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  • TOP LINK MUSIC anuncia festa de 30 anos com Jesus Jones, Massacration, Malta e jam com músicos do Angra

    TOP LINK MUSIC anuncia festa de 30 anos com Jesus Jones, Massacration, Malta e jam com músicos do Angra

    A Top Link Music, umas das principais produtoras de shows do Brasil, vai comemorar seu 30º aniversário com uma festa especial no próximo dia 3 de maio (sexta-feira), na Tropical Butantã, em São Paulo. O evento inédito terá shows da gloriosa banda inglesa Jesus Jones, Massacration, Malta e a participação especial de músicos do Angra, aclamados pela bem-sucedida turnê do álbum “Omni” concluída com 104 shows ao redor do mundo, em jam com vários artistas do rock nacional.

    A festa também marcará o lançamento do livro “Rocking All My Dreams”, do celebre produtor Paulo Baron em que conta histórias de sua carreira no mundo do rock e nos traz uma bela lição sobre como correr atrás de seus sonhos. A celebração contará com exclusiva e limitada área VIP em que o público poderá vivenciar uma experiência diferenciada, durante o evento produzido pela Top Link Music em parceria com a Rádio & TV Corsário. Os ingressos já estão à venda pelo site da Ticket Brasil (https://ticketbrasil.com.br/festa/6523-toplinkmusic-saopaulo-sp), além de pontos autorizados em São Paulo, Osasco, São Caetano do Sul, São Bernardo do Campo, Mauá, Sorocaba, Santos, Guarulhos e Bragança Paulista (https://ticketbrasil.com.br/festa/6523-toplinkmusic-saopaulo-sp/pontos-de-venda). Mais informações no serviço abaixo.

    O grupo inglês Jesus Jones, um dos nomes mais importantes dos anos 90, que conquistou o mundo com o hit “Right Here, Right Now”, está de volta ao Brasil com sua a formação original. No repertório, Mike Edwards (vocal e guitarra), Jerry De Borg (guitarra), Al Doughty (baixo), Iain Baker (teclados) e Gen (bateria) trazem outros grandes sucessos da carreira como “Real Real Real”, “International Bright Young Thing” e “Info Freako”, além das principais composições do novo álbum “Passages” (2018), como “Where Are All the Dreams?”, “Rounding Out the Square Hole” e “How’s This Even Going Down”.

    Formada por Adriano Daga (bateria), Luana Camarah (vocal), Thor Moraes (guitarra) e Diego Lopes (baixo), a banda Malta está colhendo os frutos do trabalho conquistado com muita energia, qualidade e paixão pela boa música. Este amor pela música pode ser sentido nas 11 faixas inéditas do novo álbum “IV” que já é assunto entre os fãs do grupo por sua sonoridade contundente e elementos de peso.

    Já o todo-poderoso Massacration, autoproclamado “maior grupo de heavy metal de todos os tempos”, em seu retorno triunfal aos palcos, lançou o poderoso single “Metal Milf” e realizou uma extensa turnê por várias cidades do Brasil. Esta excursão resultou no disco ao vivo “Massacration – Live Metal Espancation”, que bateu recorde de vendas em todo o País e manteve a banda na estrada, levando seu humor ao público do rock.

    Em três décadas de atividades, a Top Link Music já realizou duas históricas edições do Live ‘n’ Louder Festival, e shows de artistas como Dio, Heaven and Hell, Scorpions, Motörhead, Dream Theather, Twisted Sister, Megadeth, Black Label Society, Misfits, Tarja, Sons of Apollo, Saxon, Rhapsody, Sisters of Mercy, Marillion, Yes, Epica, Buddy Guy, Anthrax, The Cult, Emerson, Lake & Palmer, entre outros. Ao todo, são mais de 10 mil shows e 110 bandas no currículo.

    Links relacionados: https://toplinkmusic.com https://www.facebook.com/toplinkmusicoficial

    SERVIÇO SÃO PAULO Top Link Music – festa de 30 anos Realização: Top Link Music e Rádio & TV Corsário Bandas: Jesus Jones, Malta, Massacration, jam com músicos do Angra Data: 3 de maio de 2019 Local: Tropical Butantã End: Av. Valdemar Ferreira, 93 – 200 metros da Estação de Metrô Butantã Como chegar: https://www.tropicalbutanta.com.br/comochegar  Horário: 20h (open doors) | 22h (Showtime) Informações gerais: (11) 3031.0393 Evento Fb: https://www.facebook.com/events/333092037498488 Classificação etária: 16 anos. Entre 14-15 anos somente acompanhados por pai ou mãe munidos de documentos Capacidade: 2.500 lugares Duração: Aproximadamente 90 minutos Estacionamento: nas imediações da Tropical Butantã (sem convênio) Estrutura: ar condicionado, acesso para deficientes, área para fumantes e enfermaria

    SETORES / PREÇOS (1º lote) – Pista meia/promocional*: R$100 – Área Gold/promocional*: R$ 250 – Mezanino meia/promocional*: R$ 180,00 *O ingresso promocional antecipado é válido mediante a entrega de 1 kg de alimento não-perecível na entrada do evento.

    # COMPRA PELA INTERNET – https://ticketbrasil.com.br/festa/6523-toplinkmusic-saopaulo-sp/ # PONTO DE VENDA OFICIAL (sem taxa de serviço): bilheteria Tropical Butantã # PONTOS AUTORIZADOS em São Paulo, Osasco, São Caetano do Sul, São Bernardo do Campo, Mauá, Sorocaba, Santos, Guarulhos e Bragança Paulista. Consulte o ponto de venda mais próximo da sua região em https://ticketbrasil.com.br/festa/6523-toplinkmusic-saopaulo-sp/pontos-de-venda.

  • MALTA lança novo álbum

    MALTA lança novo álbum

    A banda Malta ressurge em 2019 com seu novo álbum de estúdio, intitulado “IV”. Não por acaso o novo trabalho da banda paulistana tem esse nome, pois ele é de fato o quarto disco de estúdio de um dos maiores nomes do Rock nacional da atualidade. O título simples e direto é uma maneira de mostrar a força do grupo em todos estes anos. O novo álbum da Malta é um marco na carreira da banda e revelará novos hits para os fãs como as emblemáticas “Viver Por Você”, “Não Há Nada Melhor” e “Manipulação”. Os fãs irão ficar surpresos com o nível alcançado pelos músicos nestes novo trabalho, principalmente em músicas pesadas como “Amor e Ódio”, “Pátria Amada” e épicos repletos de emoção como “Ainda Estou Aqui” e “É Só Você”. Formado por Adriano Daga (bateria), Luana Camarah (vocal), Thor Moraes (guitarra) e Diego Lopes (baixo), a banda Malta está colhendo os frutos do trabalho conquistado com muita energia, qualidade e paixão pela boa música. Este amor pela música pode ser sentido nas 11 faixas inéditas do novo álbum “IV”. Produzido, mixado e masterizado por Adriano Daga nos estúdios Daga Music House e coproduzido por Thor Moraes no Do Martelo Studio, em São Paulo, o álbum “IV” teve seu projeto gráfico e direção de arte idealizado por Diego Lopes, mostrando que a Malta é auto suficiente em termos de produção. O disco contou com algumas participações especiais como do ex-guitarrista do Guns N’ Roses Ron “Bumblefoot” Thal, do grande percussionista Carlinhos Brown (jurado The Voice Brasil), do renomado ator Rodrigo Lombardi (locução em Pátria amada), Amon Lima (violino em Manipulação), do tecladista Junior Carelli (Noturnall e Anie), entre outros. “Este novo álbum “IV” é bastante especial em nossas carreiras, em muitos sentidos. É o primeiro trabalho com nosso empresário Paulo Baron (Top Link Music), que nos trouxe aquela paixão de garoto novamente, colocando a banda nos eixos com um som mais pesado, é claro, sem perder a nossa identidade”, disse o baixista Diego Lopes. “Escutamos nossa discografia e pensamos no que poderíamos evoluir como banda e músicos. Tentamos algo diferente neste novo trabalho e acho que conseguimos um equilíbrio entre o peso do Rock que somos fãs com as melodias e letras repletas de emoção, transformando o som em grandes hinos”, completou o baixista. A Malta gravou os seguintes videoclipes para divulgar o álbum IV: Vídeo de “Manipulação”: https://youtu.be/n5m-Cbsr0Jg Vídeo de “Pátria Amada”: https://youtu.be/HlD-gORGs8Q Ficha Técnica “IV”: Produzido por Adriano Daga Coproduzido por Thor Moraes / Arranjos: Malta Gravado e mixado nos estúdios Daga Music House / Do Martelo Gravação: Adriano Daga e Thor Moraes Edição digital: Thor Moraes / Mixado por Adriano Daga / Masterizado por Adriano Daga Malta é: Luana Camarah – vozes Thor Moraes – guitarras, violões, banjo, backings e programação Diego Lopes – baixo e backings Adriano Daga – bateria, percussão e backings Artistas convidados: Ricardo Mota – teclados – nas faixas ‘Não há nada melhor’ ‘Viver por você’ ‘Só você’ ‘Amor proibido’ Aldair Torres – Pedal Steel – nas faixas ‘Só você’ ‘Amor proibido’ Ron “Bumblefoot” Thal – solo na faixa  ‘Manipulação’ Juninho Carelli – teclados – nas faixas ‘Manipulação’ ‘Ô Pátria Amada’ ‘Amor e Ódio’ ‘Bater de frente’ Bruno Alves – teclados e arranjos – nas faixas ‘Memórias’ ‘Nada se compara’ ‘Indispensável para mim’ ‘Eu sonhei’ Carlinhos Brown, artista gentilmente cedido pela Candyall Music. Projeto gráfico e Direção de arte: Diego Lopes Malta IV – Tracklist: “Não Há Nada Melhor” – Thor Moraes/Luana Camarah/Paulão MG/Alex Bass “Ela Sempre Sabe” – Wilson Sideral “Viver Por Você (I Live My Life For You)” – Thor Moraes/Luana Camarah “Ainda Estou Aqui” – Thor Moraes/Luana Camarah “Amor e Ódio” – Thor Moraes/Luana Camarah/Alex Bass Só Você (Let it Hurt) – Thor Moraes/Luana Camarah Amor Proibido – Theo Oliveira/Adriano Daga/Diego Lopes/Luana Camarah/Thor Moraes Bater de Frente – Thor Moraes/Luana Camarah/Paulão MG/Alex Bass Jod Tod – Thor Moraes/Adriano Daga Manipulação – Thor Moraes/Luana Camarah Pátria Amada – Thor Moraes/Paulão MG Bônus Track: Memórias (Come Wake me Up) – Leo Richter/Adriano Daga Nada Se Compara – Lucas Santos/Paula Mattos/Rafael Torres/Samuel Deolli Indispensável Para Mim (Mientes) – Adriano Daga Eu Sonhei – Thor Moraes/Luana Camarah

    Ouça: https://DittoMusic.lnk.to/MaltaIV

    Malta nas redes sociais: https://www.maltaoficial.com.br/ https://www.facebook.com/maltaoficial https://www.instagram.com/maltaoficial/ https://www.youtube.com/bandamaltaoficial

    Edições avulsas, assinatura física e digital. Conheça a nossa Roadie Crew Shop – acesse https://roadiecrew.com/roadie-shop
  • ANGRA FEST 2 – Angra, Malta, Dr. Sin, Project 46, Nervosa – São Paulo/SP, 01 de dezembro de 2018

    ANGRA FEST 2 – Angra, Malta, Dr. Sin, Project 46, Nervosa – São Paulo/SP, 01 de dezembro de 2018

    O 2018 do Angra foi ótimo e está se encerrando com saldo positivo. ØMNI, seu novo álbum, atendeu as expectativas dos fãs e em poucos meses o grupo correu os palcos do mundo se apresentando, por exemplo, em países da América do Norte (Estados Unidos e Canadá) e da Europa, além de lugares como Japão, Taiwan e Coreia do Sul. E foi em clima de celebração que o Angra abriu o mês de dezembro, realizando em São Paulo o 101° show da “ØMNI World Tour”, ocorrido pela segunda edição do “Angra Fest”. Para o público, outro atrativo foi o fato de que o cast do evento era composto de tarimbadas bandas paulistanas, representantes de gêneros distintos. Teve não só para quem curte o heavy/power/prog metal do Angra, como também para fãs do thrash metal da Nervosa, do metalcore do Project 46, do pop rock alternativo/post-grunge do Malta e do hard rock (com doses de rock progressivo) do Dr. Sin. Em nota, o guitarrista Rafael Bittencourt havia comentando o conceito do “Angra Fest”: “Esse é um sonho que eu tenho há muito tempo. Um festival que celebre nossa história, reunindo vários artistas e bandas”, explicou. “Nós inspiramos o público e os músicos aspirantes a profissionais e isto é muito importante num país onde a esperança de sucesso e prosperidade é massacrada por instabilidades morais e econômicas.”, ressaltou. “Quero que o Angra seja um polo de união entre bandas e artistas, fortalecendo a cena e o prestígio do metal nacional no mundo”, concluiu.

    Quem abriu a noite, com peso bruto, foi o trio Nervosa, que, assim como o Angra, teve uma agenda bastante cheia no Brasil e no exterior em 2018. Fernanda Lira (vocal e baixo), Prika Amaral (guitarra) e Luana Dametto (bateria) seguem na divulgação de Downfall of Mankind (2018) e deram início ao show com uma dobradinha formada pelas “porradeiras” Horrordome e …and Justice for Whom?, de seu mencionado terceiro álbum. Tendo pouco tempo de set, no intervalo entre algumas músicas a sempre comunicativa Fernanda foi econômica nas palavras, mas interagiu com o público com a simpatia que lhe é habitual. Em outras das novas, especificamente Never Repeat, Never Forget e Raise Your Fist!, a competente Luana foi simplesmente cavalar nos bumbos!

    Nervosa

    Luana, Fernanda e Prika agitaram o público e foram ovacionadas, principalmente após Kill the Silence, em que o trio ouviu o nome Nervosa ser aclamado em coro. Os dois momentos em que a banda mais agitou os headbangers de plantão aconteceram com Death! – música que considero ser a melhor do debut Victim of Yourself (2014), principalmente pela parte das paradinhas mortais do final -, e com uma das mais conhecidas, Masked Betrayer. Porém, foi na derradeira Into Moshpit que a pista esquentou com as rodas feitas após o sinal de comando de Fernanda. Pena que a banda não incluiu em seu repertório uma música que gosto muito e que também faz parte de seu primeiro álbum: Urânio em Nós.

    Vinte minutos após o show da Nervosa foi a vez de o Project 46 entrar em ação e recarregar o nível de brutalidade. Caio MacBeserra (vocal), Jean Patton e Vinicius Castellari (guitarras), Baffo Neto (baixo) e Betto Cardoso (bateria) chegaram tendo o público nas mãos. Mesmo com o som embolado no começo, o quinteto instalou o caos no local com duas tijoladas: Terra de Ninguém e TR3S – ambas do terceiro e mais recente álbum TR3S, que foi eleito pelos leitores da ROADIE CREW como o “melhor álbum de 2017”. E não é difícil sacar o porquê de o Project ser uma das bandas mais aclamadas do metal nacional, principalmente pelo público mais jovem. A técnica, a velocidade e a agressividade instrumental, a linguagem urbana de MacBeserra para tratar de temas do cotidiano, além da atitude do quinteto no palco, são motes certeiros. Continuando, as também novas Pode Pá, Pânico e Rédeas foram boas escolhas para o set, mas foi em músicas mais antigas como Violência Gratuita, Erro + 55, Foda-se (Se Depender de Nós) e na derradeira Acorda Pra Vida, na qual rolou até ‘wall of death’ organizado por MacBeserra, que o Project 46 viu o público ensandecer.

    Project 46

    Ao final do show do Project 46, bati um papo com o simpático Betto Cardoso, que se mostrou favorável a ideia de o “Angra Fest” proporcionar a união de estilos: “Pra nós, particularmente, é sensacional esse conceito de misturar gêneros, pois acabamos sentido a receptividade ao nosso tipo de som por um outro público. Apesar de ter bastante fã nosso aqui hoje, acho que os do Angra nos aceitaram muito bem. É importante essa mistura. Ter o Malta aqui e a galera respeitando é demais. O Brasil tem muito disso, de festivais de vários gêneros, e isso é algo bem nosso. Ver essa recepção do público é fantástico. Fora que todo mundo das bandas é amigo, um admira o trabalho do outro. Outra coisa legal é que você pega, por exemplo, um fã de Angra, de repente ele fica assustado de ouvir um ‘blast beat’, um gutural… E esse tipo de festival serve pra isso, talvez essa mesma pessoa chegue em casa hoje e coloque Project 46 no Spotify. Quem sabe no próximo show ela compre o disco? E é assim que a coisa vai rolando…”, vibrou.

    Dando continuidade, uma das grandes surpresas do evento foi a presença do Dr. Sin, que recentemente anunciou nova formação e, após dois anos, retomou a carreira de mais de vinte. O grupo entrou tocando a clássica Scream and Shout, de seu homônimo primeiro álbum, mas, infelizmente, o som estava muito baixo. Apesar disso, o público recebeu calorosamente a banda e gritou “Dr. Sin” em coro. Na pausa, Andria e Ivan apresentaram o novo guitarrista Thiago Melo, bem como o tecladista convidado Rafael Agostino (Armored Dawn), e anunciaram a nova música: Lost in Space. Tal single, que está disponível, inclusive, em videoclipe, já estava na ponta da língua de alguns fãs. Com o volume agora bem regulado, deu pra sacar com clareza o solo e a pegada de Melo. Na pausa seguinte, a plateia novamente entoou o coro e Andria se ajoelhou para agradecê-la pela receptividade. A seguir, Time After Time, do álbum Dr. Sin II (2000), agitou ainda mais o local.

    A cada música que ia sendo executada, Fire, Sometimes, Dirty Woman­ – em que o trio tirou de letra a falha de som que aconteceu no decorrer, fazendo um improviso tão certeiro e inteligente que parecia até ensaiado -, Miracles e Fly Away, Thiago Melo (que de touca e cabelo crescendo estava parecendo o ex-Motörhead Phil Campbell) mostrava que os Busic acertaram em escolhê-lo como novo membro do Dr. Sin. Isso não só por conta do entrosamento que há entre os três desde a banda solo dos irmãos, mas também porque o acreano segurou bem a bronca de executar os riffs, arranjos e solos deixados por um dos melhores guitarristas do país. Aliás, foi muito legal ver Edu Ardanuy acompanhando o show pelo camarote e também a mensagem de carinho que Andria lhe mandou do palco. E tão bacana quanto, foi a reação do público que em todos os intervalos entre as músicas continuou bradando nome da banda, principalmente após o trio se despedir executando o hino Emotional Catastrophe. Definitivamente, o respeito que o público tem pelo Dr. Sin, mostra que o legado do grupo está decretado como parte importante e influente na história da música pesada nacional.

    Dr. Sin

    Um dos momentos mais especiais do evento foi ver que, mesmo que alguns torçam o nariz para o Malta, qualquer resquício de conduta de rejeição caiu por terra tão logo o grupo deu as caras. Quem ali não conhecia a fundo o repertório e se deixava levar pelo ‘pré-conceito’ de achar que o som do Malta é constituído de baladas babas, devido ao rótulo de “rock romântico”, e também criticava a banda pelo fato da veiculação na grande mídia televisiva – a partir da participação vitoriosa em 2014 na primeira temporada do show de talentos “Superstar”, da Rede Globo – se não virou fã, ao menos teve uma nova e boa impressão do quarteto. E o público não só demonstrou respeito por Luana Camarah (vocal), Thor Moraes (guitarra), Diego Lopes (baixo) e Adriano Daga (bateria), como também os aplaudiu em diversos momentos do show. Contando com uma qualidade de som redonda desde o início com Igual A Ninguém, o grupo, que já conquistou muitos prêmios nacionais e internacionais, além de indicações ao Grammy Latino, mostrou carisma e atitude.

    Exceto pela própria Igual A Ninguém, do álbum Indestrutível (2016), e também Nova História e Supernova, do debut Supernova (2014), o grupo preparou um setlist baseado em seu ainda não lançado quarto álbum, intitulado IV. E foi exatamente em uma das novas músicas que o Malta proporcionou um dos melhores momentos de sua apresentação. O grupo contou com participação do super aplaudido ex-Dr.Sin e atual Sinistra Edu Ardanuy, que detonou em Manipulação, música que em estúdio teve a colaboração do ex-Guns N’Roses e atual Sons of Apollo Ron “Bumblefoot” Thal. Porém, o ponto alto aconteceu no cover de Bohemian Rhapsody do Queen – vale lembrar que o Malta tocou na première do aclamado filme de mesmo nome, que, por sinal, tem sido bastante elogiado. Com imagens do clipe no telão e fazendo divisões com partes sampleadas da música original, o Malta contou com o apoio do público, que não só comemorou, como cantou à plenos pulmões cada verso desse clássico imortalizado por Freddie Mercury, Brian May, John Deacon e Roger Taylor. Pronto: o público estava ganho de vez pelo Malta, que depois dessa se despediu com a citada Supernova. Que bom seria se o exemplo do que aconteceu nessa apresentação do Malta servisse para parte do público de rock/metal que vomita preconceito mudasse o comportamento e passasse a respeitar o trabalho musical de quem quer que seja.

    Malta

    Tudo estava dentro dos conformes e o cronograma sendo seguido a risca no “Angra Fest 2” por cada uma das bandas de abertura. As atenções agora eram totais para os donos da festa. Porém, mesmo com o palco tendo ficado pronto rapidamente, o Angra levou mais de meia hora para assumi-lo. E quando Fabio Lione (vocal), Rafael Bittencourt e Marcelo Barbosa (guitarras), Felipe Andreoli (baixo) e Bruno Valverde (bateria) chegaram tocando Newborn Me, do penúltimo álbum Secret Garden (2014), a histeria foi geral. Na sequência foi a vez de apresentar o álbum ØMNI, através de Travelers of Time, que se destacou pelas guitarras gêmeas e pela parte cantada por Bittencourt. Vale lembrar que essa música foi a primeira do novo álbum a ser mostrada aos fãs da banda, através do ‘audio premiere’ que rolou na primeira edição do “Angra Fest”, realizada no dia 26 de novembro de 2017. Após Waiting Silence, a qual no começo rolou uma breve falha no microfone de Lione, o vocalista ressaltou a importância desse show, por ser o 101° da turnê, agradeceu aos fãs e ressaltou que a banda estava muito feliz de estar comemorando esse momento com o público paulistano.

    Uma das mais legais de ØMNI, a climática Insania, caiu bem ao vivo, tanto quanto a divertida e pesada Caveman, com partes cantadas pelos backing vocals em português e referências da música regional brasileira, o que, automaticamente, fez lembrar do álbum Holy Land, de 1996. Não faltou o tradicional momento reservado ao solo de Valverde, que foi anunciado por Lione sob elogios como “monstro” e “gênio da batera”. Dando sequência, Bittencourt foi ao microfone, agradeceu ao público e as bandas de abertura, falou do fortalecimento da cena metal nacional e comemorou os 27 anos do Angra, brincando com o fato de que muitos ali nem tinham nascido quando a banda foi formada. Para empolgação geral, o líder guitarrista anunciou a convidada Mayara Puertas (ou simplesmente May Undead), vocalista do Torture Squad, que foi confirmado para 2019 no gigante “Rock in Rio”. E ela mandou muito bem em Black Widow’s Web, fazendo com perfeição tanto a parte lírica gravada em estúdio pela cantora pop Sandy, quanto os guturais feitos no disco por Alissa White-Gluz, do Arch Enemy.

    Angra

    A partir dali, o show continuou com uma sequência que alternava músicas de outros discos à ØMNI – Silence Inside, The Bottom of My Soul e Magic Mirror de ØMNI. Para o bis, o Angra retornou com alguns clássicos: Rebirth e o medley de Carry On e Nova Era. Só que por conta conta do atraso do Angra em iniciar seu show, muita gente que dependia de transporte público resolveu ir embora antes do final do evento. Aliás, abro parênteses aqui para um puxão de orelhas. Devido, principalmente, à onda de violência que é cada vez mais assombrosa no país e falta de transporte na madrugada, as bandas e envolvidos deveriam se atentar mais quanto aos horários de shows, para que o público possa assistir todo o evento e retornar com tranquilidade para casa. Quem precisou ir embora, perdeu a surpresa final do Angra, que foram os covers de Walk (Pantera), com participação de Fernanda Lira e Jean Patton, e de Highway to Hell (AC/DC), com Edu Ardanuy, Luana Camarah e Adriano Daga. Ao som de ØMNI – Infinite Nothing rolando ao fundo, o grupo se despediu e partiu para Salvador (BA), onde no dia seguinte realizou seu último show do ano.

    E quem pensa que a aliança formada no “Angra Fest 2” terminou por aí, músicos do Angra, Malta, Dr. Sin, Project 46 e Nervosa participarão no próximo dia 09 de dezembro (domingo), do evento “Fórmula FuteRock Edifier”, que acontecerá no R11 Speed Way Kart Indoor, localizado no subsolo do hipermercado Extra Morumbi, na Marginal Pinheiros, em São Paulo. O evento começará às 18hs e a entrada será um quilo de ração, que será doado para a ONG de proteção aos animais, Patinhas da Liberdade. Voltando a falar do Angra, o grupo se prepara agora para iniciar com tudo o ano de 2019, e anunciar para os meses de Maio e Junho a turnê do DVD ØMNI Live.

    Angra
  • MALTA lança videoclipe para “Pátria Amada”, single do novo álbum “IV”

    MALTA lança videoclipe para “Pátria Amada”, single do novo álbum “IV”

    A banda Malta, vencedora da 1ª temporada do programa SuperStar, da Rede Globo, acaba de lançar videoclipe para “Pátria Amada”, single do novo álbum “IV”.

    O vídeo contou com direção e roteiro de Rodrigo Rossi, da Glow Produções. A locação foi gentilmente cedida pela Vila Itororó e pelo projeto Goethe na Vila, em São Paulo. A música já está disponível nas principais plataformas digitais como Spotify, Deezer, iTunes, entre outras.

    Assista o videoclipe de “Pátria Amada” abaixo.

    “A música foi feita pensando na nossa situação atual, falando sobre diversos casos que acontecem na nossa política e também para ser uma mensagem para todos nós brasileiros acordamos e mostrarmos que nós não somos os inimigos um dos outros, estamos juntos no mesmo barco. Uma mensagem para nossa Pátria Amada, nos salvar e se salvar de tudo que está acontecendo, que juntos e conscientes como uma nação, somos gigantes”, disse o guitarrista Thor Moraes.

    Ficha técnica do videoclipe:

    Vídeo por Glow Produções.

    Direção e roteiro: Rodrigo Rossi.

    Assistente de produção: Luiza Azevedo, Gabriela Drimus, Rafael Rossener.

    Elenco: Zá Santori, Poldo Longo, MC PLK, Richard Melo, Camila Honorato, Naja White, Heitor Shewchenko, Felipe Nakao.

    Apoio: Boru Sushi, SP Cine.

    Formada por Adriano Daga (bateria), Luana Camarah (vocal), Thor Moraes (guitarra) e Diego Lopes (baixo), a banda Malta vem colhendo os frutos do trabalho conquistado com muita energia e paixão pela boa música. A música “Pátria Amada” tem a participação especial de Carlinhos Brown na percussão e a narração de Rodrigo Lombardi.

    Com uma trajetória ascendente, a banda Malta continua trilhando seu caminho e contando histórias de amor e sucesso  sem deixar de lado a veia rock ‘n roll de suas canções.

    ANGRA FEST – Vale a pena lembrar que, o show de lançamento do novo álbum “IV”, acontecerá no Angra Fest, no próximo dia 1 de dezembro, na Tropical Butantã, em São Paulo. O line-up tem como headliner o próprio anfitrião Angra, além de Dr. Sin, Project46 e Nervosa.

    Os fãs interessados em prestigiar este novo marco histórico no legado do metal brasileiro já podem adquirir ingressos pelo site da Ticket Brasil (https://ticketbrasil.com.br/festival/6414-angrafest-saopaulo-sp) e pontos autorizados na capital paulista, Barueri, Osasco, Santo André, São Caetano do Sul, São Bernardo do Campo, Mauá, Campinas, Sorocaba e Santos. Mais informações no serviço abaixo.