altos da apresentação: a emocional Wish You Were Here, a deixa para muitos abraços e beijos de casais apaixonados.

    Até aquele momento, o espetáculo já primava por grande qualidade visual, incluindo um show de cores. Mas nada que se comparasse ao que viesse a seguir, com peças da antológica ópera rock The Wall (1979) – The Happiest Days of Our Lives e as partes II e III de Another Brick in the Wall – e todo seu conteúdo político, incluído nas letras, no teatro exibido por crianças e palavras e frases no telão, o que dividiu em dois o mar de humanos na pista e nas arquibancadas.

    De um lado, gritos de “ele não” – em referência à campanha contra o presidenciável Jair Bolsonaro, um dos alvos de Roger Waters na turnê. Do outro, vaias. Bem, como já ressaltado no início deste texto, o baixista – que também tocou guitarra e violão no concerto – cumpriu seu objetivo de provocar os mais diferentes tipos de emoção em seus aficionados, concordassem ou não com sua visão política. Aliás, o telão com nomes de “neofacistas” eleitos por Waters, como o norte-americano Donald Trump, a francesa Marine Le Pen e o húngaro Viktor Orbán, trazia novamente a inscrição “ponto de vista político censurado”. Quem conhece a história, sabe que se trata de mais uma crítica de Waters aos eleitores de Bolsonaro, o que resultou em xingamentos entre fãs e alguns princípios de conflitos – como disse, o barril quase explodiu.

    Foto: Thiago Prata

    Veio então uma pausa de cerca de 20 minutos para várias frases políticas no telão e críticas a líderes mundiais. Enquanto isso, uma nota curiosa e ao mesmo tempo negativa. Um vendedor ambulante foi flagrado comercializando água e cerveja com preços mais caros do que o proposto. Do lado de fora do isopor os valores expostos eram R$ 6 para a água – mas o comerciante estava cobrando R$ 8 – e R$ 12 a cerveja, três reais a menos que o exigido por ele. E olha que o valor “correto” já estava um absurdo, assim como o preço para adquirir um copo do show – era preciso comprar de uma só vez três copos de cerveja, cada um a R$ 12, ou seja, o copo “premiado” saía a R$ 36.

    Depois do intervalo, emergiu-se uma nova cidade cinematográfica, com as chaminés da capa de Animals (1977) e o icônico porco voador passando por cima do público. E mais dois clássicos, oriundos desse disco, para abrilhantar ainda mais a noite: Dogs – com aquele épico solo, um dos mais lindos da história do Floyd – e Pigs (Three Different Ones) – e imagens cômicas e escrachadas de Donald Trump. A seguir, Money e mais alfinetadas nos políticos mundiais.

    O show se aproximava do final, com mais um espetáculo de cores em Us and Them e Brain Damage, mais duas pérolas de Dark Side, e Smell the Roses, outra do último álbum solo do multi-instrumentista. Coube a Comfortably Numb a última anestesia musical, em uma exibição que já entrou para história do Mineirão em todos os sentidos. Vida longa a esse verdadeiro mito chamado Roger Waters!

  • ROGER WATERS – São Paulo/SP – 09 e 10 de outubro de 2018

    ROGER WATERS – São Paulo/SP – 09 e 10 de outubro de 2018

    O início da turnê do músico Roger Waters no Brasil mostrou uma produção grandiosa, um telão gigantesco de setenta metros de largura por catorze de altura, muitas cores, luzes e psicodelia, ou seja, o que já era de se esperar. Waters sempre foi um músico que se preocupou muito com o visual dos shows, desde o início do Pink Floyd. Hoje, suas apresentações são reconhecidas como experiências sensoriais imersivas com produção audiovisual de última geração e som quádruplo de tirar o fôlego. São as quatro torres de som pelo estádio, com funcionamento independente e efeito de profundidade, que te colocam “dentro” da música, não diante dela.

    A turnê batizada de Us + Them já está rodando o mundo desde o ano passado e o set list conta com músicas dos álbuns The Dark Side of the Moon (1973), Wish You Were Here (1975), Animals (1977) e The Wall (1979), quatro clássicos da carreira do Pink Floyd, além de algumas músicas de seu disco de estúdio mais recente, Is This The Life We Really Want?, um álbum/manifesto a favor dos direitos humanos.

    A primeira parte do show começa logicamente com muita euforia. Roger Waters inicia com as faixas Speak to Me, Breathe, One of These Days e Time. Ou seja, uma sequência forte de clássicos e que consegue prender a atenção de todos. A atuação das vocalistas Jess Wolfe e Holly Laessig foi ótima, principalmente em The Great Gig in the Sky, que foi outro momento de arrepiar. E poder ver e escutar – com toda essa qualidade de som e imagem – a música Welcome to the Machine foi um dos grandes momentos do show, que obviamente dá uma esfriada com a sequência de músicas do seu álbum solo. São músicas legais, mas os fãs estavam em busca dos clássicos dos anos 70. Por isso Waters retorna com a ótima Wish You Were Here, cantada, como sempre, por todos, The Happiest Days of Our Lives e a eletrizante Another Brick in the Wall Part 2 & 3, executada com perfeição, com o som quádruplo em ação e mais as crianças que entram em ação, vestindo macacões laranja tipo de presidiário com um número no peito e capuzes nas cabeças. Todos cantam a letra e seguem uma coreografia que protesta contra professores opressores. Em determinado momento, eles tiram esses capuzes, depois os macacões e aparecem com camisetas pretas com a inscrição ‘resist’ (resista). O delírio foi geral e então vem o intervalo de vinte minutos.

    Roger Waters em São Paulo

    Eu já havia assistindo esse show em outubro do ano passado na cidade de Vancouver (CAN). Sabia que no intervalo ele usa o telão para protestar contra problemas de todo o mundo, desde não jogar lixo no oceano até Mark Zuckerberg, do Facebook, passando por Benjamin Netanyahu, políticas militares e a união nada sagrada entre religião e estado. E parte para frases que pedem que as pessoas resistam às guerras, à corrupção, aos neofacistas etc. E em determinado momento o telão apresenta uma lista de governantes de alguns países e pede resistência a eles. Como o show é no Brasil, além de Donald Trump (EUA), Marine Le Pen (França) e Putin (Rússia), lá estava Bolsonaro. Obviamente que as reações começaram imediatamente. Gritos de “fora PT” e “ele não” ecoaram no estádio.

    Por conta disso, o retorno para a segunda parte do show foi mais tenso do que o normal. Primeiro por que é nesse momento que a usina termelétrica Battersea, que está na capa de Animals, aparece de forma espetacular no telão junto com um som estremecedor em um efeito sensacional, com direito até a quatro chaminés cenográficas que soltam fumaça. E segundo por conta do clima causado por conta das mensagens no telão.

    Em seguida, emendou músicas que, se não fosse por essa turnê, não sei se muitos fãs teriam a oportunidade de escutar ao vivo, como Dogs e Pigs (Three Different Ones). Foi um momento único do show, aquele em que Pink Floyd e Roger Waters atacam de forma incisiva os porcos que governam o mundo. E em Pigs… ele concentra sua crítica em Donald Trump, com imagens ridicularizando o presidente americano durante quase toda a execução da música. Em defesa do feminismo, dos refugiados e do meio ambiente, uma garrafal frase em português: “Trump é um porco.” Vale ressaltar que essa turnê atravessou os Estados Unidos dessa mesma forma.

    Ainda em Pigs o porco inflável entra em cena voando por cima da pista. Algumas frases escritas nele eram “as crianças não têm culpa”, “respeitem as mulheres” e “mantenha-se humano”.

    Money e Us and Them chegam com força total, sendo que essa última, sempre que executada, é de emocionar. Roger Waters toca mais uma faixa do seu mais recente álbum solo, Smell the Roses, e então parte para as faixas que fecham The Dark Side of the Moon, Brain Damage e Eclipse, essa última com um jogo de lasers projeta o prisma da capa do clássico álbum em cima dos fãs na pista. São músicas marcantes que fecham o show antes do bis. Mas Roger Waters ainda jogou no telão a frase “ele não”, provocando uma forte onda de vaias e xingamentos. O músico ficou parado no palco por um bom tempo sem dizer nada.

    “Sou contra o ressurgimento do fascismo. E acredito nos direitos humanos. Prefiro estar num lugar em que o líder não acredita que a ditadura é uma coisa boa. Lembro das ditaduras da América do Sul e foi feio”, disse ele. No discurso ainda falou que “eu sabia que isso ia acontecer porque em São Paulo, e na América do Sul em geral, vocês têm a fama de ter muito amor no coração”, agradecendo o público mesmo ainda sob algumas vaias.

    O show deve continuar! E então ele executa as faixas Mother e Comfortably Numb, a música do solo mais bonito de todos os tempos! E que serviu também para unir novamente todos os presentes que cantavam e curtiam cada trecho desse clássico absoluto.

    Era esperado que ele colocasse sua posição no Brasil, assim como fez em todo o mundo durante sua turnê, referindo-se a outros políticos. E que bom que ele tem, em nosso país, essa liberdade de expressar sua opinião, seja ela certa ou errada no ponto de vista de cada um. Mesmo assim, poderia ter sido mais bem assessorado, já que estamos vivendo um momento delicado em nosso país há anos com tamanha corrupção que gerou a maior crise econômica que já atravessamos.

    No segundo dia o show manteve o mesmo setlist e ele não exibiu mais a “#elenão”. O clima foi mais ameno e mais voltado para o show, mesmo mantendo no intervalo a crítica aos que ele considerada neofacistas no telão.

    Tudo que puder ser feito nesse momento para não exaltar os ânimos melhor. E os candidatos devem dar exemplos contundentes nesse sentido.

  • Roger Waters em SP!

    Roger Waters em SP!

  • ROGER WATERS – Em Porto Alegre/RS

    ROGER WATERS – Em Porto Alegre/RS

    PORTO ALEGRE (RS)  Cerveja Oficial: Heineken Promoção exclusiva: Grupo RBS Data: Quarta-feira, 30 de outubro de 2018. Local: Estádio Beira-Rio – Av. Padre Cacique, 891 – Praia de Belas – Porto Alegre -RS Abertura dos Portões: 17h Horário do show: 21h Capacidade: 48.517 pessoas Ingressos: de R$ 110 a R$ 720 (ver tabela completa) Classificação etária: De 10 a 15 anos permitida a entrada acompanhado de responsável. A partir dos 16 anos é permitida a entrada desacompanhada. INGRESSOS
    SETORES ½ ENTRADA INTEIRA
    CADEIRA SUPERIOR  R$ 125,00  R$ 250,00
    PISTA  R$ 180,00  R$ 360,00
    CADEIRA INFERIOR  R$ 250,00  R$ 500,00
    SKY BOX  R$ 270,00  R$ 540,00
    CADEIRA PREMIUM  R$ 270,00  R$ 540,00
    PISTA PREMIUM ELO  R$ 382,50  R$ 765,00
    – Meia-entrada: obrigatória a apresentação do documento previsto em lei que comprove a condição de beneficiário: no ato da compra e entrada do evento (para compras na bilheteria oficial e pontos de venda físicos) / na entrada do evento (para compras via internet). – Clientes cartão Elo contarão com pré-venda exclusiva entre os dias 11 e 13 de dezembro, começando às 21h do dia 11 de dezembro pela internet às 10h do dia 12 de dezembro nasbilheterias oficiais pontos de venda espalhados pelo Brasil, e terminando às 21h, do dia 13 de dezembro. – Para o público em geral de São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte, as vendas começam a partir das 00h01 do dia 14 de dezembro pela internet e às 10h nas bilheterias oficiais pontos de venda espalhados pelo Brasil. – Para o público em geral de Porto Alegre; Salvador; Curitiba e Brasília, as vendas começam a partir das 00h01 do dia 15 de dezembro pela internet e às 10h nas bilheterias oficiais pontos de venda espalhados pelo Brasil. – Os clientes cartão Elo poderão parcelar os ingressos em até 8x durante a pré-venda e terão este benefício estendido até dia 31 de dezembroA partir do dia 01 de janeiro de 2018clientes cartão Elo poderão parcelar os ingressos em até 3x. – Clientes dos demais cartões poderão parcelar em até 6x até o dia 31 de dezembro, a partir da venda para o público em geral. A partir do dia 01 de janeiro de 2018, clientes dos demais cartõespoderão parcelar os ingressos em até 2x. – Será possível comprar até 6 ingressos por CPF BILHETERIA OFICIAL – SEM TAXA DE CONVENIÊNCIA Bilheteria Sunset – Estádio Beiro Rio – Ao lado do Edifício Garagem Acesso pela Av Edvaldo Pereira Paiva, acesso direto pelo estacionamento. Domingo: Fechado. Segunda-feira a sábado: das 10h00 às 18h00. Excepcionalmente fechado entre os dias 22/12 à 01/01/2018. LOCAIS DE VENDA – COM TAXA DE CONVENIÊNCIA Pela Internet: www.ticketsforfun.com.br Taxas de conveniência e de retirada. Pontos de venda no link: https://premier.ticketsforfun.com.br/shows/show.aspx?sh=pdv FORMAS DE PAGAMENTO VÁLIDAS TICKETS FOR FUN Internet:  Cartões de crédito Elo, MasterCard, American Express, Visa, Diners Club e Hipercard. Bilheteria e Pontos de Venda:  Dinheiro; Cartões de Credito Elo, MasterCard, American Express, Visa, Diners Club e Hipercard; Cartões de Débito Elo, Visa Electron, MasterCard débito e Hipercard. Vale Cultura
  • ROGER WATERS – Em Curitiba/PR

    ROGER WATERS – Em Curitiba/PR

    Cerveja Oficial: Heineken Data: Sábado, 27 de outubro de 2018 Abertura dos Portões: 17h Apresentação: 21h30 Local: Estádio Couto Pereira – R. Ubaldino do Amaral, 37 – Alto da Glória, Curitiba – PR Capacidade: 41.480 pessoas Ingressos: de R$ 110 a R$ 720 (ver tabela completa) Classificação etária: De 10 a 15 anos permitida a entrada acompanhado de responsável. A partir dos 16 anos é permitida a entrada desacompanhada. INGRESSOS
    SETORES ½ ENTRADA INTEIRA
    ARQUIBANCADA  R$ 110,00  R$ 220,00
    PISTA  R$ 170,00  R$ 340,00
    CADEIRA SOCIAL  R$ 195,00  R$ 390,00
    CADEIRA PRO TORK  R$ 245,00  R$ 490,00
    PISTA PREMIUM ELO  R$ 360,00  R$ 720,00
    – Meia-entrada: obrigatória a apresentação do documento previsto em lei que comprove a condição de beneficiário: no ato da compra e entrada do evento (para compras na bilheteria oficial e pontos de venda físicos) / na entrada do evento (para compras via internet). – Clientes cartão Elo contarão com pré-venda exclusiva entre os dias 11 e 13 de dezembro, começando às 21h do dia 11 de dezembro pela internet às 10h do dia 12 de dezembro nasbilheterias oficiais pontos de venda espalhados pelo Brasil, e terminando às 21h, do dia 13 de dezembro. – Para o público em geral de São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte, as vendas começam a partir das 00h01 do dia 14 de dezembro pela internet e às 10h nas bilheterias oficiais pontos de venda espalhados pelo Brasil. – Para o público em geral de Porto Alegre; Salvador; Curitiba e Brasília, as vendas começam a partir das 00h01 do dia 15 de dezembro pela internet e às 10h nas bilheterias oficiais pontos de vendaespalhados pelo Brasil. – Os clientes cartão Elo poderão parcelar os ingressos em até 8x durante a pré-venda e terão este benefício estendido até dia 31 de dezembroA partir do dia 01 de janeiro de 2018clientes cartão Elo poderão parcelar os ingressos em até 3x. – Clientes dos demais cartões poderão parcelar em até 6x até o dia 31 de dezembro, a partir da venda para o público em geral. A partir do dia 01 de janeiro de 2018, clientes dos demais cartõespoderão parcelar os ingressos em até 2x. – Será possível comprar até 6 ingressos por CPF BILHETERIA OFICIAL – SEM TAXA DE CONVENIÊNCIA FNAC CURITIBA – Rua Professor Viriato Parigot de Souza, 600 – Barigui De segunda a sexta: das 11h às 23h. Sábado: das 10h às 22h. Domingo e feriado: das 14h às 20h. 24/12/2017 – das 09h às 18h 31/12/2017 – das 10h às 16h Excepcionalmente fechado nos dias 25/12/2017 e 01/01/2018. LOCAIS DE VENDA – COM TAXA DE CONVENIÊNCIA Pela Internet: www.ticketsforfun.com.br Retirada na bilheteria e E-ticket – taxas de conveniência e de entrega. Pontos de venda no link: https://premier.ticketsforfun.com.br/shows/show.aspx?sh=pdv FORMAS DE PAGAMENTO VÁLIDAS TICKETS FOR FUN Internet:  Cartões de crédito Elo, MasterCard, American Express, Visa, Diners Club e Hipercard. Bilheteria e Pontos de Venda:  Dinheiro; Cartões de Credito Elo, MasterCard, American Express, Visa, Diners Club e Hipercard; Cartões de Débito Elo, Visa Electron, MasterCard débito e Hipercard. Vale Cultura
  • ROGER WATERS – No Rio de Janeiro/RJ

    ROGER WATERS – No Rio de Janeiro/RJ

    Cerveja Oficial: Heineken Data: Quarta-feira, 24 de outubro de 2018 Local: Estádio do Maracanã – Rua Professor Eurico Rabelo, Maracanã, Rio de Janeiro – RJ Abertura dos Portões: 17h Horário: 21h Capacidade: 66.400 pessoas Ingressos: de R$ 110 a R$ 720 (ver tabela completa) Classificação etária: De 10 a 15 anos é permitida a entrada acompanhado de um responsável. A partir de 16 anos é permitida a entrada desacompanhado. INGRESSOS
    SETORES ½ ENTRADA INTEIRA
    CADEIRA SUPERIOR 2 SUL  R$ 110,00  R$ 220,00
    CADEIRA SUPERIOR NIVEL 5  R$ 110,00  R$ 220,00
    CADEIRA INFERIOR SUL  R$ 150,00  R$ 300,00
    CADEIRA SUPERIOR LESTE  R$ 150,00  R$ 300,00
    PISTA  R$ 170,00  R$ 340,00
    CADEIRA INFERIOR LESTE  R$ 245,00  R$ 490,00
    CADEIRA INFERIOR OESTE  R$ 245,00  R$ 490,00
    CADEIRA MARACANÃ MAIS LESTE  R$ 360,00  R$ 720,00
    CADEIRA MARACANÃ MAIS OESTE  R$ 360,00  R$ 720,00
    PISTA PREMIUM ELO  R$ 360,00  R$ 720,00
    – Meia-entrada: obrigatória a apresentação do documento previsto em lei que comprove a condição de beneficiário: no ato da compra e entrada do evento (para compras na bilheteria oficial e pontos de venda físicos) / na entrada do evento (para compras via internet). – Clientes cartão Elo contarão com pré-venda exclusiva entre os dias 11 e 13 de dezembro, começando às 21h do dia 11 de dezembro pela internet às 10h do dia 12 de dezembro nasbilheterias oficiais pontos de venda espalhados pelo Brasil, e terminando às 21h, do dia 13 de dezembro. – Para o público em geral de São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte, as vendas começam a partir das 00h01 do dia 14 de dezembro pela internet e às 10h nas bilheterias oficiais pontos de venda espalhados pelo Brasil. – Para o público em geral de Porto Alegre; Salvador; Curitiba e Brasília, as vendas começam a partir das 00h01 do dia 15 de dezembro pela internet e às 10h nas bilheterias oficiais pontos de venda espalhados pelo Brasil. – Os clientes cartão Elo poderão parcelar os ingressos em até 8x durante a pré-venda e terão este benefício estendido até dia 31 de dezembroA partir do dia 01 de janeiro de 2018clientes cartão Elo poderão parcelar os ingressos em até 3x. – Clientes dos demais cartões poderão parcelar em até 6x até o dia 31 de dezembro, a partir da venda para o público em geral. A partir do dia 01 de janeiro de 2018, clientes dos demais cartõespoderão parcelar os ingressos em até 2x. – Será possível comprar até 6 ingressos por CPF BILHETERIA OFICIAL – SEM TAXA DE CONVENIÊNCIA Km de Vantagens Hall RJ – Av. Ayrton Senna, 3000 – Shopping Via Parque – Barra da Tijuca. Segunda-feira – fechada. Terças-feiras a sábados, das 12h às 20h Domingos e feriados, das 13h às 20h *Nos dias 12 e 14 de dezembro, a bilheteria funcionará das 10h às 18h. 19/12/2017 a 02/01/2018 – 12:00 as 18:00 Excepcionalmente fechado nos dias 24, 25 e 31/12/2017 e 01/01/2018. LOCAIS DE VENDA – COM TAXA DE CONVENIÊNCIA Pela Internet: www.ticketsforfun.com.br Taxas de conveniência e de retirada. Pontos de venda no link: https://premier.ticketsforfun.com.br/shows/show.aspx?sh=pdv FORMAS DE PAGAMENTO VÁLIDAS TICKETS FOR FUN Internet:  Cartões de crédito Elo, MasterCard, American Express, Visa, Diners Club e Hipercard. Bilheteria e Pontos de Venda:  Dinheiro; Cartões de Credito Elo, MasterCard, American Express, Visa, Diners Club e Hipercard. Cartões de Débito Elo, Visa Electron, MasterCard débito e Hipercard. Vale Cultura
  • ROGER WATERS – Em Belo Horizonte/MG

    ROGER WATERS – Em Belo Horizonte/MG

    BELO HORIZONTE (MG) Cerveja Oficial: Heineken Data: Domingo, 21 de outubro de 2018 Local: Estádio do Mineirão – Av. Antônio Abrahão Caram, 1001 – Pampulha, Belo Horizonte Abertura dos Portões: 17h Horário do show: 21h Capacidade: 51.000 pessoas Ingressos: de R$ 150 a R$ 720 (ver tabela completa) Classificação etária: De 10 a 15 anos permitida a entrada acompanhado de responsável. A partir dos 16 anos é permitida a entrada desacompanhada. INGRESSOS
    SETORES ½ ENTRADA INTEIRA
    CADEIRA SUPERIOR R$ 150,00 R$ 300,00
    PISTA R$ 170,00 R$ 340,00
    CADEIRA INFERIOR R$ 245,00 R$ 490,00
    PISTA PREMIUM ELO R$ 360,00 R$ 720,00
    – Meia-entrada: obrigatória a apresentação do documento previsto em lei que comprove a condição de beneficiário: no ato da compra e entrada do evento (para compras na bilheteria oficial e pontos de venda físicos) / na entrada do evento (para compras via internet). – Clientes cartão Elo contarão com pré-venda exclusiva entre os dias 11 e 13 de dezembro, começando às 21h do dia 11 de dezembro pela internet às 10h do dia 12 de dezembro nasbilheterias oficiais pontos de venda espalhados pelo Brasil, e terminando às 21h, do dia 13 de dezembro. – Para o público em geral de São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte, as vendas começam a partir das 00h01 do dia 14 de dezembro pela internet e às 10h nas bilheterias oficiais pontos de venda espalhados pelo Brasil. – Para o público em geral de Porto Alegre; Salvador; Curitiba e Brasília, as vendas começam a partir das 00h01 do dia 15 de dezembro pela internet e às 10h nas bilheterias oficiais pontos de venda espalhados pelo Brasil. – Os clientes cartão Elo poderão parcelar os ingressos em até 8x durante a pré-venda e terão este benefício estendido até dia 31 de dezembroA partir do dia 01 de janeiro de 2018clientes cartão Elo poderão parcelar os ingressos em até 3x. – Clientes dos demais cartões poderão parcelar em até 6x até o dia 31 de dezembro, a partir da venda para o público em geral. A partir do dia 01 de janeiro de 2018, clientes dos demais cartõespoderão parcelar os ingressos em até 2x. – Será possível comprar até 6 ingressos por CPF BILHETERIA OFICIAL – SEM TAXA DE CONVENIÊNCIA Km de Vantagens Hall BH – Av. Nossa Senhora do Carmo, 230 – Savassi – Belo Horizonte – BH Segunda-feira – fechada. De terça-feira a sábado: das 12h às 20h. Domingo e feriado: das 13h às 20h. *Nos dias 12 e 14 de dezembro, a bilheteria funcionará das 10h às 18h. 19/12/2017 a 02/01/2018 – 12:00 as 18:00 Excepcionalmente fechado nos dias 24, 25 e 31/12/2017 e 01/01/2018. LOCAIS DE VENDA – COM TAXA DE CONVENIÊNCIA Pela Internet: www.ticketsforfun.com.br Retirada na bilheteria e E-ticket – taxas de conveniência e de entrega. Pontos de venda no link: https://premier.ticketsforfun.com.br/shows/show.aspx?sh=pdv FORMAS DE PAGAMENTO VÁLIDAS TICKETS FOR FUN Internet:  Cartões de crédito Elo, MasterCard, American Express, Visa, Diners Club e Hipercard. Bilheteria e Pontos de Venda:  Dinheiro; Cartões de Credito Elo, MasterCard, American Express, Visa, Diners Club e Hipercard; Cartões de Débito Elo, Visa Electron, MasterCard débito e Hipercard. Vale Cultura
  • ROGER WATERS – Em Salvador/BA

    ROGER WATERS – Em Salvador/BA

    SALVADOR (BA) Media Partner: Rede Bahia Data: Quarta-feira, 17 de outubro de 2018 Local: Itaipava Arena Fonte Nova – Ladeira da Fonte das Pedras, s/n – Nazaré, Salvador Abertura dos Portões: 17h Horário do show: 21h Capacidade: 56.000 pessoas Ingressos: de R$ 90 a R$ 710 (ver tabela completa) Classificação etária: De 10 a 15 anos permitida a entrada acompanhado de responsável. A partir dos 16 anos é permitida a entrada desacompanhada. INGRESSOS
    SETORES ½ ENTRADA INTEIRA
    SUPERIOR R$ 90,00 R$ 180,00
    LESTE INTERMEDIÁRIO R$ 130,00 R$ 260,00
    NORTE INTERMEDIÁRIO R$ 130,00 R$ 260,00
    PISTA/NORTE INFERIOR R$ 150,00 R$ 300,00
    OESTE INFERIOR R$ 210,00 R$ 420,00
    LESTE INFERIOR R$ 210,00 R$ 420,00
    PISTA PREMIUM ELO R$ 355,00 R$ 710,00
    LOUNGE PREMIUM R$ 355,00 R$ 710,00
    – Meia-entrada: obrigatória a apresentação do documento previsto em lei que comprove a condição de beneficiário: no ato da compra e entrada do evento (para compras na bilheteria oficial e pontos de venda físicos) / na entrada do evento (para compras via internet). – Clientes cartão Elo contarão com pré-venda exclusiva entre os dias 11 e 13 de dezembro, começando às 21h do dia 11 de dezembro pela internet às 10h do dia 12 de dezembro nasbilheterias oficiais pontos de venda espalhados pelo Brasil, e terminando às 21h, do dia 13 de dezembro. – Para o público em geral de São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte, as vendas começam a partir das 00h01 do dia 14 de dezembro pela internet e às 10h nas bilheterias oficiais e pontos de venda espalhados pelo Brasil. – Para o público em geral de Porto Alegre; Salvador; Curitiba e Brasília, as vendas começam a partir das 00h01 do dia 15 de dezembro pela internet e às 10h nas bilheterias oficiais e pontos de venda espalhados pelo Brasil. – Os clientes cartão Elo poderão parcelar os ingressos em até 8x durante a pré-venda e terão este benefício estendido até dia 31 de dezembroA partir do dia 01 de janeiro de 2018clientes cartão Elo poderão parcelar os ingressos em até 3x. – Clientes dos demais cartões poderão parcelar em até 6x até o dia 31 de dezembro, a partir da venda para o público em geral. A partir do dia 01 de janeiro de 2018, clientes dos demais cartõespoderão parcelar os ingressos em até 2x. – Será possível comprar até 6 ingressos por CPF BILHETERIA OFICIAL – SEM TAXA DE CONVENIÊNCIA ITAIPAVA ARENA FONTE NOVA – Ladeira da Fonte das Pedras, s/n – Nazaré, Salvador Domingo: Fechado. Segunda-feira a sábado: das 10h00 às 18h00. Excepcionalmente fechado nos dias 24, 25 e 31/12/2017 e 01/01/2018. LOCAIS DE VENDA – COM TAXA DE CONVENIÊNCIA Pela Internet: www.ticketsforfun.com.br Retirada na bilheteria e E-ticket – taxas de conveniência e de entrega. Pontos de venda: https://premier.ticketsforfun.com.br/shows/show.aspx?sh=pdv FORMAS DE PAGAMENTO VÁLIDAS TICKETS FOR FUN Internet:  Cartões de crédito Elo, MasterCard, American Express, Visa, Diners Club e Hipercard. Bilheteria e Pontos de Venda:  Dinheiro; Cartões de Credito Elo, MasterCard, American Express, Visa, Diners Club e Hipercard; Cartões de Débito Elo, Visa Electron, MasterCard débito e Hipercard. Vale Cultura