Elegant Weapons. Esse é o mais novo supergrupo do pedaço. Anunciado nesta terça-feira (25), o
Elegant Weapons é o encontro dos músicos
Ronnie Romero (
Rainbow,
MSG),
Richie Faulkner e
Scott Travis (
Judas Priest), e
Rex Brown (
Pantera, Down). O álbum de estreia da banda, já tem nome,
Horns For A Halo, foi produzido por
Andy Sneap e será lançado na primavera americana de 2023 pela
Nuclear Blast Recods.
“É emocionante fazer parte de uma gravadora como a
Nuclear Blast, que tem uma história tão rica e nível de respeito entre os fãs e a indústria musical”, diz
Faulkner. “
Monte Conner (vice-presidente e A&R da
Nuclear Blast) conhece bem
Andy Sneap, e
Andy sempre manteve muita consideração por
Monte e pelo selo.
Monte adorou o disco desde os primeiros estágios de demo. É muito valioso e importante para mim que a gravadora que eu assino entenda e me conecte com a música. Este disco representa para mim mais do meu DNA como guitarrista e compositor. Pesado, mas movendo-se ligeiramente fora dos reinos do “heavy metal”. Essas raízes são óbvias, mas eu queria alcançar um pouco disso e ver o que mais viria que não era necessariamente ‘esperado’.”
Monte Conner diz: “Sou um grande fã de todos os músicos envolvidos, especialmente
Richie. Como fã de carteirinha do
Priest, gostei de acompanhar e ajudar a dar vida à nova banda e adicionar à sua incrível história e legado. Que músico incrível ele é. As pessoas sempre se concentram em solos, e é claro que
Richie é um mestre nesse departamento, mas eu posso ouvi-lo tocar guitarra base o dia todo! Sua base é muito saborosa e mágica. Mal posso esperar para que os fãs ouçam este álbum e descubram como ele é multifacetado.”
E de acordo com o guitarrista, o
Elegant Weapons apresenta sua “formação dos sonhos”. “Eu sempre quis fazer um disco com
Scott fora do
Priest. Adicionar a isso o tom e a atitude inconfundíveis de
Rex Brown é algo especial. Ter esses caras como a cozinha (da banda) é um sonho dos guitarristas. A cereja do bolo era
Ronnie Romero. Um dos novos vocalistas instantaneamente clássicos,
Ronnie trouxe um personagem e uma arrogância para as canções que é instantaneamente icônica, tornando essas suas próprias músicas”, elogiou.

Quanto à música,
Richie a descreve como “uma mistura de
Jimi Hendrix,
Priest,
Sabbath,
Ozzy solo e
Black Label Society – pesado, cativante e com melodia. Uma espécie da velha escola e da escola moderna juntas, e realmente bem ajustadas, se isso faz algum sentido. O
Marshall Plexi (amplificador) basicamente faz algo, mas você tem que aumentar para (o volume) 11 para que ele tenha esse som distorcido. Não tem muitos sinos e assobios sobre ele ou diferentes canais e efeitos. Basicamente ele faz algo e faz muito bem.
Mas, novamente, a afinação cria um som mais moderno e, usando o som clássico do Marshall Plexi, você obtém essa justaposição, esse contraste. Ao todo, há muitos solos de guitarra e as músicas estão no lado mais pesado. E mesmo que haja muita melodia, ainda vai abalar seus ossos.”
Falando especificamente das músicas,
Richie explica que “Eu e o acústico não nos damos bem, então há apenas uma música suave nele (no disco), um tipo de música nebulosa e assombrada de Nova Orleans chamada
Ghost of You, com piano desafinado dos anos 1920. Essa
é sobre uma memória, ou fantasma de um amor perdido. Mas isso é o mais acústico possível. Realmente não sou
atraído por violão em geral. É principalmente pesada e completa, na verdade. Há uma música chamada White Horse, mais Horns for a Halo, que é como Tony Iommi encontrando com Alice in Chains. Essa é a forma como justificamos as coisas ruins que fazemos. Quando chegarmos no Dia do Julgamento, os anjos vão confundir nossos chifres com auréolas, se você entende o que quero dizer.”