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  • NICK MENZA: Anunciado documentário do saudoso baterista do MEGADETH

    NICK MENZA: Anunciado documentário do saudoso baterista do MEGADETH

    Foi anunciado nesta segunda-feira (30) pela Screaming Butterfly Entertainment, baseada em West Virginia (EUA), o documentário sem censura Nick Menza – This Was My Life, que é dedicado ao saudoso ex-baterista do Megadeth, que morreu fazendo o que ele mais amava. Em contato com Robert Bolger, o empresário de longa data de Menza revelou à este repórter que o documentário ainda não tem data de lançamento definida, porém os planos são de que as filmagens comecem em abril de 2021.

    This Was My Life será o primeiro filme a homenagear o legado do falecido baterista e a celebrar sua vida exatamente como ela era. Um vídeo promocional pode ser visto abaixo.

    Autorizado pela família, o documentário oficial de Nick Menza é uma exploração inflexível da vida de um dos bateristas de thrash metal de maior sucesso de todos os tempos, contando desde sua infância até o fim de sua vida, incluindo um verdadeiro relato passo a passo das repetidas tentativas fracassadas de se reunir a formação clássica de Rust in Peace do Megadeth. This Was My Life também apresentará fotos raras e nunca antes vistas, além de vídeos da coleção pessoal de fitas VHS arquivadas, filmadas pessoalmente pelo próprio Nick Menza de 1988 a 1991 – apresentando conteúdo exclusivo, mostrando Nick trabalhando em estúdio, filmagens caseiras de cunho pessoal, tempo livre e festas com Dave Mustaine, David Ellefson e Marty Friedman, bem como com outras bandas conhecidas da época, com as quais Nick e o Megadeth saíram em turnê.

    Em comunicado oficial, Bolger disse: “Estou muito animado de trabalhar com a Screaming Butterfly Entertainment no documentário oficial do Nick. Há muita desinformação publicada por aí sobre Nick que não é certo, e estou muito feliz em revelar a verdade. Nick amava seus fãs e sempre disse que sem os fãs nada teria sido possível. Realmente acho que os fãs de Nick irão curtir esta jornada sobre a vida dele”.

    O produtor executivo Holly Mollohan da Screaming Butterfly Entertainment completou: “Como cineasta e companheiro metalhead, que valoriza profundamente a comunidade do metal, estou honrado e empolgado em seguir essa jornada ao lado de todos vocês”.

    “Eu sempre tocarei bateria e música é minha vida. Eu amo isso!”, dizia Nick Menza.

    Assista o vídeo promocional de Nick Menza – This Was My Life:

    https://www.youtube.com/watch?v=AfunQUdZe50&ab_channel=NickMenza

    Em dezembro de 2018, foi lançada pela Post Hill Press a autobiografia oficial Megalife: The Autobiography of Nick Menza, escrita por J. Marshall Craig.

    No final da noite de 21 de maio de 2016, Nick Menza desmaiou no palco do The Baked Potato, em Studio City, Califórnia, após sofrer um ataque cardíaco enquanto tocava com o OHM, banda de jazz fusion que tem na guitarra o também ex-Megadeth Chris Poland e o baixista Robertino “Pag” Pagliari. Menza foi declarado morto ao chegar no hospital. O Departamento Médico Legista do Condado de Los Angeles disse que Nick Menza morreu de doença cardiovascular hipertensiva e aterosclerótica.

    Nick Menza com o OHM em 2015, um ano antes de falecer durante show da banda

    Nascido Nicholas Menza, em Munique, Alemanha, no dia 23 de julho de 1964, o baterista e multi-instrumentista ganhou fama como um dos bateristas mais ferozes do heavy metal durante os 10 anos que esteve no topo em seu período no Megadeth.

    O ponto alto de sua carreira foi tocar na segunda edição do “Rock In Rio”, no Brasil, no dia 23 de janeiro de 1991, diante de mais 100.000 pessoas no estádio Maracanã, conforme contou à este mesmo repórter na edição #183 da ROADIE CREW: “O “Rock in Rio” foi incrível, uma tremenda diversão. Foi a maior multidão para qual eu já toquei. Nós só tivemos 65 minutos para tocar, por isso aceleramos o ritmo de todas as nossas músicas para não cortarmos nenhuma do set. Foi realmente um bombardeio de nossa parte. Amei demais. Quando vejo o show no YouTube, dou risada de quão rápido estávamos tocando. Foi um cast tão grande e ao mesmo tempo apertado”. Naquele dia o Megadeth dividiu palco com Lobão, Sepultura, Queensrÿche, Judas Priest e Guns N’ Roses.

    Nick Menza, Dave Mustaine, David Ellefson e Marty Friedman no Rio de Janeiro em 1991, na estreia do Megadeth em solo brasileiro, para o festival “Rock in Rio”

    Já o pior momento de sua trajetória na música foi ter sido despedido do Megadeth por Dave Mustaine enquanto ainda estava em uma cama de hospital após cirurgia para remover o que os médicos temiam ser um tumor cancerígeno em seu joelho.

    Mais informações sobre o documentário Nick Menza – This Was My Life serão divulgadas em breve.

     

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  • MEGADETH: DAVE MUSTAINE fala do abuso de cocaína nas gravações de “Rust in Peace” e critica NICK MENZA e MARTY FRIEDMAN

    MEGADETH: DAVE MUSTAINE fala do abuso de cocaína nas gravações de “Rust in Peace” e critica NICK MENZA e MARTY FRIEDMAN

    O líder do Megadeth, Dave Mustaine, está promovendo seu novo livro, Rust in Peace: The Inside Story of the Megadeth Masterpiece, e concedeu hoje (8 de setembro) uma rara entrevista individual ao repórter Graham Hartmann do canal Loudwire no You Tube. Entre outras coisas, Mustaine falou de seus pensamentos atuais sobre seus ex-companheiros de banda na era Rust in Peace, o guitarrista Marty Friedman e o saudoso baterista Nick Menza, além de comentar também sobre o quão irritada a banda estava durante a gravação deste clássico do thrash metal.

    Mustaine admitiu que toda a banda estava sob influência de drogas. “Eu estaria brincando com você se dissesse que (a cocaína) não influenciou (o álbum), porque estávamos todos sob a influência da droga na época”. O vocalista e guitarrista disse que ele mesmo não era um grande fã da droga: “Eu realmente não gostava tanto de coca. Gostei do gosto, mas não gostei da maneira como me senti. Nunca terminava bem, coloque dessa forma”.

    Mustaine também não conteve seus sentimentos em relação à Nick Menza e Marty Friedman: “A química de Nick e Marty – não me interprete mal – foi incrível. E meu coração dói quando penso nisso. E, de fato, é por isso que escrevi no final do livro ‘In Loving Memory’ (para Menza) e não ‘In Memory Of’”.

    Dave Mustaine disse mais: “Quando eu lia as coisas que ele falava sobre mim, eu ficava muito magoado. Porque quando fomos fazer a reunião, você viu o (David) Ellefson contar a história, não foi eu quem disse que Nick não estava preparado – David disse isso. Fiquei muito chateado com isso; queria que as coisas dessem certo com Nick. E, então, na verdade, eu até disse: ‘Quer saber? Se não vai funcionar com ele tocando no estúdio, vamos ter outra pessoa para entrar no estúdio e tocar, e então podemos ter Nick tocando ao vivo’. Eu estava me curvando para conseguir um lugar para Nick. Então ele disse que queria essa quantia exorbitante de dinheiro para trabalhar para nós e poder vender todos os tipos de merchandising que ele tinha”.

    Em relação à Friedman, Mustaine comentou: “Marty tem uma carreira de muito sucesso no Japão, onde ganha muito dinheiro. E esta é a parte em que achei um pouco estranho, em que ele disse que precisava pagar toda a sua equipe enquanto ele está fora, ao invés de apenas ele mesmo. Porque pensei que pagaríamos o que você está ganhando, então isso é trocar de cavalo no meio do rio – não é grande coisa, a menos que você caia. Assim, quando descobrimos isso, ele queria vender o seu produto, seu isso, seu aquilo, seu isso, seu aquilo, então, ele queria essa quantia absurda de dinheiro e voar de primeira classe para todos os lugares. Eu disse aos nossos agentes: ‘Não posso lidar com isso’.

    Mustaine também mencionou brevemente o ex-guitarrista Chris Broderick e o ex-baterista Shawn Drover, dizendo que eles “desapareceram na noite” e não disseram à ele ou à David Ellefson que estavam fazendo isso.

    Em outra parte da entrevista, Mustaine observou que seu filho, Justis Mustaine, é seu barômentro para as novas músicas do Megadeth. Dave disse que quando ele tocou Super Collider e Dystopia juntos para seu filho, Justis disse que os dois álbuns não eram pesados o suficiente. Mustaine notou que com Super Collider era tarde demais para mudar alguma coisa, mas com Dystopia eles tiveram a chance de melhorar as músicas. O líder do Megadeth concluiu que seu filho disse que o material novo, na opinião dele, é o mais pesado que a banda já compôs.

    No geral, a entrevista toda é bastante intrigante. Assista na íntegra:

    Algumas horas depois desta entrevista, o administrador da página oficial de Nick Menza no Facebook postou uma nota alegando que Mustaine mentiu na entrevista:

    Dave Mustaine dizer que ficou muito magoado por todas as merdas que Nick disse sobre ele antes de sua morte é uma piada completa! Realmente, Dave Mustaine, Nick Menza falou de você por ser uma pessoa de merda e nunca disse nada que não fosse verdade. Pare de se fazer de vítima para tentar vender alguns livros, quem conhecia Nick sabia que ele não era do tipo de homem que falaria mal de ninguém. Olhe para trás na imprensa e você poderá ler todas as coisas nojentas que Dave disse sobre Nick! Fato: Nick nunca pediu uma tonelada de dinheiro ou para vender todo tipo de merchã, isso é uma baita mentira. Foi um total de dois desenhos de camisetas de Menza para que ele pudesse ganhar mais alguns dólares enquanto estava na estrada. Nenhuma quantia de dólar foi discutida com outros, então, Nick perguntou quanto lhe seria pago. Nem sequer havia um acordo escrito oferecido à ele. Praticamente apareça, toque e grave. Nick: ‘Eu tenho toda a intenção de tocar no Megadeth novamente, preciso que isto aconteça, mas, acima de tudo, eu quero que isso aconteça, me faça um acordo justo, isso é pedir muito? Só sei que estou pronto para gravar imediatamente, amanhã ou sempre. Espero que me dê o emprego com a soma e condições certas para fazer parte disto, é bem simples, só preciso que me mostre algum amor $$$$”.

    Formação clássica do Megadeth na época do álbum “Rust in Peace”: Nick Menza, Dave Mustaine, David Ellefson e Marty Friedman

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  • Disponibilizado trailer de homenagem ao baterista NICK MENZA pelo aniversário de “Rust in Peace” do MEGADETH

    Disponibilizado trailer de homenagem ao baterista NICK MENZA pelo aniversário de “Rust in Peace” do MEGADETH

    No próximo dia 24 de setembro, o quarto álbum do Megadeth, Rust in Peace, uma das maiores obras-primas do thrash metal, completará 30 anos. Rust in Peace foi o primeiro álbum da banda em que o vocalista e guitarrista Dave Mustaine e o baixista David Ellefson contaram com o guitarrista Marty Friedman e com o baterista Nick Menza, formação essa que se tornou clássica e levou o Megadeth ao estrelato com uma sequência de outros três álbuns marcantes (Countdown to Extinction, Youthanasia e Cryptic Writings. E por falar em Rust in Peace e em Nick Menza, foi disponibilizado no canal do saudoso baterista no You Tube um trailer dele tocando a música Tornado of Souls, um dos grandes clássicos do álbum.

    David Ellefson, Marty Friedman, Nick Menza e Dave Mustaine em uma das primeiras fotos de “Rust in Peace”, que em setembro completará 30 anos | Foto: Gene Kirkland
    Antes de estrear em “Rust in Peace”, Nick Menza já era técnico de bateria do Megadeth desde o álbum anterior, “So Far, So Good… So What!” | Foto: Alex Solca

    O vídeo completo de A Special Tribute to Nick Menza em homenagem aos 30 anos de Rust in Peace, trará também cenas não lançadas do baterista e de alguns convidados especiais ainda não revelados. O áudio e o vídeo usados neste projeto foram gravados e capturados em 2014 no Uberbeatz Studios em Seatle, Washington. À propósito, acredita-se que essa foi a última gravação de estúdio de Nick Menza, que faleceu no dia 21 de maio de 2016, aos 51 anos de idade, em decorrência de insuficiência cardíaca congestiva, induzida por hipertensão e aterosclerose, conforme declarado em autópsia. Quando do ocorrido, Menza se apresentava no clube de jazz The Baked Potato, em Studio City, Califórnia, com sua banda instrumental OHM, que tinha como guitarrista o também ex-Megadeth Chris Poland. Na terceira música do set, Menza desabou do palco. Ele foi levado às pressas para um hospital, onde foi declarado morto na chegada.

    Assista o trailer de Nick Menza tocando Tornado of Souls:

    https://www.youtube.com/watch?v=5bS-bJyObZg&feature=emb_title

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  • NICK MENZA (MEGADETH): Lançado o primeiro episódio de “Menza Mega Video Vault”

    NICK MENZA (MEGADETH): Lançado o primeiro episódio de “Menza Mega Video Vault”

    O primeiro de três episódios de Menza Mega Video Vault, compilado de antigas filmagens de bastidores gravadas em VHS por Nick Menza, saudoso ex-baterista do Megadeth, foi lançado no canal do baterista no último domingo, 26 de abril. Esse primeiro episódio teve apresentação de Steve “Zetro” Souza, vocalista do Exodus, que falou diretamente do cenário de seu canal Zetro’s Toxic Vault no You Tube.

    O vídeo mostra algumas imagens íntimas, raras e divertidas de momentos de backstage, com músicos do Megadeth, Pantera e Stone Temple Pilots, além de membros de suas respectivas equipes.

    Assista abaixo o primeiro episódio de Menza Mega Video Vault
    Nick Menza | Foto: Alex Solca

    As três partes da série Behind the Scenes with Nick Menza são filmagens da coleção pessoal e privada de fitas de VHS do baterista, com cenas inéditas de shows ao vivo do Pantera e do Stone Temple Pilots, capturadas entre os anos de 1992 e 1993, quando ambas as bandas abriram para o Megadeth na turnê do álbum Countdown to Extinction.

    Nick Menza, David Ellefson, Marty Friedman e Dave Mustaine, formação clássica do Megadeth, na época do álbum “Rust in Peace”, que marcou a estreia do baterista na banda.

    A série está sendo produzida pelo manager de longa data de Menza, Robert Bolger, em parceria com Wayne Marsala e Brian Huntington, da Gray Haven Media.

    Exclusivamente para a ROADIE CREW, Bolger falou sobre o projeto Menza Mega Video Vault: “Com razão, Nick me deixou com todo o conteúdo antigo e novo, então, achei que seria uma ótima ideia os fãs apreciá-los, já que era o que Nick realmente queria”, disse o ex-empresário do baterista. “E em algum momento, haverá um documentário completo, produzido por mim e pela Gray Heaven Media, sobre a vida e a carreira de Nick”, antecipou.

    Leia a entrevista completa de Robert Bolger para a ROADIE CREW e saiba mais detalhes de Menza Mega Video Vault aqui.

  • ZETRO SOUZA (EXODUS) aparecerá na ‘web serie’ “Menza Mega Video Vault”, do ex-MEGADETH NICK MENZA

    ZETRO SOUZA (EXODUS) aparecerá na ‘web serie’ “Menza Mega Video Vault”, do ex-MEGADETH NICK MENZA

    O vocalista Steve “Zetro” Souza do Exodus aparecerá como convidado especial no primeiro dos três episódios da ‘web serie’ Menza Mega Video Vault, de Nick Menza, que será disponibilizada no próximo dia 25 de abril, sábado, através da página oficial no Facebook e do canal do YouTube do saudoso baterista do Megadeth.

    Assista abaixo o teaser de Menza Mega Video Vault

    O primeiro e segundo segmentos, “Behind the Scenes with Menza”, contarão com o falecido baterista do Megadeth por trás da câmera, filmando alguns momentos raros, íntimos e engraçados de bastidores com os músicos do Megadeth, Pantera, Stone Temple Pilots e suas respectivas equipes de turnê.

    A série também incluirá cenas inéditas de shows ao vivo do Pantera e do Stone Temple Pilots, entre 1992 e 1993, quando as duas bandas abriram para o Megadeth na turnê do álbum Countdown to Extinction, filmados pelo próprio Nick Menza. O conteúdo de Menza Mega Video Vault é composto da coleção pessoal e privada de fitas de vídeo que Menza arquivou entre 1991 e 1993, e está sendo produzido, dirigido e editado pelo amigo e manager pessoal de longa data, Robert Bolger, em parceria com Wayne Marsala, da Gray Haven Media.

    Nick Menza, em Studio City (CA), em agosto de 2013 | Foto: Alex Solca

    Exclusivamente para a ROADIE CREW, Robert Bolger contou como surgiu a ideia de juntar os arquivos de Nick Menza e lançá-los na ‘web serie’ Menza Mega Video Vault: “A ideia surgiu em 2014, quando Nick e eu iniciamos o Menza Mega Video Vault. Criamos e preparamos a plataforma para apresentar o primeiro DVD instrucional de Nick, Intense Mega Drumming”, contou. “Além disso, planejamos incluir algumas cenas bônus da coleção pessoal e privada de fitas de vídeo que ele arquivou entre 92 e 93, durante o ciclo da turnê para o lançamento de Countdown to Extinction”.

    Bolger deu detalhes de como o projeto se desenvolveu ao longo dos anos e comentou a quase volta de Nick Menza para o Megadeth nesse período: “Enquanto o projeto ainda estava em produção, e longe de estar completo, fui abordado por agentes do Megadeth em 2015 para Nick voltar a se juntar à banda para uma reunião, e houve conflitos que nos impediam de completar o DVD, já que o Megadeth planejava fazer alguns shows com o line up que gravou o Rust in Peace, e então começar a trabalhar no novo álbum da vez, que era o Dystopia.

    Sobre o rumo que as coisas tomaram pelo fato de não ter dado certo a reunião da formação clássica do Megadeth, com Dave Mustaine e David Ellefson, novamente acompanhados de Marty Friedman e Nick Menza, Bolger explicou: “Logo após a reunião do Rust in Peace não ter acontecido, como era planejado, Nick se juntou, em tempo integral, à banda OHM, de Chris Poland (guitarrista dos dois primeiros álbuns do Megadeth, Killing is My Business… and Business is Good!, de 1985, e Peace Sells… But Who’s Buying, de 1986). Em seguida, ele se concentrou em compor e gravar novas músicas com o OHM e não teve tempo de filmar ou trabalhar no DVD, (pois) tragicamente, em 2016, Nick morreu atrás de sua bateria, enquanto fazia um show ao vivo com o OHM, em Hollywood”.

    Nick Menza entrou em colapso na noite de 21 de maio de 2016, após sofrer um ataque cardíaco durante um show no The Baked Potato, em Studio City, Califórnia, tocando com o OHM, que além dele e de Poland, contava também com o baixista Robertino “Pag” Pagliari. Na chegada ao hospital, Menza foi declarado morto. O Departamento Médico-legista do Condado de Los Angeles disse que ele morreu de doença cardiovascular hipertensiva e aterosclerótica.

    Capa de “Megalife”, a autobiografia de Nick Menza.

    “Com razão, Nick me deixou com todo o conteúdo antigo e novo, então, achei que seria uma ótima ideia os fãs apreciá-los, que era o que Nick realmente queria”, disse Bolger. “E em algum momento, haverá um documentário completo, produzido por mim e pela Gray Heaven Media, sobre a vida e a carreira de Nick”, antecipou.

    Em dezembro de 2018, dois anos após a morte de Nick Menza, foi lançada, via Post Hill Press, sua autobiografia, chamada Megalife: The Autobiography of Nick Menza, co-escrita por J. Marshall Craig.

    Nascido Nicholas Menza, em Munique, na Alemanha, o multi-instrumentista, filho do famoso jazzista Don Menza, começou a tocar bateria aos dois anos de idade. Nick Menza conquistou seu lugar entre os melhores bateristas de thrash metal de todos os tempos. Fruto dos dez anos em que comandou a bateria do Megadeth, que se mantinha no topo, considerado como uma das mais técnicas e influentes bandas do gênero.

    Como costumava afirmar, o maior destaque da carreira de Nick foi ter tocado na segunda edição do “Rock in Rio”, diante de mais de 100.000 pessoas. Por outro lado, sua maior tristeza foi ter sido demitido por Mustaine, líder do Megadeth, enquanto ainda estava em uma cama de hospital, quando foi submetido à uma cirurgia para remover de seu joelho direito o que os médicos temiam ser um crescimento cancerígeno.

    Steve “Zetro” Souza (Exodus), curtindo o “Blind Ear” da ROADIE CREW | Foto: Laura Galotti

    Por sua vez, além da função de frontman do Exodus, o carismático Steve “Zetro” Souza atualmente comanda um canal no You Tube, chamado Zetro’s Toxic Vault. No início de março, Zetro retornou da Europa, onde o Exodus pegou estrada junto com outras duas bandas clássicas do thrash metal da Bay Area, Testament e Death Angel, pela turnê “Bay Strikes Back”. Ao retornar para os Estados Unidos, o parceiro de Zetro no Exodus, o guitarrista Gary Holt (ex-Slayer), assim como o também vocalista Chuck Billy e o baixista Steve DiGiorgio, ambos do Testament, e o baterista Will Carroll do Death Angel, ficaram doentes e foram testados positivos para COVID-19. Segundo informações dos próprios músicos mencionados, atualmente todos eles têm se recuperado bem da doença causada pelo Coronavírus.