Tag: rock

  • VOLBEAT anuncia pré-venda do DVD  “Let’s Boogie”

    VOLBEAT anuncia pré-venda do DVD “Let’s Boogie”

    A banda dinamarquesa Volbeat disponibiliza hoje a pré-venda do DVD “Let´s Boogie!”. O projeto teve registro ao vivo em show apoteótico no famoso estádio Telia Parken, em Copenhague (Dinamarca), que contou com um público de mais 48 mil pessoas.

    Saiba mais em: https://www.volbeat.dk/en/ . Essa apresentação histórica foi realizada na mesma cidade onde começou a carreira da banda, há 16 anos. Participaram do show os músicos e amigos Lars Ulrich (Metallica), Mille Petrozza (Kreator), Mark “Barney” Greenway (Napalm Death) e Danko Jones. Em 2016, a banda disponibilizou seu sexto álbum de estúdio, “Seal the Deal & Let’s Boogie”. Ouça e baixe aqui: https://umusicbrazil.lnk.to/STDNLG .

  • MALTA lança videoclipe para “Pátria Amada”, single do novo álbum “IV”

    MALTA lança videoclipe para “Pátria Amada”, single do novo álbum “IV”

    A banda Malta, vencedora da 1ª temporada do programa SuperStar, da Rede Globo, acaba de lançar videoclipe para “Pátria Amada”, single do novo álbum “IV”.

    O vídeo contou com direção e roteiro de Rodrigo Rossi, da Glow Produções. A locação foi gentilmente cedida pela Vila Itororó e pelo projeto Goethe na Vila, em São Paulo. A música já está disponível nas principais plataformas digitais como Spotify, Deezer, iTunes, entre outras.

    Assista o videoclipe de “Pátria Amada” abaixo.

    “A música foi feita pensando na nossa situação atual, falando sobre diversos casos que acontecem na nossa política e também para ser uma mensagem para todos nós brasileiros acordamos e mostrarmos que nós não somos os inimigos um dos outros, estamos juntos no mesmo barco. Uma mensagem para nossa Pátria Amada, nos salvar e se salvar de tudo que está acontecendo, que juntos e conscientes como uma nação, somos gigantes”, disse o guitarrista Thor Moraes.

    Ficha técnica do videoclipe:

    Vídeo por Glow Produções.

    Direção e roteiro: Rodrigo Rossi.

    Assistente de produção: Luiza Azevedo, Gabriela Drimus, Rafael Rossener.

    Elenco: Zá Santori, Poldo Longo, MC PLK, Richard Melo, Camila Honorato, Naja White, Heitor Shewchenko, Felipe Nakao.

    Apoio: Boru Sushi, SP Cine.

    Formada por Adriano Daga (bateria), Luana Camarah (vocal), Thor Moraes (guitarra) e Diego Lopes (baixo), a banda Malta vem colhendo os frutos do trabalho conquistado com muita energia e paixão pela boa música. A música “Pátria Amada” tem a participação especial de Carlinhos Brown na percussão e a narração de Rodrigo Lombardi.

    Com uma trajetória ascendente, a banda Malta continua trilhando seu caminho e contando histórias de amor e sucesso  sem deixar de lado a veia rock ‘n roll de suas canções.

    ANGRA FEST – Vale a pena lembrar que, o show de lançamento do novo álbum “IV”, acontecerá no Angra Fest, no próximo dia 1 de dezembro, na Tropical Butantã, em São Paulo. O line-up tem como headliner o próprio anfitrião Angra, além de Dr. Sin, Project46 e Nervosa.

    Os fãs interessados em prestigiar este novo marco histórico no legado do metal brasileiro já podem adquirir ingressos pelo site da Ticket Brasil (https://ticketbrasil.com.br/festival/6414-angrafest-saopaulo-sp) e pontos autorizados na capital paulista, Barueri, Osasco, Santo André, São Caetano do Sul, São Bernardo do Campo, Mauá, Campinas, Sorocaba e Santos. Mais informações no serviço abaixo.

  • Republica em SP

    Republica em SP

  • Sons Of Apollo em SP

    Sons Of Apollo em SP

  • Eddie Vedder em SP!

    Eddie Vedder em SP!

  • FOO FIGHTERS, QUEENS OF THE STONE AGE & EGO KILL TALENT

    FOO FIGHTERS, QUEENS OF THE STONE AGE & EGO KILL TALENT

    Setenta e duas horas depois de ser tomado por Phil Collins e The Pretenders, o Maracanã voltou a receber um grande evento de música – e o estádio voltará a ser o principal palco carioca de jogos de futebol quando os clubes não tiverem de pagar para jogar lá, mas essa é outra história. O fato é que o gramado virou pista de dança e de pula-pula em dois dias para agradar a quase todos. E o “quase” exatamente fica por conta da noite de domingo, cujo anfitrião, Foo Fighters, mostrou por que é a maior das últimas bandas de rock de arena.

    A entrada coube ao Ego Kill Talent, banda paulista que já havia feito bonito no Palco Sunset da edição 2017 do Rock in Rio. E Jonathan Correa (vocal), Niper Boaventura e Theo van der Loo (guitarra e baixo), Raphael Miranda (baixo e bateria) e Jean Dolabella (bateria e guitarra) confirmaram o que havia ficado claro pouco mais de cinco meses atrás: fosse um grupo gringo, a caminhada seria mais fácil e rápida. O rock do quinteto transita com fluência entre o peso, o pop e o moderno, e nem mesmo a constante troca de instrumentos entre os integrantes durante o show é capaz de quebrar a dinâmica.

    Just to Call You Mine abriu o set de 30 minutos, e a boa recepção da plateia acabou sendo o melhor presente que a banda poderia receber – ainda mais para quem, como lembrou Correa, há três anos estava naquela mesma pista para assistir ao Foo Fighters. Belo exemplo de heavy metal moderno, a ótima Sublimated acabou sendo ofuscada pela canção que mostra definitivamente a eficiência do Ego Kill Talent em compor música boa para tocar em rádio: We All. Sem querer desmerecer Heroes, Kings and Gods e, última da apresentação, Last Ride, duas peças tipo exportação.

    E veio o Queens of the Stone Age… Bom, não há outra maneira de resumir – e resumir educadamente – o show da banda liderada pelo vocalista e guitarrista Josh Homme: para ficar chato ainda tem de melhorar muito. If I Had a Tail foi apenas o prenúncio de um sofrimento que só teve fim depois de uma hora e 15 minutos. O sentimento de déjà vu na música do quinteto – completado por Troy Van Leeuwen (guitarra), Michael Shuman (baixo), Dean Fertita (guitarra) e Jon Theodore (bateria) – não ajudou em nada, assim como também não ajudou pensar em The White Stripes em canções como Smooth Sailing. É fato: não há remédio para chatice.

    Feet Don’t Fail MeMake it Wit ChuDomesticated AnimalsVillains of Circumstance e The Lost Art of Keeping a Secret… Estivesse você no trabalho, seria caso de receber adicional de insalubridade. E You Think I Ain’t Worth a Dollar, But I Feel Like a Millionaire? Sabe aquele seu amigo que diz que tal banda de thrash, death ou black metal é barulho mal feito? Ele deveria ouvir a canção presente no álbum Songs for the Deaf (2002) – título autoexplicativo, diga-se. No entanto, e para não dizer que foi sempre um martírio, The Way You Used to Do e Little Sistersoaram razoavelmente bem ao vivo, assim como o hit No One Knows não foi de todo ruim, apesar do desnecessário solo de bateria – e levantou o público, obviamente. Havia mesmo um bom número de fãs do QOTSA, afinal, poucas coisas são tão democráticas como a música.

    Sim, foi um show muito chato o do grupo americano, mas felizmente o compatriota Foo Fighters colocou a coisa no seu devido lugar. E foi diferente desde os primeiros acordes de Run, do mais recente disco da banda, Concrete and Gold (2017), porque foi uma música nova na ponta de língua das 30 mil pessoas presentes no Maracanã – e foram mais três recém-saídas do forno: a excelente The Sky is a NeighborhoodSunday Rain (cantada pelo batera Taylor Hawkins) e Make it Right. Apesar de a reação a elas não ter sido tão calorosa, também não foi o caso de deixar a peteca cair.

    Mas a levada contagiante de Run, como se tivesse saído de um estudo de ritmos brasileiros, foi o aquecimento ideal para All My Life e Learn to Fly, que obviamente acirraram para o bem o ânimo dos fãs. E com um baita sorriso no rosto, lá estava Dave Grohl, correndo de um lado para o outro, batendo cabeça, em vários momentos se esgoelando ao cantar… É preciso tirar o chapéu para esse cara. Não apenas por ser, sejamos sinceros, o único talento que havia naquele negócio chamado Nirvana, mas também por não esquecer o que o motivou a chegar ao status que hoje ostenta: o de um autêntico rock star.

    E se serve para refrescar a memória, lembre-se do Probot. Apesar de o álbum homônimo do projeto lançado em 2004 não ter ficado à altura das expectativas, foi ele quem, num período de baixa para o heavy metal, juntou gente como Lemmy, King Diamond, Cronos, Lee Dorrian e Tom Warrior, entre outros, num projeto que chamou a atenção do mainstream. Grohl é o sujeito que, no próprio show de aniversário, chama Paul Stanley, David Lee Roth e Zakk Wylde ao palco para tocar músicas do KISS, Van Halen e Black Sabbath. Tem que respeitar. Simples assim.

    Tão simples como The PretenderRopeMy Hero e These Days são funcionais e, melhor ainda, têm mais pegada ao vivo. Mas Grohl não é o único a brilhar, até porque cede muito espaço a Chris Shiflett e Pat Smear (guitarras), Nate Mendel (baixo), Rami Jaffee (teclados) e Taylor Hawkins, seu fiel escudeiro. Depois da catarse em Breakout, com uma participação do público que foi de arrepiar, a apresentação da banda se transformou numa festa. Se Jaffee tocou umas melodias progressivas – “Isso é algo que vocês nunca vão ouvir num álbum do Foo Fighters”, brincou o chefe –, o restante foi na base do rock’n’roll.

    Shiflett, que várias vezes usou uma Gibson amarela com um adesivo do rosto de Ace Frehley, assumiu o microfone numa boa versão de Under My Wheels, de Alice Cooper – falta aos fãs, no entanto, fazer o dever de casa e descobrir as raízes da banda que tanto adora. Mendel puxou Another One Bites the Dust, do Queen, e também no improviso rolou Blitzkrieg Bop, do Ramones, pelas mãos do ovacionado Smear. Ao brincar com Love of My Life – afinal, segundo Grohl, estávamos todos num Rock in Rio –, Hawkins entregou o que muitos já esperavam: uma versão de Under Pressure com ele no vocal e Grohl na bateria. Ah, sim: durante o solo de Hawkins, em Sunday Rain, o praticável virou um elevador no melhor estilo Peter Criss, Eric Carr e Eric Singer. Ou seja, qualquer semelhança com o KISS não é mera coincidência.

    Encerradas as homenagens, a trinca Monkey WrenchTimes Like These e Best of You colocou mais uma vez o Maracanã abaixo. É impressionante a quantidade de hits – e hits de qualidade indiscutível – que tem o Foo Fighters, mas o melhor ainda estava por vir. Coube a velharias a abertura do bis – This is a Call, do primeiro e autointitulado disco, lançado em 2005 – o encerramento da noite – Everlong, do segundo álbum, The Colour and the Shape (1997) –, mas foi o recheio que valeu o ingresso.

    Em uma sincera e emocionante ode a Malcom Young, com direito a imagem do saudoso guitarrista no telão de fundo, a banda mandou ver numa arrasadora versão de Let There Be Rock. Da mesma forma que havia feito no México em 18 de novembro de 2017, mesmo dia em que a alma e o coração do AC/DC morreu. “Deus o abençoe, Malcom”, disse Grohl olhando para o telão e mandando um beijo para a imagem do maior guitarrista base da história do rock. Porque Grohl sabe que sem as raízes fincadas por bandas como o AC/DC ele não estaria fazendo o que faz muito bem: rock’n’roll.

    Set list Foo Fighters 1. Run 2. All My Life 3. Learn to Fly 4. The Pretender 5. The Sky is a Neighborhood 6. Rope 7. Sunday Rain 8. My Hero 9. These Days 10. Walk 11. Breakout 12. Make it Right 13. Under My Wheels 14. Another One Bites the Dust / Blitzkrieg Bop / Love of My Life 15. Under Pressure 16. Monkey Wrench 17. Times Like These 18. Best of You Bis 19. This is a Call 20. Let There Be Rock 21. Everlong

    Set list Queens of the Stone Age 1. If I Had a Tail 2. Smooth Sailing 3. My God is the Sun 4. Feet Don’t Fail Me 5. The Way You Used to Do 6. You Think I Ain’t Worth a Dollar, But I Feel Like a Millionaire 7. No One Knows 8. The Evil Has Landed 9. I Sat By the Ocean 10. Make it Wit Chu 11. Domesticated Animals 12. Villains of Circumstance 13. Little Sister 14. The Lost Art of Keeping a Secret 15. Go With the Flow 16. A Song for the Dead

    Set list Ego Kill Talent 1. Just to Call You Mine 2. Sublimated 3. We All 4. The Searcher 5. Heroes, Kings and Gods 6. Still Here 7. Last Ride

  • RAZER: um som direito e contagiante

    RAZER: um som direito e contagiante

    Uma banda com músicos competentes e que conta com um produtor como Alan Niven, que quando empresário de Great White, Mötley Crüe, Guns N’ Roses, Dokken e Tesla os ajudou a alcançar o sucesso, só poderia resultar em qualidade. E é isso mesmo que o Razer oferece em seu homônimo terceiro álbum, além de um som direito e contagiante. O grupo norte-americano conta em suas fileiras com o vocalista Chris Powers e com o baixista Chris Catero (Marty Friedman). Falantes, eles atenderam a ROADIE CREW para conversar sobre o álbum e também de outros projetos e do futuro do Razer.

    Chris Catero

    Foram dois anos trabalhando em Razer. Por que o processo foi demorado? Chris Catero: Coisas boas levam tempo. Foi como se fosse um primeiro álbum, pois nos transformamos em uma banda diferente do que éramos até então. Antes tínhamos um som mais voltado ao rock americano de rádio e neste álbum fomos brutalmente honestos artisticamente. ‘Fodam-se as tendências e expectativas, faremos o que manjamos bem!’: essa era a mentalidade. Outro fator foi que Jordan Ziff tinha acabado de se juntar a banda. Legitimamente, ele é um talentoso Deus da guitarra ‘old school’ e sua entrada mudou completamente a dinâmica da banda e nos guiou a uma direção que musicalmente estávamos interessados. Como compositor senti que em Chris Powers tínhamos um incrível cantor de rock e agora também este grande guitarrista, então pensamos: ‘vamos chutar bundas e fazer rock de verdade!’. Nesse período conheci Alan Niven e, uma vez que ele estava comandando a mesa conosco, demos um passo atrás, nos reaproximamos de tudo que vínhamos fazendo e levamos um tempo para desenvolver coisas organicamente. Naquela altura, atiramos os calendários pela janela, tudo estaria pronto quando tivesse que estar, sem pressão ou estresse.

    Chris Powers: Acho que o Catero fez um bom trabalho analisando toda a perspectiva da banda, mas falando sob a visão de um vocalista, levou um bocado de tempo para sair da nossa antiga maneira, ou melhor que esse “novo modelo” de se fazer vocais de rock de hoje em dia, com todas essas bandas de rádio utilizando grandes ‘pads’, ‘takes’ perfeitos de vocais e de ‘timing’, ‘auto-tune’ etc. Em nosso álbum, Niven forneceu sua experiência em como os vocais deveriam ser feitos (outra de suas sagacidades), onde as coisas não são perfeitas, mas há ‘takes’ vindos do coração, e a dinâmica de vocal e de tempo projetando um sentimento verdadeiro ao ouvinte. Ou, ao seu melhor sotaque inglês: “uma conexão espiritual com a música e o ouvinte”.

    Já que mencionaram Alan Niven, como chegaram até ele?   Catero: Conhecemos Alan e nos tornamos amigos dele. Por sermos fãs de seu trabalho, eventualmente discutíamos a respeito e ele conferia algumas das novas músicas que estávamos compodo e achei que esse seria o seu território. Na verdade, ele ficou intrigado e após realizarmos uns testes vocais com Chris Powers ele se rendeu e se juntou a bordo. Como tudo com Alan nunca é formal, ele disse: ‘ok, eu sou o grande cara para produzir e gerenciar isto agora’. Ele é genuíno e com uma ‘vibe’ bem orientada, muito tranquilo. Organicamente, começamos a trabalhar juntos e foi perfeito. Sem estresse algum para os envolvidos. Ele tem grande sensibilidade para o rock and roll e um histórico de Platina como produtor. Acho que houve um respeito maior por sua entrada, algo que ajudou a todos na banda a se abrir para novas ideias de como fazer as coisas. Co-produzi todos os nossos álbuns e quando essa parceria orgânica começou eu estava empolgado com a chance de trabalhar com ele. Honestamente, pensamos muito parecidos. Acabou que todo o processo ficou melhor do que eu esperava. É um disco muito honesto, das nossas performances até a produção.

    Realmente, há aspectos técnicos de gravação interessantes em Razer Catero: Ah, é muito orgânico! Todos nós tocamos e cantamos. Então, fizemos um álbum que é uma espécie de Led Zeppelin II, pela maneira que gravamos as músicas em momentos diferentes, sem nos preocuparmos se tudo parecia igual, apenas fizemos cada canção do próprio jeito. Para mim, isso é muito mais interessante para os ouvidos do que a maioria dos álbuns de hoje, onde tudo soa tão uniforme e parecido – eventualmente, esses álbuns se transformam em uma longa canção para mim. Eles usam os mesmos sons de bateria ‘sampleados’, tudo fica perfeito. Em minha opinião, isso não é nada rock and roll.

    Powers: Fizemos os vocais em um galpão, em um prado com cabras. Então foi orgânico até demais! Quase fomos alimentados pelo capim do rock and roll se você quer saber! (risos) Realmente foi como um livro aberto tentar coisas novas (ou reintroduzir antigas maneiras, talvez). De verdade, fizemos algumas partes em tempo real, de um jeito que saiu naturalmente.

    Catero, você e Niven estão trabalhando juntos atualmente, não é mesmo?

    Catero: Niven e eu reiniciamos sua antiga empresa de produção, Stravinski Brothers. Produziremos bandas juntos, e consultaremos para contratar algumas em vários aspectos de negócios da música.

     Powers, você “emprestou” sua voz em The Devil Went Down To Georgia para o jogo de vídeo game Guitar Hero III: Legends of Rock. Como foi que isso aconteceu? Powers: Alguns amigos meus, Steve Conley (guitarrista atual do Flotsam & Jetsam) e o produtor Ryan Green (NOFX, Megadeth) – que recentemente mixou algumas velharias do Razer -, estavam trabalhando em um projeto de uma estação de rádio o qual eles me pediram para cantar em algumas trilhas. Ryan também estava trabalhando com Steve Ouimette, um Deus da guitarra extraordinário que estava se dedicando a algumas canções para o jogo Guitar Hero 3, e ele disse a esse guitarrista que tinha um cara que ele deveria ouvir, e esse cara era eu. Ouimette amou o que eu estava fazendo na canção de Charlie Daniels – a título de crédito, também fiz Cities on Flame With Rock and Roll (Blue Öyster Cult), para o mesmo jogo. Também gravamos uma resposta a The Devil Went Down To Georgia, chamada Lou’s Revenge, que foi lançada no álbum solo de Steve Ouimette, Epic (2010). É uma canção divertida para guitarristas, que a comunidade do Guitar Hero pegou para si para criar todos os mapas dela para a versão do jogo para computador. De fato, é um testamento de quão boas Steve deixou essas canções.

    Chris Powers

     Catero, você trabalhou para o lendário guitarrista Marty Friedman (ex-Megadeth) dentro e fora de sua banda de turnê. Jordan Ziff também toca com ele. Fale sobre essa experiência.

    Catero: Maravilhoso! Fiquei amigo de Marty, provavelmente desde o ciclo final do álbum Countdown To Extinction do Megadeth. Ele convenceu minha antiga banda, Wardog, a se mudar para Phoenix (onde ainda vivo) e por lá acabamos tocando por diversão algumas vezes em bares locais. Eu ia bagunçar junto com ele em seu ‘home studio’. Eventualmente ele me perguntava se eu poderia aparecer para tocar com sua banda solo. Na verdade, mesmo que tivéssemos sido amigos por um tempo, a perspectiva de tocar com sua banda me assustou. Ele era meu amigo, mas é foda, afinal ele também era um dos meus guitarristas de metal favoritos de todos os tempos! Seus álbuns tinham alguns músicos convidados matadores no baixo, então eu sabia que teria que “aparar as costeletas” para tocar aquele material. Mas uma vez que pisei fundo e fiz disso um momento definitivo, tanto quanto músico como experiência, minha confiança foi elevada e eu realmente aprendi um pouco de como os verdadeiros profissionais lidam com os negócios. No estúdio peguei algumas dicas dele de produção e também de gravação de guitarras. Acabei fazendo algumas turnês com ele, o CD Exhibit A: Live In Europe (2007) e o DVD Exhibit B: Live In Japan (2007). A banda de Marty está sempre em rotação, com diferentes músicos, e meu período tocando com ele foi bastante divertido. Ao fazer Razer, comecei a enviar algumas demos para ele, para mostrar um pouco do Jordan tocando e ele dar o seu aval. E foi como pensei: ele deu! Então os apresentei na NAMM (N.R.: feira internacional anual que acontece em Anaheim, California) e Marty acabou convidando Jordan para tocar em sua turnê americana, que penso ter sido uma oportunidade incrível para Jordan ter uma experiência similar a que eu tive, e também ajudar a promover seu nome entre os guitarristas. Conferi o show deles em Las Vegas e eles soaram matadores!

    Vocês já estão trabalhando no quarto álbum do Razer? Catero: Levamos alguns meses fora da banda, tocando em outros projetos. Eu, por exemplo, toquei com Mick Brown (N.R.: baterista do Dokken) em sua banda solo, The Bourbon Ballet. Mas voltaremos a nos reunir em breve para trabalhar no novo material.

    Quem sabe, após lançá-lo, vocês não venham conhecer o Brasil? Catero: Eu amaria fazer alguns shows no Brasil. Espero que tenhamos sorte o bastante para isso!

    Powers: De acordo! Queremos agitar o Brasil! Assistimos daqui alguns shows que acontecem aí e notamos multidões de pessoas que vivem e respiram rock and roll. É um dos lugares mais fodas, que ainda quero tocar.

  • CHILI VEGA: talento e criatividade em novo álbum e novo clipe

    CHILI VEGA: talento e criatividade em novo álbum e novo clipe

    Dono de uma visão musical única, regada a muito talento e criatividade, o guitarrista, vocalista, compositor e produtor carioca CHILI VEGA lançou seu primeiro álbum. O disco, lançado de forma digital, leva o título de ‘New Is Dead’ e conta com dez faixas. O trabalho foi produzido por CHILI VEGA e Celo Oliveira, gravado, mixado e masterizado no Kolera Home Studio no Rio de Janeiro e teve arte da capa criada pela artista Carolina Pontes. O trabalho está disponível de forma digital nos principais distribuidores de música do mundo, confira alguns links: Spotify: https://open.spotify.com/album/1vQv8WB7ZhiPu9oIEKyO8C iTunes: https://itunes.apple.com/br/album/new-is-dead/1316267707 Amazon: https://www.amazon.com/gp/product/B078CQHQHT/ Google: https://goo.gl/j8AHrL Além do álbum, o músico está lançando seu novo clipe. A música escolhida é ‘Mindride’ e a produção do vídeo ficou nas mãos de Gabby Vessoni, com direção do próprio CHILI VEGA e Celo Oliveira. Assista:

    Nascido e criado no Rio de Janeiro e com grande experiência como músico de estúdio, sideman e produtor, Chili é mais conhecido como um guitarrista de Rock e tem anos de experiência com bandas covers e autorais tocando em bares, festas, boates e casas de show mas também possui inúmeras influências de outros gêneros musicais, o que torna seu estilo eclético e singular. Costuma classificar seu trabalho solo como uma mistura de Muse e Bon Jovi, mas sem perder a própria identidade. O álbum “New Is Dead” caminha entre o rock, pop, hard rock e até heavy metal, com elementos eletrônicos, synths e loops na receita.

    Contato: [email protected]

    Sites Relacionados: www.chilivega.com www.facebook.com/chilivegaofficial www.metalmedia.com.br/chilivega

  • Ícone do rock psicodélico, RADIO MOSCOW volta ao Brasil

    Ícone do rock psicodélico, RADIO MOSCOW volta ao Brasil

    Os riffs pegajosos e o impecável swing psicodélico na proposta da Radio Moscow são tão marcantes que a melhor referência deste power trio de Iowa (Estados Unidos) é mesmo Jimi Hendrix Experience. Assim, todos os cacoetes sessentistas e setentistas, que também fazem lembrar de Led Zepellin, Cream e Black Sabbath, são fartamente servidos nos discos da banda, potencialmente no último, ‘New Beginnings’ (2017), motivo que a traz de volta à América do Sul, com quatro shows no Brasil.

    A Radio Moscow faz quatro shows no Brasil. O primeiro é em Florianópolis, dia 28 de março, e na sequencia a psicodelia marca presença em São Paulo (29/03). Os americanos serão também, no dia 31/03, a banda principal do tradicional Aldeia Rock Festival, que acontece todo ano durante a Páscoa em Aldeia Velha (interior do Estado do RJ, distrito do município de Silva Jardim), ao lado de tantos outros nomes de rock retrô e subgêneros. Ainda tem o show na capital do Rio de Janeiro, no dia 1º de abril. As bandas Aura (RJ) e Quarto Ácido (RS) acompanham a Radio Moscow em 3 dos 4 shows nacionais.

    ‘New Beginnings’, apesar do nome remeter a experiências pessoais do vocalista/guitarrista/percussionista – e mentor da banda – Parker Griggs, apenas refinou a fórmula que mantém a Radio Moscow à frente da nova geração do rock psicodélico, além de garantir um contrato com a Century Media, uma das maiores gravadoras de rock do mundo. E o disco já tem versão nacional, em digipack, lançada pela Abraxas, e selo/produtora que também é responsável pela turnê.

    Com mais de uma década na estrada, a Radio Moscow contou no início de carreira com a ajuda de Dan Auerbach, do The Black Keys, para polir a aura vintage da banda – que atingiu o ápice no segundo disco, ‘Brain Cycles’ (2009), e mais uma vez deu outro salto de qualidade e maturidade em ‘Magical Dirt’ (2014). Com virtuosismo e feeling, algo tão característico do mítico Hendrix, o Radio Moscow está de volta ao Brasil para uma grande jam!

    Antes da nova turnê pela América do Sul, o Radio Moscow manda brasa em um giro de quase um mês pelos Estados Unidos, de 25 de janeiro a 18 de fevereiro, chegando no Brasil aquecidos e preparados para deixar todos delirando com sua explosão sonora!

    SERVIÇO RADIO MOSCOW EM FLORIANÓPOLIS  Evento no FB: www.facebook.com/events/146487422680125 Data: 28 de março de 2018 Horário: 21 horas Banda de abertura: Disaster Cities Local: Célula Showcase Endereço: Rodovia João Paulo, 75 – Florianópolis/SC

    Ingresso: Lote de abertura online: R$ 40 (até 22/01) pelo Sympla www.sympla.com.br/radio-moscow-eua–disaster-cities–florianopolis-sc–280318__225664 Ingresso físico sem taxa: Roots Records (Centro Comercial ARS) RADIO MOSCOW EM SÃO PAULO Evento no FB: www.facebook.com/events/162489824374796 Data: 29 de março de 2018 Horário: 18 horas Bandas de abertura: Aura e Quarto Ácido Local: Fabrique Club Endereço: Rua Barra Funda, 1071 – Barra Funda, SP Ingresso: Antecipado promocional 1º lote: R$ 70 (para os 100 primeiros ou até 19/02) Antecipado promocional 1º lote: R$ 90 (até a véspera do show) Na hora: R$ 110 (meia) / R$ 220 (inteira) Compras online: www.sympla.com.br/radio-moscow-em-sao-paulo—29-de-marco-no-fabrique-club__235908 Ingresso físico: Yoga Para Todos (rua Doutor Cândido Espinheira, 156 – Perdizes): (11) 94314-7955 Volcom (rua Augusta, 2490 (apenas em dinheiro): (11) 3082-0213 Loja 255 na Galeria do Rock: (11) 3361-6951 Ratus Skate Shop (rua Doná Elisa Fláquer, 286 – Centro, Santo André): (11) 4990-5163 Censura: 16 anos RADIO MOSCOW NO ALDEIA ROCK FESTIVAL  Evento no FB: www.facebook.com/events/141492823177219 Data: 31 de março de 2018. O Fest acontece de 29-31/03 Local: Aldeia Velha (Rio de Janeiro) Ingresso online: www.sympla.com.br/aldeia-rock-festival-xvii__225615 2º Lote: 200 3º Lote: 250 RADIO MOSCOW NO RIO DE JANEIRO Evento no FB: www.facebook.com/events/157750378207845 Data: 1º de abril de 2018 Horário: 18 horas Bandas de abertura: Aura e Quarto Ácido Local: La Esquina Endereço: Avenida Mem de Sá, 61 – Lapa, RJ Ingresso online: www.sympla.com.br/radio-moscow-no-rio-de-janeiro—1-de-abril-no-la-esquina__235920/ Antecipado promocional 1º lote: R$ 70 (até a véspera do show) Na hora: R$ 90 (meia) / R$ 180 (inteira) Ingresso físico: Rocksession (Rua Conde de Bonfim, 80, loja 3 – subsolo – Tijuca): (21) 3168-4934 Tropicália Discos (Praça Olavo Bilac, 28 – Sala 207 – Centro): (21) 2224-9215 Hocus Pocus DNA (Rua 19 de fevereiro, 186 – Botafogo): (21) 3452-3377
  • MECHANICS expõe seu ‘Fracasso’ de duas décadas

    MECHANICS expõe seu ‘Fracasso’ de duas décadas

    Foto: Divulgação

    Lá se vão 20 anos de puro fracasso. Os malditos Mechanics, deuses da contra alquimia, lançam um novo trabalho no qual expõem essas duas décadas percorridas numa estrada de tropeços e lama. Depois de uma limitadíssima tiragem em vinil (apenas 30 cópias feitas de forma artesanal), o EP Fracasso chega às plataformas digitais e está pronto para se tornar mais um insucesso na história da banda.

    Formado em Goiânia, o Mechanics prova que é possível ser criativo fazendo um som terrivelmente barulhento. Responsáveis por criar e expandir a cena goiana de rock independente, bebem direto nas facções mais transgressoras, alcoólicas e autorais da rockultura (Stooges/Melvins). Este cenário visceral ainda ganha a influência cósmico-filósofica de quadrinhos, artes visuais, cinema trash e do submundo da literatura marginal, sintetizando tudo num zeitgeist da cultura pop contemporânea.

    O EP Fracasso foi gravado em 2014. Entre os dias 23 e 25 de outubro daquele ano, os Mechanics – então encarnados em Márcio Jr. (voz), Katú (guitarra), Little John (baixo) e Junão Cananéia (bateria) – partiram rumo a Pirenópolis, meca hippie-hipster do Estado de Goiás. Destino final: o estúdio Rocklab, do produtor Gustavo Vazquez (que já trabalhou com MQN, Macaco Bong, Diablo Motor, Rinoceronte, Canábicos e muitos outros). Ali, após anos sem realizar nenhum registro fonográfico, três faixas vieram à luz, nascidas de jams esboçadas em ensaios pregressos.

    Fracasso e Vietnamérica, duas das três músicas gravadas, se transformam em matéria tangível: um compacto em tiragem limitadíssima que inaugurou (ou quase) a Lombra Records. 30 cópias, numeradas e assinadas. Capa em xilografia. Carimbos. Fanzine incluído. Gravura sonora. Áudio lo-fi – afinal, a lombra estava forte e a Lombra ainda tateava os sulcos sonoros que colocava no mundo. Não deu pra quem quis. Quem tem, tem.

    Agora a Monstro Discos finalmente oferece ao mundo, em diferentes plataformas, todo o esplendor das sonoridades de Fracasso e Vietnamérica, registradas sob a batuta do mestre Gustavo Vazquez. Duas músicas disponibilizadas entre as milhões do mundo digital. Mais um fiasco para a banda. Afinal, sucesso é para os fracos.

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