Tag: prog metal

  • DREAM THEATER: Novo álbum reunirá “os 5 pilares” da música da banda

    DREAM THEATER: Novo álbum reunirá “os 5 pilares” da música da banda

    O vocalista James LaBrie, e o guitarrista John Petrucci, do DREAM THEATER, revelaram em uma nova mensagem de vídeo que a banda se reagrupou em um estúdio não revelado para começar a trabalhar em material para a continuação do álbum The Astonishing, de 2016.

    John e eu estamos aqui no estúdio”, disse James no clipe, “nós estamos aqui já há uma semana, e está sendo sensacional. Todo mundo está na mesma sala, e todos estamos interagindo uns com os outros, e eu tenho que dizer, se a primeira semana serve como indicação de como este álbum está soando, vocês terão uma bela surpresa”.

    John acrescentou: “Sim, a vibração é muito legal, o clima é legal, a atmosfera, a inspiração. Tem sido ótimo – há um monte de ideias fluindo. Já foi muito produtivo, apenas uma semana depois de começar, o que é legal”.

    James continua: “Sem mencionar o estilo da música, que eu acho que muitas pessoas vão se levantar e aplaudir desta vez. Há peso nele, há agressão. Mas você mencionou algo mais cedo quando estava falando sobre isso, você disse, o que foi mesmo? Os cinco …”

    “Os cinco pilares do D.T.“, disse John. “Eu acho que todo mundo está na mesma página com o tipo de álbum que vai ser. Quero dizer, até agora a música é pesada, é progressiva, é melódica, é trituradora, e também épica. Então tem todos esses elementos, que … eles são os cinco pilares do DREAM THEATER, por assim dizer. É o que pensamos, então, vamos lá!”

    James acrescentou: “A coisa toda é que todo mundo está sentindo isso, e há uma sinergia incrível acontecendo aqui. Esse ambiente em que estamos, este estúdio em particular – e não, não estamos revelando para vocês qual estúdio – mas é muito propício para o resultado que estamos tentando alcançar”.

    O próximo álbum de estúdio do DREAM THEATER será o primeiro da banda para o selo progressivo da Sony Music, o InsideOut Music. O grupo passou os últimos 25 anos gravando com várias gravadoras do selo Warner Music Group, e mais recentemente com a Roadrunner Records, que lançou cinco álbuns da banda, entre 2007 e 2016.

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  • FATES WARNING: Confira “Life In Still Water”, do novo álbum ao vivo

    FATES WARNING: Confira “Life In Still Water”, do novo álbum ao vivo

    Um dos pioneiros do metal progressivo, o FATES WARNING lançará um novo álbum ao vivo, intitulado Live Over Europe, em 29 de junho via InsideOut Music.

    Capturado em janeiro de 2018, durante a bem sucedida turnê europeia do mais recente e aclamado álbum de estúdio do FATES WARNING, Theories of Flight, este Live Over Europe inclui gravações de oito cidades diferentes (Aschaffenburg, Alemanha; Belgrado, Sérvia; Salonica e Atenas, Grécia; Roma e Milão, Itália; Budapeste, Hungria e Ljubljana, Eslovênia) e um total de 23 músicas distribuídas em mais de 138 minutos, abrangendo os 30 anos da carreira seminal do grupo.

    Você pode conferir o áudio da música Life in Still Water abaixo.

    Live Over Europe foi mixado por Jens Bogren (OPETH, KREATOR, SYMPHONY X) e masterizado por Tony Lindgren no Fascination Street Studios na Suécia, e estará disponível como mediabook limitado em 2CD, gatefold 3LP + bonus-2CD ou como álbum digital.

    O vocalista do FATES WARNING, Ray Alder, declarou: “Gostaríamos de agradecer a todos e cada um dos nossos fãs que nos ajudaram a fazer Live Over Europe. Nós nos divertimos muito fazendo este álbum e esperamos que vocês tenham gostado tanto dos shows quanto nós gostamos de fazê-los “.

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  • Geoff Tate: “O QUEENSRŸCHE sempre esteve na vanguarda”

    Geoff Tate: “O QUEENSRŸCHE sempre esteve na vanguarda”

    O ex-vocalista do QUEENSRŸCHE e atual OPERATION: MINDCRIME, Geoff Tate, foi entrevistado pela ‘Duke TV’ em 24 de março em Vauréal, França.

    Falando sobre as expectativas do público em relação a sua música, Tate disse: “Eu meio que desisti de tentar adivinhar há muito tempo atrás. Eu acho que se gasta muito tempo tentando descobrir o que diferentes pessoas gostam, e pouco tempo descobrindo do que você gosta; como artista e como compositor você tem que seguir aquilo que é interessante para você, é assim que funciona. Para mim, pelo menos, é assim.  Estou fazendo música para mim e para o que gosto, e então compartilhando com o mundo. E não fazendo ela para o mundo”.

    Tate também falou sobre como o QUEENSRŸCHE abraçou os avanços tecnológicos no início da carreira. Ele disse: “No QUEENSRŸCHE, nós estávamos sempre fazendo as coisas do nosso jeito. Mesmo quando começamos, nunca tocamos ao vivo até termos um contrato com uma gravadora, e então tocamos ao vivo. Então isso era realmente inédito; a maioria das pessoas não faziam isso. Nós estávamos na vanguarda do desenvolvimento tecnológico, mídias de shows ao vivo. Fomos a primeira banda a participar de uma transmissão pela Internet. Nós tivemos um gerenciamento separado do assunto das gravadoras.  Nós tínhamos um acordo com a nossa gravadora – eles não nos diziam como fazer música e nós não lhes ensinávamos a vender discos, esse tipo de coisa. E isso funcionou muito bem por um longo tempo”.

    Ele acrescentou: “Eu realmente não tenho muitos arrependimentos além de que, financeiramente, eu gostaria de ter investido na Microsoft mais cedo [Risos]. Provavelmente seria menos estressante ser financeiramente independente”.

    Tate celebrará o 30º aniversário do álbum conceitual do QUEENSRŸCHE, Operation: Mindcrime, apresentando o disco em sua totalidade em uma turnê norte-americana que começa no dia 7 de junho em Lancaster, Pensilvânia.

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  • SEVENTH WONDER (com vocalista do KAMELOT) apresenta “Tiara’s Song”

    SEVENTH WONDER (com vocalista do KAMELOT) apresenta “Tiara’s Song”

    A banda de metal progressivo sueca SEVENTH WONDER, que apresenta em suas fileiras o atual vocalista do KAMELOT, Tommy Karevik, lançará seu quinto álbum de estúdio, Tiara, em 12 de outubro via Frontiers Music Srl. Este será o primeiro álbum de material novo do SEVENT WONDER desde The Great Escape, originalmente lançado em 2010. Tendo lançado anteriormente o álbum e vídeo ao vivo Welcome To Atlanta (gravado no festival ProgPower em 2014), o grupo está pronto para “libertar a fera”.

    O videoclipe oficial de Tiara’s Song, tirado de Tiara, pode ser visto abaixo.

    O baixista Andreas Blomqvist comenta: “A banda está animada em lançar o primeiro vídeo do nosso próximo álbum Tiara, e a música é apropriadamente chamada de Tiara’s Song.

    “O álbum é conceitual, e um momento crucial da história é descrito em três músicas, intituladas Farewell Parts 1, 2 And 3, e Tiara’s Song é a parte 1 dessa trilogia. Esse é o clássico SEVENTH WONDER, então eu acredito que os antigos fãs da banda ficarão felizes com o que vão ouvir.

    “Estamos muito felizes com a forma como o vídeo foi lançado, pois capta tanto a vibração da banda quanto as outras emoções que estão presentes na música, que lida com emoções profundas e onipresentes em relação à vida, amor e perda.”

    Originalmente formado em Estocolmo no ano 2000, o SEVENTH WONDER estreou em 2005 com Become. O segundo álbum, Waiting In The Wings, foi o primeiro a apresentar Karevik nos vocais, e foi lançado em 2006. Mais dois álbuns de sucesso, o conceitual Mercy Falls (2008) e The Great Escape (2010), viram na sequência. A banda entrou em um hiato após Karevik ser escolhido para ocupar o lugar de Roy Khan no KAMELOT.

    Blomqvist comenta: “Já faz muitos anos, mas finalmente está pronto, e não poderíamos estar mais felizes com ele. Tiara é tudo o que você espera do SEVENTH WONDER, mas também espero que haja algumas novidades, diferentes sabores, para mantê-lo interessante. Nós realmente não pensamos muito sobre o som para o qual estávamos rumando, nem tentamos forçá-lo, tudo veio de forma natural, embora lento desta vez … Estamos muito orgulhosos deste álbum e estamos muito ansiosos para compartilhar essas músicas com vocês!”

    Ele continua: “Victorious foi a primeira música do álbum que foi concluída. Não foi escrita primeiro, mas foi a primeira em que nos sentamos e escrevemos as letras, então é especial para nós”.

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  • TOOL: “Eventualmente, [os fãs] ficarão sem paciência”

    TOOL: “Eventualmente, [os fãs] ficarão sem paciência”

    De acordo com o ‘The Pulse Of Radio’, Maynard James Keenan, vocalista do TOOL, chamou seus companheiros de banda durante o show do grupo no final de semana no festival Northern Invasion, pedindo que eles terminassem de gravar suas partes para o tão esperado novo álbum da banda, para que ele pudesse gravar suas partes e finalmente completar o LP. Keenan disse do palco: “Eventualmente vocês, pessoas maravilhosas, ficarão sem paciência. Então, eu imploro a você, Danny [Carey, bateria], Adam [Jones, guitarra], e Justin (Chancellor, baixo), por favor, terminem suas partes para que eu possa terminar as minhas”.

    O novo álbum TOOL, o primeiro desde 10,000 Days de 2006, chegará no final de 2018 ou no começo do próximo ano. A gravação começou em março, com Carey recentemente estabelecendo suas faixas de bateria e Chancellor gravando suas partes em seguida.

    Maynard tentou explicar a longo tempo entre os álbuns do TOOL em uma entrevista de 2017 ao ‘The Joe Rogan Experience’. Falando sobre seus colegas de banda, o vocalista disse: “O processo de escrita deles é bem extenso. E tenho certeza que há muitas razões pelas quais o atraso foi longo. O processo deles é muito analítico, e acho que, em algum momento, talvez porque tanto tempo se passou desde o último álbum, tem que haver um pouco de medo aqui [você pensa para si mesmo] ‘Esse disco vai ser tão bom quanto o último?’ A expectativa agora é… Agora a pressão é enorme, então tenho certeza de que há algo disso [que] entra em jogo”.

    A apresentação no Northern Invasion ocorrida domingo (13 de maio) foi o primeiro show do TOOL em mais de um ano, e contou com a primeira apresentação ao vivo de Sober desde 2014.

    Keenan teve um fim de semana movimentado no festival de Somerset, Wisconsin, também tocando com a banda A PERFECT CIRCLE no sábado (12 de maio). O primeiro álbum da banda em 14 anos, Eat The Elephant, foi lançado no mês passado.

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  • REDEMPTION lançará novo álbum em julho

    REDEMPTION lançará novo álbum em julho

    A banda de metal progressivo dos Estados Unidos REDEMPTION, liderada pelo guitarrista e compositor Nick Van Dyk, lançará seu sétimo álbum completo, Long Night’s Journey Into Day em 27 de julho via Metal Blade. O disco foi produzido por Jacob Hansen (VOLBEAT, PRIMAL FEAR, AMARANTHE, DORO).

    A continuação de The Art Of Loss, de 2016 – que Van Dyk conta entre os melhores do REDEMPTIONLong Night’s Journey Into Day é indiscutivelmente o som de uma banda no auge de seus poderes. Os fãs do REDEMPTION também estão cientes, é o primeiro full-length desde a saída do vocalista Ray Alder, e apresenta a estreia do vocalista do EVERGREY, Tom Englund.

    “Não pudemos fazer uma turnê com The Art Of Loss porque Ray não pôde mais participar ativamente do REDEMPTION, então decidimos que era hora de nos separar logo após o lançamento”, diz Van Dyk. “Ray é um amigo querido, e eu não tenho nada além de respeito e amor por ele e pelo que criamos juntos. Mas em algum momento, tornou-se insustentável”.

    É claro que o posto de Alder não seria exatamente fácil de preencher, e era essencial que seu sucessor fosse alguém que imediatamente exigiria respeito, bem como alguém que pudesse exceder as expectativas quando se tratava de desempenho. Além disso, era essencial que eles tivessem alguém que pudesse investir totalmente nos temas líricos sobre a condição humana, que sempre foram centrais para o REDEMPTION. Assim, o fato de que desde o início de sua carreira, Englund tenha escrito letras sobre sentimentos de dúvida, medo e desespero com uma autenticidade emocional inabalável fez dele a escolha perfeita.

    Por causa do poder de sua voz e da emoção que ele traz, esta não será uma transição chocante para os fãs”, diz Van Dyk. “Tom também é um vocalista muito versátil, e sendo um compositor, ele tem uma tremenda sensibilidade melódica e composicional, e além disso, nós nos conhecemos há muitos anos, e há um nível de respeito não apenas profissional, mas também pessoal”.

    Os guitarristas Chris Poland (MEGADETH, OHM) e Simone Mularoni (DGM) retornam como músicos convidados. Quando se tratava de fazer o backup da música com recursos visuais, a banda mais uma vez se voltou para um colaborador de longa data, Travis Smith, cujo currículo esmagador inclui discos de bandas como ACT OF DEFIANCE, OPETH e ICED EARTH.

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  • PAIN OF SALVATION – Rio de Janeiro/RJ, 26 de abril de 2018

    PAIN OF SALVATION – Rio de Janeiro/RJ, 26 de abril de 2018

    A gripe que derrubou Daniel Gildenlöw, no fim de janeiro, apenas adiou o inevitável. A quinta passagem do Pain of Salvation deveria ter rolado no início de fevereiro, mas esperar quase três meses não foi problema, afinal, o quinteto sueco não decepciona nunca. Mas antes de a atração principal subir no palco para mostrar os porquês, coube ao Reckoning Hour aquecer quem já estava no Teatro Rival e quem chegava a casa de shows, e aí residiu o único problema da noite: a banda carioca apresentou seu set para pouca gente, e o público total foi decepcionante. Principalmente levando-se em consideração que o mesmo Pain of Salvation encheu o mesmo local nas duas visitas anteriores, em 2012 e 2015.

    É possível apontar uma série de fatores, da crise econômica à devolução de ingressos em virtude da remarcação da apresentação, mas a verdade é que o público carioca vem minguando em quantidade nos últimos dois ou três anos, e várias produtoras já não colocam a cidade como rota obrigatória. “Como assim o Sons of Apollo não vai tocar no Rio de Janeiro?”, você deve ter escutado ou lido em algum lugar antes de o supergrupo montado por Mike Portnoy aportar no país para três shows (em Porto Alegre, São Paulo e Belo Horizonte). Não chega a ser o caso do Living Colour, que só vai tocar na capital paulista porque, basicamente, o produtor argentino que o trouxe para a América do Sul cresce o olho na hora de repassar datas. De qualquer maneira, o panorama precisa melhorar antes que heavy metal ao vivo no Rio vire sinônimo de assistir a show em DVD.

    No palco, JP (vocal), Philip Leander e Lucas Brum (guitarras), Cavi Montenegro (baixo) e Johnny Kings (bateria) fizeram bem o dever de casa. O death metal melódico – e moderno – do grupo não traz nada de novo, e você pode até dizer que é genérico, mas não pode negar que é bem feito. Até porque o Reckoning Hour tem em JP um trunfo: o cara é três em um, porque adiciona vocais gritados na mistura de partes limpas e guturais (nas quais se sai muito melhor, diga-se). Para quem gosta, um prato cheio. Para quem não gosta, respeito. Exatamente o que aconteceu, porque o estilo é completamente diferente do praticado pelo Pain of Salvation, e não machuca dizer que as pessoas foram para ver a turma liderada por Gildenlöw – Johan Hallgren (guitarra), Gustaf Hielm (baixo), Daniel Karlsson (teclados) e Léo Margarit (bateria) acompanham o vocalista e guitarrista.

    Os cinco entraram no palco mandando logo uma trinca do disco mais recente, a obra-prima “In the Passing Light of Day” (2017), e a receita de peso (bota mais peso ao vivo, aliás), melodias impecáveis e complexidade instrumental foi um soco na boca do estômago. “Full Throttle Tribe” só não levou os fãs à lona porque estes se dividiam em cantar e ficar com um semblante de “como é que esses caras conseguem fazer isso ao vivo?”. A magistral “Reasons”, então, é um caso a ser estudado. Seu impacto ao vivo foi inacreditável, coisa de deixar qualquer um atônito, e talvez seja por isso que a belíssima “Meaningless” (cara, que refrão lindo de doer!) tenha sido colocada na sequência. Emocionante, apesar de ter sido o único momento em que os vocais de Ragnar Zolberg fizeram muita falta – de qualquer maneira, Hallgren, de volta ao posto depois de seis anos, segurou a onda muito bem.

    Contando com a interação da plateia no riff – a pedido de Gildenlöw, mas nem precisaria –, “Linoleum” comprovou o status de clássico recente do Pain of Salvation. Canção de altíssimo nível, mas esperada, então foi a partir daí que a banda resolveu apelar. “Vocês costumam pesquisar os set lists no Google, né? Bem, todas essas ferramentas de pesquisa estão erradas. Nossas letras também estão erradas nelas, mas essa é outra história”, brincou o líder antes dos primeiros acordes de “Rope Ends”, de “Remedy Lane” (2002). De arrepiar e, graças a passagens instrumentais de rara inspiração, de cair o queixo, mas também o ponto de partida para mostrar que o repertório seria único mesmo para quem havia assistido aos quatro shows anteriores do Pain of Salvation no Rio.

    Sem a guitarra a tiracolo, Gildenlöw assumiu o papel de frontman na intimista e emocional “Kingdom of Loss”, de “Scarsick” (2007), e a casa voltou a pegar fogo com o riff e as notas de piano que introduziram “Inside Out”, de “One Hour By the Concrete Lake” (1998). Coisa de maltratar os pulmões na hora de cantar o refrão, de machucar o pescoço nas partes mais rápidas e de admiração nos momentos mais calmos – e como foi legal ver a interação de Gildenlöw e Hallgren, que foi ovacionado no momento de apresentação dos integrantes. Um sincero “seja bem-vindo de volta”.

    Àquela altura, o fã já poderia se perguntar o que ainda estaria por vir, mas duvido que tenha sido exatamente isso que passou pela cabeça: “Creio que é a primeira vez que vamos tocar essa música com esta formação. Voltemos ao primeiro álbum…. das Spice Girls”, disse Gildenlöw, e mal deu tempo de rir com a piada. “O nome dela é ‘Revival’.” A reação de incredulidade foi acompanhada por um palavrão em êxtase. O Pain of Salvation estava pinçando uma canção de cada álbum, e a pérola de “Entropia” (1997) foi uma surpresa muito agradável. Poderia ter continuado assim, uma vez que “Road Salt One” (2010) e “Road Salt Two” (2011) foram preteridos – e “Road Salt” e “Softly She Cries” seriam outras lindezas no repertório –, mas não vamos reclamar de barriga cheia.

    Obrigatória, “Ashes” cumpriu seu papel: devotos, os fãs cantaram como se a faixa de “The Perfect Element, Part I” (2000) fosse o grande hino do Pain of Salvation. E talvez seja, honestamente, porque é uma daquelas canções que criadas a partir de alguma inspiração divina. Depois de revisitar o próprio catálogo, a banda voltou a “In the Passing Light of Day” para terminar a noite como começou. Bonita demais, “Silent God” funcionou como o silêncio que precede o esporro, já que “On a Tuesday” encerrou o set regular da mesma maneira que abre o novo CD.

    Foi uma porrada depois amenizada por aquelas passagens mais calmas e progressivas com a assinatura típica do grupo. E com direito a um bônus: Margarit assumiu os vocais na ponte – ‘I lost the will, I lost the way, I haven’t lost the faith, It’s just lost in me’ – e surpreendeu com um falsete que arrancou aplausos do público e mais um dos vários sorrisos de Gildenlöw – que, não bastasse cantar uma barbaridade, é bem escorado pelos vocais (de apoio ou não) de toda a banda. Na volta para o bis, uma única música, mas uma de 15 minutos. Imagine se o Pain of Salvation resolvesse fazer a trilha sonora de Twin Peaks e o resultado ficasse à altura dos melhores momentos da série – e lembre-se que os melhores momentos da obra de David Lynch são momentos de pura genialidade. Pronto, você tem a pérola “The Passing Light Day”, e foi com ela que terminou mais uma noite com um dos melhores nomes do prog metal. Não somente. Com um dos grupos mais criativos surgidos no heavy metal desde os anos 90.

    Set list
    1. Full Throttle Tribe
    2. Reasons
    3. Meaningless
    4. Linoleum
    5. Rope Ends
    6. Kingdom of Loss
    7. Inside Out
    8. Revival
    9. Ashes
    10. Silent Gold
    11. On a Tuesday
    Bis
    1. The Passing Light of Day
  • FATES WARNING: Confira vídeo ao vivo de “Firefly”

    FATES WARNING: Confira vídeo ao vivo de “Firefly”

    Um dos pioneiros do metal progressivo, o FATES WARNING lançará um novo álbum ao vivo, intitulado Live Over Europe, em 29 de junho via InsideOut Music.

    Capturado em janeiro de 2018, durante a bem sucedida turnê europeia do mais recente e aclamado álbum de estúdio do FATES WARNING, Theories of Flight, este Live Over Europe inclui gravações de oito cidades diferentes (Aschaffenburg, Alemanha; Belgrado, Sérvia; Salonica e Atenas, Grécia; Roma e Milão, Itália; Budapeste, Hungria e Ljubljana, Eslovênia) e um total de 23 músicas distribuídas em mais de 138 minutos, abrangendo os 30 anos da carreira seminal do grupo.

    Um clipe de performance da música Firefly, que foi gravado em Roma, Itália, em 21 de janeiro de 2018, pode ser visto abaixo.

    Live Over Europe foi mixado por Jens Bogren (OPETH, KREATOR, SYMPHONY X) e masterizado por Tony Lindgren no Fascination Street Studios na Suécia, e estará disponível como mediabook limitado em 2CD, gatefold 3LP + bonus-2CD ou como álbum digital.

    O vocalista do FATES WARNING, Ray Alder, declarou: “Gostaríamos de agradecer a todos e cada um dos nossos fãs que nos ajudaram a fazer Live Over Europe. Nós nos divertimos muito fazendo este álbum e esperamos que vocês tenham gostado tanto dos shows quanto nós gostamos de fazê-los “.

    Edições avulsas, assinatura física e digital. Conheça a nossa Roadie Crew Shop – acesse https://roadiecrew.com/roadie-shop
  • PAIN OF SALVATION: Turnê Sul Americana chega ao Brasil nesta semana

    PAIN OF SALVATION: Turnê Sul Americana chega ao Brasil nesta semana

    Nesta semana o Pain Of Salvation retorna ao Brasil como parte de sua nova turnê Sul Americana, divulgando o excelente “In The Passing Light Of Day”.

    O vocalista/guitarrista/líder Daniel Gildenlöw enviou uma mensagem bem humorada para os fãs. Assista:

    Serão 6 datas América do Sul:

    26/04 – Rio de Janeiro/RJ @Teatro Rival

    27/04 – Belo Horizonte/MG @Granfinos

    28/04 – Limeira/SP @Bar da Montanha

    29/04 – São Paulo/SP @Carioca Club

    01/05 – Buenos Aires/Argentina @Roxy Live

    03/05 – Santiago/Chile @Blondie

    *Os shows originalmente aconteceriam no mês de Fevereiro, mas por problemas de saúde do líder, foram reagendados para este mês.

    Nessa nova tour o Pain Of Salvation virá com um grande atrativo; a volta do guitarrista Johan Hallgren, um dos membros mais queridos pelos fãs da banda, que esteve desde o começo, e em seus discos clássicos.

    “In The Passing Light Of Day” é o décimo álbum de estúdio do Pain Of Salvation, e traz um resgate ao Prog Metal que consolidou a banda como uma das gigantes do gênero.

    Ame ou odeie; o Pain Of Salvation é uma das bandas mais originais de sua geração – e sem descambar (ou apelar!) para as tendências da moda, invencionices, ou algo do tipo. A banda é pura e simplesmente para aqueles que amam a boa música, aquela feita com o coração e a alma. E isso os suecos fazem muito bem!

    A formação atual traz Daniel Gildenlöw (vocal e guitarra), Johan Hallgren (guitarra, vocais), Léo Margarit (bateria e vocais), Daniel Karlsson (teclados, vocais) e Gustaf Hielm (baixo, vocais).

    SERVIÇO:

    Pain of Salvation- em São Paulo!

    Dia: 29/04 (Domingo)

    Horário: 19 horas

    Local: Carioca Club Pinheiros

    Endereço: Rua Cardeal Arcoverde, 2899 Pinheiros- São Paulo- SP

    Ingressos Antecipados:

    https://www.clubedoingresso.com/painofsalvation-sp